Tradicional feira livre de Goiânia passa a funcionar às sextas

A Feira Hippie, a maior feira livre da América Latina, e que fica em Goiânia, terá mais um dia de funcionamento em 2024. Em decreto publicado nesta terça-feira (2/1),  o funcionamento da Feira, que fica entre a Rua 44 e o Terminal Rodoviário de Goiânia, será de sexta até domingo.

De acordo com o documento assinado pelo prefeito Rogério Cruz, as bancas podem ser instaladas depois de meia-noite, com autorização para funcionamento até às 15 horas de domingo.

A princípio, o decreto autorizava a mudança entre os dias 2 a 29 de janeiro. Em seguida, a partir do dia 30, a alteração passa ser incorporada definitivamente pela Feira Hippie, de acordo com a Lei Complementar 368 de 15 de dezembro de 2023, que trata do Novo Código de Posturas do município. Antes da mudança, conforme autorização da gestão municipal, o funcionamento se limitva ao sábado e ao domingo.

A alteração, incluindo também a sexta-feira, é uma reivindicação antiga dos feirantes que está sendo atendida de forma definitiva pelo poder público. Desde 2022, a Prefeitura de Goiânia passou a autorizar o funcionamento da Feira Hippie a partir de sexta-feira, sobretudo no período pós-pandemia e em datas comemorativas de grande apelo comercial. A medida tinha o objetivo de melhorar a concorrência com os empreendimentos da Rua 44 durante as obras da Praça do Trabalhador.

“Os feirantes podem, agora, trabalhar em definitivo todas as sextas do ano. Isso representa um fluxo maior de pessoas, vendas, negócios, geração de renda para mais de 5 mil feirantes e suas famílias. Fomos sensíveis a isso e também estamos garantindo que os turistas ganhem mais um dia para compras no local”, ressalta o prefeito Rogério.

 

 

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Conheça uma figura única que andava e encantava pelas ruas de Goiânia nos anos 70

Artista plástico e um dos primeiros hippies da cidade, fazia artesanato, tocava sanfona primorosamente e andava pela cidade de bicicleta, com roupas diferentes ou femininas e longos cabelos cacheados, essa é a imagem mental de Mauricinho Hippie, entre os anos de 1960 e 1990. 

Maurício Vicente de Oliveira, seu nome de registro, nasceu em Araguari (MG), mas chegou em Goiânia com 9 anos. Declamava poesias, fazia performances corporais e atuava em defesa dos direitos dos homossexuais em uma época conservadora. 

mauricio

Mauricinho era muito autêntico e com certeza quem viveu em Goiânia antes da década de 1990 deve se lembrar das performances dele. 

Além do que, era impossível passar e não notá-lo, ele andava com seu cães de pelos coloridos, com violeta genciana.

Também poeta, Maurício era um mix de talentos: entre artista plástico, músico, compositor, ativista, ele ainda fabricava as próprias roupas.

Maurício, com 12 anos, foi estudar acordeom, influenciado pela família, numa escola badalada na época, Academia Mascarenhas e ficou lá por seis anos. 

Ainda fez teoria e solfejo, no antigo Conservatório da UFG e iniciou o curso livre de artes, na Escola de Belas Artes, mas parou no primeiro ano. 

Ao final dos estudos, tocava piano, acordeom, órgão e violão.

 

Confira ele tocando acordeon no vídeo abaixo:

Depois de seu pai queimar alguns pertences de Mauricio, ele resolveu queimar todas as suas roupas caretas e assim começou a história deste personagem conhecido.

Pelas ruas tinha a mania de entregar flores às mulheres que passavam, lançando palavras de paz e amor.

O estilo de Mauricinho despertou a curiosidade de vários profissionais, como carnavalescos que o homenagearam em seus trabalhos.

mauricio

Em 1995, Maurício sofreu um acidente e perdeu um pé. A partir daí, mesmo tendo colocado uma prótese, passou a ficar em casa e pouco saia.

O jovem que agitou Goiânia outrora, esteve muito doente e pouco dele se parecia com o homem que coloriu Goiânia. 

Hoje está com pouco mais de 80 anos e diversas complicações de saúde.

Ainda é residente do Setor Aeroporto, mas se mudou da conhecida casa dele do canto de uma praça. Ele tem falhas de memória e toma remédios controlados.

Goiânia com certeza agradece muito a essa personalidade!

A diretora goiana Claudia Nunes, dirigiu um documentário em 2008 em que conta um pouco da história, vale a pena assistir!

Confira um trecho do documentário clicando aqui.

 

Feira Hippie

mauricio

A atual Feira Hippie conta com mais de 10 mil expositores e é a maior da América Latina, costumando receber quase 80 mil visitantes aos finais de semana. 

Ela, que há mais de 20 anos é tradição do goianiense, teve início na década de 60 ali no parque Mutirama, e começou com alguns hippies que iam expor suas obras no local. 

Migrou para a Praça Universitária, devido ao aumento de pessoas vendendo e pessoas visitando. E não parou por aí, com o passar dos anos, se mudou para a Praça Cívica, se fixando na Praça do Trabalhador, onde é montada até hoje.

Lá você encontra de tudo! Desde roupas, acessórios, sapatos, eletrônicos, livros, roupas de cama e mais um pouco. Ela é conhecida também por ter um preço super atrativo! 

Se estiver turistando por Goiânia, não deixe de dar uma passadinha por lá!

Nosso querido Maurício foi um dos fundadores da Feira Hippie. 

“A gente expunha as mercadorias, somente artesanato e artes plásticas, no Parque Mutirama. Foi lá que começou a Feira Hippie. Eram cerca de 20 a 30 pessoas. Me lembro que o artista plástico Tancredo Araújo era um deles. Depois a Feira se mudou para a Praça Cívica e em seguida, para a Avenida Goiás. Eu fui até a fase da Avenida Goiás. Depois parei, quando a feira deixou de ser hippie”, comenta em entrevista ao jornalista Carlos Brandão, em 2011.

 

Com informações de O Popular

 

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Créditos das Fotos

Feira Hippie. FOTO: Reprodução arquivo interno

 

Foto 2 de Mauricinho. Foto: reprodução de vídeo

 

Goiânia abriga a maior feira livre da América Latina

A Feira Hippie de Goiânia é sem dúvidas um mundo pulsante de cores, texturas e sons, sendo também um testemunho da rica cultura de Goiânia, que revela tanto a autenticidade e criatividade de seus moradores, quanto sua agitada personalidade. A feira costuma atrair mais de 80 mil pessoas interessadas em comprar e apreciar de tudo um pouco.

 

É considerada a maior e mais antiga feira de Goiânia, com 6.884 feirantes cadastrados, é considerada também a maior feira livre do Brasil e da América Latina. Lá encontramos incontáveis variedades de roupas e calçados, além de preços bons e acessíveis. É também um incrível motor econômico para Goiânia, que proporciona uma plataforma para inúmeras pequenas empresas e empreendedores locais, contribuindo para a sustentabilidade financeira de muitas famílias. 

 

A Feira Hippie é tão importante para Goiás que pode se tornar Patrimônio Imaterial do Estado, decisão que será debatida em evento da Secretaria de Estado da Cultura (Secult). A respeito deste processo, explica a secretária de Estado da Cultura, Yara Nunes: “É um trabalho que exige muita pesquisa e levantamentos, e tudo isso está feito em conjunto com a comunidade e os feirantes. Tudo isso vai garantir a proteção legal dessa feira que já é parte da cultura goiana”. O Secretário de Estado de Cultura, César Moura, também destaca: “Nosso objetivo é preservar e salvaguardar esses patrimônios, considerados bens imateriais, garantindo legalmente a proteção e manutenção deles”.

 

A Feira Hippie surgiu em Goiânia na década de 60, por influência de movimentos hippies que vinham acontecendo na época, como, por exemplo, o Woodstock. Esses eventos trouxeram de volta um contato maior com a natureza, que veio acompanhado de muitas expressões artísticas como dança, música e artes visuais. Com isso começaram a surgir diversas feiras de arte em todo o mundo, uma delas foi a nossa querida Feira Hippie.

 

Na feira sempre aconteciam apresentações culturais de diferentes vertentes, músicas, declamações de poesias, apresentações, tudo de uma maneira natural e orgânica. Tudo que era vendido na feira era artesanal e não existia nenhum produto industrial, artistas plás­ti­cos e arte­sãos de diver­sas espe­ci­a­li­da­des ali se reu­niam, expu­nham e ven­diam os seus tra­ba­lhos. 

 

Moda – A feira hippie deu origem a região da 44 – segundo maior polo de Moda do Brasil

 

 

A feira Hippie e a Região da 44: A sinergia econômica que impulsiona Goiás

Quando se pensa na Região da 44, localizada em plena capital goiana, é impossível não associá-la à movimentação vibrante de sua feira, a famosa Feira Hippie. Não se trata apenas de um lugar para compras; é o coração pulsante da economia de um grande segmento do estado de Goiás.

A Feira Hippie representa muito mais que as suas 6.500 bancas espalhadas pelo local. Essa tradição, cujas raízes remontam à sua fundação em 1995, teve um papel essencial na formação e consolidação da Região da 44 como um dos principais polos de moda atacadista do Brasil. E os números não mentem.

Com um poderoso impacto econômico, a Região da 44 é responsável pela geração de mais de 170 mil empregos diretos. Isso sem contar a vasta cadeia produtiva que engloba mais de 20 municípios do estado. A região se tornou um ímã para turistas de compras e atacadistas de diferentes cantos do Brasil, atraídos pela diversidade e qualidade dos produtos oferecidos. Os impressionantes 600 mil visitantes nas proximidades das festividades de final de ano evidenciam o quão relevante é essa região para o cenário econômico.

Mas não é só de quantidade que vive a Região da 44. A variedade de produtos disponíveis é digna de nota. Desde roupas para o dia a dia até artigos mais sofisticados para ocasiões especiais, passando por calçados, artesanatos e outros itens variados. Tudo isso se reflete no ticket médio dos consumidores, que oscila entre R$5 mil a R$8 mil.

A pesquisa realizada pelo Instituto de Estudos Sócio-Ambientais lança luz sobre a predominância do setor de confecções, com 53% dos feirantes obtendo sua renda principal através da venda desses artigos. O surgimento da Região da 44 a partir da Feira Hippie ressalta a força e tradição deste local. E mesmo após quase três décadas desde a sua transferência, a feira continua sendo o alicerce sobre o qual toda essa região comercial foi edificada.

Em suma, a Região da 44 e a Feira Hippie não são apenas espaços comerciais: são monumentos à resiliência, ao espírito empreendedor e à capacidade de inovação do povo goiano. A cada biquíni, par de sapatos ou peça de roupa vendida, há uma história de dedicação, trabalho e paixão pelo que se faz. E é essa sinergia entre tradição e inovação que garante que a Região da 44 continue sendo uma referência no cenário nacional.

 

Artesanato e Cultura 

 

A Feira Hippie não se limita apenas à moda, com uma rica variedade de produtos disponíveis, oferece também uma experiência única para os visitantes que desejam explorar a diversidade da produção artesanal brasileira, encontrando uma grande variedade de artesanato, desde tecidos coloridos e bordados, tapetes, até culturas e objetos de decoração únicos, todos feitos com atenção aos detalhes e ao valor estético.

 

Bijuterias e acessórios artesanais são um destaque especial da feira. Desde pulseiras coloridas até colares trabalhados com pedras e metais preciosos, cada peça conta uma história e reflete a habilidade dos artesãos locais. Bolsas bordadas à mão, chapéus criativos e cintos exclusivos complementam a gama de acessórios disponíveis.

 

Para uma melhor Experiência 

Vá com roupas leves e um calçado confortável para poder andar bastante e conhecer todas as opções e preços possíveis, e não se esqueça também de se hidratar muito durante o passeio, então leve sua garrafinha de água. 

 

Em meio ao ritmo frenético da cidade, a Feira Hippie ergue-se como um coração pulsante de Goiânia, um local onde os fios da cultura, economia e comunidade se entrelaçam. A visita a essa feira vai além de simplesmente comprar produtos; é uma jornada que convida a todos a mergulhar profundamente na vida e na cultura da cidade. É uma experiência que deixa marcas duradouras nas memórias de quem a vivência, que fazem da Feira Hippie de Goiânia um verdadeiro tesouro cultural da América Latina.

 

Você já explorou os corredores repletos de surpresas da maior feira livre da América Latina em Goiânia? Nos conte sobre o momento em que encontrou um tesouro escondido entre as barracas ou sobre aquela conversa hilária com um vendedor. Cada visita à feira é uma oportunidade para criar memórias incríveis. Não guarde essas lembranças só para você – compartilhe-as conosco! 

 

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Projeto de lei propõe declarar Feira Hippie patrimônio cultural de Goiânia

 

Feira Hippie em Goiânia pode virar patrimônio imaterial do Estado

A Feira Hippie, em Goiânia, pode se tornar Patrimônio Imaterial do Estado de Goiás. A decisão vai ser debatida em evento da Secretaria de Estado da Cultura (Secult) que acontece nesta terça (29) na Vila Cultural Cora Coralina. A reunião será com os detentores e representantes da Feira Hippie de Goiânia juntamente com a população, e será discutido o registro da feira como patrimônio cultural  imaterial do Estado de Goiás.

Desde 2019, a Secult trabalha no processo que visa conceder o registro de patrimônio imaterial da feira, que vai garantir políticas públicas efetivas de preservação e continuidade do bem para as futuras gerações. “É um trabalho que exige muita pesquisa e levantamentos, e tudo isso está feito em conjunto com a comunidade e os feirantes. Tudo isso vai garantir a proteção legal dessa feira que já é parte da cultura goiana”, explica a secretária de Estado da Cultura, Yara Nunes.  

O objetivo do encontro é apresentar e tirar dúvidas sobre as etapas do processo de registro e sua finalidade. Também serão ouvidas as principais demandas e expectativas em relação ao reconhecimento oficial da feira como patrimônio cultural imaterial do Estado.

Ainda serão realizados outros encontros e pesquisas para a finalização do Dossiê Técnico de Registro, que será feito junto com os detentores, respeitando sua autonomia e protagonismo. Posteriormente, o Dossiê Técnico será encaminhado ao Conselho Estadual de Cultura para a deliberação final.

Sobre a Feira Hippie

Considerada a maior feira ao ar livre do Brasil e da América Latina, a Feira Hippie conta com aproximadamente 7 mil bancas. É realizada às sextas, sábados e domingos, em um ponto histórico e turístico da cidade, a Praça do Trabalhador, ao lado do Terminal Rodoviário de Goiânia, próximo à antiga Estação Ferroviária de Goiânia, com vista para a Maria Fumaça.

Sua história começa no final da década de 1960, quando alguns hippies expunham suas peças no Mutirama, posteriormente na Praça Universitária, depois na Praça Cívica até o local que se encontra atualmente. A comercialização forte do local é a moda, que atrai excursões de todo Brasil. Também são encontrados produtos de diversos setores como artesanato, calçados, peças para o vestuário, produtos importados, artigos regionais, comidas típicas de Goiás e de outros estados e países, mostrando a diversidade cultural da Feira Hippie.

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Foto: reprodução TripAdvisor

 

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10 vezes que Goiânia colocou o mundo no chinelo e você provavelmente não sabia

Conhecida como “capital do cerrado”, Goiânia foi fundada em 24 de outubro de 1933 e seu nome, acredita-se ter sido originado na tribo dos goyazes, que habitavam a região. Ao longo dos anos, ela tem sido muito mais do que apenas um ponto no mapa, transformando-se em um centro de inovação, cultura e superação.

Seu nome agora ecoa nos quatro cantos do globo, mas ainda assim, poucos conhecem verdadeiramente a grandiosidade e singularidade desse lugar extraordinário. Essa cidade vibrante e cheia de encantos no coração do Brasil, tem mostrado ao mundo que não está para brincadeira quando se trata de impressionar e surpreender a todos.

Além disso, sua paisagem urbana misturada com as áreas verdes, traz a tona seus segredos escondidos em parques charmosos que têm conquistado os corações dos visitantes e, colocado essa cidade cativante no topo do mapa mundial. O estilo Art Decó, projetado por Attílio Corrêa de Lima, responsável pelo planejamento da nova capital, havia estudado urbanismo em Paris, e trouxe consigo a influência dessa arte modernista.

 

É uma das cidades mais arborizadas do mundo

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Créditos: Prefeitura de Goiânia

O mapeamento do último Censo Demográfico do IBGE, de 2010, constatou que a taxa de arborização de Goiânia é de 89,3%. Na época, a capital possuía mais de 900 mil árvores, de 382 espécies diferentes, isto é, 94 m 2 de área verde por habitante. Com isso, ela recebeu o título de cidade mais verde do país, seguida por Campinas, em São Paulo, com a taxa de arborização de 87,5%.

Tendo mais de 89% das vias públicas arborizadas, a capital possui 42 parques e bosques, sendo o Lago das Rosas o mais antigo, construído na década de 1940. A cidade apresenta 94 m² de área verde por morador, o que supera – e muito – o índice recomendado pela Organização das Nações Unidas (ONU), de 12 m² por habitante. Com isso, a capital goiana fica atrás somente da cidade de Edmonton, no Canadá, considerada a mais arborizada do mundo.

 

Possui a maior feira ao ar livre da América Latina

Créditos

Créditos: TripAdvisor

A maior e mais antiga feira da cidade é a Feira Hippie que acontece aos domingos durante a toda manhã. Com 6.884 feirantes cadastrados, é considerada a maior feira livre do Brasil e da América Latina.

Com aproximadamente 30 anos, a feira tem sua história iniciada na década de 60, quando alguns hippies expunham suas peças no Mutirama, migrando em seguida para a Praça Universitária, depois para a Praça Cívica até se fixarem na Praça do Trabalhador que é um ponto histórico de Goiânia.

 

A capital guarda um dos acervos Art Decó mais significativos do mundo

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Créditos: Prefeitura de Goiânia

O estilo art déco, cujas principais características são o uso de formas geométricas, ornamentos e design abstrato, pode ser bem observado em várias edificações da cidade. Alguns desses prédios, construídos entre as décadas de 1940 e 50, foram tombados pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) como patrimônio nacional por sua relevância histórica e arquitetônica. Uma preciosidade!

Goiânia possui 21 bens tombados pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Entre eles estão o belo Teatro Goiânia, o Grande Hotel, o Museu Pedro Ludovico Teixeira, a Estação Ferroviária, o Palácio das Esmeraldas, entre outros.

 

É a cidade com maior número de acácias no mundo

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Créditos: Curta Mais 

Durante o outono e o inverno, as calçadas e praças de Goiânia ficam tomadas pelas flores das acácias. Fora da Europa, a capital do Centro-Oeste é a cidade com o maior número de acácias no mundo.

As árvores são conhecidas pelas belas flores amarelas, tanto que são popularmente chamadas de chuva-de-ouro. Costumam ter entre 6 e 7 metros de altura, e são também usadas como cercas-vivas.

 

Possui o segundo maior polo de moda no Brasil

região

Créditos: Região da 44

Segundo os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2020, mostra que a Região da 44 em Goiânia é o segundo maior polo de vendas de roupas e calçados do Brasil, atrás apenas do Brás em São Paulo. A cidade passou a ser conhecida por todo o centro-oeste, e após poucos anos, já havia sido descoberta por todo o país devido a qualidade e preços atraentes ofertados.

No estado de Goiás, abriga 3% das indústrias têxteis e de confecção do Brasil, produzindo mais de 60 milhões de peças de vestuário ao mês. Deste total, 70% são roupas em jeans, produtos comercializados em todo o Brasil e exportados para a América Latina, Europa e Ásia. Aregião da 44 que abrange três avenidas e nove ruas do setor Norte Ferroviário, de uma hora para outra transformou a cidade que tinha vocação para fabricar roupas, em uma potência da moda que seduziu o Brasil

Com mais 16 mil pontos de venda, a 44 responde hoje por 180 mil empregos diretos na região metropolitana da capital, entre lojistas, vendedores, funcionários de pequenas e médias confecções, trabalhadores de hotéis e shoppings na região. A 44 movimenta ainda uma dinâmica cadeia produtiva da moda que envolve cerca de 30 municípios goianos. 

São cerca de 300 mil turistas de compras por semana, porém no fim de ano este número salta para 500 e 600 mil pessoas. Só mês de dezembro, por exemplo, esse numero de visitantes à Região ultrapassa os um milhão e meio de pessoas.

 

Os Pit Dogs são considerados patrimônios culturais e já estão rodando o mundo

pitdogs

Créditos: Tim Sanduicheria

Na verdade, também passaram a existir em Londres após uma família goianiense ter decidido levar à capital inglesa a culinária típica da cidade. Lá os clientes poderão encontrar além dos “x-saladas” (sanduíches), açaí, pastel de feira, coxinha, empadão, barcas e diversas sobremesas deliciosas, especialmente feitas com o jeitinho goiano. 

 

O Villa Mix já conquistou o título de maior estrutura de palco do mundo por duas vezes

villa

Créditos: Villa Mix 

Em 2015 a edição Goiânia do festival foi certificada pelo Guinness World Records como a maior estrutura de palco do mundo com 2.788,39 metros quadrados, 52,34 metros de altura e 628 toneladas de equipamentos, superando a marca da banda irlandesa U2. Já em 2017, os números aumentaram e o Villa Mix bateu o próprio recorde. Foram 69,37 metros de altura – o equivalente a um edifício de 23 andares.

 

Apresenta o melhor ambiente regulatório para empreender no Brasil

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Créditos: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

A capital goiana conquistou a liderança em ambiente regulatório no ranking geral do Índice de Cidades Empreendedoras (ICE) 2023, que mede as condições oferecidas pelo poder público para quem quer empreender. Entre os critérios analisados, estão as alíquotas de impostos e o tempo que se leva para resolver questões burocráticas (legais e processuais) essenciais à criação do negócio.

 

Parque Mutirama foi inspirado na Disney

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Créditos: G1 Globo

Pode parecer loucura, mas é isso mesmo que você acabou de ler! Segundo o ex-prefeito de Goiânia, Iris Rezende, o principal parque de diversões da cidade, o Mutirama, foi inspirado na Disneylândia. Foi devido uma viagem a Orlando (EUA), que ele percebeu que deveria fazer do Mutirama “um parque de diversões que se assemelhasse àquele ambiente mágico” e não apenas um simples bosque com brinquedos, como inicialmente planejado.

 

O Lago das Rosas é o parque mais antigo de Goiânia

Lago

Créditos: Marcos Aleotti / Curta Mais 

Seu nome se refere ao grande canteiro de rosas que abrigava inicialmente. Por anos, o lago foi usado como piscina pela população que se divertia no trampolim.

No local nascia um córrego, o Capim Puba. Este nome foi mantido, bem como o da fazenda e do proprietário, Urias Magalhães. Posteriormente, utilizado para batizar um bairro de Goiânia.

Segundo a AMMA (Agência Municipal de Meio Ambiente de Goiânia), em 1937, diretores do Jardim Botânico do Rio de Janeiro orientaram a implementação do Horto Florestal de Goiânia na área onde hoje funciona o parque.

Quatro anos depois, em 1941, foi fundado o Balneário Lago das Rosas, com objetivo de proporcionar lazer à população de Goiânia. Além disso, se tornou um clube popular, onde se podia tomar banho e realizar programas familiares nas matas ao redor.

 

Créditos da imagem de capa: Prefeitura de Goiânia

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 Os 10 melhores atrativos de Goiânia segundo o ChatGpt

 

Goiânia, a capital do estado de Goiás, no Brasil, oferece uma variedade de atrativos turísticos interessantes para os visitantes.  Resolvemos testar o ChatGpt, a Inteligência Artificial do momento, e pedir pra ela listar quais são os 10 melhores atrativos turísticos de Goiânia. 

A lista segue abaixo: 

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  1. Parque Flamboyant: Um dos maiores e mais belos parques urbanos da cidade, com lagos, jardins, trilhas para caminhadas e ciclovias.

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  1. Bosque dos Buritis: Um parque arborizado e tranquilo, ideal para caminhar e relaxar. Possui um lago com pedalinhos e abriga o Museu de Arte de Goiânia.

 

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  1. Praça Cívica: Localizada no centro da cidade, é um marco histórico e cultural. Nela, você encontrará o Palácio das Esmeraldas, sede do governo estadual, e o Monumento às Três Raças.

 

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  1. Feira Hippie: A maior feira de artesanato da América Latina, realizada aos domingos na região central de Goiânia. É um ótimo lugar para comprar lembranças e produtos locais.

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  1. Mercado Municipal de Campinas Também conhecido como Mercadão, é um lugar vibrante e colorido, onde você pode encontrar frutas frescas, queijos, doces, artesanato e muito mais.

 

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  1. Centro Cultural Oscar Niemeyer: Um complexo arquitetônico projetado por Oscar Niemeyer, que abriga um teatro, uma sala de concertos e um museu de arte contemporânea.

 

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  1. Estádio Serra Dourada: O principal estádio de futebol de Goiânia, onde ocorrem jogos emocionantes e eventos esportivos.

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  1. Museu Pedro Ludovico Teixeira: Localizado no Palácio Pedro Ludovico Teixeira, é um museu histórico que conta a história de Goiás e de sua capital.

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  1. Memorial do Cerrado: Um espaço cultural e educativo que apresenta a riqueza da fauna, flora e cultura do cerrado brasileiro.

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  1. Zoológico de Goiânia: Um zoológico com uma grande variedade de animais, onde os visitantes podem aprender sobre a diversidade da fauna brasileira.

Esses são apenas alguns dos atrativos turísticos que Goiânia oferece. A cidade também possui uma vida noturna animada, com bares, restaurantes e casas de shows, além de uma culinária rica e variada. E, você, concorda com a escolha do ChatGPT? 

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Feira Hippie será transferida para a Praça do Trabalhador em Goiânia

A prefeitura de Goiânia inicia no próximo sábado (8/10) a transferência das bancas da Feira Hippie que ocupam parte da Rua 44 nos finais de semana para a Praça do Trabalhador, na mesma região. A alteração visa liberar o trecho da pista para a realização das obras de revitalização da via, garantindo mais comodidade e segurança para feirantes e visitantes. 

A realocação temporária dos feirantes da Rua 44 para a Praça do Trabalhador foi definida em conjunto com a Associação dos Feirantes em uma reunião com o secretário de Desenvolvimento e Economia Criativa, Silvio Sousa. “A pista deve ser totalmente desocupada para a conclusão das intervenções de mobilidade que estão acontecendo no local. Essa é uma decisão provisória, tomada em conjunto com os feirantes “, afirmou Silvio Sousa.  

“A associação vai fazer o sorteio das bancas agrupando os feirantes nas quadras da Praça do Trabalhador. Dessa maneira, a reorganização fica mais justa. Vamos fazer também a fiscalização da feira para evitar que aproveitadores surjam nesse momento de reorganização”, afirmou Waldivino da Silva, presidente da Associação dos Feirantes da Feira Hippie.

As alterações são necessárias para a conclusão do projeto de revitalização do trânsito da região da 44, que está sendo executado pela Secretaria Municipal de Mobilidade (SMM). A Rua 44 terá sentido único, novos estacionamentos e projeto paisagístico, melhorando a mobilidade no local.  

 

Imagem: prefeitura de Goiânia

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Rua 44 em Goiânia será excepcionalmente utilizada pela Feira Hippie neste fim de semana

A Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade (SMM), informa que, excepcionalmente, nesta sexta-feira (30/09), sábado (1º/10) e domingo (02/10), a Rua 44 será utilizada pela Feira Hippie. O trânsito será bloqueado no trecho entre a Rua 69-A e Avenida Independência, no Setor Norte Ferroviário, para o funcionamento da feira. 

Os ônibus interestaduais que saem da Rodoviária de Goiânia pela Rua 44 deverão acessar a Rua 301 pelo sentido Sul/Norte. A SMM destaca que agentes de trânsito ficarão posicionados na Rua 44 com a 301 para auxiliar os condutores. 

A orientação é no sentido de que os motoristas que transitam pela região busquem rotas alternativas ou utilizem o aplicativo Waze. 

 

Imagem: SMM

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Conheça a história de Mauricinho Hippie, criador da feira hippie em Goiânia

Artista plástico e um dos primeiros hippies da cidade, fazia artesanato, tocava sanfona primorosamente e andava pela cidade de bicicleta, com roupas diferentes ou femininas e longos cabelos cacheados, essa é a imagem mental de Mauricinho Hippie, entre os anos de 1960 e 1990. 

Maurício Vicente de Oliveira, seu nome de registro, nasceu em Araguari (MG), mas chegou em Goiânia com 9 anos. Declamava poesias, fazia performances corporais e atuava em defesa dos direitos dos homossexuais em uma época conservadora. 

mauricio

Mauricinho era muito autêntico e com certeza quem viveu em Goiânia antes da década de 1990 deve se lembrar das performances dele. 

Além do que, era impossível passar e não notá-lo, ele andava com seu cães de pelos coloridos, com violeta genciana.

Também poeta, Maurício era um mix de talentos: entre artista plástico, músico, compositor, ativista, ele ainda fabricava as próprias roupas.

Maurício, com 12 anos, foi estudar acordeom, influenciado pela família, numa escola badalada na época, Academia Mascarenhas e ficou lá por seis anos. 

Ainda fez teoria e solfejo, no antigo Conservatório da UFG e iniciou o curso livre de artes, na Escola de Belas Artes, mas parou no primeiro ano. 

Ao final dos estudos, tocava piano, acordeom, órgão e violão.

Confira ele tocando acordeom no vídeo abaixo:

Depois de seu pai queimar alguns pertences de Mauricio, ele resolveu queimar todas as suas roupas caretas e assim começou a história deste personagem conhecido.

Pelas ruas tinha a mania de entregar flores às mulheres que passavam, lançando palavras de paz e amor.

O estilo de Mauricinho despertou a curiosidade de vários profissionais, como carnavalescos que o homenagearam em seus trabalhos.

mauricio

Em 1995, Maurício sofreu um acidente e perdeu um pé. A partir daí, mesmo tendo colocado uma prótese, passou a ficar em casa e pouco saia.

O jovem que agitou Goiânia outrora, esteve muito doente e pouco dele se parecia com o homem que coloriu Goiânia. 

Hoje está com pouco mais de 80 anos e diversas complicações de saúde.

Ainda é residente do Setor Aeroporto, mas se mudou da conhecida casa dele do canto de uma praça. Ele tem falhas de memória e toma remédios controlados.

Goiânia com certeza agradece muito a essa personalidade!

A diretora goiana Claudia Nunes, dirigiu um documentário em 2008 em que conta um pouco da história, vale a pena assistir!

Confira um trecho do documentário clicando aqui.

Feira Hippie

mauricio

A atual Feira Hippie conta com mais de 10 mil expositores e é a maior da América Latina, costumando receber quase 80 mil visitantes aos finais de semana. 

Ela, que há mais de 20 anos é tradição do goianiense, teve início na década de 60 ali no parque Mutirama, e começou com alguns hippies que iam expor suas obras no local. 

Migrou para a Praça Universitária, devido ao aumento de pessoas vendendo e pessoas visitando. E não parou por aí, com o passar dos anos, se mudou para a Praça Cívica, se fixando na Praça do Trabalhador, onde é montada até hoje.

Lá você encontra de tudo! Desde roupas, acessórios, sapatos, eletrônicos, livros, roupas de cama e mais um pouco. Ela é conhecida também por ter um preço super atrativo! 

Se estiver turistando por Goiânia, não deixe de dar uma passadinha por lá!

Nosso querido Maurício foi um dos fundadores da Feira Hippie. 

“A gente expunha as mercadorias, somente artesanato e artes plásticas, no Parque Mutirama. Foi lá que começou a Feira Hippie. Eram cerca de 20 a 30 pessoas. Me lembro que o artista plástico Tancredo Araújo era um deles. Depois a Feira se mudou para a Praça Cívica e em seguida, para a Avenida Goiás. Eu fui até a fase da Avenida Goiás. Depois parei, quando a feira deixou de ser hippie”, comenta em entrevista ao jornalista Carlos Brandão, em 2011.

 

Créditos das Fotos

Feira Hippie. FOTO: Reprodução arquivo interno

Foto 2 de Mauricinho. Foto: reprodução de vídeo

Com informações de O Popular

Feira Hippie terá horário de funcionamento especial nesta semana em Goiânia

A Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Economia Criativa (Sedec), publicou, na edição desta segunda-feira (06/06) do Diário Oficial do Município (DOM), portarias que autorizam o funcionamento das feiras Hippie e da Madrugada na quarta-feira (08/06) e sexta-feira (10/06). Objetivo é impulsionar as vendas para o Dia dos Namorados, celebrado no domingo (12/06). 

De acordo com os documentos, a montagem da Feira da Madrugada se dará a partir das 20h de terça-feira (07/06), enquanto o funcionamento será das 04h de quarta-feira (08/06) até às 22h de quinta-feira (09/06). 

Já para a Feira Hippie, a montagem será a partir das 00h de sexta-feira (10/06), com funcionamento das 06h do mesmo dia, até às 15h de domingo (12/06). 

O prefeito Rogério Cruz destaca que a autorização para funcionamento excepcional das duas feiras em dias especiais fomenta a economia da capital e, consequentemente, a geração de renda para muitos negócios que ainda sofrem impacto da pandemia. “Como esta é uma das datas mais lucrativas para os feirantes, o funcionamento incentiva, de maneira prática, o emprego e geração de renda na capital”, afirma. 

Além dos horários estabelecidos, as portarias salientam que as feiras devem seguir protocolos e medidas sanitárias estabelecidas pelo Decreto n° 598, de 17 de fevereiro de 2022, que dispõe sobre ações de enfrentamento à pandemia de Covid-19. 

Foto: Secom

Feiras para você conhecer em Goiânia aos finais de semana

Uma ótima oportunidade de lazer, passeio com a família e uma chance perfeita para turistas, ou até mesmo, moradores de Goiânia conhecer e apreciar mais da cultura popular que a cidade tem a oferecer. As feiras são uma forma de apoiar o comércio local, e importante para a economia da cidade, pois de forma indireta emprega centenas de pessoas.

Por isso, nós do Curta Mais preparamos uma lista para você conhecer feirinhas no final de semana e curtir com a família, ou até mesmo sozinho! As opções são ótimas e vale a pena conferir e experimentar cada uma!

 

Feira do Cerrado

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FOTO: Tripadvisor

Curte uma música ao vivo? Então a Feira do Cerrado é uma ótima opção para você, porque além do som, ali você irá encontrar muita cultura para apreciar. Com 150 expositores, a feira busca estimular o apreço pela música, arte e gastronomia. Nela há também, um grande desenvolvimento sustentável do artesanato, o que ajuda a gerar economia local e além de tudo, para o artesão.

Você pode adquirir vários trabalhos manuais como manuais, bijuterias, pequenos produtores de queijo, quadros, doces, pães, licores, biscoitos. Se você é turista, não deixe de conhecer esse lugar que faz parte da história e faz história em Goiânia.

Serviço:

Local: Rua 72 – Parque da Criança.

Horário: domingo, das 9h às 13h, e quinta também, das 16h às 22h.

 

Feira da Lua

Feira

FOTO: Tripadvisor

Para os fins de tarde aos sábados, temos a Feira da Lua que atrai cerca de 10 mil visitantes por semana. Se você curte uma comidinha caseira, esse é o lugar! E não só comida caseira, mas tortas, doces, queijos e principalmente roupas e acessórios, são o destaque da feira. É um programa para toda a família!

A Feira da Lua é quase um patrimônio de Goiânia, pois ocorre ali na Praça Tamandaré desde 1993! Se você é turista e busca por algo a se fazer ao fim da tarde de sábado, com a sua família e amigos.

Serviço:

Local: Praça Tamandaré.

Horário: sábados, das 16h30 às 22h

Feira do Sol

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FOTO: Destimap

Você sabe a história da Feira do Sol? Ela começou com alguns artistas, artesãos e pequenos comerciantes que se reuniram para vender suas produções informalmente, e a moda foi pegando chamando mais pessoas a se juntarem, se tornando a feira que a cidade de Goiânia tem hoje. Lá você encontra de tudo, um pouco. Como roupas, objetos artesanais, artes, calçados, acessórios e muita comida boa.

A Feira do Sol é um programa que você pode fazer com a família também, pois há atrações para crianças também! É um espaço muito bonito e que você não irá se arrepender da experiência de conhece-lo.

Serviço:

Local: Praça do Sol, Setor Oeste

Horário: todos os domingos das 15h às 21h

 

Feira Hippie

feira

FOTO: Reprodução arquivo interno

Contando com mais de 10 mil expositores e a maior da América Latina, costumando receber quase 80 mil visitantes aos finais de semana. Mas você sabe a história de como surgiu a Feira Hippie? Ela, que há mais de 20 anos é tradição do goianiense.

Ela teve início na década de 60 ali no parque Mutirama, e começou com alguns hippies que iam expor suas obras no local. Migrou para a Praça Universitária, devido ao aumento de pessoas vendendo e pessoas visitando. E não parou por aí, com o passar dos anos, se mudou para a Praça Cívica, se fixando na Praça do Trabalhador, onde é montada até hoje.

Lá você encontra de tudo! Desde roupas, acessórios, sapatos, eletrônicos, livros, roupas de cama e mais um pouco. Ela é conhecida também por ter um preço super atrativo! Você, turista, não deixe de dar uma passadinha por lá!

Nos últimos anos, a Praça do Trabalhador vem passando por reformas para melhor atender os feirantes e compradores. Por último e não menos importante, lá você pode encontrar peças de cerâmica, crochê, porcelana, tear e tachos de cobre. Chegue cedo para aproveitar e passar o dia olhando tudo o que a Feira Hippie oferece.

Serviço:

Local: Praça do Trabalhador.

Telefone: (62) 9617-6485

Horário: sábado, das 7h às 16h, e domingo, das 7h às 13h.

Feira das Antiguidades

feira

FOTO: Curta Mais

Gosta de um achado? De garimpar produtos atrás de uma peça única que provavelmente ninguém mais terá ou que possui anos de história? A Feira de Antiguidades é totalmente original, reunindo antiquários, brechós, artistas plásticos e colecionadores de antiguidades da capital. Lá você encontra exposição à venda de máquinas de escrever, vinis, lambretas, armários e porcelanas.

Ela acontece sempre no segundo domingo do mês, e se prepare, há uma grande variedade de objetos inusitados para enriquecer a decoração de sua casa. Você também pode aproveitar uma atração cultural que acontece, como música ou exposição de carros antigos. Após bater perna pela feirinha, você pode lanchar nos food trucks, barraquinhas de café, chope, pastéis e sanduíches.

Serviço:

Local: Praça Tamandaré, no Setor Oeste

Horário: Sempre no segundo domingo do mês, das 8h às 15h

 

Feira do Moreira

feira

FOTO: Foursquare

Acessórios, roupas, comidas, calçados e o que mais você precisar! A Feira do “Moreirinha” como é mais conhecida, vende de tudo um pouco e com preços mais acessíveis o possível. É também um programa para toda a família, e principalmente turistas. Vale a pena você conferir e levar a família, e nos conte no nosso Instagram o que acho da sua experiência!

Serviços:

Local: Avenida T-1 com T-6 Setor Coimbra, Goiânia

Horário: Aos domingos, das 17h às 22h

Feira das Mães Empreendedoras



Para você que é mãe, até mesmo para quem não é, a cidade de Goiânia tem orgulho de ter projetos como a AME. Associação das Mães Empreendedoras surgiu em meio a crise da pandemia da Covid-19, movida pelo crescente desemprego entre as mães em Goiânia. Buscando apoiar e estimular o empreendedorismo feminino, além de contribuir com a economia local, as Mães Empreendedoras realizam feiras, brechós e bazares pela cidade. Vale a pena conferir e apoiar esse trabalho genuíno!

Serviço:

Local: Parque Flamboyant (em frente ao Mirante)

Horário: Sábado 09/04 das 16h às 21h

*Checar as postagens no Instagram da organização da feira para mais detalhes. 

 Feira das Minas 

 
 
 
 
 
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Ainda na mesma pegada de empreendorismo feminino, a Feira das Minas tem o objetivo de ajudar mulheres empreendedoras visando o feminismo interseccional, fortalecendo o mercado e a cultura local. Se você é turista aqui na capital, ou já é de Goiânia mas ainda não conhece esse trabalho, que tal checar e nos contar sua experiência lá no nosso Instagram? A Feira das Minas acontece uma vez ao mês e você pode adquirir roupas, cosméticos, artesanatos, comidas e acessórios.

Serviço:

Local: Cepal, Setor Sul

Horário: Domingo das 16h às 21h

*Checar as postagens no Instagram da organização da feira para mais detalhes. 

Feirou

 
 
 
 
 
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A Feirou é um achado em Goiânia, e se você curte um som ao vivo com um choppe gelado, essa feirinha te espera! Localizada em um local histórico de Goiânia, a Feirou funciona todos os sábados na Rua 8 (Rua do Lazer)! Lá você encontra variados produtos como roupas, comida, artesanato, cosmético e muito mais. Ah, e se você quiser levar o seu pet, lá também pode! A Feirou é totalmente petfriendly!

Serviço:

Local: Rua 8, Setor Central

Horário: Sábado das 15h ás 21h

*Checar as postagens no Instagram da organização da feira para mais detalhes. 

Feira Hippie volta a funcionar às sextas-feiras após alteração em decreto municipal

A partir do dia 19 de novembro, a Feira Hippie voltará a funcionar às sextas-feiras, como antes da pandemia do novo coronavírus. O último decreto municipal permitia o funcionamento da Feira Hippie apenas durante o fim de semana. No entanto, graças ao avanço da vacinação contra covid-19, a prefeitura decidiu liberar a feira também às sextas.

A decisão será publicada no Diário Oficial do Município na próxima quinta-feira (11). Ou seja, o retorno da feira já poderá ser concretizado na próxima sexta-feira (12).

O horário de funcionamento liberado é das 6h de sexta até às 15h no domingo.

O titular da Secretaria de Desenvolvimento e Economia Criativa (Sedec), Paulo Henrique, afirmou a importância da ação para os feirantes.

“Por conta da pandemia, os feirantes foram muito afetados. O retorno às sextas-feiras trará a esperança de um retorno financeiro positivo para esses trabalhadores”.

Feiras Hippie e da Madrugada funcionam nesta quarta e sexta-feira que antecedem o Dia das Crianças

As feiras Hippie e da Madrugada vão funcionar nesta quarta-feira (6) e sexta-feira (8), que antecedem o feriado do Dia das Crianças, da próxima terça-feira, 12 de outubro. A prefeitura de Goiânia ampliou o funcionamento a pedido dos próprios feirantes, que esperam na data uma oportunidade de aumentar o faturamento.

Segundo a Secretaria de Desenvolvimento e Economia Criativa (Sedec), esses dias que antecedem o feriado devem ter fluxo intenso na região, que também engloba o comércio da Rua 44. ”A liberação das feiras na semana que antecede o Dia das Crianças vem para ajudar o feirante, com mais esse dia de venda dos seus produtos. Sabemos que o fluxo na região é intenso em períodos que antecedem os feriados, e o feirante pede muito por isso. O prefeito Rogério Cruz, está à disposição para atender aos pedidos da população”, disse o titular da Sedec, Paulo Henrique R. Silva.

A montagem da Feira da Madrugada começa a partir das 20h desta terça-feira e o funcionamento será das 4h de quarta-feira até as 22h de quinta-feira (7/10). Já a montagem da Feira Hippie começa a partir de 00h de sexta e funcionará das 6h de sexta-feira até as 15h de domingo (10/10). 

Além disso, a prefeitura ainda reforça que todos os protocolos sanitários de funcionamento deverão ser obedecidos.

 

Imagem: Divulgação 

Rota de trânsito da 44 sofre alterações por conta da Feira Hippie neste fim de semana

A Prefeitura de Goiânia anunciou mudanças no trânsito do Setor Norte Ferroviário por conta da Feira Hippie, que acontece neste fim de semana. As alterações começaram na noite desta sexta-feira e segue até domingo (3), às 14h.

O tráfego será permitido no sentido Vila Nova até o cruzamento da Rua 44. A opção de acesso será pela Rua 44 sentido Estação Rodoviária. Não há previsão para a realização do bloqueio na Avenida Leste Oeste e a Avenida Contorno.

Confira como fica o trânsito na região:

– Bloqueio total do cruzamento da Av. Leste Oeste x Rua 44

– Bloqueio na Avenida Leste Oeste x Rua 74 (sentido Oeste leste). Direcionando o trânsito para Avenida Independência

– Bloqueio da Rua 74 sentido Sul/Norte x Av. Leste-Oeste (cruzamento da Câmara Municipal);

– Bloqueio Avenida Leste-Oeste x Rua 68 sentido Oeste/Leste

– Bloqueio Rua 44 sentido Norte Sul em frente a Base da AGCM.

 

Foto: Divulgação/Mobilidade

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Goiânia prorroga prazo de cadastro de feirantes da Feira Hippie

A Prefeitura de Goiânia prorrogou o prazo para cadastramento na fila de espera das Feiras Hippie e da Madrugada. Os interessados agora têm até o dia 15 de outubro para se manifestarem.

Os feirantes interessados em ratificar o cadastro para obter vaga nas referidas feiras deverão comparecer às unidades do Atende Fácil para apresentação dos documentos. O atendimento é realizado mediante agendamento prévio no site da prefeitura.

O não comparecimento das pessoas referidas nos editais até o prazo levará ao indeferimento e arquivamento do processo de solicitação de exercício da atividade de feirante, bem como a eliminação na fila de espera das respectivas feiras.

Confira abaixo os documentos necessários que deverão ser entregues no Atende Fácil:

– Declaração ratificando o interesse em obter a vaga nas feiras, constando o número do processo/protocolo (Anexo II do Edital);

– Cópia da cédula de identidade;

– Cópia do CPF;

– Comprovante de residência (fatura de água/energia/telefone) no Município de Goiânia ou no seu entorno;

– Ficha socioeconômica devidamente preenchida (Anexo III do Edtial);

– Declaração de residência no Município de Goiânia ou em seu entorno de no mínimo dois anos (Anexo IV do Edital);

– Declaração de não alienação a qualquer título, no período de cinco anos, da autorização para a atividade de feirante, de forma irregular (Anexo V do Edital);

– Certidão Municipal Conjunta de Regularidade Fiscal Negativa de Débito de Qualquer Natureza;

Para mais informações, acesse o edital aqui.

 

Imagem: Reprodução

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