Série da HBO revela quem é o criador do Bitcoin

Fortuna de investidor é avaliada em quase US$ 70 bilhões

Julia Macedo
Por Julia Macedo
Série da HBO revela quem é o criador do Bitcoin

A comunidade cripto passa por um verdadeiro frenesi. A HBO anunciou seu mais novo documentário que, polêmico e promissor, deve revelar detalhes sobre a identidade do pseudônimo criador do Bitcoin, Satoshi Nakamoto.

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Veteranos do setor especulam, com entusiasmo, sobre quem o longa poderia afirmar que inventou a primeira criptomoeda do mundo.

Com produção e direção assinados por Cullen Hoback, ‘Money Electric: The Bitcoin Mystery’ (Dinheiro Elétrico: O Mistério do Bitcoin) aborda a controversa questão de quem realmente inventou o Bitcoin. O criador precisou de ajuda? Como ele vê o significativo impacto que seu trabalho gerou na economia global?

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Um trailer lançado no começo de outubro de 2024, mostra entrevistas com Adam Back, um cypherpunk e criptografo britânico, também conhecido como um dos primeiros destinatários de emails de Satoshi Nakamoto em 2009.

O chefe de pesquisas da Galaxy, Alex Thorn afirmou ter ouvido dizer que o filme identifica Len Sassaman como Satoshi. O criptógrafo americano Sassaman contribuiu para a lista de discussão cypherpunk, onde o criador do Bitcoin o anunciou pela primeira vez.

Em julho de 2011, Sassaman tirou a própria vida.

As carteiras associadas a Satoshi ainda detêm aproximadamente 1,1 milhão de BTC, o que equivale a quase US$ 67 bilhões no momento da gravação.

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Fortuna bilionária do investidor nunca foi movimentada

A maior parte da especulação online sobre o documentário e sua capacidade de revelar a identidade de Satoshi foca na dúvida sobre a sobrevivência da pessoa identificada.

Embora esses fundos nunca tenham sido movimentados, a revelação de que uma parte significativa do suprimento total de Bitcoin está sob o controle de uma única pessoa possivelmente viva pode gerar pânico no mercado.

A história do Bictoin

Lançada há 13 anos, a primeira criptomoeda do mundo guarda suspeitas e mistérios sobre seu criador e sua criação. Existem muitas suspeitas, mas nenhuma capaz de desvendar tais enigmas.

O dinheiro eletrônico, ponto a ponto, pode ser transferido sem intermédio de instituições financeiras. Isso quer dizer que dois indivíduos, mesmo morando em países distintos, podem enviar BTC um para o outro sem precisar de banco ou empresa internacional.

Cada transação é confirmada na blockchain, um enorme banco de dados, capaz de armazenar todas as negociações dos usuários. Essa tecnologia, nascida junto com o Bitcoin, funciona a ponto de permitir que os próprios participantes sejam autoridades da rede.

Como não há uma terceira parte envolvida, transferir Bitcoin entre países geralmente é mais barato e rápido do que enviar moedas fiduciárias.

O BTC é digital, descentralizado e não controlado por governos, empresas ou indivíduos. Assim, não há necessidade de uma Casa da Moeda para sua emissão, nem um Banco Central que possa influenciar seu preço. Seu valor é determinado principalmente pela lei da oferta e da procura.

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