Em parceria com TRE, escola em Goiânia promove experiência de votação eleitoral com estudantes

O ano de 2024 será bastante intenso no que se trata de eleições. E para que os jovens já possam viver a experiência real das votações, e entender o papel da democracia no país, a Escola Canadense Maple Bear, em Goiânia, promoveu eleições para escolha de representantes e vice-representantes de sala em parceria com a Escola Judiciária Eleitoral de Goiás (EJE/GO) e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

O evento, que contou com a participação de 235 alunos do 6º ano do Ensino Fundamental ao 1º do Ensino Médio, teve como objetivo proporcionar uma experiência prática sobre o processo eleitoral brasileiro.

Os candidatos se registraram no “Partido Maple Bear – PMB”, uma chapa fictícia criada para as eleições estudantis, sendo responsáveis pela divulgação de suas campanhas. A votação, realizada por meio de urnas eletrônicas cedidas pelo TRE-GO, teve início com a impressão da zerézima às 7h e encerramento às 12h.

Esta iniciativa é parte das atividades propostas pela EJE, que, em sua primeira visita à instituição no dia 6 de fevereiro, proporcionou uma palestra sobre cidadania e demonstrou as funções de uma urna eletrônica por meio de uma eleição simulada.

Jovens e a importância do papel de cidadãos

A diretora geral da escola, Sabrina Oliveira, disse que a iniciativa teve um papel muito importante para que os alunos pudessem exercer o papel da cidadania de forma real: ‘’Um dos grandes objetivos da nossa parceria com o Tribunal Regional Eleitoral foi como fazer com que os nossos estudantes pudessem, na prática, vivenciar a cidadania de forma tão real quanto nós vivenciamos durante o processo eleitoral’’, explicou a diretora.

O projeto, que busca estimular o desenvolvimento de lideranças no ambiente escolar, teve início com uma palestra do TRE, orientando os alunos sobre o processo eleitoral e a importância da participação democrática. Os estudantes interessados se candidataram, apresentando suas propostas e ideias para a turma.

Além disso, com o objetivo de garantir a transparência e lisura do processo, os alunos receberam treinamento para atuarem como mesários durante as eleições, realizadas de acordo com os parâmetros estabelecidos pela Justiça Eleitoral, com o uso de urnas eletrônicas.

Escola bilíngue em Goiânia facilita acesso a estudos no exterior

Com o crescente interesse dos estudantes em buscar conhecimento em terras estrangeiras, o bilinguismo emerge como um aliado poderoso. De acordo com o Student Travel Bureau (STB), a procura por intercâmbios aumentou significativamente, com destinos como Canadá, Estados Unidos, Inglaterra, Austrália e Irlanda liderando a preferência.

 

Sabrina Oliveira, diretora da Escola Canadense Maple Bear, destaca que o mundo contemporâneo, caracterizado por globalização e conectividade, impulsiona os jovens a buscarem experiências internacionais. Ela ressalta que o domínio de um segundo idioma não só facilita o acesso a instituições estrangeiras, mas também tem impactos cognitivos e benefícios para a saúde mental a longo prazo.

Pesquisas do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo e da Universidade George Mason revelam que crianças bilíngues demonstram maior capacidade de concentração e excelência em diversas disciplinas. Para Oliveira, as vantagens do bilinguismo vão além do acadêmico, proporcionando expansão de habilidades ao longo da vida.

 

Ao destacar a experiência da Maple Bear, que introduz o ensino bilíngue desde os anos iniciais, Oliveira enfatiza a formação de cidadãos globais, capazes de compreender e apreciar diferentes culturas. A escola, em resposta ao aumento do interesse, planeja lançar, em 2024, o primeiro High School/Ensino Médio em Goiânia, oferecendo dupla certificação para preparar os estudantes para universidades nacionais e estrangeiras.

 

Essa certificação, alinhada à Base Nacional Comum Curricular e ao currículo canadense, proporcionará uma educação abrangente ao longo de três anos. Oliveira destaca que o programa não exige fluência em inglês no início, oferecendo suporte aos alunos por meio de testes de proficiência e programas de entrada tardia. Com essa iniciativa, a Escola Canadense Maple Bear visa formar alunos aptos a enfrentar desafios acadêmicos tanto em território nacional quanto internacional.

 

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Saiba como o uso excessivo de telas impacta a alfabetização das crianças

A alfabetização de crianças em Goiânia enfrenta obstáculos, com quase 60% dos alunos até o segundo ano fundamental não alcançando a proficiência esperada. O aumento do uso de telas amplifica esses desafios, revela a pesquisa Alfabetiza Brasil do Ministério da Educação. Os dados, apresentados em maio de 2023, indicam uma queda nos índices em comparação com 2019, início da pandemia, agravando a situação.

 

Uma pesquisa internacional, envolvendo 46 estudos com quase 30 mil crianças, mostra que o tempo diário de tela cresceu mais de 50% de 2020 a 2022. A psicopedagoga Sabrina Oliveira, diretora da Maple Bear Goiânia, destaca a relação direta entre o consumo excessivo de telas e dificuldades de alfabetização. Ela adverte sobre os efeitos negativos, como a passividade induzida pelas telas, substituindo atividades cerebrais essenciais para o desenvolvimento infantil.

O acesso desenfreado às telas também têm substituído a leitura de livros, prejudicando a descoberta das letras. Oliveira ressalta que o excesso de telas afeta a qualidade do sono e contribui para a falta de interesse em atividades físicas e de escrita, resultando em impactos na capacidade de atenção e tolerância à frustração.

 

Apesar dos desafios, a especialista enfatiza a possibilidade de utilizar a tecnologia de forma positiva no processo de alfabetização. Recomenda-se um equilíbrio no consumo de telas, com supervisão e orientação educacional. A Maple Bear adota tecnologias como aliadas, incorporando atividades intencionais e educativas, respeitando as fases e necessidades individuais das crianças. 

 

“Uma criança em fase de alfabetização pode ter de 30 a 40 minutos de uso de tela de forma intencional até duas vezes por semana. Mas a intenção, é o que vai fazer a diferença. A ideia é trazer atividades que vão desenvolver o pensamento da criança, como conceitos iniciais de programação, por meio de jogos, para que o que está abstrato na tela ela possa tocar, quantificar, ou até o uso de leitura de textos com música; estratégias que podem até contribuir com a alfabetização”, orienta Oliveira.

 

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Escola em Goiânia inclui aulas de gentileza na grade curricular de alunos

Na busca por uma vida mais saudável e duradoura, a gentileza surge como protagonista, respaldada por estudos científicos que comprovam seus benefícios. Educadoras destacam a importância de cultivar esse valor desde a infância, tornando a escola o berço para seu florescimento.

De acordo com pesquisas da Universidade da Califórnia e da Springer Science, a prática voluntária e a gentileza estão associadas a uma redução significativa no risco de morte precoce e à diminuição da ansiedade. Além disso, um estudo abrangente da Universidade de Harvard revela que pessoas altruístas são mais felizes, solidificando a gentileza como um pilar para uma vida plena.

A psicóloga e educadora Cida Corrêa, diretora da Maple Bear em Goiânia, ressalta que a gentileza, cultivada desde os primeiros anos, é essencial para construir uma cultura de paz. Mayra Maia, coordenadora pedagógica, reforça a ligação entre gentileza e valores fundamentais para uma sociedade empática e harmoniosa. “A gentileza é a base central no processo de construção de uma cultura de paz. Ela deve ser uma aprendizagem social contínua e que deve ser estimulada já na primeira infância (de 0 a 6 anos), e com isso permear todas as interações sociais, tornando-se um hábito na vida da pessoa, inclusive para resolução de conflitos”, explica a psicóloga e educadora.

Psicóloga e educadora Cida Corrêa

A influência do ambiente escolar é crucial nesse processo, sendo o primeiro espaço social após a família. Na Maple Bear, a gentileza é incorporada em todas as interações, modelando um ambiente agradável e promovendo aprendizado leve e prazeroso.

A diretora destaca a autenticidade da gentileza na Maple Bear, desde gestos simples até projetos como “Construtores de Paz” e “Primavera das Virtudes”. A parceria entre escola e família fortalece esses valores, evidenciando a compreensão precoce das crianças sobre a importância da gentileza, promovendo um caminho sólido para uma vida plena e duradoura.

Fotos: Magno Atos

Fotos : Divulgação

Foto de capa: Murillo Cortez

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Estudantes de Goiânia se destacam em Campeonato Mundial de Robótica

Contradizendo os paradigmas, um grupo de meninas goianas se destacou no Campeonato Mundial de Robótica da FIRA (Federation of International Robot Sport Association). As estudantes Carolina Bosco, Sofia Azevedo, Laura Caetano, Natália Bastos e Manuela Souza, estudam no colégio canadense Maple Bear, ainda no ensino fundamental, e se destacaram principalmente por serem a única equipe exclusivamente feminina no meio de 60 grupos de alunos.

 

O Campeonato aconteceu na cidade de WolfenButtel, na Alemanha, e além da viagem internacional, as meninas ainda voltaram com duas medalhas de ouro para a escola, conquista que foi uma quebra de paradigmas segundo a diretora do colégio,  Sabrina Oliveira. “Eu pude acompanhar de perto o desempenho e a resiliência delas em cada prova, ver elas em cada processo é um orgulho, meninas capacitadas e imponentes em suas realizações”.

 

A escola que foi a única do estado a participar do FIRA, também conseguiu mais medalhas com outras equipes, vencendo 10 prêmios no total, 5 deles de primeiro colocado, quatro em segundo e um de terceiro lugar. Com vários prêmios as equipes voltam de cabeça em pé, sabendo que mais importante que a premiação, elas tiveram uma representatividade muito grande para outras meninas.

 

“Crescemos como equipe, aprendemos, fomos respeitadas enquanto único grupo só de meninas, tivemos torcida, vivemos angústias, medos, vontade de desistir, mas, sempre tratadas com respeito pelos outros grupos. Tudo que aprendi vou levar para o futuro”, afirma a aluna Carolina Bosco, de modo a entender que o preconceito de gênero não faz parte de seus contextos e sua realidade.

 

 Mesmo com um avanço, as mulheres ainda têm uma representatividade baixa, com cerca de 20%, ou menos, dos cursos de exatas e ciências sendo ocupados por elas.

 

Desde 2021 essa participação vem aumentando cada vez mais, onde a presença de alunas nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM) cresceu 96% de lá para cá, segundo o INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira). E conquistas como essa são muito importantes para alavancar essa área do estudo. “Eu foco em seguir meu sonho, tenho o apoio da família e de todos os amigos. Meninas podem fazer exatas ou qualquer área”, diz Laura Caetano, uma das integrantes do grupo.

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Foto de Capa: Banco de Imagens/Curta Mais

Cresce interesse de estudantes goianos de estudar no exterior

Novas culturas e experiências são parte da vida dos estudantes que, cada vez mais, buscam outros países para dar continuidade aos estudos. Isso também se aplica aos estudantes do estado de Goiás. O aumento do interesse dos estudantes (que cresceu 30% de acordo com levantamento do Student Travel Bureau em 2022), estimulou a Escola Canadense Maple Bear a implantar, em 2024, o primeiro High School/Ensino Médio em Goiânia voltado a preparar os estudantes para universidades brasileiras e estrangeiras. Na formação, os estudantes poderão obter uma dupla certificação: a do ensino médio brasileiro e a do ensino médio canadense.

A dupla certificação está em conformidade tanto com o currículo e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), quanto com a regulamentação canadense. O aluno fará uma grade de 4000 horas-aula ao longo de três anos, porque fará disciplinas do currículo estabelecido pelo Canadá.  

Com isso, explica a coordenadora acadêmica da Maple Bear Brasil, Carol Nassif,  uma das responsáveis pela expansão do High School no País, os alunos estarão sendo preparados tanto para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) e os vestibulares brasileiros, quanto para o ingresso em universidades estrangeiras com a mesma excelência. 

“Nosso propósito é proporcionar oportunidades para que nossos alunos sejam preparados para a vida, para que alcancem seus objetivos, onde quer que eles estejam ou queiram estar”, diz Carolina Nassif.

Ela explica que fora do Brasil, além da necessidade da proficiência em inglês, a maior parte das universidades estrangeiras fazem a análise curricular para aprovar o ingresso do aluno, ao invés de uma prova seletiva. Por isso, o diploma canadense é um grande diferencial. “Quando se tem um currículo forte academicamente, como é o caso da dupla certificação, e a proficiência em inglês, isso facilita a entrada na universidade no exterior, especialmente no Canadá e Estados Unidos”, concluiu a coordenadora.

Outra vantagem é que, caso a universidade pretendida solicite alguma disciplina complementar, o aluno poderá fazer a disciplina na província de New Brunswick (Canadá) à distância. “Normalmente, o aluno teria de ir para o exterior um ano antes apenas para fazer a disciplina solicitada para, depois, submeter seu currículo para análise”, compara. 

Em sua visão, interesse dos estudantes por fazer universidade fora cresceu porque a realidade de mundo do jovem de hoje mudou. Ele tem mais acesso à informações em uma sociedade globalizada e conectada, além de ser ávido por experiências. “Fizemos uma pesquisas interna e quase 100% de nossos alunos tinham esta aspiração”, comenta. 

Carolina lembra ainda que um paradigma a ser desfeito diz respeito ao custo de se estudar fora. “Há possibilidades para diferentes bolsos e, inclusive, o aluno brasileiro que tem o diploma canadense tem também os mesmos descontos que um estudante canadense nos primeiros anos da universidade”, informa

Nas outras 13 cidades onde a Escola Canadense Maple Bear já oferece o ensino médio, quatro já têm alunos que concluíram o Ensino Médio com dupla certificação. O índice de aprovação destas turmas em universidades brasileiras e no exterior é de 91%, em países como Estados Unidos, Canadá, Irlanda do Norte e Inglaterra. 

Como vai funcionar o ensino com dupla certificação

Em Goiânia, a diretora da Escola Canadense Maple Bear, Sabrina Oliveira, explica que as aulas do Ensino Médio previstas na grade do Ministério da Educação serão ministradas em português. Já as aulas do currículo canadense, serão ministradas em inglês.

A diretora reforça que os estudantes que tiverem dificuldade com a língua inglesa terão um acompanhamento especial  na escola. “Teremos um programa de entrada tardia para a proficiência no inglês. O importante é que ele [aluno] tenha o desejo, porque o apoio nós vamos oferecer”, reforçou.

Em 2024, serão abertas apenas turmas do 1º ano na unidade em Alphaville, que será exclusiva para os alunos do High School. As aulas começarão às 7h30min e irão até às 13h10min durante três dias. Duas vezes por semana, acontecerão em período integral, indo até as 17h50min.

A unidade está sendo reformada para receber os estudantes, que poderão contar com atividades complementares como: xadrez, vôlei, basquete, futebol, dança, teatro, música, desenho e pintura, circo, oficina de podcast e vídeo, robótica, programação, introdução a inteligência artificial. Um restaurante interno atenderá as turmas.

Mentor de carreiras

Para auxiliar os estudantes no planejamento de sua jornada de estudos, Sabrina conta que eles vão ter encontros semanais com conselheiros, profissionais que farão um acompanhamento individual com cada aluno, a fim de ajudá-los a descobrir suas aptidões profissionais, a mostrar os cursos do momento, a construírem um currículo que atenda as exigências do local pretendido e auxiliá-los no contato com essas  universidades.

“Não é um teste vocacional, mas alguém que irá trazer informações que ajudarão estudantes na tomada de decisão. Esse conselheiro será, inclusive, o elo entre o aluno e a universidade, principalmente se for no exterior”, explica.

A escola contará, também, com uma plataforma de inteligência artificial exclusiva, que apresentará um mapa de desempenho do aluno e mostrará os resultados dos últimos cinco exames do curso que ele escolheu, o que ajudará na preparação. Sabrina lembra ainda que, mesmo que o aluno não queira estudar fora do País, as disciplinas canadenses agregam valor a seu conhecimento. 

Difundida em mais de 30 países, a Maple Bear oferece formação desde a Educação Infantil até o Ensino Médio. A marca é líder em educação bilíngue no Brasil e está presente em mais de 100 cidades brasileiras com mais de 170 escolas.

 

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Estudantes de Goiás ganham campeonato de robótica na Alemanha

 

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Estudantes de Goiânia conquistam primeiro lugar em torneio mundial de robótica

A competição mundial de robótica (FIRA – Roboworld Cup and Summit 2023), que acontece na Alemanha, teve início nesta terça-feira (18), e os estudantes do Colégio Maple Bear, de Goiânia, alcançaram um feito notável ao conquistar o primeiro lugar na modalidade “Missão Impossível Hardware U14”.

A equipe S.T.O.P, representante da Maple Bear Goiânia, demonstrou habilidades e dedicação impressionantes, destacando-se entre os competidores de diversos países participantes, incluindo Brasil, Uruguai, Japão, Grécia, China, Irã, Turquia, Canadá, Filipinas e México.

O torneio oferece uma oportunidade única para os alunos envolvidos, que vivenciam uma experiência enriquecedora ao interagir com estudantes de diferentes nacionalidades e compartilhar conhecimentos no campo da robótica.

A disputa continua nos próximos dias, e a equipe Maple Bear Goiânia espera contar com o apoio e torcida de todos para continuar avançando nas etapas subsequentes do torneio.

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Maple Bear Goiânia reúne mais de 5 mil pessoas em festa junina temática

No último sábado, 3, a Escola Canadense Maple Bear Goiânia promoveu sua festa junina, que contou com mais de 15 horas de duração. O evento incluiu a apresentação de 68 quadrilhas infantis, um polo gastronômico junino, uma fazendinha com animais para visitação, passeios de charrete e pônei, além de um espaço de diversão com um parque de brinquedos para crianças e adolescentes e uma brinquedoteca.

O arraiá, com o tema “Maple Bear em um Cordel de Cores”, ocorreu nos espaços Laguna e Arena Multiplace. Durante a festa, houve apresentações musicais do grupo Zabumba Beach, dos artistas sertanejos Diogo e Menegatti, Chico Júnior & Fabrício e do DJ Jessé Rocha. O ponto alto da celebração foi a grande quadrilha dos adultos, que encerrou a festa com a animação contagiante dessa tradicional festa para a comunidade escolar.

Estudantes de Goiânia são classificados para simulação de reunião da ONU

Alunos do 8º e 9º ano da Escola Canadense Maple Bear, em Goiânia, receberam nesta quarta-feira,19, certificados de participação do projeto Model United Nations (MUN), que é uma dinâmica de simulações da Organização das Nações Unidas (ONU).

O projeto aconteceu na Maple Bear, nos dias 24 e 25 de março, com intermediação da Internationali Negotia. A empresa é fundadora do conceito de simulações em escolas no Brasil e é uma das 10 maiores organizações de simulações do mundo.

Os alunos também receberam certificados classificação para o Modelo Internacional do Brasil (MIB), que acontecerá em dezembro, em Brasília (DF).

Como foi o MUN?

Durante o evento acadêmico, os estudantes atuaram de forma diplomática representando países ou organizações dentro do cenário político visando debater e solucionar as problemáticas globais propostas a cada comitê. Assim como grandes diplomatas, os alunos se envolveram nas discussões mais importantes da atualidade debatidas na ONU.

Os 18 estudantes mais bem avaliados foram selecionados para o segundo estágio do programa. O MIB é a etapa final do campeonato nacional de simulações e envolve alunos de todo o Brasil, do 6º ano do Ensino Fundamental ao terceiro do Ensino Médio.

A conferência simula o funcionamento de organismos internacionais como a ONU, e nacionais como a Câmara dos Deputados. Assim, os “delegados” se reúnem para encontrar a solução de uma problemática contemporânea ou histórica de relevância mundial.

No âmbito estudantil, os “delegados” demonstraram habilidades excepcionais de comunicação, liderança, negociação, resolução de problemas e trabalho em equipe. 

O engajamento dos representantes do futuro reafirma o poder da juventude na busca por soluções globais e através do contato com pessoas de todo o país, possibilita um poderoso intercâmbio cultural. O vencedor do MIB Final terá a oportunidade de representar o Brasil na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

“Acredito que uma das lições mais importantes que esses jovens aprenderam com essa simulação é que violência jamais deve ser vista como uma forma de resolver conflitos. Isso é atemporal e eles devem levar para a vida. O diálogo é sempre a melhor via”, completa a diretora-geral da Maple Bear, Sabrina Oliveira.

 

 

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Escola canadense de Goiânia arrecada 7,5 toneladas de mantimentos e distribui para moradores da região metropolitana

A Escola Canadense Maple Bear Goiânia conseguiu, com a participação de alunos, a arrecadação de aproximadamente 7,5 tolenadas de alimentos que foram distribuídos à pessoas em situação de vulnerabilidade social na capital, Trindade, Senador Canedo e Aparecida de Goiânia. A ação, realizada durante o III Jogos Internos da escola (JIMB), superou a do ano passado, quando foram angariados 4 toneladas.

Essas doações foram distribuídas para o Lar Francisca de Lima (Goiânia), Projeto “Uma Gotinha de Amor” (Trindade), aos moradores do Residencial Terra Bela (Senador Canedo) e para a Ocupação Alto da Boa Vista (Aparecida de Goiânia).

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Para encerrar a ação deste ano, foram entregues 150 cestas básicas, na manhã deste domingo (11/12), aos moradores do Residencial JK, em Goiânia, e contou com a participação de colaboradores da instituição, além de alunos e pais de alunos.

“É uma oportunidade de nos vermos como irmãos, nossos iguais. Esse é o verdadeiro amor, mesmo com as nossas diferenças”, afirma a diretora pedagógica, Sabrina Oliveira.

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O evento foi realizado em parceria com o Grupo de Mãos Dadas, que desde 2013 atua no bairro promovendo a solidariedade. “Atuamos de forma permanente, desenvolvendo diversas ações colaborativas junto a famílias de comunidades em situação de vulnerabilidade social. Nosso trabalho tem por objetivo o apoio fraterno, o auxílio e incentivo à capacitação para o trabalho, o desenvolvimento da autonomia individual, a disseminação do interesse pela cultura, além de promover cuidados com a saúde, resgate da autoestima e qualidade de vida, para que os apoiados possam transformar a sua realidade e, conseqüentemente, transformar o mundo em que todos nós vivemos“ diz Bárbara Nogueira, fundadora e presidente da ONG.

A manhã solidária contou também com a parceria do “Mais Eu Sorvetes e Açaí” que, junto com a escola, distribuiu 600 sorvetes para a comunidade. “Essa cesta ajuda demais a gente, chegou na hora certa. Sou mãe de três filhos, não tenho ninguém que ajuda em casa. Então essa doação é maravilhosa”, agradeceu Daiane Nascimento, que recebeu a doação e está desempregada atualmente.

A arquiteta Cassiane Nery, mãe de três alunos da escola Maple Bear Goiânia, também participou da ação junto com o marido e os filhos. “Além de toda essa ação, de arrecadação, doação, da importância desse ato, um dos intuitos de vir é mostrar para os meus filhos essa outra realidade, cultural, educacional, social. Pessoas fundamentais que nos ajudam no dia a dia com seus trabalhos e vivem uma outra vida, diferente das que nossos filhos levam. Essa realidade é muito maior do que eles acham que é o normal”, conta Nery.

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“É a primeira vez que participo de uma ação desse tipo. Me aqueceu o coração. Quero fazer isso mais vezes”, afirma o estudante Mateus Nery, aluno do 9º ano da Maple Bear Goiânia.

A escola também participa todos os anos de outras ações de solidariedade, como a distribuição de chocolates e cestas básicas na Páscoa e de brinquedos no Dia das Crianças. A Maple Bear Goiânia, em parceria com os pais da escola, ainda distribui materiais escolares que os alunos utilizaram no ano letivo e estão em bom estado.

“Essa experiência colabora para uma cultura de bem, de solidariedade, união e, acima de tudo, de comprometimento com a educação. Promovemos, todos os anos, esse envolvimento entre escola, pais, alunos e a comunidade externa e o resultado tem sido cada vez mais satisfatório. Tudo por um Brasil melhor, que valorize o ensino e dê oportunidades ao próximo”, finaliza a CEO da Maple Bear Goiânia, Mônica Siqueira.

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Escola em Goiânia lança projeto inédito de Ensino Médio com dupla certificação

A escola canadense Maple Bear, em Goiânia, anunciou, na última quarta-feira (16/11), mais uma etapa disponível a partir de 2024 para os estudantes: o início da High School/Ensino Médio. “Foram muitos pedidos dos pais, dos nossos alunos e sentimos que esse é o momento ideal, onde o Ensino Médio da Maple Bear no Brasil já está concretizado e com estudantes sendo aprovados em universidades reconhecidas no Brasil e no exterior. Isso é fruto da dedicação do corpo docente e também do corpo discente, além de todo nosso programa que tem um olhar individualizado”, afirma a CEO da Maple Bear Goiânia, Mônica Siqueira.

A palestra de apresentação da High School, exclusiva para os pais e responsáveis, foi comandada pelo CEO da Maple Bear na América Latina, André Quintela, e pelo conselheiro acadêmico da Maple Bear América Latina, Richard Debre. “Mais uma vez tive a oportunidade de presenciar o nível da qualidade de ensino da Maple Bear Goiânia e agora estamos trazendo a High School forte com uma proposta única, que continua com a metodologia canadense, com todos os seus diferenciais, e com essa paixão que a equipe de Goiânia traz para suas famílias e seus alunos. Mais do que isso, continuaremos preparando seus filhos para a vida, oferecendo ainda a parceria exclusiva com a província de New Brunswick (Canadá), no qual seu filho estará formado em uma escola brasileira e em uma escola canadense. Estamos muito animados e esse é apenas o início de mais uma jornada de sucesso a longo prazo”, diz Quintela.

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A CEO da Maple Bear Goiânia, Mônica Siqueira (ao centro), recebeu o conselheiro acadêmico da Maple Bear na América Latina, Richard Debre (à esq.) e o CEO da Maple Bear na América Latina, André Quintela em evento na nova unidade localizada no condomínio Plateau D’or

Durante a apresentação, foram divulgados os diferenciais e as vantagens de estudar no Ensino Médio da Maple Bear Goiânia e poder obter uma dupla certificação, além de toda a grade educacional estar em conformidade tanto com o currículo e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), quanto com a regulamentação canadense. Essas questões aumentam as chances de ingresso nas universidades estrangeiras e consolidam a proficiência no inglês, assim os alunos também são preparados para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) e para os vestibulares brasileiros.

“Capacitamos o aluno para ser protagonista em qualquer lugar do mundo, em qualquer tempo, considerando uma realidade em que as transformações são cada vez mais velozes, em que certas profissões ainda nem existem, mas esses alunos da Maple Bear de hoje que serão profissionais amanhã, já estão prontos”, explica Debre.

Além de preparar os alunos para as universidades, a metodologia Maple Bear desenvolve a capacidade crítica, o aprendizado colaborativo como forma de expandir raciocínio e aprender com as ideias do outro, o diálogo, a argumentação, a valorização da diversidade e o respeito ao pensamento antagônico.

Difundida em mais de 30 países, a Maple Bear oferece formação desde a Educação Infantil ao Ensino Médio. A marca é líder em educação bilíngue no Brasil e está presente em mais de 100 cidades brasileiras com mais de 170 escolas. Em Goiânia, as matrículas para a High School estarão abertas em 2023.

 

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