Revelamos todos os segredos do paraíso secreto do Cerrado brasileiro que fica em Goiás
Localizada estrategicamente no coração do Brasil, a Chapada dos Veadeiros se destaca como um santuário e paraíso de biodiversidade e beleza natural única. Com uma extensão aproximada de 230 km de Brasília e 430 km de Goiânia, este tesouro do cerrado brasileiro oferece aos visitantes uma experiência enriquecedora e revitalizante.
A região é famosa por suas paisagens paradisíacas, que incluem mais de 2 mil cachoeiras, algumas delas com quedas d’água impressionantes que alcançam até 180 metros. Além das cachoeiras, as piscinas naturais e as águas termais são características marcantes que proporcionam não apenas momentos de lazer, mas também revitalização física e espiritual.
Durante a “Época das Águas”, que vai de outubro a maio, a Chapada dos Veadeiros se mostra em toda a sua exuberância, com cachoeiras abundantes e uma vegetação exuberante. É um período ideal para apreciar o espetáculo do pôr do sol no cerrado, onde as cores quentes do entardecer criam um cenário deslumbrante e memorável para os visitantes.
Já na “Época Seca”, de junho a setembro, a paisagem da Chapada se transforma, destacando-se pelas cores vibrantes do cerrado e o contraste com as águas cristalinas que adornam a região. Essa temporada proporciona condições ideais para caminhadas, trilhas e outras atividades ao ar livre, permitindo aos visitantes explorar mais profundamente a diversidade natural do local.
Além de sua beleza física, a Chapada dos Veadeiros é reconhecida internacionalmente pela sua importância ambiental. Designada como Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO, a região abriga uma biodiversidade impressionante, incluindo milhares de espécies de plantas e animais. Este reconhecimento não apenas destaca a relevância ecológica da Chapada, mas também impulsiona iniciativas de conservação e sustentabilidade que visam proteger seus ecossistemas frágeis.
Para os visitantes, explorar a Chapada dos Veadeiros é embarcar em uma jornada única, onde natureza, história e espiritualidade se entrelaçam, proporcionando uma experiência inesquecível e enriquecedora. Para aproveitar ao máximo este paraíso natural, é recomendável contar com guias e operadoras de turismo locais, que não apenas orientam de forma segura, mas também compartilham conhecimentos sobre a história local, biodiversidade e práticas de preservação que sustentam a magia da Chapada dos Veadeiros.
Explorando o coração do paraíso do Cerrado
As maravilhas da Chapada dos Veadeiros vão além das suas belezas naturais. Ao adentrar este santuário ecológico, os visitantes mergulham em histórias e curiosidades que enriquecem ainda mais a experiência. Uma dessas histórias é o reconhecimento pela UNESCO, que declarou o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros como Patrimônio Natural da Humanidade, destacando sua importância e singularidade.
Rica em diversidade biológica, a região está situada no cerrado brasileiro, uma savana tropical com mais de 65 milhões de anos, que ocupa quase um quarto do território nacional. Somente dentro dos limites do Parque, encontram-se mais de dez mil espécies de plantas, sendo cinco mil delas exclusivas da região. Além da flora exuberante, a Chapada oferece uma infinidade de atividades de aventura e aquáticas, incluindo trilhas, cachoeiras e quedas d’água deslumbrantes.
Uma das novidades é a travessia São Jorge-Capela, uma rota de 25 km que proporciona aventuras incríveis por trilhas históricas, passando pela Serra de Santana e oferecendo a primeira entrada oficial ao parque por Cavalcante. Para os interessados no místico e esotérico, a Chapada dos Veadeiros se consagra como um destino imperdível. Segundo o calendário Maia, a região seria poupada no fim do mundo previsto para 2012, o que atraiu um grande número de visitantes e consolidou a Chapada como um ponto de turismo místico.
Sustentabilidade de preservação ambiental no paraíso do Cerrado
A sustentabilidade e preservação ambiental na Chapada dos Veadeiros são pilares essenciais que garantem a conservação deste paraíso do cerrado brasileiro. A região adota uma abordagem consciente e responsável, guiada pelo princípio de que “Da natureza nada se tira além de fotos, nada se deixa além de pegadas e nada se leva além de saudades”. Este lema reflete o compromisso em minimizar o impacto humano, preservando a biodiversidade única e os ecossistemas frágeis presentes no local.
A implementação de práticas sustentáveis inclui desde a gestão adequada dos resíduos até a promoção de atividades que respeitam o ambiente natural. Iniciativas de educação ambiental são frequentes, visando conscientizar visitantes e comunidades locais sobre a importância da conservação. Além disso, programas de reflorestamento e manejo sustentável são fundamentais para restaurar áreas degradadas e garantir a saúde dos ecossistemas a longo prazo.
Para aqueles que exploram a Chapada dos Veadeiros, a contratação de guias e operadoras de turismo certificadas é recomendada não apenas para maximizar a experiência, mas também para garantir que as visitas sejam feitas de forma responsável e respeitosa. Esses profissionais não apenas conduzem os turistas pelos caminhos menos impactantes, mas também compartilham conhecimentos sobre a história local, a biodiversidade e as práticas de conservação que fazem deste destino um exemplo de sustentabilidade no turismo.
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O estado do Tocantins, localizado na região Norte do Brasil, é um destino paradisíaco de pesca esportiva que está ganhando cada vez mais destaque. Com uma rica biodiversidade e abundância de recursos hídricos, o Tocantins oferece uma experiência de pesca única para os entusiastas da pesca.
Belezas naturais e recursos hídricos
O Tocantins é conhecido por sua rica biodiversidade e belezas naturais. O estado abriga a segunda maior bacia hidrográfica do Brasil2, com muitos rios, nascentes e riachos34. Além disso, o Tocantins é lar de uma variedade de espécies de peixes, incluindo o cobiçado tucunaré azul.
Pesca esportiva
A pesca esportiva é uma atividade popular no Tocantins, atraindo milhares de pescadores todos os anos. Espécies como Tucunaré, Apapá, Corvina, Jaú, Cachorra e Caranha são encontradas nos rios do estado. A prática da pesca esportiva, onde o peixe é pescado e depois solto em seu habitat natural, é incentivada para promover a sustentabilidade e a preservação ambiental.
Desenvolvimento do turismo
O Tocantins tem potencial para o desenvolvimento do turismo, com a pesca esportiva desempenhando um papel importante nesse aspecto. O estado tem investido em melhorar os serviços para a população e os turistas, incluindo a implementação de medidas para melhorar a experiência do turista5. Além disso, o clima do Tocantins, que é predominantemente tropical, juntamente com a hospitalidade natural do povo, favorece o setor de turismo.
Empresas de pesca
Existem várias empresas de pesca no Tocantins que oferecem serviços especializados para os entusiastas da pesca. Essas empresas são fundamentais para apoiar a indústria da pesca esportiva e contribuir para a economia local.
Em resumo, o Tocantins é um destino de pesca esportiva em ascensão no Brasil, com uma rica biodiversidade, abundância de recursos hídricos e um clima favorável. A pesca esportiva desempenha um papel importante na preservação ambiental e no desenvolvimento econômico do estado.
Peixe
Foto: Leve na Viagem
O município é um destino muito procurado pelos amantes da pesca, pois proporciona a pesca de Tucunaré no “visual”, ou seja, é possível ver o peixe antes de fisgá-lo.
São Salvador do Tocantins
Foto: Prefeitura de São Salvador
Em São Salvador é possível pescar e ainda relaxar em alguma das várias pousadas que têm na cidade. As pousadas já oferecem pacotes que incluem o barco e itens para pesca, além de alimentação durante as pescarias.
Caseara
Foto: Conexão Tocantins
Esse município também está no mapa da pesca do Tocantins. Banhada pelo Rio Araguaia, Caseara é um polo tanto da pesca esportiva, quanto da pesca amadora.
Lajeado
Foto: Pesca Amadora
A pescaria nas águas do rio Tocantins em Lajeado, a 50 km de Palmas, é uma opção de lazer para quem busca tranquilidade e contato com a natureza. A modalidade de pesca submarina também é praticada por quem frequenta o lugar.
Ilha do Bananal
Foto: Governo do Tocantins
Considerada a maior ilha genuinamente fluvial do mundo, a Ilha do Bananal se baseia na calma dos rios Javaé e Araguaia, que a cercam e propiciam uma grande variedade de peixes, um sonho para os amantes da pesca esportiva!
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Revelamos o segredo extraordinário e exuberante da natureza no Bico do Papagaio no Tocantins
Esperantina, uma joia escondida no extremo norte do estado do Tocantins, é um município que se destaca por sua rica biodiversidade e belezas naturais. Situada na região conhecida como Bico do Papagaio, a cidade está a uma distância de 680 km da capital do estado, Palmas.
O município é abençoado com uma vegetação diversificada, que inclui biomas do cerrado e da Floresta Amazônica. Esta combinação única de ecossistemas contribui para a rica biodiversidade da região, tornando-a um paraíso para os amantes da natureza.
Esperantina é famosa por ser o ponto de encontro dos grandes Rios Araguaia e Tocantins. Além disso, é a única cidade tocantinense que possui praias às margens desses dois rios em seu território1. Estas praias são caracterizadas por extensas faixas de areias brancas e finas, cercadas por uma exuberante vegetação amazônica. Aqui, os visitantes podem experimentar a natureza em seu estado mais puro e selvagem.
Durante o mês de julho, quando as águas recuam, Esperantina se transforma em um popular destino turístico. O verão sazonal traz consigo dias ensolarados perfeitos para aproveitar as praias do Rio Tocantins.
Em Esperantina, os turistas têm a oportunidade de conhecer uma típica fábrica de farinha. A experiência inclui a visita a uma associação de mulheres locais que trabalham no processo artesanal de fabricação de farinha. Elas descascam a mandioca, colocam-na em tanques e, em seguida, a torram para produzir farinha. Este produto é comercializado diariamente, proporcionando uma fonte de renda para a comunidade local.
Outra experiência única que Esperantina oferece é a chance de saborear o suco de cupuaçu, uma fruta tropical típica da região. Os visitantes podem desfrutar desta bebida refrescante, feita com frutas colhidas diretamente da árvore, na propriedade do senhor Nonato Câmara.
Em resumo, Esperantina é um destino que oferece uma rica experiência cultural e natural. Seja pela sua biodiversidade, pelas suas praias fluviais ou pela sua produção artesanal de farinha, a cidade tem muito a oferecer aos seus visitantes. Venha descobrir as maravilhas de Esperantina, uma cidade que é um verdadeiro tesouro do norte do Tocantins.
Encontro das Águas
Encontro dos Rios Araguaia e Tocantins em Esperantina – Foto: Fernando Alves/Governo do Tocantins
A praia de Bacuri Grande, em Esperantina é o ponto de partida para o “Encontro das Águas”, a 25 km dali. O trajeto é feito de barco e o barqueiro mais famoso é Manoel Gomes Soares. Ele é conhecido no local como o dono do Bico, porque tem posse de uma terra bem no Extremo-Norte, para onde conduz em seu barco os turistas.
Ancorado no porto, o ribeirinho faz até cinco viagens por mês ao “Encontro das Águas”. Durante o passeio ele é o guia turístico, respondendo perguntas e mostrando as belezas ao longo do rio.
Levando uma hora na ida e duas na volta, por causa da subida, o visitante tem que ser aventureiro, com aquele espírito apreciador da simplicidade.
Praia do Bacuri Grande
Foto: Folha do Bico
Situada a 8 km do centro de Esperantina, a praia é conhecida por ter atividades até agosto, quando a maioria das praias já finalizaram sua temporada.
O local é tranquilo, de beleza intocada, com estruturas de barracas para os visitantes.
História de Esperantina
O município foi criado em 5 de outubro de 1989 e instalado em 1 de janeiro de 1993. Sua emancipação política ocorreu em 10 de fevereiro de 1991, através da Lei Estadual nº 251/91.
Sua povoação começou por volta de 1974, quando chegaram a esta região os senhores Felipe da Silva Ribeiro e Vitoriano da Silva Ribeiro, os quais se agradaram do local e fixaram residência à margem da “Lagoa da Cota”, rodeada de terras férteis e viçosas, devolutas do Estado de Goiás na época.
Por ser uma região rica em caça, pesca e próspera para agricultura, atraiu moradores de outras regiões – Maranhão, Pará, Piauí, Alagoas e Bahia.
Com o índice cada vez maior de povoação, passou a ser chamada de “Centro de Pedro Souza”, depois “Centro dos Mulatos” devido à grande quantidade de descendentes de índios e negros que habitavam o lugar. O qual em 1980, já contava com trinta ranchos de palha.
Após o desmembramento oficial do município de São Sebastião do Tocantins, Esperantina atingiu um surpreendente desenvolvimento, tendo como primeiro Prefeito o senhor Deumar Alves dos Santos, que administrou de 1993 a 1996.
Mais Informações
Secretária Municipal de Turismo
Endereço: Rua Getúlio Vargas, S/N°, Centro
Telefone: (63) 3475-1132
Horário de Atendimento: 7:30h a 13:30h
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Foto de Capa: Fernando Alves/Governo do Tocantins
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Ecoturismo no Cerrado: a importância da preservação ambiental
O Cerrado brasileiro é um bioma riquíssimo em biodiversidade e paisagens de tirar o fôlego. E é justamente por essas características que o ecoturismo na região tem se tornado cada vez mais popular. No entanto, é preciso estar atento à importância da preservação ambiental para garantir que essa atividade seja sustentável e benéfica tanto para os turistas quanto para a natureza.
Um bioma rico em biodiversidade, cultura e história. Com uma área de mais de 2 milhões de km², é considerado o segundo maior bioma da América do Sul e abrange cerca de 25% do território brasileiro. O ecoturismo no Cerrado é uma atividade que vem ganhando destaque nos últimos anos e essa prática só é possível através da preservação ambiental.
O turismo na região do Cerrado é uma atividade econômica importante para a região. O ecoturismo, em particular, promove a preservação ambiental e valoriza a cultura local. As atividades turísticas na região incluem trilhas, passeios de bicicleta, observação de pássaros, entre outras opções que permitem aos visitantes conhecerem a riqueza natural da região.
A preservação ambiental é fundamental para manter a biodiversidade e a beleza cênica do Cerrado. A flora e fauna do bioma são únicas e muitas espécies são consideradas endêmicas, ou seja, só existem nesse local. Além disso, o Cerrado é um importante regulador do clima e abriga nascentes de importantes bacias hidrográficas.
Para manter essa riqueza natural, é importante que as atividades turísticas sejam realizadas com responsabilidade. Os visitantes devem seguir as regras de visitação, respeitar a fauna e flora e não deixar lixo na região. Além disso, as empresas de turismo devem seguir práticas sustentáveis para reduzir o impacto ambiental.
O ecoturismo no Cerrado é uma atividade que promove a preservação ambiental e valoriza a cultura local. Para que essa prática seja possível, é fundamental manter a biodiversidade e a beleza cênica da região. Os visitantes e empresas de turismo devem seguir práticas sustentáveis e respeitar a fauna e flora do bioma.
Só assim será possível garantir que as gerações futuras possam desfrutar da riqueza natural do Cerrado!
Cidade goiana tem tesouros perdidos às margens do Rio Araguaia
Localizada a 418km de Goiânia e a 630km de Brasília, Goiás abriga uma série de cidades que guardam verdadeiros tesouros da natureza, e uma delas se destaca pela sua riqueza histórica e ambiental. Com apenas cerca de 5 mil habitantes, segundo dados do IBGE de 2020, a cidade de Baliza encanta com sua atmosfera tranquila e seus atrativos únicos, que vão desde paisagens naturais exuberantes até monumentos históricos preservados.
A proximidade com o Rio Araguaia, a apenas 1km de distância, confere à cidade uma beleza natural incomparável. Suas margens são repletas de biodiversidade, oferecendo oportunidades para atividades como pesca, passeios de barco e observação da fauna e flora locais. Os entusiastas da natureza encontrarão neste cenário um verdadeiro paraíso intocado, onde a tranquilidade e a beleza se unem de forma harmoniosa.
Além de sua exuberante natureza, a cidade também possui um passado marcado por momentos históricos significativos. Durante o auge do Garimpo, foi um importante centro de atividade econômica na região, contribuindo para a sua relevância no cenário estadual. Personalidades ilustres, como o Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon em 1930 e a família real brasileira em 1936, deixaram suas marcas na história local, evidenciando a importância e o prestígio da cidade.
Outro marco histórico que ressoa até os dias atuais é a visita do interventor federal Dr. Pedro Ludovico em 1940, que trouxe consigo um legado de desenvolvimento e progresso para a região. Esses episódios históricos não apenas enriquecem o patrimônio cultural da cidade, mas também proporcionam aos visitantes uma oportunidade única de mergulhar na história do Brasil e compreender sua evolução ao longo do tempo.
Entre os pontos turísticos mais destacados da cidade, destacam-se os monumentos históricos que remontam aos tempos coloniais, como igrejas centenárias e casarões preservados, que transportam os visitantes para uma época de grandeza e elegância. Além disso, trilhas ecológicas, cachoeiras e mirantes oferecem aos aventureiros a chance de explorar a natureza intocada da região, revelando paisagens de tirar o fôlego e experiências únicas de contato com o meio ambiente.
Em suma, essa pequena cidade esconde uma riqueza incomparável, tanto em termos de patrimônio natural quanto histórico. Conhecer seus tesouros é embarcar em uma jornada de descoberta e encantamento, onde cada experiência revela um novo aspecto da sua singularidade e beleza.
História
Pequena cidade com cerca de 4 mil habitantes, banhada pelo Rio Araguaia, cercada por lendas, mitos e histórias, Baliza, foi descoberta e povoada através de uma expedição garimpeira em 1924, que trouxe os garimpeiros Cosme e Borges pela existência de uma jazida de diamantes às margens do Ribeirão João Velhão. Já foram extraídas mais de 2000 (duas mil) toneladas de pedras preciosas que foram exportadas para o país inteiro.
Hoje, com a exploração do garimpo reduzida, sua economia baseia-se na prestação de serviços à prefeitura, agropecuária e turismo.
Mesmo com suas limitações, esta pequena cidade do noroeste goiano, de povo humilde e acolhedor, não perde sua essência e nem deixa morrer sua história. Lendas como a misteriosa construção da Capela Bom Jesus da Lapa e os caminhos deixados dentro do morro, por onde os garimpeiros passavam, se houve muitos relatos de sons e de fatos que ali ocorreram.
Por estes e muitos outros motivos, vale a pena conhecer essa terra envolta por mistérios e encantos, cujas belezas naturais são de encher os olhos e o caminhar por suas ruas estreitas cercadas de antigos casarões é uma verdadeira viagem ao passado.
Turismo
Baliza esconde vários espetáculos naturais, alguns deles quase intocáveis. Regiões turísticas pouco exploradas, mas que são verdadeiros paraísos de Goiás. Cânions, cachoeiras, corredeiras, construções histórias e ruas de pedras fazem parte deste cenário incrível.
Confira os principais pontos turísticos da cidade:
Capela Bom Jesus da Lapa
Construída na época do garimpo no meio da passagem dos garimpeiros, para evitar que destruíssem mais as terras por onde passavam. Há uma lenda que diz ser “mal assombrada”.
Imagem: Reprodução/Jhonatas Barbosa
Capela depois da reforma. (Imagem: IvanTv/Pinterest)
Igreja Matriz São Sebastião
Imagem: Reprodução/Jhonatas Barbosa
Ruas de Pedras e Casarões Antigos
Imagem: Conheça Goiás/Youtube
Festa Filhos de Baliza
(Imagem: Prefeitura)
Procissão luminosa da Festa em Louvor à Bom Jesus da Lapa
Imagens: Niratan Fotografia
Cachoeira do encantado
Imagem: Niratan Fotografia
Imagem: Roncador Expedições
Córrego das Perdizes
Imagens: Niratan Fotografias
Córrego da Pedra Branca
Imagem: Tracajá Ecoaventuras
Pontos Turísticos do Rio Araguaia
Várias corredeiras e correntesas fazem deste espetáculo um espaço ótimo para práticas de esporte em barco.
Imagem: Conheça Goiás/Youtube
Pedra da Baliza
O nome Baliza, presta homenagem a uma rocha de 5m de altura situada no meio do Araguaia.
Imagem: Prefeitura
Piscinas naturais e quedas d’água do Rio Araguaia
Imagens: Niratan Fotografia
Cânions do Rio Araguaia
Estrutura rochosa formada milenarmente pelos ventos e águas, os cânions de Baliza desenvolvem-se em paredões de aproximadamente 6 metros de altura, podendo chegar a 50m, delineando caminhos estreitos para a passagem do rio.
Imagem: Conheça Goiás/Youtubbe
Imagens: Niratan Fotografia
Salto do Paraguassú
Cachoeira com queda livre de 94 metros em meio à pedras rochosas, formando um lindo arco-íris ao refletir o sol.
Imagem: Caiaques e Trilhas Antonio
Imagem: Internet/Reprodução
Imagem: Marcos Lemos
Localização:
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Foto de capa: Reprodução/Caiaques e Trilhas Antonio
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Amazônia brasileira guarda um santuário de biodiversidade e beleza inexplorada simplesmente fantástico
O Amapá, localizado na Amazônia brasileira, é um dos estados mais preservados do país e abriga verdadeiros tesouros escondidos em seu extremo norte, oferecendo aventuras em locais pouco explorados e uma rica biodiversidade que surpreende até os viajantes mais experientes. Um dos destaques é o Parque Nacional do Cabo Orange, situado na foz do rio Oiapoque e abrangendo os municípios de Calçoene e Oiapoque. Este parque é um santuário da natureza que se estende por 619 mil hectares, protegendo uma variedade de ecossistemas desde mangues, campos inundáveis, cerrados, até florestas de terra firme e ecossistemas marinhos. Esta diversidade torna o parque único, sendo tanto continental quanto marinho, com cerca de 200 mil hectares sob águas oceânicas.
O Parque Nacional Cabo Orange
O Parque Nacional do Cabo Orange, com sua vasta extensão de 657.318 hectares, oferece uma notável diversidade de ecossistemas que vão desde manguezais até campos inundáveis, florestas de terra firme, e áreas marítimas. Situado na foz dos rios Oiapoque e Uaçá, na fronteira com a Guiana Francesa, o parque desempenha um papel crucial na proteção da biodiversidade única da região amazônica, incluindo espécies ameaçadas como o gato-do-mato (Leopardus tigrinus) e a tartaruga-verde (Chelonia mydas).
Criado em 15 de julho de 1980, o parque não apenas protege uma importante variedade de habitats terrestres e marinhos, mas também serve como área essencial para a pesca, sustentando algumas das pescarias mais importantes do Brasil. Entre as espécies protegidas, encontram-se o tatu-canastra (Priodontes maximus), o tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla), a onça-pintada (Panthera onca), e várias outras, reforçando o papel do parque na conservação de fauna crítica. Além disso, a região foi designada como um Sítio Ramsar em 2013, reconhecendo-a como uma área úmida de importância internacional.
Além de sua importância ecológica, o Cabo Orange é uma região de significativo valor histórico e cultural, marcado pelas ocupações de diversas populações indígenas e disputas coloniais. Este patrimônio histórico-cultural, junto à sua biodiversidade excepcional, faz do parque um local de grande interesse para a conservação, pesquisa científica, educação ambiental e eco-turismo.
O acesso ao parque é desafiador, exigindo uma viagem por barco, mas oferece aos visitantes uma experiência única de imersão na natureza praticamente intocada. A visitação, embora não seja proibida, requer autorização prévia, visando a proteção dos ecossistemas vulneráveis e a promoção do turismo sustentável na região.
A flora do parque é marcada pela presença de significativas espécies de manguezal, como a siriúba (Avicenia nitida), o mangue-vermelho (Rhizophora mangle) e o mangue-amarelo (Laguncularia sp.), além de vastas áreas de campos cobertos por gramíneas. A fauna é igualmente diversificada, com destaque para as tartarugas, o peixe-boi (Trichechus inunguis), e uma rica avifauna que inclui espécies como o guará (Eudocimus ruber).
O parque não só possui uma relevância ecológica, devido à proteção de espécies ameaçadas e a conservação dos ecossistemas, mas também uma rica herança cultural e histórica, refletindo o legado das populações indígenas, além das influências dos colonizadores europeus. Em 2013, o PNCO foi designado como um Sítio Ramsar, reconhecendo sua importância como uma área úmida de relevância internacional, o que facilita o acesso a fundos internacionais e apoio para pesquisa e conservação.
Embora o parque ofereça uma oportunidade única para a observação da natureza e aventura em uma das áreas mais preservadas da Amazônia, a infraestrutura para turismo ainda está em desenvolvimento. Visitantes interessados devem buscar autorização prévia, especialmente para atividades como o turismo comunitário, que se encontra em fase de experimentação. A melhor época para visitar vai de agosto a dezembro, quando há menos chuvas e as condições dos caminhos são mais favoráveis.
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Revelamos o segredo da cidade goiana onde as águas contam histórias e levam para a Ilha do Bananal
Enquanto muitos associam o estado apenas a paisagens serranas do Cerrado, essa cidade encanta com seu potencial turístico aquático.
Praias de Água Doce e Pôr do Sol Deslumbrante
As praias de São Miguel do Araguaia, localizadas às margens do Rio Araguaia, não apenas proporcionam um refúgio refrescante nos dias quentes, mas também se destacam como cenários magníficos para admirar o pôr do sol. A cidade, situada a cerca de 476 km de Goiânia, tornou-se um destino popular tanto para os habitantes locais quanto para visitantes em busca de tranquilidade, beleza natural e aventuras ao ar livre.
Uma das atividades mais emblemáticas da região é a pesca esportiva, especialmente no distrito de Luiz Alves, conhecido por ser um ponto estratégico para essa prática. Os amantes da pesca encontram nas águas do Araguaia uma diversidade de espécies, incluindo o imponente piraíba, peixe que demanda habilidade e paciência para ser capturado. A região abriga uma grande quantidade de pequenos peixes, tornando-se o habitat perfeito para os predadores. Luiz Alves oferece diversas opções de hospedagem que atendem a todos os gostos e orçamentos, muitas das quais incluem na diária serviços como canoa, motor, piloteiro e iscas.
Para aqueles interessados em vivenciar a beleza das praias fluviais de São Miguel do Araguaia, o período entre maio e setembro é considerado ideal, graças à estiagem que forma praias encantadoras ao longo do rio. Essas praias são equipadas com quiosques e infraestrutura para garantir o conforto dos visitantes, tornando-as locais perfeitos para relaxar, nadar e apreciar a natureza.
Além disso, São Miguel do Araguaia é um ponto de partida para explorar a Ilha do Bananal, a maior ilha fluvial do mundo, que promete aventuras ecológicas em meio a uma rica biodiversidade. A cidade e seus arredores oferecem uma combinação única de atividades culturais e ecológicas, fazendo dela um destino intrigante para todos os tipos de turistas.
Quem deseja conhecer essa região encantadora tem como opções de chegada as cidades de Goiânia ou Palmas, de onde é recomendado alugar um veículo para explorar a área com maior liberdade. As estradas e a proximidade de outras cidades turísticas, como Aruanã, tornam São Miguel do Araguaia acessível e convidativo para uma visita.
Saiba mais sobre o acesso da cidade goiana à maior ilha fluvial do mundo
São Miguel do Araguaia, situada no noroeste goiano, serve como principal acesso à notável Ilha do Bananal, localizada no território do Tocantins, mas integrada ecologicamente e culturalmente à região de São Miguel. Esta ilha, a maior fluvial do planeta, é um tesouro ecológico que atrai visitantes em busca de contato autêntico com a natureza preservada e a rica cultura indígena.
Com a partida de embarcações de São Miguel do Araguaia, turistas têm a oportunidade única de se aventurar por esse santuário natural, que se destaca pela sua biodiversidade extraordinária. A Ilha do Bananal é lar de uma ampla gama de espécies de fauna e flora características das regiões do Centro-Oeste e Norte do Brasil, oferecendo uma janela para a complexidade e beleza dos ecossistemas brasileiros.
A presença de comunidades indígenas, incluindo os povos Javaé, Karajá e Xambioá, acrescenta uma dimensão cultural profunda à experiência na Ilha do Bananal. Com uma população de cerca de 2 mil indígenas, esses grupos conservam tradições e modos de vida que estão intrinsecamente ligados à terra e aos recursos naturais ao seu redor.
Explorar a Ilha do Bananal a partir de São Miguel do Araguaia não é apenas uma jornada através de paisagens naturais deslumbrantes; é também um mergulho no coração cultural do Brasil, onde a natureza e a humanidade coexistem de maneira exemplar. Essa interação harmoniosa entre os povos indígenas e o ambiente natural faz da visita à Ilha do Bananal uma experiência inesquecível para quem busca entender e apreciar a riqueza cultural e ambiental do Brasil.
Praias do Araguaia: Um Refúgio Natural com Infraestrutura Confortável
As praias fluviais do Rio Araguaia vão além de ser um convite irresistível para um mergulho refrescante nas águas doces. Estas praias são dotadas de infraestruturas pensadas para o bem-estar dos visitantes, incluindo quiosques bem equipados e diversas comodidades, garantindo que cada momento seja desfrutado com o máximo conforto. Esses espaços são cuidadosamente organizados para atender às necessidades dos turistas, oferecendo desde alimentos e bebidas até espaços para relaxamento.
A experiência de banhar-se nas águas do Araguaia é enriquecida pela oportunidade de se deleitar com o espetáculo do pôr do sol, um momento em que o céu se pinta de cores vibrantes e a natureza ao redor parece parar para admirar. Os visitantes encontram nas praias do Araguaia o cenário perfeito para momentos de contemplação e apreciação da beleza natural que as rodeia.
A combinação de belezas naturais, infraestrutura acolhedora e a magia do entardecer transforma as praias do Araguaia em destinos imperdíveis para aqueles que percorrem o turismo na região. Elas representam um dos muitos tesouros escondidos ao longo deste magnífico rio, proporcionando uma parada obrigatória para quem busca experiências turísticas autênticas e memoráveis.
Portanto, seja para os entusiastas da pesca esportiva, amantes da natureza ou aqueles em busca de um momento de paz e beleza, as praias do Rio Araguaia oferecem um refúgio ideal. Com uma estrutura pensada para o conforto e a satisfação dos visitantes, aliada à beleza cênica do lugar, garantem uma experiência turística enriquecedora e inesquecível.
Explorando o Parque Estadual do Cantão
São Miguel do Araguaia emerge como um destino turístico único em Goiás, combinando praias fluviais, acesso à Ilha do Bananal e a beleza preservada do Parque Estadual do Cantão.
Essa cidade surpreendente oferece uma escapada tranquila para aqueles que buscam explorar as maravilhas naturais do Brasil além das praias tradicionais.
Seja para relaxar nas águas do Araguaia ou explorar ecossistemas únicos, São Miguel do Araguaia revela-se como um tesouro escondido pronto para ser descoberto pelos amantes da natureza e da aventura.
Mais sobre São Miguel do Araguaia
A região teve sua primeira exploração em 1952 com a chegada dos colonizadores: José Pereira do Nascimento, Lozorik Belém e Ovídio Martins de Souza, que ali adquiriram uma extensa área de terras dedicando-se à lavoura e criação de gado.
Um dos fatores que despertou a formação do povoado foi o ‘curandeirismo’ implantado por um dos pioneiros, que atraiu numerosas pessoas vindas em busca de cura para seus males físicos e espirituais.
Construíram-se as primeiras casas de adobe e pau-a-pique, em lugar dos ranchos primitivos, nas margens do ribeirão São Miguel, denominando-se o povoado Nascente de São Miguel.
Tempos depois, o Governo Estadual determinou a medição e divisão das terras adjacentes ao povoado, que, em lotes iguais, foram adquiridos por fazendeiros do sul do estado de Minas Gerais.
O maior impulso ao município foi dado no período de 1960 a 1963, quando milhares de colonos, das mais distantes regiões do país, chegaram para desbravar as matas, formando extensas lavouras e pastagens, incrementando, sobretudo, a pecuária, suporte econômico do município.
O topônimo é em homenagem ao santo padroeiro e ao rio pelo qual é banhado.
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Cidade goiana de clima exótico e passado misterioso surpreende visitantes
Cidade goiana é um refugio apaixonante com águas quentes e muita beleza natural
Ninho de águas quentes e belezas naturais, Rio Quente se destaca como uma joia turística no coração de Goiás, Brasil. Este oásis termal não é apenas um destino para relaxamento e aventura, mas também um local repleto de histórias fascinantes e peculiaridades que encantam todos os visitantes. Ampliemos nossa exploração para descobrir as curiosidades que tornam Rio Quente uma escolha inesquecível para viajantes de todos os cantos.
Uma das principais maravilhas de Rio Quente são suas fontes de águas termais, que brotam do solo a temperaturas que variam entre 37ºC e 58ºC. Essas águas são conhecidas por suas propriedades terapêuticas, ricas em minerais que podem ajudar no tratamento de diversas condições de saúde, além de serem um convite irresistível para o relaxamento profundo.
Além de suas águas, Rio Quente é cercado por uma biodiversidade exuberante. A região é um verdadeiro santuário para diversas espécies de fauna e flora, algumas das quais são endêmicas e não podem ser encontradas em nenhum outro lugar do mundo. Os visitantes têm a chance de se conectar com a natureza, observando aves, macacos e uma variedade de vida selvagem em seu habitat natural.
Proximidade estratégica: acesso facilitado
Rio Quente é um município reconhecido por seu forte apelo turístico, situado no estado de Goiás. A cidade é famosa por abrigar o maior resort de águas termais do país, além de ser banhada pelo Rio Quente, conhecido por suas águas quentes naturais. Anualmente, atrai mais de um milhão e meio de turistas, incluindo visitantes estrangeiros, contribuindo significativamente para a economia local. A proximidade com grandes centros urbanos como Goiânia e Brasília, respectivamente a aproximadamente 170 km e 310 km de distância, facilita o acesso e intensifica o fluxo turístico, sendo crucial para o desenvolvimento econômico da região.
O município de Rio Quente está estrategicamente localizado próximo a Caldas Novas, formando juntas a maior estância hidrotermal do mundo. Com uma economia fortemente baseada no turismo, a cidade recebe um crescente número de visitantes internacionais e ostenta uma das maiores rendas per capita do Brasil. A região é caracterizada por seu clima tropical quente e úmido, propício para o turismo durante todo o ano, com uma temperatura média anual de 28°C. O acesso ao município é facilitado por rodovias bem conectadas, e a cidade oferece uma infraestrutura turística robusta, incluindo grandes hotéis, resorts, e parques aquáticos.
Além das famosas fontes termais, Rio Quente oferece uma variedade de atrações turísticas. O Hot Park, por exemplo, é um dos parques aquáticos mais conhecidos da região, com atividades para todas as idades, incluindo piscinas, toboáguas e rios de corredeiras. O Parque das Fontes é outro destaque, oferecendo aos visitantes banhos termais relaxantes em meio a uma paisagem natural exuberante. Para os aventureiros, o Eko Aventura Park propõe atividades como rafting, tirolesa e passeios de quadriciclo. Além disso, o município é cercado por uma bela paisagem natural, possibilitando aos visitantes explorar cachoeiras, rios e trilhas ecológicas.
A combinação desses fatores faz de Rio Quente um destino turístico altamente valorizado, tanto para relaxamento quanto para aventura, impulsionando a economia local através do turismo e reforçando a conexão com importantes cidades próximas, como Goiânia e Brasíl
Atrações que Encantam
Rio Quente é verdadeiramente um destino que sinônimo de lazer e diversão, destacando-se principalmente pelo Parque das Fontes e o Hot Park, que são as principais atrações turísticas da cidade.
O Parque das Fontes é uma experiência relaxante e rejuvenescedora, onde os visitantes podem desfrutar de piscinas, duchas, saunas, e ofurôs com águas quentes naturais, atingindo temperaturas de até 37,5ºC. Essas águas não só oferecem relaxamento mas também são conhecidas por suas propriedades terapêuticas. O parque, cercado pela exuberante Mata do Cerrado, é acessível 24 horas por dia, proporcionando uma experiência única tanto de dia quanto à noite, com bares molhados construídos dentro da água, permitindo que os visitantes desfrutem de petiscos e bebidas refrescantes sem sair das piscinas.
Já o Hot Park é um vibrante parque aquático que oferece mais de 15 atrações variadas, adequadas para todas as idades. Entre as atrações estão a Praia do Cerrado com ondas artificiais, piscinas interativas, toboáguas emocionantes, além de atividades como aulas de surf e espaços dedicados especialmente para as crianças. O parque é conhecido por estar em harmonia com a natureza, proporcionando não só diversão mas também a oportunidade de relaxar em meio à bela paisagem do cerrado. A compra de ingressos online oferece várias vantagens, como descontos significativos, e o parque opera de sexta a quarta-feira, das 10h às 17h.
Ambos, o Parque das Fontes e o Hot Park, complementam-se perfeitamente, oferecendo uma combinação de relaxamento nas águas termais e adrenalina nas atrações aquáticas. Eles representam o coração da oferta turística de Rio Quente, atraindo visitantes em busca de bem-estar, aventura, e contato com a natureza.
Natureza e Aventura
Além das famosas águas termais, a região de Rio Quente e Caldas Novas é um refúgio para os amantes da natureza, oferecendo uma variedade de atividades ao ar livre que destacam a beleza natural da área. O Parque Estadual da Serra de Caldas Novas, situado entre os municípios de Caldas Novas e Rio Quente, é um exemplo notável, protegendo uma área significativa de vegetação do cerrado e desempenhando um papel crucial na recarga dos aquíferos que alimentam as nascentes de água mineral quente da região.
Este parque é ideal para quem busca experiências de ecoturismo, oferecendo trilhas que conduzem a cachoeiras deslumbrantes e mirantes com vistas panorâmicas da cidade de Caldas Novas. As trilhas são relativamente fáceis, mas podem ser quentes, então é recomendável fazê-las pela manhã. O contato com a rica biodiversidade local, especialmente para observação de aves (birdwatching), torna a visita uma experiência única para os entusiastas da natureza.
O Parque está aberto para visitação de terça a domingo, das 8h às 17h, cobrando uma pequena taxa de entrada. Além das trilhas, o parque oferece uma experiência educativa através da exploração da vegetação do cerrado e a oportunidade de relaxar nas cachoeiras após uma caminhada.
Explorar a Serra de Caldas Novas é, portanto, uma excelente maneira de complementar a experiência das águas termais da região, combinando relaxamento com aventura e conexão com a natureza.
Experiências Memoráveis
Em Rio Quente, os visitantes podem desfrutar de uma gastronomia rica, com pratos típicos da culinária goiana, além de uma variedade de hospedagens que vão desde hotéis luxuosos a pousadas aconchegantes. As noites na cidade são tranquilas, ideais para quem busca repouso após um dia repleto de atividades.
Um Destino Imperdível
Rio Quente é mais do que um destino turístico; é uma experiência de vida. Sua mistura única de relaxamento, aventura e beleza natural faz dela um lugar especial no mapa turístico brasileiro. Planeje sua visita e descubra por si mesmo por que esta cidade continua a cativar e encantar todos que passam por suas águas mornas e paisagens inesquecíveis.
Prepare-se para mergulhar em um mundo de águas quentes, natureza abundante e momentos inesquecíveis em Rio Quente, onde cada visita deixa uma marca eterna no coração dos viajantes
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Tesouro escondido no coração do Brasil transforma viajantes em exploradores da natureza selvagem
Dono da maior biodiversidade do planeta, o Brasil abriga destinos que se destacam pela exuberância de suas belezas naturais. No entanto, a tarefa de combinar a imersão na natureza preservada – por meio de trilhas, cachoeiras e paisagens encantadoras – com hospedagens acolhedoras, deslocamento eficiente entre os atrativos, infraestrutura turística, segurança e proximidade de uma capital com uma ampla oferta de voos, nem sempre é simples. Nesse cenário, destaca-se a Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso, localizada a apenas 70 km de Cuiabá (MG). Este destino tem o poder de cativar diversos tipos de viajantes, desde os mais aventureiros até casais e famílias em busca de uma experiência tranquila em meio à natureza.
O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães é um tesouro nacional. Criado em 1989, protege uma imensa área de Cerrado com mais de mil espécies de plantas e animais, dez tipos de vegetação e diferentes formações geológicas, incluindo áreas de origem desértica e marinha. A região é de grande importância geológica, pois já foi mar e deserto ao longo de milhões de anos, formando paisagens únicas, além de possuir cavernas, paredões, morros e cachoeiras a serem conhecidos.
“A Chapada dos Guimarães é um destino que me surpreendeu muito. É possível ver uma grande diversidade do Cerrado, que vai desde vegetações rasteiras até grandes árvores – essa variação é algo que achei muito curioso e bonito. As paisagens formadas pelos gigantescos paredões de arenito te transportam no tempo, levando a pensar como era a região há milhões de anos atrás, quando o mar ainda tomava conta. Conhecer o complexo de Cavernas Aroe Jari também foi uma experiência marcante, é possível sentir uma energia muito forte naquele local, e se conectar com a história do povo indígena Bororo”, destaca Letícia Silva, produtora de experiências da Vivalá, organização especializada em Turismo Sustentável no Brasil que conta com um roteiro de Ecoturismo na região.
O roteiro
A disponibilidade de roteiro para esse destino é de quatro e cinco dias, sendo que o primeiro inicia-se com a chegada a Cuiabá, com o check-in do hotel Intercity liberado a partir das 14 horas. Até a manhã seguinte os viajantes ficam liberados para descobrirem a capital mato-grossense. Já no segundo dia, o grupo segue rumo à Chapada dos Guimarães. Lá, visitam o cartão-postal da Chapada, – o Véu de Noiva -, além de outras quatro incríveis cachoeiras.
A partir do segundo dia, a hospedagem será na Vento Sul, uma pousada local, para onde o grupo irá se dirigir após o banho nas cachoeiras. As noites contam com programação livre para que os viajantes aproveitem à sua maneira. Há um dia dedicado a apreciar as lindas paisagens do Parque Nacional, iniciando pela Cidade da Pedra, onde há mirantes com vistas de tirar o fôlego. Após essa incrível experiência, é hora de partir para a Crista do Galo, uma formação única na Chapada, e finalizar a vivência com um banho relaxante no Poço das Antas.
Outro destaque é a ida à fazenda onde localiza-se o Complexo de Cavernas Aroe Jari. Lá, o grupo irá fazer uma trilha para conhecer a Caverna Aloe Jari, – a maior caverna de arenito do Brasil -, a Caverna Kyogo Brado; Pobe Jari e a Caverna Lagoa Azul, além da Ponte de Pedra. A Caverna Aroe Jari se destaca pelo seu lado místico, em relação à energia diferenciada que lá existe, por ter sido um território ocupado pelo povo indígena Bororo e utilizado para depósito dos restos mortais de seus integrantes. Ao final do trajeto, um delicioso almoço regional aguarda o grupo. Para fechar o dia, é possível tomar um banho refrescante na Cachoeira do Almíscar.
A lista de vivências também inclui a Cachoeira da Geladeira e uma visita às Bordadeiras da Chapada. O retorno para Cuiabá está previsto para às 14 horas do último dia do itinerário.
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“Oferecemos roteiros de profunda conexão com a natureza nas Chapadas brasileiras, cada uma com um tipo diferente de experiência: na Chapada dos Veadeiros, além das belezas do Cerrado, há uma imersão muito autêntica na cultura das comunidades locais; na Chapada Diamantina, o foco é na adrenalina e desafios, com a travessia pelo Vale do Pati; por fim, na Chapada dos Guimarães, temos um roteiro bastante democrático, que agrada a todos os apaixonados por natureza, desde os mais aventureiros até as famílias, casais ou aqueles que buscam só relaxar e curtir trilhas leves, cachoeiras e paisagens incríveis”, explica Daniel Cabrera, cofundador e diretor-executivo da Vivalá.
Parque extraordinário no sul do Brasil é destino perfeito para quem gosta de aventura
O Salto do Yucumã, situado no Parque Estadual do Turvo, em Derrubadas, no Rio Grande do Sul, é uma maravilha natural que se destaca por ser a maior cachoeira longitudinal do mundo. Com cerca de 1.800 metros de extensão, o Salto do Yucumã oferece uma paisagem de tirar o fôlego, caracterizada pelas águas do Rio Uruguai que se despenham em quedas que podem atingir de 12 a 15 metros de altura.
O Parque Estadual do Turvo, criado em 1954, é um dos mais importantes refúgios para a biodiversidade gaúcha, abrigando espécies ameaçadas como a onça-pintada e a anta. A área protegida, que ocupa cerca de 17.500 hectares, é considerada uma das últimas áreas de floresta subtropical contínua do país.
O Parque Estadual do Turvo, criado em 1947 e situado no município de Derrubadas, no Rio Grande do Sul, é uma área de conservação de importância crítica para a biodiversidade brasileira. Com 17.491,40 hectares, o parque se encontra no bioma da Mata Atlântica e é reconhecido como um dos últimos redutos de floresta subtropical contínua do Brasil. Ele é o lar de uma biodiversidade rica, incluindo espécies ameaçadas como a onça-pintada e a anta.
O parque faz parte do proposto Corredor Trinacional de Biodiversidade, um projeto que visa conectar unidades de conservação no Brasil, Paraguai e Argentina na ecorregião do Alto Paraná. Esta área é essencial para a preservação de habitats naturais e a manutenção da diversidade de espécies.
Dentro do parque, a altitude varia de 100 a 400 metros acima do nível do mar, e o terreno inclui encostas íngremes que drenam para vales abertos ao norte e oeste. O solo é argiloso, vermelho escuro, raso e muito suscetível à erosão. O clima subtropical temperado úmido favorece a formação de nevoeiros frequentes e a precipitação anual pode chegar a 1.900 milímetros.
A vegetação é composta principalmente por árvores decíduas, com um dossel de cerca de 20 metros de altura e indivíduos emergentes que podem alcançar 30 metros. Abaixo deste dossel, há uma camada de árvores perenes mais densas. O parque também abriga espécies de plantas importantes, como cincho, canela, canjerana, embirão e grápia. Há quase 290 espécies de aves e mais de 30 espécies de mamíferos de médio e grande porte no parque, incluindo o puma, pecari, anta, veado, ocelote, tamanduá, capivara, macaco bugio e lontra.
Para os visitantes, o Parque Estadual do Turvo oferece diversas atrações. As trilhas são um destaque, com a Trilha do Salto do Yucumã, Trilha das Lagoas e Trilha das Onças oferecendo experiências únicas de contato com a natureza. A Trilha do Salto do Yucumã, em particular, é uma caminhada imperdível, permitindo aos turistas explorar a mata nativa e apreciar a vista da cachoeira. Esta trilha é bem sinalizada e considerada de dificuldade moderada. A Trilha das Lagoas e a Trilha das Onças variam em dificuldade de fácil a médio e médio a difícil, respectivamente.
É importante ressaltar que o parque está aberto para visitação de quinta a segunda-feira, com horários específicos para entrada e permanência. Além disso, existem regras estritas para preservar o ecossistema, incluindo a proibição de entrar com animais de estimação, bebidas alcoólicas, fumar dentro do parque e coletar qualquer material sem autorização.
A melhor época para visitar o Parque Estadual do Turvo é entre novembro e abril, durante o verão, quando o nível das águas do rio está mais baixo, proporcionando uma visão clara das quedas. No entanto, o Salto do Yucumã está atualmente ameaçado pela construção da barragem hidrelétrica do Roncador, um projeto que enfrenta resistência de ambientalistas, pois inundaria cerca de 25% do parque.
Para os interessados em explorar esta maravilha natural, é recomendável chegar cedo e estar preparado para caminhar, levando vestuário adequado para o clima da região, além de lanche e água, já que não há opções de alimentação dentro do parque.
Quanto à hospedagem, não há opções dentro do parque, mas existem diversas alternativas nos municípios da região, como em Derrubadas e Tenente Portela, RS, além de Itapiranga, Santa Catarina.
É importante mencionar que a melhor época para visitar o Salto do Yucumã é entre novembro e abril, período de menor incidência de chuvas, o que aumenta a probabilidade de uma boa visibilidade das quedas. Durante o inverno, o aumento do nível do Rio Uruguai pode ocultar as quedas d’água.
Para a visitação, é recomendável levar lanches e água, pois não há restaurantes ou lanchonetes dentro do parque. Além disso, é essencial respeitar as regras do parque, como não danificar a flora, não alimentar os animais e não sair das trilhas.
O acesso ao parque é feito por uma estrada asfaltada até a entrada, seguida por uma estrada de chão interna de 15 km, que deve ser percorrida com veículo próprio. A entrada no parque é paga, com tarifas variáveis para diferentes serviços e descontos para determinados grupos, como crianças, idosos e estudantes.
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Biodiversidade e Sustentabilidade
O parque, integrante do bioma da Mata Atlântica, abriga uma variedade de ecossistemas como floresta ombrófila densa, costão rochoso, manguezais e restingas. Estes ecossistemas são vitais para a manutenção da diversidade marinha e terrestre, incluindo espécies ameaçadas. A introdução de espécies não nativas no passado, como macacos-prego e quatis, trouxe desafios, mas a gestão atual se dedica ao monitoramento dessas populações.
Turismo Ecológico e Cultura Local
Sob a administração da Fundação Florestal e do Green Haven, a ilha prioriza a sustentabilidade e a educação ambiental. Os visitantes podem explorar a ilha através de trilhas e atividades de mergulho, apreciando a fauna marinha rica, como tartarugas e diversas espécies de peixes. Além disso, a ilha preserva importantes ruínas históricas, como as do antigo presídio, oferecendo uma viagem pela história brasileira.
Gestão e Infraestrutura
A parceria público-privada tem se mostrado eficaz na preservação do patrimônio natural e cultural do parque. As operações turísticas são planejadas para minimizar impactos ambientais, com ênfase na energia renovável e tratamento sustentável de resíduos. O projeto também busca valorizar a cultura local, com a oferta de pratos típicos da culinária caiçara e quilombola e atividades que refletem a história da ilha.
Importância Educacional
A Ilha Anchieta serve não apenas como um destino turístico, mas também como uma oportunidade educativa. Programas de visitação pública e atividades de educação ambiental são oferecidos, destacando a importância da conservação e do respeito à natureza.
Visitação
O parque oferece diversas trilhas e atividades, com foco na sustentabilidade e na preservação ambiental. Para mais informações sobre visitas e reservas, os interessados podem acessar o site oficial [Green Haven Anchieta](https://greenhavenilhaanchieta.com.br/) ou entrar em contato pelo telefone (12) 3842-1231.
Em resumo, o Parque Estadual da Ilha Anchieta é um exemplo de como o turismo ecológico e a conservação ambiental podem caminhar juntos, oferecendo aos visitantes uma experiência única de contato com a natureza e a história.
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Petrolina, situada no sudoeste de Pernambuco, é um destino que encanta os visitantes pela sua riqueza histórica e cultural. Conhecida por sua localização estratégica às margens do Rio São Francisco, conhecido carinhosamente ‘Velho Chico’, a cidade oferece uma fusão única de patrimônio histórico, gastronomia singular e paisagens naturais deslumbrantes.
Ao passear por Petrolina, um dos primeiros pontos de parada é o Parque Municipal Josepha Coelho. Este espaço verde não só proporciona lazer, mas também é um exemplo de sustentabilidade, com mais de 800 mudas nativas da caatinga plantadas para revitalizar a área. O parque, que passou por reformas significativas em 2003, 2016 e 2020, é um local ideal para quem busca contato com a natureza e tranquilidade.
Um dos símbolos da cidade é o Bodódromo, um complexo de restaurantes especializado em pratos à base de carne de caprino e ovino. Inaugurado em 2000, o local oferece uma experiência gastronômica autêntica, destacando-se por pratos como linguiça, buchada, sarapatel e, claro, o famoso filé de bode. O Bodódromo é mais do que um local para comer; é um ponto de encontro cultural que atrai mais de 300 mil pessoas por ano.
Outro local imperdível é o Museu do Sertão. Inaugurado em 1973, este museu abriga uma coleção de cerca de 3.500 peças que narram a história da região e seu povo. Com três salões distintos, o museu oferece um olhar sobre a flora e fauna local, peças arqueológicas, objetos do cangaço e uma rica coleção fotográfica que retrata a evolução de Petrolina.
Petrolina também é um destino gastronômico notável. O Rubacão e os peixes do Rio São Francisco são pratos típicos facilmente encontrados na cidade, especialmente ao longo da sua orla. A região é um convite para saborear a comida regional de qualidade, em um cenário que combina beleza natural e cultura.
Para os amantes de vinho, um passeio imperdível é o Vapor do São Francisco. Este tour explora o enoturismo da região, permitindo aos visitantes degustar vinhos e espumantes locais de alta qualidade, enquanto navegam pelo majestoso Rio São Francisco.
Além disso, a Catedral do Sagrado Coração de Jesus Cristo Rei é um marco da arquitetura religiosa da cidade. Com vitrais coloridos e uma estrutura imponente, a Catedral é um ponto de referência para os visitantes.
Por fim, a orla do Rio São Francisco é um excelente lugar para caminhadas ao fim do dia. Com diversos bares e restaurantes, oferece um ambiente tranquilo para relaxar e apreciar a vista da cidade de Juazeiro, na Bahia, que pode ser alcançada por um rápido passeio de barco ou pela Ponte Presidente Dutra.
Petrolina é uma cidade que surpreende por sua diversidade e riqueza. Cada cantinho revela um pouco mais sobre a história, a cultura e as tradições do sertão pernambucano, tornando-se um destino imperdível para aqueles que desejam explorar o Nordeste brasileiro
A importância do Velho Chico
O Rio São Francisco, conhecido popularmente como “Velho Chico”, tem uma importância fundamental para a cidade de Petrolina, em Pernambuco. Sua influência na cidade pode ser observada em diversos aspectos, que incluem a economia, turismo, cultura e meio ambiente.
1. Economia e Agricultura
- Irrigação e Fruticultura: O Velho Chico é essencial para a economia de Petrolina, principalmente na irrigação para a fruticultura. A cidade é reconhecida como uma das maiores produtoras de uvas do Brasil, com uma produção diversificada que inclui variedades sem sementes, e exporta frutas tropicais para o mundo inteiro, especialmente para a Europa.
- Pesca e Atividades Relacionadas ao Rio: A pesca é outra atividade econômica importante impulsionada pelo rio, além de outras atividades relacionadas à água, como a navegação.
2. Turismo
- Passeios e Atividades Recreativas: O Rio São Francisco oferece diversas opções de lazer e turismo, como passeios de barco, incluindo o famoso “Vapor do Vinho” que combina a experiência do enoturismo com a beleza do rio.
- Ilhas e Balneários: Existem várias ilhas fluviais em Petrolina, como a Ilha do Rodeador e a Ilha do Massangano, que são populares entre turistas e locais para lazer e entretenimento.
3. Cultura e História
- Influência Histórica: O Velho Chico tem um papel significativo na história e no desenvolvimento cultural de Petrolina, moldando as tradições e o modo de vida local.
- Festividades e Eventos Culturais: O rio também é palco de diversas festividades culturais, incluindo celebrações religiosas e festivais locais que atraem visitantes de diversas regiões.
4. Meio Ambiente e Ecossistema
- Diversidade Biológica: O rio contribui para a biodiversidade da região, suportando uma variedade de espécies de flora e fauna.
- Conservação Ambiental: A preservação do Rio São Francisco é crucial para a manutenção dos ecossistemas locais e para a sustentabilidade das atividades econômicas e turísticas da cidade.
5. Impacto Social
- Vida das Comunidades Ribeirosas: Para as comunidades ribeirinhas, o Velho Chico é uma fonte de vida e subsistência, sendo central para a identidade cultural e social desses grupos.
Em conclusão, o Rio São Francisco é mais do que um recurso natural para Petrolina; é um elemento vital que permeia todos os aspectos da vida na cidade, desde a economia até a cultura. Sua preservação e gestão sustentável