10 cidades históricas para voltar no tempo em Goiás
Essas cidades em Goiás guardam tradições vivas, com festivais religiosos, folclore e gastronomia típica

Além da arquitetura colonial preservada, essas cidades em Goiás guardam tradições vivas, com festivais religiosos, folclore e gastronomia típica. Seja para mergulhar no passado, admirar paisagens deslumbrantes ou simplesmente sentir a atmosfera dessas cidades encantadoras, uma viagem pelo interior goiano promete surpresas e momentos inesquecíveis. Prepare-se para conhecer lugares que misturam tradição e cultura.
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Cidade de Goiás (Goiás Velho)

Imagem: prefeitura
A Cidade de Goiás, antiga capital do Estado, foi fundada em 1727 durante a corrida do ouro e tornou-se Vila Boa de Goiás em 1739. Elevada à cidade em 1818, foi capital até 1937, quando a sede do governo mudou para Goiânia. Seu rico patrimônio colonial foi reconhecido pela Unesco como Patrimônio da Humanidade em 2001. No mesmo ano, uma enchente devastou parte de seu centro histórico, exigindo grandes esforços de assistência. Hoje, a cidade preserva sua arquitetura singular e tradição cultural, sendo um dos principais destinos
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Pirenópolis

Imagem: prefeitura
Pirenópolis foi fundada em 1727 como Minas de Nossa Senhora do Rosário, tornando-se um importante centro urbano durante o ciclo do ouro. Preservava sua arquitetura colonial e tradições culturais, sendo tombada como Patrimônio Histórico Nacional em 1888. A cidade manteve-se quase intocada ao longo do tempo, combinando patrimônio preservado e manifestações culturais vibrantes. Elevada à vila em 1833 e à cidade em 1853, recebeu o nome atual em 1890, em referência à Serra dos Pireneus. Hoje, é um dos principais destinos turísticos de Goiás.
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Luziânia

Imagem: Instagram @prefeituradeluziania
Luziânia, fundada em 1746, localizada a 58 km de Brasília e 196 km de Goiânia, possui grande extensão territorial e importância econômica na região. A cidade conta com dois núcleos urbanos principais: o centro de Luziânia e o distrito do Jardim do Ingá, que abriga quase 100 mil habitantes. O município foi berço de várias cidades do Entorno do DF, como Valparaíso e Novo Gama.
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Corumbá de Goiás

Imagem: Prefeitura de Corumbá de Goiás
A povoação de Corumbá de Goiás surgiu em 8 de setembro de 1731 como um polo de mineração nos rios Corumbá e Ribeirão Bagagem. Em 1734, com a construção da capela de Nossa Senhora da Penha de França, tornou-se o centro da região. O nome “Corumbá” vem do tupi-guarani e significa “banco de cascalho”. O povoado cresceu entre o rio e a capela, com colonos paulistas e portugueses em busca de pedras preciosas.
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Jaraguá
Jaraguá nasceu da busca das riquezas minerais do rico solo goiano em tempos que ainda se usava a mão de obra escrava. O Bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva veio com sua bandeira rumo a Goiás mais ou menos no ano de 1726 e fundou Vila Boa (Cidade de Goiás) às margens do Rio Vermelho, ao sopé da Serra Dourada. Não levou muito tempo e logo descobriram ouro em Meia Ponte (Pirenópolis), e, por consequência, descobriram mais uma região aurífera, que por sua imponente serra garantiria a prosperidade do ciclo do ouro, impulsionando a criação de acampamentos às margens dos rios e córregos que nasciam dali. Assim surge o Arraial denominado Córrego do Jaraguá.
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Catalão

Imagem: prefeirura de Catalão
A origem de Catalão é estudada entre versões tradicionais e novas interpretações. Segundo a tradição, surgida com as bandeiras do século XVIII. A bandeira de Bartolomeu Bueno da Silva atravessou o Rio Paranaíba e abalou pelos sertões goianos. Um capelão espanhol, Frei Antônio, conhecido como “O Catalão”, encontrou-se na região e criou um ponto de pouso no Córrego do Almoço para abastecer os viajantes, sendo inspiração para o nome que a cidade receberia.
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Niquelândia

Imagem: prefeitura de Niquelandia
Niquelândia foi fundada em 1735 por Manuel Rodrigues Tomar e Antônio de Sousa Bastos, que saíram do Arraial da Meia Ponte (atual Pirenópolis), para desbravar em busca de riquezas no norte goiano. Primeiro, chegaram ao atual Trairás (também conhecido como Tupiraçaba), onde encontraram ouro de aluvial. Ali fundaram uma vila que chegou a ser uma das mais desenvolvidas de Goiás, foi por um dia a capital do império brasileiro e até hoje possui construções históricas que precisam ser rapidamente restauradas.
8.São Francisco de Goiás
A criação de São Francisco de Goiás remonta a 1740, quando garimpeiros descobriram terras férteis ao sul da Serra de Jaraguá. Francisco de Chagas de Assis construiu uma capela de palha às margens do Córrego da Raposa e rezava com vizinhas em louvor a São Francisco. Com o tempo, formou-se um povoado, inicialmente chamado São Francisco das Chagas, cujas terras foram doadas por Silvestre Francisco de Almeida por volta de 1850, com uma economia voltada para a agricultura. Posteriormente, a região passou a ser conhecida como São Francisco de Goiás.
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Formosa
Em 1736 o Rei de Portugal mandou instalar a Estação Fiscal de Registro da Lagoa Feia, no Encontro das Picadas da Bahia e de São Francisco, no lugar denominado Couros. Oito anos mais tarde, chegou em Couros o padre Antônio Mendes Santiago e em 1749, ele conseguiu toda a documentação para instalação oficial do Arraial de Couros.
Bem próximo, surgiu outro arraial, o Arraial Santo Antônio do Itiquira, que foi fundado em 1753 pelos escravos que desviavam o rebanho dos seus senhores e se alojavam na barra do rio Itiquira com o rio Paranã. Em 1 de agosto de 1843, Couros foi batizado com o nome Villa Formosa da Imperatriz, em homenagem à imperatriz Tereza Cristina de Bourbon. Posteriormente, foi elevada à cidade e passou a se chamar Formosa.
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Silvânia
Silvânia teve início por volta do ano de 1774, com a descoberta de lavras de ouro na região. Isso atraiu aventureiros de diversas regiões, inclusive da Bahia, os quais trouxeram consigo uma imagem de Nosso Senhor do Bonfim, o qual deu nome ao arraial que ali surgiu. Somente no ano de 1833 o arraial recebeu o título de vila. A vila obteve o foro de cidade em 5 de outubro de 1857. O nome Bonfim foi alterado para Silvânia em 1943, em homenagem à família Silva, de Vicente Miguel da Silva e seus descendentes, que ocupavam cargos de grande prestígio na cidade.
Fonte: todas as informações históricas foram retiradas dos sites das prefeituras de cada cidade
