Governo deflagra maior operação contra crime organizado da história de Goiás

A Polícia Civil de Goiás deflagrou, na manhã desta terça-feira (14), a quarta fase da Operação Destroyer, batizada de Ruptura, contra uma organização criminosa investigada por envolvimento em crimes graves. Entre eles estão tráfico de drogas, homicídio, tortura, sequestro e lavagem de dinheiro.
A ação acontece de forma simultânea em Goiás e outros três estados. Ao todo, equipes cumprem 61 mandados de prisão temporária e 45 mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de bens e valores estimados em R$ 10,5 milhões.
Em Goiás, mais de 250 policiais civis participam da ofensiva. Os mandados são cumpridos em Goiânia, Aparecida de Goiânia, Senador Canedo, Rio Verde, Leopoldo de Bulhões e Santa Terezinha de Goiás.

Foto: Divulgação
Além disso, a operação também avança para outras cidades do país. Há alvos no Rio de Janeiro (RJ), São Gonçalo (RJ), Jandira (SP) e Cuiabá (MT).
Investigação mira estrutura criminosa
Segundo a Polícia Civil, a nova fase integra uma estratégia contínua de combate ao crime organizado. O trabalho reúne inteligência policial, troca de informações entre delegacias e atuação regionalizada.
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A corporação informou que os investigados são suspeitos de participação em diferentes frentes criminosas, desde o tráfico de drogas até movimentações financeiras ligadas à ocultação de patrimônio.
O objetivo, agora, é enfraquecer a estrutura operacional e econômica do grupo.
Operação Destroyer soma novas etapas
Esta é a quarta etapa da Operação Destroyer. De acordo com a Polícia Civil, somente nos últimos 30 dias, mais de 240 medidas judiciais já foram cumpridas dentro da mesma linha de investigação.
Ou seja, a ofensiva segue ampliando o cerco contra integrantes e colaboradores da organização criminosa.

Foto: Divulgação
Cidades onde a operação acontece
- Goiânia (GO)
- Aparecida de Goiânia (GO)
- Senador Canedo (GO)
- Rio Verde (GO)
- Leopoldo de Bulhões (GO)
- Santa Terezinha de Goiás (GO)
- Rio de Janeiro (RJ)
- São Gonçalo (RJ)
- Jandira (SP)
- Cuiabá (MT)
A Polícia Civil não divulgou, até o momento, os nomes dos investigados.