Este calibrador de pneus digital é portátil, barato e muito útil

Descobrimos um verdadeiro achado na Amazon, daquelas comprinhas indispensáveis e com excelente oportunidade. Uma bomba de ar que funciona a bateria recarregável e que cabe na mão. Esqueça as paradinhas em postos!

Imagine você ter uma bicicleta, moto ou carro com pneu furado num estacionamento de prédio, por exemplo. Com este calibrador digital, que cabe no porta luvas do seu carro, você resolve o problema sem depender de terceiros.

Com tantas possibilidades de uso, este produto custa na faixa de R$ 150 mas pode sair ainda mais em conta para nossos leitores. A curadoria comercial do Curta Mais testou e aprovou o equipamento e por isso compartilha a dica com você. Para ficar ainda melhor, deixamos aqui o link da compra confiável e com desconto exclusivo.

calibrador de pneus digital

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Sobre o calibrador de pneus

Bomba de ar sem fio portátil, display digital LED, medição de pressão precisa, compreensão oportuna e intuitiva do status da pressão dos pneus e garantia de segurança nas viagens.

Ele suporta quatro modos de inflação e uma variedade de unidades de pressão (PSI, BAR, KPA, kg/cm2) podem ser trocadas, que podem inflar pneus e bolas de carro/motocicleta/bicicleta.

Valor de pressão de inflação predefinido, parada automática de inflar após estar cheio, não há necessidade de olhar para o medidor de pressão do pneu o tempo todo e não explodirá o pneu devido ao excesso de pressão.

Bateria de grande capacidade de 4000mAh embutida, baixo consumo de energia e longa resistência. Com luz LED, pode ser usado como lâmpada de emergência no escuro.

Pequeno e portátil, design leve, fácil de operar, muito fácil de colocar em uma mochila e inflar e detectar a pressão dos pneus a qualquer hora e em qualquer lugar.

 

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Influencer goiano, João Vitor é indicado a Prêmio Ibest

O ativista digital goiano João Vitor de Paiva Bittencourt, de 23 anos, foi indicado para concorrer ao Prêmio iBest na categoria inclusão. João é o primeiro conselheiro jovem com síndrome de down do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil. Na internet, é considerado um dos mais influentes pelo trabalho que faz pela inclusão e contra o capacitismo e o preconceito.

O Prêmio iBest é considerado a maior referência no reconhecimento do melhor na internet no país. Hoje é o maior prêmio do Brasil e também do mundo, com aproximadamente 20 milhões de usuários únicos somente em 2023. Desde que foi relançado, em 2020, o iBest tem como missão apresentar aos brasileiros os melhores do universo digital, considerando a presença unificada nas plataformas digitais de sites, apps e principais redes sociais.

Caso João seja eleito, ou mesmo esteja entre os Top3, Top10 ou Top20, ele deve ganhar um selo de certificação outorgado pelo iBest, além de ser reconhecido por todo o mercado digital.

João Vitor está cursando o sétimo período de Educação Física em uma universidade de Goiânia, onde foi o primeiro aluno com Síndrome de Down. Antes disso, ele chegou a passar em quatro vestibulares, sendo dois em Goiânia e dois em São Paulo.

“Eu estou muito feliz e honrado de ser indicado nesse prêmio. Muito feliz com a minha dedicação, com o meu trabalho e por estar aqui representando os goianos. Eu quero dizer que eu sou porta-voz das pessoas com deficiência daqui de Goiás. Eu sou muito dedicado e tenho força de vontade”, disse João Vitor em entrevista para o g1.

Para votar em João Vitor, acesse o link.

58% dos brasileiros não tem hábito da leitura

Responda com sinceridade: quantas histórias você costuma consumir anualmente? Se sua média tem sido de ao menos um livro a cada dois meses, uma notícia pode te alegrar: seu ritmo de leitura é superior ao da maioria da população nacional — que, em meio a previsões de queda no gosto pela literatura, revelou ler no máximo cinco obras por ano.

A constatação faz parte da mais nova pesquisa da Preply, plataforma que, recentemente, entrevistou internautas de Norte a Sul e acaba de divulgar: em um país onde 30% das pessoas sequer já compraram um livro, como indicado pela pesquisa Retratos da Leitura, cerca de 60% dos entrevistados nunca tiveram interesse em ler ou sentem que perderam esse hábito, tornando-se leitores piores ao longo do tempo.

Isso porque, para compreender como pessoas de todas as regiões enxergam o mundo das palavras, a especialista no ensino de idiomas pediu que centenas de brasileiros de todas as regiões compartilhassem suas experiências com os livros, dos gostos literários aos ambientes mais propícios para se dedicar a uma nova história. Durante o levantamento, os respondentes ainda puderam apontar os maiores “vilões” da leitura no Brasil, entre opções como as responsabilidades domésticas e redes sociais.

Afinal, o que (e como) leem os brasileiros?

Embora nem todos os entrevistados no estudo da Preply se reconheçam como amantes da literatura, algo que o levantamento deixa claro é como, ao menos entre os que se entendem como tal, há muito a dizer sobre a paixão pelos livros — uma relação pautada por diferentes rituais, escolhas e preferências.

Quando o assunto são as diversas modalidades de leitura, por exemplo, se enganam aqueles que apostam na popularidade de certos formatos tidos como mais “modernos”: de acordo com cerca de 60% dos entrevistados, o livro impresso permanece sendo a opção mais agradável para se dedicar a uma boa história, percentual que o coloca muito à frente de alternativas em ascensão como os e-books (11,6%) e audiolivros (6,2%).

Em meio à ampla variedade de gêneros literários, por sua vez, as opiniões tendem a ser um pouco menos unânimes, com os livros de ficção (49,2%) e autoajuda (44,6%) liderando o topo de um pódio no qual também se destacam as histórias de mistério ou suspense (32,2%), fantasia e ficção científica (26,8%) e, claro, as boas e indispensáveis histórias de amor (28,4%).

Mas e quanto às melhores ocasiões para se dedicar à leitura? O que dizem os brasileiros? Ao serem questionados sobre as situações que mais costumam exigir a companhia de um livro, 8 em cada 10 entrevistados demonstraram predileção pelos momentos tranquilos em casa, enquanto outros afirmaram ler mais durante os períodos de espera (21,8%) e viagens de férias (19%), ambos marcados por certo ócio e despreocupação.

Das redes sociais aos programas de TV: por dentro dos “vilões” da leitura

Diante de um cenário de barreiras no acesso aos livros, baixos investimentos na educação e, em contrapartida, ascensão dos entretenimentos digitais, não é incomum que as pessoas tendam a enxergar a própria relação com os livros negativamente — impressão também reafirmada no levantamento conduzido pela Preply.

Para se ter uma ideia, depois de serem solicitados a avaliar as próprias experiências de leitura ao longo do tempo, aproximadamente 60% dos internautas compartilharam relações de distanciamento do universo das palavras, seja porque nunca tiveram interesse na literatura (16,6%) ou porque perderam o hábito de ler livros no decorrer dos anos (41,2%).

Se somados, são números maiores que a parcela que acredita estar lendo cada vez mais (28%) ou que vem mantendo o hábito ao longo do tempo (14,2%).

Os obstáculos elencados são diversos, mas parecem se dividir em dois grupos: em primeiro lugar, as distrações e hobbies alternativos, como é o caso das redes sociais (58,8%) e conteúdos audiovisuais (programas de TV, filmes e séries) (35,2%), seguidos pelas clássicas responsabilidades que geralmente interferem na disposição dos brasileiros — das demandas profissionais (48,6%) às familiares (40,%) e domésticas (33,8%).

Com tantas obrigações dentro e fora do escritório, não causa surpresa que a falta de incentivo ou motivação (15,2%) ainda apareça entre os maiores impeditivos para uma vida de leitura recorrente.

Os segredos para ler em outro idioma

Como uma plataforma especialista em idiomas, um dos interesses da Preply durante o levantamento girou em torno da capacidade de leitura em outras línguas entre os brasileiros, principalmente levando em conta que tal habilidade tem sido cada vez mais requisitada no âmbito profissional ou educacional. O  número de fluentes para além do português — segundo dados do British Council, por exemplo, apenas 5% do país se comunica em inglês —, somente 34% dos entrevistados disseram se sentir confortáveis para ler livros estrangeiros em seus idiomas originais, parcial ou totalmente.

Trata-se de uma parcela pouco volumosa quando ao lado dos 66% que ainda enfrentam dificuldades para se aventurarem pela literatura nas demais línguas, desafios em geral relacionados à limitação geral de vocabulário (62,2%), falta de contato com termos específicos (42%) e incompreensão de referências culturais de países além do Brasil (23,6%).

Para quem deseja dar o primeiro passo rumo à fluência por meio dos livros, mas não sabe por onde começar, os segredos, segundo os que leem em outros idiomas, são basicamente três: investir em dicionários bilíngues ou apps de tradução (46,7%), de forma a poupar o tempo de leitura; começar com narrativas infantis ou de fácil compreensão (45,5%) e, ainda, caprichar nas anotações (43,7%) para decorar mais naturalmente o sentido de certas palavras — dicas simples, mas que só tendem a trazer mais segurança aos interessados.

“A leitura consistente melhora a função cognitiva, aumenta a empatia e expande o conhecimento. É um treino para sua mente e alma”, comenta Sylvia Johnson, líder de Metodologia da Preply. “Para cultivar esse hábito, comece com o conteúdo que você adora, estabeleça metas gerenciáveis e faça da leitura uma rotina diária. Lembre-se, não se trata de velocidade, mas de compreensão e prazer.”

Metodologia

Para investigar os hábitos de leitura no Brasil, nas últimas semanas, 500 entrevistados de todas as regiões foram solicitados a responder a 10 questões envolvendo certos detalhes de suas relações e experiências com os livros, dos gêneros literários favoritos aos melhores ambientes para se estar na companhia de uma boa história. A organização das respostas possibilitou a criação de diferentes rankings, nos quais é possível conferir o percentual de cada alternativa apontada pelos entrevistados.

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Senac Goiás lança o primeiro curso técnico de Inteligência Artificial

O Senac Goiás vai lançar o primeiro curso técnico de inteligência artificial do Senac Brasil, que será submetido ao Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT) do Ministério da Educação.

A apresentação do curso será realizada no auditório da Fecomércio (GO), localizado na avenida 136, Setor Marista, em Goiânia, nesta terça-feira (16). A previsão para início das matrículas é para junho deste ano mediante processo seletivo. Serão ofertadas turmas comerciais e gratuitas e em breve os interessados poderão realizar a pré-inscrição, que será disponibilizada no site go.senac.br

Parcerias Multinacionais

O curso contará com grandes parcerias de multinacionais tecnológicas como a Amazon Web Services (AWS), Nvidia, Microsoft, Red Hat e Google Cloud. A metodologia será 100% Hands On, ou seja, um método que torna o aluno protagonista do próprio aprendizado com experiências totalmente práticas, que capacitam o aluno para desenvolver projetos em que é preciso criar, planejar e executar colocando a “mão na massa”.

Para o presidente do Sistema Fecomércio, Sesc e Senac, Marcelo Baiocchi, esta é mais uma solução inovadora que o Senac Goiás, proporciona para os alunos. “Estamos antenados no que o mercado exige de mais moderno e inovador, por isso o aluno que se formar no curso técnico de inteligência artificial terá muito mais segurança e preparo na hora de ingressar no mercado de trabalho”, frisa.

Conforme o diretor regional do Senac Goiás, Leopoldo Veiga Jardim, o curso tem uma grade curricular técnica totalmente direcionada para que o aluno possa estar preparado para atender prontamente o mercado de trabalho. “Vamos preparar o aluno por meio de uma infraestrutura tecnológica de ponta, instrutores altamente qualificados e parcerias com empresas locais e internacionais”, destaca.

Conforme o coordenador de programas finalísticos de tecnologia da informação do Senac Goiás, Stéfany Mendes Souza, o sistema utilizado será a Unidade de Processamento Gráfico – GPU Nvidia A16.

Ele explica que “esta é uma poderosa solução para computação de alto desempenho, projetada para atender às demandas mais exigentes em termos de processamento gráfico e computação paralela. Com uma arquitetura avançada e recursos inovadores, a GPU A16 oferece um desempenho excepcional em uma ampla variedade de aplicações, desde visualização 3D até aprendizado de máquina e inteligência artificial. Inicialmente temos a pretensão de adquirir três GPUs, que serão instaladas em servidores de alto desempenho, onde o seu fabricante será parceiro homologado pela NVIDIA. Inicialmente estamos negociando com os fornecedores: DELL, LENOVO, NUTANIX e VONK”, explica.

O Senac Goiás adquirá inicialmente três soluções desta. O coordenador explica que “esta solução (GPU + Servidor) é extremamente necessária para a execução do curso, já que possibilitará ao aluno aplicar os algoritmos de Inteligência Artificial para as suas respectivas aplicações em: redes neurais artificiais, Machine Learning, Deep Learning, processamento de linguagem natural, visão computacional, dentre outras unidades curriculares do curso”, complementa.

 

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Hub Curta Mais recebe workshop inédito com Experts do Google

Em um mundo digital cada vez mais competitivo, ter uma presença online forte e eficaz se tornou indispensável para o sucesso de qualquer negócio. Foi pensando nisso, que o Hub Curta Mais, promove o workshop exclusivo “Seu Negócio no Topo do Google” em Goiânia.

O evento, que será realizado nos dias 6 e 7 de Abril, os participantes serão guiados por especialistas na indústria por meio de sessões práticas e teóricas do marketing digital para alavancar seu negócio no Google.

Com esta programação intensiva em dois dias, o workshop é projetado para empresários, blogueiros e profissionais de marketing, qualquer pessoa interessada em melhorar sua visibilidade online e desempenho no marketing digital. Priorizando as três áreas críticas: copywriting persuasivo, otimização de mecanismos de busca (SEO) para blogs e negócios locais, e o uso estratégico de campanhas inteligentes do Google Ads.

O workshop tem como principais referências dois pioneiros na parte de SEO, do Google em Goiás. Pela primeira vez Marcelo Albuquerque (CEO Curta Mais) e Flávio Sabugo (CEO Otimize Marketing) se unem para poder compartilhar para o mercado, suas bagagens e experiências técnicas que transformaram o Curta Mais numa das maiores audiências do país e o Flávio atendendo grandes marcas e grandes empresas.

Marcelo Albuquerque é jornalista e empresário, possui também MBA em Marketing pela FGV e Ciência Política pela UEG, recebeu recentemente o título de cidadão goiano por seus méritos e toda sua genialidade desde a criação do Curta Mais em 2007, que hoje é uma das maiores plataformas de entretenimento do Centro-Oeste com mais de 10 milhões de leitores mensais.

Flávio Sabugo é especialista no Google Ads, Fundador da Otimize Marketing de Performance, blogueiro, palestrante e Consultor de Marketing Digital. Atua na área comercial a aproximadamente 20 anos e une atualmente a sua experiência comercial com a tecnologia e seu conhecimento em Marketing Digital, assim, ajudando diversas pequenas e médias empresas que existem no Brasil e Portugal, auxiliando e mostrando como alavancar suas vendas através do Marketing Digital.

Programação

Dia 1: Foco em Copywriting e SEO

O primeiro dia do workshop mergulhará no mundo do copywriting e SEO. Os participantes aprenderão a criar mensagens impactantes que não só atraem a atenção, mas também convertem leitores em clientes. Além disso, especialistas em SEO compartilharão estratégias para otimizar conteúdo para buscas locais, maximizando a visibilidade online de negócios locais.

Dia 2: Avançando com SEO e Google Ads

No segundo dia, o foco se expandirá para técnicas avançadas de SEO e o poder das campanhas inteligentes do Google Ads. Os participantes vão explorar estratégias de link building e aprender a configurar e otimizar campanhas do Google Ads para alcançar resultados máximos.

● Expertise: Aprenda com os melhores na indústria.
● Prática: Workshops práticos para aplicar o que você aprendeu.
● Networking: Conecte-se com outros profissionais e empresários.
● Crescimento: Leve seu negócio ou blog para o próximo nível.

Como participar?

Para realizar sua inscrição, basta acessar o link. O workshop será realizado no HUB Curta Mais, no Ed. The Prime Office Tamadaré – Rua 5, nº 2 – Térreo – Setor Oeste.

Assinantes do Clube Curta Mais tem desconto de 10% no valor da inscrição. Garanta já o seu!

 

Saiba mais sobre o Hub Curta Mais

 

Primeira exposição brasileira de arte em NFT acontece em Goiânia

Goiânia vai receber a primeira exposição de arte em NFT do país. Trata-se da Digital Revolution – Metaverso que será realizada na ArtSpace Gallery, no Setor Marista, no dia 21 de Junho. O evento será para convidados e com venda limitada de ingressos para o público pagante.

O showcase vai apresentar uma coletânea inédita de mais de 250 obras digitais em formato estático e animado, de variados artistas nacionais. A ideia da exposição, idealizada pelo artista goiano Homero Maurício, é de oficializar e lançar a primeira exposição de arte totalmente digital, que será exibida em telas e displays eletrônicos com dinâmica diferente das exposições convencionais.

A apresentação das obras será em formato digital e exibidas em painéis de led e televisores, preparados para surpreender o espectador com possibilidades mais dinâmicas, além de exibir a expressão única de cada artista, em uma experiência artística mais imersiva.

Os ingressos para a exposição, que também será um ponto de encontro de networking, possibilitando a realização de novos negócios para artistas, criadores, colecionadores, startups, investidores e entusiastas, já estão à venda e podem ser adquiridos pela plataforma Sympla com valores a partir de R$ 10,00.

NFT

O Token não fungível (non-fungible tokens), da sigla NFT, é um protocolo global de propriedade digital projetados para provar a autenticidade e a propriedade, algo que não pode ser copiado, o que garante a legitimidade e a autenticidade do mesmo para ter segurança na compra e na venda do bem.

Essa nova forma de autenticação surgiu na mesma onda do mundo digital com as criptomoedas e blockchain network – uma tecnologia de registro distribuído que visa a descentralização como medida de segurança.

Logo, não demorou muito para que obras artísticas de todo o mundo entrassem para o universo digital, utilizando dessa tecnologia para se tornar uma obra de arte comercializada globalmente e com toda a segurança em mercados descentralizados.

 

SERVIÇO:

Expo NFT | Digital Revolution – Metaverso

Quando: terça-feira, 21 de Junho

Onde: ArtSpace Gallery – Rua 145, nº 76, Setor Marista

Horário: a partir das 20h

Ingressos: Sympla

Mais informações: https://digitalrevolution.com.br/

nft

Imagem: reprodução inputmag.com

Artista retrata como os sertanejos Leandro e João Paulo estariam se estivessem vivos

O artista gráfico da cidade de Botucatu, em São Paulo, Hidreley Leli Dião, viralizou na web após recriar digitalmente os cantores sertanejos Leandro e João Paulo se ainda tivessem vivos, com idade entre 60 e 61 anos. O cantor Leandro, que fazia dupla com o irmão Leonardo, morreu em 1998 aos 36 anos em decorrência de um câncer. Já João Paulo fez sucesso no estilo com a dupla com o amigo Daniel. Ele morreu um ano antes, em 1997, aos 37 anos, em um acidente de carro. Hidreley postou as fotos neste domingo (20) em sua página do Instagram.

leandro

joao

Além disso, Hidreley aproveitou a data, 21 de março, para relembrar também o aniversário de 62 anos do piloto brasileiro de Fórmula 1 Ayrton Senna, conhecido mundialmente por vencer a categoria três vezes, em 1988, 1990 e 1991. O legado deixado pelo piloto marcou no coração do artista, que o homenageou com uma publicação no Instagram. Na postagem, o empresário utilizou da técnica para imaginar como Senna seria se ainda estivesse vivo. 

O designer ficou bastante conhecido na internet após criar rostos humanos de personagens com uso de inteligência artificial e softwares de edição de imagens, como o Homer de Os Simpsons, Chucky O Boneco Assassino e a Boneca Annabelle.

 

 

Imagem: Arquivo Pessoal

As 12 profissões mais valorizadas no pós pandemia

A pandemia do novo coronavírus afetou a vida de pessoas do mundo inteiro. A saúde teve que acelerar seus processos, os hábitos de consumo se transformaram, e o ser humano precisou se reinventar. Por trás de tudo isso a tecnologia se configurou como um suporte para as novas demandas. No entanto, o mercado está carente de profissionais em áreas que serão imprescindíveis para a nova revolução industrial, a Indústria 4.0, que tem como base tudo que envolve a conectividade.  

O trabalho remoto, por exemplo, impulsionou as plataformas de comunicação virtual. Os e-commerces alcançaram clientes novos, que até então não tinham tanta confiança nas compras onlines. O entretenimento pelos streamings se tornou utilidade básica assim como a internet de uma maneira geral. 

Outro exemplo muito palpável foi o estudo à distância, o EAD, que acelerou ao ponto de se igualar ao estudo presencial, antecipando uma tendência prevista para 2023. “A pandemia trouxe essa convergência de recursos e de investimentos que é reflexo da mudança forçada de hábitos, que fez as pessoas perderem o medo no mundo digital”, explica Weysller Matuzinhos de Moura, Gerente de Educação Profissional do SENAI Goiás, e um dos responsáveis pelo programa Mundo Senai, que este ano, será dedicado ao tema Senai+Digital. 

De acordo com Matuzinhos, o objetivo do Mundo Senai em 2021, é  alertar as pessoas que estão ativas no mercado de trabalho, a se preparem para essa transformação e formar novos profissionais para a Indústria 4.0.  Ele ressalta, que a mão de obra especializada ainda é um gargalo para o desenvolvimento econômico, pois, por trás de cada máquina, de cada computador, existe um ser humano que precisa entender como esse mecanismo funciona.  

Além de formador de profissionais, o Senai é também um especialista no acompanhamento do mercado de trabalho. Um estudo recente mostrou que as mudanças provocadas pela pandemia vão levar ao surgimento de novas ocupações e acelerar a tendência de transformação em diversas profissões. 

Na lista, estão o analista de soluções de alta conectividade, o orientador de trabalho remoto, especialista em logística 4.0, especialistas em gestão de tecnologia da informação, programadores, o big data, o data size, internet das coisas (IOT),  entre outras. Algumas de nível superior e outras de nível médio e técnico. 

 

Veja a lista dos 12 profissionais mais valorizados no pós pandemia: 

1- Analista de soluções de alta conectividade (nível médio);

2 – Administrador de conectividade (nível médio);

3 – Especialista em logística 4.0 (nível médio ou superior);

4 – Desenvolvedor de softwares para simulação de processos industriais (nível médio ou superior);

5 – Especialista em realidade virtual e aumentada (nível médio);

6 – Desenvolvedor de aulas para educação a distância e online (nível médio);

7 – Orientador para trabalho remoto (nível médio);

8 – Profissional com especialização em normas e legislações nacionais e internacionais (nível médio)

9 – Especialista em gestão da informação (nível médio ou superior);

10  – Especialista em análise de grandes volumes de informações (nível médio ou superior);

Especialista em internet das coisas (nível médio ou superior);

11 – Especialista em impressão 3D (nível médio);

12 –  Especialista em cibersegurança (nível médio ou superior).

 

Todas essas profissões entram no escopo do Mundo Senai em 2021, que acontece em  unidades da instituição em todo País, em diversas ações que serão realizadas no formato híbrido – presencial e on-line. O Gerente de Educação Profissional alerta que o primeiro passo para ingressar nessas promissoras áreas de trabalho, é procurar o Senai, pois a instituição oferece todos os cursos que vão prepará-lo para o mercado. “Um setor que está super aquecido é o de  tecnologia da informação e comunicação, que envolve áreas, para o trabalho com internet sem fio”, dá a dica ao lembrar também, que também é preciso encontrar uma área que goste, antes de tudo.  

Em Goiás, as atividades abrangem palestras, apresentações de projetos inovadores, oficinas de gamificação, talk show, painéis de debates e visitas guiadas aos ambientes de ensino das unidades, obedecendo todos os protocolos de prevenção à Covid-19, além da oferta de cursos de tecnologia gratuitos, sorteios de bolsas de estudos e brindes.

A programação completa está disponível no site: www.senaigoias.com.br/mundosenai

O que é o metaverso, apontado por Zuckerberg do Facebook como o futuro da internet

O Facebook – a empresa, não a rede social -, agora se chama Meta. A mudança se tornou um dos assuntos mais comentados na internet após o anúncio feito pelo CEO da empresa, Mark Zuckerberg, na última quinta-feira (28/10). Na prática, o conglomerado por trás de redes sociais, como Facebook, Instagram e WhatsApp, demonstra uma visão bastante ambiciosa sobre o futuro, que, inclusive tem nome: metaverso.

Diferente do que muitos pensam, não se trata apenas de uma mudança de nome. A ideia de metaverso representa a possibilidade de acessar uma espécie de realidade paralela, em alguns casos ficcional, em que uma pessoa pode ter uma experiência de imersão. Tecnicamente, não é algo real, mas busca passar uma sensação de realidade. “A próxima plataforma será ainda mais imersiva – uma internet ampliada, onde você está dentro da experiência, e não apenas olhando para ela”, explicou o fundador em carta publicada no site do Facebook.

Na carta, Zuckerberg ressalta que qualidade será palavra de ordem no metaverso. “Você será capaz de fazer quase tudo que possa imaginar – reunir-se com amigos e a família, trabalhar, aprender, jogar, comprar, criar – e ainda viver experiências completamente novas”, afirma. Segundo ele, no futuro, os usuários poderão se transportar instantaneamente, na forma de um holograma, para chegar ao escritório sem ter que encarar o trajeto e, da mesma maneira, poderão participar de shows e outros eventos. “O metaverso vai abrir mais oportunidades, não importa onde você more”, diz.

Possibilidades
Conforme apurado até o momento, o conceito de metaverso ainda está desenvolvido, mas é possível imaginar alguns cenários:

1) As pessoas poderão ter avatares para interagir umas com as outras;

2) As videochamadas podem virar coisa do passado;

3) Será possível usar acessórios digitais, ampliando a ideia de exclusividade e luxo;

4) O entretenimento é um dos trunfos. 

Confira, abaixo, a íntegra da carta de Mark Zuckerberg

“Estamos no início no próximo capítulo da internet, e é o próximo capítulo para a nossa empresa também. Nas décadas recentes, a tecnologia deu às pessoas o poder de se conectarem e de se expressarem mais naturalmente. Quando eu fundei o Facebook, o que nós fazíamos era digitar textos em sites. Quando tivemos acesso a celulares com câmeras, a internet se tornou mais visual e mais móvel. À medida que as conexões ficaram mais rápidas, o vídeo se tornou uma maneira mais rica de compartilhar experiências. Fomos do desktop para a web, e depois para o celular; do texto para as fotos, e depois para o vídeo. Mas esse não é o destino final.

A próxima plataforma será ainda mais imersiva – uma internet ampliada, onde você está dentro da experiência, e não apenas olhando para ela. Chamamos isso de metaverso, e vai tocar todos os produtos que desenvolvemos. A qualidade que define o metaverso será uma percepção de presença – a sensação de que você está ali ao lado de outra pessoa, em outro lugar. Conseguir se sentir realmente presente ao lado de outra pessoa é o objetivo máximo da tecnologia social. É por isso que nosso foco está na construção do metaverso.

No metaverso, você será capaz de fazer quase tudo que possa imaginar – reunir-se com os amigos e a família, trabalhar, aprender, jogar, comprar, criar – e ainda viver experiências completamente novas, que não se encaixam realmente com o modo como vemos computadores e telefones hoje. Nesse futuro, você será capaz de se teletransportar instantaneamente, na forma de um holograma, para chegar ao escritório sem ter que encarar o trajeto; da mesma maneira, poderá ir a um show ou se sentar na sala de estar da casa de seus pais. O metaverso vai abrir mais oportunidades, não importa onde você more. Você será capaz de gastar mais tempo com o que realmente importa, cortar o tempo gasto no trajeto e reduzir a sua pegada de carbono.

Imagine quantos objetos físicos você tem hoje e que podem simplesmente se transformar em hologramas no futuro. Sua TV, seu escritório de trabalho com monitores múltiplos, seus jogos de tabuleiro e muito mais – em vez de objetos criados em fábricas, você terá acesso a hologramas desenhados por criadores em todo o planeta. Você se moverá entre essas experiências usando diferentes equipamentos – óculos de realidade aumentada para ficar presente no mundo físico, realidade virtual para fazer uma imersão, celulares e computadores para se conectar ao metaverso de diferentes plataformas.

O metaverso não será criado por uma companhia. Será implementado por criadores e desenvolvedores produzindo novas experiências e itens digitais que são interoperáveis e abrem as portas para uma economia criativa muito mais ampla do que aquela restrita pelas plataformas atuais e suas regras. Nosso papel nessa jornada é acelerar o desenvolvimento das tecnologias fundamentais, das plataformas sociais e das ferramentas criativas capazes de dar vida ao metaverso, e tecer essas tecnologias por meio dos nossos aplicativos de mídias sociais. Nós acreditamos que o metaverso pode proporcionar experiências sociais melhores do que qualquer alternativa disponível hoje, e nós vamos dedicar a nossa energia a tentar alcançar o seu potencial.

Como eu escrevi na nossa carta do fundador original: “Nós não criamos serviços para ganhar dinheiro: nós ganhamos dinheiro para criar serviços melhores. Essa atitude tem trazido bons resultados para nós. Nós construímos o nosso negócio para sustentar grandes investimentos de longo prazo destinados a desenvolver serviços melhores, e é isso que pretendemos fazer agora. Os últimos cinco anos fizeram com que eu e a minha companhia nos tornássemos mais humildes, de várias maneiras. Uma das maiores lições foi que criar produtos que as pessoas amam não é o suficiente.

Passei a admirar mais o fato de que a história da internet não é algo simples e direto. Cada capítulo traz novas vozes e novas ideias, mas também novas desafios e riscos, e disrupção em relação a interesses estabelecidos. Precisaremos trabalhar juntos, desde o começo, para trazer à tona a melhor versão possível desse futuro. Privacidade e segurança precisam fazer parte desse metaverso desde o primeiro dia. E também precisam estar ali padrões abertos e interoperabilidade. Isso vai exigir não apenas um trabalho técnico inovador – como sustentar projetos ligados a criptomoedas e NFTs na nossa comunidade -, mas também novas formas de governança. O mais importante é ajudar a criar ecossistemas, para que mais pessoas tenham uma participação ativa nesse futuro e possam se beneficiar dele, não apenas como consumidoras, mas como criadoras.

Esse período me ensinou muito porque, embora sejamos uma companhia muito grande, também aprendemos o que é construir algo dentro de outras plataformas. Viver sob suas regras moldou minhas opiniões sobre a indústria da tecnologia da maneira profunda. Isso fez com que eu acreditasse que a falta de escolhas para os consumidores e as altas taxas cobradas por desenvolvedores estão travando a inovação e atrasando o crescimento da economia da internet. Tentamos uma nova abordagem. Sempre quisemos que os nossos serviços fossem acessíveis para o maior número possível de pessoas, e isso significa trabalhar para que eles custem menos, e não mais. Nossos aplicativos são gratuitos. Nosso modelo de anúncios foi desenhado para proporcionar os preços mais baixos para as empresas. Nossas ferramentas de e-commerce estão disponíveis a preço de custo ou com taxas modestas. Como resultado, bilhões de pessoas amam os nossos serviços e centenas de milhões de negócios confiam nas nossas ferramentas.

Essa é a abordagem que queremos trazer para ajudar a construir o metaverso. Pretendemos vender os nossos dispositivos a preço de custo ou subsidiados, para torná-los acessíveis para mais pessoas. Vamos continuar a apoiar os processos de transferências de arquivos e streaming a partir de PCs, para que as pessoas tenham escolhas, em vez de obrigá-las a usar a Quest Stores para encontrar aplicativos ou alcançar consumidores. E vamos nos esforçar para oferecer serviços de criação e desenvolvimento com preços baixos sempre que possível, para que possamos maximizar a economia criativa de maneira geral. Mas teremos que nos assegurar que não vamos perder muito dinheiro no caminho.

Nossa esperança é que, na próxima década, o metaverso alcance um bilhão de pessoas, hospede um e-commerce capaz de movimentar centenas de bilhões de dólares, e dê suporte ao trabalho de milhões de criadores e desenvolvedores.

Quem somos nós

Ao embarcarmos neste próximo capítulo, pensei muito sobre o que ele significa para nossa empresa e para nossa identidade. Somos uma companhia que tem o objetivo de conectar pessoas. Enquanto a maior parte das empresas tech está focada em como as pessoas interagem com a tecnologia, nós sempre nos concentramos em construir uma tecnologia para que as pessoas possam interagir umas com as outras.

Hoje somos vistos como uma empresa de mídia social. O Facebook é um dos produtos de tecnologia mais usados na história do mundo. É uma marca icônica de mídia social. Construir aplicativos de redes sociais será sempre importante para nós, e há muito mais a ser construído. Mas, cada vez mais, deixamos de fazer apenas isso. Está em nosso DNA desenvolver tecnologia para aproximar as pessoas. O metaverso é a próxima fronteira para isso, assim como as redes sociais eram quando começamos.

No momento, nossa marca está intimamente ligada a um único produto, que não é capaz de representar tudo o que estamos fazendo hoje, muito menos o que iremos fazer no futuro. Com o tempo, espero que sejamos vistos como uma empresa metaversa, e quero ancorar nosso trabalho e nossa identidade nisto que estamos construindo agora.

Acabamos de anunciar que estamos fazendo uma mudança fundamental em nossa companhia. Agora, estamos vendo e reportando nossos negócios como dois segmentos diferentes: um para nossa família de aplicativos e outro para nosso trabalho em plataformas futuras. Nosso trabalho no metaverso não é apenas um desses segmentos. O metaverso abrange as experiências sociais e a tecnologia futura. À medida que ampliamos nossa visão, é hora de adotarmos uma nova marca.

Para refletir quem somos e o futuro que esperamos construir, tenho orgulho de compartilhar que nossa empresa agora é a Meta. Nossa missão continua a mesma – ainda é reunir as pessoas. Nossos aplicativos e suas marcas não estão mudando. Ainda somos a empresa que projeta tecnologia em torno das pessoas. Mas todos os nossos produtos, incluindo nossos aplicativos, agora compartilham uma nova visão: ajudar a dar vida ao metaverso. E agora temos um nome que reflete a amplitude do que fazemos.

De agora em diante, nossa prioridade será o metaverso, e não o Facebook. Isso significa que, com o tempo, você não precisará de uma conta no Facebook para usar nossos outros serviços. À medida que nossa nova marca começa a aparecer em nossos produtos, espero que as pessoas em todo o mundo conheçam a Meta e o futuro que defendemos. Eu costumava estudar clássicos, e a palavra “meta” vem da palavra grega que significa “além”. Para mim, isso simboliza que há sempre mais para construir e sempre há um próximo capítulo para a história. Nossa história começou em um dormitório e cresceu além de qualquer coisa que imaginávamos; gerou uma família de aplicativos que as pessoas usam para se conectar umas com as outras, para encontrar sua voz e para avançar com negócios, comunidades e movimentos que têm mudado o mundo.

Estou orgulhoso do que construímos até agora, e estou animado com o que vem a seguir – à medida que avançamos além do que é possível hoje, além das restrições das telas, além dos limites da distância e da física, e em direção a um futuro no qual todos podem estar presentes uns com os outros, criando oportunidades e experimentando coisas novas. Esse é um futuro que está além de qualquer empresa e que será feito por todos nós. Desenvolvemos produtos que uniram as pessoas de novas maneiras. Nós aprendemos lidando com questões sociais difíceis e vivendo sob plataformas fechadas. Agora é hora de pegar tudo o que aprendemos e ajudar a construir o próximo capítulo.

Estou dedicando nossa energia a isso – mais do que qualquer outra empresa no mundo. Se este é o futuro que você deseja ver, espero que se junte a nós. O futuro vai estar além de qualquer coisa que possamos imaginar.

— Mark Zuckerberg

 

IEL e Sebrae Goiás lançam programa inédito de digitalização para pequenos negócios com 90% de desconto

Você que está lendo essa matéria certamente faz parte das mais de 4.2 bilhões de pessoas  que utilizam redes sociais pelo mundo. Somos _ porque o Curta Mais se inclui nessa,  53,6% da população mundial ligadinhos na teia. Somente no Brasil são mais de 150 milhões de usuários, e a taxa de usuários pelo total de habitantes é de 70,3%, um dos maiores dentre todos os países. Os dados são de um estudo divulgado pela plataforma de descontos CupomValido.com.br, em setembro de 2021, que reuniu dados da Hootsuite e WeAreSocial.

 

Iel

 

Pode acreditar, as pessoas estão na internet e as empresas que querem desenvolver seus negócios precisam chegar até elas. Mas só tem um caminho: a digitalização. Não interessa se seu negócio é pequeno, se está começando ou se já tem alguns anos de estrada. Saber como utilizar as ferramentas digitais não é mais uma opção, é uma necessidade. A boa notícia é que dá pra fazer com investimentos que cabem no bolso de qualquer empreendedor. 

 

A dica de hoje é nessa área.  Neste mês de outubro, o Mês das Micro e Pequenas Empresas, o IEL Goiás  em parceria com Sebrae Goiás,  está com um programa que viabiliza a digitalização  para os micro e pequenos empresários por menos de R$ 100 reais por mês. Com mais de 50 anos de expertise em inovar, o Instituto oferece o Programa Inova + Digital, uma consultoria em Gestão da Inovação para Transformação Digital da sua empresa por apenas R$ 997,50. São 90% de desconto no valor original do serviço que pode ser dividido em 9 vezes sem juros em parcelas de R $110,83 mensais, apenas R$3,70 por dia. Faz as contas aí que você vai ver que isso é menos do que está custando uma xícara de café.

 

O IEL acredita que transformar digitalmente a empresa se trata de uma mudança de cultura interna para se adaptar ao mundo digital e gerar mais engajamento dos clientes, criar novas formas de competição no mercado, construir uma organização orientada de dados, inovar mais rápido e colaborativamente e gerar mais valor para o cliente.

 

Para isso, o programa ultrapassa os conceitos de apenas ensinar a utilizar redes sociais, mas busca prestar uma consultoria personalizada e nortear os caminhos para que a cultura digital, fundamental para a saúde das organizações atualmente, seja feita no seu negócio. 

 

As mudanças vão desde orientações do melhor uso das redes sociais para conectar e engajar clientes, até utilizar dados para tomada de decisões, passando pela adoção de teletrabalho com ferramentas de gestão de equipes e projetos, além da utilização de parceiros e fornecedores. Além disso, a empresa recebe consultoria em marketing digital nos primeiros quatro meses.

 

“A missão do IEL Goiás é transformar pessoas e organizações por meio da Inovação. Queremos elevar o nível de maturidade digital das nossas empresas em Goiás, o que atrai mais investimento e avanço socioeconômico para nosso Estado. Assim, estamos investindo nos nossos empresários, oferecendo o que temos de melhor em produtos e serviços, com valores ínfimos para facilitar o acesso ao maior número de investidores. É uma oportunidade imperdível”, afirmou o superintendente do IEL Goiás, Humberto Oliveira.

 

PROMOÇÃO

As inscrições com 90% de desconto vão até o final de outubro. Mas, quem não aderir à consultoria até essa data, terá uma segunda oportunidade, com desconto de 70% no valor do serviço (R$ 2.952,50) até o dia 20 de novembro, também com parcelamento em até dez vezes. Depois dessa data, o serviço volta ao valor original de R$ 9.975,00.

Para adquirir a consultoria, basta entrar em contato pelo Whats App (62) 3216-0332 eu clicar aqui para acessar a landing page para inscrição.

 

 

  

 

Museu de Arte de Goiânia sedia exposição virtual Sala Compacta

Após a realização do primeiro concurso digital do projeto Sala Compacta, o Museu de Arte de Goiânia, unidade da Secretaria Municipal de Cultura (Secult), abre exposição de obras que foram selecionadas durante a inscrição. 

 

O evento, que tem a produção assinada por Malu Cunha, curadoria de Wagner Barja e apoio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, apresenta uma variedade de trabalhos e obras digitais. Dentre eles, estão: Realidade Virtual, vídeo, vídeo performance, Escaneamento 3D, Colagem digital, Realidade Aumentada, Ação online, Plataforma de Interação web; fotografia, Jogo, pintura digital, Instalação digital, web-site-specific, html, Site programado em HTML, Vídeo interativo, Website interativo + Página (perfil do Instagram), internet art, Intervenção digital, objeto tridimensional, web art , Print s/ tela e intervenção pictórica. 

 

De acordo com o secretário municipal de Cultura, Zander Fábio, por conta das consequências geradas pela pandemia do coronavírus, as manifestações artísticas precisam ser migradas para o ambiente on-line. “Estamos nos adaptando ao virtual e a cultura está acompanhando o formato digital, já que há uma impossibilidade de atividades presenciais, como a visitação em museus. Portanto, teremos um novo espaço, com exposição desses 24 artistas selecionados. Certamente, serão grandes obras ao alcance de todos”, afirma o secretário.

 

O concurso teve um total de 348 inscrições em todo o país e o total de premiação distribuída chegou no valor de R$ 16.800,00. Nesta etapa, foram selecionados 24 artistas, mas 12 deles foram premiados conforme já estava listado no edital. 

A exposição virtual que está disponível na plataforma, pode ser vista aqui.

 

 

Foto: Divulgação

Inep decide adiar Enem 2020 por causa da pandemia

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) vai ser adiado de 30 a 60 dias, de acordo com a data prevista nos editais. A decisão foi tomada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em conjunto com o Ministério da Educação (MEC).

O Senado já havia aprovado o adiamento do Enem nesta terça-feira (19), e o texto seguiu para a avaliação da Câmara dos Deputados. O governo enfrentava questionamentos judiciais por causa dos efeitos da pandemia do coronavírus. 

Leia a Nota Oficial: 

Atento às demandas da sociedade e às manifestações do Poder Legislativo em função do impacto da pandemia do coronavírus no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e o Ministério da Educação (MEC) decidiram pelo adiamento da aplicação dos exames nas versões impressa e digital. As datas serão adiadas de 30 a 60 dias em relação ao que foi previsto nos editais.

Para tanto, o Inep promoverá uma enquete direcionada aos inscritos do Enem 2020, a ser realizada em junho, por meio da Página do Participante. As inscrições para o exame seguem abertas até as 23h59 desta sexta-feira, 22 de maio.”

Tentativa de stalkear parceiros cresce em 228% no Brasil segundo empresa americana

Stalkear é uma palavra inglesa que significa ‘perseguidor’. Cada vez mais cresce o uso de aplicativos para a prática do famoso ‘stalker’, que ajuda pessoas a espionar e até invadir a privacidade de um indivíduo nas redes sociais e dados do telefone smatphone. Segundo o relatório publicado nesta quinta-feira (2), de uma pesquisa realizada pela empresa americana, ‘cibersegurança Kaspersky’, as espionagens do crush ou cônjuges tiveram um aumento e cerca de 35% no mundo todo. A pesquisa foi realizada com 37 mil pessoas comparando o uso da tecnologia de software espião para espionagem entre os anos de 2018 e 2019.

Normalmente esse tipo de serviço é pago, e tem o nome de ‘spousewares’ e se enquadram às tecnologias de ‘stalkerwares’, os aplicativos funcionam de forma silenciosa e dificilmente serão encontrados no telefone espião, eles são ilegais no Brasil. A espionagem acontece por vias de aplicativos de mensagem, como o Whatsapp e permite fiscalizar localização, mensagem SMS, e até histórico de navegação das conversas trocadas nas redes sociais. Esse tipo de comportamento tem graves consequências, a prática pode ser enquadrada como ‘crime’, seja ela qualquer tipo de prática de ‘stalking’. O Senado Federal em agosto deste ano aprovou o projeto de Lei (PL) que torna crime esse tipo de comportamento, delegado como invasão de privacidade digital, sendo antiético e até criminoso. Foi considerado crime, por invadir a privacidade digital das pessoas e também pelos atos poderem chegar às vias de roubo de informações, como as bancárias por exemplo.

Picos repentinos nos dados gráficos das configurações do seu telefone apontam um stalker te espionando, pode ser um parente ou até mesmo o cônjugue. As indicações para impedir que isso aconteça em seu smatphone é: utilizar uma senha alfanumérica, não usar esta senha em qualquer aplicativo. Se seu telefone não suporta senhas alfanuméricas, e for daqueles com 4 dígitos, nunca colocar senhas fáceis como datas de aniversário ou casamento. E se for em formas de senhas de desenhos, é aconselhável limpar a tela toda vez que destravar para não deixar rastros na tela.

 

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Share Talks traz a Goiânia palestras voltadas para profissionais de comunicação e empreendedorismo

Goiânia recebe nesta sexta e sábado, dias cheios de conteúdo, dicas, estratégia e muito mais. Acontece o Share Talks – Creating Engagement, evento voltado para estudantes, profissionais de comunicação e empreendedores para que aprendam de verdade e consigam transformar suas rotinas e carreiras. Além de claro, se conectar com profissionais e empreendedores da área, através de um networking qualificado.

O Share Talks em 2019 tem como tema central criar engajamento entre marcas e consumidores. Uma oportunidade ideal para quem deseja acompanhar as atualizações do mercado e ainda conhecer os profissionais que atuam nele. 

Share estuda profundamente as mudanças do mercado, está ativamente com as maiores agências, veículos, redes sociais e empresas do país e traz alguns destes profissionais para compartilhar conteúdo, prático, atual e aplicável para reduzir os gaps de aprendizado dos profissionais de comunicação e tornar seu trabalho ainda mais eficiente e produtivo. 

Serão 9 profissionais das mais diversas áreas de comunicação e empreendedorismo de grandes marcas e empresas. São eles: Thais Bellotto e Fausto Matsuda da Squid, Rafael Sbarai do Grupo Globo, Gabriela Antoniassi do Bradesco, Renan Ramos Cardoso da TudoAzul e Azul Linhas Aéreas, Bruno Honório do Mutato, Patrick Marquart da VTEX, Dessa Gallas da Dobra e Helga Zambrana do Pinterest e da LATAM.

Sobre a Share

O Share é uma empresa criada em 2013, preenchendo uma lacuna de eventos e cursos com foco digital em alto nível. Já realizou mais de 49 eventos em mais de 9 estados, realizado nas maiores faculdades do País como ESPM, Mackenzie, PUC, UniCeub, Senac, IBMEC, entre outras, qualificando neste período mais de 11300 pessoas. Em 2016 o Share foi reconhecido pela ADVB RS, no Prêmio TOP DE MARKETING ADVB 2016 e é considerado referência em conteúdo sobre comunicação contemporânea.

Programação:

7 JUN – 14h00 às 18h00
WORKSHOP SQUID: MARKETING DE INFLUÊNCIA, DA ESTRATÉGIA À MENSURAÇÃO
Com Thais Bellotto e Fausto Matsuda da Squid 

-Afinal, o que é Marketing de Influência?
– Ferramentas, dados e métricas.
– Prática! Faça como a gente.
– Alguns cases inspiradores

Ao Final do Workshop você será ganhará um certificado Oficial da Squid em marketing de influência

8 JUN – 08h30
POR QUE VOCÊ PRECISA QUESTIONAR O ENGAJAMENTO QUE DESEJA NO MUNDO DIGITAL
Com Rafael Sbarai do Grupo Globo

– Como criar processos para ter confiança sobre seu engajamento
– Por que usar OKR (tradução para Objetivos e Resultados-Chave) para buscar engajamento
– Você prefere ter engajamento ou ser lembrado?
– Erros que podem prejudicar seu engajamento no Facebook, Twitter, Instagram, Pinterest e outras plataformas

10h00
COMO CONSTRUIR UM CONTEÚDO CO-CRIADO
Com Gabriela Antoniassi do Bradesco

– Marketing de influência
– Lógica de Rede
– As cinco premissas da co-criação com base em cases do Bradesco
– Estruturas e Modelos
– Métricas de campanhas e projetos de co-criação

11h00
COMO TRANSFORMAR NOVOS CLIENTES EM COMPRADORES RECORRENTES: QUEBRANDO O PARADIGMA DA CAPTAÇÃO
Com Renan Ramos Cardoso da TudoAzul e Azul Linhas Aéreas

– Desmistificando o Data science
– Introduzindo o lifecycle marketing
– Data driven marketing Como ser uma empresa orientada a dados
– Como criar uma estratégia omni-channel

14h00
ETNOGRAFIA DIGITAL: IDENTIFICANDO PÚBLICOS E DIRECIONANDO CONTEÚDOS ONLINE
Com Bruno Honório do Mutato

– Métodos qualitativos de pesquisa e monitoramento
– Análise de comportamentos digitais
– Auxiliar marcas a entender melhor o que os diferentes perfis de usuários dentro de seus canais digitais desejam em relação aos tipos de conteúdos publicados.
– O que as reações, comentários e compartilhamentos querem dizer
– Como definir melhores formatos para conteúdos digitais.

14h50
COMO GERAR EXPERIÊNCIAS OMNICHANNEL
Com Patrick Marquart da VTEX

– Quais os desafios na visão do varejo e da tecnologia para poder atender o cliente em todos os contextos em qualquer canal.

15h40
EXPERIÊNCIA DO CLIENTE COMO ESTRATÉGIA DE CRIAÇÃO DE COMUNIDADE
Dessa Gallas da Dobra

– Experiência do cliente e gatilhos pra engajamento
– Abertura radical e marca como plataforma
– Propósito e impacto positivo como potencializador de engajamento
– Envolvimento da comunidade na criação e melhoria de produtos e conteúdos
– Criação de conteúdo baseado na jornada

16h30
PINTEREST, DA INSPIRAÇÃO AO ENGAJAMENTO
Com Helga Zambrana do Pinterest e da LATAM

– O que é o Pinterest e onde estamos na jornada do consumidor
– Audiência
– Cases
– Como medir sucesso
– Boas práticas para o Pin perfeito

Serviço

Share Talks – Creating Engagement

Onde: R. Oitenta e Sete, 662 – St. Sul – FAEG
Quando: 7 e 8 de junho
Ingressos: SYMPLA
Informações: (51) 99417-6171 (Whatsapp)

 

Senac promove encontro solidário de Marketing Digital com entrada gratuita em Goiânia

Nesta quinta-feira, dia 17 de janeiro, vai rolar um evento imperdível para microempreendedores e estudantes da área de marketing. 

A primeira edição do evento Meeting Marketing 2019 é estreada com tudo o que tem direito! Com uma programação que deve durar um total de 7 horas, o encontro conta com renomados palestrantes, debates através de mesa redonda e interação entre público e profissionais especialistas da área, para tirarem suas dúvidas.

Ainda haverá a participação de alunos que são cases de sucesso, sorteios e várias atrações.

Confira a programação:

14h30 – Tecnologia e Humanidade – Para Onde Caminhamos (Palestra com Paulo Faria)

16h10 – Geração de Conteúdo: A Transformação do Marketing (Mesa redonda com Tércia Duarte, Lises Lopes, Flávio Sabugo e Pedro Paulo)

18h15 – Marketing Digital no Terceiro Setor (Palestra com Gil Eduardo)

19h15 – Gestão de Mídias Sociais para Microempreendedores (Mesa Redonda com Aline Neiva, Mark Arantes, Antônio Rodrigues e Rodrigo Oliveira)

20h30 – Case com Lilia Victoi, Augusto Lima, Ingryd Lira e José Augusto

21h – Gestão de Crise nas Mídias Sociais (Palestra com Cristiomar Silva)

As inscrições podem ser feitas através deste link

A entrada é feita mediante a entrega de 2kg de alimento não perecível, na porta do evento. Os alimentos serão destinados ao programa Mesa Brasil, que os encaminha a instituições carentes.

SERVIÇO

Meeting Marketing 2019

Data: 17/01/2019, quinta-feira
Horário: das 14h às 21h50
Local: Auditório Álvaro Falanque da Unidade Cora Coralina – Av. Independência, nº 1002, St. Leste Vila Nova, Goiânia
Inscrições: LINK
Entrada: 2kg de alimentos não perecíveis
Mais informações: (62) 3524-4800

Capa: Agência Nectarina