Copa do Mundo Feminina: descubra quem são as grandes campeãs do torneio

Nesta quarta-feira (21), a Copa do Mundo Feminina deu o pontapé inicial na Austrália e Nova Zelândia, ambos escolhidos como palco da competição em 2023. A primeira fase divide as 32 seleções participantes em 8 grupos com 4 participantes em cada um. O Brasil faz sua estreia no dia 24 de julho, próxima segunda-feira, às 8h, contra o Panamá.

Chegando a sua nona edição, o futebol das mulheres alcançou um outro patamar aos olhares da FIFA. Desde o primeiro Mundial, realizado em 1991 com sede na China, apenas quatro seleções conseguiram conquistar o título mais importante do futebol feminino.

Além disso, a nação mais vencedora da Copa do Mundo Feminina são os Estados Unidos, que já ergueram a taça em quatro oportunidades (1991, 1999, 2015 e 2019). O país ainda soma mais um vice-campeonato em 2011.

O Brasil, por sua vez, ainda não alcançou os feitos da seleção masculina, mas já chegou perto de conquistar seu primeiro título no torneio. A seleção brasileira tem como melhor resultado o vice-campeonato em 2007, quando chegou à inédita e histórica final, porém acabou sendo derrotada pela Alemanha, por 2×0. 

Naquela edição, Marta foi artilheira com sete gols e conquistou a bola de ouro da competição. Outro feito histórico foi o terceiro lugar no torneio de 1999, vencendo as norueguesas, por 5×4 nos pênaltis. 

Confira a lista completa das maiores campeãs da Copa do Mundo Feminina:

 

Estados Unidos – 4 Títulos (1991, 1999, 2015 e 2019)

Estados

Créditos: REUTERS/Denis Balibouse

 

Alemanha – 2 Títulos (2003 e 2007)

Alemanha

Créditos: Thorsten Wagner/Getty Images

 

Noruega – 1 Título (1995)

Noruega

Créditos: Getty Images

 

Japão – 1 Título (2011)

Japão

Créditos: Feng Li/Getty Images

 

Um passeio pelas edições anteriores:

1991

Sede: China

Campeã: Estados Unidos

Vice-Campeã: Noruega 

3° Lugar: Suécia

4° Lugar: Alemanha 

 

1995

Sede: Suécia

Campeã: Noruega

Vice-Campeã: Alemanha 

3° Lugar: Estados Unidos

4° Lugar: China 

 

1999

Sede: Estados Unidos

Campeã: Estados Unidos

Vice-Campeã: China

3° Lugar: Brasil

4° Lugar: Noruega

 

2003

Sede: Estados Unidos

Campeã: Alemanha

Vice-Campeã: Suécia 

3° Lugar: Estados Unidos 

4° Lugar: Canadá

 

2007

Sede: China

Campeã: Alemanha 

Vice-Campeã: Brasil 

3° Lugar: Estados Unidos

4° Lugar: Noruega

 

2011

Sede: Alemanha

Campeã: Japão 

Vice-Campeã: Estados Unidos 

3° Lugar: Suécia 

4° Lugar: França

 

2015

Sede: Canadá

Campeã: Estados Unidos 

Vice-Campeã: Japão 

3° Lugar: Inglaterra

4° Lugar: Alemanha 

 

2019

Sede: França

Campeã: Estados Unidos 

Vice-Campeã: Países Baixos

3° Lugar: Suécia 

4° Lugar: Inglaterra

 

Créditos da imagem de capa: Exame

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Lago da Barbie: conheça o fascinante lago que tem as águas cor-de-rosa

Com o lançamento do longa da boneca mais amada do mundo, a Barbie, tudo ficou rosa. E foi assim, que um lago ficou mais famoso do que nunca: o Lago Hillier. Entenda. 

Quando pensamos em lagos, geralmente imaginamos águas azuis ou verdes, mas o Lago Hillier é completamente diferente. Localizado na Middle Island, no arquipélago de Recherche, no oeste australiano, esse lago tem aproximadamente 600 metros de largura e é cercado por uma vegetação exuberante. Visto de cima, parece um enorme lago de chiclete cor-de-rosa.

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Foto: Mega Curioso

Ainda não existe uma explicação definitiva para a coloração rosa das águas do Lago Hillier, mas a hipótese mais aceita é que ela seja resultado de pigmentos liberados por algas e bactérias que vivem nas crostas de sal encontradas no local. Esses organismos produzem pigmentos carotenoides, que dão essa tonalidade única ao lago.

O mais interessante é que mesmo quando se coloca a água do Lago Hillier em um copo, por exemplo, ela ainda mantém sua coloração rosa. Além desse lago famoso, outros quatro lagos na Austrália também apresentam essa coloração peculiar. O lago Hutt possui uma cor semelhante ao Hillier, graças às algas e bactérias presentes no local. Já o Pink Lake tem sua coloração variando de acordo com a concentração da alga Dunaliella salina, que tolera altas concentrações de sal e dá um tom rosado ao ambiente.

O Lago Hillier é uma maravilha natural que encanta a todos com suas águas cor-de-rosa. Ainda envolto em mistério, esse lago na Austrália atrai a atenção de pesquisadores e curiosos do mundo todo. Seja qual for a explicação científica para sua coloração, não há como negar que é um espetáculo verdadeiramente único da natureza.

 

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Foto: UOL

Criatura alienígena é encontrada na Austrália

Um morador da Austrália viralizou nas redes sociais depois de postar um vídeo que supostamente é de uma criatura “alienígena”. As informações são do Jornal Estado de Minas.

Enquanto caminhava pela praia, o australiano Alex Tan encontrou o animal, sem vida, e postou como tentativa de descobrir de que espécie se tratava.

No vídeo, compartilhado em seu perfil pessoal no Instagram, ele conta que estava caminhando pela manhã, como de costume, em uma praia de Queensland e tropeçou em algo “estranho”.

Ao olhar, percebeu que se tratava de uma criatura com uma cabeça parecida com a de um réptil, uma longa cauda, mas o corpo e as mãos de um mamífero.

“O quão estranho é isto?”, reagiu o australiano ao mostrar o animal. “Isso é como uma daquelas coisas que você vê quando as pessoas afirmam que encontraram alienígenas”, disse ele para a câmera. 

“Genuinamente ansioso para descobrir que criatura é o amiguinho”, afirmou Alex na legenda do vídeo. “Ainda estou supondo que é um gambá”, afirmou em outra postagem.

Confira:



 

 

Imagem: Reprodução Instagram Alex Tan

Austrália reabre fronteiras para turistas a partir de 21 de Fevereiro

A Austrália vai reabrir as fronteiras para turistas totalmente vacinados contra a covid-19 em 21 de fevereiro, anunciou o primeiro-ministro australiano, Scott Morrison. O país implementou uma das políticas mais restritivas do mundo para conter a doença.

“Faz quase dois anos que decidimos fechar as fronteiras da Austrália”, disse Morrison, ao final de uma reunião do gabinete de segurança, acrescentando que o país “vai reabrir as fronteiras para todos os portadores de visto de vacinação em 21 de fevereiro”. Com duas vacinas, vai ser possível receber os turistas na Austrália, acrescentou.

Quem não estiver vacinado e queira entrar em território australiano deve solicitar autorização especial de viagem e passar por quarentena em centro designado para isso, informou a ministra do Interior, Karen Andrews, em entrevista. 

Embora a abertura tenha sido anunciada pelo governo australiano, cada estado tem o poder de implementar medidas próprias. Assim, o o estado da Austrália Ocidental, cuja maior cidade é Perth, continua a manter as fronteiras fechadas.

O enorme continente-ilha fechou as fronteiras em março de 2020, tentando aproveitar a insularidade para se proteger da pandemia de covid-19. Nos últimos dois anos, os australianos não foram autorizados a deixar o país e apenas alguns visitantes obtiveram autorização excepcional de entrada.

A nova abertura faz parte do abandono da estratégia conhecida como “zero covid”, anunciada muito antes de a Austrália ser atingida por onda da variante Ômicron. O país enfrenta crise devido a surtos que têm afetado principalmente lares de idosos e causado vítimas entre trabalhadores essenciais.

 

(Agência Brasil)

Imagem: Felipe Menezes

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Pesquisa comprova que o Café pode ajudar a retardar risco de Alzheimer

Uma pesquisa australiana descobriu que o café pode ajudar a retardar o desenvolvimento de Alzheimer. O estudo liderado pela Dra. Samantha Gardener, da Edith Cowan University, mostra que o consumo da bebida afetou a taxa de declínio cognitivo em mais 2 mil australianos ao longo de dez anos, revelando resultados promissores.

A Dra Gardener, disse que os resultados mostraram uma associação entre o café e vários marcadores importantes relacionados à doença de Alzheimer.

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Dra. Samantha Gardener diz que se pesquisas adicionais confirmarem esta ligação, “a ingestão de café poderia retardar o início da doença de Alzheimer – Foto: Edith Cowan University

 

Resultados

O estudo apontou que pessoas que consumiam mais café tinham menos problemas de memória.

“Descobrimos que participantes sem problemas de memória e com maior consumo de café no início do estudo tinham menor risco de transição para comprometimento cognitivo leve – que geralmente precede a doença de Alzheimer – ou desenvolver a doença de Alzheimer ao longo do estudo” , disse ela.

Atenção e autocontrole

Beber mais café deu resultados positivos em relação a certos domínios da função cognitiva, especificamente a função executiva que inclui planejamento, autocontrole e atenção.

A maior ingestão de café também parecia estar ligada à desaceleração do acúmulo da proteína amilóide no cérebro, um fator-chave no desenvolvimento da doença de Alzheimer.

Gardener disse que embora mais pesquisas sejam necessárias, o estudo foi encorajador porque indicou que beber café pode ser uma maneira fácil de ajudar a retardar o início da doença de Alzheimer.

“É uma coisa simples que as pessoas podem mudar. Pode ser particularmente útil para pessoas que correm o risco de declínio cognitivo, mas não desenvolveram nenhum sintoma. Podemos ser capazes de desenvolver algumas diretrizes claras que as pessoas podem seguir na meia-idade e, com sorte, ter um efeito duradouro’’ finalizou a cientista.

 

*Fonte Portal Só Notícia Boa

Imagem: Reprodução

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Descoberto coral gigante de mais de 400 anos

 

Um coral com 10,5 metros de largura e 5,3 de altura impressionou cientistas australianos. A descoberta do “excepcionalmente grande” coral aconteceu no estado de Queensland e eles calculam que tenha mais de 400 anos.  

 

Ele tem duas vezes o tamanho de seu primo mais próximo, segundo informações do Guardian portal de notícias. Acredita-se que ele tenha sido gerado no recife entre 421 e 438 anos atrás, antes mesmo da Austrália ser colonizada pelo Reino Unido.

 

Embora este não seja o maior coral do mundo, o professor associado adjunto da James Cook University e diretor administrativo da Reef Ecologic, Adam Smith, disse que ele é significativo para o ecossistema, pois serve de abrigo para dezendas de animais. “É como um bloco de apartamentos”, disse Smith. “Atrai outras espécies. Existem outros corais, existem peixes, existem outros animais ao redor que o usam como abrigo ou alimentação, então é muito importante para eles.”

 

O coral foi descoberto na costa da Ilha de Orpheus por um grupo de cientistas e membros da comunidade que participavam de um curso de ciência cidadã marinha. Smith disse que os pescadores e pesquisadores locais já sabiam sobre o coral há algum tempo, mas até aquele momento ninguém havia olhado mais de perto.

 

“Nos últimos 20 ou 30 anos, ninguém notou, observou ou achou que fosse interessante o suficiente para compartilhar fotos, documentar ou fazer pesquisas sobre esse coral gigante.”

 

A espécie exata do coral é desconhecida, pois os testes genéticos não foram feitos para confirmar, mas ele pertence ao gênero Porites sp. Os guardiões tradicionais da região, o povo Manbarra, deram ao coral o nome de Muga dhambi. O nome se traduz em “Grande coral”.

 

Muga dhambi foi descrito na revista Scientific Reports esta semana com coautores que incluíam Kailash Cook, de 17 anos, que ajudou a medir o coral durante o mergulho, e o “padrinho do coral”, Dr. Charlie Veron, de 76 anos, que ajudou a identificá-lo.

 

Os autores pediram que o coral seja monitorado e a Grande Barreira de Corais protegida devido às ameaças crescentes das mudanças climáticas, diminuição da qualidade da água, pesca predatória e desenvolvimento costeiro.

 

 

Matéria publicada originalmente o portal Hardcore 

 

Imagem: Richard Woodgett

 

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Cientistas descobrem fósseis de ‘dragão’ real

Pesquisadores da Universidade de Queensland, na Austrália, descobriram um pterossauro — classe de réptil voador contemporâneo dos dinossauros — que viveu há cerca de 105 milhões de anos atrás. O fóssil representa uma das espécies mais próximas da representação de um dragão já registrado. As descobertas foram divulgadas nesta segunda-feira (9) no Journal of Vertebrate Paleontology. 

O ‘’dragão da vida real’’, ou Thapunngaka shawi (nome como homenagem aos povos primitivos da área de Richmond onde o fóssil foi encontrado e inclui algumas das línguas perdidas da Nação Wanamara), provavelmente voou sobre um grande mar que já cobriu parte do interior de Queensland, conhecido como Mar Interior de Eromanga. 

O crânio inteiro tinha provavelmente mais de 3,2 pés (1 metro) e continha 40 dentes, sua boca em forma de lança era perfeita para arrancar peixes do mar. Os pesquisadores ficaram espantados com o tamanho da mandíbula inferior e superior do pterossauro. 

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Um dos cientistas, Tim Richards posa ao lado do crânio de um pterossauro anhangueriano

Essa espécie recém-descoberta fazia parte de um grupo de pterossauros chamados anhanguerians. Esses pterossauros já voaram sobre todos os continentes e marca a terceira espécie de pterossauro anhangueriano a ser encontrada na Austrália. Todos eles foram recuperados no oeste de Queensland. O fóssil está em exibição no museu Kronosaurus Korner em Richmond.

Imagens: Divulgação University of Queensland

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Pesquisa avalia ação de cannabis em cápsulas para tratar doenças neurológicas

Uma equipe de pesquisadores da Curtin University, na Austrália, desenvolveu uma cannabis em cápsulas que pode ser usada para tratar distúrbios neurológicos, como alzheimer, esclerose múltipla e lesões cerebrais.

Quando administradas via oral em camundongos com doenças neurológicas, as cápsulas foram absorvidas pelo corpo mais rapidamente e penetraram no cérebro mais rápido do que quando foram entregues na forma líquida.

Com esta nova forma encapsulada, os pesquisadores foram capazes de melhorar a liberação de canabidiol pelo cérebro em 40 vezes em modelos animais e também proteger a droga da oxidação e degradação pela luz, o que ajuda a estender a vida útil do produto.

Mais pesquisas são necessárias para entender se essas cápsulas têm sucesso em humanos, mas o artigo descreve que os resultados são muito promissores, considerando que esse novo encapsulamento parece melhorar significativamente a eficiência com a qual os medicamentos à base de cannabis podem ser metabolizados no organismo quando o foco são as doenças neurodegenerativas.

Leia a pesquisa completa aqui

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Porque enormes teias de aranhas estão dominando paisagens na Austrália

A agência internacional de notícias BBC trouxe fotos incríveis de um acontecimento da Austrália, que o Curta Mais achou que os leitores iriam adorar ver por aqui. Enormes teias de aranha estendendo-se por árvores e terrenos se formaram perto de cidades recentemente atingidas por enchentes. Ao contrário do possa parecer, as imagens são encantadoras. 

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Os moradores da região de Gippsland em Victoria dizem que os véus finos apareceram após dias de chuva forte. Por isso, os especialistas dizem que os véus de teia são criados como tática de sobrevivência conhecida como “balonismo”, em que as aranhas formam a seda para atingir lugares mais altos.

 

De acordo com a apuração da BBC junto a Ken Walker, curador sênior de insetos da Museums Victoria, provavelmente milhões de aranhas teceram seus fios nas árvores. “As aranhas que vivem no chão precisam sair do solo muito rapidamente. A seda se agarra e se fixa na vegetação e elas conseguem escapar”, disse ele ao jornal The Age. Isso criou grandes lençóis finos cobrindo os pântanos entre as cidades de Sale e Longford.

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Uma moradora da região chamada Carolyn Crossley, que foi verificar os danos causados pela enchente ficou encantada com o fenômeno natural e fez as imagens.  Crossley disse que já tinha visto o efeito antes, mas não em uma escala tão grande.

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“Não foi assustador — foi lindo. Tudo estava envolto nesta bela teia de aranha, em todas as árvores e cercas”, disse ela à BBC.

“O sol estava se pondo na hora e a luz estava linda, só de ver essa onda passando pela paisagem.” Ela disse que a teia parecia uma camada única, cheia de pequenas aranhas.

 

“O fato de que ela não se separou — era como se essas aranhas tivessem se coordenado para fazer essa incrível instalação de arte paisagística ou algo assim”, disse ela.

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Outra residente local, Amanda Traeger, disse à BBC que sua família havia inicialmente confundido as teias com redes ao longo da estrada. “Eu já tinha visto algo assim antes, mas nada exatamente como isso”, disse ela. “Foi absolutamente deslumbrante.”

 

As delicadas teias devem se desintegrar no final desta semana.

 

Moradores disseram que esta foi uma boa visão para se ter depois do clima desastroso dos dias anteriores.

 

Chuvas e ventos fortes atingiram grande parte de Victoria, causando enchentes e danos generalizados na semana passada. Duas pessoas foram encontradas mortas em seus carros devido às enchentes.

 

As autoridades dizem que a tempestade foi uma catástrofe. Centenas de casas seguem sem energia.

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Fonte BBC 

Fotos: Carolyn Crossley

Nova espécie de dinossauro é descoberta 15 anos após as primeiras escavações

Sente-se para essa notícia, alguns cientistas australianos identificaram uma nova espécie de dinossauro, a maior já encontrada no país e uma das 15 maiores já conhecidas no mundo. Nomeado de Australotitan cooperensis, o animal de até 70 toneladas poderia chegar até 6,5 metros de altura e 30 metros de comprimento, isso equivale a mais ou menos uma quadra de basquete.

Mas veja só, o esqueleto foi encontrado em uma fazenda na cidade de Eromanga, em Queensland, no ano de 2006. A propriedade pertencia ao casal Robyn e Stuart Mackenzie. Dois anos antes, o filho deles, Sandy, já havia encontrado ossos de dinossauros no local. Na época, Robyn e o marido concluíram que o material deveria ficar na fazenda ao invés de ser enviado para um museu em outra cidade e decidiram fundar a própria instituição dedicada à pesquisa de dinossauros.

Os vizinhos se reuniram para ajudar. Uma empresa de terraplenagem forneceu o maquinário para escavação, uma refinaria de petróleo doou combustível e outros moradores fizeram contribuições em dinheiro e se tornaram voluntários do projeto. A escavação começou em 2007 com equipes do Museu de Queensland.

“É incrível pensar desde os primeiros ossos descobertos por nosso filho, as primeiras escavações com o Museu de Queensland, até o desenvolvimento de um museu sem fins lucrativos que realiza escavações anuais de dinossauros, tudo nos ajudou a chegar a este ponto, é um verdadeiro privilégio”, disse à CNN Robyn, diretora do Museu de História Natural de Eromanga.

Durante a pesquisa, os cientistas apelidaram o dinossauro de “Cooper”, uma referência ao rio Cooper Creek, que fica próximo de onde ele foi encontrado. De acordo com os pesquisadores, o processo de identificação foi demorado devido à localização remota dos ossos, do tamanho do material e da condição delicada de conservação em que se encontrava.

Assim, 15 anos depois, o Australotitan foi classificado como um saurópodes, herbívoros conhecidos  pelo tamanho. Eles tinham cabeças pequenas, pescoços muito longos, caudas longas e pernas grossas em forma de pilares. Esses dinossauros viveram durante o período Cretáceo, entre 92 e 96 milhões de anos atrás. A nova espécie estaria relacionada a outras três já conhecidas: Wintonotitan, Diamantinasaurus e Savannasaurus.

“Estamos muito entusiasmados porque é apenas o início do que pensamos ser uma nova onda de descobertas de espécies de dinossauros muito grandes na Austrália”, afirmou o paleontologista Scott Hocknull, um dos autores da pesquisa, ao The New York Times.

 

Imagem: Reproduzida da internet

3.000 anos após desaparecimento, diabos-da-tasmânia nascem na Austrália

Você com certeza se lembra do Tasmanian e do Pernalonga nos desenhos animados. Pois bem, o animal australiano que inspirou o personagem um pouco bravo estava extinto. Mas hoje os conservacionistas na Austrália estão celebrando o nascimento de sete filhotes de diabos-da-tasmânia, os primeiros no continente em 3 mil anos. 

Conforme relatado no The Land, o evento ocorreu no Parque Nacional Barrington Tops, um santuário selvagem em New South Wales.

No ano passado, 26 diabos da Tasmânia adultos, incluindo sete fêmeas reprodutoras, foram introduzidos no parque, que mede 400 hectares de tamanho. O esforço para devolver esses animais ao seu antigo habitat é uma colaboração entre os grupos conservacionistas Aussie Ark, Re: Wild e WildArk.

O objetivo de tudo isso é não só preservar esses animais ferozes, que para quem não sabe são os maiores carnívoros marsupial do mundo. Pretendem também manter as populações selvagens de gatos e raposas sob controle.

Caçadores australianos e matilhas de dingos provavelmente contribuíram para a morte do diabo no continente australiano, com populações sobreviventes vivendo exclusivamente no estado da Tasmânia.

Mais recentemente, os demônios da Tasmânia foram associados a uma doença contagiosa, que eliminou aproximadamente 90% da população, de acordo com Aussie Ark. No final do ano passado, pesquisas mostraram que os animais podem estar se adaptando, mas eles ainda estão ameaçados de extinção, com apenas 25 mil indivíduos na selva.

Ainda assim, os nascimentos estão aumentando as esperanças de que uma população reprodutora viável possa ser restaurada em Barrington Tops, o que pode levar à existência de diabos-da-tasmânia soltos em outras partes do continente.

“Há muito em jogo aqui”, disse Tim Faulkner, presidente da Aussie Ark, ao The Land. “Se os demônios não procriarem, está tudo acabado.”

Sua equipe estava observando a espécie à distância “até que era hora de intervir e confirmar o nascimento de nossos primeiros animais”, afirmou. Nascidos com apenas três semanas de gravidez, os bebês do tamanho de um arroz são transferidos para a bolsa da mãe, onde continuam a se desenvolver. 

 

Os conservacionistas só tomaram conhecimento quando eles alcançaram o tamanho de um “amendoim com casca”. A Reuters relatou que  os sete bebês estão bem de saúde e os guardas-florestais continuarão monitorando seu crescimento nas próximas semanas.

Voo pra lugar nenhum custa mais de R$ 6 mil e esgota em 150 segundos

 

 

Para onde você vai? para lugar nenhum. Essa será a resposta dos passageiros do Voo da Qantas Airlines no dia 26 de maio de 2021. A companhia aproveitou a lua superlua de sangue e o eclipse lunar completo para vender uma viagem que esgotou em tempo recorde: 150 segundos, ou 2,5 minutos, exclusivamente para os passageiros assistirem o evento do céu. 

 

O voo da “Supermoon”, como foi chamado, promete aos passageiros um passeio divertido e depois de devolvê-los de volta ao local de onde vieram. 

 

Os ingressos para o voo Supermoon começaram a serem verndidos para a classe econômica  por US$ 386, mais de R$ 2 mil, enquanto a classe executiva estava à venda por  US$ 1.160, mais de R$ 6 mil. 

 

Depois que os ingressos se esgotaram, uma lista de espera também foi criada, mas está fechada desde então.

 

O voo promete vistas lunares bastante espetaculares. A companhia aérea disse em um comunicado à imprensa que está trabalhando com a astrônoma Dra. Vanessa Moss para projetar “a rota de voo ideal sobre o Oceano Pacífico”.

 

Moss também estará a bordo para entreter os viajantes com fatos e percepções sobre o evento lunar de 26 de maio, que a NASA chama de “eclipse lunar de super sangue”.

 

A NASA explica que a “super” parte vem do fato de que a lua cheia estará perto de sua posição orbital mais próxima da Terra, o que a tornará maior e mais brilhante ao olho humano.

 

Em algumas partes do mundo, a lua parecerá assumir uma tonalidade avermelhada devido ao eclipse lunar total. Conforme a lua passa pela sombra da Terra, ela parecerá mais escura e vermelha.

 

O eclipse lunar total, o único de 2021, deve ser visível da Austrália, Nova Zelândia, alguns territórios do Pacífico e da costa oeste dos Estados Unidos.

 

Embora seja perigoso olhar diretamente para um eclipse solar, é seguro admirar um eclipse lunar.

 

O voo da Qantas acontecerá em um Boeing 787 Dreamliner, escolhido porque suas grandes janelas o tornam “ideal para contemplar a lua”, disse a diretora de atendimento ao cliente da companhia aérea, Stephanie Tully, em um comunicado.

 

O voo da Supermoon durará três horas, partindo de Sydney e sobrevoando o porto da cidade antes de cruzar acima das nuvens para contemplar a lua e o eclipse.

 

Os viajantes ficarão mascarados e serão obrigados a se distanciar socialmente a bordo.

 

Em outubro passado, o primeiro voo da companhia aérea australiana para lugar nenhum chegou às manchetes quando os bilhetes iniciais se esgotaram em menos de 10 minutos.

 

Informações da CNN e UOL 

Foto: phozotou

 

 

Robô de águas profundas registra fotos de outro mundo

Já pensou em mergulhar 150 metros de profundidade e ver coisas espécies de tirar o fôlego? Bom, nós ainda não temos essa capacidade, mas um robô subaquático tem. Recentemente cientistas divulgaram fotos tiradas por esse robozinho mergulhador. Os registros fazem parte da recente expedição, que explorou por 18 dias a área do Recife Ashmore, mais especificamente o Ashmore Reef Marine Park, na Austrália.

Assista:

O robô de alta tecnologia conseguiu capturar imagens nunca vistas naquela região e ainda coletou 500 espécies para análise em laboratório. O estudo foi realizado pelo Schmidt Ocean Institute, organização sem fins lucrativos de pesquisa oceânica, que apelidou a iniciativa de “Expedição do Coral Mesofótico Australiano”, o termo “mesofótico”, vale destacar, faz referência a área de corais com baixa incidência de luz.

“Tendo estudado corais da Grande Barreira de Corais à Antártica, é fácil pensar que já vi tudo”, afirmou a cientista-chefe da expedição, Karen Miller, do Instituto Australiano de Ciência Marinha. “Mas experiências como a Expedição do Coral Mesofótico Australiano são enriquecedoras e me fazem perceber o quanto ainda há para aprender sobre nossos oceanos”, disse.

O robô observou corais de outro mundo, cobras marinhas e uma diversidade de criaturas marinhas.“Sabemos tão pouco sobre a parte mais profunda do oceano que praticamente qualquer pessoa pode encontrar algo novo se estiver fazendo algo único lá”, afirmou Alan Leonardi, diretor do Escritório de Pesquisa e Exploração Oceânica da Administração Atmosférica Nacional, ao veículo de notícias Mashable em dezembro de 2020.

A expedição foi muito importante, sobretudo, pela dificuldade de exploração de águas profundas. Portanto, cada descoberta é um grande passo para a Ciência. Obviamente, os dados recolhidos pelos pesquisadores envolvidos vão colaborar, de alguma forma, para uma melhor compreensão do oceano.

Veja algumas fotos:

bicho

coral

peixe

coral

coral

coral

Fotos: Reprodução Mashable

 

 

 

 

 

Fábrica australiana oferece cerveja em troca de créditos de energia solar

Por mais inusitado que seja, uma empresa da Austrália pretende oferecer a cerveja Victoria Bitter para famílias que possuem créditos de energia solar nas suas residências. A oferta é da empresa Carlton and United Breweries (CUB) e está tornando tendência no país, acredita-se ser a primeira empresa a fazer isso no mundo.

A proposta da CUB tem como objetivo ajudar na sua meta de 100% de energia sustentável até 2025. Devido a isso, além da compra dos painéis de energia solar, a empresa propõe comprar créditos de energia pagando com cerveja ao invés de dinheiro. Esse investimento vem crescendo ano a ano entre as empresas australianas, pois é uma forma de proteger o meio ambiente. A cervejaria CUB está se aproximando cada vez mais da meta renovável até 2025.

“A única coisa melhor do que beber a Big Cold Beer sob o sol australiano é ganhar cerveja enquanto você faz isso”, disse Brian Phan, gerente de marketing da CUB. A iniciativa foi bem vista no país, deu mais destaque para a cerveja que já é muito conhecida e está propondo mais sustentabilidade. A promoção funciona assim: a cada crédito de energia solar no valor de U$ 23, a CUB dá a cervejas no valor de U$ 38, o que se mostra muito vantajoso para os moradores que possuem os créditos de energia solar.

 

Pessoas com mais de 40 anos devem trabalhar apenas 3 dias por semana, aponta estudo

Um estudo de 2016 da Universidade de Melbourne, na Austrália, concluiu que pessoas que trabalham mais tendem a render menos. Segundo o Instituto de Economia Aplicada e investigação Social da universidade, pessoas com mais de 40 anos se saem melhor no âmbito profissional se trabalharem apenas três dias por semana.

O estudo foi feito com 3500 mulheres e 3000 homens trabalhadores, aposentados e desempregados que foram submetidos a testes cognitivos que analisam hábitos. Os participantes faziam exercícios de ler em voz alta, falar uma lista de números por ordem decrescente e associar letras e números num limite de tempo preestabelecido.

Colin McKenzie, professor da Universidade de Melbourne e autor do estudo, afirma que “conhecer” e “pensar” são indicadores significativos para a produtividade do profissional. Os testes feitos dão a possibilidade de conhecer o perfil dos estudados, sua capacidade e pensamento, raciocínio da memória, a execução e a abstração.

E ele revelou que pessoas que trabalham 25 horas por semana rendem mais do que as que trabalham 55 horas.

Ao jornal britânico The Times, McKenzie disse que o movimento de muitos países (como o Brasil) de elevar a idade da aposentadoria, cria trabalhadores cansados e improdutivos e, fazendo com que as pessoas trabalhem mais tempo, renderão menos e só poderão reclamar seus benefícios quando a velhice chegar.

“o trabalho pode ser uma faca de dois gumes. Estimula a atividade cerebral, mas, em longas horas e em uma série de funções pode causar fadiga e estresse, o que pode potencialmente danificar as funções cognitivas”.

Colocam também que o ideal é o trabalhador ir gradualmente diminuindo seu tempo semanal de serviço conforme envelhece, no sentido de manter a capacidade cognitiva funcionando bem até que fiquem idosos.