5 Dicas para aumentar hormônios da felicidade

Hábitos que podem melhorar o seu humor

Roberto Vieira
Por Roberto Vieira
5 Dicas de como aumentar hormônios da felicidade
Foto: Dr brodsky smile

A felicidade é um anseio universal, e os hormônios associados a esse estado de bem-estar são naturalmente produzidos pelo corpo.

Embora exista uma possível influência genética, alcançar a felicidade está ao alcance de todos por meio de ações simples.

Elementos como estilo de vida, hábitos, rotina e atividades físicas e mentais desempenham um papel crucial na regulação desses hormônios.

Segundo uma pesquisa feita por alunos da  Universidade Federal de Uberlândia (UFU) o consumo de alguns alimentos são ricos em triptofano, sendo eles queijo, amendoim, ovo, banana, batata podem alterar significamente o comportamento como o bom humor de cada individuo.

O cérebro responde a estímulos liberando hormônios, mensageiros químicos que afetam diversas áreas do corpo.

Um grupo conhecido como “hormônios do bem-estar”, como dopamina, serotonina, endorfinas e oxitocina, é associado a estilos de vida, exercícios e escolhas alimentares específicas.

A liberação desses hormônios é influenciada pela associação pessoal com atividades ou alimentos, como a ligação de uma pessoa ao chocolate que pode desencadear a liberação de dopamina, gerando prazer e estimulando o desejo por mais chocolate.

Essa associação básica contribui para a motivação relacionada a determinados estímulos.

Como produzir hormônios da felicidade? 

1. Praticar atividades físicas

Diversas atividades físicas, como caminhada, corrida, dança, yoga, ciclismo, natação, treinamento de resistência, esportes em grupo, escalada, alongamento e atividades recreativas, proporcionam benefícios para o corpo e a mente, liberando endorfinas e promovendo relaxamento. Essas práticas melhoram o humor, aumentam os níveis de endorfinas, melhoram a circulação sanguínea e contribuem para o bem-estar físico e emocional. A incorporação regular dessas atividades na rotina pode resultar em benefícios duradouros para o humor e a saúde geral.

Foto: Canção nova

2. Ter uma dieta adequada

Manter uma dieta adequada desempenha um papel fundamental na regulação hormonal, como a dopamina é feita de tirosina, obter mais desse aminoácido por meio dos alimentos poderia aumentar os níveis de dopamina no cérebro. Proteínas de alta qualidade são importantes para a produção de dopamina, um neurotransmissor relacionado à motivação e ao prazer. Fontes de proteínas magras, como carne magra, peixe, ovos e laticínios, podem apoiar a síntese de dopamina.

Foto: Essência do Vale

3. Passar tempo ao ar livre e sob a luz do sol

A exposição regular ao sol estimula a liberação de serotonina no cérebro, um neurotransmissor conhecido como o “hormônio do bem-estar”. A exposição à luz solar desencadeia a produção de vitamina D na pele. A vitamina D desempenha um papel crucial na regulação dos níveis de serotonina, um neurotransmissor associado ao humor. Níveis adequados de serotonina estão ligados a sentimentos de bem-estar e felicidade. A serotonina desempenha um papel fundamental na regulação do humor e na redução dos sintomas de ansiedade e depressão.

Foto: Ener City

4. Abraçar outra pessoa

Abraçar outra pessoa estimula a liberação de ocitocina que ficou conhecida também como o hormônio que promove sentimentos de amor, união social e bem-estar, aumentando os sentimentos de apego, conexão, confiança e intimidade ajudando, a curar a solidão e melhorando o bom humor. É importante notar que a percepção e a aceitação do abraço podem variar de pessoa para pessoa. Algumas pessoas podem se sentir mais confortáveis e beneficiadas pelo abraço do que outras.

Foto: Vez da Voz

5. É importante a socialização por mais que seja difícil para você

Em resumo, a socialização é uma parte fundamental da experiência humana que desencadeia uma série de reações neurobiológicas e psicológicas positivas, contribuindo para o aumento do humor e do bem-estar emocional. Segundo um estudo feito pela Harvard Estudo sobre o Desenvolvimento Adulto  começou em 1938 com cerca de 700 adolescentes. Alguns deles eram estudantes de Harvard, outros viviam nos bairros mais pobres de Boston. A pesquisa os acompanhou ao longo de suas vidas, monitorando periodicamente suas alegrias e dificuldades, seu estado físico e mental. Provando que o contato social não melhora apenas o bom humor como também é capaz de prevenir doenças como a demência.

Reprodução

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