10 séries sobre política para maratonar no fim de semana

As eleições municipais no Brasil estão se aproximando. Aproveitando o clima político que já toma conta de boa parte das conversas nos próximos meses, o Curta Mais listou 10 séries que tratam sobre política para você assistir.

Na seleção, que inclui produções nacionais e estrangeiras, estão histórias ficcionais ou baseadas em fatos reais, além de documentários. Todas elas estão disponíveis em serviços de streaming. Confira a lista (em ordem alfabética):

A diplomata
A Diplomata
A série retrata uma diplomata bem sucedida que acaba de receber o que talvez seja o trabalho mais importante de sua vida. Em meio a uma crise política de grandes proporções, Kate se sente inadequada para cumprir os requisitos, além de que as consequências de sua missão poderão afetar seu casamento e impactar o resto do mundo.

Onde assistir: Netflix

Arcanjo renegado

A trama principal conta a história de Mikael, integrante de um esquadrão de elite da Polícia Militar do Rio de Janeiro, mas também aborda a política carioca com acordos, traições e personagens que estão à frente do Executivo e da Assembleia Legislativa do Estado. A produção já conta com três temporadas disponíveis.

Onde assistir: Globoplay

Aruanas

A série relata a luta de quatro ativistas de uma ONG em defesa do meio ambiente. A segunda temporada conta com várias cenas passadas no Congresso Nacional, em Brasília, com base em uma proposta de uma medida provisória que isentaria R$ 1 trilhão de impostos para facilitar o uso de energia poluente no País.

Onde assistir: Globoplay

Borgen

Uma das séries sobre política que maior antecipação gerou, com a curiosidade de ser uma série dinamarquesa, Borgen tornou-se rapidamente num manual de instruções sobre a política real, e sobre tudo que está errado na mesma. A série conta a história de Birgitte Nyborg, que logo no primeiro episódio chega, de forma inesperada, a primeira-ministra do reino da Dinamarca – a primeira no cargo. Desde os dramas pessoais, a exigência na política e a promiscuidade com a comunicação social, Borgen relata uma história que nos chega no dia a dia apenas por fragmentos, através das notícias, mal contada: de como é a verdadeiramente a política nos bastidores, as ambições e o que se perde pelo caminho.

Onde assistir: Netflix

Democracia em vertigem


Indicado ao Oscar, o documentário reúne fatos e manifesta a opinião de sua diretora sobre o cenário político no período entre a ascensão do PT com o governo Lula até o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. A produção narra, ainda, a polarização da sociedade brasileira com os rumos da política.

Onde assistir: Netflix

Designated Survivor

A série narra uma sequência de reviravoltas políticas, quando um funcionário de baixo escalão do governo americano assume a presidência após um ataque a bomba em Washington vitimar o presidente e todo o alto escalão da política norte-americana. O protagonista assume o poder em um país próximo do caos por conta de uma improvável linha sucessória.

Onde assistir: Netflix

House of Cards

Trata-se de uma das séries sobre o mundo político mais assistidas nos últimos anos. A produção retrata o que uma pessoa é capaz de fazer para chegar ao poder máximo com mentiras, traições e até mesmo assassinatos.

Onde assistir: Netflix

O Mecanismo


O drama ficcional é inspirado nos fatos que impulsionaram o maior escândalo de corrupção da história do Brasil. A série faz referências a obra “Lava Jato – o juiz Sérgio Moro e os bastidores da operação que abalou o Brasil”. Há cenas em Brasília, São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro.

Onde assistir: Netflix

Servo do Povo

A produção tem como protagonista ninguém menos que o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. Totalmente fictícia, a série foi a responsável por alçar Zelensky 0 que era comediante e ator -, à fama nacional. A trama é uma sátira política, em que o protagonista é inesperadamente eleito presidente da Ucrânia após a divulgação de um vídeo seu viralizar nas redes sociais com críticas aos políticos ucranianos.

Onde assistir: Max

Veep

A sátira política se passa no gabinete da vice-presidente dos Estados Unidos. Ela e seus assessores estão aprendendo a navegar pelo poder que o cargo fornece, bem como a fugir da sombra do próprio presidente. A série expressa muito bem a incompetência e a corrupção que contaminam diversas partes do governo.

Onde assistir: Max

 

Partidos de Bolsonaro e Lula terão as maiores fatias do fundão eleitoral; veja os valores

O PL e o PT terão, respectivamente, as maiores fatias do fundão eleitoral nas eleições municipais deste ano. No total, R$ 4,9 bilhões serão distribuídos aos 29 partidos por meio do Fundo Especial de Financiamento de Campanha. A legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro receberá R$ 886,8 milhões (17,87% do montante), enquanto a sigla do presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá direito a R$ 619,8 milhões (12,49% do total).

A quantia do fundo eleitoral foi aprovada pelo Congresso em dezembro do ano passado, quando da aprovação do orçamento de 2024. O valor é o mesmo que foi distribuído para as eleições gerais de 2022. Na época, o montante representou a maior soma de recursos já destinada ao fundo eleitoral desde sua criação, em 2017.

O União Brasil terá o terceiro maior volume de recursos: R$ 536,5 milhões. Na sequência, estão PSD (R$ 420,9 milhões), PP (R$ 417,2 milhões), MDB (R$ 404,3 milhões), Republicanos (R$ 343,9 milhões), Podemos (R$ 236,6 milhões), PDT (R$ 173,9 milhões), PSDB (R$ 147,6 milhões), PSB (R$ 147,6 milhões), PSOL (R$ 126,8 milhões), Solidariedade (R$ 88,5 milhões), Avante (R$ 72,5 milhões), PRD (R$ 71,8 milhões), Cidadania (R$ 60,2 milhões), PCdoB (R$ 55,9 milhões) e PV (R$ 45,2 milhões).

O Partido Novo, que vai utilizar a verba pela primeira vez, receberá R$ 37 milhões. A Rede Sustentabilidade, por sua vez, ficará com R$ 35,9 milhões. Agir, Democracia Cristã, Mobiliza, PCB, PCO, PMB, PRTB, PSTU e UP ficarão com o mesmo valor: R$ 3,4 milhões.

Conforme divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cada partido precisa definir critérios de distribuição às candidatas e aos candidatos, de acordo com a lei, respeitando, por exemplo, a cota por gênero e raça, para receber os recursos. Depois, o plano deve ser homologado pelo órgão. No final do período eleitoral, as legendas devem apresentar a prestação de contas detalhada, que será examinada e votada pelo plenário do Tribunal.

Fundo eleitoral
Aprovado pelo Congresso Nacional para compensar o fim do financiamento eleitoral por pessoas jurídicas (empresas), decidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o Fundo Especial de Financiamento de Campanha tem valor definido pela Lei Orçamentária Anual (LOA) e transferido pelo Tesouro Nacional ao TSE, responsável pelo repasse dos valores aos diretórios nacionais dos partidos políticos.

De acordo com a Lei nº 13.487 de 2017, os recursos são distribuídos conforme os seguintes critérios:

  • 2% igualmente entre todos os partidos;
  • 35% divididos entre legendas que tenham pelo menos um representante na Câmara dos Deputados, na proporção do percentual de votos obtidos na última eleição geral para a Câmara;
  • 48% divididos entre as siglas, na proporção do número de representantes na Câmara, consideradas as legendas dos titulares;
  • 15% divididos entre os partidos, na proporção do número de representantes no Senado Federal, com base nas legendas dos titulares.pro

Anápolis: mulheres e solteiros formam a maioria do eleitorado do 3º maior colégio eleitoral de Goiás

Com 293.080 eleitores, Anápolis é o terceiro maior colégio eleitoral de Goiás. A maioria do eleitorado anapolino é formada por mulheres: 155.873 (53,18%). Os homens, por sua vez, representam 46,82% do total, ou seja, 137.207 eleitores. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A faixa etária com maior número de eleitores em Anápolis é a de 45 a 59 anos, representando 25,26%. Na sequência, estão os eleitores com idade entre 25 e 34 anos (20,9%) e de 35 a 44 anos (20,3%). Pessoas acima de 60 anos representam 17,71% do total.

Os jovens representam as faixas de idade com menor número de eleitores: 21 a 24 anos (7,69%) e 18 a 20 anos (4,65%). Os eleitores menores de 18 anos somam 0,85% do eleitorado.

Em relação à escolaridade, o grau de ensino com maior número de eleitores na cidade é o ensino médio completo: 30,98%. Em seguida, aparecem os eleitores com ensino fundamental incompleto (19,36%), ensino médio incompleto (16,35%), superior completo (13,01%), superior incompleto (8,26%) e ensino fundamental completo (7,09%). Os eleitores que se declaram analfabetos ou que só conseguem ler e escrever somam 4,96%.

Além de majoritariamente feminino, a maioria do eleitorado de Anápolis é formada por pessoas solteiras, representando 49,60% do total. O grupo dos casados conta com 40,44% do eleitorado, enquanto os divorciados e separados judicialmente totalizam 6,71% e os viúvos 3,25%.

O número de pessoas aptas a votar também é maior do que o registrado nos anos em que ocorreram as últimas três eleições. A cidade contava com 286.946 eleitores em 2022, 269.835 em 2020 e 268.444 em 2018.

Outros colégios eleitorais
O Curta Mais também analisou, nas últimas semanas, o perfil dos eleitores de Goiânia e Aparecida de Goiânia, os dois maiores colégios eleitorais do Estado.

Eleição em Goiânia deve ter esquerda e direita divididas

Faltando menos de quatro meses para o eleitor ir às urnas decidir os próximos prefeitos e vereadores das cidades brasileiras, em Goiânia, a disputa pela prefeitura já é marcada pela divisão nos dois campos ideológicos. Esquerda e direita contam com pré-candidatos distintos, cada um com suas próprias articulações e estratégias com foco nas eleições.

Adriana Accorsi (PT) é o nome do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a disputa. A deputada federal segue em contato com partidos de centro na tentativa de fortalecer sua base, mas também enfrenta o desafio de unir a própria esquerda, uma vez que o PCdoB lançou o ex-deputado estadual Fábio Tokarski para concorrer ao Paço.

Do outro lado do espectro político, a direita têm, até o momento, pelo menos cinco pré-candidatos: Gustavo Gayer (PL), Humberto Teófilo (DC), Leonardo Rizzo (Novo), Sandro Mabel (UB) e Vanderlan Cardoso (PSD).

Gayer é o preferido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), enquanto Mabel tem o apoio da base do governador Ronaldo Caiado (UB). Em uma tentativa de fortalecer sua candidatura, Mabel já ofereceu ao PL a vaga de vice em sua chapa, mas o partido de Bolsonaro rejeitou a proposta e reafirmou que terá Gayer como candidato.

Centro
Há, ainda, dois pré-candidatos que não se intitulam nem de direita, nem de esquerda: o jornalista Matheus Ribeiro (PSDB) e o prefeito Rogério Cruz (Solidariedade). O atual chefe do Executivo, inclusive, se autodenominou como “divisor de águas, ou seja, centro”.

Imbróglio
Agenor Mariano Thiago Albernaz são os nomes do MDB para a vice de Sandro Mabel. Falta combinar com o grupo do presidente da Assembleia Legislativa, Bruno Peixoto (UB), que articula para indicar um nome para a vaga.

Comparação
Até o momento, nove pré-candidaturas foram apresentadas para a disputa pela prefeitura de Goiânia. Esse número é menor do que o registrado em 2020, quando 14 candidatos concorreram. Vale lembrar que Adriana, Gayer e Vanderlan também concorreram ao cargo nas últimas eleições. Vanderlan chegou ao segundo turno, enfrentando Maguito Vilela (MDB), mas acabou sendo derrotado. Adriana e Gayer, por sua vez, foram eliminados no primeiro turno, ficando em terceiro e quarto lugares, respectivamente.

Separados
Apesar da reaproximação entre o governador Ronaldo Caiado e o ex-presidente Jair Bolsonaro, União Brasil e PL devem ficar em palanques adversários nos cinco maiores colégios eleitorais de Goiás. Além de Goiânia, os partidos não farão parte da mesma aliança em Aparecida, Anápolis, Rio Verde e Luziânia. Bolsonaro, inclusive, já anunciou que visitará Goiás na próxima semana para impulsionar nomes do seu partido às prefeituras.

Aparecida de Goiânia
A coluna apurou que Caiado, o vice-governador Daniel Vilela (MDB) e o ex-prefeito Gustavo Mendanha (MDB) já possuem os resultados de pesquisas qualitativas e quantitativas sobre os pré-candidatos a prefeito. O trio utilizará esses dados para definir quem será o candidato da base governista na cidade.

Suspense
O prazo para que o prefeito Vilmar Mariano (UB) viabilize sua candidatura está se esgotando. Caso não consiga reduzir a diferença de quase 30 pontos em relação a Alcides Ribeiro (PL), o atual chefe do Executivo deve ser retirado da disputa. Nesse cenário, o ex-deputado federal Leandro Vilela (MDB) é apontado como provável substituto.

Legislativo
14 de julho – A Câmara Municipal de Goiânia aprovou o Dia Municipal da Associação dos Hospitais do Estado de Goiás. A inclusão da data no calendário de eventos visa conscientizar a sociedade sobre a relevância da entidade. Autoria do vereador Lucas Kitão (UB).

Cultura – Na Assembleia Legislativa de Goiás, o Plenário deu o primeiro aval ao Plano Estadual de Cultura. A proposta encaminhada pelo Executivo propõe ações de proteção e valorização do patrimônio cultural goiano de 2024 a 2033.

Aparecida de Goiânia: mulheres e solteiros dominam o segundo maior colégio eleitoral de Goiás

Quase 350 mil eleitores de Aparecida de Goiânia estão aptos a votar nas Eleições 2024. Trata-se do segundo maior colégio eleitoral de Goiás, representando 6,75% do total. A maioria é formada por mulheres: 183.473 (53,09%). Os homens, por sua vez, representam 46,91% da totalidade, ou seja, 162.143 eleitores.

Com base nos dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), também foi possível constatar que, além de majoritariamente feminino, a maioria do eleitorado de Aparecida também é composta por pessoas solteiras, sendo 57,99% do total. O “time dos casados” é o segundo colocado no ranking, com 33,85%, seguido pelos divorciados/separados judicialmente: 6,01%. Os viúvos representam 2,15% dos eleitores.

A faixa etária com maior número de eleitores é a de 45 a 59 anos: 24,74%. Em seguida, estão os eleitores com idade entre 25 e 34 anos (23,33%) e 35 a 44 anos (22,50%). Eleitores acima de 60 anos somam 13,39%.

Os jovens, por sua vez, representam as faixas com menores índices de representação do eleitorado, sendo 21 a 24 anos (8,84%), 18 a 20 anos (5,21%) e 16 a 17 anos (0,84%).

Em relação à escolaridade, o grau de ensino com maior número de eleitores em Aparecida é composto por pessoas que concluíram o ensino médio: 34,03% do total. Em seguida, estão os eleitores com ensino fundamental incompleto (20,88%), ensino médio incompleto (18,86%), superior completo (7,43%), ensino fundamental completo (6,77%) e superior incompleto (4,41%). Pessoas que se declaram analfabetas ou que só conseguem ler e escrever somam 5,70%.

Eleições 2024: a 4 meses da disputa, apenas um pré-candidato já definiu vice em Goiânia

A quatro meses das eleições municipais, somente um pré-candidato já tem nome definido para a posição de vice na capital de Goiás. O deputado federal Gustavo Gayer (PL) já tem a definição desde abril: o ex-deputado estadual Fred Rodrigues (PL).

Entre as outras sete pré-candidaturas, nenhuma tem a definição de vice, posição de importância no pleito goianiense. Adriana Accorsi (PT) tenta conseguir um companheiro de chapa que seja filiado a outro partido. O maior desejo da petista é que o vice seja de alguma legenda de centro ou centro-direita.

O candidato a vice-prefeito na chapa de Sandro Mabel (UB) deve ser indicado pelo bloco liderado pelo presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, Bruno Peixoto (UB). Entre os cotados, estão o ex-deputado estadual Thiago Peixoto (MDB) e Luciene Peixoto (Agir), esposa de Bruno. Para compor a chapa de Vanderlan Cardoso (PSD), são cogitados a presidente do Conselho Regional de Contabilidade de Goiás, Sucena Hummel, e o ex-deputado estadual Vinícius Cerqueira (PSB).

Chapas puras
Leonardo Rizzo (Novo) deve ter concorrer com chapa pura. Sendo assim, o nome do vice deve ser do mesmo partido. O mesmo deve ocorrer com Matheus Ribeiro (PSDB) e Humberto Teófilo (DC). Sem expectativa de formar aliança com outras legendas, os dois devem ter companheiros de chapa de suas respectivas siglas. Por fim, a definição do vice para o prefeito e pré-candidato à reeleição, Rogério Cruz (Solidariedade) deve ocorrer somente nas convenções partidárias.

Histórico
Em Goiânia, dois dos últimos três prefeitos chegaram pela primeira vez ao principal posto do Executivo porque foram eleitos vice. Paulo Garcia (PT) era vice de Iris Rezende (MDB), que resolveu sair candidato a governador de Goiás em 2010. Rogério Cruz, por sua vez, assumiu a prefeitura com a morte de Maguito Vilela (MDB), em 2021, vítima da Covid-19.

Vai concorrer
O prefeito Rogério Cruz assegura que não vai recuar da disputa pela reeleição, mesmo após a operação da Polícia Civil contra a Secretaria Municipal de Infraestrutura. No entanto, crescem as dúvidas entre os aliados do Chefe do Executivo sobre a viabilidade de sua candidatura e o impacto das investigações em sua campanha.

Sinais
As recentes declarações do governador Ronaldo Caiado (UB) e do vice-governador Daniel Vilela (MDB) sugerem que o ex-deputado federal Leandro Vilela (MDB) ainda pode ser o candidato da base governista à prefeitura de Aparecida de Goiânia. Embora o prefeito Vilmar Mariano (UB) garanta que terá o apoio do grupo para concorrer à reeleição, Caiado afirma que vai analisar pesquisas qualitativas antes de definir qualquer nome para a disputa. Daniel, por sua vez, diz que o primo Leandro pode concorrer como candidato a prefeito ou a vice.

Taxa da blusinha
O senador Wilder Morais (PL) foi o único da bancada goiana a votar contra o projeto de lei que propõe a taxação de importação para compras no exterior inferiores a US$ 50, o equivalente a cerca de R$ 250 na cotação atual. O texto retorna à Câmara dos Deputados para apreciação das mudanças realizadas pelo Senado.

Agenda
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aceitou o convite para participar de atividades de campanha de pré-candidatos em alguns municípios goianos. Goiânia, Aparecida, Anápolis e Rio Verde são algumas das cidades que devem receber o ex-capitão.

Legislativo

Orçamento – A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o ano de 2025 será discutida em audiência pública, no próximo dia 10 de junho, às 13 horas, no Plenário da Câmara de Goiânia. O debate foi convocado pelo relator do texto na Comissão Mista, vereador Igor Franco (MDB).

Ferramenta – A proposição do deputado estadual Veter Martins (UB), que prevê a disponibilização de reconhecimento facial no Cadastro de Pessoas Desaparecidas do Estado de Goiás, passou pelo primeiro crivo do Plenário da Assembleia Legislativa.

MDB, PSDB e União Brasil são os partidos com mais filiados em Goiás; veja o ranking

O MDB é o partido com o maior número de filiados em Goiás, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A legenda conta com 118.548 filiados, o que corresponde a 17,59% dos 674.081 goianos com filiações partidárias. Liderado pelo vice-governador Daniel Vilela, o partido é o único com mais de 100 mil membros no Estado.

O PSDB, cujo principal nome é o ex-governador Marconi Perillo, é a segunda maior sigla em número de filiados em Goiás, com 68.507 integrantes, representando 10,16% do total. Em terceiro lugar está o União Brasil, do governador Ronaldo Caiado, com 55.594 filiados (8,25%).

Na sequência, aparece o PP, com 53.805 filiações, o que corresponde a 7,98%. O PT, partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, é o quinto colocado, contando com 47.821 filiados em Goiás, o equivalente a 7,09% do total. Em sexto e sétimo lugar, respectivamente, estão o PRD, com 46.531 filiações (6,9% do total), e o PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro, com 45.229 filiados (6,7%).

Completam o ranking dos dez maiores partidos de Goiás o Podemos, com 36.588 filiados; o PDT, com 27.146; e o PSB, com 20.810 filiados. Na outra ponta da lista, a legenda com o menor número de filiados é o PCO, com apenas 146 membros em todo o Estado.

Conheça 10 curiosidades das eleições brasileiras

O processo de escolha de representantes políticos pela sociedade brasileira avançou em diferentes aspectos ao longo da história. Entre eles, estão o combate às fraudes, a eleição de mulheres e a adoção de sistemas mais seguros e inclusivos.

O Curta Mais listou algumas curiosidades para você, leitor, conhecer boa parte da história do processo eleitoral do País. Confira:

Eleição das vilas
Os colonizadores portugueses tinham o costume de realizar votações para eleger quem iria governar as vilas e cidades que fundavam, obedecendo à tradição de escolher os administradores de seus povoados. Vários cargos eram preenchidos nesses pleitos, como vereador, juiz ordinário, procurador e outros oficiais.

No Brasil, a primeira eleição que se tem notícia ocorreu em 1532 com a definição dos membros do Conselho Municipal da Vila de São Vicente, atual São Paulo. Somente homens que pertenciam ao grupo dos “nobres de linhagem”, senhores de engenho e membros da alta burocracia miliar podiam votar naquela época.

Primeira legislação eleitoral
O tempo passou e o Brasil declarou independência de Portugal em 1822. Até seis anos depois, em 1828, as eleições para os governos municipais obedeceram às chamadas Ordenações do Reino, que eram as determinações legais emanadas do rei e adotadas em todas as regiões sob o domínio de Portugal.

No início todo a população podia votar. Porém, com o tempo, o voto passou a ser direito exclusivo de quem usufruía de maior poder aquisitivo, além do cumprimento de outras prerrogativas. Escravizados, mulheres, indígenas e assalariados não participavam.

Estados na regulação
A Constituição de 1891 criou o sistema presidencialista. Nele, presidente e vice-presidente deveriam ser eleitos por voto direto da população, por maioria absoluta de votos. Além disso, atribuiu ao Congresso Nacional a competência de legislar sobre o processo eleitoral para os cargos federais em todo o País, deixando aos estados a responsabilidade de regular as eleições estaduais e municipais. Por causa dessa autonomia, houve variação nas regras eleitorais entre os estados.

Primeira mulher prefeita
A primeira mulher à frente de uma prefeitura foi Alzira Soriano, eleita em 1928 para comandar o município de Lajes, no Rio Grande Norte, com 60% dos votos. Ela promoveu a construção de estradas, mercados públicos municipais e a melhoria da iluminação pública. Em 1930, perdeu o mandato por não concordar com o governo de Getúlio Vargas.

Código eleitoral
O ano de 1932 foi marcado pela chegada do Código Eleitoral, que mudou a história da democracia no Brasil. Regulou em todo o País as eleições federais, estaduais e municipais, além de ter criado a Justiça Eleitoral, uma justiça especializada para cuidar, exclusivamente, das eleições. Também foi responsável por estabelecer o voto secreto e o voto feminino facultativo e por adotar o sistema de representação proporcional.

Na época, o Código Eleitoral ajudou a acabar com as fraudes que ocorriam nas eleições desde a Primeira República e garantiu alguns requisitos de segurança. Entre eles, o título eleitoral previsto no regulamento daquele ano, que foi o primeiro a ter fotografia e a impressão digital do eleitor.

Nomeações de prefeitos
Em 1968, durante a ditadura militar o Ato Institucional nº 3 estabeleceu que os governadores fossem eleitos indiretamente pelas assembleias legislativas estaduais e que eles nomeassem os prefeitos das capitais, após respaldo das respectivas casas legislativas. Os prefeitos só podiam ser eleitos nas cidades que não fossem capitais e nos municípios que não fossem considerados de “segurança nacional”.

Redemocratização
Um dos marcos mais importantes foi a unificação do Cadastro Eleitoral, em 1985, no início da informatização do processo eleitoral. A partir de então, houve um aumento crescente na capacidade de combater erros não intencionais e fraudes.

A Constituição de 1988, por sua vez, determinou que o presidente da República e os governadores bem como prefeitos dos municípios com mais de 200 mil eleitores, fossem eleitos por maioria absoluta dos votos (metade mais um) ou em dois turnos, caso nenhum candidato alcançasse a votação mínima. Nos municípios com menos de 200 mil eleitores, os chefes do Executivo seriam eleitos, em turno único, por maioria simples.

Urna eletrônica
A implementação do voto eletrônico teve início nas eleições municipais de 1996. Na época, mais de 30 milhões de brasileiros, um terço do eleitorado da época, votaram por meio das urnas eletrônicas. Quatro anos depois, em 2000, foi realizado o primeiro pleito 100% informatizado no País.

Reeleição
Em 1997, a Emenda Constitucional (EC) nº 16, que permitiu a todos que ocupavam cargos no Poder Executivo concorrer à reeleição. O primeiro presidente da República a usar da prerrogativa foi Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Biometria
A biometria foi mais um passo na evolução da identificação do eleitor. Nas Eleições Municipais de 2008, a Justiça Eleitoral utilizou pela primeira vez as impressões digitais para identificar biometricamente o eleitorado nos municípios de São João Batista (SC), Fátima do Sul (MS) e Colorado do Oeste (RO).

Com o sucesso do projeto, em 2010, foi ampliado, em alguns municípios, o uso de urnas com aparelho de identificação biométrica. Nas Eleições Gerais daquele ano, mais de 1 milhão de eleitores de 60 municípios de 23 estados votaram após a identificação pela biometria. E, assim, a Justiça Eleitoral seguiu aumentando esse número.

Bolsonaro surpreende e cogita apoiar Caiado para presidente, revela O Globo

Reportagem publicada pelo jornal O Globo na noite desta terça-feira (28/05), relata que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pode apoiar o governador Ronaldo Caiado (UB) na disputa pela Presidência da República em 2026. Segundo a publicação, o ex-chefe do Executivo deu sinais de que pode ser um “cabo eleitoral” do goiano numa eventual corrida pelo Palácio do Planalto.

De acordo com a reportagem, a resistência de Bolsonaro a Caiado “tem arrefecido a olhos vistos”. No início do ano, o governador chegou a tratar com o PL a possibilidade de se filiar ao partido, mas a negociação foi vetada pelo ex-presidente.

“Bolsonaro mostrava não ter superado o fato de o goiano, que é médico de formação, ter defendido o isolamento social e a vacinação durante a pandemia. Gestos recentes de Caiado, como a ida ao ato em defesa do ex-presidente em São Paulo, aproximaram os dois”, diz o texto.

Segundo o jornal, Jair Bolsonaro também tem sido aconselhado a fazer gestos públicos em direção a Caiado para sinalizar ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que possui outras opções no radar. “A ideia é não empoderar demais o ex-ministra da Infraestrutura”, afirma a reportagem.

A publicação relata, no entanto, que Caiado considera que Caiado está “antecipando demais a disputa ao já se colocar como pré-candidato ao Planalto”. Importante lembrar que o governador de Goiás já comunicou ao União Brasil que pretende disputar a Presidência em 2026.

O goiano tem intensificado agendas de repercussão nacional para tentar viabilizar sua candidatura. Caiado também passou a criticar, de forma incisiva, a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Laços de família: cidade goiana deve ter tio e sobrinho na disputa pela prefeitura

A cidade de Mineiros, no Sudoeste de Goiás, deve ser palco de uma disputa familiar nas eleições de 2024. O ex-governador e ex-prefeito por dois mandatos, Agenor Rezende (PSD), anunciou, na última semana, que é pré-candidato à prefeitura do município. Agenor também conta com o apoio do PSD, legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Laços de família
No palanque adversário, estará ninguém menos que seu próprio sobrinho, o atual prefeito Aleomar Rezende (MDB). O atual chefe do Executivo foi um dos principais aliados das duas gestões de Agenor. No entanto, a relação dos dois ficou abalada após o sobrinho ter assumido a prefeitura. A tensão chegou ao seu ponto mais alto em 2022, quando o rompimento, de fato, se concretizou.

Agenor era filiado ao MDB, mas como Aleomar tem o controle do partido, decidiu migrar para o PSD e tentar viabilizar sua candidatura. Por outro lado, o sobrinho está prestes a formar uma das maiores coligações da história do município. Até o momento, dez legendas já anunciaram apoio à reeleição de Aleomar. Ele, inclusive, é o pré-candidato da base aliada do governador Ronaldo Caiado (UB) e do vice-governador Daniel Vilela (MDB).

Aliados, Caiado e Bolsonaro estarão em palanques opostos em Goiânia, Aparecida e Anápolis

Aliados, o governador Ronaldo Caiado (UB) já deixou claro que pretende contar com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para concorrer à Presidência da República em 2026. No entanto, pelo menos nas eleições municipais de 2024, os dois estarão em palanques opostos nos três maiores colégios eleitorais de Goiás.

Em Goiânia, o gestor estadual apoia a pré-candidatura do empresário Sandro Mabel (UB) à prefeitura. Bolsonaro, por sua vez, aposta no deputado federal Gustavo Gayer (PL) para concorrer ao cargo.

Situação semelhante ocorre em Aparecida de Goiânia, onde o prefeito Vilmar Mariano (UB) é o pré-candidato da base governista, enquanto o deputado federal Alcides Ribeiro (PL) é o nome do bolsonarismo. Os partidos de Caiado e Bolsonaro também vão se enfrentar em Anápolis. Eerizania Freitas (UB) é a pré-candidata apoiada pelo governador, ao passo que o suplente de deputado federal Márcio Corrêa, recém-filiado ao PL, conta com o respaldo do ex-presidente.

Reflexos
Nos bastidores, aliados de Caiado garantem que as eleições deste ano não vão prejudicar uma possível aliança entre o governador e Bolsonaro em 2026. No entanto, nomes mais alinhados ao bolsonarismo em Goiás afirmam que o governador não é o primeiro nome da fila para concorrer à presidência caso Bolsonaro continue inelegível.

Inusitado
O Partido da Mulher Brasileira (PMB) terá um homem como presidente em Goiânia. O articulador político Jorge Dias recebeu o convite diretamente da direção nacional e aceitou conduzir a legenda nas eleições de outubro.

Placar
Jorge Kajuru (PSB) foi o único senador goiano favorável ao projeto que recria o seguro para vítimas de acidente de trânsito, conhecido como DPVAT. Wilder Morais (PL) votou contra e Vanderlan Cardoso não participou da sessão, mas poderia ter votado de forma remota.

Animosidade
A saída da vereadora Aava Santiago da presidência do diretório do PSDB em Goiânia não foi tão amistosa quanto os tucanos tentam demonstrar. A parlamentar alega pediu para sair do comando da legenda para se dedicar à reeleição, mas, nos bastidores, existe um desconforto com sua falta de engajamento na pré-campanha do jornalista Matheus Ribeiro, que deve disputar a prefeitura pelo partido.

De cima
A coluna apurou que ordem para que Aava fosse destituída partiu do ex-governador e presidente nacional do PSDB, Marconi Perillo. Tucanos próximos do ex-chefe do Executivo garantem que a troca de comando já estava decidida há pelo menos dois meses, mas foi feita após o fim da janela partidária para impedir que a vereadora trocasse de legenda.

Separados
O PT do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o PSB do vice-presidente Geraldo Alckmin podem também podem marchar em caminhos opostos em Goiânia. O PSB integra o bloco liderado pelo presidente da Assembleia Legislativa, Bruno Peixoto (UB), que já anunciou apoio a Sandro Mabel. O Partido dos Trabalhadores, por sua vez, tem Adriana Accorsi como pré-candidata à prefeita.

Legislativo:
A Câmara de Goiânia aprovou, em definitivo, o projeto de lei que institui a corrida de rua como Patrimônio Cultural Imaterial de Goiânia.

Ainda na Câmara, está em tramitação o veto do prefeito Rogério Cruz (Solidariedade) à emenda ao projeto da data-base de 2023 dos servidores públicos municipais.

Na Assembleia Legislativa, o Plenário chancelou o projeto de lei n° 2631/24, que institui o Dia Estadual do Técnico e Auxiliar em Saúde Bucal no Estado de Goiás, a ser comemorado anualmente no dia 8 de dezembro. A data tem como objetivo reconhecer e valorizar a contribuição desses profissionais para a promoção da saúde bucal da população goiana. O autor é o pedetista Dr. George Morais. Também foi aprovada a matéria que prevê, em Goiás, a instituição da Política Estadual de Conscientização Sobre o Puerpério.

Caiado, Bolsonaro e Lula: quem será o maior cabo eleitoral em Goiânia?

A disputa pela Prefeitura de Goiânia deve ter a influência de dois nomes da direita: o governador Ronaldo Caiado (UB) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Apesar de aliados, os dois apoiam pré-candidatos diferentes na capital. Caiado escolheu o empresário Sandro Mabel (UB) para concorrer ao Paço. Bolsonaro, por sua vez, lançou o deputado federal Gustavo Gayer como pré-candidato pelo PL.

Do outro lado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve ser o principal cabo eleitoral da esquerda. O chefe do Executivo convidou a deputada federal Adriana Accorsi (PT) para disputar a prefeitura pela terceira vez. A petista foi a primeira a ter sua pré-candidatura oficialmente lançada.

Dos três lados, já começaram as mobilizações, estratégias, definições e prioridades. Gayer, inclusive, já anunciou o ex-deputado estadual Fred Rodrigues (PL) como pré-candidato a vice-prefeito.

O governador de Goiás já anunciou que pretende ser candidato a presidente da República, enquanto Bolsonaro está inelegível por decisão da Justiça Eleitoral até 2030. Lula deve concorrer à reeleição. Os três sabem que vencer em Goiânia será fundamental para as eleições de 2026.

Bolhas
Tecnicamente empatados em primeiro lugar nas pesquisas eleitorais, Adriana Accorsi, Gustavo Gayer e Vanderlan Cardoso (PSD) têm enfrentado a mesma dificuldade: encontrar um candidato a vice-prefeito fora de seus grupos políticos. A petista procurou nomes de partidos de centro e de centro-direita, mas ainda não conseguiu um nome de peso. Gayer decidiu disputar com chapa pura e seu vice será do próprio PL. Do outro lado, Vanderlan enfrenta resistências dentro do próprio partido e ainda não avançou na escolha do seu companheiro de chapa.

Dobradinha
Sandro Mabel e Vilmar Mariano farão campanha conjunta em bairros limítrofes de Goiânia e Aparecida. Os dois também pretendem contar com a presença do governador Ronaldo Caiado no maior número possível de agendas de campanha nos dois municípios.

Incomodados
Aliados do vice-governador Daniel Vilela (MDB) não estão satisfeitos com a insistência do grupo liderado pelo presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), Bruno Peixoto (UB), em indicar o candidato a vice-prefeito na chapa de Sandro Mabel. A avaliação é que o MDB, que venceu várias eleições em Goiânia com Iris Rezende e Maguito Vilela, não pode ficar fora da chapa majoritária.

Isolamento
O PL deve caminhar sozinho também em Aparecida de Goiânia e Anápolis, cidades onde também há a possibilidade de segundo turno. Em Aparecida, o ex-deputado estadual Max Menezes, que trocou o PSD pelo PL, deve ser o candidato a vice na chapa do Professor Alcides Ribeiro. Em Anápolis, o PL terá Márcio Corrêa como candidato a prefeito e, provavelmente, o vereador Hélio Araújo, que é o presidente da legenda, como parceiro de chapa.

Mulheres na disputa
De olho no cumprimento da cota de gênero, o Republicanos anunciou que terá 24 mulheres na disputa por mandatos na Câmara Municipal de Goiânia. Com isso, não haverá dificuldade para o cumprimento da legislação, que estabelece a reserva mínima de 30% das candidaturas para as mulheres.

Silêncio
A falta de engajamento do ex-governador e presidente nacional do PSDB, Marconi Perillo, na pré-campanha do jornalista Matheus Ribeiro à Prefeitura de Goiânia tem causado estranheza dentro do partido. Considerado o principal cabo eleitoral da legenda, Perillo têm se mantido afastado, inclusive das discussões sobre a escolha do candidato a vice de Matheus.

Legislativo
Bônus – A Assembleia Legislativa aprovou, em definitivo, o projeto que concede bônus por resultado na Secretaria de Estado da Educação de 2024. A matéria foi aprovada por 25 votos.

Data comemorativa – O deputado estadual Virmondes Cruvinel (UB) quer defende a instituição, em 6 de junho, do Dia do Servior da Defesa Agropecuária.

Bolsonaro elogia Caiado e Tarcísio, mas diz que só discute 2026 depois de 2024

Ao lado dos governadores de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), e de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que “plantou sementes caso não possa, de fato, disputar a presidência em 2026”. A declaração ocorreu nesta segunda-feira (29/04), na abertura da Feira Internacional de Tecnologia Agrícola (Agrishow), em Ribeirão Preto (SP).

Questionado se já está aberta uma disputa entre os dois governadores pelo eleitorado bolsonarista, o ex-presidente se esquivou e disse que, neste momento, sua única preocupação é com as eleições em outubro deste ano. “Só discuto as eleições de 2026 depois de 2024”, disse.

Bolsonaro está inelegível até 2030, após decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A expectativa é que o ex-presidente indique um nome para concorrer ao Palácio do Planalto caso não consiga reverter sua situação junto à Justiça Eleitoral.

Caiado já declarou que é pré-candidato à Presidente da República e que pretende contar com o apoio do eleitorado bolsonarista. “Não sendo ele candidato, a minha trajetória de vida é exatamente no mesmo eleitorado do ex-presidente”, afirmou o governador, durante entrevista ao jornal Folha de São Paulo, em março.

Apesar de ter a simpatia de parte do eleitorado de Bolsonaro, Caiado ainda precisa superar nomes mais alinhados ao ex-presidente. Tarcísio de Freitas e Romeu Zema (Novo), por exemplo, são governadores de estados maiores e com mais visibilidade nacional.

Osélia Carvalho vence eleição suplementar e assume prefeitura de Turvelândia até 31 de dezembro

Eleitoras e eleitores de Turvelândia foram às urnas neste domingo (28/04), para escolher seus novos governantes por meio de eleição suplementar, ocorrida após a cassação dos gestores municipais eleitos em 2020. Osélia Carvalho (PL) venceu a disputa com 70,58% dos votos e será a nova prefeita da cidade.

Candidato pelo Solidariedade, Tenilson Pedreiro recebeu 29,42%. Osélia, que tem como vice Neto Pimenta (PL), governará o município até 31 de dezembro de 2024, uma vez que em 6 de outubro haverá a eleição para os novos prefeito, vice-prefeito e vereadores para o período de 2025 a 2028.

No total, 2.741 eleitores compareceram às urnas, totalizando uma abstenção de 31,77%. Os votos nulos somaram 1,06% e os brancos 0,98%.

As eleições suplementares ocorrem por convocação da Justiça Eleitoral sempre que candidatas e candidatos eleitos nos pleitos comuns – que ocorrem a cada quatro anos -, têm o registro de candidatura indeferido ou são cassados pela prática de algum delito eleitoral. Em Turvelândia, perderam os mandatos o então prefeito Siron Queiroz (Solidariedade) e o vice-prefeito Marlos Souza Borges (PSDB) por compra de votos e abuso de poder político nas eleições de 2020.

Adriana, Mabel e Vanderlan disputam apoio de bloco liderado por Bruno Peixoto

A reunião entre o governador Ronaldo Caiado (UB) e representantes dos partidos que integram o bloco liderado pelo presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), Bruno Peixoto (UB), colocou o pré-candidato a prefeito de Goiânia pela base governista, Sandro Mabel (UB), na disputa pelo apoio do grupo. No encontro, Caiado teria defendido a unidade da base e pedido para que os partidos caminhem junto com Mabel.

O bloco encabeçado por Peixoto pleiteia a indicação do candidato a vice-prefeito e também tem sido sondado pela deputada federal Adriana Accorsi (PT) e o senador Vanderlan Cardoso (PSD), que também pretendem concorrer à prefeitura. Conforme apurado pela coluna, aliados próximos da deputada já sinalizaram que o PT estaria disposto a ceder a vaga de vice ao grupo, formado por políticos de partidos, como PRD, PSD, Avante e Agir.

Entre os nomes que o grupo pretender indicar como candidato a vice-prefeito, estão o presidente da Câmara Municipal, Romário Policarpo, e a esposa do presidente da Alego, Luciene Peixoto.

Não gostaram
Os deputados estaduais Eduardo Prado, Major Araújo e Paulo Cezar Martins não ficaram nada satisfeitos com as declarações de Sandro Mabel sobre o futuro do PL nas eleições. Em entrevista ao programa “Papo de Garagem”, o empresário garantiu que o deputado federal Gustavo Gayer deve abrir mão de ser pré-candidato para continuar em Brasília.

Nome próprio
Os parlamentares garantem que, mesmo com uma possível desistência de Gayer, o partido terá candidato a prefeito em Goiânia. Eduardo Prado, inclusive, soltou o verbo durante sessão na Alego e disse que está à disposição do partido para entrar na disputa.

Desconforto
Por outro lado, a cúpula do PL de Goiás anda incomodada com a pré-campanha de Gayer. Um dos motivos é que o deputado federal tem priorizado os debates de âmbito nacional e deixado de fazer articulações políticas pela própria candidatura em Goiânia. Existe o temor de que Gayer, atualmente empatado em primeiro lugar nas pesquisas eleitorais, possa perder terreno na corrida pela prefeitura.

Senador Canedo
A base governista está atenta à pré-campanha do prefeito Fernando Pellozo (UB) à reeleição. O chefe do Executivo ainda não conseguiu sair da situação de empate técnico com o ex-prefeito Divino Lemes (PSD) e a ex-primeira-dama Izaura Cardoso (PSD), seus principais adversários, nas pesquisas encomendas pelos partidos.

Aparecida de Goiânia
O ex-deputado federal João Campos (Podemos) declarou apoio à reeleição do prefeito Vilmar Mariano (UB). Em vídeo publicado nas redes sociais, Campos afirma que está confiante na vitória do chefe do Executivo.

Legislativo:

  • O plenário da Câmara de Goiânia iniciou, nesta semana, a discussão sobre a implementação da carteirinha de identificação para pacientes que fazem uso de cannabis medicinal, de forma gratuita. O projeto é do vereador Lucas Kitão (UB).

 

  • Os vereadores da capital rejeitaram veto do prefeito Rogério Cruz (Solidariedade) ao projeto de lei para instituição da Campanha Municipal de Orientação, Educação e Conscientização dos Idosos sobre a Ocorrência de Fraudes e Golpes na Internet.