PIB de Goiânia cresce e coloca a capital entre as maiores economias do país

Capital goiana avança três posições no ranking nacional do PIB, impulsionada pelo setor de serviços e pelo aumento da participação na economia estadual

Felipe Fernandes
Por Felipe Fernandes
PIB de Goiânia cresce e coloca a capital entre as maiores economias do país
(foto: divulgação/ Prefeitura de Goiânia)

Goiânia alcançou um novo patamar no cenário econômico nacional ao subir três posições no ranking dos maiores Produtos Internos Brutos (PIB) municipais do país e passar a ocupar a 15ª colocação entre as maiores economias do Brasil. Os dados mais recentes, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), reforçam a capital goiana como principal motor econômico de Goiás.

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O PIB do município atingiu R$ 75,8 bilhões, registrando crescimento expressivo em relação ao ano anterior, quando somava R$ 66,3 bilhões. Com esse avanço, Goiânia ampliou sua participação na economia estadual, passando de 20,8% para 22,5% do total produzido em Goiás.

No contexto nacional, a capital manteve uma participação de 0,7% do PIB brasileiro, índice considerado relevante diante da concentração econômica em grandes centros urbanos do Sudeste. Já na região Centro-Oeste, Goiânia passou a responder por 6,5% da economia regional, o maior percentual desde 2020, interrompendo uma sequência de três anos de queda.

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Foto: Gov. Goiás

Apesar do crescimento, especialistas destacam que o desempenho atual ainda não supera os níveis históricos já registrados pela cidade. Em 2006, Goiânia chegou a concentrar quase 30% da economia goiana, patamar que ainda serve como referência para análises de longo prazo.

Mesmo assim, a ascensão no ranking nacional consolida Goiânia como um dos principais polos econômicos fora dos eixos tradicionais do país. No Centro-Oeste, a capital goiana fica atrás apenas de Brasília, mantendo posição de destaque entre os municípios da região.

O avanço do PIB reflete o fortalecimento de setores como serviços, comércio e atividades ligadas ao consumo urbano, além de indicar maior circulação de renda e capacidade de atração de investimentos. Para analistas, o resultado aponta para um cenário de recuperação econômica e abre espaço para políticas públicas voltadas à inovação, geração de empregos e diversificação da economia local.

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