Vitamina K, presente no brócolis, pode proteger contra demência, diz estudo

Um estudo feito na Arábia Saudita mostra novas evidências de que a alimentação tem papel importante na prevenção de doenças neurodegenerativas. De acordo com os cientistas da Universidade AlMaarefa, a vitamina K pode proteger idosos do Alzheimer e outras formas de demência. As informações são do portal Metrópoles.

O nutriente está presente principalmente em vegetais folhosos verde-escuros, como brócolis, couve e espinafre, e também é encontrado no agrião, rúcula, repolho, alface, nabo, azeite, abacate, ovo e fígado. Na pesquisa, os cientistas analisaram o funcionamento do sistema cognitivo e o comportamento de camundongos com idade avançada durante 17 meses. Metade deles recebeu suplementação com vitaminas do complexo K, e a outra metade, dieta tradicional, para comparação.

Os que receberam a vitamina apresentaram melhora da memória espacial e da capacidade de aprendizagem, além de redução significativa do comprometimento cognitivo – a transição entre cognição normal e demência –, e de depressão e ansiedade. Os resultados do estudo, ainda não publicado em revista científica, foram apresentados no encontro anual da Associação Americana de Anatomia, nos Estados Unidos.

“A vitamina K2 demonstrou um impacto muito promissor em impedir alterações comportamentais, funcionais, bioquímicas e histopatológicas relacionadas ao envelhecimento do cérebro senil”, escreveu o principal autor do estudo, Mohamed El-Sherbiny, em um comunicado.

Ao examinar o tecido do cérebro dos animais os pesquisadores observaram o aumento da tirosina, aminoácido que ajuda a preservar as funções cognitivas.

Os resultados do estudo, ainda não publicado em revista científica, foram apresentados no encontro anual da Associação Americana de Anatomia, nos Estados Unidos.

Os pesquisadores ponderaram que mais pesquisas precisam ser feitas para comprovar os benefícios do nutriente, mas destacaram que a vitamina K “pode ser proposta como abordagem promissora para atenuar os distúrbios relacionados à idade e preservar as funções cognitivas em indivíduos idosos”.

 

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Tesouro oculto do Vale do Paraíba em São Paulo tem segredos apaixonantes

Conhecida por sua vibrante atmosfera urbana e rica herança histórica, São José dos Campos é  um destino turístico cativante, encravado nas planícies exuberantes do Vale do Paraíba, no estado de São Paulo. Com uma mistura harmoniosa de natureza, cultura e inovação, esta cidade surpreende visitantes com suas atrações diversificadas e experiências memoráveis.

São José dos Campos possui uma história rica que remonta aos primeiros assentamentos coloniais. Os visitantes podem mergulhar nessa história explorando o Centro Histórico, onde edifícios preservados do período colonial coexistem com estruturas modernas. Destacam-se o Museu Histórico e Cultural de São José dos Campos, que oferece uma jornada fascinante pela história local, e a Catedral de São Dimas, uma obra arquitetônica impressionante.

Para os amantes da natureza, São José dos Campos oferece uma variedade de opções. O Parque da Cidade é um refúgio verdejante no coração da cidade, com trilhas para caminhadas, áreas de piquenique e um lago sereno. Já o Parque Roberto Burle Marx encanta com suas paisagens exuberantes, jardins botânicos e atividades ao ar livre. Os entusiastas do ecoturismo podem explorar a Serra do Itapeti, que oferece trilhas desafiadoras e vistas panorâmicas de tirar o fôlego.

São José dos Campos é um importante polo de tecnologia e inovação, abrigando empresas de renome internacional e instituições de pesquisa de ponta. Os visitantes podem explorar esse aspecto da cidade visitando o Parque Tecnológico, onde empresas de tecnologia de última geração colaboram em projetos inovadores, ou o DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial), que oferece uma visão fascinante da indústria aeroespacial brasileira.

A cena gastronômica de São José dos Campos é uma fusão deliciosa de sabores regionais e culinária internacional. Os visitantes podem desfrutar de uma variedade de restaurantes, desde botecos tradicionais até restaurantes sofisticados. Não deixe de experimentar os pratos típicos da região, como o famoso “frango com quiabo” e as deliciosas sobremesas à base de doce de leite.

São José dos Campos é palco de uma série de eventos e festivais ao longo do ano, que celebram a cultura, a arte e a diversidade da cidade. Destaques incluem o Festival de Inverno, que apresenta performances artísticas e atividades culturais, e o Festival de Balonismo, que enche o céu com cores vibrantes e emoção.

A cidade oferece uma variedade de opções de hospedagem para atender a todos os gostos e orçamentos, desde hotéis boutique charmosos até resorts de luxo. A infraestrutura turística é bem desenvolvida, com fácil acesso a transportes públicos, serviços de turismo e comodidades modernas.

São José dos Campos é muito mais do que uma cidade industrial; é um destino turístico dinâmico e multifacetado que cativa seus visitantes com sua história fascinante, natureza deslumbrante, inovação impressionante e cultura vibrante. Ao explorar esta cidade encantadora, os viajantes têm a oportunidade de descobrir os segredos e encantos do Vale do Paraíba, deixando memórias duradouras de uma experiência verdadeiramente única no coração do Brasil.

Parque Vicentina Aranha

pqvicentinaaranha.org.brParque Vicentina Aranha

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Parque Vicentina Aranha

O Parque Vicentina Aranha é patrimônio histórico da cidade tombado pelo COMPHAC (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Artístico, Paisagístico e Cultural do Município de São José dos Campos) e Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico). Ocupa uma área de 84.500 m², com 80% de área verde e pistas de caminhada, além de pavilhões projetados pelo arquiteto Ramos de Azevedo, representando um espaço fundamental de preservação ambiental e história da cidade. Atividades culturais, ambientais e físicas também são oferecidas gratuitamente ao público em uma extensa agenda de programação que traz atrações musicais, cinema, teatro, arte, história e muito mais.

O Parque Vicentina Aranha funciona todos os dias das 06h às 21h, à Rua Prudente Meirelles Moraes, 302, na Vila Adyana. A entrada é gratuita.

Mirante do Banhado

Cláudio Alciprete / TripAdvisorMirante do Banhado

Cláudio Alciprete / TripAdvisor
Mirante do Banhado

Dono de uma beleza singular, a grande área verde do Banhado em São José dos Campos é um dos principais cartões postais da cidade, principalmente no pôr-do-sol durante o outono. Com uma área de mais de 4 mil metros quadrados que se estende do centro da cidade até as margens do Rio Paraíba do Sul, o local é composto por árvores frutíferas e animais da fauna local.

O Mirante do Banhado é localizado na Avenida Anchieta, local famoso entre os joseenses para admirar a beleza natural da área verde, principalmente durante o pôr-do-sol. O local é de livre acesso, aberto todos os dias, em todos os horários.

Parque Santos Dumont

Parque Santos Dumont

O Parque Santos Dumont está localizado na região central da cidade, ocupando uma área de 46.500,00 m2.  Exibe área verde e de lazer, com pista para caminhada e equipamentos de ginástica para prática de exercícios e corridas, quiosques, pista de skate e playground. Para o lazer contemplativo, tem ainda jardim japonês e um lago de criação de peixes e aves, permitindo o atendimento a todas as faixas de usuários. É uma boa pedida para visitar com as crianças.

Em homenagem ao pai da aviação Alberto Santos Dumont e buscando consolidar a identidade assumida pela cidade em função do extenso parque aeronáutico, o parque abriga exemplares aeronáuticos, como a réplica da aeronave 14 Bis, o protótipo do avião Bandeirante e maquetes de foguetes da família Sonda, além da réplica da residência do aviador, a Casa Encantada.

Aberto diariamente das 7h às 16h45 (para caminhadas das 4h às 22h) na Rua Prudente Meirelles de Moraes, 1000 na Vila Adyana, ao lado do Sesc. A entrada e as atrações são gratuitas.

Memorial Aeroespacial Brasileiro

Memorial aeroespacial brasileiro

Memorial aeroespacial brasileiro

O Memorial Aeroespacial Brasileiro é um museu criado em 2004 pelo DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial) em parceria com a ABCAer (Associação Brasileira de Cultura Aeroespacial) com o objetivo de preservar a história da indústria aeroespacial do Brasil. Seu acervo conta com maquetes de diversas aeronaves de produção nacional, réplicas de foguetes, aviões e mísseis de uso das Forças Armadas e mantém viva a memória das conquistas do DCTA e do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).

Instalado numa área de 75 mil metros quadrados, o Memorial Aeroespacial Brasileiro abriga, além do salão de exposições, auditório com capacidade para 120 pessoas. Também estão disponíveis no local estacionamento e uma área para alimentação com vista para o lago. Na área de exposição externa, estão aeronaves de fabricação nacional e réplicas dos foguetes do Programa Espacial Brasileiro, entre elas, em escala natural, o VLS (Veículo Lançador de Satélites).

As visitas acontecem de 3ª a 5ª feira, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h; Às 6ª feiras das 8h às 17h. Sábados, domingos e feriados das 9h às 17h (exceto Natal, Ano Novo, Carnaval e Semana Santa). Às segundas-feiras, o MAB não abre para visitação e as visitas monitoradas devem ocorrer somente mediante agendamento através de telefone e e-mail: (12) 3947-7844 / 3947-3046 / 3947-6014. A entrada e o estacionamento são gratuitos e ele fica localizado à Avenida Brigadeiro Faria Lima, s/n, Parque Martim Cererê, próximo à Embraer e ao Aeroporto de São José dos Campos.

 

Parque da Cidade Roberto Burle Marx

PRIMAVERA – FOTO: CLAUDIO VIEIRA. DATA: 21-09-2016 SJC-SP.

O Parque Municipal Roberto Burle Marx, mais conhecido como “Parque da Cidade”, ocupa uma área de cerca de um milhão de metros quadrados que foi parte da antiga Fazenda da Tecelagem Parahyba. Neste vasto perímetro estão abrigadas uma grande diversidade de espécies vegetais e uma belíssima paisagem composta por jardins, palmeiras imperiais, lagos, ilhas artificiais, bosques e alamedas.

Os jardins, de autoria de Roberto Burle Marx, e a Residência Olivo Gomes, projetada por Rino Levi, compõem um importante trabalho da arquitetura moderna.  Um dos principais atrativos do parque é o contato com a natureza. Ele proporciona ao visitante agradáveis passeios em caminhos cercados por densa vegetação constituída de espécies nativas e exóticas e habitada por uma rica fauna silvestre. Seu patrimônio é tombado pelo Comphac – Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Artístico, Paisagístico e Cultural. A Residência Olivo Gomes e os jardins de Burle Marx são tombados pelo Condephaat.

O parque funciona todos os dias das 6h às 18h, na Avenida Olivo Gomes, 100, no bairro Santana. A entrada é gratuita.

Colinas Shopping

Colinas Shopping é um dos destaques da cidade

Colinas Shopping é um dos destaques da cidade

Para quem não dispensa o conforto e uma volta no shopping, o Colinas Shopping faz parte de um complexo com o Golden Tulip São José dos Campos, um hotel de excelência, com qualidade, além de contar com o estrelado Cassiano Restaurante, especialista em culinária portuguesa.

Situado no coração da região centro-oeste, de frente para a ponte estaiada e conectado com as principais vias da cidade, o Colinas Shopping é referência em compras, gastronomia, entretenimento e serviços de alto padrão na região do Vale do Paraíba. O shopping possui um mix completo composto de marcas renomadas e exclusivas.

O Colinas Shopping está na Avenida São João, 2000, no Jardim das Colinas. As lojas funcionam das 10h às 22h de segunda a sábado, e a praça de alimentação das 11h às 22h. Nos domingos e feriados, as lojas funcionam das 13h às 20h e a praça de alimentação das 11h às 20h.

Casa de Cultura Rancho do Tropeiro Ernesto Villela

O endereço onde a Casa de Cultura está localizada, no distrito de Eugênio de Melo, já foi passagem de tropeiros, em tempos passados. Foi juntando o rancho e os tropeiros que surgiu o nome da Casa de Cultura Rancho do Tropeiro, instalada em 1993. No espaço, são oferecidas oficinas nas áreas de dança, música, teatro e artes plásticas, exposições e apresentações culturais.

A Casa de Cultura se situa na Rua Ambrósio Molina, 184, Eugênio de Melo e funciona de segunda à sexta, das 8h às 17h. A entrada é gratuita.

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Descubra o tesouro mais bem guardado de Goiás

Aninhada entre os verdes campos do interior goiano, Adelândia se destaca como um tesouro de história e tradição, situada a apenas 111 km de Goiânia e 310 km de Brasília. Com uma população de 2.297 habitantes, segundo o Censo do IBGE 2022, este município não só respira cultura, mas também exala uma aura de economia peculiar e um nome que ecoa inspiração.

Capela ao Coração da Comunidade

O embrião de Adelândia foi a humilde capela de São Sebastião, cujas paredes testemunharam o surgimento de uma comunidade fervilhante de fé e esperança. Erguida em um cenário onde o Rio Turvo serpenteia entre os campos, a capela tornou-se o ponto de encontro espiritual para os moradores das propriedades rurais ao redor, um lugar de devoção e solidariedade.

Do Solo Fértil ao Desenvolvimento

Agricultura e pecuária moldaram o destino de Adelândia desde os primórdios. As terras generosas do município alimentaram gerações de agricultores e pecuaristas, que encontraram neste solo fértil não apenas o sustento, mas também a base para o crescimento e a prosperidade. O ritmo tranquilo da vida rural, embalado pelo trabalho árduo e pela simplicidade dos costumes, dava o tom de uma existência marcada pela harmonia com a natureza e a solidariedade comunitária.

O Legado de Dona Adélia

O nome de Adelândia é uma homenagem singela à Dona Adélia, esposa do fazendeiro Domingos Alves Sobrinho, cuja generosidade e visão ajudaram a moldar o destino da cidade. Ao doar as terras que se tornariam o núcleo da comunidade, Dona Adélia deixou um legado de altruísmo e comprometimento com o bem-estar daqueles ao seu redor. Seu espírito empreendedor e sua dedicação ao progresso de Adelândia são lembrados com gratidão por todos que hoje chamam esta cidade de lar.

Emancipação e Crescimento

O ano de 1962 marcou um ponto de virada na história de Adelândia, quando o vilarejo foi elevado à condição de distrito de Mossâmedes. Esta conquista representou um passo significativo rumo à autonomia e ao desenvolvimento local, pavimentando o caminho para a emancipação oficial em 30 de dezembro de 1987, através da Lei nº 10.396. Desde então, Adelândia tem trilhado seu próprio destino, escrevendo novos capítulos de progresso e crescimento com cada página virada.

Um Convite à Descoberta

Hoje, Adelândia permanece como um testemunho vivo do espírito pioneiro e da resiliência do povo goiano. Suas ruas tranquilas e sua atmosfera acolhedora convidam os visitantes a explorar sua rica história, descobrindo os segredos e encantos que tornam esta cidade tão especial. De suas raízes humildes ao seu presente vibrante, Adelândia é uma ode à força e à determinação daqueles que ousaram sonhar e construir um futuro melhor para as gerações vindouras.

Um Hino para os Corações de Adelândia

Adelândia é mais do que uma cidade; é um lar onde os corações batem ao ritmo de uma melodia única. Tão profundo é o sentimento de pertencimento que a comunidade local celebra sua identidade com um hino municipal. A composição premiada, fruto do talento da professora Waldir da Silva Avelar, ecoa pelos campos e ruas da cidade, unindo os habitantes em um coro de orgulho e gratidão pela terra que chamam de lar.

Economia Vibrante e Promissora

As raízes de Adelândia estão firmemente plantadas na terra fértil do interior goiano, alimentando não apenas a população, mas também uma economia próspera e diversificada. A agropecuária é o pilar fundamental deste cenário, com a cidade destacando-se na bacia leiteira e no cultivo de bananas. Além disso, a indústria cerâmica floresce, com especial destaque para a produção de tijolos, que sustenta não apenas a construção local, mas também exporta para regiões vizinhas. No setor de laticínios, uma empresa emergente eleva o nome de Adelândia, consolidando-se como um símbolo de inovação e qualidade na região. Com um espírito empreendedor e uma base sólida, a economia de Adelândia prospera, alimentando os sonhos e aspirações de seus habitantes e garantindo um futuro brilhante para as gerações vindouras.

Adelândia: Tesouro Escondido nas Planícies Goianas

Encravada nas paisagens exuberantes do interior de Goiás, Adelândia emerge como uma verdadeira joia escondida, pronta para ser descoberta por aqueles que buscam experiências autênticas e memoráveis. Conhecida carinhosamente como a “Capital do Feijão” durante os anos 80, devido à sua proeminente produção desse grão, esta cidade encantadora é muito mais do que seu apelido sugere. Com uma rica história, paisagens deslumbrantes e uma comunidade acolhedora, Adelândia aguarda ansiosamente para compartilhar seus tesouros com todos os que têm a curiosidade de conhecê-la.

Um Convite para Descobrir a Essência de Adelândia

Para aqueles que ainda não tiveram o prazer de explorar as maravilhas de Adelândia, o convite está lançado. Deixe-se envolver pela hospitalidade calorosa de seus habitantes, maravilhe-se com a beleza intocada de suas paisagens e mergulhe na riqueza de sua história. Venha descobrir por que Adelândia é verdadeiramente uma jóia preciosa no coração de Goiás.

Compartilhe suas Experiências

E para aqueles que já tiveram o privilégio de visitar Adelândia, compartilhe suas experiências! Deixe-nos saber sobre os momentos especiais que você viveu nesta cidade encantadora e ajude a espalhar a palavra sobre as maravilhas que Adelândia tem a oferecer. Juntos, podemos inspirar outros a explorar e apreciar a beleza única deste tesouro escondido nas planícies goianas.

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Foto de Capa: Prefeitura de Adelândia

Aplicativo pode identificar autismo com 87% de precisão por IA

Um aplicativo inovador, chamado SenseToKnow, está dando uma nova opção a milhares de famílias ao redor do mundo. Desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Duke, na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, esse aplicativo utiliza inteligência artificial (IA) para identificar o autismo em crianças com uma precisão impressionante de 87,8%.

A notícia é um marco significativo na detecção precoce do Transtorno do Espectro Autista (TEA).

 

Como Funciona o SenseToKnow?

O SenseToKnow é uma ferramenta fácil de usar que pode ser acessada através de um tablet. O aplicativo avalia a criança em apenas 10 minutos, analisando suas respostas a jogos na tela, expressões faciais, piscadas, movimentos corporais e reações espontâneas. Através de algoritmos de IA, o SenseToKnow interpreta esses dados e identifica indicadores do autismo.

 

A Importância do Diagnóstico Precoce

Especialistas afirmam que a detecção precoce do autismo é fundamental para um tratamento eficaz. Quanto mais cedo o diagnóstico, melhores são as chances de intervenção bem-sucedida. O SenseToKnow é uma ferramenta crucial nesse processo, oferecendo aos pais a possibilidade de identificar sinais de autismo em seus filhos no conforto de casa.

 

Detalhes do Estudo e Expectativas Futuras

O estudo do SenseToKnow envolveu a análise de 475 crianças durante consultas pediátricas. Dos participantes, 49 foram posteriormente diagnosticados com autismo, e 98 apresentaram atrasos no desenvolvimento sem autismo. O aplicativo mostrou uma sensibilidade surpreendente de 87,8% para detectar o autismo, indicando sua eficácia no diagnóstico precoce.

Atualmente, o aplicativo aguarda a liberação da Food and Drug Administration (FDA), a agência reguladora de saúde dos Estados Unidos, para ser disponibilizado ao público. A equipe de pesquisa está explorando a possibilidade de fornecer o aplicativo aos pais para uso doméstico supervisionado.

 

Impacto e Futuro do SenseToKnow

A detecção precoce do autismo é um passo crucial para garantir que as crianças recebam o suporte necessário desde cedo. O SenseToKnow não só oferece esperança para famílias, mas também representa um avanço significativo na aplicação da IA para o diagnóstico médico. Espera-se que, no futuro, essa tecnologia possa ser integrada aos programas de intervenção precoce, permitindo um acompanhamento mais detalhado do progresso das crianças com autismo.

A pesquisa por trás do SenseToKnow foi apoiada pelos Institutos Nacionais de Saúde, pela Fundação Simons, pela National Science Foundation e pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos.

Para mais informações sobre essa incrível inovação no diagnóstico do autismo, acesse o site aqui.

 

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Foto: Divulgação/Duke University

Chapada dos Veadeiros: pesquisadores da UNB descobrem répteis e anfíbios raros na região

Pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) fizeram a catalogação de 55 espécies de répteis e 34 de anfíbios raros na serra do Tombador, localizada na Chapada dos Veadeiros, em Goiás. Essa descoberta acrescentou 89 espécies inéditas ao registro científico, incluindo diversas variedades de serpentes, sapos, lagartos e rãs. Durante o trabalho de catalogação, os pesquisadores avistaram cerca de 800 animais, a maioria de espécies já conhecidas.

Reuber Brandão, coordenador da pesquisa e professor do Departamento de Engenharia Florestal (EFL) da UnB, ressaltou a presença de espécies peçonhentas, que possuem glândulas produtoras de veneno, e espécies venenosas, cujo veneno está presente na pele do animal. Ele enfatizou a importância desse número significativo de espécies catalogadas para a região do cerrado e expressou a intenção de aprofundar os estudos taxonômicos.

Embora algumas espécies encontradas na região já fossem conhecidas, como a coral-falsa (Apostolepis sanctaeritae), que imita as cores da cobra-coral, uma espécie altamente venenosa, existem poucos estudos sobre a biologia desse réptil. Além disso, a expedição avistou a serpente jararaca pintada (Bothrops mattogrossensis) juntamente com outros répteis.

Cada espécie encontrada representa um projeto evolutivo único e carrega consigo uma história de adaptação aos ambientes em que vivem. Compreender essa diversidade é fundamental para entender as estratégias de sobrevivência no cerrado, o que pode ser aplicado em estudos futuros, inclusive em relação às mudanças climáticas.

A identificação das espécies é apenas o início de uma série de novas pesquisas. Reuber explicou que os anfíbios possuem diversas substâncias em sua pele que desencadeiam reações em outros animais ou fungos, e o estudo dessas reações contribui para o desenvolvimento de medicamentos e avanços na área da biotecnologia. Essas pesquisas também podem auxiliar no desenvolvimento de antibióticos, anti-inflamatórios, antifúngicos e até mesmo substâncias que facilitam a entrega de medicamentos no organismo.

A serra do Tombador é a maior reserva particular do cerrado e está localizada no município de Cavalcante, a 311 km de distância de Brasília e cerca de 89 km de Alto Paraíso (GO), um dos principais destinos turísticos visitados pelos brasilienses.

Preservação

A equipe de pesquisa, composta por 40 pesquisadores, incluiu também professores e estudantes da Universidade Federal do Acre, além de membros do Instituto Boitatá de Etnobiologia e Conservação da Fauna. Em entrevista ao R7, Reuber mencionou que essa pesquisa é um resultado do plano de manejo da serra do Tombador, que envolve o estudo e a determinação de áreas para preservação ambiental.

“A área apresentava um grande potencial para a descoberta de novas espécies. Conforme a investigação avançava, mais espécies eram adicionadas à lista”, afirmou o professor. A expedição durou 40 dias e, de acordo com o pesquisador, a localização é estrategicamente importante, pois é um ponto de encontro dos rios São Félix e Tocantins e abriga espécies provenientes da Chapada dos Veadeiros, da Amazônia e do rio Tocantins.

Reuber alertou que 30% das espécies catalogadas são pouco avistadas e podem ser consideradas raras. Isso significa que quando o ambiente é destruído, pelo menos 30% da fauna presente não é encontrada em outras áreas, podendo acabar desaparecendo.

 

*Com informações Correio Braziliense

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Novas espécies de cogumelos são descobertos no Parque Estadual Terra Ronca em Goiás

O parque Estadual Terra Ronca é um exemplo de como Goiás tem lugares impressionantes e de natureza intocável para conhecer. São milhares de quilômetros de mata virgem, muitas cavernas belíssimas, aventuras e riquezas da história do estado.

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Além da beleza, o local que conta com cavernas de tamanhos impressionantes, algumas com mais de 60 milhões de anos, serve para cientistas e pesquisadores estudarem e descobrirem novas espécies da fauna e da flora.

terra
(Foto: Faquini)

Foi com essa proposta que a equipe do Laboratório de Micologia Básica, Aplicada e Divulgação Científica (FungiLab) do Campus Central da Universidade Estadual de Goiás (UEG), em Anápolis, descobriu recentemente duas novas espécies de fungos no cerrado. A primeira é um cogumelo e a outra, um bolor. As descobertas são parte da pesquisa de doutorado dos estudantes do Programa de Pós-Graduação em Recursos Naturais do Cerrado (Renac|UEG) Lucas Leonardo da Silva e Antônio Sérgio Ferreira de Sá, orientados pela professora doutora Solange Xavier dos Santos.

pesquisadores

Batizado como Furtadomyces sumptuosus, o cogumelo foi encontrado em uma área de mata da Floresta Nacional de Silvânia, uma unidade de conservação na região Centro-Sul do estado de Goiás, que abriga diferentes fisionomias vegetacionais típicas do cerrado. Segundo os pesquisadores, o nome foi dado devido às características do cogumelo, que é robusto, suntuoso, bem diferente do que se conhece como um cogumelo tradicional.

Já o bolor foi encontrado em uma das cavernas do Parque Estadual Terra Ronca, localizado no município de São Domingos, no Nordeste do estado. O nome científico da espécie, Preussia bezerrensis, foi dado em homenagem à caverna onde ele foi encontrado, que é conhecida como Lapa do Bezerra. “A caverna é santuário natural, de rara beleza e muito difícil acesso e, por isso, a natureza lá se mantém quase intacta”, explica a professora Solange Xavier.

novos

A professora conta que o reconhecimento e a validação dessas espécies como novas para a ciência só foram possíveis depois de estudos bastante minuciosos que incluem a comparação com todas as outras espécies parecidas, para então constatar que de fato nunca ninguém as encontraram antes. “Para isso são levadas em consideração não apenas a aparência física, mas também outras características, incluindo a análise microscópica de suas estruturas e, também, o seu material genético, seu DNA. Isso permite ainda verificar o grau de parentesco com outras espécies de fungos já conhecidos”, salienta.

Os resultados dessas descobertas foram publicados em 2022 nas revistas científicas internacionais Mycological Progress, volume 21, e Persoonia – Molecular Phylogeny and Evolution of Fungi, volume 49.

A professora Solange Xavier explica que os próximos passos da pesquisa do FungiLab são focados na prospecção dessas novas espécies para investigação das substâncias que produzem e que possam ter aplicação em diversas áreas, inclusive moléculas desconhecidas. “Esses fungos agora estão sendo domesticados, ou seja, cultivados em meio de cultura no laboratório para que possam ser estudados quanto ao seu potencial biotecnológico”, ressalta.

Os pesquisadores

Após a conclusão do doutorado, Lucas Leonardo da Silva candidatou-se a uma bolsa de pós-doutorado no mesmo laboratório. Sua pesquisa é focada no estudo dos fungos conhecidos como orelhas-de-pau do cerrado, que quase sempre crescem sobre madeira, são grandes e facilmente visíveis.

Já Antônio Sérgio Ferreira de Sá está estudando os fungos que ocorrem em cavernas do cerrado. O pesquisador explica que entre esses fungos de ambientes cavernícolas, alguns oferecem risco para a saúde, como é o caso de algumas espécies que vivem associadas a fezes de morcegos, que podem causar séria infecção pulmonar se forem inaladas pelas pessoas que adentram essas cavernas. Esse foi, inclusive, um dos objetivos do estudo do Antônio Sérgio: verificar a ocorrência desses fungos nas cavernas do parque e, com isso, o risco de visitação turística nessas áreas.

pesquisadores

 

Fotos: Arquivo FungiLab| UEG

Satélite da Nasa descobre novo Planeta que pode ser habitável

Um novo planeta que pode ser habitável foi descoberto pela Nasa por meio do satélite Transiting Exoplanet Survey Satellite (TESS). Identificado como “TOI 700 e”, o planeta está em uma “zona habitável”, ou seja, uma região do sistema planetário que permite a presença de água líquida em sua superfície, o que viabiliza a existência de vida.

O corpo celeste é um dos poucos planetas do tamanho da Terra descobertos na zona habitável de uma estrela até agora. O sistema onde ele foi encontrado já possui outros três planetas (TOI 700 b, c, d), dos quais apenas dois têm condições para ser habitável. O planeta está a 100 anos-luz da Terra e tem as seguintes características:

– Tem 95% do tamanho da Terra;

– Provavelmente é rochoso; e

– Completa uma órbita a cada 28 dias.

planeta

 

“Os cientistas definem a zona habitável otimista como o intervalo de distâncias onde a água líquida da superfície pode estar presente em algum momento da história de um planeta”, segundo informações da Nasa.

Anteriormente ao TOI 700 e, os astrônomos descobriram três planetas neste sistema TOI 700, chamados TOI 700 b, c e d. O planeta d também orbita na zona habitável. O TOI 700 e leva 28 dias para orbitar sua estrela, colocando o planeta e entre os planetas c e d na chamada zona habitável otimista.

Em 2020, a equipe anunciou a descoberta do planeta d, do tamanho da Terra e zona habitável, que está em uma órbita de 37 dias, junto com outros dois mundos.

“É um dos poucos sistemas com vários planetas pequenos e de zona habitável que conhecemos”, afirma Emily Gilbert, pós-doutoranda do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa no sul da Califórnia, que liderou o trabalho.

“Isso torna o sistema TOI 700 uma perspectiva interessante para acompanhamento adicional. O planeta ‘e’ é cerca de 10% menor que o planeta ‘‘d, então o sistema também mostra como as observações adicionais do Tess nos ajudam a encontrar mundos cada vez menores”, afirmou.

O resultado da descoberta de sua equipe foi apresentado na terça-feira, 10, na 241ª reunião da American Astronomical Society (Sociedade Astronômica Americana), em Seattle (EUA). Um artigo sobre o planeta recém-descoberto será publicado no jornal The Astrophysical Journal Letters.

De acordo com a Nasa, o TOI 700 é uma pequena e fria estrela anã vermelha localizada a cerca de 100 anos-luz de distância na constelação Dorado.

“O planeta mais interno, TOI 700 b, tem cerca de 90% do tamanho da Terra e orbita a estrela a cada 10 dias. O TOI 700 c é 2,5 vezes maior que a Terra e completa uma órbita a cada 16 dias”, acrescenta a Nasa.

Transiting Exoplanet Survey Satellite

O TESS monitora grandes áreas do céu, chamadas setores, por aproximadamente 27 dias por vez. “Esses longos olhares permitem que o satélite rastreie as mudanças no brilho estelar causadas por um planeta passando na frente de sua estrela de nossa perspectiva, um evento chamado de trânsito”, de acordo com a Nasa.

A missão usou essa estratégia para observar o céu do sul a partir de 2018, antes de se voltar para o céu do norte. Em 2020, voltou ao céu do sul para observações adicionais.

“Se a estrela estivesse um pouco mais próxima ou o planeta um pouco maior, poderíamos ter conseguido identificar o TOI 700 e no primeiro ano de dados do TESS”, disse Ben Hord, pesquisador graduado no Goddard Space Flight Center da Nasa em Greenbelt, Maryland (EUA).

“No entanto, o sinal era tão fraco que precisávamos de um ano adicional de observações de trânsito para identificá-lo”, afirma. O Tess acaba de completar seu segundo ano de observações do céu do norte. “Estamos ansiosos pelas outras descobertas emocionantes escondidas no tesouro de dados da missão”, diz Allison Youngblood, astrofísica pesquisadora e vice-cientista do projeto Tess em Goddard.

O estudo de acompanhamento do sistema TOI 700 com observatórios espaciais e terrestres está em andamento e pode fornecer mais informações sobre esse sistema raro. Além disso, tais descobertas também ajudam os cientistas planetários a aprenderem mais sobre a história do nosso próprio sistema solar, conforme a Nasa.

 

*Agência O Globo

Imagem: Nasa

Cientistas descobrem espécie de Beija-flor brasileiro que canta em frequência ultrassônica

Uma espécie de beija-flor com um canto ultrassônico intriga a ciência desde 2015. Isso porque o tipo de vocalização aguda e acima do limite audível para nós, humanos, é até comum para outros mamíferos, como morcegos e cetáceos (baleias e golfinhos), mas é raro em aves.

Mas um beija-flor brasileiro é único em apresentar esse tipo de frequência sonora, e a suspeita é de usá-la justamente para fugir da competição sinfônica de outras aves.

A descoberta, liderada pelo neurocientista brasileiro e professor da Escola de Medicina de Oregon (EUA) Cláudio Mello, conta com a participação de pesquisadores da Universidade do Arizona e da Rockfeller University, ambas também americanas, e da Pontifícia Universidade Católica de Belo Horizonte (PUC-BH) e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Chamada de beija-flor preto da cauda branca (Florisuga fusca), a ave, endêmica da Mata Atlântica, é capaz tanto de produzir sons quanto escutá-los acima de 10 quilo Hertz de frequência (considerado elevado).

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(Foto: José Antônio Vicente)

Para se ter uma ideia, a maioria das aves canta dentro da frequência sonora intermediária, de 0,5 a 6 kHz, com a média em 2 a 3 kHz. Já os indivíduos de Florisuga estudados cantavam em uma frequência média de 11,8 kHz. Já a faixa considerada audível para o ouvido humano vai de 0,2 a 20 kHz.

As primeiras observações de vocalização da espécie foram feitas ainda na década de 1970, na área da reserva do Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA), em Santa Teresa (ES), pelo fundador do parque, o naturalista Augusto Ruschi.

À época, sofrendo de perda auditiva, o cientista descreveu que o beija-flor “cantava, mas ele não conseguia ouvir”, achando que era uma condição dele próprio. Mal sabia ele que, na realidade, não era possível escutar o canto da ave.

A descrição da frequência sonora, porém, foi concluída em 2018, em uma publicação na revista científica “Current Biology”. De lá para cá, Mello conta que recebeu uma bolsa da National Geographic Society para fazer uma nova expedição ao Brasil no início de 2020, mas, com a covid, o trabalho de campo foi adiado.

Passado o período mais restritivo da pandemia, ele e os colegas puderam fazer um estudo in loco em outubro último. Observaram 40 aves e viram que a frequência ultrassônica era, de fato, única para essa espécie de beija-flor.

“Quando voltamos com equipamentos especializados para captar ultrassom, comprovamos o que já havíamos constatado, que eles cantam em uma faixa que em geral outras aves não vão ouvir. E isso pode ser interessante, eles podem ocupar uma faixa em que a comunicação deles não é interrompida”, descreve Mello.

Segundo ele, a frequência mais alta, porém, viaja em ondas mais curtas, o que indicaria uma comunicação a curta distância. “Estamos analisando agora os dados coletados para obter a resposta de qual a distância em que essa informação [o canto] chega e, também, se os filhotes conseguem ouvir os pais.”

Nas aves, a vocalização é um instrumento importante até mesmo para o aprendizado dos filhotes. “O aprendizado vocal implica que o filhote de dentro do ninho ouça o canto do adulto e imite o canto, então é extremamente importante entender se eles conseguem ouvir os pais.”

Como há poucos dados na literatura até mesmo sobre como funciona o comportamento de aprendizado em beija-flores, a pesquisa ainda deverá ser testada, inclusive tocando o gravador em outras localidades em que a espécie é encontrada, para saber se esse ensinamento é passado entre as gerações.

Biodiversidade

De acordo com o cientista, um próximo passo da pesquisa é estudar a anatomia interna de Florisuga para avaliar as adaptações que podem existir nas cordas vocais e no ouvido interno desses animais.

“Agora vamos focar projetos de longo prazo. Estamos aguardando firmar alguma parceria com o INMA para estudar a ecologia dessa espécie, que é realmente única. Esse é um bom exemplo de como a gente conhece ainda muito pouco da biodiversidade, e em especial da Mata Atlântica”, diz ele.

A expectativa é que não seja tarde demais, uma vez que a Mata Atlântica é o bioma brasileiro que mais perdeu área nos últimos 40 anos. Os cientistas já comprovaram a importância da floresta, que é considerada um “hotspot” de biodiversidade mundial, para o entendimento da diversidade de espécies brasileiras e também para a descoberta de novas plantas e seres com potencial farmacológico e econômico.

Como os equipamentos utilizados também são próprios para o estudo dos morcegos, o neurocientista afirma que parcerias desse tipo também são bem-vindas, até mesmo considerando o alto custo de cada aparelho, de até R$ 10 mil do captador ultrassônico e de R$ 15 mil a R$ 20 mil do gravador. “Os beija-flores cantam até umas cinco, seis da tarde, e depois vêm os morcegos, então dá para fazer duas pesquisas em um mesmo dia.”

 

*Folhapress

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Peixe que nasce fêmea e vira macho é descoberto nas profundezas das Maldivas

Foi nas profundezas das Maldivas, região rica em biodiversidade, entre 40 e 70 metros de profundidade, que um grupo de cientistas descobriu a espécie de peixe bodião-fada-com-escamas-rosa (Cirrhilabrus finifenmaa). No coração do Oceano Índico há cardumes de peixe arco-íris que têm uma característica única: nascem fêmeas para se transformarem em machos.

 

Para chegar até o espécime, os pesquisadores tiveram que utilizar equipamentos de mergulho especializados que reciclam o ar exalado. O aparelho, que elimina dióxido de carbono e libera oxigênio, permite que os mergulhadores alcancem até 100 metros de profundidade. Em alguns momentos, os pesquisadores precisam subir lentamente a superfície, o que faz o trabalho durar horas, mas vale a pena. 

 

A descoberta do peixe faz parte da iniciativa Hope for Reefs da Academia de Ciências da Califórnia, nos EUA, e contou com apoio do  Instituto de Pesquisa Marinha das Maldivas. Essa foi a primeira vez que um pesquisador das Maldivas descreveu uma nova espécie nativa da região. 

 

O nome finifenmaa significa rosa na língua local Dhivehi. Além disso, a denominação faz referência a flor homônima de mesma cor tradicional das Maldivas. 

 

Entenda a mudança de sexo

 

Assim como todas as espécies de bodiões, o bodião fada de véu rosa é um hermafrodita sequencial, o que significa que ele nasce com determinados órgãos reprodutores e muda de sexo biológico ao longo da vida.

 

Os bodiões se encaixam no hermafroditismo protogínico, ou seja, necessariamente nascem fêmeas e tornam-se machos. Para algumas espécies dessa família, a mudança ocorre quando o macho de uma colônia morre, sendo necessário que a fêmea adote o papel dominante e assuma seu lugar.

 

Foto: Divulgação 

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Novo supercontinente está se formando na Terra segundo cientistas

Cientistas da Curtin University, na Austrália, mostraram como será o próximo supercontinente da Terra, batizado de “Amásia”. Segundo os pesquisadores, essa grande massa de terra se formará quando o Oceano Pacífico estiver completamente fechado. Isso ocorre lentamente, com conclusão dentro de 200 milhões ou 300 milhões de anos. O estudo foi publicado na revista científica National Science Review e as informações são da Revista Oeste.

De acordo com Chuan Huang, líder do estudo, a cada 600 milhões de anos ocorre um fenômeno conhecido como “ciclo do supercontinente”. Isso acontece quando os continentes da Terra colidem e formam um supercontinente. Os cientistas usaram um supercomputador para simular como essas colisões acontecem. Assista a simulação:

O novo supercontinente resultante foi nomeado Amásia, porque alguns acreditam que o Oceano Pacífico fechará — em oposição aos Oceanos Atlântico e Índico — quando a América colidir com a Ásia. A Austrália também irá desempenhar um papel importante nesse evento da Terra. Primeiro, colidindo com a Ásia, depois conectando a América e a Ásia, quando o Oceano Pacífico fechar.

Segundo Zheng-Xiang Li, co-autor do estudo, quando o mundo inteiro for dominado por uma única massa continental, haverá uma alteração drástica do ecossistema e do meio ambiente do planeta. 

 

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Foto: Banco de imagens

Crânios humanos são encontrados em sítio arqueológico em Serranópolis (GO)

Pesquisadores encontraram dez crânios humanos do período pré-colonial em Serranópolis, região sudoeste de Goiás. Segundo eles, a descoberta amplia os estudos sobre as civilizações passadas e contribuem com discussões científicas sobre a ocupação humana. Com informações do G1.

 

O projeto foi nomeado como “Escavação do Sítio Arqueológico Serranópolis Goiás: Novas Perspectivas”. O trabalho é feito na região desde 2020, quando começaram as escavações.

 

A descoberta dos crânios aconteceu em junho deste ano, mas só foi divulgada pelos pesquisadores no dia 26 de agosto. O motivo é que os pesquisadores queriam informar primeiro os moradores de Serranópolis sobre os trabalhos realizados no município.

 

A pesquisa é coordenada pelos professores Júlio Cesar Rubin, geoarqueólogo, e Rosiclér Theodoro da Silva, da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), e tem a aprovação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), por meio da Superintendência de Goiás e do Centro Nacional de Arqueologia (CNA).

 

Segundo Júlio Cezar, a estrutura funerária possui uma datação relativa de 3 a 4 mil anos e está muito bem conservada. “Os novos achados confirmam o potencial arqueológico da região e abrem novas perspectivas quanto aos estudos relacionados com a formação e ocupação do sítio”, destaca.

 

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Os estudos no local fazem parte da retomada das pesquisas arqueológicas na região. Esta é a quarta etapa da pesquisa e busca uma correlação com os resultados das primeiras investigações desenvolvidas no local nas décadas de 1970 e 1980.

 

Júlio disse ainda que o trabalho de escavação continua, porque eles vão tentar encontrar vestígios que possam trazer mais informações sobre o estilo de vida desses antigos moradores da região.

 

“Tudo que nós temos agora são informações preliminares, a gente tem que escavar muito mais nesse sítio, investigar muito mais. A área do sítio deve ter mais ou menos 800 metros quadrados e a gente escavou até agora 17 metros quadrados. Então, é o início de uma retomada da pesquisa”, contou o professor.

 

 

 

Fotos: Acervo Projeto Serranópolis

Floresta fossilizada de 290 milhões de anos é descoberta no Brasil

Uma pesquisa desenvolvida pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) possibilitou à ciência abrir uma janela para viajar no tempo e estudar uma floresta composta por 164 árvores de cerca de 290 milhões de anos, quando o mundo começava a ter os continentes divididos, em uma transição da deriva continental entre os períodos do megacontinente Pangeia e o antigo paleocontinente Gondwana.

 

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A floresta era formada por árvores de uma linhagem chamada licófitas de Ortigueira, plantas que mediam até 18 metros e cresciam em áreas frequentemente inundadas por água salgada.

A descoberta, feita durante uma pesquisa de doutorado da estudante do Programa de Pós-Graduação em Geologia da UFPR Thammy Ellin Mottin, foi publicada no periódico Palaeogeography, Palaeoclimatology, Palaeoecology.

Em nota publicada pela federal do Paraná, a pesquisadora diz que as árvores encontradas fossilizadas “estão preservadas dentro da rocha da exata maneira em que viviam”, guardando as características de um ecossistema que existia há cerca de 290 milhões de anos.

Posição original

Thammy acrescenta que os fósseis encontrados apresentam plantas preservadas na posição original (vertical), o que é considerado algo extremamente raro, “especialmente no paleocontinente Gondwana”.

Segundo a UFPR, até hoje, só há relato de mais dois locais com plantas da linhagem preservadas desta forma. Um desses locais é na Patagônia argentina e outro, no Rio Grande do Sul, “regiões em que o número de licófitas é bem menor e cujos caules se encontram deformados verticalmente”.

De acordo nota divulgada pela universidade, as licófitas de Ortigueira recém-descobertas não estão comprimidas como as de outros lugares, o que permite “uma reconstrução da planta com mais fidelidade”, proporcionando noções mais precisas sobre como essas árvores eram distribuídas no terreno, bem como sobre a quantidade de plantas por hectare, a relação delas entre si e sua interação com o ambiente, entre outros aspectos.

Thammy acrescenta que o sistema de raízes das árvores encontradas nunca havia sido descrito em licófitas do Gondwana. “O sistema de raízes forma lobos que partem da base dos caules, cuja função seria a ancoragem da planta no substrato.”

Ela destaca que, ao associar o estudo com outros trabalhos científicos, foi possível, aos pesquisadores brasileiros, reconstruir o ambiente em que a floresta viveu e a forma como as plantas morreram. A floresta era banhada pelo antigo Oceano Panthalassa, em uma região costeira que sofria influência da água doce dos rios e da água salgada do mar.

Inundação

As plantas viviam nessa transição entre terra e mar, em algo semelhante ao que seria uma região de manguezal. “Elas ocupavam um substrato frequentemente inundado”, explica a pesquisadora. Fortes chuvas, então, causaram uma inundação fluvial, com o transbordamento da água dos rios, evento que contém, além de água doce, grande quantidade de sedimentos, entre partículas de areia e argila.

“Presume-se que os sedimentos foram cobrindo as árvores progressivamente, levando à asfixia e à compressão das raízes. O soterramento continuou até o ponto em que a parte superior das licófitas colapsou, deixando exposta parte do caule. A parte interior do caule foi sendo removida pela ação da água e foi preenchida por sedimentos que ainda chegavam e que terminaram por soterrar completamente a floresta”, detalha a doutoranda.

De acordo com Thammy, supõe-se que todo esse processo ocorreu rapidamente no tempo geológico, em questão de dias ou poucos anos, enquanto um processo de fossilização em condições normais costuma demorar milhares ou milhões de anos.

Piscar de olhos

“No tempo geológico, esse período de dias a poucos anos é comparável a um piscar de olhos. Nesses casos, o que vemos atualmente nessa floresta é muito fidedigno ao que era o ecossistema da época em que vivia”, explica Thammy.

Ela acrescenta que as informações obtidas por meio de plantas fossilizadas podem revelar aspectos da evolução biológica, datação e reconstituição da história geológica da Terra, ecossistemas e climas do passado; e que muitas dessas informações são difíceis de recuperar pois, durante sua vida ou morte, as plantas colapsam e são levadas para longe de seu habitat, perdendo suas características originais.

Nesse sentido, a vegetação fossilizada descoberta no Paraná torna-se ainda mais relevante “devido à sua rara fossilização instantânea”, o que torna seus elementos extremamente fiéis. Assim, o achado acaba por ajudar a traçar o clima existente na época, “demonstrando que uma importante mudança climática ocorreu naquele período, com a passagem de uma forte glaciação para um período de clima mais quente, chamado pós-glacial.”

 

*Agência Brasil

Imagem: Thammy Mottin

30 ovos de dinossauro com mais de 60 milhões de anos são encontrados na Espanha

Na Espanha, uma equipe de pesquisadores espanhóis, portugueses e alemães extraiu um total de 30 ovos de dinossauro de rochas presentes em um sítio arqueológico. O achado foi feito na província de Huesca, região que fica no nordeste do país.

A escavação começou em 2020 e a análise dos fósseis terminou no último mês de setembro, conforme informações repercutidas pela Newsweek. O achado foi datado de 66 milhões de anos atrás, do Período Cretáceo. 

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(Foto: Divulgação)

 

As conclusões iniciais da pesquisa apontam que os ovos pertenciam a um saurópode de pescoço longo, uma espécie herbívora que gerou alguns dos maiores dinossauros que já viveram na Terra — com indivíduos que podiam alcançar incríveis 66 metros de altura. 

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(Ilustração mostrando algumas espécies de saurópodes / Crédito: Divulgação/ Scientific American/ Raúl Martín)

 

‘’No total, cinco pessoas dedicaram oito horas por dia durante 50 dias para escavar o ninho, que finalmente foi removido com a ajuda de uma escavadeira”, relatou Moreno-Azanza, que participou da pesquisa, a respeito do processo de escavação realizado em 2020‘’.

Os cientistas envolvidos na descoberta acreditam ainda que existem aproximadamente outros 70 ovos dentro das rochas do mesmo sítio arqueológico. Felizmente, o projeto deles recebeu os subsídios necessários para os próximos três anos, de forma que esse processo de extração dos fósseis terá continuidade. 

*Fonte Aventuras na História UOL

 

Imagem: Divulgação

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No mês de abril deste ano, durante uma escavação para a construção de uma ferrovia no município de Davinópolis, no Maranhão, foi descoberto um fóssil de dinossauro gigante ainda desconhecido para a comunidade científica.

Leonardo Keber, que é paleontólogo do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (Cappa), da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), é um dos pesquisadores que tenta desvendar as origens do fóssil, um fêmur, de 1,5 metro. O paleontólogo Elver Mayer, da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) que começou a estudar o fóssil, convidou Leonardo para participar dos estudos e das escavações do animal.

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(Pesquisador Leonardo Kerber deita ao lado de osso encontrado no Maranhão para mostrar o tamanho: 1,5 metro — Foto: Giovani T. Viecili/Amai Fotografia)

No início, os pesquisadores achavam que fosse uma preguiça gigante, que são bem comuns no Brasil, segundo o paleontólogo. Leonardo se juntou ao grupo na segunda parte das escavações, quando foi encontrado o fêmur gigante. “Uma partezinha dele estava aparecendo, a gente foi deixando por último. Para a nossa surpresa, era um osso bem grandão”, afirma.

Os especialistas avaliam ainda que o osso pudesse ser maior, uma vez que ele aparenta estar incompleto, e, para mostrar mostrar a escala do tamanho do osso, o próprio Leonardo tirou uma foto, deitando-se ao lado do fóssil. “Mas ainda faltam muitos estudos para detalhar a identificação dos ossos. Ao todo, foram recuperados aproximadamente 35 elementos desse animal, além de uma série de outros fósseis menos completos, que irão fornecer dados sobre como era esse gigante”, explica.

Leonardo agora integrará o grupo que vai tentar identificar as origens do animal, que até o momento, há somente suspeitas. Vértebras, ossos longos, costelas e diversos pequenos fragmentos também foram escavados. “Ainda não temos como precisar se é o maior do Brasil. Temos muitas suspeitas, mas é muito chute ainda”, relata o paleontólogo.

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(Pesquisadores estudam fósseis encontrados durante escavação para obra no interior do Maranhão — Foto: Giovani T. Viecili/Amai Fotografia)

Os pesquisadores devem iniciar a etapa de preparação, onde é retirado o sedimento ainda envolvendo esses fósseis. Depois, deve ser iniciada a fase de comparação com outras espécies já conhecidas, para tentar identificar o animal.

 

*Fonte Jornal O Imparcial

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Cientistas descobrem novo tratamento para Câncer de Mama agressivo

Em meio à campanha nacional do Outubro Rosa, destinada ao combate e conscientização sobre o Câncer de Mama, temos uma notícia que traz esperança. Uma equipe de médicos e cientistas do Centro Nacional do Câncer de Singapura, identificou um novo método para tratar o câncer de mama chamado triplo-negativo (CMTN), um dos mais agressivos tipos de câncer e com poucas opções de tratamento. A descoberta foi publicada na Revista News Medical, no último dia 15 de Outubro.

A equipe usou um medicamento antineoplásico chamado bexaroteno (vendido sob a marca Targretin, utilizado para o tratamento de linfoma cutâneo de células T) para facilitar esse processo antes da quimioterapia, que ainda é considerado o tratamento padrão básico. Os médicos responsáveis descobriram que as células cancerosas mudam entre diferentes estados celulares, incluindo mudar de menos agressivas para mais agressivas e vice-versa. Ao converter as células cancerosas altamente agressivas para o formato menos agressivo, os tumores são ”preparados” para responder melhor à quimioterapia, que funciona eliminando essas células. 

Este processo biológico é denominado ”transição mesenquimal-epitelial”, e a equipe usou o bexaroteno para facilitar o processo no trabalho pré-clínico do câncer de mama, antes da aplicação da quimioterapia.

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O tratamento neoadjuvante com retinoides pode promover a conversão de células cancerosas mesenquimais, altamente agressivas, em células cancerosas epiteliais, menos agressivas no câncer de mama. [Imagem: National Cancer Centre Singapore]

 

A equipe já anunciou o início de um ensaio clínico humano, com previsão de duração de três anos, para investigar se a abordagem funcionará fora do ambiente laboratorial. ”Para nosso estudo, existe uma veersão de grau clínico do indutor de transição mesenquimal-epitelial, o que facilitou significativamente a tradução direta para o cenário clínico. Esperamos que os resultados sejam o primeiro passo na introdução de um novo conceito no tratamento do câncer”, disse a Dra. Elaine Lim, coordenadora do estudo.

 

*Com informações portal Diário da Saúde

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