Novo Mapa do Turismo de Goiás passa a ter 86 cidades; saiba quais

O novo Mapa do Turismo, de 2024, passa a contar com 86 municípios, distribuídos em 12 regiões turísticas em Goiás. São elas: Ouro, Chapada dos Veadeiros, Chapada das Emas, Estrada de Ferro, Águas Quentes, Encantos do Planalto Central, Negócios e Tradições, Lagos do Paranaíba, Pegadas no Cerrado, Terra Ronca, Serra da Mesa e Vale do Araguaia. As informações são do Governo de Goiás, por meio da Goiás Turismo.

Treze municípios saíram do Mapa porque não cumpriram os requisitos exigidos pelo Ministério do Turismo. São eles: Bonfinópolis, Santa Cruz de Goiás, Goiandira, Novo Gama, Aurilândia, Damianópolis, Divinópolis, Nova Roma, Buriti de Goiás, Jaraguá, Mossâmedes, Mundo Novo e Teresina de Goiás.

Já outras quatro cidades se empenharam e conseguiram entrar para a nova configuração do Mapa do Turismo: Anhanguera, menor município de Goiás, com cerca de mil habitantes, e reconhecido pela Festa do Limão-taiti; Catalão, com o turismo de negócios consolidado e as tradicionais Congadas; Cidade Ocidental, reconhecida pela gastronomia com base no doce de marmelo, patrimônio cultural e imaterial de Goiás; e Campinorte, banhado pelo Lago Serra da Mesa.

Conforme os critérios obrigatórios do Ministério do Turismo, para entrar ou permanecer no Mapa, a gestão municipal deve enviar documentação comprovando a existência do órgão ou entidade responsável pela atividade; destinar dotação para o turismo na lei orçamentária anual; possuir Conselho Municipal de Turismo ativo e comprovar a participação em uma Instância de Governança Regional.

Os dados enviados pelos municípios foram validados pela Goiás Turismo e homologados pelo Mtur. Os gestores municipais podem consultar e obter o certificado de adesão no site: mapa.turismo.gov.br

Investimentos Públicos

O Mapa do Turismo Brasileiro é um instrumento no âmbito do Programa de Regionalização do Turismo que define a área a ser trabalhada, prioritariamente, pelo Ministério do Turismo no âmbito do desenvolvimento das políticas públicas. O mapeamento permite uma visão ampla do potencial turístico brasileiro, facilitando a gestão e a distribuição de recursos de forma mais eficaz.

Para o presidente da Goiás Turismo, Fabrício Amaral, o Mapa do Turismo é um importante instrumento que reúne os municípios com potencial turístico.

“Ele possibilita ao poder público a identificação das necessidades de investimentos e ações de promoção para cada região turística do estado”, completou.

Segundo o coordenador de estruturação de destinos e produtos turísticos da Goiás Turismo e interlocutor do Programa de Regionalização do Ministério do Turismo, Luciano Guimarães, disse que o recorte territorial estimula os municípios a se organizarem através de regiões com características similares, fortalecendo a política pública local.

“Todo município tem que fazer a lição de casa. São critérios obrigatórios a se cumprir. Alguns estão comemorando, seja por entrar pela primeira vez, para o Mapa ou por voltar a fazer parte dele”, informou.

 

 

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Cidade do sudoeste goiano foi fundada para atender pedido de Dom Pedro II

A cidade de Montividiu, situada a aproximadamente 280 km de Goiânia, e a 481 km de Brasília, ostenta uma história rica que se entrelaça com o período colonial brasileiro. No século XIX, sob o reinado de D. Pedro II, o imperador buscou impulsionar o povoamento do Planalto Central, oferecendo incentivos para a ocupação da região.

Essa iniciativa atraiu pessoas de diversas partes do país, impulsionadas por promessas como isenção de impostos por 10 anos e doação de terras para a criação de fazendas e atividades agrícolas. A região sudoeste de Goiás se tornou um polo de desenvolvimento, com o surgimento de diversos arraiais que mais tarde se transformariam em cidades.

História da Cidade

Em Montividiu, a família Peres já habitava a região do chapadão há muitos anos quando Carlos Barromeu Peres se instalou na área, estabelecendo a Fazenda da Tapera. Essa fazenda servia como um local de oração não apenas para a família Peres, mas também para os fazendeiros da região. A devoção à Nossa Senhora da Abadia crescia a cada dia, com os moradores se reunindo para rezar e pedir proteção contra os frequentes ataques indígenas.

Nossa Senhora da Abadia se tornou a padroeira da localidade. A fé e devoção dos moradores foram recompensadas, pois os ataques indígenas diminuíram consideravelmente, um evento que foi atribuído à intercessão da santa. Em sinal de gratidão, os habitantes decidiram realizar uma homenagem anual à padroeira no dia 15 de agosto.

Em 1918, como forma de retribuir a graça recebida, Carlos Barromeu Peres e sua esposa, Prudenciana Gomes da Silva, doaram um terreno para a construção da capela do Patrimônio de Nossa Senhora da Guia. Essa capela se tornou o centro em torno do qual o povoado de Montividiu se desenvolveu.

Apesar de sua longa história, o reconhecimento oficial do arraial como cidade só veio após a doação de terras para a capela. A Igreja Matriz de Nossa Senhora D’Abadia, localizada no centro da cidade, e a Capela Nossa Senhora da Aparecida, no bairro Santa Luzia, são marcos religiosos importantes de Montividiu.

MONTIVIDIU-GO-MATRIZ DE N.SRA.D´ABADIA-FOTO:WENDER MARQUES - MONTIVIDIU - GO

A tradicional Festa da Colheita, realizada anualmente por volta do mês de maio, reúne cerca de mil pessoas para saborear o famoso costelão assado no chão.

Festa da Colheita em 2021, com a presença do Governador Ronaldo Caiado

Outro ponto de destaque da cidade é a Praça dos Dinossauros, com réplicas gigantescas desses animais pré-históricos, que atraem escolas de toda a região para aprender sobre o período jurássico.

Montividiu - Parque dos Dinossauros

Seja você um apreciador de história, cultura, gastronomia ou simplesmente busca um refúgio em meio à natureza, Montividiu tem algo a oferecer. A cidade acolhe seus visitantes com braços abertos, convidando-os a desvendar seus encantos e se conectarem com o passado e o presente.

 

 

 

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Saiba quais são as duas cidades goianas que estão entre as mais rápidas para abertura de empresas no Brasil

Dois municípios goianos, Anápolis e Porangatu, ganharam reconhecimento nacional ao serem listados entre as 10 cidades mais ágeis para a abertura de novos negócios, ao final do terceiro quadrimestre de 2023. Os dados, provenientes do Mapa de Empresas divulgado pelo governo federal, por meio da Secretaria de Microempresa e Empresa de Pequeno Porte e Diretoria Nacional de Registro Empresarial e Integração, ligadas ao Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, revelam que Anápolis lidera a lista, com um impressionante tempo de apenas 17 minutos para registrar uma nova empresa. Porangatu, no norte do estado, também se destaca, ocupando o 7º lugar, com um tempo médio de 2 horas e 35 minutos.

Este levantamento, que avalia o tempo médio necessário para a abertura de empresas, registrou uma queda significativa no tempo médio nacional ao final do terceiro quadrimestre de 2023, agora em 1 dia e 3 horas, representando uma redução de 2 horas em relação ao quadrimestre anterior.

Para Euclides Barbo Siqueira, presidente da Junta Comercial de Goiás (Juceg), a posição de destaque de Porangatu reflete os esforços de desburocratização implementados no município. A cidade foi a primeira em Goiás a integrar 100% dos serviços relacionados à abertura de empresas na RedeSim 2.0, em um projeto-piloto realizado pela Juceg, Sebrae, Vox Tecnologia e prefeituras.

Além disso, o Mapa das Empresas destaca Goiás como o 5º estado com maior crescimento percentual no número de empresas abertas em 2023, totalizando 155.560 novas empresas, representando um aumento de 3,5% em relação a 2022. O estado também está entre aqueles com tempo médio de abertura de novos negócios abaixo de 1 dia. Goiânia, a capital, se destaca como uma das cidades onde novos negócios são formalizados em até 12 horas, ao final do terceiro quadrimestre de 2023. Na perspectiva regional, o Centro-Oeste mantém sua posição como a região com menor tempo médio para abertura de empresas, registrando 14 horas, uma queda de 1 hora em relação ao segundo quadrimestre de 2023.

Outro estudo recente, o Ranking de Competitividade dos Estados, conduzido pelo Centro de Liderança Pública, com base em dados da Associação Brasileira de Entidades Estaduais e Públicas de Tecnologia da Informação e Comunicação (ABEP-TIC), posiciona Goiás como o segundo estado em oferta de serviços públicos digitais, superado apenas pelo Rio Grande do Sul e à frente de estados como Rio de Janeiro, Bahia e São Paulo.

Euclides Barbo destaca que os serviços oferecidos aos empreendedores em Goiás estão alinhados com essa tendência de digitalização e desburocratização. Ele enfatiza a importância de facilitar o acesso aos serviços tanto para os empreendedores quanto para os cidadãos comuns, e considera que a digitalização dos serviços públicos é uma realidade irreversível, refletindo o compromisso de Goiás em se modernizar em todas as áreas.

 

10 cidades em Goiás nada clichês para conhecer nessas férias

Com as férias chegando, os planos para viajar não param. Infelizmente nosso estado é pouco valorizado, e destinos de férias geralmente se resumem a poucas cidades, como Pirenópolis, Caldas Novas e Cidade de Goiás, mas não é bem assim. O Estado de Goiás é cheio de riquezas e cidades belíssimas.

Se o que você quer nessa temporada é sair da mesmice, o Guia Curta Mais preparou uma lista com algumas cidades goianas nada clichês para você conhecer e se aventurar em nosso exuberante cerrado.

Cidade goiana é uma pérola agrícola e acolhedora no coração do estado

Já considerou explorar os recantos encantadores de Goiás? Bom Jesus de Goiás, a apenas 218 km de Goiânia, é uma dessas pérolas que aguarda sua visita. Caracterizada pelo clima ameno e os moradores calorosos e receptivos, a cidade se destaca como um refúgio para aqueles que buscam uma experiência autêntica longe dos circuitos turísticos tradicionais.

Mas não se engane pensando que Bom Jesus de Goiás é apenas uma cidade pacata. Suas ruas contam histórias, seus cantos ressoam com cultura e tradição, e sua atmosfera vibrante é capaz de encantar desde o viajante mais experiente até o mais casual. Com uma mistura intrigante de história, natureza e cultura local, a cidade oferece uma gama diversificada de atividades e pontos de interesse que prometem uma experiência turística enriquecedora.

Além do seu charme inerente, Bom Jesus de Goiás serve como um portal para entender melhor o estado de Goiás e o Brasil. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por exemplo, desempenha um papel crucial na coleta e interpretação de dados que moldam nossa compreensão do país. Fundado em 1936, o IBGE tem raízes que remontam à Diretoria Geral de Estatística de 1871, mostrando a longa tradição do Brasil na coleta e análise de informações.

Para os aficionados por estatísticas e geografia, uma visita ao IBGE pode proporcionar insights valiosos sobre o Brasil. Mas para a maioria dos visitantes de Bom Jesus de Goiás, a verdadeira magia está nas pequenas experiências: um passeio pela praça da cidade, uma conversa amigável com um morador local ou um momento tranquilo sob o céu vasto e estrelado de Goiás. Seja qual for a sua paixão, Bom Jesus de Goiás está pronta para recebê-lo.

Sudeco promove Diálogo para o Desenvolvimento em Bom Jesus de Goiás —  Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste

A história de Bom Jesus de Goiás remonta ao ano de 1925, quando D. Carolina Vieira da Mota doou uma área de terras para a construção de um patrimônio em homenagem ao Senhor Bom Jesus. No mesmo ano, os habitantes da região construíram uma igrejinha coberta de palha e, a partir de 1927, começaram a surgir as primeiras construções ao redor dela, dando início ao Povoado de Bom Jesus.

Em 1953, o distrito foi oficialmente criado pela Lei Municipal nº 56. Desde então, Bom Jesus de Goiás vem crescendo e se desenvolvendo. Atualmente, conta com uma população de 15.388 habitantes e está localizada às margens da BR-452.

A economia do município é baseada principalmente na atividade agropecuária. Na agricultura, destaca-se a produção de soja, arroz, milho, algodão, sorgo e feijão. Aliás, Bom Jesus é reconhecida como a “Capital Goiana da Soja”, liderando a produção do estado por três anos consecutivos.

Além disso, a cidade realiza festas populares e religiosas importantes ao longo do ano. A Exposição Agropecuária em julho, as comemorações ao dia de São Sebastião em maio e o Senhor Bom Jesus em agosto são eventos que atraem moradores e visitantes de toda a região.

Bom Jesus de Goiás também valoriza a educação, contando com 16 estabelecimentos de ensino, entre municipais e estaduais. Além disso, possui uma Destilaria de Álcool e pequenas indústrias domésticas.

Se você está em busca de um lugar charmoso, acolhedor e com um clima agradável, Bom Jesus de Goiás é o destino perfeito. Com sua rica história, população hospitaleira e belas paisagens, essa cidade goiana encanta quem a visita. Não deixe de conhecer todas as maravilhas que Bom Jesus tem a oferecer!

 

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Foto de Capa: Prefeitura de Bom Jesus de Goiás

Pindura Saia: conheça a cidade goiana tinha esse nome diferente em sua formação 

Urutaí integra o grupo de municípios goianos que cresceram em função da construção da estrada de ferro. A passagem dos trilhos atraiu inúmeras famílias para trabalhar como funcionários e operadores da ferrovia. 

A lenda do nome de Urutaí foi originada apartir do final da década de 30, no apogeu nacionalista do estado novo getulista. Segundo o historiador Ubiratan Galli, a lenda têm origem nas tropas de boiada e carreteiros que paravam para descansar e alimentar na região de Urutaí. Como jogavam restos de carne e ossos, os urubus vinham alimentar e estas pessoas falavam “o urubu tá ai”.

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Foto: Prefeitura de Urutaí

Mas sabia que um dos apelidos de Urutaí é “Pindura Saia”? Isso mesmo. Como a história começou ainda é um mistério, mas tem gente que chama a cidade assim até hoje. 

O apelido antigo da cidade dividem sentimentos entre os moradores. Uma parte gosta pelo contexto histórico e outra parte consideram o nome pejorativo.

Segundo o folclorista Bariani Ortêncio, o nome da lenda deriva da língua indígena que quer dizer ” rio dos urutaus” ou “pássaro noturno que vooa a natureza”.

Distante 170 quilômetros de Goiânia, Urutaí é forte na produção de cana-de-açúcar, milho, arroz, sorgo, mandioca e soja. A pecuária, no entanto, é a principal atividade econômica do município.

Urutaí orgulha-se dos seus filhos que conseguiram destaque nacional, como o escritor João Felício de Oliveira Filho; o poeta e apresentador de TV, Hamilton Carneiro; o escritor e político, Benedito Vieira Ferreira; o escultor Rodolfo Pereira e Morais Júnior e o escritor Euclides Pereira.

Suas principais festas populares são a de Nossa Senhora do Rosário, São Benedito e Santa Efigênia. As datas comemorativas são: 15 de junho, fundação do município; 6 de agosto, Dia do padroeiro senhor Bom Jesus e 16 de setembro, denominação do município e 15 de dezembro, emancipação.

 

História de Urutaí

Urutaí - GO

Foto: Prefeitura de Urutaí

A inauguração da estação no município, em 15 de novembro de 1914, intensificou a ocupação em torno do prédio.

Na fase inicial da implantação da estrada de ferro, contribuíram também migrantes vindos dos Estados de Minas Gerais e São Paulo e da região Nordeste do País. No ano seguinte, ao redor da estação, avistavam-se com facilidade casas em que moravam os ferroviários e lavradores. Também já se erguiam depósitos para armazenamento de mercadorias.

Outro fator que contribuiu bastante com a ocupação foi a criação pelo governo da Fazenda Modelo, onde hoje é a sede da Escola Agrotécnica Federal de Urutaí.

Não demorou muito para que o pequeno arraial fosse elevado à categoria de vila. Em 15 de junho de 1915, a localidade passou a distrito. Mais tarde, o título foi revogado. Só em 22 de outubro de 1917, pela Lei Municipal nº 100, foi de fato consolidado tal status. Pela Lei Estadual nº 45, de 15 de dezembro de 1947, foi criado o município de Urutaí, desmembrado de Ipameri.

 

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Foto de Capa: Prefeitura de Urutaí

Cidade goiana que se chamava Leopoldina vai ganhar seu coração pela linda vista do Araguaia

Aruanã é um município brasileiro do interior do estado de Goiás, a exatamente 326 km de Goiânia. Seu nome significa ‘sentinela da natureza’, em Tupi. Mas já foi denominado “Porto Leopoldina” ou “Santa Leopoldina”, em homenagem à imperatriz brasileira do século XIX.

Antes de ser decretado município, Aruanã era distrito. Distrito Leopoldina e depois Distrito Aruanã.

A cidade goiana está estrategicamente localizada no encontro dos rios Vermelho e Araguaia, na planície de um grande vale. Aruanã possui uma vista privilegiada do rio Araguaia, um dos mais lindos do mundo. 

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O Turismo de Pesca Esportiva, de Aventura e Ecológico são algumas das boas opções para você conhecer na cidade goiana, incluindo o Turismo Étnico, devido à presença indígena Karajá na aldeia Buridina na cidade. 

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Aruanã é considerada “Cidade Portal do Araguaia”, ela oferece lazer em seus rios de lindas praias que atraem milhares de turistas de todas as partes do Brasil. 

É escolhida como lugar de férias e descanso, para milhares de turistas, personalidades políticas, artistas e empresários, devido à exuberante beleza natural de seus rios e centenas de lagos. Estes são verdadeiros berçários que repovoam o rio Araguaia.  

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Um verdadeiro recanto para amantes de pesca esportiva, também é local de descanso e de recarregar as energias com total contato a natureza.

O pôr do sol na beira do Rio Araguaia é de arrasar e existem ainda vários locais para fotos incríveis!

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Ficou com vontade de conhecer? Arrume as malas e vai correndo, a temporada de praia (julho) é imperdível!

 

Centro de Atenção ao Turista de Aruanã

Endereço: R. João Gustavo, 451 – Área Central, Aruanã, Goiás

Telefone: 62 3376-1595

 

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Todas as imagens foram extraídas do site sesiaruana.com.br

Foto de Capa: Cidades de Goiás

Cidade do interior de Goiás tem lago, fazenda histórica e cachoeira apaixonante

Um dos nomes que guarda belezas do Centro-Oeste do estado de Goiás, com certeza é Goianésia. Localizada a 182 km de distância de Goiânia, o município reúne pontos turísticos que você nem imaginava existir. 

De acordo com a estimativa de população feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2020, a cidade localizada na região do Vale do São Patrício tem aproximadamente 71 mil goianesienses.

Nos últimos anos, a cidade goiana vem se destacando como um pólo de produção sucroalcooleira, tanto no cenário regional como também nacionalmente. O município possui também uma diversificação notável da economia, com bastante destaque para o comércio, assim como sua cidade vizinha, Jaraguá.

A cidade tem 36 bairros e dois pólos industriais: Distrito Agroindustrial Manoel Braollos Martin e o Distrito Agroindustrial Municipal de Goianésia. É cortada pela GO 080o que a coloca na rota de quem vai viajar para o Norte e Noroeste do Estado com destino a Uruaçu e São Miguel do Araguaia, por exemplo, cidades com mais tradição turística que atrai gente de toda a parte.

Além disso, Goianésia tem grande potencial turístico, que oferece um verdadeiro mergulho na história local.

 

Então, mais que apenas passar por Goianésia, o Curta Mais te convida para conhecer um pouco mais de Goianésia.

 

História

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Matriz Nossa Senhora de Abadia, parte da história de Goianésia. Foto: Prefeitura de Goianésia

 

O território do município de Goianésia originou das fazendas: Calção de Couro, São Bento, Itája e parte da Lavrinha de São Sebastião. A fazenda Calção de Couro teve suas terras divididas entre vários compradores e dentre eles, o mineiro Laurentino Martins Rodrigues que, nominou sua gleba de, fazenda Laranjeiras. Mudou para fazenda com sua família, ergueu às margens do córrego Calção de Couro, um cruzeiro, dando início oficial ao povoado Calção de Couro;

O povoado Calção de Couro tornou distrito de Goianésia no dia 10 de agosto, de 1949, com a Lei n° 10, sancionada pelo prefeito de Jaraguá, Nelson de Castro Ribeiro.

Embora a criação de Goianésia deveu-se ao empenho, sonho e dinamismo de Laurentino, a emancipação política foi obra de articulação do farmacêutico Salvador Leite, publicada no diário oficial do estado de Goiás, a 24 de junho, de 1953, sob a Lei n° 747. O município  de Goianésia conserva a mesma denominação.

O progresso chegou juntamente com a lavoura de café que trouxe para o município os pioneiros que desbravaram estas terras.

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Avenida Goiás, em Goianésia. Foto: Prefeitura de Goianésia

 

Com a queda do café houve um êxodo populacional. Na década de 70 a economia era baseada na pecuária e no cultivo do arroz, milho e feijão que não oferecia postos de trabalho suficientes para toda população.

Desde 1968 a cana-de-açúcar já era plantada na região, na fazenda São Carlos e o açúcar era produzido na Usina Monteiro de Barros, atual Usina Goianésia. Em 1980 com a fundação da destilaria Goianésia Álcool S/A as terras foram tomadas por essa cultura.  A agroindústria movimentou a economia, em 1993 passou a ser Jalles Machado S/A. O mesmo grupo criou a Unidade Otávio Lage e a Codora Energia.

Os empreendimentos econômicos do município são apoiados por um bom sistema bancário.

 

A sociedade goianesiense é diversa em suas origens e costumes, mas, é ordeira, hospitaleira. A cidade oferece esporte, lazer, cultura, educação, saúde e é modelo de gestão. Devido ao seu progresso e sua organização é considerada a Princesa do Vale do São Patrício, o que enche de orgulho o povo que aqui vive. 

 

Turismo

Listamos os principais pontos turísticos que merecem sua visita em Goianésia.

Acompanhe essa roteiro por essa cidade goiana apaixonante:

 

Lagoa Princesa do Vale (Praia do Cerrado)

O espaço público tem uma estrutura completa para receber visitantes e oferece lazer e turismo de boa qualidade. No parque, há pista de caminhada asfaltada, área para ginástica, 2 quadras poliesportivas, 2 playgrounds e um espelho d’água de cair o queixo!

Além desses pontos, o local tem uma plantação de 18 mil mudas nativas do Cerrado que podem ser contempladas em bons momentos de descanso. 

O Parque é um cartão postal na cidade e rende, sempre, muitos cliques instagramáveis. 

Parque
Foto: Prefeitura de Goianésia

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Foto: Divulgação

 

Fazenda Itajá

Considerado um patrimônio histórico e cultural, o lugar é aberto à visitação e atrai quem aprecia a cultura rural e sua história. A fazenda de traços coloniais é datada de 1951 e coleciona itens da indústria de refinamento de açúcar Itajá, criada pelo empresário Jalles Machado, dono da fazenda na época. 

Sua empresa se tornou pioneira em Goiás na cogeração de energia a partir do bagaço da cana e a primeira empresa do setor sucroenergético a efetivar a venda de Créditos de Carbono nos anos 2000. 

Logo, 16 anos depois, a reserva passou por um período de reestruturação, sendo possível tornar um ponto turístico e cultural. Com o novo molde, quem passa pela cidade tem acesso livre e pode conhecer a história de Goianésia por dentro do casarão, tendo oportunidade de passear pelo museu e biblioteca.

Fazenda
Foto: Divulgação

 

Centro Cultural Bechiolina Rodrigues

Centro Cultural Bechiolina Rodrigues é um orgulho para os goianesienses. O lugar é considerado um espaço destinado a apresentações artísticas, seja com teatro, música e a dança.  

Mesmo que não tenha alguma apresentação artística, vale a pena ir conhecer o espaço por conta do mural,  com exposições itinerantes, que retrata em detalhes a história da cidade e homenageia artistas goianos com suas obras de arte.

Centro
Foto: Divulgação

 

Museu Histórico Mário Augusto Alves

Goianésia já possui um museu. Situado no segundo piso do Centro Cultural, o ambiente conta um pouco da história do desenvolvimento e da construção do município, a trajetória dos pioneiros e a conquista que tiveram sobre este local. Inclusive, o museu possui uma galeria de fotos em homenagem aos colaboradores que fizeram desta cidade tornar Goianésia. Além disso, o espaço conta com salas de estudos, que podem ser frequentadas por estudantes e moradores da região.

 A visita não necessita de agendamento prévio e a entrada é totalmente gratuita.

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Mural dos parlamentares do munícipio. Foto: Nossa Escola

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Foto: Nossa Escola

 

Paróquia Nossa Senhora da Abadia

Para aqueles que gostam de aconchego, ambientes que emanam paz ou apenas um lugar para contemplar uma vivência religiosa, a sugestão é essa aqui. A igreja foi construída  em 1957, na Praça Laurentino Rodrigues e é ponto obrigatório de visitação em Goianésia.

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Foto: Divulgação


Paróquia
Foto: Divulgação

 

Mobi Cine Goianésia

Não é comum nas cidades do interior de Goiás ter um cinema, mas Goianésia não é uma cidade comum. A rede Mobi Cine se instalou lá e se tornou uma opção de lazer local e para moradores das cidades vizinhas.  O cinema traz salas 100% digitais, tecnologia 3D e som Dolby Digital.  

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Foto: Meganésia/Divulgação

 

Cachoeira Paraíso

Situado na GO 338, na saída de Goianésia, este ponto turístico é para aqueles que querem escapar do movimento da cidade. 

Conhecida por sua água gelada, o local possui profundidade de aproximadamente 6 metros, e vasta vegetação do cerrado. A água cristalina presente na cachoeira e nas piscinas naturais que formam ao longo do rio é o diferencial da reserva.

Para os interessados, o valor da entrada é apenas R$ 25,00 somente para os adultos e o cliente tem direito a visitar mais 2 cachoeiras e 8 piscinas naturais que ficam bem próximas do local. Não é permitida a entrada de comidas e bebidas no ambiente, pois o ponto possui um restaurante aberto ao público. 

Sobre o passeio na cachoeira, aqui vai uma dica: As crianças não pagam!

 

Cachoeira
Foto: Cachoeira Paraíso/Divulgação

 

Cachoeira
Foto: Cachoeira Paraíso/Divulgação

 

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Foto de Capa: Prefeitura de Goianésia

Cidade goiana tem história colonial, rio apaixonante e destaque na produção agropecuária

Padre Bernardo é um município localizado a 224 km de Goiânia e 115 km de Brasília, com muitas belezas naturais. Cachoeiras, rios e lago belíssimos! Para quem gosta, tem turismo de aventura, inclusive um ecoparque.

Com quase 60 anos de fundação, a cidade goiana tem destaque para agropecuária e indústria de cerâmica.

Vamos te contar tudo sobre Padre Bernardo.

Confira: 

 

História

A ocupação do território municipal de Padre Bernardo teve início no século passado com o estabelecimento das primeiras fazendas de criação de gado às margens do Rio Maranhão e seus tributários mais importantes, onde se localizam pastagens de boa qualidade.

Com o decorrer dos anos surgiram outros fatores responsáveis pelo crescimento econômico demográfico da região. Ao aumento natural dos rebanhos associava-se, de modo paralelo e consequente, a ocorrência de picadas, que levaram ao surgimento das pousadas dos vaqueiros, a caminho de Niquelândia e das famílias que desciam do Nordeste para a região Centro-Sul.

A função religiosa foi, sem dúvida, a mais importante na instalação e no crescimento do povoado, pois a partir de 1933, romeiros provenientes da região do Vão dos Angicos, no município de Luziânia, se dirigiam todos os anos, durante o mês de julho para rezarem na capela do Divino, erguida por fazendeiros locais. Com o surgimento de algumas casas em volta da capela, os fazendeiros começaram a lotear partes do vale, com o objetivo de formar uma cidade.

Estátua do Fundador da cidade. Foto: Prefeitura Municipal de Padre Bernardo

Em 1951, foi fundado o Arraial com o nome de Barro Alto do vão dos Angicos e, para a formação do Patrimônio, os Senhores Januário de Amorim e Valentim José Cabral doaram doze alqueires de terra ao Santo Padroeiro. Ainda na condição de povoado, a localidade passou a denominar-se Padre Bernardo, em homenagem ao vigário que percorria as fazendas locais, celebrando batizados e casamentos, enfatizando cada vez mais a função da cura.

A partir de 1957 a expansão do núcleo urbano se deve ao Senhor José Monteiro Lima, que dividiu sua fazenda em sítios e lotes, doando às famílias sem recursos e vendendo aos que desejassem se fixar na região.

Um maior dinamismo ocorrido no município deve-se ao avanço das fronteiras agrícolas para o Centro-Oeste e mais precisamente à construção de Brasília, dado ao seu favorável posicionamento geográfico em relação do Distrito Federal.

 

Economia

A pecuária movimenta a economia de Padre Bernardo, participando da arrecadação com 32,31%. Na agricultura, o forte são o cultivo de soja e milho.

O comércio local, como restaurantes, bares, lojas de roupas e calçados, bancos, supermercados, entre outros, é pequeno e atende às necessidades básicas da população. 

As indústrias que merecem destaque na região são as de cerâmica, os laticínios e as confecções.

 

Tradição

A tradição da festa de que deu origem à cidade consegue reunir ainda hoje milhares de pessoas em louvor ao Divino Espírito Santo. 

A capela, construída em devoção à figura religiosa, em terreno doado por Rosa Fernandes Cabral, é palco da movimentação de fiéis que participam de missas, folias e atividades culturais. 

As festividades duram nove dias, com encerramento na comemoração de pentecostes. Padre Bernardo possui peculiaridades e características determinantes da origem de seu povo,isto é, há miscigenação cultural entre mineiros, nordestinos, remanescentes de outras partes do país e do próprio estado de Goiás.

 

Atrativos Naturais

Padre Bernardo foi abençoada com muitas belezas naturais. E o melhor, é tudo bem pertinho. Vamos la?

 

Cachoeira do Sumidouro

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Cachoeira da Região de Monte Alto

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Buraco do Inferno

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Cachoeira da Porteira

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Ecopark Adventure

Um lugar banhado de aventura, onde os visitantes podem recarregar suas energias. Belíssimas cachoeiras e trilhas com atividades radicais.

Localizado a 70 km de Brasília e a 25 km de Brazlândia, é um espaço único para quem gosta de aventura, adrenalina e descanso junto à natureza.  Quem prefere atividades radicais pode optar por paintball, tirolesa, muro de escalada, arco e fecha, tiro ao alvo e pela irresistível Survivor, uma prova radical de superação.

Outra opção para aproveitar em família é percorrer 1km de trilha para, ao final, receber, como recompensa, belíssimas cachoeiras, como a Cachoeira da Lydia.

Para um melhor aproveitamento das atividades, é recomendável levar roupas de banho, protetor solar, repelente, boné, tênis e toalha. Os interessados devem fazer reservas com antecedência.

Site: https://ecoparkadventure.com.br

E-mail: contato@ecoparkad

Telefone: (61) 9.9694-2811

 

Pesque e Pague Brasil 21

Piscicultura às margens do lago da cidade, com uma charmosa pousada.

Endereço: GO-435

Telefone: (61) 99991-0021

 

Pesque e Pague Monteiro

Lugar ideal para descanso e pescaria em tanques.

Endereço: Av. Nelcino Vinhal Ribeiro – Setor Sul

Telefone: (61) 99954-5503

 

Hotel Fazenda Mestre D’armas

No coração do cerrado, a 160 km de Goiânia e a 120km de Brasília, está o Hotel Fazenda Mestre D’armas. Lugar que oferece um serviço completo de lazer e diversão para pessoas de todas as idades.

Em funcionamento  há 29 anos o Hotel Fazenda conta com 95 apartamentos e 400 leitos.  O espaço possui 9 piscinas com indicação de altura mínima, 4 salas de eventos e um salão grande para 460 pessoas.

Possui como atividades o arvorismo, passeio à cavalo, charrete e tirolesa. É possível realizar o Day Use no local.

Endereço: Rodovia GO-435

Site: www.mestredarmas.com.br

Telefone: (61) 3248-4000 | (61) 3052-3141

Whatsapp: (61) 9 9927-2929

 

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Foto de Capa: Prefeitura Municipal de Padre Bernardo

Cidade goiana conhecida como a capital do jeans é um polo econômico importante

Jaraguá é um município brasileiro do estado de Goiás situado no Parque Ecológico da Serra de Jaraguá.

É um município emancipado de Pirenópolis e se inclui na Microrregião de Anápolis, no Vale do São Patrício, conhecido por seu patrimônio cultural sendo uma das cidades mais antigas do estado e por ser considerada o maior pólo de confecção do Centro-Oeste. 

 

História

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Jaraguá nasceu da busca das riquezas minerais do rico solo goiano em tempos que ainda se usava a mão de obra escrava. Vindos de diversas regiões, mineradores e catadores de ouro traziam consigo os chamados “pretos faiscadores”, escravos astutos, geralmente da “Nação Mina”, acostumados à cata do rico minério.

O Bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva veio com sua bandeira rumo a Goiás mais ou menos no ano de 1726 e fundou Vila Boa (Cidade de Goiás) às margens do Rio Vermelho, ao sopé da Serra Dourada. Não levou muito tempo e logo descobriram ouro em Meia Ponte (Pirenópolis), e por consequência, descobriram mais uma região aurífera, que por sua imponente serra garantiria a prosperidade do ciclo do ouro, impulsionando a criação de acampamentos às margens dos rios e córregos que nasciam dali. Assim surge o Arraial denominado Córrego do Jaraguá.

 

Serra de Jaraguá

A palavra Jaraguá deriva da língua Tupi-Guarani – Yara – Guá – e significa Senhor do Vale. Majestosamente fazia prosperar aquela prodigiosa região. Com a exploração das jazidas auríferas iniciou-se o povoamento e com o passar dos anos iam surgindo as primeiras habitações, definindo-se as ruas. Em 1748 já estava pronta a primeira capela sob a evocação de São José e Nossa Senhora da Penha, isso demonstra que nesta época já havia um número significante de moradores no arraial. A segunda igreja a ser construída foi a igreja de Nª Sª do Rosário e São Benedito, em 1776 e no ano de 1828 deu–se início à terceira igreja, a de Nª Sª da Conceição.

Ao lado da exploração do ouro houve a formação de sítios e fazendas para a produção de alimentos a fim de atender a população daquelas minas. No final do século XVIII já havia no Arraial do Córrego do Jaraguá, engenhos que produziam aguardentes para a comercialização. Nesta época, o Arraial possuiu um considerado crescimento agrícola.

No início do século XIX, em virtude da diversificação da economia, o arraial se encontrava entre os prósperos arraiais da Capitania de Goiás. Viajantes europeus como J. Emmanuel Pohl, August de Saint’ Hilaire que visitaram o Arraial, o apontaram como populoso e quase do mesmo tamanho que Meia Ponte (Cabeça do Julgado).

Através do Decreto Nº. 8 de 1 de julho de 1833, o Arraial do Córrego do Jaraguá é oficialmente elevado à categoria de Vila. Nesse instante, nasce a Câmara de Jaraguá.

Pela localização próxima à estrada que conduzia ao Rio de Janeiro e a Capital da Província, Vila Boa, a localidade era um ponto de passagem para várias direções e, este fator, também colaborou para sua prosperidade, pois recebeu imigrantes de outras regiões da Província de Goiás, principalmente antigos centros mineradores que entraram em decadência. Isto contribuiu para o desenvolvimento da Vila, pois, os descendentes desses imigrantes tiveram um papel importante na condução da vida econômica, social e política do lugar no decorrer do século XIX.

 

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Foto de Capa: Prefeitura Municipal de Jaraguá

Cidade goiana na divisa com o Tocantins encanta pelas belezas naturais

Cavalcante é um município localizado em Goiás, mais precisamente na região da Chapada dos Veadeiros. Abrigando 70% da área do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, é um destino ainda pouco explorado pelos viajantes. Distante 512 km de Goiânia e menos de 100 km para a divisa com o Tocantins, a cidade vale a visita.

Localizada a 90 km de Alto Paraíso, a estrada é ruim, mas o esforço para chegar até lá, é recompensado com algumas das mais espetaculares cachoeiras da região.

A cidade em si não tem muita graça, diferente das mais famosas São Jorge e Alto Paraíso, mas as cachoeiras competem em pé de igualdade com as outras bases da Chapada.

A principal atração chama a atenção pelo intenso azul digno das cores do Caribe, é a Cachoeira Santa Bárbara.

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Foto: Monique Rene

Além da Santa Bárbara, boas pedidas são a Cachoeira da Capivara, a Cachoeira Candaru, as cachoeira do Complexo do Prata (onde está a Cachoeira Rei do Prata), a Cachoeira da Ave Maria, a Cachoeira Veredas, a Cachoeira Poço Encantado e a Cachoeira São Bartolomeu.

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Foto: Monique Rene

Para conhecer as principais atrações de Cavalcante serão necessários três ou quatro dias. O melhor a se fazer é se hospedar na cidade mesmo.

 

Mais Informações

Centro de Apoio ao Turista – CAT Cavalcante

Telefone: (62) 3494-1507

 

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Foto de Capa: Monique Rene

Conheça o outro lado de Terra Ronca com cachoeiras exuberantes

Guarani de Goiás é um jovem cidade do interior do estado goiano, fundada em 1963. A localidade está em uma altitude de 521m em relação ao nível do mar e possui uma população estimada em 4.418 habitantes (IBGE 2020).

Possui em seus arredores cachoeiras lindas, como as de São Bernardo e a das Sete Quedas que são muito visitadas, sejam em feriados ou nos fins de semana. O complexo de cachoeiras inclui também as cachoeiras de Palmeiras e do Rio Freio.

O município faz divisa com São Domingos, que é o principal acesso para o Parque Estadual Terra Ronca, com suas cavernas incríveis. Inclusive já foi distrito dessa cidade.

Guarani também está incluída no mapa de turismo de Goiás, na região de “Águas e Cavernas do Cerrado”, junto com Posse, Nova Roma, Divinópolis e Goiás e São Domingos, além de outras cidades mais distantes do Parque Terra Ronca.

A cidade goiana possui dois povoados em sua área: Água Quente e São Pedro. As vias de acesso do município são as rodovias BR – 020 e GO – 453. Está distante de Goiânia 534 Km e da capital federal 334 Km. Clique AQUI e veja a localização no mapa.

O município possui um posto de atendimento bancário do Banco do Bradesco.

Os rios que permeiam Guarani de Goiás são o Água Quente, São Mateus e Lapa. Ao leste da cidade ficam as cidades baianas de Correntina e Jaborandi e a Serra Geral.

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Estrada com vista para a Serra Geral  indo para os atrativos naturais, em  Guarani de Goiás. Foto: Luciano Guimarães

 

História

O povoado que deu origem a Guarani de Goiás surgiu em 1915. Famílias foram chegando e formando o povoado de Riachão, denominação da fazenda pertencente aos pioneiros Vicente José Valente e Miguel Arcanjo dos Santos.

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Foto: Prefeitura Municipal de Guarani de Goiás

O desenvolvimento das atividades de agricultura e pecuária fizeram com que o povoado fosse recebendo cada vez mais moradores. Aos poucos foram surgindo atividades comerciais e algumas indústrias caseiras. Data desta época a construção da capela em louvor a Nossa Senhora d’Abadia, padroeira da cidade, cuja festa é celebrada no dia 15 de agosto. 

O distrito foi criado em 1919, termo da comarca de São Domingos.

 A emancipação política do município ocorreu em 8 de novembro de 1963, na gestão do prefeito Antônio de Araújo. Neste dia comemora-se o aniversário da cidade.

 

Origem do nome

O povoado que deu origem ao município de Guarani de Goiás chamava-se Riachão, em função de ser este o nome da fazenda onde surgiu. Em 1919 foi reconhecido como distrito de São Domingos com o nome Guarani. Posteriormente, em 1943 passou a se chamar Coatiçaba.  Quando da criação do município em 1963 este tomou a denominação de Guarani de Goiás, retornando o antigo nome. A palavra “Guarani” tem origem tupi e significa guerreiro. 

 

Atrativos Turísticos

Devido a sua localização e relevo, Guarani de Goiás oferece vastas opções de atrativos turísticos.

Vamos listar algumas que são imprescindíveis em sua visita (com fotos e infos):

 

Caverna Terra Ronca

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Caverna de Terra Ronca (Guarani de Goiás/São Domingos) Foto: Luciano Guimarães

A caverna Terra Ronca é a mais famosa e uma das mais impressionantes da região.

Para saber o motivo, basta ficar de frente para sua entrada: uma imponente abertura de 96 metros de altura e 120 metros de largura recebem os aventureiros dispostas e explorar seu interior.

Com salões de até 90 metros de altura, ela recebe a tradicional Festa do Bom Jesus da Lapa. Curiosidades sobre a galeria: alguns salões recebem apenas uma hora de luz solar no dia, enquanto outros possuem apenas iluminação artificial que permite o turismo.

 

Cachoeira São Bernardo

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Cachoeira São Bernardo, Guarani de Goiás. Foto: Luciano Guimarães

A partir de Guarani de Goiás são 28 km em estrada de terra até a cachoeira São Bernardo. A entrada custa R$20 por pessoa.

Telefone: (62) 99430-5525

 

Cachoeira Sete Quedas

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Cachoeira Sete Quedas, em Guarani de Goiás. Foto: Luciano Guimarães

Esse pedacinho do paraíso fica há a 5 km da sede do município está entre os atrativos mais freqüentados na região. O nome se dá devido as sete quedas que formam as belas quedas d’águas no leito do Rio Frei que tem fluxo de água continuo durante todo o ano. Cercada por serras e matas verdes intocadas a cachoeira encanta pela beleza incomparável e pelos vários pontos de banhos com suas águas cristalinas e calmas.

No local também é possível desenvolver a bóia Cross e o rapel nos imensos paredões de pedra e bastantes altos. 

 

Cachoeira Palmeiras

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Cachoeira Palmeiras, Guarani de Goiás. Foto: Luciano Guimarães

A cachoeira recebe esse nome pelo grande número de palmeiras nativas que existem no local. Está localizada a quase 30 km da sede do município e do lado do Parque Terra Ronca. É um local lindo e encantador, para chegar até a cocheira passa-se por uma trilha de fácil acesso de 400 metros em uma localidade privada. O atrativo é muito usado para banho e para a prática do bóia Cross, também é uma trilha fantástica que vai até a caverna da Terra Ronca que fica a apenas 9 km de distância.

 

Vale a pena dar um pulinho em São Domingos que fica a 95 km de Guarani de Goiás e possui vários atrativos incríveis e imperdíveis! Um dos maiores complexos de cavernas e grutas de toda a América Latina.

 

Mais Informações

Secretária de Turismo de Guarani de Goiás

Telefone: 62 3449-1239

Endereço: A. Savagé Alves de Oliveira, nº 282-318, Guarani de Goiás 

Funcionamento: Segunda à Sexta das 08h às 12h e das 14h às 17h

 

Goiás Turismo – Agência Estadual de Turismo

Instagram: @goiasturismo | @goiasturismo notícias

Telefone: (62) 3201-8100

 

Hotel Portal Terra Ronca

Endereço: Praça da Matriz, 35 – Centro, Guarani de Goiás 

Telefone: (62) 99968-4377

 

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Fotos de capa: Luciano Guimarães/Goiás Turismo

Cidade goiana na divisa com a Bahia tem história surpreendente e um poço azul completamente apaixonante

A cidade goiana de Posse, tem aproximadamente 37 mil habitantes e fica na região do nordeste goiano. Próxima ao município de Guarani de Goiás (20 km), as paisagens locais são impressionantes. 

Situada na divisa com o estado da Bahia, é conhecida por “Rainha do Nordeste Goiano” por ser o principal centro da região. Posse fica 506 km distante de Goiânia e 311 km de Brasília.

Vamos te contar um pouquinho sobre mais essa cidade goiana, que encanta!

 

História

No início do século XIX, Arraial de Posse foi fundado por imigrantes nordestinos que, fugindo da seca, procuravam terras para o cultivo de cereais. A região era conhecida por Buenos Aires e situava-se abaixo da confluência do Rio Prata com o Corrente. O pastoreio, o curral, a lavoura e o engenho constituíram as bases econômicas da povoação.

A malária provocou a decadência do povoado, logo nos primeiros anos de sua fundação, e a consequente retirada dos habitantes para a zona da chapada, fronteiriça à Serra Geral ou das Araras. Foi onde se formou o novo povoado de Posse, nome decorrente do “apoderamento” da área à margem do Córrego Passagem dos Gerais.

Nazário da Silva Ribeiro, o fundador, construiu uma capela em louvor a Nossa Senhora Santana, em torno da qual surgiram várias moradas. Com o desenvolvimento da indústria rural, agricultura e criação de gado, o povoado tornou-se distrito em 1855.

Sua autonomia municipal foi concedida em 1872, com a nova denominação de Nossa Senhora Santana de Posse, mais tarde mudado para Posse, o nome original. No final da década de 1970, o desenvolvimento da cidade foi impulsionado com a inauguração da rodovia Brasília – Salvador, que passa pelo município.

 

Turismo

Um dos atrativos de Posse é o Lago Azul, que fica a 12 km do centro da cidade. A paisagem é incrível, a água cristalina. Dá vontade de ficar lá por horas a fio.

Um lugar cheio de vida, adrenalina, paz e belezas quase intocáveis.

Cachoeira de 35 metros, essa é a maior das 5 cachoeiras em 1 km de trilha, todas com beleza de encher os olhos, de cima a água fica linda com tons azul e verde.

Nenhuma descrição de foto disponível.

Foto: @thomasaugusto73

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Foto: @thomasaugusto73

Indicamos esse lugar mágico para você conhecer em Posse. Além disso, uma passadinha em Guarani de Goiás vale a pena para conferir as paisagens únicas que tem por lá!

 

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Fotos de capa: Prefeitura Municipal de Posse

Conheça cidades goianas que tinham nomes diferentes e revelam histórias populares de sua criação

Histórias curiosas são comuns em diversas cidades goianas. Escorregões, brigas ou características peculiares de cada região deram nomes para cidades.

Diversos cidades foram batizadas com nomes diferentes como: Quiabo Assado, Curralinho, Alemão, Rio do Peixe e outras.

Aragoiânia, por exemplo, foi chamada durante anos, de Biscoito Duro, curioso né? Isso porque o povoado era ponto de parada de quem ia de Campinas para Rio Verde e lá vendiam biscoitos de queijo fritos. O problema era que eles guardavam os biscoitos do dia anterior, que acabavam “durinhos da silva”, daí o apelido.

Várias cidades tinham nomes diferentes e nós vamos te contar!

Confira os apelidos (ou primeiros nomes) e os nomes atuais de algumas cidades goianas:

 

Meia Ponte – Pirenópolis

Santa Luzia – Luziânia

Torres do Rio Bonito – Caiapônia

Bananeiras – Goiatuba

Bota Fumaça – Paraúna

Santo Antônio do Morro do Chapéu – Monte Alegre

Campo Formoso – Orizona

Calção de Couro – Goianésia

Bonfim – Silvânia

São José do Tocantins – Niquelândia

Abóboras – Rio Verde

Leopoldina – Aruanã

Descoberto – Porangatu

Santana Maxobombo – Uruaçu

Troca-Tapa – Abadia de Goiás

Aldeia de São José de Mossâmedes – Mossâmedes

Colônia dos italianos – Nova Veneza

São Geraldo – Goianira

Rabia-Bode – Rubiataba

Barranca – Rialma

Santana das Antas – Anápolis

Santo Antônio das Grimpas – Hidrolândia

Pindura Saia – Urutaí

Cavalo Queimado – Araguapaz

Pito Aceso – Nova Glória

Pouso Alto – Piracanjuba

Veadeiros – Alto Paraíso de Goiás

São Sebastião do Alemão – Palmeiras de Goiás

Amaro Leite – Mara Rosa

Curralinho – Itaberaí

Brasilinha – Planaltina de Goiás

Nossa Senhora do Carmo dos Morrinhos – Morrinhos

Cachoeira da Fumaça – Cachoeira de Goiás

Salobinha – Montes Claros de Goiás

Entre Rios – Ipameri

Panamá – Divinópolis

Santo Antônio do Alegrete – Edéia

São João Batista do Meia Ponte – Brazabrantes

São José do Turvo – Paraúna

Catingueiro Grande – Itauçu

Cerrado – Nerópolis

Floresta – Itapaci

Gameleira – Cristianópolis

Paraíso de Jataí – Jataí

Planura Verde – Cromínia

Poções – Turvânia

Ribeirão – Guapó

Rio Claro – Iporá

Papuãn – Pilar

Duro – Dianópolis

Iracema – Iaciara

Entroncamento do Formoso – Santa Tereza de Goiás

Água Limpa – Jussara

Vila Boa – Cidade de Goiás

Pé de Porco – Ivolândia

Morro Agudo – Ipiranga de Goiás

Troca-Tapa – São Miguel do Araguaia

Cavalo Queimado – Faina

Cobo – Moiporá

Troca-Tapa – Mirandópolis

Guela Seca – Indiara

Quiabo Assado – Caldazinha

Taboca – Avelinópolis

Cachorro Sentado – Guapó

Banana Murcha – Guaraíta

Jiló – Nova Fátima

Olhos D’Água – Americano do Brasil

 

Gostou de saber mais essa curiosidade de Goiás? Conta pra gente!

 

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Foto de Capa: Niquelândia – Goiás Turismo – Silvio Quirino 

Goiás tem atividades recreativas e brinquedos gratuitos em 78 cidades

A Rua de Lazer, projeto do Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel), levou alegria e diversão para quase 160 mil crianças em eventos realizados em locais públicos, de forma gratuita para a comunidade. Ao todo, a caravana do programa esteve em 78 municípios goianos.

O projeto prioriza municípios e bairros com maior vulnerabilidade social. A Rua de Lazer leva e monta brinquedos como a cama-elástica, futebol de sabão, pebolim, tênis de mesa, multiparque, entre outros.

Em 2022, a Rua de Lazer esteve presente em vários eventos do Governo de Goiás, entre eles o Mutirão, Goiás Social, Jogos Abertos de Goiás e Festival Paralímpico, e também foi ao interior em parceria com prefeituras, que solicitaram via ofício a presença do projeto em suas cidades.

brinquedos

Em uma das edições do Mutirão Governo de Goiás, em Aparecida de Goiânia, a Rua de Lazer chamou a atenção do governador Ronaldo Caiado quando ele passou pela tenda em que as crianças se divertiam. “Parabéns a vocês pelo trabalho maravilhoso que vem sendo realizado. É uma das áreas mais movimentadas do nosso Mutirão. A alegria desta criançada aqui nos gratifica”, afirmou à época o governador.

Secretário de Estado de Esporte e Lazer, Henderson Rodrigues comemorou o sucesso da Rua de Lazer em 2022. “Nosso intuito é de sempre fazer o esporte e lazer chegar até a ponta da sociedade, valorizando o ser humano. A Rua de Lazer cumpre essa função, levando essa opção para crianças de todas as regiões do Estado, tirando elas da ociosidade e reforçando laços sociais”, destacou o secretário.

Mais eventos

A Rua de Lazer teve um crescimento exponencial nos últimos anos. A equipe saltou de quatro integrantes em 2019 para 14 recreadores atualmente, o que permitiu fazer até três eventos no mesmo dia para atender toda a demanda.

Além disso, em 2022 foi feito um investimento de cerca de R$ 145 mil em equipamentos, permitindo a aquisição de novas camas-elásticas, tênis de mesa, pebolim, quadras de futebol de sabão e multiparques. Com estrutura física e material humano bem treinado, a Rua de Lazer deve ampliar ainda mais os atendimentos no ano de 2023.

“Após a retomada de eventos públicos, a partir da diminuição do índice de Covid-19 em Goiás, a Rua de Lazer foi muito atuante no último ano. Estamos felizes em fechar essa temporada sabendo que quase 160 mil crianças viveram um dia especial com esses brinquedos. Esperamos espalhar ainda mais essa alegria em 2023”, concluiu o secretário Henderson Rodrigues.

 

Fotos: Seel