No Dia do Leitor, confira 10 clássicos da Literatura Brasileira

Dom Casmurro, A hora da Estrela e Senhora são exemplos de livros clássicos para apreciar no Dia do Leitor

Silvia Tancredi
Por Silvia Tancredi
No Dia do Leitor, confira 10 clássicos da Literatura Brasileira
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Dom Casmurro, A hora da Estrela e Senhora são exemplos de livros clássicos da Literatura Brasileira para lembrar de ler (ou reler) no Dia do Leitor, comemorado hoje (7).

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O Dia do Leitor é uma homenagem ao jornal “O Povo”, fundado por Demócrito Rocha, poeta e jornalista, no dia 7 de janeiro de 1928.

10 livros clássicos da Literatura Brasileira

Confira abaixo seleção de obras clássicas da Literatura Brasileira:

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Dom Casmurro

Livro Dom Casmurro

Dom Casmurro/Crédito: divulgação

Um dos livros mais conhecidos de Machado de Assis e também um dos maiores clássicos da literatura brasileira não pode deixar de estar nesta lista. Publicado em 1899, “Dom Casmurro” revela o triângulo amoroso dos personagens de Capitu, Bento e Escobar e os seus desdobramentos, tornando a história intrigante e emocionante.

Leia também:

Quem foi Machado de Assis: Vida, Obras e Importância Literária

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Triste fim de Policarpo Quaresma

O triste fim de Policarpo Quaresma

Crédito: divulgação

“Triste fim de Policarpo Quaresma” é um dos principais livros brasileiros. Escrita por João Guimarães Rosa em 1915, a obra conta a história do personagem Major Quaresma, que é excessivamente patriota ao ponto de ter dificuldades com esse exagero. O livro retrata a cidade de Rio de Janeiro nos primeiros anos da república e contém traços de ironia.

Senhora

Livro Senhora de José de Alencar

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José de Alencar é um dos principais nomes quando falamos de Romantismo. Com o livro Senhora (1975), ele quebrou tabus à época colocando a figura da mulher com protagonismo e vida própria, rompendo com o machismo que predominava.

O tempo e o vento

Livro O tempo e o Vento

Crédito: divulgação

Escrito pelo autor modernista Érico Veríssimo, o livro “O tempo e o vento” é uma trilogia que tem sete volumes. A obra conta 200 anos da história do estado Rio Grande do Sul, em estilo ficção. Veja abaixo como ela é dividida:

  • O continente: dois volumes publicados em 1949;
  • O retrato: dois volumes publicados em 1951;
  • O arquipélago: três volumes publicados em 1962.

O Quinze

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A obra “O Quinze”, de Rachel de Queiróz, retrata a história de um casal de retirantes nordestinos que passam por uma das piores secas da região. Com sensibilidade, a autora, que nasceu no Ceará, mostra as dificuldades por que passam os personagens. O livro é de 1930.

Grande Sertão: Veredas

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Mais um clássico da Literatura Brasileira para apreciar no Dia do Leitor é “Grande Sertão: Veredas”, de João Guimarães Rosa. A obra de 1956 retrata a história de Riobaldo, um ex-jagunço, na qual o próprio personagem é o narrador, tornando, assim, o livro mais intimista.

As meninas

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Escrito por Lygia Fagundes Telles, o romance “As meninas” (1973) mostra três jovens bem diferentes entre si, mas muito amigas, que passam por um complicado momento na época em que eram estudantes. A obra mostra, entre outras lições, o valor da amizade.

Macunaíma

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Clássico de Mario de Andrade, o livro “Macunaíma” (1928) relata a história do personagem homônimo visto como um heroi sem nenhum caráter. O homem nasceu na Floresta Amazônica, mas acaba indo para São Paulo. A obra detalha elementos da cultura indígena e afro-brasileira.

A hora da estrela

Livro A hora da estrela de Clarice Lispector

A hora de estrela/Crédito: divulgação

Clarice Lispector publicou o livro “A hora da estrela” em 1977, tornando-o um clássico na sua carreira de escritora. A obra conta a saga de Macabeia, uma pobre mulher que nasceu na região Nordeste e que passa por diversas reflexões existenciais durante a história. No fim, chega a sua hora da estrela, ou seja, o momento de sua morte.

Ainda estou aqui

Crédito: divulgação

Encerramos com o livro mais recente da lista, mas que também já se tornou clássico: “Ainda estou aqui”, de Marcelo Rubens Paiva. A obra de 2015 serviu de inspiração para o filme homônimo de 2025, ovacionado com prêmios internacionais como o Globo de Ouro e o Oscar.

Fonte: Brasil Escola

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