Com programação extensa, Goiânia se prepara para receber a 12ª Marcha da Maconha

Em um cenário marcado pelo debate acirrado sobre a criminalização do uso da maconha, Goiânia está se preparando para sediar a 12ª edição da ”Semana pela Legalização”, organizada pelo Coletivo Mente Sativa. O evento, que já está acontecendo desde ontem (2/10), segue até o fim de semana, e se encerra no dia 8 de outubro. A programação traz uma série de atividades, culminando na tradicional ‘Marcha da Maconha’ no domingo (8), a partir das 14h, na capital goiana.

A ‘Semana pela Legalização’ abarca uma programação diversificada, incluindo rodas de conversa envolvendo mães cujos filhos utilizam medicamentos à base de maconha, além de cine-debates com filmes provocativos sobre as políticas de criminalização. Um destaque na agenda é uma audiência pública na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), na qual serão discutidos modelos de regulamentação que foram experimentados em outros países. Além disso, haverá rodas de conversa na Universidade Federal de Goiás (UFG), ampliando o debate sobre a questão.

A Marcha da Maconha, o ápice do evento, terá sua concentração na Praça Universitária, seguindo um trajeto pela Avenida Universitária, Praça Cívica, Avenida Goiás, e encerrando no Beco da Codorna, localizado na Av. Anhanguera, Centro de Goiânia. Durante a marcha, estão programadas apresentações culturais, batalhas de rima e falas de conscientização, proporcionando um espaço para a expressão pacífica das opiniões dos participantes. Toda a programação visa fomentar um diálogo construtivo em meio ao contexto do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a inconstitucionalidade da criminalização do uso da maconha no Brasil.

Confira a programação abaixo:

– 03/10 (terça), 15h: Roda de Conversa com as Mães de Cannabis – Casa de Vidro (1ª Avenida, 974, St. Universitário)
 
– 04/10 (quarta), 09h: Audiência Pública na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Av. Emival Bueno, Park Lozandes)
 
– 05/10 (quinta), 15h; Roda de conversa com a Psicologia da UFG (miniauditório da Faculdade de Educação da UFG, Praça Universitária)
 
– 05/10 (quinta), 18h30: Encontro aberto com Comite Dom Tomás Balduíno com discussão sobre descriminalização da maconha (IPHAN Goiás, Praça Civica, 210, centro)
 
– 06/10 (sexta), 19h: Edição Especial Batalha do Maranhas (Praça Universitária)
 
– 07/10 (sábado): campeonato de skate, 16h (Praça do Martim Cererê)
 
– 07/10 (sábado), 20h: Encontro Canábico no Bar Shiva (Alameda das Rosas, 1371, Setor Oeste)
 
– 08/10 (domingo), 14h: Marcha da Maconha Goiânia 2023 (Praça Universitária)

 

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Goianos se mobilizam para manter recursos do Sistema S

Nesta terça-feira (16), representantes do Sesc e Senac protestaram nas ruas de todo o país contra o Projeto de Lei de Conversão (PLV) 09/2023, que pretende transferir 5% dos recursos das entidades para financiar a Embratur e promover o turismo internacional no Brasil. Em Goiânia, o protesto ocorreu em frente à Faculdade Senac.

Ações de capacitação profissional, educação, saúde, assistência, cultura e lazer oferecidas pelo Sesc e pelo Senac, entidades do Sistema Fecomércio, estão sob risco de serem reduzidas, caso o Senado Federal aprove o Projeto, que deverá ir à votação ainda nesta quarta-feira (17).

De acordo com o presidente do Sistema Fecomércio Goiás, Marcelo Baiocchi, desviar esses recursos pode causar graves prejuízos socioeconômicos para o Brasil, em curto e longo prazo. “É tirar oportunidade de formação e emprego para gerações inteiras de brasileiros. É comprometer a destinação de dois terços da arrecadação do Senac à realização de cursos gratuitos. É tirar salas de aula de milhares de crianças, jovens e adultos, beneficiados com comprovado ensino de qualidade e excelência”, ressaltou.

Segundo o diretor regional do Sesc e Senac, um desvio de 5% dos recursos significa afastar parte do povo brasileiro da possibilidade de acesso à própria cultura, e interromper a prestação de serviços de lazer, de desenvolvimento físico-esportivo e de turismo social em todos os estados. “A família que vai no hotel do Sesc tem um serviço de qualidade, com pensão completa e preços acessíveis, esse corte vai provocar desmontes diretamente na vida do trabalhador brasileiro”, afirmou.  

Além das manifestações em defesa do Sesc e Senac, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo está colhendo assinaturas para o abaixo-assinado oficial. Já são mais de 705 mil brasileiros que assinaram a petição.

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Foto: divulgação

 

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Entregadores de aplicativos fazem protestos em Goiânia por melhores taxas

Nesta sexta-feira (7), entregadores por aplicativo realizam nova manifestação em Goiânia. Mais uma vez, motoristas protestam por melhores condições de trabalho, e principalmente, contra o novo sistema de agendamento na plataforma IFood.

 

Os motoristas que pretendem passar por pontos estratégicos da capital, já estiveram em alguns bairros como, Jardim Goiás, Setor Bueno (próximo ao Parque Vaca Brava) e no Shopping Passeio das Águas.

 

De acordo com o motorista identificado como Tiago, relatou que este novo sistema impõe carga horária ao trabalhador e não traz benefícios, pois o motorista terá que se desdobrar no trabalho, mas não terá uma recompensa satisfatória comparada a demanda.

 

O novo sistema, integrado no aplicativo IFood, oferece ao motorista um trabalho terceirizado que estará sob comando de uma outra pessoa. Ou seja, o motorista não precisará contatar diretamente com a empresa de entregas, mas sim, apenas com o “contratante” que será responsável em estipular uma carga horária obrigatória, realizar pagamentos e indicar as devidas promoções ao entregador. Este “contratante” pode ser tanto uma pessoa física, como também, algum estabelecimento que alinhou parceria com o aplicativo.

 

O motorista integrado neste novo sistema não poderá recusar as entregas dentro da carga horária. Feito isso, ganhará um valor único que servirá como garantia do seu esforço. Por exemplo, o motorista que estará responsável no período da manhã, receberá um quantia fixa independente da quantidade de entregas que realizar. Isso vale também para os períodos vespertino e noturno.

Já o sistema antigo e aceito pelos motoristas, dá a permissão do entregador estipular sua própria rotina de demanda, trabalha diretamente para a empresa geral e recebe semanalmente de acordo com a quantidade de entregas que forem feitas. Ou seja, o motorista possui livre arbítrio para trabalhar em qualquer horário e poder conciliar com sua vida pessoal, o que não é aceito neste novo sistema chamado O.L.

 

Além desta reclamação, melhores condições de trabalho e aumento da taxa mínima de entrega também entraram em pauta na manifestação. No mês passado, entregadores também realizaram protestos, reivindicaram melhorias no trabalho e construção de pontos de apoio na capital, como a inserção de banheiros, estacionamento e bebedouros destinados aos motoristas.

 

O Curta Mais entrou em contato com o suporte do IFood para a justificativa do ocorrido, mas até o momento, não obtivemos resposta.

 

Foto: Reprodução/Divulgação

Goiânia terá mobilização em apoio a Mariana Ferrer

Diversos grupos de mulheres organizam protesto em Goiânia, neste domingo (8) para pedir por Justiça no caso da influenciadora digital, Mariana Ferrer, de Santa Catarina. O caso ganhou repercussão nacional após julgamento, o qual o empresário André de Camargo Aranha foi absolvido de uma acusação de estupro.

Os grupos Coletivo de Mulheres Goianas; Bloco Não é Não; Movimento de Mulheres Olga Benario; Instituto Padma; Associação Mulheres na Comunicação; União Estadual dos Estudantes e Coletivo ParaTodos GO organizam a manifestação, que está marcada para às 9h, na Praça Cívica, em frente ao museu.

Conforme trecho do texto que convoca as mulheres a participarem do ato, “a manifestação, apartidária e com fins culturais, levanta duas principais bandeiras: o fim da culpabilização da vítima dentro da cultura do estupro e a revisão do machismo estrutural no sistema judiciário brasileiro”. O protesto também irá pedir a revisão da sentença.

A mobilização acontece a nível nacional, com protestos confirmados nas cidades de: Salvador (BA), Porto Alegre (RS), Teresina (PI), Campina Grande (PB), além de Goiânia.

Caso Mari Ferrer

Nos últimos dias, o vídeo do julgamento do caso de Mariana Ferrer, de 23 anos, causou revolta no país. A influencer foi humilhada pelo advogado de André Aranha, empresário acusado de tê-la estuprado em uma festa em 2018. Ele foi inocentado, sob a alegação de que cometeu “estupro culposo”. O caso gerou revolta nas redes sociais. As imagens foram obtidas pelo The Intecept Brasil, e causaram grande repercussão.

De acordo com o promotor responsável pelo caso, não havia como o empresário saber, durante o ato sexual, que Mari não estava em condições de consentir a relação, não existindo assim “intenção” de estuprar.

Sendo assim, o juiz aceitou a argumentação de que André cometeu um “estupro culposo”, um “crime” não previsto na lei brasileira. Porém, como ninguém pode ser condenado por um crime que não existe, o réu foi absolvido.

O advogado Cláudio Gastão da Rosa Filho, responsável pela defesa do empresário, mostrou várias fotos de Mariana durante a audiência e definiu as imagens como “ginecológicas”. Em momento algum foi questionado por membros do Tribunal de Justiça catarinense sobre a relação das fotos com o caso.

Gastão também disse que “jamais teria uma filha do nível” de Mariana. Bastante incomodada, a influencer respondeu dizendo que está de roupa nas fotos e que elas “não têm nada demais”. A jovem ainda argumentou: “A pessoa que é virgem, ela não é freira não, doutor. A gente está no ano 2020”.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e a Ordem dos Advogados do Brasil – Seção de Santa Catarina (OAB-SC) vão apurar as condutas respectivamente, do juiz, do promotor e advogados que atuaram no caso.

Grupo mobiliza carreata contra o fechamento do comércio em Goiás

Um grupo começou uma mobilização nas redes sociais para uma carreata que vai acontecer na próxima sexta-feira (15), às 15h, com saída do Mercado Municipal do Setor Pedro Ludovico até a Praça Cívica. O convite está sendo feito por pessoas aleatórias, sem nenhuma liderança anunciada. 

A iniciativa surgiu após o governador Ronaldo Caiado sinalizar que não vai liberar o retorno das atividades do comércio em Goiás. O novo decreto, que pode ser publicado a qualquer momento, vai ter medidas endurecidas frente ao baixo índice de isolamento social que teve queda de 70% para 37% nos últimos dias. 

Foto: Ludmilla Rodrigues

Professora de teatro distribui 200 flores durante manifestação desta quinta-feira em Goiânia

Ana Cristina, atriz e teatro educadora do Grupo Zabriskie, distribuiu flores hoje na manifestação em prol da educação, em Goiânia.

Segundo Ana, foram 200 flores de papel e 300 abraços distribuídos durante a caminhada.

 

“Acreditamos nas flores vencendo os fuzis”

 

A distribuição de flores é um símbolo amoroso do movimento que tem também produzido manifestos escritos, para explicar a sociedade esse desmonte de direitos e políticas culturais importantes para o cidadão. Haverá também duas manifestações da cultura nos dias 6 e 7 de junho na praça cívica.

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As flores foram confeccionadas pelos participantes do fórum de debates sobre política pública para a cultura e feitas com papel crepom (das cores do arco iris) palitinho de churrasco e cola. Até artistas do interior do estado participaram da confecção.

Além das flores de papel e do abraço carinhoso, há também um convite às pessoas se unirem à causa cultural.

A ação foi criada coletivamente por artistas de Goiás de diversas linguagens e tem a intenção de lembrar a população da luta da classe cultural por maior respeito e apoio. Segundo Ana, somente esse ano foram suspensos o Fundo de Apoio a Cultura e a Lei Goyazes, ambas políticas públicas de incentivo à cultura do Governo de Goiás. Inclusive, diversos projeto que já foram selecionados em editais passados estão sem data para receber os recursos, criando uma crise sem precedentes na cultura.

Várias ações com essa estão sendo construídas pelo movimento de artistas.

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Grupo Zabriskie

O Grupo Zabriskie atua no estado de Goiás desde 1993. Desenvolve sua investigação e criação teatral fundamentado na cultura do teatro de grupo, na pesquisa de linguagem e na necessária relação do teatro com a sociedade e com a cidadania. O grupo é referência em espetáculos infantis e seus trabalhos já rodaram o país.

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Samba no Zabriskie

O Grupo Zabriskie fará nesta sexta-feira (30), às 20h, o Samba no Zabriskie. O show ficará por conta do grupo Samba do Carlito e o evento tem o intúito de arrecadar dinheiro para a manutenção do espaço. Haverá bar com comidas e bebidas montado especialmente para o evento; Uma ótima oportunidade de apoiar o trabalho do grupo. 

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A manifestação em defesa da Educação

A manifestação desta quinta-feira, em defesa da Educação, voltou a reunir milhares de pessoas em Goiânia. A agenda de paralisações teve início às 14 horas e as 16 horas, na praça Universitária, começaram as declarações das entidades sindicais, movimentos sociais e estudantis (ADUFG-Sindicato, Sint-Ifesgo, CTB, Sintego, Sinpro, UNE, ANPG, UBES, entre outros).

Segundo o presidente do Adufg-Sindicato, Flávio da Silva “O País vive um momento grave. Desde 2015, que estamos sentindo na pele o contingenciamento na área da Educação. Precisamos ir para as ruas e manifestar pois mais de 70% do alunos da UFG são de baixa renda e se o corte for confirmado a universitade paralisa suas atividades em agosto. Até a conta de energia da Universidade está sem pagamento há dois meses”.

A caminhada começou as 17h na praça universitária e encerrou às 19h na avenida Anhanguera.

Veja algumas imagens de ontem:

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Manifestantes comemoram o aniversário do golpe militar de 64 com carreata em Goiânia

Este domingo (31 de março) marca os 55 anos do início do golpe militar que depôs Jango, dando início a um regime de exceção que se estendeu até 1985. Durante estes 21 anos, não houve eleição direta para presidente, o Congresso chegou a ser fechado e houve censura à imprensa. Segundo dados da Comissão de Verdade, 434 pessoas foram mortas pelo regime ou desapareceram – e, até hoje, só 33 corpos foram encontrados. Na última segunda-feira, o porta-voz Otávio Rêgo Barros instruiu, em nome de Jair Bolsonaro, que o ministério da Defesa faça as ‘comemorações devidas’ na data. Na quinta, o próprio Bolsonaro disse que a ideia não é celebrar e sim ‘rememorar’ o período. Atos em alusão ao golpe de 31 de março chegaram a ser proibidos por liminar, mas a Justiça Federal derrubou a decisão. 

Alguns manifestantes de Goiânia demonstram apoio ao golpe de 64 com a realização de uma carreata ao som do hino nacional. Um homem no alto falante ainda diz “Viva as Forças Armadas”. Ainda segundo nossa leitora que nos enviou o vídeo (confira abaixo), os manifestantes chamam o dia de hoje como “o segundo dia de independência do Brasil”.

 
 
 
 
 
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Manifestantes próximo à praça cívica realizam carreata comemorando “o segundo dia de independência do brasil, em 1964”.

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Grupo pró-Bolsonaro promove adesivaço e manifestação em Goiânia

O domingo em Goiânia foi marcado por várias manifestações a favor do candidato a presidência da República Jair Bolsonaro (PSL).

O grupo promoveu adesivaços em vários pontos da capital, promoveu passeata e foguetório na Praça Latif Sebba, antiga Praça do Ratinho, no Setor Marista e se concentrou na Praça Cívica, no Centro de Goiânia.

O encontro teve a presença do senador Wilder Moraes e do governador eleito Ronaldo Caiado (DEM-GO).

Confira os vídeos:

 
 
 
 
 
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Repórter do Jornal Hoje é interrompido ao vivo por manifestante: “Globo lixo”

A rede Globo passou por uma saia justa na tarde deste sábado (25), durante uma transmissão ao vivo no Jornal Hoje.

O repórter Bruno Tavares tinha acabado de entrar no ar, direto do Hospital Sirío-Libanês, em São Paulo (SP), para falar do estado de saúde do presidente Michel Temer, quando foi interrompido por uma homem que gritava “Globo lixo!”. O repórter não conseguiu concluir a informação e voltou para o estúdio dizendo: “peço desculpas a todos pelo incoveniente”.

Também desconcertado com o susto, o âncora Fábio William comentou: “tivemos um pequeno problema, você vê que nem todo mundo é capaz de compreednder como as coisas devem ser e que existem outras maneiras de mostrar a própria opinião”.

Em outro bloco do jornal, o repórter voltou ao vivo em um local diferente e conseguiu passar a informação.

O presidente Michel Temer foi submetido a uma angioplastia, realizada no fim da noite de ontem, sexta-feira (24). A equipe médica do Hospital Sirío-Libanês, acredita que o político tenha alta na próxima segunda-feira (27). Segundo o boletim, Temer passa bem.

Assista o momento em que o repórter é interrompido:

 

A rede Globo passou por uma saia justa na tarde deste sábado (25), durante uma transmissão ao vivo no Jornal Hoje. O repórter Bruno Tavares tinha acabado de entrar no ar, direto do Hospital Sirío-Libanês, em São Paulo (SP), para falar do estado de saúde do presidente Michel Temer, quando foi interrompido por uma homem que gritava “Globo lixo!”. O repórter não conseguiu concluir a informação e voltou para o estúdio dizendo: “peço desculpas a todos pelo incoveniente”. Também desconcertado com o susto, o âncora Fábio William comentou: “tivemos um pequeno problema, você vê que nem todo mundo é capaz de compreednder como as coisas devem ser e que existem outras maneiras de mostrar a própria opinião”. Em outro bloco do jornal, o repórter voltou ao vivo em um local diferente e conseguiu passar a informação. O presidente Michel Temer foi submetido a uma angioplastia, realizada no fim da noite de ontem, sexta-feira (24). A equipe médica do Hospital Sirío-Libanês, acredita que o político tenha alta na próxima segunda-feira (27). Segundo o boletim, Temer passa bem. Assista o momento em que o repórter é interrompido:

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Professora é impedida de dar palestra contra o feminismo na UFG e é expulsa por estudantes

A professora Thaís Godoy Azevedo foi impedida de dar uma palestra na Universidade Federal de Goiás (UFG), na noite desta segunda-feira (5). O auditório da Faculdade de Direito (FD), onde ocorria o evento chamado “Desmascarando o Feminismo”, ministrado por Thaís, foi invadido por estudantes com os rostos pintados, segurando cartazes e com aparelhos de som.

Dona da página ‘Moça, não sou obrigada a ser feminista’ no Facebook, Thaís precisou ser escoltada por seguranças enquanto os estudantes a acompanhavam até a saída da Faculdade dando gritos de “fora fascista” e “marketeira”.

Antes do evento, alunos contrários à presença da palestrante no local já se encontravam na porta do auditório com um aparelho de som ligado. Uma professora da Faculdade também teria tentado esconder as chaves do local onde a palestra estava marcada para acontecer, mas desistiu mediante ameaça de denúncia.

Semanas antes, alunos da UFG solicitaram à direção da Faculdade de Direito o cancelamento do evento. O pedido foi negado com embasamento no princípo da liberdade de expressão.

Estudantes envolvidos na manifestação negaram uso de violência física.

Foto: Reprodução da internet

Confira quem vai aderir à greve geral desta sexta-feira em Goiânia

Diversas instituições do Estado estão se mobilizando para participar da greve geral contra as Reformas da Previdência e Trabalhista que foram propostas pelo governo de Michel Temer. A greve ocorrerá nesta sexta-feira (28). Na Capital, está sendo organizado uma passeata às 8h na Assembleia Legislativa. Do local, os manifestantes devem seguir até a Praça Cívica.

Confira as Instituições em Goiânia que vão paralisar as suas atividades:

Sindicato dos bancários: a categoria está realizando mobilização com os servidores

Sindicato Nacional dos Aeroviários: os funcionários do Aeroporto de Goiânia aderiram a paralização que ainda não tem horário definido para começar amanhã.

Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos (Fentect)

Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás (Adufg- Sindicato)

Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego)

Sindicato dos Empregados no Comércio no Estado de Goiás

Trabalhadores em Empresas de crematório e cemitérios

Limpeza urbana Stilurbs

Polícia Civil informou que durante a paralisação só flagrantes serão atendidos 

*Até o fechamento desta matéria a Guarda Civil Metropolitana não informou se iria aderir a paralisação

Foto: José Cruz/Agência Brasil

Servidores do Judiciário paralisam atividades nesta quarta

O Sindicato dos Servidores e Serventuários da Justiça do Estado de Goiás (SindJustiça) coordena, nesta quarta-feira (15) manifesto contra a reforma da Previdência, em curso no Congresso.  O ato, organizado pela entidade e Fórum Goiano Contra a Reforma da Previdência, terá início, em Goiânia, às 9 horas, no saguão principal do TJGO, no Setor Oeste. Os manifestantes seguirão em caminhada até a Praça Cívica, onde o grupo se juntará a integrantes de outras categorias de trabalhadores.

Atendendo convite da Federação Nacional dos Servidores do Judiciário nos Estados (Fenajud), a mobilização acontece também em todos os fóruns do Estado, das 8 horas às 18 horas, assim como ocorrerá em todo o País. No decorrer do expediente forense, os servidores manterão 30% da força de trabalho para o atendimento aos serviços considerados essenciais.

“Essa questão é de interesse nacional e os servidores do Judiciário, que conhecem profundamente as leis, precisam se posicionar. Não vamos tolerar uma reforma injusta e obscura como essa. Nossa categoria tem de reagir e com firmeza”, conclama a presidente do SINDJUSTIÇA, Rosângela Alencar.

Vídeo: Eduardo Cunha é hostilizado em aeroporto e leva ‘sapatada’ de uma senhora

O ex-presidente da Câmara e ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi alvo nesta quarta-feira, 12, de um protesto inusitado no aeroporto de Santos Dumont, no Rio. Filmado por populares enquanto levava suas bagagens em um carrinho de mão, o ex-parlamentar que responde já a duas ações penais na Lava Jato por supostamente manter contas secretas na Suíça e receber propinas milionárias no esquema de corrupção

As imagens mostram Cunha sendo perseguido por uma senhora sob vaias e gritos de “Fora, Cunha” e “Vai, ladrão” de outros passageiros que transitavam pelo local. Ao reconhecê-lo, ela sai correndo em sua direção na tentativa de acertá-lo com um golpe.

Após a repercussão do ocorrido, o próprio Eduardo Cunha usou seu perfil no Twitter para falar sobre o ocorrido, relatando a agressão em uma sequência de tuítes. Segundo ele, o grupo que o filmou é “liderado” pela sua agressora e já estariam o aguardando no saguão. 

Taxistas fazem protesto contra o Uber em Goiânia

Uma manifestação envovendo cerca de 300 taxistas bloqueou por alguns minutos a via de acesso do aeroporto de Goiânia no período da manhã desta terça-feira (23). O protesto foi contra o Uber e os demais aplicativos de transporte de passageiros e percorreu outros pontos da cidade com paradas no Terminal Rodoviário e no Paço Municipal (sede da Prefeitura).

O movimento faz parte de uma mobilização nacional dos taxistas chamada de “Dia D, Dia da Injustiça”, mas a ideia não contou com a adesão da maioria da categoria que tem 2.000 permissionários.

Segundo a Associação dos Permissionários de Táxi de Goiânia (Aspertagyn), este não é o caminho. “Estamos num momento delicado, onde a própria opinião pública está contra o táxi. Ações como esta só pioram a situação tumultuando o trânsito e gerando ainda mais desgaste para nossa imagem. Nosso movimento realmente caiu em média 60% mas precisamos sensibilizar as autoridades e a população com ações positivas com a melhoria dos nossos serviços”, afirma Hugo Nascimento, presidente da Aspertagyn.

Algumas cooperativas já oferecem a opção de táxi executivo com jornais, revistas, água, internet sem fio e motoristas de terno e gravata.

Já o vice-presidente do Sindicato dos Taxistas de Goiânia (SindiTaxi), Júlio Soares, vê as manifestações como saída e aponta o Uber como principal responsável pela crise do setor. “O Uber é o depredador da nossa categoria. Nós demoramos 80 anos para montar uma frota de dois mil táxis e o Uber, em cinco meses, já tem cinco mil em Goiânia. Isso não tem condição. Eles estão pegando o nosso cliente, o do transporte coletivo e do moto táxi também, então são várias categorias que estão sendo prejudicadas”.

Ainda de acordo com o Júlio, os taxistas não são contra os aplicativos, mas defendem que haja uma regulamentação para que todos possam pagar tributos igualmente. “O taxista não é contra a concorrência, ele só é contra um tranporte que não paga nada e faz um preço mais barato que o nosso. A partir do momento que eles [motoristas do Uber] começarem a pagar, eles vão ver que não podem ser tão baratos assim. O que a gente quer é igualdade”, ressaltou.

Imagens enviadas pelo leitor Marlos Nogueira.

Manifestantes participam da Marcha da Maconha em São Paulo

Centenas de ativistas se reuniram na Avenida Paulista em São Paulo na edição 2016 da Marcha da Maconha, na tarde deste sábado (14). Os manifestantes são a favor da legalização da droga e a liberação da erva para uso medicinal.

A concentração ocorreu no vão livre do Masp. Às 17h, o grupo fazia uma passeata pela Paulista, no sentido Consolação, segundo a Polícia Militar, e por isso todas as faixas da avenida estão bloqueadas para carros.

Ao contrário do que ocorreu nas edições anteriores, os organizadores não pediram aos manifestantes que não fumassem durante a marcha. Eles estimam que 20 mil participavam da manifestação por volta das 16h. A Polícia Militar acompanha o ato, mas não divulgou balanço de participantes do ato. 

O coletivo da Marcha da Maconha de São Paulo defende que a legalização terminará com a guerra ao combate às drogas.

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Abaixo, um vídeo feito durante o evento: