Netflix acerta com série de faroeste feminino que está deixando o público grudado no sofá

“Godless”, a minissérie da Netflix, é uma obra que se destaca no gênero de faroeste. Com um elenco notável, personagens memoráveis, arcos envolventes, belíssimas imagens da majestosa fronteira e um final bastante selvagem, “Godless” nos traz uma história fascinante e emocionante sobre o frágil estado da vida no Velho Oeste. 

A série, escrita e dirigida por Scott Frank e produzida por Steven Soderbergh, é sombria, emocionante e visualmente impressionante. A trama pode ser lenta para alguns, mas é necessariamente assim, oferecendo pacientemente uma exposição vital enquanto seu enredo clássico de faroeste se desenrola de forma violenta.

A violência pode ser atribuída, na maioria das vezes, a Frank Griffin, um fora-da-lei ameaçador interpretado por Jeff Daniels, que está à procura de um homem chamado Roy Goode. Goode, interpretado por Jack O’Connell, era um membro do bando criminoso de Griffin, mas quando um assalto a trem se torna selvagem e Goode salva uma mulher que está sendo estuprada, ele foge com o saque.

A série também é notável por seu elenco feminino forte. Após um acidente de mineração catastrófico que dizimou a maioria dos homens da cidade, La Belle se tornou uma colônia de mulheres fortes e determinadas. É o tipo de lugar que se imagina que a personagem de Julie Christie, Mrs Miller, poderia ter residido se McCabe não estivesse na imagem

No entanto, “Godless” tem suas falhas. Alguns críticos argumentam que a série tenta combinar duas ideias separadas de filmes de faroeste em uma série (excessivamente longa). Apesar disso, a série acerta muito mais do que erra, e o saldo final é positivo.Em suma, “Godless” é uma minissérie que vale a pena assistir, não apenas pelo prazer estético, mas também pela narrativa envolvnte e pelas atuações de destaque. É uma adição valiosa ao gênero de faroeste e certamente deixará sua marca.

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Na vasta paisagem do entretenimento digital, poucas séries conseguiram capturar a imaginação do público como “Parasite: The Gray”. Esta saga, originada pelo mangá de Hitoshi Iwaaki, iniciada nos anos 80 e concluída nos anos 90, continua a ser uma das mais duradouras e influentes da cultura pop asiática. Com sua narrativa complexa e cheia de reviravoltas, que explora temas profundos como identidade, moralidade e o conflito entre o homem e a natureza, “Parasite: The Gray” transcende fronteiras culturais para se tornar uma experiência universalmente cativante.

A jornada de “Parasite: The Gray” começou nas páginas do mangá, onde os leitores foram apresentados ao mundo sombrio e misterioso dos parasitas alienígenas que invadem a Terra. A saga acompanha a vida de Shinichi Izumi, um jovem colegial cuja vida é virada de cabeça para baixo quando ele é infectado por um desses parasitas, conhecidos como “Parasitas”. O que se segue é uma luta desesperada pela sobrevivência, enquanto Shinichi luta para manter sua humanidade intacta em um mundo cada vez mais dominado pela presença sinistra dos Parasitas.

A popularidade do mangá rapidamente se espalhou para outras formas de mídia, e “Parasite: The Gray” foi adaptado em várias ocasiões ao longo dos anos. O anime “Parasite -The Maxim-“, lançado entre 2014 e 2015, trouxe a história para a tela pequena com uma animação de alta qualidade e uma narrativa fiel ao material original. Além disso, dois filmes live-action dirigidos por Takashi Yamazaki foram lançados durante o mesmo período, atraindo tanto os fãs de longa data quanto os recém-chegados para o universo sombrio e envolvente de “Parasite: The Gray”.

No entanto, a saga ganhou uma nova vida e uma nova perspectiva com a chegada de “Parasite: The Gray” à Netflix. Produzida pela gigante do streaming, esta nova versão da história marca uma mudança significativa, não apenas na ambientação e no elenco, mas também na abordagem narrativa. Sob a direção talentosa de Yeon Sang-ho, renomado diretor sul-coreano conhecido por seu trabalho em filmes como “Invasão Zumbi” e “Profecia do Inferno”, “Parasite: The Gray” adota uma abordagem mais ousada e imaginativa em relação ao material original.

Em entrevista ao Omelete, Yeon revelou que sua série não busca apenas adaptar fielmente a obra original, mas sim expandir e reimaginar sua narrativa em novas e emocionantes direções. Com um elenco recheado de talentos do k-drama, incluindo Jeon So-nee e Koo Kyo-hwan, a série mergulha ainda mais fundo no universo sombrio de “Parasite: The Gray”, explorando não apenas os aspectos sobrenaturais da história, mas também os dilemas morais e as lutas pessoais dos personagens.

Uma das mudanças mais marcantes em relação à obra original é a troca do gênero do protagonista, com Jeon So-nee assumindo o papel principal da jovem que se vê envolvida em uma relação simbiótica com seu parasita extraterrestre. Esta mudança não só adiciona uma nova camada de complexidade à narrativa, mas também reflete uma abordagem mais inclusiva e diversificada por parte dos criadores da série.

Além disso, “Parasite: The Gray” introduz novos elementos à história, como uma força-tarefa policial encarregada de caçar os Parasitas pelo país. Liderada por Jun-kyung, interpretada por Lee Jung-hyun, conhecida no mundo da música sul-coreana como a rainha do techno Ava, esta subtrama adiciona uma nova dimensão ao universo de “Parasite: The Gray”, explorando o impacto dos Parasitas na sociedade humana e as complexidades da luta contra uma ameaça alienígena desconhecida.

Todas essas mudanças, assegura Yeon, vêm de um lugar de profundo respeito e admiração pela obra original. Ele descreve “Parasite: The Gray” como uma espécie de “Bíblia” para os fãs do gênero, e vê sua série como uma oportunidade de expandir e reimaginar essa história icônica para uma nova geração de espectadores. Com todas as temporadas já disponíveis para streaming na Netflix, “Parasite: The Gray” promete cativar novos públicos enquanto continua a encantar os fãs de longa data com sua visão ousada e envolvente. Prepare-se para se perder nas profundezas de “The Gray” e embarcar em uma jornada que

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Escritor goiano revela pensamentos e dramas existenciais do Conde Drácula

O escritor goiano Fauno Mendonça revela um passado inédito e obscuro do Conde Drácula antes dos eventos narrados por Jonathan Harker. Em sua obra intitulada “D. e o Procurador”, Mendonça apresenta um suspense repleto de dramas existenciais, explorando o universo criado por Bram Stoker.

Antes da famosa história de Drácula, que se tornou um dos grandes arquétipos do vampirismo, o personagem contrata o procurador Connor Burke para adquirir imóveis na Inglaterra e ajudá-lo a reencontrar sua amada, Elisabetha. Esses eventos não estão presentes no livro original de Bram Stoker, mas ganham vida no enredo inédito criado por Mendonça em “D. e o Procurador”. Nessa narrativa, os fãs do ser imortal e até mesmo aqueles que não tiveram muito contato com o clássico podem se aprofundar no passado de um dos maiores símbolos da literatura mundial.

A obra oferece perspectivas pouco exploradas sobre o Conde da Transilvânia, revelando seus pensamentos íntimos, um antigo amor e suas experiências na Ordem do Dragão. Essa instituição cristã tinha a responsabilidade de defender os ideais religiosos e batalhar contra os turcos-otomanos. Apesar de Drácula ser a figura central que movimenta os acontecimentos da trama, o leitor também acompanha a jornada de Connor Burke, que assume o protagonismo. Burke apresenta os contextos da era vitoriana e entra em conflito com seus próprios sentimentos, ponderando sobre dilemas nacionalistas.

O procurador irlandês viaja até o castelo de Drácula para prestar contas sobre os imóveis adquiridos. No entanto, ele desconhece a verdadeira intenção do nobre misterioso, tornando-se seu representante oficial. Apesar de reconhecer os perigos envolvidos, Burke permanece nessa missão e começa a desvendar enigmas em território estrangeiro. Enquanto cumpre a promessa feita ao vampiro, ele mergulha em uma profunda introspecção, buscando sentido na vida e reconexão com suas próprias origens.

A obra traz perspectivas pouco exploradas do conde da Transilvânia, como pensamentos íntimos, um antigo amor e experiências na Ordem do Dragão, instituição cristã responsável por defender os ideais religiosos e batalhar contra os turcos-otomanos.

A obra traz perspectivas pouco exploradas do conde da Transilvânia, como pensamentos íntimos, um antigo amor e experiências na Ordem do Dragão, instituição cristã responsável por defender os ideais religiosos e batalhar contra os turcos-otomanos.

Ficha técnica
Título: D. e o Procurador
Autor: Fauno Mendonça
Editora: Motres
ISBN: 978-65-990733-8-0
Páginas: 470
Preço: R$ 42 (físico) | R$ 9,90 (e-book)
Onde encontrar: Amazon

Sobre o autor: Fauno Mendonça nasceu em Goiânia, em 1968, e formou-se em Direito na década de 1990. Trabalhou por anos como advogado e atualmente atua no Poder Judiciário, em Brasília. Como escritor, publicou cinco livros: “A Busca dos Loucos”, “Ao Norte do Silêncio”, “Encontre-se”, “Bragof” e D. e o Procurador. A publicação “Encontre-se” também está disponível no formato de audiolivro.

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Estreando com grande antecipação, “O Sinal” (Das Signal), uma minissérie alemã disponibilizada pela Netflix, mergulha o público em um universo de ficção científica e mistério distribuído em quatro episódios intensos e meticulosamente elaborados. A trama se desenrola em torno do enigmático desaparecimento de Paula, uma cientista renomada que estava a bordo da Estação Espacial Internacional. Seu retorno à Terra era aguardado com ansiedade, mas ela some sem deixar rastros, instigando um mistério que ameaça não só seus entes queridos mas toda a humanidade.

A narrativa é centrada no impacto emocional e na busca incansável de Sven, o marido de Paula, e de Charlie, sua filha, ambos personagens que nos cativam com suas camadas complexas e relacionamento palpável. Suas jornadas são marcadas por uma mistura de determinação, angústia e a esperança de desvendar o paradeiro de Paula, assim como a natureza da descoberta astronômica que ela fez. Essa dinâmica familiar se entrelaça com um suspense crescente, impulsionado pela descoberta de um enigmático sinal extraterrestre e os esforços para ocultar essa revelação, criando uma atmosfera carregada de tensão e mistério.

Visualmente, a série é uma obra de arte, com uma estética que complementa perfeitamente a profundidade da história. A direção de fotografia utiliza uma paleta de cores que realça a aura de mistério e suspense, enquanto a trilha sonora intensifica as emoções e o drama, elevando as cenas-chave a um patamar cinematográfico de alta qualidade. A série mantém um equilíbrio impressionante entre o familiar e o inovador, ressoando com temas de ficção científica clássicos, ao mesmo tempo em que oferece uma abordagem fresca e contemporânea, distanciando-se de clichês e explorando novos territórios narrativos.

“A produção de ‘O Sinal’ destaca-se não apenas pela sua narrativa envolvente, mas também pelo seu uso eficiente do orçamento. Mesmo sem os fundos de grandes blockbusters, a série demonstra uma capacidade notável de criar um espetáculo visual e auditivo que desafia as expectativas, tornando-se um exemplo de como a criatividade e a inovação podem compensar as restrições financeiras. O design de produção, a cinematografia e os efeitos especiais são habilmente orquestrados para criar um mundo rico e imersivo que sustenta a complexidade temática da série, oferecendo uma experiência que se equipara a produções com orçamentos muito maiores.

Além disso, ‘O Sinal’ mergulha profundamente em temas que ressoam com uma relevância universal, como a ética na ciência, os dilemas morais da exploração espacial, e a introspecção sobre a existência humana. A série aborda essas questões com uma maturidade e profundidade que convidam à reflexão, desafiando o público a considerar as consequências de nossas escolhas e o impacto delas no futuro da humanidade e além.

Esta abordagem reflexiva estende-se à construção dos personagens e ao desenvolvimento da trama, ambos meticulosamente elaborados para explorar o vasto espectro da condição humana. Os personagens são apresentados com complexidade e nuances, cada um refletindo diferentes facetas da natureza humana e das questões éticas em jogo, tornando ‘O Sinal’ uma série que transcende o gênero de ficção científica para tornar-se uma exploração significativa dos dilemas morais e das maravilhas e horrores que a humanidade pode descobrir no cosmos.

Portanto, ‘O Sinal’ não é apenas uma adição valiosa ao catálogo da Netflix por seu entretenimento, mas também por sua contribuição significativa ao diálogo cultural e científico. A série consegue ser ao mesmo tempo um drama espacial cativante e uma meditação ponderada sobre questões de grande importância, oferecendo aos espectadores uma viagem memorável que é tanto emocionante quanto intelectualmente estimulante.”

Agora disponível no catálogo da Netflix, “O Sinal” promete ser uma experiência cativante para os fãs do gênero e um estudo de personagem que desafia nossas percepções, nos levando a questionar não apenas o universo ao nosso redor, mas também o universo dentro de nós.

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Destaque na Netflix,  “Um Pequeno Favor”, que tem a direção de Paul Feig e  foi lançado em 2018,  ;é um thriller misterioso nos cativa com sua trama intricada e personagens enigmáticos

No filme, Stephanie (interpretada por Anna Kendrick) é uma jovem mãe solitária que se torna amiga de Emily (vivida por Blake Lively), uma mulher poderosa e destemida. Aparentemente, elas têm pouco em comum, mas essa amizade inesperada se desdobra em algo muito mais complexo.

Quando Emily desaparece misteriosamente, Stephanie decide investigar por conta própria. No entanto, à medida que ela mergulha no mundo obscuro de Emily, descobre que sua nova amiga não era nada do que parecia. O filme nos leva por uma montanha-russa de revelações, segredos e traições, mantendo-nos ansiosos para descobrir a verdade.

Análise:

  • Relações Femininas em Foco: O filme destaca a complexidade das relações femininas em um mundo onde as mulheres muitas vezes são categorizadas como mães, trabalhadoras ou independentes. Stephanie e Emily escapam desses estereótipos, alternando entre vilãs e vítimas, enquanto o único personagem masculino (interpretado por Henry Golding) se torna uma peça no jogo delas.
  • Suspense e Comédia: “Um Pequeno Favor” equilibra habilmente o suspense com momentos de humor. À medida que a trama se desenrola, somos levados a questionar as verdadeiras intenções dos personagens e a nos surpreender com suas escolhas.
  • Visual e Trilha Sonora: A direção de Paul Feig cria uma atmosfera visual intrigante, com cenários elegantes e uma paleta de cores que oscila entre o sombrio e o vibrante. A trilha sonora também contribui para a tensão crescente.

“Um Pequeno Favor” é uma experiência cinematográfica que nos mantém grudados na tela, tentando decifrar os enigmas e desvendar os segredos. Se você gosta de suspense com uma pitada de comédia, não deixe de conferir esse filme na Netflix.

Modelo Glamorosa e assassina implacável são mesma pessoa em novo sucesso da Netflix

Anna Poliatova, vivida com intensidade por Sasha Luss, personifica a quintessência do sucesso e do glamour no mundo da moda, sendo uma figura central em campanhas de prestigiosas marcas internacionais de luxo. Entretanto, sob a camada cintilante de sua vida pública, oculta-se uma realidade sombria: Anna é uma agente letal da KGB, cuja destreza e competência a posicionam como uma das mais formidáveis assassinas da organização. O filme é destaque na Netflix.

A narrativa se desenrola ao explorar o desafio contínuo de Anna em conciliar sua existência dupla, lutando incessantemente para se desvencilhar das restrições severas impostas pelo aparato estatal russo. A complexidade de sua personagem é amplificada pela dualidade entre sua faceta como uma modelo de destaque e sua identidade oculta como uma assassina implacável. Em meio aos brilhos das passarelas, ela esconde sua verdadeira missão, equilibrando sua beleza estonteante com a frieza de suas habilidades assassinas.

“Anna: O Perigo tem Nome” mergulha nos embates morais e existenciais enfrentados por Anna, que se encontra em uma busca desesperada por liberdade, enredada nas severas amarras do regime russo. O filme se desenvolve como um thriller psicológico, repleto de momentos de alta tensão, enganos e reviravoltas, onde cada decisão pode ser a diferença entre a vida e a morte. Sasha Luss oferece uma performance visceral, encarnando com maestria a figura de Anna, uma mulher enigmática que transgride os paradigmas impostos, desafiando as expectativas e confrontando os seus limites.

Luc Besson, o visionário diretor por trás do filme, tem seu trabalho meticulosamente examinado. Conhecido por suas obras icônicas dos anos 80 e 90, como “O Profissional” e “O Quinto Elemento”, Besson enfrenta críticas quanto às suas recentes ofertas cinematográficas, com “Anna: O Perigo tem Nome” entrando no rol de seus trabalhos controversos. Este filme, em particular, reacende discussões sobre suas escolhas narrativas, especialmente o uso de múltiplas linhas temporais que, segundo alguns críticos, poderiam diluir a tensão dramática e a coesão da trama.

O filme engendra uma complexidade narrativa ao alternar entre diferentes períodos, uma técnica que, embora ambiciosa, é vista por alguns como um ponto de fragilidade na construção do enredo. As transições temporais, destinadas a enriquecer a história, às vezes, são percebidas como confusas, podendo desconectar o público da progressão lógica e emocional da trama. Críticos argumentam que a abordagem de Besson necessita de uma renovação criativa, um retorno à inovação que outrora definiu sua filmografia, sugerindo que uma revisão de seu estilo poderia restituir a relevância de suas obras no panorama cinematográfico atual.

Besson demonstra uma maestria em orquestrar cada segmento do filme, assegurando que cada reviravolta se encaixe coerentemente dentro da estrutura da narrativa. Longe de serem arbitrárias, estas viradas no enredo surgem de premissas que podem parecer improváveis, mas que são habilmente tecidas para reforçar a mensagem central do filme.

Notavelmente, a trama não serve meramente como um pretexto para sequências de ação e suspense; ao contrário, esses elementos estão profundamente interligados, enriquecendo mutuamente a experiência cinematográfica e capturando a admiração de espectadores de todos os tipos.

O aspecto masculino da audiência pode se identificar com o diretor, que idealiza Sasha Luss em cenas que a glorificam, celebrando não apenas sua sensualidade, mas também sua força emblemática, refletindo uma profunda reverência pelo poder feminino e suas nuances. Isso ressoa vigorosamente com o público feminino, que vê seus próprios desejos, aspirações e vulnerabilidades espelhados em uma protagonista determinada e competente.

A habilidade do filme em tecer um triângulo amoroso crível, envolvendo Luke Evans e Cillian Murphy, adiciona uma camada de profundidade, desafiando e desconstruindo os estereótipos de masculinidade tóxica que a protagonista confronta, ao mesmo tempo em que eles personificam o próprio sistema que ela astutamente manipula.

O filme ainda reserva nuances de subtexto através da personagem de Helen Mirren, abordando temas de maternidade, e culmina em um desfecho que realça a temática de empoderamento feminino no contexto apresentado. Ecoando o legado de Nikita, que reivindicou o espaço da mulher no gênero de ação, Anna reafirma esse posicionamento em um ambiente ainda mais propício, entregando um thriller de espionagem eletrizante, saturado de ação convincente, violência estilizada, e um Luc Besson que se redescobre em sua forma mais inventiva nas últimas duas décadas.

Anna, o perigo tem nome está disponível na Netflix.

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Os 10 plot twists mais surpreendentes do cinema atual que vão te prender no sofá

Quando falamos em filmes de terror, muitos fogem para longe, com medo do trauma que vem junto com a obra. Mas qual o peso de um plot twist muito bem trabalhado pelos roteiristas e diretores? Praticamente o mesmo. Na verdade, em alguns casos, o plot twist pode ser ainda mais perturbador simplesmente por trazer finais impactantes de forma inesperada e insuperável.

O que são ‘Plot Twists’?

Plot twist é uma mudança radical na direção esperada ou prevista do enredo de um romance, filme, série de televisão, quadrinho, jogo eletrônico ou outra obra narrativa. É uma prática muito usada para manter o interesse do público na obra, para normalmente surpreendê-los com uma revelação surpresa.

Hoje, listamos para você 10 obras cinematográficas recentes que vão mexer com sua cabeça.

Confira – e tenha cuidado ao assistir:

 

Saltburn – Prime Video

O filme mais recente dessa lista é polêmico e pode ter deixado famílias inteiras traumatizadas na última ceia de Natal, em 2023. Dirigido por Emerald Fennell, o longa traz dois grandes protagonistas que interpretam seu papel com maestria: Barry Keoghan como Oliver Quick, e Jacob Eroldi como Felix Cotton. Além da fotografia impecável, o roteiro desenha perfeitamente uma trama dos anos 2000, no Reino Unido, onde o jovem pobre e universitário Oliver Quick se vê obcecado por Felix Cotton. Mas, calma, esse não é um romance adolescente. Essa é uma crítica poética e perturbadora, que ocupou as redes sociais por semanas a fio graças ao seu final super inesperado.

 

O Segredo de Marrowbone – Prime Video

Um filme estrelado por Anya Taylor-Joy e Mia Goth merecia maior reconhecimento da crítica, ainda mais por trabalhar uma história tão dolorosa de forma surpreendente. No longa, vemos quatro irmãos tentando sobreviver à morte da mãe. Apesar da dor da perda, paranoias e depressão que a segue, eles trabalham juntos para se manterem na fazenda Marrowbone que esconde tantos segredos obscuros e perigosos.

 

Colheita Sombria – Prime Video

Com inspirações na clássica série de filmes “Colheita Maldita” de 1984, o longa de fantasia e terror da Prime Video trabalha um plot twist revoltante sobre os segredos de uma pacata cidadezinha do interior. No pequeno município rural, um ritual mortal acontece todos os anos quando o pesadelo em forma de espantalho, Jack Dentes de Serra, se ergue do milharal e desafia jovens locais a uma luta sangrenta por dinheiro, um carro de luxo e, principalmente, a sobrevivência.

 

Morte Morte Morte – HBO Max e Prime Video

O que poderia dar errado em uma festinha organizada por um bando de jovens mimados, no meio do nada, né? Um grupo de jovens ricos de 20 e poucos anos se reúne durante uma tempestade para passar o final de semana em uma mansão afastada da cidade. A história começa quando Sophie decide fazer a turma se entrosar por meio de um jogo de Detetive, onde as luzes se apagam enquanto o assassino da rodada persegue suas vítimas, que podem ser “mortas” através de um toque. Sempre que alguém é morto no jogo, as luzes se acendem e os sobreviventes precisam descobrir quem foi o assassino. Mas a direção do jogo muda completamente quando um dos jovens aparece morto de verdade assim que as luzes se acendem. Ao longo do filme, sentimos a tensão dos personagens, mas, no final, quando tudo se esclarece, nos deparamos com um plot twist cômico e um tanto quanto crítico.

 

Não Se Preocupe, Querida – HBO Max e Prime Video

Alice, uma jovem dona de casa, bonita e amada por seu marido perfeito, vive em uma comunidade experimental, em um casamento ideal, um verdadeiro modelo para a sociedade. Mas toda essa perfeição faz com que a jovem comece a suspeitar. Ainda mais sobre o Projeto Vitória, parte da empresa de seu marido, que parece esconder segredos perturbadores. Apesar de não receber grandes aclamações da mídia, a obra, responsável por apresentar o cantor Harry Styles às telonas, trabalha críticas sociais atuais e importantes.

 

Boa Noite, Mamãe – Prime Video

A nova era do cinema parece viver de remakes e, um dos melhores, com certeza, é Boa Noite, Mamãe, um longa de suspense trágico e, conforme pontuado pela mídia, covarde. Com direção de Matt Sobel, a obra é uma adaptação bem trabalhada do filme austríaco de mesmo nome, lançado em 2014 e aclamado no circuito europeu. Mas, diferente da versão original, a trama estrelada por Naomi Watts (King Kong) cria um suspense capaz de fritar seus neurônios. Dois irmãos gêmeos, Elias e Lucas, retornam para a casa de sua mãe (Naomi Watts) após passar um tempo com o pai (Peter Hermann). No entanto, ao chegar em casa, as crianças encontram uma mãe diferente, e assustadora, uma característica que se fortalece ainda mais com as faixas pós-cirúrgicas que cobrem seu rosto. O desfecho da história afeta não apenas as crianças, como os telespectadores.

 

Fuja – Netflix

Você com certeza já conhece a trágica história de Gypsy Rose Blanchard, uma garota atordoada por sua mãe psicótica. O thriller “Fuja”, estrelado por Sarah Pulson, faz referência à história de Gypsy. No longa, vemos a protagonista Paulson após ao dar a luz à sua filha, quando ela descobre que algo está errado. No futuro, anos depois, descobrimos que a filha dela se tornou cadeirante. A explicação para o caso é chocante e revoltante.

 

Hellraiser: Renascido do Inferno – Paramount+, Telecine e Prime Video

Onde a ganância leva as pessoas? Qual seu preço? Nessa nova versão de Hellraiser, vemos um milionário que deseja ainda mais luxo e poder. Para isso, ele usa a caixa dourada dos lamentos para sacrificar outras pessoas em busca de realizar seus desejos. Porém, tudo tem seu preço.

 

Parasita – HBO Max, Telecine e Prime Video

Vencedor do Oscar e aclamado pela mídia, Parasita (2019) mostra uma família em situação de completo desespero, desempregada e vivendo em um porão sujo e apertado. Tão logo, o filho da família começa a dar aulas particulares de inglês a uma garota de família rica. Fascinados com a vida luxuosa destas pessoas, pai, mãe, filho e filha bolam um plano para se infiltrar também na família burguesa, um a um. No entanto, os segredos e mentiras necessários à ascensão social custarão caro a todos.

 

A Avó – Prime Video 

Gore e ousado, esse filme vai te deixar em completo estado de choque. Se você não tem estômago forte, sugiro que não assista. Susana (Almudena Amor) é uma modelo que deixa sua carreira em Paris e volta para casa, em Madrid, após descobrir que sua avó Pilar (Vera Valdez), que a criou depois que seus pais morreram, acaba de sofrer um AVC. Ao retornar a sua cidade natal, Susana tenta encontrar uma cuidadora para Pilar, mas passar apenas alguns dias com sua avó se transforma em um pesadelo inesperado, quando Pilar começa a agir de forma estranha e acontecimentos assustadores se apresentam.

 

Grávida, sozinha e à mercê das ondas é a situação chocante da protagonista do novo suspense espanhol que está bombando na Netflix

Se tem algo que a Netflix sabe fazer bem é navegar por águas nunca antes exploradas. E em ‘Destinos à Deriva’, a gigante do streaming se joga de cabeça no oceano profundo da sobrevivência humana.

Imagine um mundo onde o simples ato de trazer uma vida ao mundo se torna um ato revolucionário. Em um cenário europeu distópico, onde a vida é sufocada por um regime opressor, o desespero leva um casal a embarcar numa jornada de escape para a Irlanda, refugiando-se em um contêiner. Porém, quando você pensa que já viu de tudo, o filme te puxa para águas ainda mais profundas. Esse é o enredo desse arrepiante suspense espanhol.

A beleza da narrativa reside no seu minimalismo. A maior parte da história é contada através dos olhos de Mia (interpretada de forma magistral por Anna Castillo), uma jovem grávida que passa de uma fuga terráquea para uma luta solitária em alto-mar. O contêiner que deveria ser seu refúgio se transforma em uma prisão subaquática, e os buracos que permitem um vislumbre do mundo exterior também ameaçam ser sua ruína.

Albert Pintó, o diretor, orquestra a tensão com destreza, utilizando a iluminação (ou a falta dela) para criar um clima asfixiante. A atmosfera é palpável. A cada reviravolta, sentimos a água fria inundando nossos pulmões, e o desespero de Mia torna-se nosso.

Mas, ao mesmo tempo, o filme não foge de suas responsabilidades sociais. A distopia apresentada ressoa com os desafios dos refugiados contemporâneos. Embora o roteiro tenha perdido uma oportunidade de aprofundar esta discussão, a mensagem está lá, sutil, mas poderosa.

‘Destinos à Deriva’ não se contenta com as convenções dos filmes de sobrevivência. Ele inova ao adicionar camadas de complexidade, com uma protagonista grávida no epicentro da tempestade e referências sutis a obras como ‘Um Lugar Silencioso’. E embora tenha seus momentos poéticos forçados e algumas decisões de roteiro questionáveis, o filme é um respiro necessário em um gênero saturado de tubarões e desventuras no fundo do mar.

Se a Netflix estava tentando nos fazer roer as unhas e ao mesmo tempo refletir sobre as nuances da humanidade, ela conseguiu. ‘Destinos à Deriva’ é mais do que um suspense; é um convite para navegar pelas profundezas da alma humana. E que viagem!

Filme nigeriano está arrancando lágrimas dos assinantes da Netflix

 O cinema nigeriano, também conhecido como Nollywood, tem feito cada vez mais presença nas telas globais e, recentemente, no catálogo da gigante do streaming, Netflix. Uma de suas recentes adições, “A Lista da Vingança”, é um suspense intenso que já conquistou o segundo lugar no Top 10 da plataforma.

O filme, dirigido por Editi Effiong, mergulha na atual Nigéria, onde a corrupção e a impunidade policial prevalecem. É neste cenário tumultuado que encontramos Paul Edima, interpretado por Richard Mofe-Damijo, um diácono pacifista com um passado oculto nas forças armadas. Após seu filho ser acusado injustamente de um crime que não cometeu e subsequentemente morto, Paul inicia uma cruzada pessoal de vingança contra a gangue de policiais corruptos responsáveis.

Um Elenco de Peso

Richard Mofe-Damijo, conhecido por seus papéis em produções como “Cidade do Caos”, lidera o elenco no papel principal de Paul Edima. Ele é acompanhado por talentos como Ade Laoye, Sam Dede e Alex Usifo Omiagbo, entre outros.

Repercussão Mista

Apesar de sua popularidade entre os assinantes da Netflix, “A Lista da Vingança” recebeu críticas variadas. Enquanto o público geral deu ao filme uma aprovação de 79% no Rotten Tomatoes, a imprensa especializada teve um tom mais cauteloso. Comentários mencionam um enredo que poderia ter ido mais fundo e um ritmo por vezes enfadonho.

Um Olhar Sobre o Cinema Nigeriano

“A Lista da Vingança” não é apenas um thriller; é um retrato da sociedade nigeriana e de seus desafios, evidenciando a habilidade de Nollywood em criar narrativas universais a partir de temas locais. A estreia de Editi Effiong como diretor e seu trabalho ao lado da co-roteirista Bunmi Ajakaiye torna o filme ainda mais notável, e reafirma o potencial do cinema nigeriano no cenário global.

A produção estreou exclusivamente na Netflix em 22 de setembro de 2023 e promete ser uma das principais conversas do momento. Se ainda não assistiu, vale a pena dar uma olhada neste thriller que desafia e emociona.

Filme da Netflix desmascara a cultura do estupro com narrativa arrepiante

A plataforma de streaming mais popular do mundo, Netflix, adicionou recentemente à sua lista de imperdíveis o filme “Bela Vingança”. Mas, diferente de muitos títulos que abordam relações e dramas pessoais, este filme traz uma narrativa contundente e profunda, capaz de arrepiar até o espectador mais insensível.

O mundo do cinema não é estranho a tramas que abordam a temática da agressão sexual. No entanto, “Bela Vingança” destaca-se por sua abordagem única e confrontadora. Ao invés de seguir o tradicional roteiro de vítima e agressor, o filme subverte expectativas, desafiando o espectador a refletir sobre as nuances e ramificações da cultura do estupro na sociedade moderna.

O filme, dirigido e escrito por Emerald Fennell, apresenta Carey Mulligan no papel de Cassie, uma mulher que tem como missão desmascarar os predadores disfarçados de “homens normais”. Em sua busca por justiça, Cassie adota uma abordagem estratégica, atraindo esses homens sob o pretexto de vulnerabilidade, apenas para virar a mesa quando menos esperam.

A forma como “Bela Vingança” expõe a cultura do estupro não é apenas um soco no estômago, mas também um espelho cruel do que acontece diariamente em todas as partes do mundo. A narrativa não tem medo de mergulhar nas áreas cinzentas da moralidade, forçando o público a se questionar: Quem realmente é o vilão? E até que ponto a sociedade é cúmplice desses atos terríveis?

A Netflix, conhecida por sua vasta biblioteca de conteúdo diversificado, conseguiu, mais uma vez, trazer à tona uma obra que não apenas entretem, mas educa e ilumina. “Bela Vingança” é um lembrete de que o cinema tem o poder de mudar mentalidades e desafiar normas sociais prejudiciais. E, nesse caso, o filme faz exatamente isso, com uma narrativa arrepiante que permanecerá com o espectador muito tempo após os créditos finais.

Netflix revoluciona o mundo dos contos de fadas com o seccional ‘Em uma Terra Muito Distante… Havia um Crime’. Confira críticas e repercussão

Uma reviravolta vibrante e inesperada nos aguarda em “Em uma Terra Muito Distante… Havia um Crime”, a nova pérola cinematográfica japonesa que aterrissa no catálogo da Netflix. Baseado no mangá de Aito Aoyagi, o filme não apenas reimagina a amada história de Chapeuzinho Vermelho, mas transforma este clássico conto de fadas em um thriller policial vibrante, estrelado pela destemida Kanna Hashimoto.

Chapeuzinho Detetive

A Chapeuzinho Vermelho de Hashimoto é uma detetive independente que trocou o capuz vermelho por um distintivo e uma mente afiada para solucionar crimes. A nossa heroína, numa jornada de autodescobrimento e justiça, cruza o caminho da sonhadora Cinderella, interpretada pela talentosa Yûko Araki, formando uma dupla improvável, mas incrivelmente charmosa, no rastro de um assassinato que abalou o reino.

Baile Fatal

O conto nos leva ao epicentro de um mistério fascinante que se desenrola durante um baile real, onde a diversão dá lugar a um crime hediondo que interrompe abruptamente as festividades. O assassinato do cabeleireiro real deflagra uma investigação instigante onde qualquer um pode ser o culpado, criando um suspense de roer as unhas enquanto desvendamos os segredos mais sombrios dos habitantes deste reino distante.

Um Elenco de Estrelas

Além das brilhantes atuações de Hashimoto e Araki, Takanori Iwata brilha como o Príncipe Gilbert, adicionando uma nova dimensão à trama que flerta com diversos gêneros, de ação a comédia, sob a direção astuta de Yûichi Fukuda.

Recepção Mista, Mas Promissora

A obra, ainda fresca nas plataformas de crítica, apresenta uma recepção mista, mas tendendo ao positivo, com notas promissoras no IMDb e uma calorosa recepção do público no Rotten Tomatoes, demonstrando que há uma afeição crescente pela brincadeira destemida com os contos de fadas que o filme propõe.

Com um enredo engenhoso que brinca habilmente com as expectativas, “Em uma Terra Muito Distante… Havia um Crime” nos apresenta uma jornada que é ao mesmo tempo familiar e surpreendentemente nova, com um olhar moderno e maduro sobre os clássicos que crescemos amando. É uma tapeçaria rica de humor, suspense e fantasia, onde cada detalhe é uma homenagem amorosa aos contos de fadas, com uma pitada de mistério policial para apimentar a trama

Há algo mágico em misturar contos de fadas clássicos com elementos modernos, principalmente quando é adicionado um toque de suspense e mistério no enredo. “Em uma Terra Muito Distante… Havia um Crime” se apropria dessa magia para nos transportar para um mundo onde a Chapeuzinho Vermelho, a emblemática personagem dos contos infantis, se reinventa como uma detetive destemida. Ao lado da Cinderella, vivida pela talentosa Yûko Araki, as duas se embelezam com um toque de magia para um baile inesquecível. Contudo, o que deveria ser uma noite de festa e encantamento é abruptamente interrompida pelo descobrimento de um corpo – o do cabelereiro real Hans, interpretado por Masaki Kaji.

Diante desse cenário aterrorizante, Chapeuzinho, encarnada por Kanna Hashimoto, precisa desvendar o enigma que ronda esse crime brutal que tem como pano de fundo a família real, e onde todos são suspeitos, até mesmo o galante Príncipe Gilbert, vivido por Takanori Iwata.

O filme, guiado pela hábil direção de Yûichi Fukuda, conhecido pelos seus trabalhos anteriores como Gintama e Yūsha Yoshihiko, promete levar o espectador por caminhos inesperados, oscilando entre o humor, o suspense e a ação em uma dança frenética e envolvente que desafia nossas expectativas a cada cena. Com um elenco secundário riquíssimo, que inclui nomes como Midoriko Kimura e Jiro Sato, o longa tece uma tapeçaria rica em detalhes e nuances, brindando o público com performances memoráveis e personagens multifacetados.

Repercussão na Crítica

Embora esteja ainda em seus primeiros dias de lançamento, o filme vem angariando críticas que destacam seu caráter divertido e paródico, alcançando uma aprovação de 71% no Rotten Tomatoes e uma nota 5.2 no IMDb. Lori C., usuária da plataforma Rotten Tomatoes, salienta que, apesar de longo, o filme proporciona muitos momentos de riso e diversão. A análise do portal Filmzzine vai além, apontando para a habilidade do filme em capturar a atenção do espectador com um enredo de suspense bem construído e refletindo sobre padrões de beleza na sociedade, fazendo uma ponte com a cultura asiática que, muitas vezes, valoriza a aparência em detrimento de outras qualidades.

Ao revisitar personagens tão queridos de nossa infância e inseri-los em uma trama contemporânea carregada de suspense, ação e fantasia, “Em uma Terra Muito Distante… Havia um Crime” promete não apenas reacender a chama da nostalgia, mas também proporcionar uma experiência cinematográfica fresca e inovadora. Portanto, prepare a pipoca e reserve seu lugar no sofá, porque esse filme é um convite ao encantamento e à aventura em uma terra de magia, mistério e reviravoltas surpreendentes.

 

‘Quem é Erin Carter?’: Descubra os segredos da série de sucesso da Netflix que colocou o público em busca de respostas

A mais recente sensação televisiva a dominar a plataforma de streaming Netflix é a envolvente minissérie de suspense “Quem é Erin Carter?”. A série catapultou-se para o topo das listas, desbancando o notório documentário “Depp V. Heard”, alcançando um impressionante total de 13,2 milhões de visualizações em apenas uma semana, de 21 a 27 de agosto.

“Quem é Erin Carter?” segue a intrigante trajetória de Erin Carter (Evin Ahmad), uma professora britânica radicada na ensolarada Espanha, cujo passado enigmático é lentamente descortinado após um incidente num supermercado local. A tranquilidade de sua vida em Barcelona se desvanece à medida que seus movimentos habilidosos de combate e seu misterioso passado começam a chamar a atenção da polícia e do público.

Mas não é apenas “Quem é Erin Carter?” que tem causado burburinho na Netflix. “Depp V. Heard” ainda mantém uma forte presença com 8,3 milhões de visualizações, seguido de perto pelo incisivo drama “Império da Dor”, que arrematou 5,6 milhões de visualizações, revelando a sombria indústria farmacêutica por trás da crise de opioides nos EUA.

No cenário internacional, a produção sul-coreana “Mask Girl” liderou as paradas com 7,4 milhões de visualizações. A aclamada terceira temporada da série escandinava “Ragnarok” e a adaptação dos quadrinhos de Mark Millar, “O Eleito”, completaram o top 3, com 6,5 milhões e 4 milhões de visualizações, respectivamente.

No que diz respeito ao cinema, a animação “O Rei Macaco” se tornou o campeão da semana, ultrapassando “Quem é Erin Carter?”, com 14,4 milhões de visualizações. A ele se seguiu “Agente Stone”, protagonizado pela sempre carismática Gal Gadot, e a mais recente comédia de Adam Sandler, “Você Não Tá Convidada pro Meu Bat Mitzvá!”, que fez sua estreia impactante em terceiro lugar, apesar de ter sido lançado apenas no final da semana contabilizada.

Por trás das lentes, Jack Lothian, duas vezes indicado ao BAFTA, é o gênio criativo da série, juntamente com um elenco estelar que inclui Sean Teale e Denise Gough.

No cerne de “Quem é Erin Carter?” está a questão que todos querem responder: Quem é, afinal, Erin Carter? A série de sete episódios de uma hora desvenda esse mistério, garantindo aos espectadores uma jornada de suspense e revelações que a tornaram o must-watch do momento na Netflix.

Cães de Caça tem ação e suspense e faz muito sucesso na Netflix

Uma nova série sul-coreana está conquistando o público da Netflix. Conheça todos os detalhes da empolgante 2ª temporada de Cães de Caça, à medida que essa série repleta de ação e suspense ganha destaque no streaming mais assistido do Brasil.

A Netflix já provou sua habilidade em produzir séries coreanas de sucesso, seja com tramas de suspense distópico, como Round 6, ou programas de realidade que testam a aptidão física, como A Batalha dos 100. E agora, outro grande sucesso se junta a essa lista: Cães de Caça.

Sobre a série coreana Cães de Caça

Cães de Caça é uma nova série de drama e ação baseada no webtoon homônimo de Jeong Chan. A história acompanha Kim Gun-woo e Hong Woo-jin, dois ex-fuzileiros navais que se tornaram boxeadores, enquanto se envolvem em uma caçada aos agiotas malvados. A primeira temporada completa já está disponível na Netflix e, logo que chegou ao catálogo, conquistou o TOP10 do serviço de streaming.

Haverá uma 2ª temporada de Cães de Caça?

Ainda não há confirmação sobre uma nova temporada da série. A renovação dependerá das classificações e do sucesso crítico da primeira temporada, além de outros indicadores, como a audiência dos episódios finais e a retenção de espectadores após o primeiro episódio. No entanto, há um grande potencial para mais histórias repletas de adrenalina na 2ª temporada, com Kim Gun-woo e Hong Woo-jin embarcando em novas e emocionantes aventuras. Se a série retornar, é provável que Bloodhounds (nome em inglês) seja lançada em 2025.

Estreou na última sexta-feira (9) o mais novo K-drama da Netflix, Cães de Caça. Com uma trama cheia de ação, a série explora o submundo da agiotagem e apresenta diversas cenas de luta eletrizantes.

Inspirada no webtoon “Sanyanggaedeul”, publicado entre 2019 e 2020, a série é repleta de combates intensos e drama. Apesar de ter apenas oito episódios, a primeira temporada estabelece uma relação de amizade forte entre os protagonistas, Kim Gun-woo (interpretado por Woo Do-hwan) e Hong Woo-jin.

Quando a mãe de Geon-woo se envolve com agiotas perigosos, ambos decidem unir forças com um ex-agiota do crime organizado para fazer justiça. O conflito se torna sangrento, mas a determinação dos protagonistas em alcanos seus objetivos é admirável.

Vale a pena assistir?

Cães de Caça, a série sul-coreana da Netflix, oferece um enredo envolvente e cativante. Se você é fã de produções repletas de ação, não pode perder essa série. A cada episódio, a dupla de protagonistas se envolve em uma trama cheia de desafios e reviravoltas, garantindo aos espectadores uma produção repleta de adrenalina e combate físico.

Prepare-se para mergulhar no submundo da agiotagem e acompanhar Kim Gun-woo e Hong Woo-jin em suas jornadas emocionantes. Cães de Caça promete ser uma série imperdível para os amantes de suspense e ação.

Não perca tempo e adicione Cães de Caça à sua lista de maratonas na Netflix. Embarque nessa empolgante jornada e descubra o que aguarda os personagens nessa nova temporada repleta de emoções e surpresas.

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Netflix surpreende ao juntar suspense e ficção científica em lançamento imperdível

Se você é fã de suspense e ficção científica, não pode deixar de conferir Synchronic, um dos filmes mais assistidos da Netflix na semana. Dirigido por Justin Benson e Aaron Moorhead e estrelado por Anthony Mackie e Jamie Dornan, o longa conta a história de dois paramédicos que têm suas vidas transformadas por uma nova droga sintética com efeitos misteriosos.

Ambientado em Nova Orleans, Synchronic apresenta uma trama envolvente repleta de enigmas. Os protagonistas Steve Denube (Anthony Mackie) e Dennis Dannelly (Jamie Dornan) se veem envolvidos em uma série de eventos sobrenaturais relacionados à droga Synchronic. Quando a filha mais velha de Dennis desaparece, a dupla acaba se envolvendo ainda mais no mistério.

O elenco conta ainda com grandes nomes como Katie Aselton, Ally Ioannides e Bill Oberst Jr. Apesar de ter arrecadado apenas US$ 1.5 milhão em bilheteria mundial, Synchronic tem conquistado o público e a crítica com sua história intrigante.

No Rotten Tomatoes, por exemplo, o filme recebeu selo Fresco com aprovações de 79% entre a imprensa e 76% entre a audiência.

 

Assista ao trailer:

 

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Fotos: Divulgação/Netflix

Suspense psicologico assustador chega a Netflix com destaque e sucesso de público

O filme 1408, dirigido por Mikael Hafstrom e protagonizado por John Cusack e Samuel L. Jackson, foi lançado em 2007 e rapidamente conquistou a crítica especializada. Baseado na obra do aclamado autor, o longa-metragem é considerado um dos melhores de sua categoria. Recentemente adicionado ao catálogo da Netflix, 1408 já é um dos filmes mais assistidos da plataforma. Uma verdadeira obra-prima do cinema que merece ser conferida.Apesar de ter sido produzido com um modesto orçamento de cerca de 20 milhões de dólares, o filme dirigido por Håfström surpreendeu nas bilheterias, arrecadando mais de 132 milhões em todo o mundo. Além disso, o terror foi bem recebido pela crítica, com uma aprovação de 79% no Rotten Tomatoes e 64% no Metacritic. Uma prova de que, às vezes, menos é mais quando se trata de sucesso no cinema.

No roteiro, Mike foi confrontado com uma tragédia que mudou sua vida para sempre. A perda de sua filha para o câncer o deixou sem chão, levando-o a deixar sua esposa em Nova York e buscar refúgio em Los Angeles, onde ele encontrou sua verdadeira paixão como autor de terror. Seu trabalho o levou a receber convites misteriosos para visitar quartos amaldiçoados em hotéis ao redor do país. Sem medo, Mike passou noites nessas salas e transformou suas experiências em histórias assustadoras. Com sua habilidade de escrita única, Mike explorou o mundo do terror e do sobrenatural, deixando seus leitores arrepiados com cada palavra. Sua coragem em enfrentar o desconhecido e sua capacidade de transformar essas experiências em obras-primas literárias fizeram dele um dos autores mais respeitados em seu campo.

Apesar de ter visitado inúmeros locais supostamente assombrados, a falta de uma atividade paranormal realmente assustadora o transformou em um homem cético e sarcástico. Quando recebeu um cartão postal sem remetente, alertando-o para não visitar o quarto 1408 do Dolphin Hotel em Nova York, ele decidiu que precisava se hospedar lá para desmistificar qualquer lenda. No entanto, ao tentar reservar o quarto por telefone, a recepcionista insistiu que o local não estava disponível. Mike, então, ameaçou processar o hotel. 

Mike está prestes a retornar a Nova York pela primeira vez desde a morte de sua filha. Ao chegar ao hotel, ele é convidado pelo gerente Gerald Olin para uma conversa privada em seu escritório. Lá, Olin tenta persuadi-lo a não ficar no quarto, explicando que pelo menos 56 hóspedes morreram no local ou após se hospedarem lá. No entanto, Mike acredita que isso é apenas uma tática de marketing para atrair mais clientes e decide ficar. Apesar das preocupações levantadas por Olin, Mike se mantém firme em sua decisão. Ele está determinado a enfrentar seus medos e superar a perda de sua filha. Com uma atitude profissional e confiante, Mike está pronto para enfrentar qualquer desafio que a vida lhe apresente.

Nos primeiros minutos no quarto, tudo parecia normal e monótono. Porém, eventos estranhos começaram a se desenrolar, deixando Mike em estado de alerta. A sensação de que alguém estava ali dentro, tentando assustá-lo, foi apenas o começo. Logo, sua mão ficou presa na janela e visões perturbadoras surgiram, com pessoas tentando atacá-lo. Mesmo tentando sair, a porta parecia trancada e o quarto não o deixaria escapar com vida. Fica a dúvida se tudo isso é real ou se é apenas paranoia, um medo criado pela mente do autor. 

Stephen King se inspirou no parapsicólogo Christopher Chacon para escrever o personagem de Mike. Chacon, ao longo de sua carreira, investigou diversos hotéis mal-assombrados, resultando em uma coleção de artigos para jornais. O número do quarto, 1408, é o mesmo que foi interditado no Emily Morgan Hotel, em San Antonio, Texas, devido a atividades paranormais.

O enredo é de uma astúcia ímpar, mantendo o telespectador em suspense e curioso do início ao fim. John Cusack brilha em sua atuação memorável como o cético Mike Enslin, enquanto Samuel L. Jackson é igualmente persuasivo no papel do gerente do hotel, tentando convencê-lo a desistir da estadia no quarto 1408. A atmosfera sombria e opressiva do quarto é habilmente construída, e os efeitos visuais são utilizados com maestria para intensificar o clima de terror.

De acordo com Stephen King, o conto 1408 é um dos seus favoritos e a adaptação cinematográfica é uma das melhores que já viu. O filme possui duas versões disponíveis em DVD e Blu-ray: a versão original do diretor e uma versão estendida com mais de 15 minutos de cenas adicionais. O quarto 1408 também é mencionado em outros contos do autor, como “O Limite da Esperança” e “The Dark Tower”.

Confira o Trailer: