Novo óculos inteligente do Meta roda jogos e transmite o que o usuário vê

Nesta quarta-feira (27), Mark Zuckerberg, bilionário fundador da empresa Meta, apresentou sua nova geração de óculos inteligentes, nomeada de Meta Quest 3.

Em parceria com a Ray-Ban, os óculos terão a capacidade de fazer transmissões para o Facebook e Instagram mostrando o que o usuário vê, além de conseguir rodar jogos de xbox, necessitando somente de um controle auxiliar! Com uma nova tecnologia, sua principal novidade é essa maneira de integrar elementos virtuais com o ambiente físico que vivemos.

“Você pode tocar um piano virtual em sua mesa de centro ou abrir um portal para outra dimensão diretamente na sua sala de estar. Tudo isso enquanto o Passthrough colorido e de alta fidelidade mantém o ambiente físico à vista com mais de 10 vezes mais pixels em comparação com o Meta Quest 2”, explica o comunicado divulgado pela Meta.

Em comparação às versões anteriores, que só conseguiam postar fotos nas redes, a nova geração vem com melhorias em diversas áreas, desde a tela, que recebeu um aumento de quase 30% na resolução, até ao tempo de carregamento e conforto ao usuário.

Os óculos foram apresentados por Mark durante o Meta Connect, o maior evento feito pela empresa, e serão comercializados a partir do dia 17 de outubro, nos Estados Unidos. Os valores em real ainda não foram divulgados, mas em dólar, o produto custará a partir de $500 a versão de 128 GB.

META Artificial Intelligence

Especialista em inteligência artificial, a Meta anunciou também o seu próprio “ChatGPT”, com o nome de Meta AI. Segundo Mark, ele poderá desenvolver imagens foto-realistas e de outros estilos, além das respostas padrão de texto. Com informações em tempo real, a AI vai ser lançada em parceria com o Bing, da Microsoft.

Com o andamento do projeto “metaverso”, a empresa criou um conjunto com 28 chatbots com personalidades diferentes, com as vozes de celebridades americanas como Snoop Dogg ou Tom Brady. Com o objetivo de demonstrar a capacidade dessa ferramenta, Mark pretende desenvolver uma plataforma em que as pessoas usem esses robôs como uma espécie de avatar para o Metaverso.

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ChatBot de Snoop Dogg

 

Com a tecnologia do novo chipset Snapdragon XR2 Gen 2, o novo headset da Meta foi lançado para competir com a versão mais cara da Apple, o Vision Pro, que custa cerca de $3.500. 

Os produtos da Meta não são vendidos no Brasil e não possuem uma precificação em Real, mas é possível comprá-los em dólar nas lojas dos Estados Unidos aos interessados.

 

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Foto de Capa: ZDnet

Mark Zuckerberg anuncia demissão em massa na Meta, dona do Facebook

O presidente-executivo da Meta (dona de Facebook, Instagram e WhatsApp), Mark Zuckerberg, anunciou, nesta quarta-feira (9), a demissão em massa de mais de 11 mil pessoas, o que representa 13% de sua força de trabalho – o maior corte de sua história até hoje.

Em seu último relatório, a Meta reportou um total de 87 mil funcionários ao redor do mundo. Só nos últimos dois anos, a empresa adicionou mais de 27 mil pessoas aos times, aproveitando o crescimento que a internet e as redes sociais registraram durante a pandemia.

No Brasil, funcionários foram informados que foram demitidos por e-mail, que chegou depois do comunicado oficial emitido pela empresa no site.

“Decidimos remover o acesso da maioria dos sistemas da Meta para as pessoas que estão saindo hoje, dada a quantidade de informação sensível. Mas vamos manter os e-mails ativos por hoje para que todos possam dizer adeus”, disse Zuckerberg.

Além das demissões, o CEO disse que novas contratações vão continuar congeladas ao longo do primeiro trimestre de 2023, e que novas medidas para cortar gastos serão anunciadas.

Em outubro do ano passado, a empresa trocou o nome de Facebook para Meta e investiu bilhões de dólares na criação de um metaverso —um mundo virtual que usa realidade aumentada, em que as pessoas poderiam trabalhar, socializar e jogar. A tecnologia, no entanto, ainda não decolou, e há dúvidas se algum dia irá.

Facebook é multado em R$ 6,6 milhões por vazamento de dados

O Facebook foi condenado pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) a pagar uma multa de R$ 6,6 milhões por ter vazado dados de usuários brasileiros. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, a multa poderá ser reduzida em até 25% “caso a rede social não recorra da decisão“.

Os dados dos usuários foram repassados em 2018 à empresa de consultoria de marketing político “Cambridge Analytica”, contratada para ajudar na campanha eleitoral de Donald Trump, ex-presidente dos Estados Unidos.

Segundo o MJ, há estimativas sugerindo que 443 mil brasileiros tiveram seus dados vazados, em meio às 87 milhões de contas vítimas do vazamento, que resultou no envio de conteúdos políticos relacionados ao então candidato norte-americano.

Ainda naquele ano, a investigação concluiu que o compartilhamento ilegal de dados se dava por meio da instalação de um aplicativo de teste de personalidade, o ‘This Is Your Digital Life’. Por apresentar falhas ao informar sobre as configurações de privacidade, a Senacon entendeu que o Facebook cometia prática abusiva com os usuários e, por isso, aplicou a multa de R$ 6,6 milhões”, informou, em nota, o MJ.

Ainda segundo a pasta, apesar de, em julho de 2022, a própria Senacon ter anulado a condenação, “para garantir a ampla defesa do Facebook”, a empresa continuou a afirmar que não havia indícios de que dados dos brasileiros teriam sido transferidos à Cambridge Analytica e que, portanto, “não haveria que se falar em mau uso ou exposição indevida desses dados”.

Diante das alegações, que não foram aceitas pela Senacon, a multa foi então restabelecida.

 

*Agência Brasil

Foto: Pixabay

Saiba como Mark Zuckerberg gasta sua fortuna de R$ 329 bilhões

A fortuna do fundador e CEO da Meta, Mark Zuckerberg, ultrapassou US$ 100 bilhões no ano passado, tornando-o uma das 10 pessoas no planeta a alcançar a marca. No entanto, eventos recentes reduziram esse número para US$ 64,7 bilhões, segundo a Forbes.

 

Zuckerberg na maioria das vezes mantém um perfil discreto. Apesar disso, ele investe uma fortuna em imóveis, especialmente no paraíso tropical que é o Havaí. Ele e sua esposa, Priscilla Chan, também investem em educação infantil e pesquisa médica.

 

Veja como o magnata da tecnologia gasta seus bilhões, de carros a propriedades e caridade.

 

Roupas

 

Como muitos outros defensores do Vale do Silício, Zuckerberg não se veste com ternos chamativos – ele mantém as coisas simples em jeans, camisetas e suéteres. Mas eles são supostamente muito mais caros do que parecem, sendo vendidos por centenas e até milhares de dólares.

 

Carros

 

Zuckerberg é conhecido por dirigir carros relativamente baratos. Ele foi visto em um Acura TSX e um Honda Fit, ambos avaliados em ou menos de US $ 30.000. Outro queridinho do bilionário é o Volkswagen Golf GTI preto, um carro que ele comprou bem depois de fazer fortuna. Ele também custaria cerca de US $ 30.000 novo.

 

Uma das poucas extravagâncias na garagem de Zuckerberg é um italiano Pagani Huayra que é vendido por cerca de US$ 1,3 milhão.

 

Imóveis

 

Em maio de 2011, ele comprou uma casa de 464 metros quadrados em Palo Alto por US$ 7 milhões. No ano seguinte, Zuckerberg começou a comprar as propriedades ao redor de sua casa, gastando mais de US$ 30 milhões para adquirir quatro casas com planos de nivelá-las e reconstruí-las.

 

Em 2014, o portfólio imobiliário do bilionário saltou para o Pacífico quando ele gastou US$ 100 milhões em duas propriedades na ilha de Kaua’i: a Kahu’aina Plantation, uma antiga plantação de cana-de-açúcar de 357 acres, e a Pila’a Beach, uma propriedade de 1 hectare com uma praia de areia branca.

 

Em março de 2021, ele gastou US$ 53 milhões em quase 600 acres de terra em Kauai e, em dezembro, comprou mais 110 acres de terra nas proximidades por US$ 17 milhões.

 

Caridade e doações

 

Ele se juntou a Bill Gates, Warren Buffett e mais de 200 outros milionários e bilionários que prometeram doar a maior parte de sua riqueza para a filantropia. Ele planeja vender 99% de suas ações do Facebook durante sua vida.

 

Zuckerberg disse em setembro de 2017 que planejava vender de 35 a 75 milhões de ações nos próximos 18 meses para financiar a Iniciativa Chan Zuckerberg, totalizando entre US$ 6 bilhões e US$ 12 bilhões.

 

A Iniciativa Chan Zuckerberg é uma organização filantrópica que Zuckerberg fundou com sua esposa em 2015 focada em “aprendizado personalizado, curando doenças, conectando pessoas e construindo comunidades fortes”. A CZI concedeu quase US$ 3 bilhões em doações ao longo dos anos.

 

Em 2020, por exemplo, a organização investiu US$ 4,2 milhões em um programa de empregos para moradores de Kaua’i e destinou US$ 1 milhão para ajudar a região a combater o coronavírus. A CZI também contribuiu com milhões no ano passado para causas como reforma da justiça criminal e moradia acessível.

 

Zuckerberg e Chan investiram bilhões em pesquisas focadas na cura das doenças do mundo até o final do século. Para atingir esse objetivo elevado, a CZI lançou uma organização sem fins lucrativos chamada Biohub para começar a investigar a cura de doenças, incluindo pesquisas sobre genômica, doenças infecciosas e dispositivos implantáveis.

 

 

 

 

Foto: Reprodução

 

Facebook anuncia novo feed para atrair usuários mais jovens

A Meta anunciou, nesta quinta-feira (21), que está reformulando o feed principal do Facebook para priorizar novos conteúdos, em uma tentativa de estilizar seus aplicativos em linha com o aplicativo rival de vídeo curto TikTok.

Os executivos do Meta expressaram maior urgência nos últimos meses em aumentar os ‘Reels’, similar ao formato de vídeo curto do TikTok, que tem sido popular entre usuários mais jovens.

A página principal do feed de notícias do Facebook que os usuários veem quando abrem o aplicativo começará a apresentar postagens populares de contas que os usuários não seguem, incluindo reels e stories, disse a Meta em comunicado.

O Facebook vai sugerir postagens aos usuários com um sistema de classificação de aprendizado de máquina e está investindo em inteligência artificial para fornecer conteúdo recomendado.

O feed de notícias atual, com postagens recentes de amigos, páginas e grupos que os usuários escolhem ativamente seguir, será movido para uma nova guia separada chamada Feeds.

Os feeds incluirão anúncios, porém a Meta disse que não terá postagens sugeridas para o usuário.

Adam Mosseri, chefe do aplicativo Instagram, anunciou testes de uma experiência de visualização mais imersiva no estilo TikTok em maio, enquanto o presidente-executivo Mark Zuckerberg disse em abril que a companhia estava fazendo investimentos significativos em inteligência artificial e aprendizado de máquina para apoiar a abordagem de “motor de descoberta”.

 

*Agência Brasil

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Instagram deixa de funcionar na Rússia

Os usuários do Instagram na Rússia estão sendo notificados de que o serviço será encerrado após a empresa proprietária do aplicativo, Meta Platforms, dizer na semana passada que permitiria aos usuários de redes sociais na Ucrânia publicar mensagens como “Morte aos invasores russos”. As notificações diziam que o serviço seria interrompido a partir da 00h desta segunda-feira (14).

Uma mensagem por e-mail do regulador de comunicações do Estado disse às pessoas para mover suas fotos e vídeos do Instagram antes que o aplicativo fosse fechado e as encorajou a migrar para as próprias “plataformas de internet competitivas” da Rússia.

A Meta, que também é dona do Facebook, disse na sexta-feira que a mudança temporária em sua política de discurso de ódio se aplica apenas à Ucrânia, após a invasão da Rússia em 24 de fevereiro.

A empresa disse que seria errado impedir que os ucranianos “expressassem sua resistência e fúria contra as forças militares invasoras”.

A decisão foi recebida com indignação na Rússia, onde as autoridades abriram uma investigação criminal contra a Meta e os promotores pediram a um tribunal na sexta-feira que designasse a gigante de tecnologia norte-americana como uma “organização extremista”.

O chefe do Instagram disse que o bloqueio afetará 80 milhões de usuários. A Rússia já baniu o Facebook no país em resposta ao que disse serem restrições de acesso à mídia russa na plataforma.

 

*Agência Brasil

Imagem: Reuters

Comunicado: Curta Mais tem perfil no Instagram de Goiânia desativado

O Curta Mais informa que seu perfil perfil no Instagram foi desativado pela Meta, detentora do Instagram, Facebook e WhatsApp no último dia 25 de janeiro. O perfil conta com mais de 231 mil seguidores conquistados organicamente.

As causas que resultaram na retirada da conta do ar ainda não foram explicadas pela Meta e estão sendo apuradas pela equipe técnica do Curta Mais. O departamento jurídico do Curta Mais já está em contato com os responsáveis pela rede social para que a situação seja resolvida. “A empresa Meta Plataformas Inc (Facebook) deveria oportunizar aos seus usuários o direito do contraditório, pois todas as tentativas de comunicação ocorridas entre ela e o Curta Mais foram realizadas posteriormente ao bloqueio do perfil. As medidas judiciais já estão sendo tomadas para que a empresa Curta Mais reestabeleça sua conta o mais breve possível”, explica o advogado Fabrício Umbuzeiro.

Vale ressaltar que o Instagram é apenas um dos vários canais de distribuição de conteúdo do Curta Mais, a principal plataforma de entretenimento de Goiás e DF. O público pode continuar acessando normalmente todos os nossos conteúdos de forma gratuita pelo portal Curta Mais, aplicativo iOS e Android e demais redes sociais. O Instagram reserva @curtamais foi reativado com as melhores dicas do que fazer em Goiânia e a partir de agora todas as notícias factuais poderão ser acompanhadas também pelo perfil @curtamaisnews no Instagram, além das páginas oficiais do Curta Mais no Facebook, Twitter, TikTok, Linkedin e newsletter.

Em Brasília, nossas redes sociais podem ser acompanhadas por meio do endereço @curtamaisbsb no Instagram, Facebook e Twitter.

Nossa audiência mensal impacta mais de 4 milhões de pessoas todos os meses levando conteúdo original de forma gratuita para o público, divulgando os melhores lugares e programas da cidade, além de notícias em tempo real.

A plataforma conta ainda com um clube de assinaturas com descontos exclusivos nos melhores lugares da cidade, o Clube Curta Mais, que pode ser acessado pelo site, aplicativo e redes sociais próprias: @clubecurtamais.

O Curta Mais reitera seu compromisso em continuar como a mais completa e confiável multiplataforma de informação, cultura, gastronomia e negócios da cidade.

 

Meta anuncia computador de inteligência artificial mais rápido do mundo

A Meta, dona do Facebook, anunciou nesta segunda-feira (24) que sua equipe de pesquisa montou um novo supercomputador de inteligência artificial que poderá ser o mais rápido do mundo quando concluído, ainda em 2022.

Segundo a empresa, o AI Research SuperCluster (RSC) a ajudará a montar melhores modelos de inteligência artificial que podem aprender com trilhões de exemplos, trabalhar em centenas de idiomas e analisar texto, imagens e vídeo juntos para determinar se o conteúdo for prejudicial.

“Essa pesquisa não apenas ajudará a manter as pessoas seguras de nossos serviços hoje, mas também no futuro, à medida que construímos o metaverso”, disse a empresa.

Em outubro, a companhia de mídia social mudou o nome para Meta com o objetivo de refletir seu foco no metaverso, que, para ela, poderá ser o sucessor da internet móvel.

O metaverso, termo amplo que gerou muito burburinho no Vale do Silício, refere-se a ambientes virtuais compartilhados a que as pessoas podem ter acesso por meio de diferentes dispositivos e nos quais podem trabalhar, brincar e socializar.

“As experiências que estamos construindo para o metaverso exigem enorme poder computacional (quintilhões de operações por segundo!) e o RSC vai permitir novos modelos de inteligência artificial que podem aprender a partir de trilhões de exemplos, entender centenas de linguagens e mais”, disse o presidente executivo da Meta, Mark Zuckerberg.

De acordo com a Meta, o RSC está entre os supercomputadores de inteligência artificial mais rápidos em execução. Um porta-voz da Meta disse que a empresa fez parceria com equipes da Nvidia, Pure Storage e Penguin para montar o supercomputador.

 

*Agência Brasil

Imagem: Reprodução

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O que é o metaverso, apontado por Zuckerberg do Facebook como o futuro da internet

O Facebook – a empresa, não a rede social -, agora se chama Meta. A mudança se tornou um dos assuntos mais comentados na internet após o anúncio feito pelo CEO da empresa, Mark Zuckerberg, na última quinta-feira (28/10). Na prática, o conglomerado por trás de redes sociais, como Facebook, Instagram e WhatsApp, demonstra uma visão bastante ambiciosa sobre o futuro, que, inclusive tem nome: metaverso.

Diferente do que muitos pensam, não se trata apenas de uma mudança de nome. A ideia de metaverso representa a possibilidade de acessar uma espécie de realidade paralela, em alguns casos ficcional, em que uma pessoa pode ter uma experiência de imersão. Tecnicamente, não é algo real, mas busca passar uma sensação de realidade. “A próxima plataforma será ainda mais imersiva – uma internet ampliada, onde você está dentro da experiência, e não apenas olhando para ela”, explicou o fundador em carta publicada no site do Facebook.

Na carta, Zuckerberg ressalta que qualidade será palavra de ordem no metaverso. “Você será capaz de fazer quase tudo que possa imaginar – reunir-se com amigos e a família, trabalhar, aprender, jogar, comprar, criar – e ainda viver experiências completamente novas”, afirma. Segundo ele, no futuro, os usuários poderão se transportar instantaneamente, na forma de um holograma, para chegar ao escritório sem ter que encarar o trajeto e, da mesma maneira, poderão participar de shows e outros eventos. “O metaverso vai abrir mais oportunidades, não importa onde você more”, diz.

Possibilidades
Conforme apurado até o momento, o conceito de metaverso ainda está desenvolvido, mas é possível imaginar alguns cenários:

1) As pessoas poderão ter avatares para interagir umas com as outras;

2) As videochamadas podem virar coisa do passado;

3) Será possível usar acessórios digitais, ampliando a ideia de exclusividade e luxo;

4) O entretenimento é um dos trunfos. 

Confira, abaixo, a íntegra da carta de Mark Zuckerberg

“Estamos no início no próximo capítulo da internet, e é o próximo capítulo para a nossa empresa também. Nas décadas recentes, a tecnologia deu às pessoas o poder de se conectarem e de se expressarem mais naturalmente. Quando eu fundei o Facebook, o que nós fazíamos era digitar textos em sites. Quando tivemos acesso a celulares com câmeras, a internet se tornou mais visual e mais móvel. À medida que as conexões ficaram mais rápidas, o vídeo se tornou uma maneira mais rica de compartilhar experiências. Fomos do desktop para a web, e depois para o celular; do texto para as fotos, e depois para o vídeo. Mas esse não é o destino final.

A próxima plataforma será ainda mais imersiva – uma internet ampliada, onde você está dentro da experiência, e não apenas olhando para ela. Chamamos isso de metaverso, e vai tocar todos os produtos que desenvolvemos. A qualidade que define o metaverso será uma percepção de presença – a sensação de que você está ali ao lado de outra pessoa, em outro lugar. Conseguir se sentir realmente presente ao lado de outra pessoa é o objetivo máximo da tecnologia social. É por isso que nosso foco está na construção do metaverso.

No metaverso, você será capaz de fazer quase tudo que possa imaginar – reunir-se com os amigos e a família, trabalhar, aprender, jogar, comprar, criar – e ainda viver experiências completamente novas, que não se encaixam realmente com o modo como vemos computadores e telefones hoje. Nesse futuro, você será capaz de se teletransportar instantaneamente, na forma de um holograma, para chegar ao escritório sem ter que encarar o trajeto; da mesma maneira, poderá ir a um show ou se sentar na sala de estar da casa de seus pais. O metaverso vai abrir mais oportunidades, não importa onde você more. Você será capaz de gastar mais tempo com o que realmente importa, cortar o tempo gasto no trajeto e reduzir a sua pegada de carbono.

Imagine quantos objetos físicos você tem hoje e que podem simplesmente se transformar em hologramas no futuro. Sua TV, seu escritório de trabalho com monitores múltiplos, seus jogos de tabuleiro e muito mais – em vez de objetos criados em fábricas, você terá acesso a hologramas desenhados por criadores em todo o planeta. Você se moverá entre essas experiências usando diferentes equipamentos – óculos de realidade aumentada para ficar presente no mundo físico, realidade virtual para fazer uma imersão, celulares e computadores para se conectar ao metaverso de diferentes plataformas.

O metaverso não será criado por uma companhia. Será implementado por criadores e desenvolvedores produzindo novas experiências e itens digitais que são interoperáveis e abrem as portas para uma economia criativa muito mais ampla do que aquela restrita pelas plataformas atuais e suas regras. Nosso papel nessa jornada é acelerar o desenvolvimento das tecnologias fundamentais, das plataformas sociais e das ferramentas criativas capazes de dar vida ao metaverso, e tecer essas tecnologias por meio dos nossos aplicativos de mídias sociais. Nós acreditamos que o metaverso pode proporcionar experiências sociais melhores do que qualquer alternativa disponível hoje, e nós vamos dedicar a nossa energia a tentar alcançar o seu potencial.

Como eu escrevi na nossa carta do fundador original: “Nós não criamos serviços para ganhar dinheiro: nós ganhamos dinheiro para criar serviços melhores. Essa atitude tem trazido bons resultados para nós. Nós construímos o nosso negócio para sustentar grandes investimentos de longo prazo destinados a desenvolver serviços melhores, e é isso que pretendemos fazer agora. Os últimos cinco anos fizeram com que eu e a minha companhia nos tornássemos mais humildes, de várias maneiras. Uma das maiores lições foi que criar produtos que as pessoas amam não é o suficiente.

Passei a admirar mais o fato de que a história da internet não é algo simples e direto. Cada capítulo traz novas vozes e novas ideias, mas também novas desafios e riscos, e disrupção em relação a interesses estabelecidos. Precisaremos trabalhar juntos, desde o começo, para trazer à tona a melhor versão possível desse futuro. Privacidade e segurança precisam fazer parte desse metaverso desde o primeiro dia. E também precisam estar ali padrões abertos e interoperabilidade. Isso vai exigir não apenas um trabalho técnico inovador – como sustentar projetos ligados a criptomoedas e NFTs na nossa comunidade -, mas também novas formas de governança. O mais importante é ajudar a criar ecossistemas, para que mais pessoas tenham uma participação ativa nesse futuro e possam se beneficiar dele, não apenas como consumidoras, mas como criadoras.

Esse período me ensinou muito porque, embora sejamos uma companhia muito grande, também aprendemos o que é construir algo dentro de outras plataformas. Viver sob suas regras moldou minhas opiniões sobre a indústria da tecnologia da maneira profunda. Isso fez com que eu acreditasse que a falta de escolhas para os consumidores e as altas taxas cobradas por desenvolvedores estão travando a inovação e atrasando o crescimento da economia da internet. Tentamos uma nova abordagem. Sempre quisemos que os nossos serviços fossem acessíveis para o maior número possível de pessoas, e isso significa trabalhar para que eles custem menos, e não mais. Nossos aplicativos são gratuitos. Nosso modelo de anúncios foi desenhado para proporcionar os preços mais baixos para as empresas. Nossas ferramentas de e-commerce estão disponíveis a preço de custo ou com taxas modestas. Como resultado, bilhões de pessoas amam os nossos serviços e centenas de milhões de negócios confiam nas nossas ferramentas.

Essa é a abordagem que queremos trazer para ajudar a construir o metaverso. Pretendemos vender os nossos dispositivos a preço de custo ou subsidiados, para torná-los acessíveis para mais pessoas. Vamos continuar a apoiar os processos de transferências de arquivos e streaming a partir de PCs, para que as pessoas tenham escolhas, em vez de obrigá-las a usar a Quest Stores para encontrar aplicativos ou alcançar consumidores. E vamos nos esforçar para oferecer serviços de criação e desenvolvimento com preços baixos sempre que possível, para que possamos maximizar a economia criativa de maneira geral. Mas teremos que nos assegurar que não vamos perder muito dinheiro no caminho.

Nossa esperança é que, na próxima década, o metaverso alcance um bilhão de pessoas, hospede um e-commerce capaz de movimentar centenas de bilhões de dólares, e dê suporte ao trabalho de milhões de criadores e desenvolvedores.

Quem somos nós

Ao embarcarmos neste próximo capítulo, pensei muito sobre o que ele significa para nossa empresa e para nossa identidade. Somos uma companhia que tem o objetivo de conectar pessoas. Enquanto a maior parte das empresas tech está focada em como as pessoas interagem com a tecnologia, nós sempre nos concentramos em construir uma tecnologia para que as pessoas possam interagir umas com as outras.

Hoje somos vistos como uma empresa de mídia social. O Facebook é um dos produtos de tecnologia mais usados na história do mundo. É uma marca icônica de mídia social. Construir aplicativos de redes sociais será sempre importante para nós, e há muito mais a ser construído. Mas, cada vez mais, deixamos de fazer apenas isso. Está em nosso DNA desenvolver tecnologia para aproximar as pessoas. O metaverso é a próxima fronteira para isso, assim como as redes sociais eram quando começamos.

No momento, nossa marca está intimamente ligada a um único produto, que não é capaz de representar tudo o que estamos fazendo hoje, muito menos o que iremos fazer no futuro. Com o tempo, espero que sejamos vistos como uma empresa metaversa, e quero ancorar nosso trabalho e nossa identidade nisto que estamos construindo agora.

Acabamos de anunciar que estamos fazendo uma mudança fundamental em nossa companhia. Agora, estamos vendo e reportando nossos negócios como dois segmentos diferentes: um para nossa família de aplicativos e outro para nosso trabalho em plataformas futuras. Nosso trabalho no metaverso não é apenas um desses segmentos. O metaverso abrange as experiências sociais e a tecnologia futura. À medida que ampliamos nossa visão, é hora de adotarmos uma nova marca.

Para refletir quem somos e o futuro que esperamos construir, tenho orgulho de compartilhar que nossa empresa agora é a Meta. Nossa missão continua a mesma – ainda é reunir as pessoas. Nossos aplicativos e suas marcas não estão mudando. Ainda somos a empresa que projeta tecnologia em torno das pessoas. Mas todos os nossos produtos, incluindo nossos aplicativos, agora compartilham uma nova visão: ajudar a dar vida ao metaverso. E agora temos um nome que reflete a amplitude do que fazemos.

De agora em diante, nossa prioridade será o metaverso, e não o Facebook. Isso significa que, com o tempo, você não precisará de uma conta no Facebook para usar nossos outros serviços. À medida que nossa nova marca começa a aparecer em nossos produtos, espero que as pessoas em todo o mundo conheçam a Meta e o futuro que defendemos. Eu costumava estudar clássicos, e a palavra “meta” vem da palavra grega que significa “além”. Para mim, isso simboliza que há sempre mais para construir e sempre há um próximo capítulo para a história. Nossa história começou em um dormitório e cresceu além de qualquer coisa que imaginávamos; gerou uma família de aplicativos que as pessoas usam para se conectar umas com as outras, para encontrar sua voz e para avançar com negócios, comunidades e movimentos que têm mudado o mundo.

Estou orgulhoso do que construímos até agora, e estou animado com o que vem a seguir – à medida que avançamos além do que é possível hoje, além das restrições das telas, além dos limites da distância e da física, e em direção a um futuro no qual todos podem estar presentes uns com os outros, criando oportunidades e experimentando coisas novas. Esse é um futuro que está além de qualquer empresa e que será feito por todos nós. Desenvolvemos produtos que uniram as pessoas de novas maneiras. Nós aprendemos lidando com questões sociais difíceis e vivendo sob plataformas fechadas. Agora é hora de pegar tudo o que aprendemos e ajudar a construir o próximo capítulo.

Estou dedicando nossa energia a isso – mais do que qualquer outra empresa no mundo. Se este é o futuro que você deseja ver, espero que se junte a nós. O futuro vai estar além de qualquer coisa que possamos imaginar.

— Mark Zuckerberg

 

Facebook Inc. muda de nome e passa a se chamar Meta

Muito tem se falado sobre a mudança de nome pela qual o Facebook irá passar. No entanto, o nome da rede social vai permanecer o mesmo. O que irá mudar é o nome da controladora de todas essas redes, que antes era nomeada como Facebook Inc. e agora passa a ser chamada de Meta.

Em um evento realizado nesta tarde (28), Mark falou sobre a necessidade de ter uma marca que englobasse tudo o que a empresa faz, o que não estava acontecendo.

Com a Meta, o empresário pretende investir cada vez mais no ambiente de realidade virtual e aumentada.

“Com o tempo, espero que sejamos vistos como uma empresa de metaverso e quero ancorar nosso trabalho e identidade na direção do que estamos construindo”.
 

Muitos boatos se espalharam pela internet de que essa atitude seria uma forma de tentar limpar o nome do Facebook, por conta de todas as polêmicas envolvendo a rede. No entanto, de acordo com o CEO da empresa, é uma decisão que tem como objetivo tornar os objetivos da empresa mais convenientes com o que ele deseja para o negócio. 

Todas as redes vão continuar a existir, com os mesmos nomes. No entanto, Mark tem cada vez mais interesse em investir no metaverso.

Em meio à crise, Facebook deve mudar de nome e logomarca em breve

O gigante da mídia social, Facebook Inc., planeja mudar de nome e deve anunciar a novidade ainda este mês, durante a conferência anual Connect, no próximo dia 28. A informação foi divulgada pelo portal ‘The Verge’, nesta terça-feira (19), mas ainda não foi confirmada oficialmente pela empresa.

A ideia, entretanto, seria trocar o nome da empresa e não o da rede social. O Facebook Inc. é responsável pela rede social de vários outros serviços como o Instagram, o WhatsApp, Oculus dentre outros.

Em crise, a empresa de Zuckerberg vai mudar com foco no metaverso, projeto que foi anunciado por ele em julho deste ano: ”Faremos uma transião para as pessoas que nos veem com uma empresa de rede social passarem a nos verem como uma empresa de metaverso”, disse ao The Verge. Um metaverso refere-se a ambientes de mundo virtual compartilhados, em que as pessoas possam acessar através da internet. Para isso, o Facebook anunciou recentemente a criação de mais de 10 mil vagas de emprego na Europa, além de destinar U$ 10 milhões para incentivar criadores e programadores a criarem projetos de realidade virtual, onde o Facebook deve apostar nessas tecnologias de realidade aumentada para ser mais do que uma rede social.

Segundo a CNN Internacional, o Facebook enfrenta graves acusações de Frances Haugen, ex-executiva que acusa a empresa de disseminar discursos de ódio e notícias falsas para aumentar a margem de lucro.

Além disso, no início do mês de outubro, as redes do Facebook sofreram um apagão mundial, no qual ficaram fora do ar por mais de 6 horas. Até então, a maior falha apresentada pela empresa nos últimos anos.

 

*Com informações CNN

Imagem: Divulgação

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Mark Zuckerberg comenta apagão das redes sociais

Instagram passa por instabilidade nesta sexta-feira

O Instagram passa por uma nova instabilidade na plataforma nesta sexta-feira,8. Usuários relatam dificuldades em atualizar o feed, tanto com o fotos quanto com vídeos. Os problemas também afetaram os usuários do Facebook business. 

 

A instabilidade aparece quatro dias após a pane global do grupo Facebook que durou mais de 6 horas. Não há informações oficiais sobre o que teria provocado a nova queda do serviço.

 

A conta oficial do Facebook, responsável pelos aplicativos Instagram, Twitter e WhatsApp, publicou que está ciente do problema e pediu desculpas aos usuários. “Estamos cientes de que algumas pessoas estão tendo problemas para acessar nossos aplicativos e produtos. Estamos trabalhando para que as coisas voltem ao normal o mais rápido possível e pedimos desculpas por qualquer inconveniente”, diz o tuíte.

Facebook é envolvido em novo escândalo com denúncia de funcionária

Após a polêmica do vazamento de dados que Mark Zuckerberg, CEO do Facebook enfrentou. Aparentemente, surge uma nova questão a ser debatida. Dessa vez, denunciada por uma ex-funcionária da empresa que acusa a empresa de colocar o lucro acima da segurança.

Frances Haugen, de 37 anos, trabalhava como gerente de projetos no Facebook. No entanto, a mulher se demitiu por não concordar com as atitudes da empresa. 

De acordo com a ex-funcionária, o algoritmo da rede está programado para apresentar conteúdos que causem alguma reação em seus espectadores.

“O Facebook percebeu que, se mudar o algoritmo para que seja mais seguro, as pessoas passarão menos tempo no site, clicarão em menos anúncios e vão gerar menos dinheiro.”

De acordo com Frances, ninguém entra na rede com intenções malévolas. No entanto, o algoritmo acaba desencadeando esses desentendimentos.

Sistemas de segurança desativados

Durante as últimas eleições americanas, o Facebook percebeu o quanto o algoritmo poderia ser nocivo. Por isso, nesse período foi ativado um sistema de segurança que resolvia esse problema.

No entanto, com o fim das eleições o sistema foi desativado e o algoritmo voltou a funcionar.

De acordo com Frances, “A versão do Facebook que existe hoje está destruindo nossas sociedades e causando violência étnica em todo o mundo”.

*Com informações G1

Mark Zuckeberg comenta apagão das redes sociais

Na tarde desta segunda, 4 de outubro, as redes sociais: Facebook, WhatsApp e Instagram saíram do ar. A falha global ocorreu por cerca de 7 horas. 

Em seu perfil no Facebook, Mark Zuckeberg comenta o ocorrido e pede desculpas. 

A pane geral ficou várias horas entre os Trending Topics do Twitter no Brasil. No fim do dia, o Telegram também entrou para os assuntos do momento, pois estava apresentando instabilidade.

Foto: (Crédito: Anthony Quintano / Flickr)

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Whats App, Facebook e Instagram apresentam falha mundial nesta segunda-feira

O Whats App, juntamente com Facebook e o Instagram, apresentaram instabilidades nesta segunda-feira, 4 de outubro. O problema começou por volta de 12h.

O jornalista de tecnologia da GloboNews, Thássius Veloso, comentou que a queda pode ter sido uma falha da DNS:

 

 

A empresa se pronunciou oficialmente sobre o caso dizendo que ”está ciente de que algumas pessoas estão enfrentando problemas com o Whats App no momento. Estamos trabalhando para que as coisas voltem ao normal e enviaremos uma atualização aqui assim que possível. Agradecemos por sua paciência!”

Entretanto, a empresa de Zuckerberg não explicou qual foi o motivo da instabilidade, que ficou fora do ar por mais de 6 horas, voltando ao normal por volta das 20h.

No Facebook Mark Zuckerberg pediu desculpas pelo ocorrido:

Imagem: Divulgação