Série genial da Netflix é ignorada por muitos e amada por quem vê

Para quem ama uma série de ação baseada em fatos reais, “Fauda” é um prato cheio. Pouco badalada, a produção é unanimidade para quem se dispõe a assistir.

Apesar de desconhecida para muitos, “Fauda” é um verdadeiro tesouro escondido no vasto catálogo da Netflix. A aclamação recebida é mais do que justificada, afinal, trata-se de uma obra que desafia preconceitos e expõe feridas abertas com uma honestidade poucas vezes vista na televisão.

Entretenimento X Realidade: o dilema de “Fauda”

“Fauda”, que significa “caos” em árabe, não se esquiva de seu título e mergulha fundo nas complexidades do conflito entre Israel e Palestina. Com personagens multifacetados e uma trama que foge do maniqueísmo, a série desafia estereótipos e fornece inúmeras camadas de interpretações. O fato é que a série prende o espectador desde as primeiras cenas.

O dualismo moral

Um ponto louvável da série é a ausência clara de heróis e vilões. “Fauda” expõe crua e francamente que em um conflito tão arraigado quanto o israelo-palestino, ambos os lados recorrem a métodos questionáveis. Esse equilíbrio na representação das perspectivas fortalece o debate sobre a ética na guerra e na espionagem.

A descoberta cultural através do entretenimento

Para a maioria dos assinantes, a experiência pessoal com “Fauda” começa com uma busca despretensiosa de algo novo para assistir na Netflix e essa escolha geralmente revela-se surpreendente e intrigante também pelo mergulho linguístico-cultural. O uso do hebraico e árabe ao longo dos episódios pode parecer desafiador para quem está acostumado apenas com idiomas ocidentais, mas oferece uma rica imersão cultural única.

Detalhes técnicos notáveis

“Fauda” não peca na execução técnica. Cenas repletas de ação são orquestradas com veracidade reflexiva das ruas empoeiradas de Israel e da Cisjordânia. As reviravoltas do roteiro são um dos pontos altos da trama de quatro temporadas. A quinta deve chegar ao catálogo ainda em 2024.

Como produto audiovisual, “Fauda” realiza um feito louvável ao entreter enquanto suscita reflexões profundas sobre um dos mais duradouros conflitos globais. É evidente o cuidado em não glorificar nenhuma das partes envolvidas, mas apresentar a complexidade humana por trás dos uniformes e bandeiras.

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Netflix acerta com série de faroeste feminino que está deixando o público grudado no sofá

“Godless”, a minissérie da Netflix, é uma obra que se destaca no gênero de faroeste. Com um elenco notável, personagens memoráveis, arcos envolventes, belíssimas imagens da majestosa fronteira e um final bastante selvagem, “Godless” nos traz uma história fascinante e emocionante sobre o frágil estado da vida no Velho Oeste. 

A série, escrita e dirigida por Scott Frank e produzida por Steven Soderbergh, é sombria, emocionante e visualmente impressionante. A trama pode ser lenta para alguns, mas é necessariamente assim, oferecendo pacientemente uma exposição vital enquanto seu enredo clássico de faroeste se desenrola de forma violenta.

A violência pode ser atribuída, na maioria das vezes, a Frank Griffin, um fora-da-lei ameaçador interpretado por Jeff Daniels, que está à procura de um homem chamado Roy Goode. Goode, interpretado por Jack O’Connell, era um membro do bando criminoso de Griffin, mas quando um assalto a trem se torna selvagem e Goode salva uma mulher que está sendo estuprada, ele foge com o saque.

A série também é notável por seu elenco feminino forte. Após um acidente de mineração catastrófico que dizimou a maioria dos homens da cidade, La Belle se tornou uma colônia de mulheres fortes e determinadas. É o tipo de lugar que se imagina que a personagem de Julie Christie, Mrs Miller, poderia ter residido se McCabe não estivesse na imagem

No entanto, “Godless” tem suas falhas. Alguns críticos argumentam que a série tenta combinar duas ideias separadas de filmes de faroeste em uma série (excessivamente longa). Apesar disso, a série acerta muito mais do que erra, e o saldo final é positivo.Em suma, “Godless” é uma minissérie que vale a pena assistir, não apenas pelo prazer estético, mas também pela narrativa envolvnte e pelas atuações de destaque. É uma adição valiosa ao gênero de faroeste e certamente deixará sua marca.

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Uma das histórias (reais) mais emocionantes do cinema está disponível na Netflix

Série de sucesso na Netflix investiga crime que chocou a Espanha e o mundo

Uma das histórias (reais) mais emocionantes do cinema está disponível na Netflix

O filme “Mãos Talentosas”, lançado em 2009, é uma cinematografia biográfica que traz à tela a vida extraordinária de Ben Carson (Cuba Gooding Jr.), enfatizando as dificuldades enfrentadas desde sua infância até se tornar um dos neurocirurgiões mais renomados do mundo.

Considerado um clássico pelas marcantes e impecáveis atuações, o filme está disponível no catálogo da Netflix.

O diretor Thomas Carter capta com habilidade a trajetória do protagonista e sua ascensão improvável por meio da educação e da tenacidade; uma narrativa repleta de momentos significativos onde o protagonista tem de lidar com pobreza, preconceitos raciais e autodesconfiança.

Cuba Gooding Jr., no papel principal, entrega uma performance genuína que cativa o público, transparecendo as emoções complexas enfrentadas por Carson ao longo do caminho. Sob a direção perspicaz de Carter, o mesmo que comandou o aclamado “Treinador Carter”, o filme equilibra drama biográfico com mensagens motivacionais.

Marcantemente, “Mãos Talentosas” promove valores morais tais como determinação, fé e a força do apoio familiar — visivelmente percebidos nas relações entre os personagens centrais — conferindo ao filme uma camada extra de significância.

Apesar das inúmeras qualidades, o filme não está isento de críticas; algumas passagens podem parecer aceleradas ou pouco exploradas dada a complexidade dos eventos da vida real que estão sendo representados. Afinal, a história que inspirou a trama é ainda mais forte e emocionante.

“Mãos Talentosas” é tanto reflexivo quanto inspirador; ele incentiva espectadores jovens e adultos a perseguirem seus sonhos independentemente dos desafios postados diante deles — um testamento às possibilidades ilimitadas oferecidas pela determinação humana.

A história prende o espectador do começo ao fim. Daqueles filmes que inspiram e marcam para uma vida inteira.

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Mais uma adaptação aclamada dos Games vira sucesso no catálogo do Prime Video

Bons tempos para os fãs de Games! A nova produção do Prime Video, Fallout chegou como uma explosão e a grande aposta do streaming para 2024, além de ser mais uma adaptação muito aguardada dessa que é uma das mais queridas sagas de videogames.

Com uma onda de aclamação e uma classificação impressionante de mais de 90% no Rotten Tomatoes, a produção te leva para uma jornada inesquecível, e de muito sangue, pelos territórios radioativos de um mundo pós-apocalíptico.

Baseada no videogame de RPG Fallout: A Post Nuclear Role Playing Game lançado em 1997 pela Interplay Productions, a série segue uma realidade alternativa onde, após a Segunda Guerra Mundial, o avanço tecnológico da guerra gerou sérias consequências para uma troca nuclear apocalíptica, colocando a humanidade à beira de um colapso.

Duzentos anos após o apocalipse nuclear, os mais ricos conseguiram fugir para luxuosos abrigos subterrâneos chamados de Safehouse, mas agora são forçados a deixar os bunkers e enfrentar uma realidade brutal e violenta onde a radiação é apenas uma das grandes ameaças.

A série segue três personagens de origens completamente diferentes: Lucy (Ella Purnell), uma das moradoras do abrigo; Maximus (Aaron Moten), um jovem soldado da facção paramilitar Irmandade de Aço; e The Ghoul (Walton Goggins), um caçador de recompensas que esconde um passado misterioso enquanto sobrevive no deserto.

Sob a direção de Jonathan Nolan, conhecido por seu trabalho em Westworld, da HBO, Fallout não apenas captura a essência dos jogos, mas também a expande, oferecendo aos fãs e novatos uma experiência imersiva e emocionante.

Com uma excelente fotografia e efeitos visuais deslumbrantes, Fallout nos transporta para um mundo retrofuturista dos anos 50, misturado com os destroços da guerra nuclear. Os cenários meticulosamente projetados, combinados com uma trilha sonora cuidadosamente selecionada, criam uma atmosfera única e envolvente.

Cada detalhe, desde os itens e armas até os locais reconhecíveis dos jogos, é apresentado com muito zelo, garantindo uma experiência autêntica e imersiva para os espectadores.

Novo formato no Prime Video

A série já chegou ao catálogo com todos os 8 episódios, que completam a 1ª temporada. Embora a decisão de lançar todos os episódios de uma vez possa ter privado os espectadores de discussões e análises semanais, Fallout ainda é uma conquista notável para o Prime Video e uma das melhores adaptações de videogames já feitas (The Last Of Us, você tem concorrência)!

Ao capturar a essência dos jogos originais e expandir seu universo, a série oferece uma jornada emocionante para todos os públicos, digna de uma maratona inesquecível.

Além disso, é um convite para que qualquer pessoa, mesmo sem ter o conhecimento prévio dos jogos, possam emergir ao mundo de Fallout tranquilamente.

Disparo de vendas e sucesso de crítica e público

Após a estreia da série, os jogos de Fallout tiveram um pico inédito de vendas na Europa, fazendo com que o último jogo da franquia, lançado há quase dez anos, tivesse um aumento de 7.500% nas vendas e se tornasse o mais vendido em todo o continente. Dessas vendas, 69% foram para computadores, enquanto os 31% restantes se dividem entre PlayStation e Xbox.

Em relação à crítica, a série emergiu vitoriosa, conquistando mais de 90% de aprovação no sagrado santuário da crítica cinematográfica, o Rotten Tomatoes. Essa façanha é fundamentada em cerca de 86 avaliações, mas a jornada ainda pode se desdobrar conforme novas análises são lançadas no campo de batalha crítico.

Tal sucesso já garantiu uma segunda temporada, confirmada pelo Amazon Studios.

E a série inclusive ganhou um elogio de peso, de Tim Cain, o gênio por trás do icônico jogo “Fallout”, de 1997. Cain fez um vídeo para compartilhar suas impressões sobre a produção baseada no jogo, que não poupou elogios ao elenco e à atmosfera da série, que, segundo ele, captura perfeitamente a essência dos jogos.

Confira o trailer abaixo:

Fome de Sucesso: Filme asiático da Netflix traz boa reflexão sobre desigualdade social

Mundo da alta culinária, crítica social e produção asiática. A receita para o sucesso! Não à toa que o filme ‘Fome de Sucesso’ (Hunger, no original), também um sucesso de audiência na plataforma.

A trama mostra uma jovem e talentosa chef de cozinha chamada Aoy (Chutimon Chuengcharoensukying) que trabalha no restaurante de bairro de sua família, quando é abordada por um rapaz charmoso que a convida para trabalhar na equipe do prestigiado chef Paul (Nopachai Chaiyanam).

Reprodução/Netflix

Paul comanda sua cozinha com firmeza e oferece banquetes privados para os maiores figurões tailandeses. Aoy embarca em uma aventura por um lado de sua sociedade ao qual nunca teve acesso.

Em duras horas e meia de duração, o filme consegue mostrar uma crítica social dura, aborda diretamente a desigualdade social e o relacionamento entre patrões e empregados. Abusos físicos e psicológicos são mostrados, revelando a realidade cruel das grandes cozinhas.

Com certeza o time criativo da produção salva a trama de ser apenas “mais uma”, entre tantas. Dirigido por Sitisiri Mongkolsiri e roteirizado por Kongdej Jaturanrasamee (responsável por A Garota de Fora, outro hit tailandês da Netflix), a trama encontra respiros de originalidade ao traçar paralelos entre a alta gastronomia e o espetáculo da aristocracia, riqueza e da fama.

Uma ótima dica de filme para você curtir!

Assista ao trailer abaixo:

 

Dos mesmos criadores de Game of Thrones, esta série de Sci-Fi é a grande aposta da Netflix para 2024

A série “O Problema dos 3 Corpos”, uma adaptação do livro homônimo escrito por Cixin Liu, chegou ao catálogo da Netflix no último dia 21 de março, trazendo consigo a promessa de uma produção grandiosa para 2024.

Com a marca dos mesmos criadores de “Game of Thrones”, David Benioff e D. B. Weiss, esta série, que teve um investimento de US$160 milhões para a primeira temporada, sendo um custo de US$20 milhões por episódio, mergulha em uma trama complexa que mistura ficção científica, suspense e questionamentos filosóficos.

A história tem início na década de 1960, durante a Revolução Cultural Chinesa, onde a jovem astrofísica Ye Wenjie enfrenta uma série de desafios após a morte de seu pai. Condenada ao exílio, ela se envolve em um projeto militar secreto que a leva a tomar uma decisão de consequências catastróficas para a humanidade. Mais de quarenta anos depois, na Londres contemporânea, um grupo de jovens cientistas se vê envolvido em mistérios relacionados a suicídios inexplicáveis entre seus colegas e a revolução repentina na compreensão das leis da física.

Sci-Fi acessível

Uma das grandes conquistas da série é sua capacidade de traduzir os conceitos científicos complexos do livro para uma linguagem acessível, sem comprometer a profundidade da trama. A narrativa, dividida entre duas linhas temporais, mantém o espectador envolvido ao explorar temas como o contato com civilizações alienígenas e as consequências das escolhas humanas ao longo do tempo.

O elenco, encabeçado por nomes como Jess Hong, Liam Cunningham, Eiza González e John Bradley, entrega performances sólidas, mesmo que alguns personagens secundários pareçam menos desenvolvidos. As cenas visuais, desde os cenários no espaço até os momentos históricos retratados, são impressionantes e contribuem para a imersão na narrativa.

Entretanto, a série enfrenta críticas em relação à ênfase excessiva nos problemas pessoais dos protagonistas, que às vezes parecem desconectados do enredo principal envolvendo os alienígenas. Essa desconexão pode afetar a identificação do público com os personagens e a coesão da história como um todo.

Apesar das críticas, “O Problema dos 3 Corpos” apresenta uma produção ambiciosa e visualmente arrebatadora, que mergulha sem medo nas complexidades da ficção científica. Ao mesclar conceitos científicos com questionamentos filosóficos e dramas pessoais, a série convida o espectador a refletir sobre o lugar da humanidade no universo e as consequências de suas ações.

Ainda assim, grandiosa e brilhante, O Problema dos 3 Corpos é uma série que mergulha sem medo no mundo da ficção científica, apresentando conceitos, mistérios e reviravoltas que todo fã do gênero adora acompanhar.

Polêmica na China

O seriado deixou parte dos fãs na China furiosos, especificamente o público fiel ao partido comunista que não admite críticas ao passado violento e conturbado durante a fundação do regime atual.

As reclamações começam logo com a primeira cena, mostrando a revolução comunista liderada por Mao Tsé-tung em 1966. Naquele período o país foi consumido pelo caos e um banho de sangue nas ruas.

O governo chinês bloqueia o acesso a sites como a Netflix, mas o público consegue acessar a programação usando redes privadas virtuais ou filmes piratas.

A principal acusação é que a produção americana procura manchar a imagem da China perante a opinião pública mundial.

Renovada?

O Problema dos 3 Corpos tem 8 episódios nesta 1ª temporada. Benioff e Weiss já anunciaram que gostariam de produzir quatro temporadas ao todo, mas tudo depende de como a série será recebida pelo público.

Até o momento, não se sabe se a Netflix vai renovar a série para uma nova leva de episódios. Esperamos que sim!

Assista ao trailer abaixo:

”Duna Parte 2” é o destaque da semana nos cinemas de Goiânia

O filme que pode ser um dos mais aclamados dos últimos anos! Duna: Parte 2 finalmente estreia nos cinemas de Goiânia, e de todo o país, nesta quinta-feira (29/2).

Na segunda parte da epopeia de ficção científica, dirigida por Denis Villeneuve (Blade Runner 2049), Paul Atreides (Timothée Chalamet) se une a Chani (Zendaya) e aos Fremen enquanto busca vingança contra os conspiradores que destruíram sua família.

Como seu título sugere, o longa continua a história de Duna, também dirigido por Villeneuve, lançado em 2021. A ficção científica se baseia no livro homônimo (de 620 páginas!) escrito por Frank Herbert. Neste universo, a galáxia é organizada em feudos planetários. E Atreides, herdeiro da família governadora do planeta Arrakis, está prestes a se tornar uma espécie de messias para a galáxia.

Em entrevista, Villeneuve disse que o primeiro filme é “mais contemplativo” enquanto a segunda parte “é um filme de guerra épico e cheio de ação”. O cineasta também afirmou que a nova produção terá o mesmo final que o livro.

Críticas

As primeiras reações de “Duna: Parte 2” já foram publicadas e o longa recebeu 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, o principal agregador de críticas do cinema e TV. O resultado marca a melhor avaliação de um filme de Villeneuve.

Duna 2 promete mais ação, além de aprofundar ainda mais as motivações do protagonista e dar espaço para a personagem de Zendaya brilhar.

Confira a programação nos cinemas de Goiânia e assista abaixo ao trailer na íntegra:

 

*CineX Centro Cultural Oscar Niemeyer (2D Dub) [Sala 1] – 17h30

*CineX Centro Cultural Oscar Niemeyer (2D Leg) [Sala 1] – 21h45

Flamboyant (XD Leg) [Sala 1] – 18h| 21h30

Flamboyant (XD Dub) [Sala 1] – 14h30

Flamboyant (Leg) [Sala 7] – 19h15

Flamboyant (Leg) [Sala 8] – 20h20

Flamboyant (Dub) [Sala 8] – 16h50

Passeio das Águas (Dub) [Sala 1] – 19h10

Passeio das Águas (Dub) [Sala 4] – 14h30| 18h| 21h30

Passeio das Águas (Dub) [Sala 5] – 16h50| 20h20

Goiânia Shopping (2D Leg) [Sala 1] – 16h50| 20h10

Goiânia Shopping (2D Dub) [Sala 3] – 19h40

Goiânia Shopping (2D Leg) [Sala 4] – 14h| 17h20| 20h40

Shopping Cerrado (Dub) – 15h30| 19h| 22h30

Shopping Cerrado (Dub) – 14h| 17h30| 21h

Shopping Cerrado (Macro XE Dub) – 13h| 16h30| 20h

Shopping Bougainville (2D Dub) [sala 1] – 14h| 17h30| 21h

Shopping Bougainville (2D  Leg) [sala 4] – 14h15| 21h15

Shopping Bougainville (2D Dub) [sala 4] –  17h45

 

*Assinantes do Clube Curta Mais garantem descontos exclusivos na compra dos ingressos no CineX, no Centro Cultural Oscar Niemeyer. Clique AQUI para saber mais!

Conheça a aclamada série do Star+ que é considerada a ”nova Game of Thrones”

Uma das séries mais aguardadas do ano, “Xógum: A Gloriosa Saga do Japão” finalmente chega ao catálogo do Star+ nesta terça-feira, 27 de fevereiro, prometendo ser a resposta ao ”vazio” deixado por Game of Thrones. A trajetória até esse momento, no entanto, foi repleta de desafios e mudanças que moldaram a produção ao longo de quase 11 anos.

Em março de 2013, a Fox anunciou a adaptação do best-seller de James Clavell, originalmente transformado em uma minissérie de sucesso em 1980. Contudo, a produção enfrentou reviravoltas em seu desenvolvimento, resultando em atrasos significativos. Somente em 2018, a FX encomendou 10 episódios, enfrentando posteriormente atrasos adicionais devido à pandemia.

Gina Balian, executiva da FX responsável pelo departamento de minisséries, explicou à Variety os motivos dos atrasos e mudanças em Xógum. “Quando você está adaptando algo que já foi adaptado, tem que haver uma razão para isso”, disse, deixando claro que os envolvidos queriam que essa nova versão fosse inovadora e atual, não apenas repetição da minissérie de 1980. “Demorou um pouco para encontrar a voz certa para a série”.

Para Balian, os atrasos foram uma bênção, permitindo que “Xógum” se destacasse como uma narrativa inovadora.

Trama

A série segue a jornada do marinheiro britânico Jack Blackthrone, interpretado por Cosmo Jarvis, após naufragar no Japão feudal. Envolto em conflitos políticos e armamentistas, Jack se torna peça-chave nas ambições de Lord Toranaga, interpretado por Hiroyuki Sanada, de se tornar o Shogun.

A série mergulha no universo dos samurais e gueixas, explorando um Japão dividido por religiões e políticas durante a eclosão de uma guerra civil.

A ”nova Game of Thrones”

Quando Game of Thrones chegou ao fim, a busca por sua sucessora foi intensa. “Xógum: A Gloriosa Saga do Japão” surge como uma forte candidata para preencher esse vazio. A série oferece essa colisão entre duas culturas no Japão do século XVII, apresentando uma narrativa épica que pode rivalizar com a grandiosidade da trama de George R. R. Martin.

Criada por Rachel Kondo e Justin Marks, a produção busca introduzir a história a uma nova geração, mantendo sua essência épica. As comparações com Game of Thrones são evidentes, mas a abordagem única de “Xógum” se destaca. Alison Herman da Variety destaca o foco nas pessoas como o ponto unificador entre as duas séries, enquanto Nick Schager do The Daily Beast a considera a série mais épica desde Game of Thrones.

Críticas

Com uma aprovação impressionante de 100% no Rotten Tomatoes, a série está recebendo elogios fervorosos. A crítica destaca a habilidade do elenco, com Hiroyuki Sanada se destacando como uma presença comandante. A análise ressalta a política de fogo lento em jogo, embora alguns apontem para caracterizações superficiais devido ao grande elenco.

“Xógum é a série mais épica da TV desde Game of Thrones”, elogiou Nick Schager, do The Daily Beast.

“O substituto de Game of Thrones de 2024 pode ser o programa pelo qual esperamos 5 anos”, escreveu Greg Macarthur, do ScreenRant.

Já Amy West, do GamesRadar, escreveu: “Game of Thrones, se Game of Thrones se passasse no Japão feudal”.

A produção nem chegou, mas nós já a ”consideramos pacas”. A obra é elogiada por sua atmosfera tensa e considerada uma verdadeira obra-prima. Resta agora ao público confirmar se “Xógum” realmente se tornará a sucessora digna de Game of Thrones.

Não perca! Xógum: A Gloriosa Saga do Japão estreia nesta terça, 27, no Star+.

Confira o trailer abaixo:

As Marvels: elenco, enredo e repercussão de novo filme do MCU

O Universo Cinematográfico Marvel (MCU) sempre nos surpreende com novas aventuras, e “As Marvels” não é exceção.

Estrelando Brie Larson, Teyonah Parris e Iman Vellani, o filme já está disponível no Disney+, trazendo uma trama que une as icônicas heroínas Capitã Marvel, Ms.

Marvel e Monica Rambeau. Dirigido por Nia DaCosta, o filme promete uma jornada repleta de ação e emoção.

Apesar das controvérsias sobre sua recepção inicial, há muito a explorar sobre o enredo envolvente, o elenco estelar e as opiniões divergentes.

As Marvels: elenco, enredo e repercussão de novo filme do MCU

Foto: divulgação

Se você é fã do MCU ou apenas um apreciador de boas histórias, continue lendo para conhecer todos os detalhes desse lançamento.

Enredo de “As Marvels”: Uma Aliança Contra a Tirania Kree

O enredo se desenrola após eventos impactantes no planeta natal dos Kree, levando as heroínas a se unirem contra a tirana Dar-Benn, líder determinada a vingar-se da Capitã Marvel. Uma fenda temporal inesperada conecta os poderes das protagonistas, levando-as a uma batalha épica para salvar o universo.

Em Qual Fase do MCU “As Marvels” se Encontra?

Este é o 33º filme produzido pela Marvel Studios, inserido na Fase Cinco do MCU, que começou em 2023. A trama segue os eventos das séries Ms. Marvel e Invasão Secreta, além de ser uma sequência direta ao primeiro filme da Capitã Marvel.

Ao lado do trio principal, o filme conta com talentos como Samuel L. Jackson, Zawe Ashton, Gary Lewis, Seo-Jun Park e outros, dando vida a personagens marcantes.

Assista ao trailer abaixo:

Repercussão entre Público e Crítica

O filme recebeu avaliações diversas. Com uma pontuação de 5,6 no IMDb, 50 no Metacritic e 62% de aprovação no Rotten Tomatoes, as opiniões estão divididas. A crítica técnica elogiou a química entre as protagonistas, enquanto apontou problemas na trama, considerada desordenada por alguns.

Helen O’Hara, da Empire, elogiou o retorno ágil e divertido do MCU, embora não o considere um ponto alto. Barry Hertz, do New York Times, teve uma visão mais crítica, apontando problemas na qualidade dos filmes da Marvel Studios.

Meninas Malvadas (2024) é um ‘refresh’ desnecessário para o clássico de 2004, mas ainda bem-vindo

Alguns filmes se tornam tão memoráveis que é quase impossível imaginar um remake ou uma continuação. Isso acontece com o clássico Meninas Malvadas (2004), do diretor Mark Waters, que é a comédia adolescente perfeita para os tempos em que foi lançado.

O longa, estrelado pela jovem (na época, em ascensão) Lindsay Lohan, possui cenas tão marcantes que já se tornaram parte da cultura pop. Afinal, “tão barro” se tornou um adjetivo recorrente dos jovens da casa dos 20 anos e já é natural usar rosa às quartas-feiras, muitas vezes, inconscientemente.

Imaginar uma nova versão de um filme tão presente em nossa memória, com uma trama tão clara e ‘quase perfeita’, é quase como um pesadelo. Alterar uma obra de arte intocável parecia ser um risco, que foi assumido em 2024, 20 anos após o clássico, pelo duo de diretores Samantha Jayne, Arturo Perez Jr.

E que risco! Por se tratar de algo tão visível na memória, já era evidente a dificuldade, mas os riscos aumentam ainda mais quando decidem transformar a obra em um musical — spoiler: é o que fizeram aqui.

As novas Meninas Malvadas
A atriz australiana Angourie Rice teve a difícil missão de assumir a protagonista Cady Heron, originalmente de Lohan. Mas a jovem atriz não ficou devendo muito, apresentando uma versão única da personagem, sem tentar parecer uma cópia. A Cady de Angourie tem seus próprios anseios e medos e não se prende a versão anterior. A nova persona, diferente da versão de 2004, é mais inocente e ingênua, enquanto no filme anterior, Cady aparentava estar mais perdida no ambiente escolar, do que ingênua.

Um ponto a ser destacado é que, em Meninas Malvadas (2004), toda a transição de Cady para se tornar uma ‘Poderosa’ — nome dado ao grupo de patricinhas populares da escola — é mais sutil. Cady aos poucos introduz peças do guarda-roupa novas em seu guarda-roupa e muda sua postura e penteado. O que não acontece aqui, pois ainda que essa ideia seja transmitida, na prática, a Cady ‘nerd’ se torna ‘Poderosa’ em poucas cenas de diferença, tornando tudo mais brusco.

Nova versão de "Meninas Malvadas" reproduz cenas clássicas do original — Foto: Reprodução

Nova versão de “Meninas Malvadas” reproduz cenas clássicas do original — Foto: Reprodução

A icônica vilã Regina George, interpretada em 2004 por Rachel McAdams, dessa vez foi encarnada por Reneé Rapp, conhecida por atuar anteriormente em ‘A Vida Sexual das Universitárias’, série da HBO.

A nova versão foi um refresh necessário para a personagem, que anteriormente, ainda que má, possuía todo um tom cômico e escrachado. A Regina George de Rapp, ainda que cômica, é feroz, má e tem um olhar perfurante. Uma versão muito mais ameaçadora da personagem, o que foi impulsionado pelo fator ‘musical’ do longa, com uma música tema que passa toda a imponência da personagem.

Regina George neste longa é tão boa e tem todos os holofotes para si em qualquer cena que apareça. Não por acaso, diferente de 2004, desta vez, a vilã é tão protagonista (ou até mais) quanto Cady. Regina George estampa capas e banners de vários materiais de divulgação do filme, coisa que não aconteceu na versão original, que tinha todo o destaque para a Cady de Lindsay Lohan.

Outro ponto é a excelente escolha da atriz! Diferente de Rachel McAdams, com seus 1,63m de altura, a Regina de Reneé Rapp é alta, com 1,70m de altura e muitos saltos altos. A nova personagem passa um ar muito mais ‘fodona’ — como ela mesmo se intitula em sua canção “Meet the Plastics”. O figurino da personagem também passa essa impressão, a ameaça é ainda maior. Com roupas menos ‘patricinhas’ — ainda que presentes — e muito mais ‘gostosona’, ‘superior’.

As “Poderosas” ganham uma roupagem única — Foto: Reprodução

Os outros personagens do filme tem pontos positivos e negativos. As outras duas poderosas, Gretchen e Karen, aqui interpretadas por Bebe Wood e Avantika Vandanapu respectivamente, são interessantes, mas nada que melhore a experiência. Bebe Wood apresenta uma versão mais humana da personagem, que ainda cômica, tem medos e anseios. Já a Karen de Avantika Vandanapu, pode ser considerada um ponto negativo do filme. Diferente da interpretação de 2004 de Amanda Seyfried, que era ‘burrinha’ e engraçada, a nova Karen é no sentido mais claro da palavra: lesada. Ela é burra em níveis surpreendentes, tirando toda a imersão da personagem e do filme. Com falas desconexas e irreais, e expressões faciais ainda piores.

A dupla Janis e Damian, em 2004 interpretados por Lizzy Caplan e Daniel Franzese, dessa vez fica por conta de Auli’i Cravalho e Jaquel Spivey, que entregam bons personagens. Que não são melhores ou piores que as versões anteriores, mas cumprem o papel de forma bem feita, sem muitas surpresas.

Cady e “As Poderosas” – Foto: Reprodução

Meninas Malvadas: o musical
Alguns amam, outros odeiam, mas a novidade é essa: Meninas Malvadas (2024) agora é um Musical. Assim mesmo, com M maiúsculo. Boa parte do filme é incorporada por cenas musicais, com trocas de cenários e coreografias mirabolantes. Goste ou não, a ideia foi sim muito bem-vinda. Como dito anteriormente, seria um desafio e tanto reproduzir um clássico tão memorável de forma fidedigna com o ‘copiar e colar’. A mudança para um musical foi uma forma de se diferenciar e evitar comparações diretas (ainda que este texto seja um longa e incessante comparação).

As músicas são ótimas e muitas vão grudar em sua cabeça, principalmente os monólogos de Regina George, onde a atriz e excelente Reneé Rapp arrasa em vocal, performance e interpretação.

Uma nova roupagem
As comparações são claras e seria difícil falar sobre este filme sem lembrar do anterior. A direção e roteiro conseguiu adaptar bem a história de forma fiel e criativa, dentro do possível.

As mudanças foram bem-vindas, com direito a tudo, desde novos figurinos a adaptações para os tempos atuais. Em 2004, por exemplo, não existia o Instagram e aqui, ele é presente, muuuuito presente.

Meninas Malvadas (2024) conseguiu renovar algo que não precisava ser renovado, pois o longa original ainda era muito atual, mas ainda assim, a nova versão é bem-vinda, principalmente para a nova geração que está acostumada com internet e muitos likes.

Descubra a comédia romântica da Netflix que desvenda sabores e aromas da Toscana e que deixou público apaixonado

“Somente uma reforma completa pode fazer uma grande casa.” Essa é a metáfora que permeia o filme “Sob o Sol da Toscana” (Under the Tuscan Sun), uma adaptação do livro de memórias de Frances Mayes, dirigida por Audrey Wells, que é sucesso na Netflix. Lançado em 2003, o filme é uma jornada emocional que nos leva a explorar não apenas as belezas da paisagem toscana, mas também a busca por reconstrução pessoal e a redescoberta da vida após adversidades.

“Sob o Sol da Toscana” nos apresenta Francês (interpretada de maneira encantadora por Diane Lane), uma escritora que enfrenta uma série de reviravoltas em sua vida. Após um doloroso divórcio, ela decide comprar uma villa na Toscana, na Itália, na esperança de encontrar um novo começo. A villa, apesar de estar em um estado precário, encanta Frances com seu charme e potencial.

A direção de arte e a cinematografia do filme capturam magistralmente a beleza da Toscana, com suas colinas ondulantes, vinhas intermináveis e arquitetura rústica. O cenário deslumbrante torna-se um personagem por si só, proporcionando um ambiente que nutre o processo de cura de Frances.

Uma jornada pela autodescoberta em  “Sob o Sol da Toscana”

O filme é muito mais do que uma simples história de reforma de propriedade. É uma jornada de autodescoberta e recomeço. Frances se esforça para reconstruir sua villa, o que se traduz metaforicamente em sua própria reconstrução pessoal. Ela aprende a lidar com desafios inesperados, como infiltrações, reformas intermináveis e a solidão de um novo país.

Diane Lane entrega uma atuação cativante como Frances. Ela consegue transmitir a gama completa de emoções de sua personagem, desde a tristeza profunda até a alegria exuberante. Sua jornada de autodescoberta é crível e comovente, tornando-a uma protagonista com a qual é fácil se identificar.

“Sob o Sol da Toscana” é uma obra cinematográfica que se destaca por sua habilidade em capturar os encantos da Itália, não apenas visualmente, mas também por meio dos sabores e cores que permeiam a narrativa. Aqui, vamos explorar as ricas nuances das cores e dos sabores da Itália no filme:

Cores Vibrantes:

O filme é uma verdadeira celebração das cores vivas da Itália. A cinematografia habilmente retrata a paisagem da Toscana, com suas colinas verdes exuberantes, campos de girassóis dourados e vinhas que se estendem até onde a vista alcança. O contraste entre o azul intenso do céu e o verde da paisagem é hipnotizante. Essas cores naturais se fundem com as fachadas coloridas das casas rurais e das cidades italianas, criando uma paleta visual deslumbrante que cativa os espectadores.

Sabores da Gastronomia Italiana:

A gastronomia italiana é uma parte central da narrativa. As refeições preparadas com produtos locais frescos são uma verdadeira festa para os sentidos. Os pratos são cuidadosamente elaborados, desde massas artesanais até azeites de oliva extra virgens. O filme nos leva a uma jornada culinária, com cenas que mostram Frances e seus amigos desfrutando de refeições à mesa, regadas a vinho local. A comida não é apenas um elemento decorativo, mas sim um meio de expressão cultural e conexão entre personagens. Os espectadores podem quase sentir o aroma das refeições enquanto assistem.

Interações com os Locais:

Além dos sabores, as interações calorosas com os habitantes locais também enriquecem a experiência. O filme retrata a hospitalidade italiana, mostrando como os personagens principais são recebidos de braços abertos pela comunidade local. Essas interações oferecem uma visão autêntica da cultura italiana, destacando a importância das relações humanas e do senso de comunidade.

Em resumo, “Sob o Sol da Toscana” é uma celebração não apenas da beleza visual da Itália, mas também dos sabores e das cores que a tornam uma experiência sensorial única. Através das paisagens deslumbrantes, da gastronomia cativante e das interações calorosas, o filme nos transporta para o coração da cultura italiana, deixando uma impressão duradoura de seus encantos.

 

O bom elenco de   “Sob o Sol da Toscana”

O filme “Sob o Sol da Toscana” é enriquecido por um elenco talentoso que desempenha papéis de apoio cruciais, contribuindo para a riqueza da narrativa. Aqui, destacamos alguns dos membros notáveis do elenco de apoio:

Sandra Oh como Patti:

Sandra Oh traz sua notável presença para o filme, retratando o papel de Patti, a melhor amiga de Frances. Sua atuação é uma adição bem-vinda à trama, injetando doses de humor e autenticidade. Patti é a amiga leal de Frances que a incentiva a seguir em frente e abraçar a vida na Toscana. A química entre Sandra Oh e Diane Lane (Frances) é palpável, tornando suas interações naturais e envolventes.

Lindsay Duncan como Catherine:

Lindsay Duncan interpreta Catherine, uma escritora que se torna amiga de Frances durante sua jornada na Toscana. Catherine é uma personagem fascinante que vive sua vida de forma independente e inspira Frances a buscar sua própria independência e autodescoberta. Lindsay Duncan entrega uma atuação sólida, trazendo complexidade ao papel e compartilhando uma química convincente com Diane Lane.

Elenco Diversificado:

Um aspecto notável do filme é a diversidade do elenco de apoio. Personagens de diferentes origens e personalidades são apresentados ao longo da história, refletindo a natureza acolhedora e inclusiva da Toscana. Essa diversidade adiciona camadas à narrativa, destacando como pessoas de diferentes partes do mundo podem encontrar um lar na região italiana. O elenco diversificado contribui para a autenticidade da experiência, criando um ambiente rico em interações culturais e humanas.

Em conjunto, o elenco de apoio de “Sob o Sol da Toscana” desempenha um papel fundamental em enriquecer a trama e trazer profundidade aos relacionamentos explorados no filme. Suas atuações cativantes e a química entre os membros do elenco contribuem para tornar a experiência cinematográfica ainda mais memorável e envolvente.

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Opinião do Público e Crítica sobre  “Sob o Sol da Toscana”

“Sob o Sol da Toscana” recebeu uma recepção mista da crítica, com algumas críticas elogiando a atuação de Diane Lane e a beleza da Toscana, enquanto outras consideraram a trama previsível. No entanto, o filme conquistou o coração do público com sua história envolvente e suas paisagens deslumbrantes.

A recepção de “Sob o Sol da Toscana” por parte do público e da crítica revela uma variedade de perspectivas sobre o filme, destacando seus pontos fortes e eventuais críticas.

Opinião da Crítica:

  • Elogios à Atuação de Diane Lane: Um dos aspectos mais elogiados pela crítica foi a atuação de Diane Lane como Frances. Sua interpretação cativante e emocionalmente envolvente foi destacada como um dos pontos altos do filme.
  • Beleza da Toscana: A cinematografia do filme, que captura a deslumbrante paisagem da Toscana, também recebeu elogios consistentes. A forma como o cenário se torna um personagem por si só foi apreciada pelos críticos.
  • Narrativa Previsível: Por outro lado, algumas críticas mencionaram que a trama do filme pode ser previsível e seguir certos tropos do gênero de drama romântico. Isso pode ter levado a uma sensação de falta de surpresa para alguns críticos.

Opinião do Público:

  • Atração pela História Envolvente: O público em geral pareceu ser atraído pela história de recomeço e autodescoberta de Frances. Muitos espectadores encontraram a narrativa inspiradora e tocante.
  • Encanto com as Paisagens Italianas: A beleza da Toscana, conforme retratada no filme, cativou o público. As cenas deslumbrantes da região italiana evocaram um forte senso de escapismo e apreciação pela cultura e natureza locais.
  • Identificação com a Protagonista: A personagem Frances, interpretada por Diane Lane, conquistou a simpatia do público. Sua jornada de superação e transformação ressoou com muitos espectadores que enfrentaram desafios em suas próprias vidas.
  • Variedade de Opiniões: É importante notar que a recepção do público foi diversificada. Alguns espectadores podem ter encontrado o filme comovente e inspirador, enquanto outros podem ter sido menos impactados pela trama.

No geral, “Sob o Sol da Toscana” parece ter conquistado uma base de fãs dedicada que aprecia a combinação de atuação sólida, cenários deslumbrantes e uma história que fala sobre redescoberta e recomeço. Ao mesmo tempo, a diversidade de opiniões destaca que a experiência cinematográfica é subjetiva, e o filme pode ressoar de maneiras diferentes com diferentes públicos

 

Em “Sob o Sol da Toscana”, somos levados a uma jornada de redescoberta e renovação através dos olhos de Frances. O filme nos lembra da beleza da Itália, da importância da amizade e da capacidade de recomeçar mesmo quando a vida nos surpreende com desafios inesperados. É uma obra que aquece o coração e nos convida a sonhar com a possibilidade de encontrar alegria e significado mesmo nas circunstâncias mais difíceis.

 

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Após 23 anos, A Fuga das Galinhas apresenta um roteiro frágil, mas divertido

Após 23 anos do clássico filme dos anos 2000, “A Fuga das Galinhas: A Ameaça dos Nuggets” chega com uma revisão atualizada da história das galinhas fugitivas. Lançado pela Netflix, o filme de Ginger — a líder das galinhas — que vive num paraíso aviário isolado em uma ilha (como vimos no filme anterior), se tornou mãe de Molly, uma pequena franguinha com ares de aventureira.

Para os mais esquecidos, a trama começa fazendo um breve resumo do filme anteriores — uma ótima estratégia para aqueles mais esquecidos que não se lembram bem como a história terminou. Logo, Molly que não aceita qualquer resposta, decide sair dos limites da ilha e conhecer uma granja de “galinhas felizes”. Assim a trama se desenrola, com Ginger e as galinhas do paraíso aviário tentando resgatar a inocente franguinha, das garras da granja.

O filme tece uma crítica às empresas alimentícias que vendem a ideia de “Fazenda Feliz”, onde animais não são maltratados. Mas no final, acabam como todas as outras: com animais mortos ou explorados. Esse modelo de granja se popularizou nos últimos anos e foi usado para atrair pessoas que são contra a crueldade com os bichos.

O oposto do filme dos anos 2000, dessa vez, a trama gira em torno de “adentrar” a uma granja, dessa vez, atualizada com as tecnologias atuais, fazendo com que as aves enfrentem desafios ainda maiores.

A Fuga das Galinhas

Foto: Divulgação

A volta das galinhas
Personagens clássicos já conhecidos voltam à trama, com a mesma personalidade vista anteriormente. O que é um ponto a ser elogiado, visto que muitos filmes que demoram anos para receber uma sequência, acabam se perdendo em pontos simples, como identificar os personagens com que trabalha.

O filme consegue se manter atualizado, em uma história — que ainda que não tão chamativa quanto a do primeiro capítulo — onde consegue se mostrar atual, com críticas à sociedade e viés político, com o tom irônico e infantilizado, sem parecer uma propaganda social. “A Fuga das Galinhas: A Ameaça dos Nuggets” é uma sequência muito bem adaptada para o ano em que foi lançado.

A granja da Netflix
Congelado por anos, a sequência de “A Fuga das Galinhas” não havia saído do papel por muitos anos. Quando a gigante do streaming, Netflix, comprou os direitos da história de Ginger, houve uma certa desconfiança do público.

Isso porque a Netflix tem tido um histórico não tão favorável de lançamentos em seu catálogo. Ora com acertos, ora com erros. Nunca é possível saber o próximo passo da gigante americana.

Para o alívio de todos, ainda que não seja digno de aclamação, “A ameaça dos Nuggets” mostrou um saldo positivo no fim das contas.

O roteiro
O filme não traz uma narrativa muito inovadora e segue o mesmo modelo do primeiro: um bando de galinhas que têm que lutar contra a granjeira malvada. Apesar de não inventar a roda, os roteiristas Karey Kirkpatrick, Rachel Tunnard e John O’Farrell conseguiram entregar um bom feijão com arroz, ou melhor, uma boa galinhada.

Um ponto negativo talvez seria as coincidências surpreendentes da trama, como por exemplo, ironicamente a dona da “fazenda feliz” ser a Sra. Tweedy, vilã do primeiro filme. Ou personagens carregarem em seus bolsos (com espaços infinitos, aliás), todas e quaisquer ferramentas necessárias. Entretanto, devemos desligar a chavinha e apenas mergulhar na experiência de uma animação despretensiosa.

A fuga das galinhas

Sra. Tweedy, vilã do primeiro filme e segundo filme — Foto: Divulgação

Visual
“A Fuga das Galinhas” de 2000 foi, na época, e segue até hoje, como o título de filme em stop motion com maior bilheteria da história. Não por acaso, mesmo com tanto tempo, o filme segue sendo super atual quando se trata de seu aspecto visual. O que não foi diferente para o segundo título da saga.

“A Ameaça dos Nuggets” conseguiu aprimorar ainda mais o que já foi bem feito anteriormente. A animação em stop motion continua bonita, e com cores ainda mais vivas. Misturando aspectos em animação, stop motion e objetos reais, o filme encanta ainda mais os olhares mais cautelosos.

Há futuro no galinheiro?
O filme finaliza com uma só questão: é possível fazer bem, sem precisar inovar demais, mas até quando? O filme é bom, mas em uma possível sequência, essa trama de fugir/entrar em um galinheiro pode parecer batido. Então, ainda que não seja um defeito aqui, pode se tornar uma armadilha no futuro.

Finalizando em aberto, o longa pode chegar até mesmo a ter uma sequência, ou quem sabe, uma série na Netflix. O importante agora, é saber que é preciso ser cauteloso na hora de montar o próximo capítulo da história aviária. Afinal, nem tudo é sobre encher o papo da galinha!

“A Fuga das Galinhas: A Ameaça dos Nuggets” já está disponível na Netflix.

Sandra Bullock e Channing Tatum Brilham em ‘Cidade Perdida’, o romance de ação da Netflix que todo mundo está assistindo e comentando

 

As comédias românticas são um gênero que já viveu seu auge nas décadas de 90 e 2000, com grandes musas do cinema, como Meg Ryan, encantando audiências do mundo inteiro com histórias de amor que tocavam corações e nos faziam suspirar. Entre um filme e outro protagonizado por Meg Ryan, duas estrelas surgiram como as principais representantes do subgênero: Julia Roberts e Sandra Bullock.

No entanto, com o passar dos anos, as comédias românticas começaram a seguir fórmulas clichês e previsíveis que acabaram por cansar o público. Essas produções foram desaparecendo lentamente dos cinemas, e as poucas que eram realizadas muitas vezes estreavam diretamente nas plataformas de streaming, repetindo fórmulas já conhecidas e ultrapassadas, o que acabou por desvalorizar o subgênero.

Entretanto, havia uma necessidade de demonstrar que as comédias românticas ainda tinham vida e podiam encontrar seu público e sucesso. Foi então que Sandra Bullock, uma das estrelas mais carismáticas de Hollywood, decidiu voltar aos cinemas para realizar essa proeza, e o fez com maestria.

Cidade Perdida finalmente estreou na Netflix e trouxe uma lufada de ar fresco ao misturar de maneira ideal e brilhante a comédia romântica com elementos de ação, aventura e drama. O resultado é uma produção que nos lembra os clássicos filmes que costumávamos assistir na Sessão da Tarde, nos quais nos encantávamos com aventuras emocionantes, como o icônico A Múmia.

Nesse retorno triunfal, Sandra Bullock assume o papel de Loretta Sage, uma autora amargurada que escreve sobre lugares exóticos em seus populares romances de aventura, cujas capas são estreladas por um belo modelo chamado Alan, interpretado por Channing Tatum. Alan dedicou sua vida a personificar o personagem herói, “Dash”, das histórias de Loretta.

Durante a turnê de promoção de seu novo livro, Loretta é raptada por um bilionário excêntrico, interpretado por Daniel Radcliffe, que a força a guiar sua busca pelo tesouro da cidade perdida mencionada em seu livro mais recente. Para provar que é possível ser um herói na vida real, não apenas nas páginas dos livros, Alan parte em uma jornada arriscada para resgatá-la.

Forçados a viver uma aventura épica na selva, esse par improvável precisa trabalhar junto para sobreviver e encontrar o antigo tesouro antes que ele seja perdido para sempre.

O grande destaque do filme é, sem dúvida, a química e o carisma de Sandra Bullock e Channing Tatum. Quando esse casal está em cena, somos presenteados com diálogos impagáveis e um humor inteligente que arranca gargalhadas. Aos 57 anos, Bullock está mais deslumbrante e à vontade do que nunca, mesmo quando usa o tão comentado e desconfortável macacão de lantejoulas. Tatum, por sua vez, cria um personagem hilário e cativante que conquista a audiência.

Daniel Radcliffe surpreende com sua atuação como um vilão maquiavélico e charmoso, afastando-se de sua imagem de “Harry Potter” e provando ser um ator multifacetado. E, embora a participação de Brad Pitt seja curta, ela é uma das melhores e mais divertidas surpresas do filme, simplesmente impagável.

A roteirista Dana Fox, conhecida por seu trabalho em Jogo de Amor em Las Vegas, inova o subgênero das comédias românticas com uma história envolvente e personagens cativantes. Ela cria piadas genuinamente engraçadas e momentos icônicos, que são dirigidos de maneira brilhante pela dupla Adam e Aaron Nee, responsáveis por Band of Robbers. Esses diretores sabem como entreter e extrair o melhor de seus atores.

Cidade Perdida pode não reinventar a roda, mas certamente surpreende. Com uma trama rebuscada e um elenco de estrelas, o filme nos presenteia com uma produção deliciosa que nos deixa com um sorriso no rosto e de bom humor – algo que é especialmente valioso nos tempos que estamos vivendo.

Em resumo, Cidade Perdida, estrelado por Sandra Bullock e Channing Tatum, é uma verdadeira joia que reacende a chama das comédias românticas ao misturar com maestria elementos de ação, aventura e comédia. Uma jornada emocionante e divertida que merece ser apreciada. E agora, com a chegada à Netflix, todos têm a oportunidade de se apaixonar por essa produção encantadora. Não deixe de assistir!

Os Mercenários 4: tudo que você precisa saber sobre o novo filme

O quarto capítulo da franquia de ação “Os Mercenários 4” chega aos cinemas com a missão de elevar a franquia a um novo nível, introduzindo novos personagens e liderança ao time. No entanto, essa mudança nas expectativas do público em relação a filmes de ação levanta questionamentos sobre se a série não deveria ter encerrado no auge. Vamos falar sobre tudo, continue lendo!

A saga “Os Mercenários” sempre foi conhecida por seu tom divertido e intensas cenas de ação, mas esta quarta edição parece não justificar sua própria existência. Sob a liderança de Sylvester Stallone, reprisando seu papel como Barney Ross, o filme promete introduzir uma nova geração de agentes, embora essa ideia raramente pareça genuína.

Para os fãs de ação desenfreada, os primeiros momentos do filme são satisfatórios, com explosões, cenas sangrentas e acrobacias impressionantes. No entanto, logo se percebe a falta de cuidado nos efeitos especiais. Apesar disso, esses momentos servem para apresentar os novos antagonistas.

Com a inclusão de nomes como Megan Fox, 50 Cent e Jacob Scipio, juntamente com o retorno de rostos familiares, como Randy Couture e Jason Statham, o filme reúne um elenco para uma missão brutal: desvendar a identidade de uma mente criminosa e evitar uma potencial Terceira Guerra Mundial.

 

Assista ao trailer:

 

Infelizmente, os novos personagens não conseguem se destacar em meio às constantes explosões. Megan Fox, por exemplo, não tem a oportunidade de explorar plenamente seu potencial, enquanto 50 Cent principalmente serve como um meio para explicar conceitos e histórias passadas. Jacob Scipio interpreta o filho de um personagem anterior, mas não tem muitos momentos significativos na trama.

Um aspecto interessante de “Os Mercenários 4” é sua abordagem semelhante a um videogame, especialmente nas cenas de tiroteios e combates corpo a corpo. Muitas das batalhas se assemelham aos grandes jogos de ação triple A, como Uncharted e Call of Duty, o que adiciona um elemento divertido ao filme.

No entanto, no geral, “Os Mercenários 4” parece tentar levar sua narrativa mais a sério do que as edições anteriores. A dinâmica e a camaradagem entre os personagens de Lee e Barney proporcionam força à narrativa, mas o filme não corresponde às expectativas após nove anos desde o último filme da franquia.

 

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Foto de Capa:  Divulgação

Justin Timberlake desafia o relógio da morte em filme que está bombando na Netflix

E se você parasse de envelhecer aos 25 anos e o único recurso que determinasse o tempo restante de sua vida fosse as horas, minutos e segundos no relógio de seu pulso? O intrigante “O Preço do Amanhã”, disponível na Netflix, nos convida a uma jornada futurista onde a moeda mais valiosa é o tempo.

Em um mundo onde o envelhecimento foi geneticamente interrompido, a desigualdade nunca foi tão acentuada. Os ricos, nadando em horas e décadas, vivem no luxo, enquanto os pobres, em bairros degradados, batalham diariamente por mais 24 horas. É um retrato desconfortável e, infelizmente, muito similar ao nosso sistema atual, substituindo “dinheiro” por “tempo”.

Justin Timberlake, com uma performance memorável, dá vida a Will Salas, um jovem que, após uma reviravolta do destino, se vê com tempo demais em mãos e um sistema para desafiar. Junto com Sylvia (Amanda Seyfried), filha de um magnata do tempo, eles embarcam em uma missão perigosa e reveladora.

Por trás das perseguições e do romance florescente entre Will e Sylvia, há uma crítica profunda à sociedade, ao valor que damos ao tempo e à constante disparidade entre ricos e pobres. Com uma premissa criativa, o diretor Andrew Niccol não apenas oferece entretenimento, mas também reflexão.

Outras atuações notáveis incluem Cillian Murphy, como um implacável Guardião do Tempo, e Olivia Wilde, em um papel curto, mas emocionante.

Embora tenha recebido críticas mistas em seu lançamento, o fato de “O Preço do Amanhã” estar ressurgindo no ranking da Netflix é testemunho de sua relevância e apelo duradouro. Em uma era onde cada segundo conta, este filme serve como um lembrete oportuno para refletirmos sobre o verdadeiro valor do nosso tempo.

Para os amantes de ficção científica e aqueles que buscam algo mais do que apenas entretenimento, este filme é imperdível. E para quem busca outros títulos do gênero, a Netflix oferece uma variedade crescente que não decepciona.

Em conclusão, “O Preço do Amanhã” não é apenas um thriller futurista, é uma janela para nossos próprios dilemas sociais e a pergunta constante: O que você faria se o tempo estivesse realmente acabando?