Projeto leva arte inclusiva a escolas e comunidades do DF
Projeto Eficientes passará por escolas de Arapoanga, Brazlândia, Ceilândia, Gama, Planaltina, Samambaia, São Sebastião e Sobradinho.

O Projeto Eficientes chega à sua 5ª edição com a missão de ampliar o acesso à cultura e valorizar a arte inclusiva no Distrito Federal.
Entre setembro e outubro, a iniciativa percorre oito cidades periféricas — Arapoanga, Brazlândia, Ceilândia, Gama, Planaltina, Samambaia, São Sebastião e Sobradinho — com apresentações artísticas, oficinas de Hip Hop e saraus gratuitos, todos abertos ao público.
Idealizado pelo produtor cultural e rapper Fillipe Costta, que é pessoa com deficiência (PCD), o projeto promove 16 apresentações em escolas públicas, 16 oficinas e oito saraus comunitários, com atividades como oficinas de rima, escrita, graffiti ao vivo, breaking e passinho, DJ, bate-papos e shows. “O hip hop entrou na minha vida e mudou tudo em volta. Tive minha perna amputada por conta de um acidente automobilístico e, através dessa cultura, pude me reinserir na sociedade. Eu era um menino ainda quando aconteceu e o hip hop me acolheu de braços abertos”, afirma Fillipe.
A iniciativa reforça o compromisso com os direitos humanos e a inclusão, priorizando a contratação de artistas e profissionais PCDs, garantindo locais acessíveis, tradução em Libras, legendas em vídeos e abordando temas como cultura de paz e combate ao bullying. O objetivo é combater o capacitismo, fortalecer a cultura de paz, formar novos públicos e gerar inclusão social, artística e econômica.
A agenda inclui:
Apresentações na Escola Classe 15 de Sobradinho (30/9), Escola Classe Jardim dos Ipês do Arapoanga (2/10), Escola Classe Altamir de Planaltina (7/10) e CEM 01 de São Sebastião (17/10). No dia 5/10, a Casa do Hip Hop de Brazlândia recebe um grande sarau com capoeira, teatro e rodas de conversa sobre diversidade e inclusão.
O projeto é patrocinado pela Neoenergia Brasília, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, reforçando o compromisso com a diversidade, a inclusão e o acesso à cultura no Distrito Federal.
Créditos: Divulgação