Nova Inteligência Artificial promete traduzir o que os Cães ”falam”

No início do mês de junho, a BBC News divulgou uma pesquisa revolucionária da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, onde cientistas estão utilizando inteligência artificial (IA) para interpretar os latidos dos cães, buscando compreender se eles estão expressando alegria ou raiva. Esta inovação promete transformar a forma como as pessoas interpretam a comunicação animal.

Os pesquisadores estão empregando IA para decifrar se um latido representa felicidade ou raiva, além de identificar a idade, o sexo e a raça do animal com base em suas vocalizações. Reaproveitando modelos computacionais treinados na fala humana, os cientistas já avançaram na decodificação da comunicação canina.

Para contornar o desafio de interpretar os latidos, a equipe de cientistas coletou os sons de 74 cães de diferentes raças, idades e sexos em diversos contextos. Estes dados foram inseridos em um modelo de aprendizado de máquina originalmente projetado para analisar a fala humana. A IA foi capaz de identificar com 70% dos latidos.

De acordo com o estudo, “os resultados mostram que os sons e padrões derivados da fala humana podem servir como base para analisar e entender os padrões acústicos de outros sons, como vocalizações de animais”.

Os cientistas afirmam que essas descobertas podem ter “implicações importantes” para o bem-estar animal. Entender melhor as nuances dos vários sons emitidos pelos cães poderiam melhorar a forma como os humanos interpretam e respondem às necessidades emocionais e físicas deles. Esta tecnologia pode, por exemplo, permitir que donos de animais e veterinários identifiquem sinais de desconforto, medo ou alegria, aprimorando o cuidado e a interação com os cães.

A IA poderá ser usada para desenvolver dispositivos que traduzam os latidos em tempo real, facilitando a compreensão dos estados emocionais dos cães e, potencialmente, de outros animais de estimação.

 

 

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Entenda o que são os Contratos de Namoro que ganharam popularidade entre casais de Goiás

Uma novidade no campo jurídico brasileiro tem atraído a atenção de casais que desejam proteger seus bens sem formalizar uma união estável: o Contrato de Namoro. Este documento, criado para preservar o patrimônio individual dos parceiros, tem registrado um aumento significativo em sua adoção. De acordo com dados do Colégio Notarial do Brasil, em 2023, foram formalizados 126 contratos, representando um aumento de 35% em relação ao ano anterior. Em 2024, já foram firmados 44 compromissos, indicando que a tendência de crescimento continua.

Em entrevista à Jovem Pan, a advogada Vanessa André de Paiva, especialista em direito de família, explicou que o contrato de namoro serve como uma medida preventiva contra o reconhecimento automático de união estável, que pode ser estabelecida pela convivência pública, contínua e duradoura do casal, sem a necessidade de formalização. Com esse contrato, os casais podem definir suas próprias regras de convivência e proteger seus bens, sem recorrer a uma escritura pública de união estável acompanhada de um pacto antenupcial.

Além da proteção patrimonial, algumas cláusulas inovadoras têm sido incorporadas nesses contratos, como a cláusula anti-traição, que prevê indenizações em caso de infidelidade. Segundo a advogada, essa cláusula tem o objetivo de promover a reflexão sobre as consequências da traição e fortalecer o compromisso entre as partes.

Goiás registra crescimento em Contratos de Namoro

Dados dos Cartórios de Notas do Brasil mostram que 2023 foi um ano recorde para a formalização de contratos de namoro, especialmente em julho, período que segue o Dia dos Namorados.

Em Goiás, foram registrados cinco desses contratos. O levantamento do Colégio Notarial do Brasil – Conselho Federal (CNB/CF), divulgado em 11 de junho, revela que entre 2016 e 2024 foram realizados 608 contratos de namoro em cartórios brasileiros, representando um aumento de 35% em 2023 e de 384% desde a instituição desse instrumento jurídico.

O contrato de namoro é um ato jurídico cada vez mais aceito pelo Poder Judiciário para comprovar a inexistência de uma união estável. Ele pode ser utilizado por casais que desejam deixar claro que sua relação é apenas um namoro, evitando efeitos patrimoniais como pensão, herança e divisão de bens em caso de término. Esse documento é especialmente útil para solteiros e divorciados com patrimônio estabelecido, que desejam proteger seus bens e herdeiros de possíveis disputas judiciais.

Contratos famosos

Casos notáveis incluem o jogador Endrick, do Palmeiras, e sua namorada, a modelo Gabriely Miranda, que incluíram cláusulas específicas em seu contrato, como a proibição de vícios, mudanças drásticas de comportamento e a obrigatoriedade de dizer “eu te amo”. O contrato de namoro também pode abordar questões como a guarda de animais de estimação e o uso de plataformas de streaming.

Para formalizar um contrato de namoro, os parceiros devem apresentar seus documentos pessoais e comprovar os patrimônios que desejam proteger. O contrato pode ser feito presencialmente ou online, via videoconferência, e costuma ter vigência de um ano, podendo ser renovado conforme o interesse do casal. O procedimento é rápido e desburocratizado, garantindo segurança jurídica e clareza sobre a natureza da relação.

O documento também é um importante instrumento jurídico para solteiros e divorciados que já contam com algum patrimônio conquistado e, ao entrarem em um relacionamento amoroso, querem garantir que não serão expostos, nem seus herdeiros, a eventuais disputas judiciais caso a relação chegue ao fim. E se o relacionamento terminar, o casal não precisa ir até um cartório para atualizar a situação.

 

 

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Quanto ouro Portugal levou embora do Brasil

Você já parou para pensar quanto ouro Portugal tirou do Brasil durante a época colonial? É incrível como esse metal precioso foi importante para ambos os países. Nos séculos passados, Portugal encontrou grandes quantidades de ouro em terras brasileiras, levando esse tesouro de volta para a Europa. Mas quanto exatamente foi levado? Vamos descobrir.

Quanta riqueza foi embora?

Há muito tempo atrás, antes mesmo de sabermos exatamente quanto ouro o Brasil possuía, as pessoas já estavam de olho nesse metal brilhante. Mas foi só no final do século 17, lá em Minas Gerais, que as coisas começaram a esquentar, e o ouro passou a ser a grande estrela, superando até mesmo a cana-de-açúcar.

Na verdade, descobrir exatamente quanto ouro foi levado do Brasil é um baita desafio. Alguns documentos foram perdidos em incêndios e muita gente contrabandeava ouro para evitar impostos. Então, os historiadores não conseguem se decidir direito: uns dizem que foram pelo menos 128 toneladas, outros apontam 150 toneladas, e tem até quem estima mais de 200 toneladas. Imagina só o trabalhão que dá para contar tudo isso.

Podemos reaver esse ouro?

Muita gente hoje em dia fica nas redes sociais pedindo o ouro de volta, mas a coisa não é tão simples assim. Na época do ouro, o Brasil nem era um país unificado, então não dá para bater na porta de Portugal pedindo as coisas de volta. E além disso, o tempo passa e as coisas ficam complicadas, então processar Portugal por isso já não dá mais.

O que fizeram com tanto ouro?

Bom, esse ouro todo teve uma vida agitada em Portugal. Primeiro, foi usado para pagar dívidas com outros países, como a Inglaterra. Também serviu para bancar guerras e construir coisas, sabe? Tipo igrejas, palácios, estradas, e até mesmo para ajudar a reconstruir Lisboa depois de um grande terremoto. Ah, e claro, uma boa parte foi para ostentação na corte portuguesa, comprando coisas de luxo e afins.

Legado do ouro nos dias atuais

Mesmo depois de tanto tempo, o ouro ainda tem um papel importante na economia brasileira. Hoje em dia, a mineração é uma das principais atividades econômicas do país, movimentando bilhões de reais e gerando empregos para muita gente. E o Brasil ainda é um dos maiores produtores de ouro do mundo, exportando toneladas desse metal precioso todos os anos. Então, podemos dizer que o legado do ouro continua vivo até hoje, impactando a vida de milhões de brasileiros.

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Brasil é o país que mais envia áudios e figurinhas no WhatsApp

Durante a conferência Conversations, realizada em São Paulo nesta quinta-feira (6), o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, destacou a importância do Brasil para o WhatsApp. De acordo com o executivo, os brasileiros enviam quatro vezes mais mensagens de voz pelo aplicativo em comparação com outros países, consolidando o Brasil como o principal usuário dessa funcionalidade.

Em sua participação remota no evento, Zuckerberg ressaltou que o Brasil “abraçou o poder da mensageira” tanto para comunicação pessoal quanto para negócios. “As pessoas no Brasil enviam mais adesivos, participam mais em pesquisas e enviam quatro vezes mais mensagens de voz no WhatsApp do que em qualquer outro país”, afirmou o CEO da Meta. Esta observação foi corroborada por Will Cathcart, chefe do WhatsApp, em uma entrevista anterior, onde ele também apontou o Brasil como o país líder no envio de áudios.

Durante a conferência, outros executivos da Meta também compartilharam dados relevantes sobre o uso do WhatsApp Business. Nikila Srinivasan, vice-presidente de mensagens para empresas da Meta, informou que 200 milhões de usuários em todo o mundo confiam no WhatsApp Business para suas interações comerciais.

Maren Lau, vice-presidente da Meta para a América Latina, destacou que 82% dos brasileiros preferem conversar com empresas via aplicativos de mensagem, com 600 milhões de interações entre pessoas e empresas acontecendo diariamente no WhatsApp, Instagram e Facebook Messenger.

Popularidade crescente no Brasil

A popularidade do WhatsApp no Brasil é reforçada por uma pesquisa da Panorama Mobile Time/Opinion Box, de março de 2024, que revela que 98% dos brasileiros têm o WhatsApp instalado em seus celulares. Além disso, 94% dos entrevistados usam o aplicativo diariamente, uma taxa significativamente superior à do Telegram, utilizado diariamente por 75% dos participantes.

A pesquisa também mostra que 79% dos usuários se comunicam com marcas pelo WhatsApp, seja para tirar dúvidas, pedir informações, receber suporte técnico ou realizar compras.

O levantamento foi conduzido entre 10 e 23 de janeiro de 2024, com 2.112 brasileiros acima de 16 anos, apresentando uma margem de erro de 2,1 pontos percentuais e grau de confiança de 95%.

Esses dados sublinham a relevância do WhatsApp no cotidiano dos brasileiros, tanto para fins pessoais quanto comerciais, destacando a posição do Brasil como um mercado chave para a Meta.

 

 

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Especialista aponta que o esporte desempenha papel fundamental para crianças autistas

O esporte desempenha um papel fundamental no desenvolvimento físico, emocional e social de todas as crianças, mas sua importância é ainda mais acentuada para crianças autistas.

A prática esportiva oferece uma série de benefícios que contribuem significativamente para a melhoria da qualidade de vida dessas crianças, promovendo bem-estar e inclusão social.

Para crianças autistas, o esporte é uma excelente forma de melhorar a coordenação motora, a força muscular e a flexibilidade. Atividades físicas regulares ajudam a desenvolver habilidades motoras finas e grossas, essenciais para a realização de tarefas diárias. Além disso, o exercício físico promove a saúde cardiovascular e ajuda a manter um peso saudável, prevenindo problemas de saúde relacionados ao sedentarismo.

A prática de esportes pode ter um impacto profundo na saúde emocional das crianças autistas. Participar de atividades físicas proporciona uma sensação de realização e autoconfiança. Os esportes também oferecem uma forma de canalizar energia e reduzir a ansiedade e o estresse. A liberação de endorfinas durante o exercício físico melhora o humor e pode ajudar a regular o comportamento.

Inclusão social

O esporte é uma ferramenta poderosa para a inclusão social. Crianças autistas muitas vezes enfrentam desafios na comunicação e na interação social. A prática de esportes em grupo cria oportunidades para desenvolver habilidades sociais, como cooperação, respeito às regras e trabalho em equipe. Esses ambientes estruturados e previsíveis podem ser especialmente benéficos, proporcionando um espaço seguro para a socialização e o desenvolvimento de amizades.

Participar de esportes pode ajudar a melhorar as habilidades de comunicação de crianças autistas. O esporte exige que as crianças aprendam a seguir instruções, interpretar sinais não verbais e se expressar de maneira clara. Essas habilidades são transferíveis para outras áreas da vida, facilitando a interação em contextos escolares e sociais.

Crianças autistas frequentemente se beneficiam de rotinas bem definidas. A prática regular de esportes oferece uma estrutura previsível, que pode ser reconfortante e ajudar a reduzir a ansiedade. A repetição e a consistência dos treinos esportivos ajudam as crianças a se sentirem seguras e a desenvolverem um senso de disciplina e responsabilidade.

Especialista explica

Mais do que os benefícios físicos e emocionais, o esporte oferece uma oportunidade de diversão e prazer. Atividades esportivas adaptadas podem ser ajustadas para atender às necessidades específicas de cada criança, garantindo que todas possam participar e se divertir.

A psicóloga e sócia do Instituto Lielô, em Goiânia, Lígia Teixeira, ressalta: “A atividade física para crianças autistas atua como um instrumento fundamental para o desenvolvimento, adaptação e inclusão. Além disso, os exercícios ajudam na comunicação social e regulação da rotina, auxiliando também na saúde corporal e mental daquela criança.”

A prática de esportes é uma ferramenta poderosa no apoio ao desenvolvimento integral de crianças autistas. Além dos benefícios físicos, o esporte promove o bem-estar emocional, social e comunicativo, contribuindo para a inclusão e a qualidade de vida. É essencial que pais, educadores e profissionais de saúde incentivem e facilitem o acesso ao esporte, criando ambientes adaptados e inclusivos onde todas possam prosperar.

 

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Consumo de alimentos ultraprocessados pode causar depressão, revela pesquisa

Você já parou para pensar como a comida que você consome pode afetar seu humor? Recentemente, um estudo da NutriNet Brasil cohort revelou que alimentos ultraprocessados podem estar ligados a sintomas de depressão. Esta pesquisa é importante porque nos mostra que o que comemos pode impactar não só nossa saúde física, mas também a mental. Fique conosco até o fim da leitura para entender mais sobre essa descoberta e como ela pode influenciar seu dia a dia.

Como os alimentos ultraprocessados afetam a saúde mental?

De acordo com o site Mundo Boa Forma, os pesquisadores acompanharam os hábitos alimentares de várias pessoas desde 2020. Eles descobriram que quem come muitos alimentos ultraprocessados tem 42% mais chances de desenvolver sintomas depressivos. André Werneck, um dos principais pesquisadores, estava estudando a relação entre exercícios físicos e saúde mental quando decidiu também investigar como a comida influencia nosso humor. O resultado? Evitar ao máximo os alimentos ultraprocessados.

Para realizar o estudo, a equipe analisou os dados de quase 16 mil adultos que não tinham depressão no início da pesquisa. Esses voluntários responderam a questionários a cada seis meses, informando sobre os alimentos que consumiram no dia anterior e seu estado de saúde. Isso ajudou os pesquisadores a entender melhor o papel dos ultraprocessados na dieta dos participantes.

O perigo dos alimentos ultraprocessados

Os ultraprocessados são alimentos que passam por muitos processos industriais e contêm muitos aditivos químicos, como sódio, gorduras ruins e açúcares. Eles geralmente têm pouco ou nenhum valor nutricional. No Brasil, esses alimentos representam cerca de 20% da energia que consumimos diariamente, mas essa porcentagem pode chegar a quase 40% em algumas pessoas.

Por outro lado, aqueles que têm uma alimentação mais saudável, com frutas, verduras e vegetais, consomem bem menos ultraprocessados, cerca de 7%. Mesmo quando as pessoas que comem muitos desses alimentos também consomem frutas e verduras, os sintomas depressivos ainda são mais comuns. Isso sugere que os aditivos químicos podem alterar a microbiota intestinal, o que afeta a absorção de nutrientes e pode contribuir para a depressão.

O que os estudos mostram?

Para fortalecer essa tese, uma equipe de cientistas da USP fez uma meta-análise, juntando dados de outros cinco estudos feitos na Europa e nos Estados Unidos. Esses estudos confirmaram que o risco de desenvolver sintomas depressivos é 32% maior em pessoas que consomem muitos ultraprocessados.

André Werneck acredita que esses resultados são importantes para conscientizar a população e ajudar na criação de políticas públicas que promovam uma alimentação mais saudável. Ele espera que, no futuro, essas informações possam levar a campanhas educativas que ensinem as pessoas a fazer escolhas alimentares melhores para a saúde mental e física.

Esse importante estudo nos mostra que devemos prestar mais atenção ao que comemos no dia a dia. Alimentos ultraprocessados não são apenas ruins para o corpo, mas também para a mente. Fazer escolhas alimentares mais saudáveis pode ajudar a prevenir a depressão e melhorar nossa qualidade de vida. Então, na próxima vez que for ao supermercado, pense duas vezes antes de encher o carrinho com ultraprocessados. Sua saúde mental agradece.

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Conheça a origem do nome do Estado de Goiás

Você já se perguntou de onde vem o nome do Estado de Goiás? Junte-se a nós para conhecer a origem desse nome e a rica história desse querido Estado brasileiro. Este artigo vai te levar por uma viagem no tempo e te mostrar o que está por trás do nome do Estado de Goiás. Continue lendo para descobrir curiosidades e fatos interessantes sobre este Estado da região Centro-Oeste do Brasil.

A origem do nome “Goiás”

De acordo com Sabrina Oliveira, do site Diário da Manhã, acredita-se que o nome “Goiás” tenha surgido da tribo indígena “Guaiás”, que vivia na região próxima à atual cidade de Goiás, séculos atrás. Segundo a teoria mais aceita, o termo “guaiás” sofreu uma alteração ortográfica ao longo do tempo, se transformando em “Goiás”.

Esta palavra provavelmente vem do termo tupi “gwaya”. No entanto, a origem exata ainda é motivo de estudos e pesquisas e não há uma confirmação definitiva.

A formação histórica do Estado

A história de Goiás começou a se desenhar no final do século XVII e início do século XVIII, quando um grupo de bandeirantes vindos de São Paulo chegaram à região em busca de ouro e outros metais preciosos.

Esse encontro entre os bandeirantes, indígenas e negros foi importante para a formação da cultura goiana. A busca pelo ouro levou ao surgimento de importantes cidades históricas, como Corumbá de Goiás, Pirenópolis e a própria cidade de Goiás, que inicialmente se chamava Vila Boa e foi a primeira capital do Estado.

Durante esse período, Goiás fez parte da capitania de São Paulo até 1749, quando se tornou uma capitania independente. No entanto, com o esgotamento das minas de ouro, o Estado enfrentou dificuldades econômicas e precisou se adaptar a uma economia baseada na agricultura e na pecuária de subsistência.

O desenvolvimento econômico

Foi a partir da década de 1940 que Goiás começou a experimentar um crescimento considerável. A construção da nova capital, Goiânia, e a campanha nacional de valorização do cerrado foram fatores determinantes para esse desenvolvimento. Com essas mudanças, Goiás se consolidou como um dos maiores polos agropecuários do Brasil.

A economia do Estado passou a depender principalmente do setor primário, com destaque para a agricultura e a pecuária. Atualmente, o Estado de Goiás é uma região próspera e diversificada. A sua história, marcada pela influência das tribos indígenas, pela chegada dos bandeirantes e pelo desenvolvimento econômico, se reflete nas suas paisagens e no espírito empreendedor dos seus moradores. A origem do nome Goiás nos convida a conhecer mais sobre o passado desse Estado tão importante para o Brasil.

Em resumo, a história do Estado de Goiás nos encanta e é cheia de transformações. Desde as tribos indígenas que deram origem ao seu nome, passando pela época do ouro até se tornar um dos principais polos agropecuários do país, Goiás tem muito a nos contar. Conhecer essa história é entender melhor a essência de um Estado que continua a crescer e a desempenhar um papel fundamental em todo o Brasil.

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Chega de rolar na cama: pegar no sono rápido não será mais um problema para você com essas dicas

Sabe aquela sensação de cansaço que não passa e você fica contando os segundos para sair do trabalho e ir para casa dormir? Aí você chega em casa, veste aquele pijaminha, se deita e… Cadê o sono?! Isso é muito mais comum do que você imagina. A dificuldade para dormir pode ser motivada por vários fatores, como ansiedade, insônia, estresse, entre outros motivos que cada pessoa pode passar particularmente.

Já parou para pensar que para dormir, temos que antes fingir que estamos dormindo? Não, isso não é uma aula de filosofia ou crise existencial. O nome disso é ‘latência do sono’, que basicamente é o tempo que leva uma pessoa a dormir. Desde o momento que fechamos os olhos até o completo estado de sono.

Segundo especialistas, esse tempo em que a pessoa cai no sono, deve durar no máximo 30 minutos. Esse é um fator muito importante quando se trata da qualidade do sono. Fora que, ao demorar para dormir, você pode desenvolver ou agravar problemas como a ansiedade. Por isso não é recomendável ficar na cama rolando no colchão até o sono aparecer, isso só vai fazer com que ele demore ainda mais.

Pensando nisso, o Guia Curta Mais preparou uma super lista com algumas dicas para você cair no sono rapidinho (valendo para hoje mesmo)!

1. VÁ FAZER OUTRA COISA

Se você já está cansado mas não consegue dormir, é apenas questão de tempo até que o sono venha. Se não consegue dormir, é apenas a ansiedade te atrapalhando. Vá fazer outra coisa, ler um livro, organizar seu quarto ou lavar a louça que tinha deixado para amanhã.

Quando você menos esperar, puft, dormiu. Seu corpo já está cansado, então naturalmente ele irá se render ao sono iminente.

 

2. EVITE COCHILOS

Essa dica é super simples de se entender. Digamos hipoteticamente que cada pessoa tem uma barrinha de sono diária que vai de 0 a 100. Se você cochilar uns 10 minutinhos, sua barrinha vai se encher um pouco, depois mais de 20 minutos, depois 40 minutos. Quando chegar a noite, você já preencheu toda sua barra de sono e simplesmente não tem o que dormir.

Isso não significa que você não pode cochilar. Claro que pode! Às vezes o sono vem muito rápido em ocasiões em que você não pode se dar ao luxo de um sono longo e saudável. Então não tem problema um cochilinho rápido.

Mas se lembre, evite cochilar várias vezes ao dia, e se cochilar, não pode passar de 30 minutos! Na dúvida, coloque o celular para despertar.

3. NADA DE TELAS!

Na falta de sono, é natural que a primeira coisa que você pense seja pegar o celular e rolar a tela do Instagram ou Tik Tok por hoooras. Mas isso não é uma boa ideia.

A razão é simples, a luz artificial do celular, tv ou computador é clara e lembra ao nosso cérebro a luz do dia. Então dificilmente você pegará no sono rapidamente com essas telas. Caso o aparelho tenha a opção de luz noturna (que deixa tudo mais escuro e amarelado), esse problema diminui um pouco.

O mais engraçado de tudo é que isso é um fator evolutivo. Nossos antepassados, homens da caverna, tinham como única luz durante a noite, as fogueiras, grandes e alaranjadas. Se acostumaram a dormir com a vermelhidão e amarelado que o fogo proporciona, logo, nosso cérebro se acostumou a descansar nessas condições. Então, se for usar alguma tela, ative o modo de luz noturna!

4. NÃO OLHE AS HORAS

Essa dica vale não somente para a hora de dormir, mas para quase tudo na sua vida! É prejudicial ficar controlando— ainda que sem querer — obsessivamente o relógio. Isso só vai aumentar a sua ansiedade, dificultando pegar no sono rapidamente.

O mesmo vale para caso você acorde durante a madrugada. Mais uma vez a ansiedade é a vilã da história!

5. MARACUJÁ JÁ!

Muita gente não deposita muita confiança no maracujá, mas esse fruto tem real funcionamento quando o assunto é sono.

O maracujá possui compostos alcaloides e flavonoides, que atuam diretamente no seu cérebro, te deixando relaxo e consequentemente te levando ao sono.

Lembrando que ele não precisa ser tomado quente (como diz o mito). Até porque isso seria impensável durante o calor. Você pode fazer um chá de maracujá, um suco, comer alimentos que utilizam do maracujá, ou até medicamentos como relaxantes que utilizem essa fruta na composição.

Agora é só vestir seu melhor pijama, se jogar no colchão e dormir sossegado e tranquilo!

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Mistério: anomalia magnética acima do Brasil cresce e preocupa cientistas

Um fenômeno incomum no campo magnético terrestre, localizado sobre o território brasileiro, tem atraído a atenção de cientistas ao redor do mundo. A Anomalia Magnética do Atlântico Sul (AMAS) está se expandindo, levantando questões sobre seus efeitos e a importância de seu monitoramento.

O campo magnético da Terra é gerado pelo movimento do ferro líquido no núcleo terrestre, situado a cerca de 3 mil quilômetros de profundidade. Este campo age como uma barreira protetora contra ventos solares e radiação cósmica. No entanto, sua intensidade não é uniforme, apresentando variações significativas em diferentes regiões do planeta.

A AMAS representa uma área de fraqueza no campo magnético que abrange as regiões sul e sudeste do Brasil, estendendo-se até o oceano Atlântico em direção à África. Pesquisas indicam que a intensidade do campo magnético nessa área é cerca de um terço da média global e continua a diminuir.

Segundo o Relatório sobre o Estado do Campo Geomagnético de 2023, publicado pelo Modelo Magnético Mundial (WMM), a área afetada pela AMAS cresceu aproximadamente 7% nos últimos quatro anos. Além disso, o centro da anomalia deslocou-se 20 km para o oeste, movendo-se em direção ao Brasil.

Implicações para a Tecnologia e Comunicação

A expansão da AMAS tem várias consequências. Uma das principais preocupações é o risco de danos aos satélites devido à radiação, bem como problemas na propagação de ondas de rádio. Satélites que passam pela região frequentemente precisam ser desligados temporariamente para evitar danos. Além disso, a interferência nas ondas de rádio pode afetar sistemas de comunicação, radares e GPS.

A fraqueza no campo magnético também reduz a proteção contra partículas solares. Tempestades solares podem danificar satélites, interferir em serviços de comunicação e até causar quedas nos sistemas elétricos, resultando em apagões tecnológicos.

Monitoramento e Pesquisa

A AMAS está sob vigilância constante da Agência Espacial Europeia (ESA), da NASA e do Brasil, que lançou o satélite NanosatC-BR2 para monitorar o fenômeno. O país também possui dois Observatórios Magnéticos em Tatuoca (Amazonas) e Vassouras (Rio de Janeiro), dedicados ao estudo e monitoramento das variações geomagnéticas.

 

*Com informações Correio Braziliense

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Ciência explica o que acontece com o nosso corpo quando temos desilusões amorosas

A escritora e jornalista científica Florence Williams, após um relacionamento de três décadas, encontrou um e-mail de amor do seu companheiro para outra mulher. A descoberta desencadeou um profundo sofrimento emocional e físico, levando-a a investigar a ciência por trás do coração partido.

Williams relatou ao programa Inside Science, da BBC, que nunca havia experimentado uma desilusão amorosa antes e ficou surpresa com a intensidade da dor. Sentiu-se em perigo, sofreu de insônia, perdeu peso rapidamente e apresentou problemas de saúde, como níveis baixos de glicose e uma doença autoimune: diabetes tipo 1.

Curiosa sobre a ligação entre suas emoções e sua saúde, Williams procurou respostas na ciência. Descobriu que a solidão e o estresse social influenciam diretamente nosso sistema imunológico. Steve Cole, professor de medicina na UCLA, revelou que a solidão é um dos fatores mais tóxicos para a saúde. Em suas pesquisas, Cole encontrou uma relação entre a solidão e a expressão genética, mostrando que a rejeição social aumenta marcadores de inflamação e torna o corpo mais vulnerável a doenças.

Em experimentos com Cole, Williams mediu suas células imunológicas após o divórcio e observou um aumento na inflamação. Esta resposta é comparada ao instinto de sobrevivência de nossos ancestrais, que precisavam se proteger de predadores e doenças quando isolados. Este mecanismo pode explicar por que pessoas solitárias têm maior risco de demência, doenças cardiovasculares e morte prematura.

A dor do coração partido também se manifesta fisicamente. Pesquisas com ressonância magnética mostram que a dor social ativa áreas do cérebro ligadas à dor física. Helen Fisher, antropóloga biológica, descobriu que o cérebro trata a dor da rejeição amorosa com a mesma seriedade que a dor física.

Williams identificou uma condição chamada cardiomiopatia de Takotsubo, onde o estresse emocional profundo pode levar a sintomas semelhantes a um ataque cardíaco, sem sinais típicos como artérias bloqueadas, mas com um ventrículo esquerdo abaulado devido aos hormônios do estresse.

Recuperação

Apesar das dificuldades, Williams encontrou maneiras de superar a dor. Conectar-se com outras pessoas e com a natureza foram fundamentais para sua recuperação. Ela enfatiza a importância de encontrar sentido na experiência dolorosa e ajudar outras pessoas que passam por isso. Com este objetivo, escreveu o livro “Heartbreak: A Personal and Scientific Journey”, onde explora os impactos da desilusão amorosa e as estratégias para lidar com essa dor.

A pesquisa de Williams revela que, embora estejamos programados para sentir a dor da rejeição, também somos capazes de nos recuperar. A conexão social e a busca por significado são elementos essenciais para superar um coração partido.

 

*Fonte: BBC News

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Conheça 10 curiosidades das eleições brasileiras

O processo de escolha de representantes políticos pela sociedade brasileira avançou em diferentes aspectos ao longo da história. Entre eles, estão o combate às fraudes, a eleição de mulheres e a adoção de sistemas mais seguros e inclusivos.

O Curta Mais listou algumas curiosidades para você, leitor, conhecer boa parte da história do processo eleitoral do País. Confira:

Eleição das vilas
Os colonizadores portugueses tinham o costume de realizar votações para eleger quem iria governar as vilas e cidades que fundavam, obedecendo à tradição de escolher os administradores de seus povoados. Vários cargos eram preenchidos nesses pleitos, como vereador, juiz ordinário, procurador e outros oficiais.

No Brasil, a primeira eleição que se tem notícia ocorreu em 1532 com a definição dos membros do Conselho Municipal da Vila de São Vicente, atual São Paulo. Somente homens que pertenciam ao grupo dos “nobres de linhagem”, senhores de engenho e membros da alta burocracia miliar podiam votar naquela época.

Primeira legislação eleitoral
O tempo passou e o Brasil declarou independência de Portugal em 1822. Até seis anos depois, em 1828, as eleições para os governos municipais obedeceram às chamadas Ordenações do Reino, que eram as determinações legais emanadas do rei e adotadas em todas as regiões sob o domínio de Portugal.

No início todo a população podia votar. Porém, com o tempo, o voto passou a ser direito exclusivo de quem usufruía de maior poder aquisitivo, além do cumprimento de outras prerrogativas. Escravizados, mulheres, indígenas e assalariados não participavam.

Estados na regulação
A Constituição de 1891 criou o sistema presidencialista. Nele, presidente e vice-presidente deveriam ser eleitos por voto direto da população, por maioria absoluta de votos. Além disso, atribuiu ao Congresso Nacional a competência de legislar sobre o processo eleitoral para os cargos federais em todo o País, deixando aos estados a responsabilidade de regular as eleições estaduais e municipais. Por causa dessa autonomia, houve variação nas regras eleitorais entre os estados.

Primeira mulher prefeita
A primeira mulher à frente de uma prefeitura foi Alzira Soriano, eleita em 1928 para comandar o município de Lajes, no Rio Grande Norte, com 60% dos votos. Ela promoveu a construção de estradas, mercados públicos municipais e a melhoria da iluminação pública. Em 1930, perdeu o mandato por não concordar com o governo de Getúlio Vargas.

Código eleitoral
O ano de 1932 foi marcado pela chegada do Código Eleitoral, que mudou a história da democracia no Brasil. Regulou em todo o País as eleições federais, estaduais e municipais, além de ter criado a Justiça Eleitoral, uma justiça especializada para cuidar, exclusivamente, das eleições. Também foi responsável por estabelecer o voto secreto e o voto feminino facultativo e por adotar o sistema de representação proporcional.

Na época, o Código Eleitoral ajudou a acabar com as fraudes que ocorriam nas eleições desde a Primeira República e garantiu alguns requisitos de segurança. Entre eles, o título eleitoral previsto no regulamento daquele ano, que foi o primeiro a ter fotografia e a impressão digital do eleitor.

Nomeações de prefeitos
Em 1968, durante a ditadura militar o Ato Institucional nº 3 estabeleceu que os governadores fossem eleitos indiretamente pelas assembleias legislativas estaduais e que eles nomeassem os prefeitos das capitais, após respaldo das respectivas casas legislativas. Os prefeitos só podiam ser eleitos nas cidades que não fossem capitais e nos municípios que não fossem considerados de “segurança nacional”.

Redemocratização
Um dos marcos mais importantes foi a unificação do Cadastro Eleitoral, em 1985, no início da informatização do processo eleitoral. A partir de então, houve um aumento crescente na capacidade de combater erros não intencionais e fraudes.

A Constituição de 1988, por sua vez, determinou que o presidente da República e os governadores bem como prefeitos dos municípios com mais de 200 mil eleitores, fossem eleitos por maioria absoluta dos votos (metade mais um) ou em dois turnos, caso nenhum candidato alcançasse a votação mínima. Nos municípios com menos de 200 mil eleitores, os chefes do Executivo seriam eleitos, em turno único, por maioria simples.

Urna eletrônica
A implementação do voto eletrônico teve início nas eleições municipais de 1996. Na época, mais de 30 milhões de brasileiros, um terço do eleitorado da época, votaram por meio das urnas eletrônicas. Quatro anos depois, em 2000, foi realizado o primeiro pleito 100% informatizado no País.

Reeleição
Em 1997, a Emenda Constitucional (EC) nº 16, que permitiu a todos que ocupavam cargos no Poder Executivo concorrer à reeleição. O primeiro presidente da República a usar da prerrogativa foi Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Biometria
A biometria foi mais um passo na evolução da identificação do eleitor. Nas Eleições Municipais de 2008, a Justiça Eleitoral utilizou pela primeira vez as impressões digitais para identificar biometricamente o eleitorado nos municípios de São João Batista (SC), Fátima do Sul (MS) e Colorado do Oeste (RO).

Com o sucesso do projeto, em 2010, foi ampliado, em alguns municípios, o uso de urnas com aparelho de identificação biométrica. Nas Eleições Gerais daquele ano, mais de 1 milhão de eleitores de 60 municípios de 23 estados votaram após a identificação pela biometria. E, assim, a Justiça Eleitoral seguiu aumentando esse número.

Entenda porque o feriado de Corpus Christi acontece sempre em uma quinta-feira

No Brasil, assim como em outros países majoritariamente católicos, como Portugal e França, o Corpus Christi é um feriado nacional. O costume de celebrar a data veio com a chegada dos portugueses no século XVI e até hoje é uma tradição em cidades de todo o país, como Ouro Preto (MG), Paraty (RJ) e Pirenópolis (GO). A comemoração, que faz parte do calendário da Igreja Católica, remonta ao século XIII e celebra o sacramento da eucaristia, ou a lembrança da morte e da ressurreição de Jesus Cristo.

A expressão Corpus Christi é originária do latim e, em tradução para o português, significa “corpo de Cristo”. Desse modo, o nome escolhido já sugere o seu significado: uma homenagem à eucaristia.

Esse sacramento do catolicismo é realizado como uma forma de relembrar a morte e ressurreição de Jesus Cristo, no qual o pão que é consumido representa o corpo de Cristo, e o vinho ingerido simboliza seu sangue. A realização da eucaristia é uma referência à Última Ceia, feita por Cristo com seus discípulos durante a Semana Santa.

A comemoração acontece exatamente 60 dias após a Páscoa, sendo que o feriado se dá sempre em uma quinta-feira, já que a Última Ceia, o jantar derradeiro de Jesus com seus discípulos antes de morrer, teria sido realizada nesse dia da semana.

O que determina em qual quinta-feira do mês acontecerá o feriado é outra data do calendário cristão: o Domingo da Santíssima Trindade. A quinta seguinte a esse domingo será o Corpus Christi, sendo que o Domingo da Santíssima Trindade é sempre o domingo seguinte ao Pentecostes, que por sua vez, ocorre 50 dias após o domingo de Páscoa.

Sendo parte do calendário tanto da Igreja Católica como de algumas igrejas anglicanas, a data não é comemorada por cristãos ortodoxos nem pelos protestantes.

No Brasil, em decorrência da grande tradição católica, a comemoração da data é acompanhada por algumas práticas que foram consolidadas aqui a partir da influência portuguesa. Uma das tradições típicas de Corpus Christi no Brasil, trazida pelos portugueses, é a atividade de produzir tapetes, representando símbolos e cenas importantes da fé católica. Os tapetes são confeccionados a partir de vários produtos, como serragem, borra de café, palha, areia etc.

Tapete

A comemoração entrou no calendário da Igreja Católica no século XIII, por decisão do papa Urbano IV, que liderou a Igreja entre 1261 e 1264. Segundo alguns historiadores, o Papa tomou essa decisão depois que uma freira belga chamada Juliana de Mont Cornillon começou a dizer ter visões e sonhos que foram interpretados como sinais de que a Igreja precisava celebrar devidamente a eucaristia.

Outro acontecimento que teria motivado o papa da época a instituir o Corpus Christi foi um suposto milagre que aconteceu após um encontro, em Roma, de Urbano IV com um sacerdote da Boêmia (atual região da Alemanha, da Polônia e da Áustria). Enquanto voltava para casa, o sacerdote parou em Bolsena, na Itália, para uma cerimônia da eucaristia e durante o ritual, uma hóstia teria jorrado sangue.

O episódio ficou conhecido como Milagre de Bolsena e, quando chegou aos ouvidos do papa, impulsionou a criação do Corpus Christi. A data se popularizou durante o século seguinte e virou uma das principais festas de países adeptos do catolicismo.

*Fonte: Brasil Escola e Revista Super Abril

 

Corpus Christi é considerado Feriado Nacional? Entenda

Celebrado tradicionalmente no país, a data de Corpus Christi não é um feriado nacional. O Governo Federal classifica a data como ponto facultativo, quando não há obrigatoriedade de folga, mas estados e municípios têm legislação própria para o tema e muitos consideram a data como feriado.

Na cidade de São Paulo, por exemplo, Corpus Christi é feriado. Já no Rio de Janeiro e em Brasília a data é ponto facultativo. Comemorada tradicionalmente em uma quinta-feira 60 dias após a Páscoa, em 2024 a data será 30 de maio.

Além do dia de Corpus Christi, o Governo Federal determinou que a sexta-feira, 31, também será ponto facultativo para os servidores federais, medida seguida por alguns estados. Cenário ideal para quem gosta de emendar feriados e fins de semana.

Abaixo, listamos as capitais onde Corpus Christi será ou não feriado.

Capitais onde Corpus Christi será feriado:

  • Aracaju
  • Belém
  • Belo Horizonte
  • Boa Vista
  • Campo Grande
  • Cuiabá
  • Curitiba
  • Fortaleza
  • Florianópolis
  • Goiânia
  • Macapá
  • Maceió
  • Manaus
  • Natal
  • Porto Alegre
  • Salvador
  • São Paulo
  • São Luís
  • Teresina (municipal)
  • Vitória
  • Ponto Facultativo no dia de Corpus Christi
  • Brasília
  • Palmas
  • Porto Velho
  • Recife
  • Rio de Janeiro

Ponto facultativo na sexta-feira, 31 de maio

  • Belém
  • Belo Horizonte
  • Boa Vista
  • Brasília
  • Campo Grande
  • Cuiabá
  • Curitiba
  • Florianópolis
  • Goiânia
  • Macapá
  • Manaus
  • Porto Velho
  • Rio de Janeiro
  • Salvador
  • Vitória

Diferença entre feriado e ponto facultativo

Enquanto no feriado a folga do trabalhador é obrigatória, no ponto facultativo empresas e administração pública podem decidir se os funcionários vão trabalhar ou não, de acordo com avaliações próprias.

No caso dos feriados, funcionários de serviços considerados essenciais podem trabalhar quando tiverem compensações posteriores, como folga ou valor dobrado pelo dia trabalhado. Entram nesse grupo trabalhadores de serviços sociais, saúde, transporte e comércio, entre outros.

 

 

*Fonte: CNN Brasil

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Estudos descobrem proteínas no sangue capazes de detectar câncer com 7 anos de antecedência

Pesquisadores da Oxford Population Health descobriram proteínas presentes no sangue que podem indicar risco de diferentes tipos de câncer com mais de sete anos de antecedência. A descoberta foi publicada no último dia 15, na revista científica Nature Communications.

Os achados incluíram 618 proteínas ligadas a 19 tipos diferentes de câncer, incluindo 107 proteínas em um grupo de pessoas cuja amostra de sangue foi recolhida, pelo menos, sete anos antes do diagnóstico do tumor. Para os pesquisadores, essas proteínas podem estar envolvidas nas fases inicias do câncer.

Com essas descobertas, a equipe acredita que algumas dessas proteínas poderiam ser usadas para detectar o câncer de forma ainda mais precoce do que possível atualmente, ajudando em um tratamento mais efetivo e, até mesmo, na prevenção do seu desenvolvimento.

Como o estudo foi feito?

Para realizar o estudo, os pesquisadores utilizaram uma técnica chamada proteômica, que permite que os cientistas analisem um grande conjunto de proteínas em amostras de tecidos de uma só vez. Com isso, é possível ver como elas interagem entre si e encontrar diferenças importantes nas proteínas entre diferentes amostras de tecidos.

A pesquisa foi dividida em dois estudos: no primeiro, os cientistas analisaram amostras de sangue do UK Biobank — banco de dados do Reino Unido — que foram colhidas de mais de 44 mil pessoas, incluindo 4.900 indivíduos que foram diagnosticados com câncer posteriormente.

Através da proteômica, foi possível analisar um conjunto de 1.463 proteínas de uma única amostra de sangue de cada pessoa. Os pesquisadores compararam as proteínas de pessoas que foram diagnosticadas com câncer com as que não foram, com o objetivo de procurar diferenças entre elas e descobrir quais poderiam estar associadas ao risco de desenvolver a doença.

Nesse primeiro momento, os pesquisadores identificaram 182 proteínas que diferiam no sangue dos participantes com câncer três anos antes do diagnóstico.

No segundo estudo, os cientistas analisaram dados genéticos de mais de 300 mil casos de câncer para se aprofundarem nas proteínas do sangue que estavam envolvidas no desenvolvimento da doença e que poderiam ser alvo de novos tratamentos.

Os cientistas encontraram 40 proteínas no sangue que influenciaram no risco de uma pessoa contrair nove tipos diferentes de câncer.

“As descobertas desta investigação são o primeiro passo crucial para oferecer terapias preventivas, que é o caminho definitivo para proporcionar às pessoas vidas mais longas e melhores, livres do medo do câncer”, avalia Iain Foulkes, Diretor Executivo de Pesquisa e Inovação da Cancer Research UK, que financiou o estudo.

Mais estudos são necessários

Apesar dos achados, a equipe de pesquisadores enfatiza que são necessários mais estudos para descobrir o papel exato dessas proteínas no desenvolvimento do câncer.

Além disso, uma maior investigação poderia auxiliar a entender quais são as melhores proteínas para realizar novos testes, quais testes poderiam ser desenvolvimento para detectar essas proteínas de forma clínica e quais medicamentos poderiam ser alvo desses componentes.

“Para salvar mais vidas do câncer, precisamos de compreender melhor o que acontece nas fases iniciais da doença. Dados de milhares de pessoas com câncer revelaram informações realmente interessantes sobre como as proteínas no nosso sangue podem afetar o risco da doença. Precisamos estudar essas proteínas em profundidade para ver quais delas poderiam ser usadas de forma confiável para prevenção”, afirma Karen Papier, epidemiologista nutricional sênior da Oxford Population Health e co-autora do primeiro estudo, em comunicado à imprensa.

“Para podermos prevenir o câncer, precisamos de compreender os fatores que impulsionam as fases iniciais do seu desenvolvimento. Estes estudos são importantes porque fornecem muitas pistas novas sobre as causas e a biologia de vários cânceres, incluindo informações sobre o que está a acontecer anos antes de um câncer ser diagnosticado”, completa Ruth Travis, epidemiologista molecular sênior da Oxford Population Health e autora sênior de ambos os estudos.

 

 

*Fonte: CNN Brasil

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Pode comemorar: estudo revela qual é o principal benefício da Cerveja para a sua saúde

O Brasil, conhecido por sua paixão por cerveja, é o terceiro maior consumidor mundial dessa bebida, de acordo com um relatório da Kirin Holdings Company divulgado em dezembro de 2022, que analisou o consumo global em 2021. Além de ser uma preferência nacional, a cerveja pode trazer benefícios à saúde, conforme revelou um estudo recente.

Benefícios Probióticos da Cerveja

Uma pesquisa realizada por uma universidade alemã trouxe boas notícias para os apreciadores de cerveja, desmistificando alguns tabus associados à bebida. Segundo os cientistas, a cerveja pode ser mais benéfica do que muitos alimentos probióticos.

Probióticos são alimentos ou produtos que contêm microrganismos vivos, essenciais para o equilíbrio da microbiota intestinal. A saúde do intestino, mantida por bactérias “boas”, é fundamental para o bem-estar geral do organismo.

Os responsáveis pelo estudo destacam que a cerveja é rica em aminoácidos essenciais, vitaminas, oligoelementos e substâncias bioativas, que desempenham um papel na regulação das funções fisiológicas humanas. Embora o consumo excessivo de álcool possa ser prejudicial, a ingestão moderada da cerveja pode ter um efeito positivo na função imunológica e na microbiota intestinal.

Os pesquisadores afirmam que “os metabólitos da cerveja inibem bactérias patogênicas, estimulam a proliferação e atividade de flora saudável como lactobacilos e bifidobactérias, e regulam a microbiota intestinal”. Isso indica que a cerveja, quando consumida de forma controlada, pode ser benéfica para a saúde.

Além disso, o estudo sugere que, no futuro, a cerveja poderia ser utilizada como regulador microbiológico ou até mesmo como terapia alternativa para doenças crônicas como hipertensão, diabetes e obesidade. Os autores do estudo destacam que essa possibilidade merece mais investigações.

A cerveja, uma bebida milenar, é uma fonte surpreendente de nutrientes, incluindo aminoácidos essenciais, vitaminas, oligoelementos e substâncias bioativas como polifenóis e flavonoides. Também é rica em minerais como cálcio, magnésio e zinco, e contém fibras alimentares provenientes dos beta-glucanos e arabinose-oligossacarídeos do cereal.

Portanto, pode comemorar!

 

*Com informações Correio Braziliense

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