Filme sueco da Netflix vai fazer você pegar um lencinho para enxugar as lágrimas

Título aparece no Top 1 da Netflix e vai surpreender a cada cena

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Por vanessapereira
Filme sueco da Netflix vai fazer você pegar um lencinho para enxugar as lágrimas
Imagem: Divulgação

Chegou com tudo e já pode ser chamado de fenômeno. Afinal este filme sueco da Netflix está em primeiríssimo lugar entre os filmes mais assistidos e vem causando uma certa comoção no público.

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Por isso, não se espante se precisar de um lencinho para ajudar a conter a emoção e enxugar as lágrimas.

Título aparece como ‘Top 1’ da Netflix

Com duração de 1 hora e 50 minutos (é intenso, mas você vai mergulhar e nem vai sentir), o novo fenômeno de drama da Netflix é nada menos do que “O Que Tiver Que Ser” (2024).

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Um drama familiar que mostra a vida de Stella (Josephine Bornebusch), uma mulher que gosta de ter o controle sobre tudo, e que parte para uma última tentativa (desesperada) de manter a sua família unida.

Isso porque parece que tudo está fora do prumo! A saber, existe um verdadeiro abismo emocional entre ela e seu marido Gustav (Pål Sverre Valheim Hagen).

Ainda mais, para completar o cenário de caos, há a necessidade de constante atenção ao seu filho mais novo, Olle (Olle Tikkakoski Lundström), além da fase difícil de sua filha adolescente, Anna (Sigrid Johnson).

Então, Gustav conta uma notícia inesperada, e Stella leva todos para uma viagem de carro. O destino? Um torneio de pole dance de Anna.

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O que você acha que vem por aí? A gente adianta (de leve).

A princípio, fingir naturalidade e que tudo vai muito bem, obrigada, pode parecer a melhor opção.

No entanto, durante as várias horas de estrada, alguns segredos são revelados, o que traz uma nuvem negra para cima da família, com mágoas que voltam à tona e sentimentos que são colocados à prova.

Será que eles conseguem se resolver?

Filme aborda pauta delicada

Cena de "O Que Tiver Que Ser"

Imagem: Divulgação

A instituição casamento aparece muito em destaque em “O Que Tiver Que Ser”, em sua realidade nua e crua.

Duas pessoas que se amam e decidem caminhar na vida juntos, em harmonia, mas que encontram diversos dilemas e atritos ao longo do caminho, precisando de certos desvios.

O trabalho duro e a persistência são essenciais para superar crises, mas isso funciona quando o amor não é suficiente?

A obra fenômeno da Netflix, de Josephine Bornebusch, uma cineasta sueca, narra uma história que questiona e provoca os alicerces de um casamento.

Afinal, vale a pena ou não manter o vínculo? O que mantém de fato essa ligação?

Sobre o projeto, Josephine Bornebusch falou:

“Tenho uma tendência para escrever sobre situações comuns e familiares, explorando tudo o que esses momentos implicam – tristeza, felicidade, amor e traição. Quando essa história surgiu, a apresentei para a Netflix, que acreditou no projeto tanto quanto eu e me incentivou a aprofundá-lo. Estou muito animada em realizar esse filme, que tem o potencial de alcançar uma audiência global”.

De fato, há um olhar profundo para os sentimentos, e um leque de momentos e camadas que, aliados aos diálogos intensos, convidam à reflexão.

Então, não perca mais tempo! Já tem programa para hoje?

Se não tinha, acabou de resolver a questão! Se jogue na Netflix e vai ser fácil encontrar de cara o filme “O Que Tiver Que Ser”. E veja, não é vergonha nenhuma chorar!

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