Cheirar Alecrim pode aumentar sua memória em 75%

Saiba o que os estudos do aroma do alecrim sinalizam como benefícios para a memória

Thaís Muniz
Por Redação Curta Mais
Cheirar Alecrim pode aumentar sua memória em 75%
Imagem: iStock/GMVozd

O alecrim é uma planta muito utilizada na culinária e na medicina, sendo também conhecida por suas propriedades no auxílio à memória.

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Aliás, algumas pesquisas sugerem que o alecrim pode ter efeitos positivos na função cognitiva por conta da presença de compostos antioxidantes e anti-inflamatórios.

A saber, o aroma da planta, em particular, tem sido associado à melhora da memória de curto prazo e ao aumento da concentração.

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Está precisando dar uma turbinada por aí? Então, siga a leitura e confira todos os detalhes.

Alecrim para melhorar a memória

Acredita-se que o alecrim possa estimular a atividade cerebral e promover a clareza mental, o que o torna um ingrediente popular em infusões e óleos essenciais para apoio à saúde cerebral e aumento da memória.

A saber, existem pesquisas que sinalizam que sentir o aroma do alecrim pode dar um impulso ao seu cérebro.

Sobre o alecrim

O alecrim (Rosmarinus officinalis) é uma planta rica em compostos bioativos com diversas propriedades científicas.

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Entre os seus principais componentes estão: ácido rosmarínico, carnosol, carnosina e óleos essenciais, como cineol e alfa-pineno, que possuem efeitos antioxidantes, anti-inflamatórios e neuroprotetores.

Em suma, o ácido rosmarínico é um potente antioxidante que ajuda a combater o estresse oxidativo no cérebro, enquanto o carnosol protege as células nervosas dos danos causados por radicais livres, podendo até retardar o declínio cognitivo.

Ainda mais, seus óleos essenciais são usados em aromaterapia, onde seu perfume pode ajudar a melhorar a memória de curto prazo.

Impacto na memória

Vale mencionar que uma pesquisa da Universidade de Northumbria, no Reino Unido, indicou que o alecrim pode melhorar a memória.

O estudo foi uma continuidade de uma pesquisa anterior que indicava que o aroma de alecrim melhorava a memória de longo prazo e a aritmética mental.

Então, no novo estudo, os pesquisadores decidiram focar na memória prospectiva, que envolve a capacidade de lembrar os eventos que ocorrerão no futuro e lembrar de completar tarefas em momentos determinados.

Óleo essencial de alecrim

Na prática, para os testes, os pesquisadores colocaram óleo essencial de alecrim em um difusor de ventilador de fluxo de aroma e ligaram o aparelho cinco minutos antes de os participantes entrarem na sala.

No total, 66 pessoas participaram do estudo e foram distribuídas aleatoriamente para a sala com aroma de alecrim ou outra sala sem aroma.

Assim, em cada sala, os participantes completaram um teste para avaliar as suas funções de memória prospectivas.

Cabe detalhar que isso incluía tarefas como esconder objetos e pedir aos participantes para encontrá-los no final do teste. Ainda mais, outra atividade era passar um objeto específico para o pesquisador em um momento determinado.

Todas as tarefas precisavam ser feitas sem nenhum estímulo.

Além disso, os participantes preencheram questionários avaliando o seu humor.

Em complemento, a equipe colheu sangue dos voluntários para analisar as concentrações de um composto (1,8-cineol), após a exposição ao aroma de alecrim.

A saber, a ciência já sinalizou anteriormente que esse composto atua nos sistemas bioquímicos que sustentam a memória.

Resultados dos testes para a memória

Por fim, é essencial ressaltar que os resultados mostraram que os participantes na sala com aroma de alecrim tiveram melhor desempenho nas tarefas de memória prospectiva do que os participantes na sala sem aroma.

Veja só, aumentou as chances de se lembrar de fazer as coisas no futuro, por 60 a 75% em comparação com as pessoas que não haviam sido expostas ao óleo.

E mais, os resultados da análise de sangue revelaram que quantidades significativamente maiores de 1,8-cineol estavam presentes no plasma daqueles na sala com aroma de alecrim.

Dessa forma, de acordo com os pesquisadores, essas descobertas podem ajudar em tratamento de indivíduos saudáveis com deficiências de memória.

Contudo, cabe o alerta para que sejam realizadas novas pesquisas para investigar se esse tratamento é útil para adultos mais velhos, já em fase de declínio de memória.

 

 

 

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