Goiânia recebe Feira Criativa com foco em renda para artesãos

Em meio à rotina acelerada da cidade, há quem encontre no trabalho manual uma forma de recomeçar. E, mais do que isso, de crescer. Em Goiânia, a Feira Criativa tem se consolidado como esse ponto de virada.
A próxima edição acontece no dia 19 de março, a partir das 17h, em celebração ao Dia do Artesão. No entanto, o impacto da iniciativa vai muito além de uma data comemorativa. Ele aparece na renda. Na autoestima. E na construção de novos caminhos profissionais.

Foto: Unimed
Um espaço que vai além da venda
A feira conecta diretamente quem produz com quem consome. E isso faz diferença. Sem intermediários, os artesãos ganham visibilidade. Além disso, fortalecem a própria marca e ampliam as oportunidades de negócio.
Com cerca de 30 expositores por edição, o evento reúne diferentes técnicas e estilos. Cerâmica. Pintura. Costura. Peças autorais que carregam identidade e história.
Leia também: Goiânia terá praia com ondas, surf e complexo gigante de lazer durante o MotoGP
Sendo assim, o espaço se transforma em vitrine. Mas também em ponto de encontro. Um lugar de troca, aprendizado e construção de rede.

Foto: Unimed
Números que mostram a força do setor
O artesanato no Brasil movimenta cerca de R$ 100 bilhões por ano. O dado é do IBGE. Isso representa aproximadamente 3% do Produto Interno Bruto.
Além disso, a atividade gera renda para cerca de 8,5 milhões de pessoas. E está presente em grande parte dos municípios brasileiros.
Nesse cenário, iniciativas locais ganham ainda mais relevância. Porque aproximam o consumidor do produtor. E mantêm viva uma cadeia econômica que depende, sobretudo, do talento individual.

Foto: Divulgação
Histórias que dão sentido ao projeto
Por trás de cada peça, existe uma trajetória. E, muitas vezes, uma história de recomeço.
A artesã Juliana Jardim é um exemplo disso. Ela trabalha com cerâmica e pintura. E encontrou na feira uma oportunidade concreta de crescimento.
O contato com o artesanato começou ainda na infância. Influência familiar. Tradição passada de geração em geração. No entanto, foi apenas recentemente que a atividade se consolidou como fonte de renda.
A descoberta da pintura em cerâmica, em 2024, marcou uma virada. Desde então, Juliana passou a produzir peças autorais. E encontrou na Feira Criativa um espaço para mostrar seu trabalho.

Foto: Divulgação
Além disso, o retorno do público ajudou a fortalecer a confiança. E ampliou as possibilidades de negócio.
Impacto que chega à comunidade
O efeito da feira não se limita aos expositores. Ele se espalha. Alcança famílias. Fortalece comunidades.
Ao incentivar o artesanato, o projeto contribui para a autonomia financeira. E também para a preservação cultural. Afinal, cada peça carrega saberes que atravessam gerações.
Além disso, a iniciativa reforça a economia local. Gera circulação de renda. E valoriza o que é produzido na própria cidade.

Foto: Unimed
Mais do que uma feira, um movimento
Criada em 2022, a ação integra um conjunto de projetos voltados ao desenvolvimento social. Desde então, milhares de pessoas já foram impactadas direta ou indiretamente.
E a tendência é de crescimento. A cada edição, novos artesãos chegam. Novas histórias surgem. E novas oportunidades se abrem.
No fim, a Feira Criativa mostra algo simples. Mas poderoso.
Que o feito à mão ainda tem valor. E que, muitas vezes, ele pode transformar vidas.
SERVIÇO
Feira Criativa – Instituto Unimed Goiânia
– Data: 19 de março
– Horário: a partir das 17h
– Local: a ser divulgado