Ranking revela as melhores e as piores cidades do mundo para morar em 2026; veja a lista

Otávio Augusto Ribeiro
Por Otávio Augusto Ribeiro
Ranking revela as melhores e as piores cidades do mundo para morar em 2026; veja a lista

O mais recente Índice Global de Habitabilidade 2026, elaborado pela Economist Intelligence Unit (EIU), revelou quais são as melhores e as piores cidades do mundo para viver. O estudo analisou 173 centros urbanos e levou em consideração fatores considerados essenciais para a qualidade de vida, como estabilidade, saúde, educação, infraestrutura, cultura e meio ambiente.

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Pelo segundo ano seguido, Copenhague, capital da Dinamarca, ficou na primeira colocação. A cidade recebeu 98 pontos e voltou a se destacar pela excelência nos serviços públicos, segurança, mobilidade urbana e qualidade da infraestrutura.

 cidade

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Enquanto isso, cidades afetadas por guerras, instabilidade política e dificuldades econômicas continuam ocupando as últimas posições do levantamento.

Como funciona o ranking?

O Índice Global de Habitabilidade é publicado anualmente e se tornou uma das principais referências internacionais sobre qualidade de vida nas grandes cidades.

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Cada município recebe notas em cinco categorias:

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  • Estabilidade;
  • Saúde;
  • Educação;
  • Cultura e meio ambiente;
  • Infraestrutura.

A combinação desses indicadores resulta na nota final, que determina a posição de cada cidade na classificação mundial.

Segundo a EIU, apesar da média global permanecer estável em relação ao ano anterior, os resultados mostram diferenças importantes entre as regiões. Enquanto alguns países ampliaram investimentos em saúde e infraestrutura, conflitos armados e crises políticas reduziram a qualidade de vida em diversas cidades do Oriente Médio e de outras áreas em conflito.

As 10 melhores cidades do mundo para morar em 2026

A liderança continua com cidades conhecidas pela eficiência dos serviços públicos e altos índices de bem-estar.

  1. Copenhague (Dinamarca) – 98 pontos
  2. Viena (Áustria) – 97,1
  3. Melbourne (Austrália) – 97
  4. Sydney (Austrália) – 96,6
  5. Zurique (Suíça) – 96,4
  6. Genebra (Suíça) – 96,1
  7. Osaka (Japão) – 96
  8. Adelaide (Austrália) – 95,9
  9. Vancouver (Canadá) – 95,8
  10. Tóquio (Japão) – 95,7

Além da liderança de Copenhague, o ranking reforça a predominância de cidades europeias, australianas, canadenses e japonesas entre os melhores lugares para viver.

Conflitos explicam as últimas posições

Na outra ponta da lista, permanecem cidades que enfrentam guerras, crises econômicas prolongadas ou instabilidade política.

As dez piores cidades para morar em 2026 são:

  1. Damasco (Síria) – 31,6 pontos
  2. Trípoli (Líbia) – 40,6
  3. Daca (Bangladesh) – 41,7
  4. Karachi (Paquistão) – 42,7
  5. Argel (Argélia) – 42,8
  6. Lagos (Nigéria) – 43,5
  7. Porto Moresby (Papua-Nova Guiné) – 44,1
  8. Kiev (Ucrânia) – 44,5
  9. Harare (Zimbábue) – 44,7
  10. Teerã (Irã) – 45,3

De acordo com o relatório, os conflitos armados continuam sendo o principal fator para a queda da qualidade de vida nessas cidades.

Além disso, o estudo aponta que Mascate (Omã), Cidade do Kuwait, Amã (Jordânia), Manama (Bahrein), Doha (Catar), Abu Dhabi e Dubai registraram algumas das maiores quedas no ranking deste ano, reflexo do aumento das tensões geopolíticas na região.

Como ficaram as cidades brasileiras?

O Brasil também aparece na pesquisa, embora distante das primeiras posições.

O Rio de Janeiro é a cidade brasileira mais bem colocada, ocupando a 108ª posição. Logo atrás aparecem São Paulo e Manaus, todas fora do grupo das cem cidades mais bem avaliadas.

Segundo a Economist Intelligence Unit, desafios ligados à segurança, infraestrutura urbana e estabilidade continuam influenciando o desempenho das cidades brasileiras quando comparadas aos países que lideram a classificação.

Em contrapartida, a China foi destaque positivo no levantamento. Diversas cidades chinesas registraram os maiores avanços do ano graças aos investimentos contínuos em saúde, infraestrutura e desenvolvimento urbano.

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