Arte Urbana no Irã: Museu de Arte de Brasília exibe exposição sobre o Irã

O Museu de Arte de Brasília (MAB) exibe, a partir de hoje (17), a mostra de fotos “Arte Urbana no Irã”. São 28 registros que a fotógrafa paulistana Maristela Acquaviva produziu em espaços públicos da capital Teerã em 2018, numa visita de dez dias a convite da Embaixada do Brasil.

 

A exposição foi montada no primeiro pavimento e pode ser visitada diariamente, exceto às terças, até às 21h. A entrada é gratuita.

 

As fotos investigam a prática centenária de arte pública no Irã, desde os mosaicos de azulejos do século 18, passando pelos monumentos e painéis erigidos pela monarquia e pela república islâmica no século 20, chegando a manifestações contemporâneas de ‘street art’, com seus grafites e intervenções nos muros da cidade. Os registros revelam uma face do Irã completamente desconhecida do Ocidente.

 

Arte

 

SERVIÇO

Museu de Arte de Brasília
Data: a partir de 17/9
Local: Galeria do primeiro pavimento do Museu de Arte de Brasília (MAB)
Endereço: SHTN, trecho 01, projeto Orla polo 03, Lote 05, CEP: 70800-200 Brasília – DF
Funcionamento: todos os dias, menos terças-feiras, de 9h a 21h

Museu de Arte de Brasília expõe coleção avaliada em mais de R$ 6 milhões

O Museu de Arte de Brasília (MAB) amplia o acervo em exposição com uma coleção de 45 obras-primas, sendo grande parte delas nunca expostas ao público. 

A coleção conta com peças de artistas como: Roberto Burle Marx, Siron Franco, Cildo Meireles, Tunga, Roberto Burle Marx, Ernesto Neto, Amílcar de Castro, Athos Bulcão, Beatriz Milhazes, Alfredo Volpi, Lygia Pape, Arthur Luiz Piza, Emanoel Araújo e Frans Krajcberg. Apenas esse conjunto exposto está avaliado em mais de R$ 6 milhões. 

A exposição teve abertura oficial para o público nesta última sexta-feira (27/8). O MAB segue também com a mostra fotográfica de Orlando Brito, as gravuras de Tarsila do Amaral e as esculturas do jardim.

Batizada de “Obras-primas do MAB”, a mostra traça um panorama da arte moderna e contemporânea brasileira por meio desse recorte da coleção do museu. 

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SERVIÇO

Museu de Arte de Brasília
Endereço: Hall da recepção e Galeria do 1º pavimento do Museu de Arte de Brasília – MAB. SHTN, trecho 01, projeto Orla polo 03, Lote 05, CEP: 70800-200 Brasília – DF.
Visitação: todos os dias, menos terças-feiras
Horário: 9h a 21h

Foto capa: Em primeiro plano, Ernesto Neto. Na parede, da esquerda para a direita: Arthur Luiz Piza, Leonilson e Frans Krajcberg

Museu da República vira espaço para casamento comunitário em Brasília

A Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus) realizará, no dia 30 de maio, um casamento comunitário no Museu da República, em Brasília. Após o encerramento das inscrições para o evento, será realizada a análise dos documentos, no período de 14 a 23 de abril. Os habilitados serão anunciados no dia 26 deste mês pela Subsecretaria de Políticas de Direitos Humanos e de Igualdade Racial.

Ao todo serão 40 casais contemplados.  A secretaria de Justiça e Cidadania garante que adotarão todas as medidas necessárias para que a segurança de todos os envolvidos no casamento comunitário seja rigorosamente respeitada. 

A Secretaria de Justiça juntamente com os parceiros e voluntários oferecerão uma cerimônia completa aos noivos.

Antes da cerimônia, no dia 27 de maio, em horário a ser divulgado, os casais irão participar de um encontro preparatório, destinado ao fortalecimento de vínculos, esclarecimentos quanto às regras de segurança sanitária e ensaio geral do casamento.

Para participar, os candidatos devem  tomar as seguintes medidas:

1) Acessar e preencher o formulário.

2) Baixar as declarações de hipossuficiência e de veracidade dos documentos de registro digital. Preencher, assinar e enviar juntamente com os demais documentos solicitados no ato de inscrição:

  • Cópia da carteira de identidade (RG) ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH);
  • Original da certidão de nascimento;
  • Cópia do Cadastro de Pessoa Física (CPF);
  • Comprovante de residência original do último mês de referência ou declaração de residência de próprio punho;
  • Declaração de hipossuficiência de renda;
  • Declaração de veracidade dos documentos de registro digital;
  • Original da carteira de identidade (RG) ou da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) das testemunhas.

Foto capa: Kléber Lima

Após 14 anos fechado, Museu de Arte de Brasília vai reinaugurar na beira do Lago

Após 14 anos fechado, o Museu de Arte de Brasília (MAB) está prestes a ser reinaugurado. Para compor o acervo de mais de mil obras – assinadas por grandes nomes da produção nacional, como Tarsila do Amaral – , as doze primeiras esculturas do catálogo chegaram nesta sexta-feira (9) ao espaço cultural. Dessas, onze são de artistas brasilienses e juntas custam mais de R$ 1,5 milhão.

As obras de arte, que estavam na Residência Oficial de Águas Claras (Roac), vão passar por avaliação e restauração, caso seja necessário. As esculturas serão distribuídas pelo jardim, hall e pilotis do prédio.

O MAB irá obedecer às necessidades de segurança e acessibilidade, com dois elevadores para cadeirantes. Com isso, as pessoas com deficiência poderão ter acesso ao pavimento superior do prédio. No que diz respeito ao espaço e ao acervo, a novidade será a disponibilidade de uma reserva técnica com quase 600 metros quadrados, que não tinha, e laboratório de restauro e conservação novos, além de sala de triagem para receber e avaliar as obras.

Um dos principais destaques da obra são os sistemas de climatização – fundamental para o funcionamento de um museu – , e de energia solar. Haverá ainda uma passagem subterrânea que fará a ligação direta com a reserva técnica do museu e novas paredes de cobogós na parte inferior do prédio que se somam ao projeto original da fachada superior.

Às margens do Lago Paranoá, no Setor de Hotéis e Turismo Norte, o Museu de Arte de Brasília (MAB) nasceu praticamente junto com a cidade. Inaugurado em 1961, um dos espaços culturais mais charmosos da capital federal, serviu de anexo para o Brasília Palace Hotel, para o clube das Forças Armadas e, veja só, até para um casarão do samba.

O projeto estrutural foi assinado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e por Joaquim Cardozo. E o projeto arquitetônico foi de um jovem alagoano chamado Abel Carnauba Accioly.

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Fotos: Agência Brasília

5 exposições para visitar em Brasília

A cidade está repleta de exposições para aqueles que desejam fazer um programa cultural no último fim de semana do ano. Fotografias, xilogravuras, cordel e até mesmo pintura italiana fazem parte da programação.

O Curta Mais elaborou uma lista com algumas exposições em cartaz. Confira:

1 – Capitais do Brasil
Até o dia 6 de janeiro estarão expostas fotografias de três cidades que abrigaram e abrigam a sede dos poderes do Brasil: Salvador, Rio de Janeiro e Brasília. Além das fotografias a mostra também contará com poemas e projeções.
A entrada é gratuita.

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2 – Classicismo, Realismo, Vanguarda: Pintura Italiana no Entreguerras
O CCBB, em parceria com a Embaixada da República Italiana em Brasília e o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, apresenta a exposição Classicismo, Realismo, Vanguarda: Pintura Italiana no Entreguerras. A mostra fica em cartaz do dia 24 de novembro (sábado) até o dia 20 de janeiro de 2019. A visitação é gratuita e está disponível das 9h às 21h.

3 – A Xilogravura Popular: Xilógrafos, Poetas e Cantadores
Até 10 de fevereiro de 2019, o Museu Nacional da República recebe a exposição A Xilogravura Popular: Xilógrafos, Poetas e Cantadores. A visitação é gratuita e acontece das 9h às 18h30.

São cerca de 300 obras que narram a criatividade do imaginário do nordeste brasileiro. Artistas como Ariano Suassuna, Dila, Jota Borges, Samico e Mestre Noza serão representados com temáticas diferentes, que vão dos costumes populares a aventuras do cangaço.

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4 – W3 divergentes Brasílias
As fotos ampliadas de Zuleika Souza estão em cartaz até o dia 26 de janeiro, no Espaço Renato Russo. A visitação acontece das 10h às 19h e é gratuita. A fotógrafa e repórter reúne em suas fotos uma narrativa sobre a W3, uma das avenidas mais emblemáticas da cidade.

5 – A reforma do olhar possível
A exposição reúne fotografias de Luis Humberto e a visitação vai até o dia 6 de janeiro, na Galeria Acervo do Museu Nacional da República, das 9h às 18h30 (terça a domingo). A abertura acontece nesta sexta-feira (28 de dezembro).

O fotógrafo precisou mudar a maneira como olhava para objetos e paisagens quando ficou sem andar em consequência do mal de Parkinson. Limitado à cadeira de rodas, ele passou a fotografar de outra perspectiva.

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CCBB de Brasília divulga programação para o Dia das Crianças

Parar celebrar o feriado do Dia das Crianças, o CCBB de Brasília preparou uma série de atividades gratuitas para os pequenos, nos dias 12, 13 e 14 de outubro (sexta, sábado e domingo).

A programação conta com a participação do grupo WPife, a partir das 17h do dia 12, que anima o público infantil com músicas, frevos, xotes, baiões e cirandas, além de brincadeiras populares, expressão corporal e canto.

Haverá também atividades do Lugar de Criação especial Semana das crianças. O projeto explora o universo dos pequenos, fazendo com que eles criem possibilidades diversas através do uso de linguagens artísticas variadas, como construir museus, pensar em espaços públicos e construir maquetes de cidades imaginárias e até participar de uma oficina de animação stop motion.

Confira a programação completa:

12 DE OUTUBRO | SEXTA – FEIRA | 17H
Dia das Crianças e aniversário do CCBB Brasília com WPife

12, 13 E 14 DE OUTUBRO | SEXTA, SÁBADO E DOMINGO | 10H ÀS 12H E 14H ÀS 16H
Lugar de Criação especial Semana das Crianças

12 DE OUTUBRO – Museu da Criança
13 DE OUTUBRO – Museu da Cidade
14 DE OUTUBRO – Animação com Stop Motion

SERVIÇO
Semana das Crianças no CCBB
Data: 12, 13 e 14 de outubro (sexta, sábado e domingo)
Local: CCBB (Setor de Clubes Sul)
Horário: a partir das 10h
Entrada gratuita
Informações: (61) 3108-7600

Boa parte dos espaços culturais de Brasília ainda precisa de reformas

Dos 25 espaços culturais do Distrito Federal a cargo da Secretaria de Cultura, pelo menos 13 passaram ou ainda vão passar por reformas. Além do Teatro Nacional Claudio Santoro, espaço importante como o Museu de Arte de Brasília (MAB) também está sem uso – o que reduz as opções de cultura da região.

 

Os investimentos na área, necessários para obras dos espaços físicos, ficaram praticamente congelados em 2015 e 2016, diante da crise orçamentária do Distrito Federal. Após esse período, obras foram iniciadas e espaços, reinaugurados. Ainda resta, no entanto, muito a se fazer.

 

A lista dos locais que precisam de reformas é extensa. O Museu de Arte de Brasília é um dos principais. Abandonado desde 2007, o MAB teve as obras iniciadas somente no ano passado, dez anos depois. A previsão de conclusão é julho de 2019. O local que abrigava um acervo de nomes como Thomie Ohtake, Athos Bulcão e Iberê Camargo hoje tem as paredes preenchidas por grafites.

 

“Abaixo a realidade” diz uma pilastra, complementada por outra logo atrás, na qual se lê: “É lindo”. O novo acervo espontâneo inclui ainda um cachorro salsicha e um boneco que se apoia em um portal.

 

A lista segue: a Concha Acústica, embora esteja aberta para visitação e realização de eventos, está com as obras em fase de licitação. Estão sendo feitos reparos no Museu Vivo da Memória Candanga, também aberto para vistantes. O Museu Nacional, a Biblioteca Nacional de Brasília e o Memorial dos Povos Indígenas passaram por reparos ou obras de manutenção.

 

Os complexos culturais de Samambaia e Planaltina foram reformados e agora aguardam equipamentos cênicos e mobiliário para voltar a funcionar. Segundo a secretaria, os equipamentos já foram adquiridos, e os espaços devem ser reabertos em breve.

 

O espaço mais crítico é o Teatro Nacional, fechado desde 2014, que ainda não tem os recursos necessários para que a reforma comece. Diante da falta de orçamento, o projeto inicial foi revisto e obra total será fracionada, o que permitirá que as salas sejam reabertas e passem a ser usadas uma por uma na medida que foram ficando prontas.

 

“Antes mesmo de serem fechados, os espaços já passavam, há uns 30 anos, por processos de degradação progressiva e contínua, por falta de manutenção e modernização”, diz o secretário de Cultura do Distrito Federal, Guilherme Reis.

 

Reaberturas

 

O cenário começa a mudar: o Espaço Cultural Renato Russo, fechado desde 2013, será reaberto hoje (30). Foram investidos, segundo a Secretaria de Cultura, R$ 6,2 milhões. O espaço, antes chamado de Teatro Galpão, recebeu importantes nomes como Hugo Rodas, Irmãos Guimarães, Alexandre Ribondi, Guilherme Reis, Cássia Eller, entre outros.

 

Também está na lista de reinaugurações deste ano a Pira do Panteão da Pátria, cuja chama se apagou em agosto de 2016. Foram investidos R$ 149,7 mil na reforma. Outros dois espaços já foram reabertos: o Centro de Dança, fechado desde 2013, e a Biblioteca Pública de Brasília, que ficou fechada um ano.

 

Segundo Reis, as obras tiveram início mais para o final do governo devido à crise orçamentária pela qual passava o Distrito Federal. Reis diz que buscou alternativas de financiamento e novos modelos de parceria para que os espaços voltassem a funcionar com qualidade.

 

As reaberturas ocorrem no limite para a participação do atual governador, Rodrigo Rollemberg, nas inaugurações, caso concorra à reeleição. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a partir de 7 de julho os candidatos não podem participar de inaugurações de obras públicas.

 

A secretaria tem entregado os centros culturais ainda inconclusos, ou com equipamentos faltando, como no caso do Centro de Dança. O Espaço Cultural Renato Russo deverá seguir com obras pontuais por mais um mês. “Eu, como produtor, como artista, quero usar. O Teatro Galpão está pronto? Está faltando o quê? Falta comprar os praticáveis que permitirão modular plateia. Mas eu já quero”, diz. O secretário negou que haja intenções políticas.

 

Ele cita o Complexo Cultural de Samambaia, que ainda precisa ser equipado. “Eu falei para ele [governador], não vai inaugurar; não vou permitir inauguração política. Vamos deixar tudo pronto funcionando”, diz.

 

Faltam Planos

 

Segundo o professor do Departamento de Projeto, Expressão e Representação em Arquitetura e Urbanismo, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (UnB), Frederico Flósculo, o problema da manutenção no Distrito Federal é mais antigo e mostra a fragilidade de planejamento desde a transferência da capital.

 

Aos 58 anos de idade, Brasília mostra sinais de deterioração nas mais diversas estruturas. No início do ano, parte do viaduto de uma das principais ruas da cidade desabou, atraindo a atenção de todo o país.

 

“Não são apenas problemas de um ou outro governo. Precisamos entender que o projeto de transferência de capital é muito difícil. Até hoje estamos subestimando o grau de dificuldade de uma transferência de capital”, diz. O professor afirma que o DF tem uma boa legislação, mas que não é cumprida.

 

A Lei Orgânica do Distrito Federal, promulgada em 1993, determina, por exemplo que seja feito um zoneamento ambiental do território, definindo as limitações e condicionantes ambientais para a ocupação dos espaços territoriais.

 

“Isso nunca foi feito”, diz, ressaltando que ainda não se sabe o verdadeiro impacto ambiental da construção de Brasília. “Não sabemos quantas nascentes foram extintas. Alguns dizem centenas, outros milhares.”

 

Frederico Flósculo defende que haja planos claros e que eles tenham continuidade. Segundo o professor, não há um grande plano sobre a manutenção das estruturas físicas da capital. Cultura não é exceção.

 

“Planos deveriam ter objetivos claros. No caso da cultura, seria dizer que estamos com X espaços culturais, vamos ampliar o alcance desses espaços. Nosso objetivo é dobrar meta de atendimento, por exemplo. O plano traria estratégias para saber como faço isso”, explica.

 

“Cultura é coisa séria. Precisamos ter planos sérios, conectados com educação, com mobilidade, com terceira idade, com infância. Cultura é política poderosa, do pensamento, da sensibilidade, da inteligência. Tem também tudo a ver com segurança porque cria um senso de comunidade”, defende.

 

Via Ebc
Texto: Mariana Tokarnia

10 museus para você visitar em Brasília

Passeios culturais pela cidade é o que não falta em Brasília, e o Curta Mais listou os mais variados museus que a cidade dispõe para visitação do público. É só conferir a lista abaixo e escolher o seu passeio;

Arquivo Público do Distrito Federal

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O acervo é formado por documentos públicos ou privado com valor histórico para o Distrito Federal. É composto por documentação textual, cartográfica, filmográfica, iconográfica e sonora.

Endereço : Setor de Áreas Públicas, Lote B, Bl. 41, prédio da Novacap. 

Horário : Segunda à sexte, das 8h30h às 16h30.

Telefone : (61) 3361.1454

 

Catetinho

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O Catetinho foi a primeira residência oficial de JK em Brasília, 1956. Hoje, funciona como testemunho da época expansionista, com objetos de JK e painéis explicativos. Os quartos foram mantidos da maneira que eram para propiciar aos visitantes a sensação de que o local foi realmente usado. 

Endereço : Km 0 da BR-040, Gama 

Horário : Diariamente, das 9 às 17h.

Telefone : (61) 3338.8807 e 3338.8694

 

Memorial dos Povos Indígenas

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Possui como acervo: cerâmicas, cestarias, adornos e artefatos indígenas.

Endereço : Eixo Monumental (Oeste)

Horário : Segunda a sexta, das 9h às 18h, e aos sábados e domingos, das 10h às 18h.

Telefone : (61) : 3226.5206

 

Memorial JK

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É uma homenagem ao ex-presidente Juscelino Kubitschek que abriga seus restos mortais. Um pedestal de 28m, com a estátua de JK saudando os visitantes de longe. Lá, é possível aprender que JK planejou a capital seguindo preceitos da cidade de Aton, no Egito antigo, erguida há 3.580 anos, por Akenaton, para ser a então nova capital, substituindo Tebas.

Endereço : No Eixo Monumental Oeste

Horário : Terça a domingo, das 9h às 17h45.

Telefone : (61) 3225.9451 

 

Museu da Imprensa

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Exibe máquinas rotativas e documentos sobre a trajetória da imprensa.

Endereço : SIG Qd. 6, Lote 800

Horário : Segunda a sexta, das 8h às 17h

Telefone : (61) 3441.9618


Espaço Lúcio Costa

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O Espaço Lúcio Costa foi idealizado por Oscar Niemeyer e sua construção foi subsidiada pela Fundação Bradesco. É uma justa homenagem de Brasília e do arquiteto Oscar Niemeyer ao urbanista criador do Plano Piloto de Brasília.

Endereço: Praça dos Três Poderes

Horário: terça à domingo das 9h às 18h
Telefone: (61) 3325-6244

 

Museu de Valores

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Mostra cédulas, moedas, medalhas e documentos sobre a história econômica do País.

Endereço : SBS Qd.3, Bl. B, 1º subsolo, Edifício-Sede do Banco Central 

Horário : Terça a sexta, das 10h às 17h30, e aos sábados, das 14h às 18h.

Telefone : (61) : 3414.2093

 

Museu Nacional

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Complexo Cultural da República: Ainda novo, o Museu Nacional, é mais uma obra de Oscar Niemeyer no Distrito Federal, recebe exposições itinerantes e ainda não possui acervo fixo. As instalações seguem padrões internacionais de qualidade.

Endereço : Setor Cultural Sul, Lote 2

Horário : Terça a domingo e feriados, das 09h às 18h30.

Telefone : (61) 3325.5220

 

Museu Vivo da Memória Candanga

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Fica no local onde, antigamente, funcionava o primeiro hospital de Brasília. Possui exposição permanente sobre os primórdios da construção da capital. O acervo conta com documentos da Missão Cruls, no século 19, até desenhos e croquis de Lúcio Costa e Oscar Niemeyer. É uma lição da história de Brasília.

Endereço : EPIA Sul Lote D, conj. HJKO, Núcleo Bandeirante

Horário : Terça a domingo, de 9h às 17h.

Telefone : (61) 3301.3590

 

Panteão da Pátria

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A briga um painel sobre a Inconfidência Mineira e o Livro de Aço dos heróis nacionais. 

Endereço : Praça dos Três Poderes 

Horário : Terça a domingo e nos feriados, das 9h às 17h.

Telefone : (61) : 3325.6244

 

Foto capa: Pedro-Ventura / Meu Local Brasil

 

Confira a programação completa de fevereiro do CCBB em Brasília

O mês de fevereiro do Centro Cultural do Banco do Brasil em Brasília está recheado de excelentes atrações com exposições, mostra de cinema, espetáculo e debate literário. Confira: 

 

EXPOSIÇÃO

Cícero Dias – Um Percurso Poético

O Centro Cultural Banco do Brasil apresenta de 8 de fevereiro a 3 de abril de 2017 a exposição Cícero Dias – Um Percurso Poético. A mostra, produzida pela Base7, tem curadoria de Denise Mattar e consultoria de Sylvia Dias, filha do artista. A exposição traz ao público brasileiro o conjunto da obra de Cícero Dias, contextualizando sua história e evidenciando sua relação com poetas e intelectuais brasileiros e sua participação no circuito de arte europeu. Assim a mostra, além das obras, apresenta cartas, textos e fotos de Manuel Bandeira, Gilberto Freyre, Murilo Mendes, José Lins do Rego, Mário Pedrosa, Pierre Restany, Paul Éluard, Roland Penrose, Pablo Picasso, Alexander Calder, entre outros.

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Foto: Divulgação

Quando: 8 de fevereiro a 3 de abril
Onde: Galeria I
Classificação indicativa: Livre
Entrada Franca

 

Casulo Interativo

O Casulo possibilita a experiência interativa e sensorial por meio de som, luz e tato. A transparência das esculturas revela essa transformação, como se as estruturas metálicas ganhassem vida, respondendo à interatividade do visitante. Enquanto essa metamorfose se processa, adultos e crianças se unem numa experiência estética e emocional. Para interação com a obra, as crianças devem ser sempre supervisionadas pelos responsáveis.

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Foto: Divulgação

Quando: Exposição permanente, de quarta a segunda
Onde: Jardins do CCBB
Classificação indicativa: Livre
Entrada Franca

 

Museu Banco do Brasil – Acervos do Brasil

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O Museu Banco do Brasil, inaugurado em outubro de 2016, conta com um espaço de mais de 6 mil m² que apresenta momentos históricos da economia brasileira, além de traduzir o desenvolvimento do Banco como uma instituição de todos. O acervo de obras de arte reunido para o museu conta com 76 obras de nomes como Di Cavalcanti, Carlos Scliar, Tomie Ohtake, Athos Bulcão e Burle Marx, além de itens ligados ao exercício da atividade bancária, como documentos de valor histórico, cédulas, moedas, equipamentos, objetos e mobiliário.

Quando: de quarta a segunda, das 13h às 19h
Classificação indicativa: Livre
Informações: (61) 3108-7600
Entrada gratuita

 

CINEMA

Um outro, eu mesmo – Variações sobre gênero no cinema

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Foto: Divulgação

A mostra Um Outro, Eu Mesmo – Variações sobre Gênero no Cinema nasceu da percepção não só dos avanços históricos no tema, mas também das ameaças aos direitos conquistados pelas mais diversas minorias. Com 25 filmes de 12 países, produzidos entre 1959 e 2016 ‘Um Outro, Eu Mesmo’ percorre seis décadas. Mais que um panorama do tema, a programação canaliza o potencial de conscientização dessas obras, situando-as como faróis em um mundo em transformação. Inspirados e inquietos, esses longas e curtas são um convite à reflexão sobre o que vivemos até aqui e o que se desenha para o futuro. Curadoria do cineasta Gustavo Galvão.

Quando: 20 de Janeiro a 13 de Fevereiro, de quarta a segunda

Programação e classificação indicativa: www.bb.com.br/cultura

Entrada Franca

 

A Vida Lá Fora: O Cinema de Jean Renoir

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Foto: Divulgação

Filho do pintor Auguste Renoir, Jean Renoir imprimiu uma sensibilidade visual e um apreço pela vida (tal como ela é vivida), digna de seu pai, a uma enorme variedade de aventuras cinematográficas, entre os primeiros experimentos com a vanguarda, os grandes e os pequenos orçamentos, entre o realismo, o cinema moderno e Hollywood. “A vida lá fora: O cinema de Jean Renoir” é uma retrospectiva deste que é um dos cineastas mais importantes da história do cinema. De 15 de fevereiro a 13 de março de 2017 o CCBB Brasília exibe 30 longas dirigidos por Renoir, bem como dois documentários a respeito de sua obra.

Quando: 15 de fevereiro a 13 de março
Ingressos: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia)
Programação e classificação indicativa: www.bb.com.br/cultura

 

TEATRO

Gritos

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Foto: Divulgação

« Gritos » o novo espetáculo da Cia. Dos à Deux é formado por três poemas gestuais metafóricos criados a partir de um tema: o Amor. Em uma atmosfera onírica, os três poemas que compõem Gritos são revelados por meio de uma partitura gestual sutil e minuciosa. Inspirada em temas da atualidade, a dramaturgia foi criada durante o processo de pesquisa e de criação artística. As pessoas invisíveis na sociedade, o preconceito, o desprezo, a falta de comunicação, a força da maternidade, o amor, a guerra, permeiam os três poemas gestuais – os três gritos.

Quando: 8 a 13 de fevereiro, de quarta a segunda-feira; às 20h 15 a 19 fevereiro, de quarta a domingo; às 20h02 a 5 de março, de quarta a domingo, às 20h (No domingo, 5 de março, haverá sessão às 17h e às 20h
Quanto: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
Duração: 75 minutos
Ingressos: upingressos.com.br
Classificação indicativa: 14 anos

 

IDEIAS

Literaturas (Encontros com Autores da Nova Literatura Brasileira) Encontro com Antônio Prata/ Crônica

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Foto: Divulgação

O projeto Literaturas reúne até julho, sempre na penúltima segunda-feira de cada mês, alguns dos mais importantes nomes da novíssima literatura brasileira, que têm hoje entre 30 e 40 anos. O segundo encontro do projeto é com o cronista Antonio Prata, que ministra uma oficina literária sobre o gênero e, em seguida, participa de bate-papo com o público. O encontro tem mediação da jornalista Julliany Mucury e conta com intervenções da atriz Camila Guerra, que lê crônicas de Antonio Prata.

Quando: 20 de fevereiro, segunda, às 17h (oficina literária) e às 20h (debate)
Classificação indicativa: 16 anos
Entrada Franca

Foto de capa: Reprodução

Brasília recebe Museu Egípcio Itinerante

Quem curte a cultura egípcia terá a chance de apreciar artefatos antigos e conhecer um pouco mais da história de uma das mais antigas e importantes civilizações da história do mundo. A partir de segunda-feira, dia 8, o Conjunto Nacional sedia a exposição Museu Egípcio Itinerante.

Serão cerca de 200 peças entre esculturas, múmias, sarcófagos, estátuas e pinturas. Deuses e faraós também contarão suas histórias através de vídeos do Espetáculo de Som e Luzes. A mostra vai até o dia 6 de setembro.

Museu

SERVIÇO: Museu Egípcio Itinerante

Data: Até o dia 06 de setembro de 2016

Hora: De segunda a sábado, das 10h às 22h, aos domingos, das 12h às 21h

Local: 2º Piso do Conjunto Nacional

Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)

www.museuegipcio.com.br

www.conjuntonacinal.com.br