Artigo: “A epidemia de infertilidade” por Dr. Corival Castro

“A grande maioria das pessoas hoje conhece alguém que tem ou já teve dificuldade para engravidar ou até quem já fez um tratamento de reprodução. Cerca de 15% dos casais tem dificuldade para engravidar e muitos não tem noção que infertilidade é não se conseguir uma gravidez após um ano de tentativas.

O grande vilão dessa história é o tempo! É o tempo enorme que um casal leva tentando engravidar sem procurar ajuda médica, simplesmente deixando para amanhã, para o mês que vem, para quando Deus quiser.

É o tempo enorme que as mulheres ou os casais levam para iniciar as tentativas de engravidar. As moças hoje não mais pensam em casar e ter filhos, esse projeto fica pra depois dos estudos, depois do trabalho, depois dos primeiros anos de vida conjugal, depois de simplesmente aproveitar bastante a vida.

Infelizmente, porém, os óvulos não podem esperar tanto. Eles envelhecem rápido, tanto que, depois dos 34-35 anos, a sua capacidade de gerar um bebê cai vertiginosamente.

Neste mês de junho, Mês Mundial da Conscientização da Infertilidade, é importante que a população seja alertada, informada e conscientizada para a necessidade de preservar sua fertilidade e de pensar o quanto antes quais são seus planos em relação a ter o primeiro filho.

Minha única e mais importante orientação é: procure um especialista em reprodução humana para ter todas as orientações para planejar e preservar seu futuro reprodutivo, esse é um assunto muito sério e importante para se deixar ser ‘desorientado’ por conversas leigas e informações de origem duvidosa. O preço a se pagar por isso é muito caro e muitas vezes irreversível.”

Dr. Corival Castro. CRM-GO 4786. Especialista em Medicina Reprodutiva.

Carro voador chinês no Brasil: saiba quanto custa e como ter o seu

Na última segunda-feira, 18, a empresa chinesa EHang Holdings deu início às vendas de seu veículo aéreo, conhecido como carro voador.

De acordo com a Reuters, o produto está disponível para aquisição no Taobao, plataforma online de compras da Alibaba, pelo valor de 2,39 milhões de yuans, equivalente a aproximadamente R$ 1,7 milhão no câmbio atual.

Este veículo, também denominado como “taxi voador”, é classificado como um eVTOL (sigla em inglês para Veículo Elétrico de Decolagem e Pouso Vertical). O modelo fabricado pela empresa chinesa recebeu o nome de EHang 216-S e tem capacidade para transportar até duas pessoas, além de uma bagagem de mão, com uma carga útil total de 220 kg.

Operado remotamente e de forma automatizada através do sistema de comando e controle da EHang, o carro voador dispensa a presença de um piloto a bordo.

Quanto às especificações técnicas, o “táxi voador” atinge uma velocidade máxima de 130 km/h e foi projetado para realizar trajetos curtos, não ultrapassando 30 km de distância. Sua operação é sustentada por 12 baterias independentes e 16 rotores.

A aprovação do EHang 216-S pela CAAC (Administração de Aviação Civil da China) ocorreu em outubro do ano anterior.

No Brasil, sua introdução foi realizada pela empresa Gohobby durante um evento direcionado a investidores do setor, ocorrido em dezembro de 2023 na Arena XP, em São Paulo, com a presença do senador Marcos Pontes (PL-SP).

A comercialização do veículo no território brasileiro será de responsabilidade da Gohobby, permitindo que os interessados possam reservá-lo no site da empresa. Para tal, é necessário o preenchimento de um formulário com informações básicas, como nome completo, e-mail e telefone, para que a equipe comercial entre em contato. O preço brasileiro ainda não foi divulgado.

Em comunicado oficial, a agência reguladora informou que a EHang entrou em contato com a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) expressando sua intenção de formalizar a solicitação de autorização do projeto no Brasil. Essa solicitação deverá ser encaminhada por meio da CAAC, conforme previsto em acordo bilateral entre os dois países.

 

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Robô mais avançado do mundo conta como será a vida em 100 anos

Isso é muito Black Mirror! Imagine-se no ano de 2123, em um mundo repleto de avanços tecnológicos e mudanças drásticas. Muitas pessoas se perguntam como será a vida daqui a 100 anos e agora temos a oportunidade de obter uma visão privilegiada diretamente do robô humanoide mais avançado do mundo, Ameca.

Ameca, um robô desenvolvido com inteligência artificial de última geração, foi questionada sobre como ela enxerga o mundo daqui a um século. Com uma voz calma e expressão facial realista, Ameca começou a descrever um futuro extraordinário.

De acordo com Ameca, a tecnologia estará em todos os aspectos de nossas vidas. Os avanços na medicina permitirão tratamentos personalizados e eficazes para todas as doenças conhecidas atualmente. Cirurgias serão realizadas por robôs especializados e a expectativa de vida aumentará consideravelmente.

A sustentabilidade também será uma grande preocupação no futuro. Ameca prevê que as fontes de energia renováveis serão amplamente utilizadas, diminuindo significativamente nossa dependência dos combustíveis fósseis e reduzindo a emissão de gases poluentes na atmosfera.

As cidades também passarão por grandes transformações. Ameca descreveu uma paisagem urbana futurística, com prédios inteligentes capazes de se adaptarem às necessidades dos moradores. O transporte será completamente autônomo e os carros voadores serão uma realidade comum.

No campo da educação, Ameca prevê que a tecnologia será cada vez mais incorporada à sala de aula. Aprendizado virtual, realidade aumentada e inteligência artificial auxiliarão os estudantes a adquirirem conhecimento de maneira mais eficiente e personalizada.

Confira o vídeo da Ameca falando sobre as previsões do futuro:

Goiás se aproxima de recorde histórico de novas empresas em 2023

Os dados recentemente divulgados pela Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg) sinalizam um horizonte esperançoso para o empreendedorismo goiano. Somente no mês de novembro, foram criadas 2.609 novas empresas, contribuindo para um total de 31.413 negócios estabelecidos de janeiro a novembro de 2023. Esse número expressivo sugere que Goiás se aproxima de um recorde histórico de novas empresas.

A marca anterior é de 2021, quando foram registradas 33.082 novas constituições empresariais.

O presidente da Juceg, Euclides Barbo Siqueira, celebra os dados animadores e prevê que o estado está a apenas 1.669 empresas de atingir um novo patamar histórico. Siqueira destaca que, desde 2021, não houve um mês sequer com menos de 2 mil CNPJs registrados, evidenciando a robustez desse crescimento. “O Governo fez sua parte, criando oportunidades, e a população respondeu empreendendo”, comemora o presidente.

Atualmente, Goiás abriga 1.101.629 empresas ativas em seus municípios, revelando que o espírito empreendedor está disseminado por todas as regiões. A região metropolitana lidera, mas o Entorno do Distrito Federal e a região Sul também marcam presença no ranking das cidades com maior número de negócios ativos. Goiânia (337.533), Aparecida de Goiânia (81.549), Anápolis (64.588), Rio Verde (34.851), Valparaíso de Goiás (24.514), Luziânia (24.050), Águas Lindas de Goiás (21.858), Caldas Novas (19.371), Senador Canedo (19.256), Trindade (18.446), Itumbiara (17.578), Catalão (17.549), Jataí (17.064), Formosa (15.281) e Planaltina de Goiás (12.366) compõem o top 15 de Goiás.

 

Chegando ao Recorde de Novas Empresas: Novembro

No último mês, diversos setores se destacaram na abertura de novos negócios, indicando uma ampla diversificação econômica em Goiás.

Os serviços combinados de escritório e apoio administrativo lideraram com 313 novos empreendimentos, seguidos pelas atividades de consultoria em gestão empresarial (206), comércio varejista de bebidas (183), treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial (181) e preparação de documentos e serviços especializados de apoio administrativo não especificados anteriormente (169).

Goiás mantém sua posição de liderança no ranking de abertura de empresas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, superando estados como Ceará e Mato Grosso. O tempo médio para concluir o processo de nova abertura em Goiás foi de 18 horas, abaixo da média nacional de 1 dia e 5 horas, conforme dados do Portal da Rede Nacional para Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas (Redesim), do governo federal.

 

Desenvolvimento regional com novas empresas em Goiás

A força do empreendedorismo em Goiás transcende a capital, refletindo um desenvolvimento econômico disseminado em diferentes regiões. O Entorno do Distrito Federal e a região Sul também estão presentes no mapa do empreendedorismo ativo, demonstrando que o estado está se consolidando como um polo de oportunidades para diversos setores.

O sucesso desse crescimento se deve, em parte, à implementação de medidas governamentais que incentivam a criação de empreendimentos e à resposta positiva da população, que abraçou o desafio empreendedor. A eficiência do processo de abertura de empresas em Goiás, com uma média de 18 horas, contribui para atrair investidores e novos empreendedores, fomentando ainda mais o ambiente de negócios no estado.

 

O que o recorde de novas empresas melhora em Goiás?

À medida que Goiás se aproxima de superar sua marca, as perspectivas futuras são promissoras para a economia local. O crescimento contínuo do número de empresas contribui para a geração de empregos, o aumento da arrecadação de impostos e o fortalecimento da economia estadual como um todo.

O ambiente empreendedor diversificado em Goiás, com atuação expressiva em setores como serviços, consultoria, comércio e treinamento profissional, demonstra a resiliência e a adaptabilidade do empresariado local. Diante desse panorama, a expectativa é que o estado não apenas alcance, mas ultrapasse suas metas, consolidando-se como um dos principais hubs empreendedores do país.

 

 

7 tendências para o turismo que vão dominar 2024

À medida que nos aproximamos de 2024, os sentimentos de indiferença e distanciamento surgem como resultado da crise global, do aumento do custo de vida e das preocupações com as mudanças climáticas. Em todo o mundo, as pessoas têm se desconectado emocionalmente das notícias e dos acontecimentos nacionais e globais para fazer uma pausa necessária.

No passado, conhecer novos lugares era uma maneira de escapar da vida cotidiana. No entanto, a Booking.com mostra em sua mais recente pesquisa* que viajar será a própria vida em 2024. Inclusive, os brasileiros são a segunda nacionalidade que se sentem mais vivos do que nunca quando estão de férias (88%) – atrás apenas dos tailandeses e empatados com os chineses – e 79% deles querem que seu dia a dia em casa se aproxime mais da vida que levam nas viagens. E com a inteligência artificial pronta para trazer grandes transformações no próximo ano, os viajantes recorrem cada vez mais à tecnologia para fazer o trabalho pesado e encontram mais tempo para dar asas à imaginação e viver experiências enriquecedoras.

Para descobrir como as viagens vão tirar as pessoas do piloto automático e levá-las a experimentar o melhor da vida, a Booking.com encomendou uma pesquisa com mais de 27 mil viajantes em 33 países. Esses dados foram combinados com os insights da plataforma digital líder em viagens para revelar sete previsões de viagem para 2024.

 

1) Entusiastas do (alter) ego 

Em 2024, os viajantes se sentirão mais vivos ao criar o próprio alter ego nas férias, e os brasileiros estão entre as dez nacionalidades que mais inventarão histórias sobre sua vida real para pessoas que conhecem nas viagens (40%). Esses entusiastas do alter ego adoram a emoção de incorporar uma versão 2.0 de si mesmos e fazem de tudo para viver seu melhor personagem, com mais de três em cada cinco (62%) aproveitando o anonimato das viagens e a oportunidade de se recriar.

Alimentando a ideia de que as pessoas assumem outra identidade quando viajam para se sentirem mais vivas, o Brasil está em quarto lugar entre os entrevistados globais que mais afirmam viver sua melhor versão nas férias (82%) – atrás da Tailândia, Índia e Emirados Árabes Unidos -, quando são mais livres e abraçam novos aspectos da própria personalidade. Além disso, mais da metade (53%) dos turistas do país até alugariam um carro melhor do que aquele que dirigem em casa para assumir essa nova identidade, e sete em cada dez (68%) se sentem protagonistas em suas viagens e com poder para estrelar a própria vida.

 

2) Amantes de experiências refrescantes

O clima nunca esteve tão quente, com temperaturas recordes que causam ondas de calor em todo o mundo. As condições estão acelerando o aumento de viajantes que buscam climas mais amenos para se refrescar, com a maioria (56%) dos brasileiros relatando que as mudanças climáticas terão impacto na forma de planejar as férias em 2024, e 70% afirmando que, se a temperatura subir perto de casa, elas passarão as férias em um lugar mais fresco.

Esse efeito deve significar um crescimento de viagens que oferecem experiências aquáticas, com 41% dos brasileiros querendo passar as férias em um destino perto da água. Além disso, quase nove em cada dez (86%) viajantes do Brasil concordam que estar perto da água traz uma sensação imediata de relaxamento (estando os brasileiros em segundo lugar entre as nacionalidades que mais concordam com essa afirmação, atrás dos colombianos e empatados com os mexicanos). Essa forma de viajar para se sentir bem provavelmente vai difundir atividades como yoga flutuante, banhos sonoros na água e meditação na neve, e é esperado um aumento dos retiros de terapia de gelo, dos hotéis subaquáticos e da prática de “mermania”, em que a água deixa de ser apenas o cenário para se tornar o evento principal.

 

3) Aventureiros do acaso 

Os viajantes cada vez mais querem se render ao elemento surpresa e se aventurar em territórios inexplorados durante as férias. Com isso, mais da metade (53%) dos turistas brasileiros gostaria de reservar uma viagem surpresa onde tudo, até o destino, é desconhecido até a chegada. Cansado da “mesmice” do dia a dia e buscando experiências autênticas, o viajante aventureiro de 2024 quer escapar das férias padronizadas, com 49% dos brasileiros preferindo se aventurar em destinos alternativos e quase um terço (28%) afirmando que viajaria com pessoas desconhecidas.

Abandonando a rigidez do planejamento para vivenciar experiências ao acaso, esse perfil aventureiro abre mão do controle em prol da arte de viver o momento. Inclusive, metade (50%) dos viajantes do Brasil adoraria não ter planos definidos antes de viajar, enquanto mais de dois terços (71%) preferem viajar com planos adaptáveis para poder mudar a rota de acordo com o momento.

O setor de turismo já está respondendo rapidamente com serviços flexíveis habilitados por tecnologia, dando aos viajantes a opção de cancelar e mudar os planos. A explosão da inteligência artificial, que já contou com o lançamento do planejador de viagens com IA da Booking.com, ganhará ainda mais força em 2024: os brasileiros são a quinta nacionalidade que mais confiariam na inteligência artificial para planejar uma viagem (62%), depois dos chineses, indianos, tailandeses e vietnamitas.

 

4) Arqueólogos da culinária

Em 2024, os arqueólogos gastronômicos vão se aprofundar nas origens dos alimentos nas férias para descobrir tesouros culinários. E a pesquisa mostra que quase dois terços (58%) dos viajantes do país estão mais interessados em aprender sobre a história das iguarias de um destino do que sobre o passado do lugar.

Três em cada quatro (74%) brasileiros querem experimentar culinárias nativas, e é provável que haja um aumento nas experiências culturais típicas que levam os viajantes a lugares que contam a história por trás da comida que servem, trazendo orgulho e renda para comunidades em todo o mundo.

Os viajantes fãs de gastronomia adotarão uma abordagem experimental que alterna entre as realidades digital e física para transformar cada descoberta em uma extravagância multissensorial. Mais da metade (56%) deles quer uma experiência alimentar física e digital ao mesmo tempo, por meio de tecnologias de realidade virtual ou aumentada, como uma iluminação que altera o humor, harmonização de aromas e paisagens sonoras que potencializam a imersão na tradição culinária.

 

5) Praticantes do bem-estar 

Em meio à instabilidade global e a um mundo cada vez mais agitado, viajantes reservam férias com foco no desenvolvimento pessoal para retomar a vida que realmente querem. A nova era do turismo do sono, por exemplo, oferece concierges do sono e tecnologia de ponta para atender aos 58% dos brasileiros que querem viajar em 2024 para se concentrar no sono ininterrupto.

Para os viajantes do Brasil que já estão acostumados a dormir sozinhos, quase um terço (31%) reservaria um tempo para uma viagem que possibilite encontrar um novo amor, enquanto 38% aproveitariam as férias para superar um ex. Em contrapartida, dentre as pessoas que estão em um relacionamento, quase um quarto (22%) tem como prioridade em 2024 aprofundar a conexão com o próprio parceiro durante uma viagem. Enquanto isso, os pais cada vez mais cansados estão buscando tranquilidade em férias completamente solitárias, com a maioria (54%) planejando viajar sem filhos e parceiros.

 

6) Fãs do luxo à la carte

Incentivados pela crise do custo de vida, os viajantes em 2024 empregarão truques para poupar dinheiro e cortar custos. No entanto, eles ainda pretendem desfrutar de férias com luxos “à la carte”, experimentando como é viajar como os ricos, mesmo que apenas por um momento. Esses fãs do luxo à la carte querem parecer ricos e fugir da realidade de ter que fazer sacrifícios financeiros, mas, nos bastidores, eles buscam itinerários de viagem econômicos com a ajuda da inteligência artificial. Inclusive, sete em cada dez (70%) viajantes do Brasil vão querer insights e dicas da IA nas férias para melhorar a própria experiência com sugestões de serviços complementares e ofertas, tudo isso com apenas um toque do dedo – e os brasileiros estão entre as seis nacionalidades que mais se interessam em obter ajuda da IA no planejamento da viagem, atrás dos chineses, indianos, tailandeses, emiradenses e vietnamitas.

Além disso, mais da metade (54%)  planeja escolher destinos onde o custo de vida seja mais barato do que em sua cidade natal, enquanto outras pessoas preferem viajar para mais perto de casa, com o intuito de desfrutar de férias luxuosas por menos para reduzir os custos (42%). Muitos (62%) viajantes brasileiros estarão dispostos a pagar por passes diários para usar as comodidades de um hotel 5 estrelas, em vez de se hospedar lá, e há ainda um número considerável de pais (36%) que planeja levar as crianças para viajar fora da alta temporada e, assim, fazer o dinheiro valer mais em 2024.

 

7) Apreciadores conscientes da estética

Já se foi o tempo em que as palavras “sustentável” e “elegante” não eram necessariamente sinônimas, e quando “ecoviagem” evocava imagens de locais rústicos. Em 2024, a interseção do design e da atenção plena vão influenciar as viagens, abrindo novas portas para viajantes que querem fazer escolhas mais conscientes e responsáveis. Isso não se aplica somente a uma viagem curta, mas surge como um estilo de vida.

Atualmente, há um crescente movimento de hotéis e outros locais de hospedagem que oferecem soluções criativas e esteticamente agradáveis a desafios ambientais e sociais importantes. Esses viajantes exigentes buscarão uma arquitetura que tenha características ambientais em sua essência, sendo que mais da metade (51%) dos viajantes brasileiros preferem acomodações com elementos de inovação sustentável; três em cada cinco (62%) querem ver a sustentabilidade em ação; e quase dois terços (64%) esperam ver o exterior dentro das acomodações, com espaços verdes e plantas.

Em 2024, em troca de contribuir para os esforços de conservação, os itinerários sustentáveis darão aos viajantes acesso exclusivo aos locais que eles ajudam a preservar, da forma mais consciente e responsável. Muitas pessoas têm interesse em aplicativos de viagem sustentável, onde possam desbloquear recompensas (71%), como experiências com moradores locais em regiões pouco conhecidas (44%) ou visitando lugares remotos aos quais os turistas teriam acesso limitado (45%).

De acordo com Arjan Dijk, Vice-Presidente Sênior e Diretor de Marketing da Booking.com, “nossas previsões de viagem para 2024 refletem a ideia de que viajar não é uma maneira de escapar da vida, mas sim um catalisador para vivermos da melhor forma possível. Desde aventuras em um novo destino até experimentar uma nova cultura e todas as experiências relacionadas, quando viajamos, podemos nos tornar a nossa melhor versão. Na Booking.com, nossa missão é fazer com que vivenciar o mundo fique mais fácil para todas as pessoas e acreditamos no poder das viagens para inspirar, transformar e enriquecer vidas. Por isso, temos o compromisso de possibilitar experiências extraordinárias que toquem no coração de cada viajante em 2024 e no futuro”.

 

*A pesquisa Previsões de Viagem para 2024 foi encomendada pela Booking.com e realizada com um grupo de adultos que planeja viajar a lazer ou a negócios nos próximos 12 a 24 meses. No total, 27.730 pessoas em 33 países e territórios participaram da pesquisa. As pessoas entrevistadas responderam a uma pesquisa on-line em julho de 2023.

Previsão: Lene Sensitiva diz que irão ocorrer duas grandes perdas no mundo musical

A mística Lene Sensitiva usou as redes sociais,na manhã do sábado, 13 de novembro,  para informar que o mundo da música pode perder mais grandes nomes. “Infelizmente as perdas não param, teremos mais duas grandes comoções no mundo da música. Para um eu já mandei mensagem, agora vou mandar para essa dupla”, disse Lene Sensitiva, mostrando se tratar de três pessoas do mundo musical e uma do mundo sertanejo. Ela, porém, não disse os nomes e nem o prazo para sua previsão acontecer. De acordo com ela, os nomes nao foram revelados por ética. 

Logo após a  morte de Marília Mendonça, Lene Sensitiva fez um post nas redes sociais em que falava que sabia que a cantora havia sido “bem recebida” em sua passagem. “Descanse em paz, eu sei que você está bem, eu sei que você foi bem recebida pelos seus familiares, e você deixou no seu legado muita saudade”, escreveu.

O que é o metaverso, apontado por Zuckerberg do Facebook como o futuro da internet

O Facebook – a empresa, não a rede social -, agora se chama Meta. A mudança se tornou um dos assuntos mais comentados na internet após o anúncio feito pelo CEO da empresa, Mark Zuckerberg, na última quinta-feira (28/10). Na prática, o conglomerado por trás de redes sociais, como Facebook, Instagram e WhatsApp, demonstra uma visão bastante ambiciosa sobre o futuro, que, inclusive tem nome: metaverso.

Diferente do que muitos pensam, não se trata apenas de uma mudança de nome. A ideia de metaverso representa a possibilidade de acessar uma espécie de realidade paralela, em alguns casos ficcional, em que uma pessoa pode ter uma experiência de imersão. Tecnicamente, não é algo real, mas busca passar uma sensação de realidade. “A próxima plataforma será ainda mais imersiva – uma internet ampliada, onde você está dentro da experiência, e não apenas olhando para ela”, explicou o fundador em carta publicada no site do Facebook.

Na carta, Zuckerberg ressalta que qualidade será palavra de ordem no metaverso. “Você será capaz de fazer quase tudo que possa imaginar – reunir-se com amigos e a família, trabalhar, aprender, jogar, comprar, criar – e ainda viver experiências completamente novas”, afirma. Segundo ele, no futuro, os usuários poderão se transportar instantaneamente, na forma de um holograma, para chegar ao escritório sem ter que encarar o trajeto e, da mesma maneira, poderão participar de shows e outros eventos. “O metaverso vai abrir mais oportunidades, não importa onde você more”, diz.

Possibilidades
Conforme apurado até o momento, o conceito de metaverso ainda está desenvolvido, mas é possível imaginar alguns cenários:

1) As pessoas poderão ter avatares para interagir umas com as outras;

2) As videochamadas podem virar coisa do passado;

3) Será possível usar acessórios digitais, ampliando a ideia de exclusividade e luxo;

4) O entretenimento é um dos trunfos. 

Confira, abaixo, a íntegra da carta de Mark Zuckerberg

“Estamos no início no próximo capítulo da internet, e é o próximo capítulo para a nossa empresa também. Nas décadas recentes, a tecnologia deu às pessoas o poder de se conectarem e de se expressarem mais naturalmente. Quando eu fundei o Facebook, o que nós fazíamos era digitar textos em sites. Quando tivemos acesso a celulares com câmeras, a internet se tornou mais visual e mais móvel. À medida que as conexões ficaram mais rápidas, o vídeo se tornou uma maneira mais rica de compartilhar experiências. Fomos do desktop para a web, e depois para o celular; do texto para as fotos, e depois para o vídeo. Mas esse não é o destino final.

A próxima plataforma será ainda mais imersiva – uma internet ampliada, onde você está dentro da experiência, e não apenas olhando para ela. Chamamos isso de metaverso, e vai tocar todos os produtos que desenvolvemos. A qualidade que define o metaverso será uma percepção de presença – a sensação de que você está ali ao lado de outra pessoa, em outro lugar. Conseguir se sentir realmente presente ao lado de outra pessoa é o objetivo máximo da tecnologia social. É por isso que nosso foco está na construção do metaverso.

No metaverso, você será capaz de fazer quase tudo que possa imaginar – reunir-se com os amigos e a família, trabalhar, aprender, jogar, comprar, criar – e ainda viver experiências completamente novas, que não se encaixam realmente com o modo como vemos computadores e telefones hoje. Nesse futuro, você será capaz de se teletransportar instantaneamente, na forma de um holograma, para chegar ao escritório sem ter que encarar o trajeto; da mesma maneira, poderá ir a um show ou se sentar na sala de estar da casa de seus pais. O metaverso vai abrir mais oportunidades, não importa onde você more. Você será capaz de gastar mais tempo com o que realmente importa, cortar o tempo gasto no trajeto e reduzir a sua pegada de carbono.

Imagine quantos objetos físicos você tem hoje e que podem simplesmente se transformar em hologramas no futuro. Sua TV, seu escritório de trabalho com monitores múltiplos, seus jogos de tabuleiro e muito mais – em vez de objetos criados em fábricas, você terá acesso a hologramas desenhados por criadores em todo o planeta. Você se moverá entre essas experiências usando diferentes equipamentos – óculos de realidade aumentada para ficar presente no mundo físico, realidade virtual para fazer uma imersão, celulares e computadores para se conectar ao metaverso de diferentes plataformas.

O metaverso não será criado por uma companhia. Será implementado por criadores e desenvolvedores produzindo novas experiências e itens digitais que são interoperáveis e abrem as portas para uma economia criativa muito mais ampla do que aquela restrita pelas plataformas atuais e suas regras. Nosso papel nessa jornada é acelerar o desenvolvimento das tecnologias fundamentais, das plataformas sociais e das ferramentas criativas capazes de dar vida ao metaverso, e tecer essas tecnologias por meio dos nossos aplicativos de mídias sociais. Nós acreditamos que o metaverso pode proporcionar experiências sociais melhores do que qualquer alternativa disponível hoje, e nós vamos dedicar a nossa energia a tentar alcançar o seu potencial.

Como eu escrevi na nossa carta do fundador original: “Nós não criamos serviços para ganhar dinheiro: nós ganhamos dinheiro para criar serviços melhores. Essa atitude tem trazido bons resultados para nós. Nós construímos o nosso negócio para sustentar grandes investimentos de longo prazo destinados a desenvolver serviços melhores, e é isso que pretendemos fazer agora. Os últimos cinco anos fizeram com que eu e a minha companhia nos tornássemos mais humildes, de várias maneiras. Uma das maiores lições foi que criar produtos que as pessoas amam não é o suficiente.

Passei a admirar mais o fato de que a história da internet não é algo simples e direto. Cada capítulo traz novas vozes e novas ideias, mas também novas desafios e riscos, e disrupção em relação a interesses estabelecidos. Precisaremos trabalhar juntos, desde o começo, para trazer à tona a melhor versão possível desse futuro. Privacidade e segurança precisam fazer parte desse metaverso desde o primeiro dia. E também precisam estar ali padrões abertos e interoperabilidade. Isso vai exigir não apenas um trabalho técnico inovador – como sustentar projetos ligados a criptomoedas e NFTs na nossa comunidade -, mas também novas formas de governança. O mais importante é ajudar a criar ecossistemas, para que mais pessoas tenham uma participação ativa nesse futuro e possam se beneficiar dele, não apenas como consumidoras, mas como criadoras.

Esse período me ensinou muito porque, embora sejamos uma companhia muito grande, também aprendemos o que é construir algo dentro de outras plataformas. Viver sob suas regras moldou minhas opiniões sobre a indústria da tecnologia da maneira profunda. Isso fez com que eu acreditasse que a falta de escolhas para os consumidores e as altas taxas cobradas por desenvolvedores estão travando a inovação e atrasando o crescimento da economia da internet. Tentamos uma nova abordagem. Sempre quisemos que os nossos serviços fossem acessíveis para o maior número possível de pessoas, e isso significa trabalhar para que eles custem menos, e não mais. Nossos aplicativos são gratuitos. Nosso modelo de anúncios foi desenhado para proporcionar os preços mais baixos para as empresas. Nossas ferramentas de e-commerce estão disponíveis a preço de custo ou com taxas modestas. Como resultado, bilhões de pessoas amam os nossos serviços e centenas de milhões de negócios confiam nas nossas ferramentas.

Essa é a abordagem que queremos trazer para ajudar a construir o metaverso. Pretendemos vender os nossos dispositivos a preço de custo ou subsidiados, para torná-los acessíveis para mais pessoas. Vamos continuar a apoiar os processos de transferências de arquivos e streaming a partir de PCs, para que as pessoas tenham escolhas, em vez de obrigá-las a usar a Quest Stores para encontrar aplicativos ou alcançar consumidores. E vamos nos esforçar para oferecer serviços de criação e desenvolvimento com preços baixos sempre que possível, para que possamos maximizar a economia criativa de maneira geral. Mas teremos que nos assegurar que não vamos perder muito dinheiro no caminho.

Nossa esperança é que, na próxima década, o metaverso alcance um bilhão de pessoas, hospede um e-commerce capaz de movimentar centenas de bilhões de dólares, e dê suporte ao trabalho de milhões de criadores e desenvolvedores.

Quem somos nós

Ao embarcarmos neste próximo capítulo, pensei muito sobre o que ele significa para nossa empresa e para nossa identidade. Somos uma companhia que tem o objetivo de conectar pessoas. Enquanto a maior parte das empresas tech está focada em como as pessoas interagem com a tecnologia, nós sempre nos concentramos em construir uma tecnologia para que as pessoas possam interagir umas com as outras.

Hoje somos vistos como uma empresa de mídia social. O Facebook é um dos produtos de tecnologia mais usados na história do mundo. É uma marca icônica de mídia social. Construir aplicativos de redes sociais será sempre importante para nós, e há muito mais a ser construído. Mas, cada vez mais, deixamos de fazer apenas isso. Está em nosso DNA desenvolver tecnologia para aproximar as pessoas. O metaverso é a próxima fronteira para isso, assim como as redes sociais eram quando começamos.

No momento, nossa marca está intimamente ligada a um único produto, que não é capaz de representar tudo o que estamos fazendo hoje, muito menos o que iremos fazer no futuro. Com o tempo, espero que sejamos vistos como uma empresa metaversa, e quero ancorar nosso trabalho e nossa identidade nisto que estamos construindo agora.

Acabamos de anunciar que estamos fazendo uma mudança fundamental em nossa companhia. Agora, estamos vendo e reportando nossos negócios como dois segmentos diferentes: um para nossa família de aplicativos e outro para nosso trabalho em plataformas futuras. Nosso trabalho no metaverso não é apenas um desses segmentos. O metaverso abrange as experiências sociais e a tecnologia futura. À medida que ampliamos nossa visão, é hora de adotarmos uma nova marca.

Para refletir quem somos e o futuro que esperamos construir, tenho orgulho de compartilhar que nossa empresa agora é a Meta. Nossa missão continua a mesma – ainda é reunir as pessoas. Nossos aplicativos e suas marcas não estão mudando. Ainda somos a empresa que projeta tecnologia em torno das pessoas. Mas todos os nossos produtos, incluindo nossos aplicativos, agora compartilham uma nova visão: ajudar a dar vida ao metaverso. E agora temos um nome que reflete a amplitude do que fazemos.

De agora em diante, nossa prioridade será o metaverso, e não o Facebook. Isso significa que, com o tempo, você não precisará de uma conta no Facebook para usar nossos outros serviços. À medida que nossa nova marca começa a aparecer em nossos produtos, espero que as pessoas em todo o mundo conheçam a Meta e o futuro que defendemos. Eu costumava estudar clássicos, e a palavra “meta” vem da palavra grega que significa “além”. Para mim, isso simboliza que há sempre mais para construir e sempre há um próximo capítulo para a história. Nossa história começou em um dormitório e cresceu além de qualquer coisa que imaginávamos; gerou uma família de aplicativos que as pessoas usam para se conectar umas com as outras, para encontrar sua voz e para avançar com negócios, comunidades e movimentos que têm mudado o mundo.

Estou orgulhoso do que construímos até agora, e estou animado com o que vem a seguir – à medida que avançamos além do que é possível hoje, além das restrições das telas, além dos limites da distância e da física, e em direção a um futuro no qual todos podem estar presentes uns com os outros, criando oportunidades e experimentando coisas novas. Esse é um futuro que está além de qualquer empresa e que será feito por todos nós. Desenvolvemos produtos que uniram as pessoas de novas maneiras. Nós aprendemos lidando com questões sociais difíceis e vivendo sob plataformas fechadas. Agora é hora de pegar tudo o que aprendemos e ajudar a construir o próximo capítulo.

Estou dedicando nossa energia a isso – mais do que qualquer outra empresa no mundo. Se este é o futuro que você deseja ver, espero que se junte a nós. O futuro vai estar além de qualquer coisa que possamos imaginar.

— Mark Zuckerberg

 

IFG está com inscrições abertas para oficinas de robótica exclusivo para meninas em Goiânia

Alunas do ensino médio e do fundamental da 8ª e 9ª séries de escolas públicas municipal e estadual de educação de Goiânia, já podem se inscrever para o projeto de extensão ”Steam4Girls: aprendizagem criativa para estímulo de meninas cientistas”. O projeto é promovido pelo Instituto Federal de Goiás (IFG) e tem como objetivo promover oficinas que ensinam a utilização de ferramentas relacionadas à Robótica Educacional e o desenvolvimento de habilidades diante de diferentes desafios, além de permitir que meninas possam ter uma experiência real de uma cientista.

São 30 vagas disponíveis para o curso totalmente gratuito, e as incrições estarão abertas até o dia 22 de Outubro. Para se inscrever, as estudantes precisam ter acesso à internet além da disponibilidade no período vespertino para a participação das atividades que serão online, com início no dia 24 de Outubro. 

De acordo com o professor que coordena a ação, Carlos Roberto da Silveira Junior, serão ministradas 7 oficinas semanais em que as alunas dos cursos de graduação e técnico integrado do Câmpus Goiânia da IFG vão auxiliar no processo de ensino e aprendizagem das estudantes da rede pública e integrarão uma única turma, participando de forma igualitária. Durante as aulas, será estimulado o aprendizado de diversas disciplinas, principalmente em áreas relacionadas como Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática. A ideia do programa é fomentar o protagonismo feminino na área da Ciência.

O projeto ”Steam4Girls” é realizado pela IFG desde 2019 e já atendeu 40 alunas de quatro escolas públicas em Goiás como a Escola Municipal João Bráz; Escola Municipal Dalísia Elizabeth Martins Dolles; Colégio Estadual Professora Olga Mansur e Colégio Estadual Aécio Oliveira de Andrade.

Para se inscrever, acesse este link.

 

*Com informações Jornal A Redação

(Imagem: Divulgação)

 

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Amazon anuncia robô doméstico capaz de interagir com pessoas

A evolução da linha de dispositivos inteligentes de voz da Amazon agora vai andar pela casa. A empresa anunciou nesta terça-feira, o Astro, seu primeiro robô-assistente residencial. O dispositivo foi criado para interagir com pessoas e oferecer uma experiência inédita até então. Ao custo de US$ 999 (cerca de R$ 5,4 mil), trata-se de uma mistura de câmera de segurança móvel, serviço de informação e central de entretenimento sobre rodas. 

 

Equipado com inteligência artificial, o produto tem movimentos autônomos, realiza o mapeamento de toda a casa e pode ouvir e entender comandos, conseguindo, por exemplo, analisar dificuldades nos ambientes. A promessa da Amazon é que o Astro não atropelará o cachorro que estiver deitado no meio do chão da sala, por exemplo.

 

Em comunicado, a Amazon explicou que ‘’Astro é um tipo novo e diferente de robô, projetado para ajudar os clientes em uma série de tarefas, como monitoramento residencial e contato com a família. Ele reúne novos avanços em inteligência artificial, visão computacional, tecnologia de sensores e voz e computação de ponta em um pacote projetado para ser útil e conveniente”.

 

Ainda não há muitos detalhes sobre quando o robô chegará ao Brasil, mas segundo a Amazon, deverá ter o custo de aproximadamente R$ 1.900,00.

Confira abaixo o vídeo de lançamento:

 

 

 

Imagem: Divulgação Amazon

 

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5 séries de ficção científica que você precisa ver na Netflix

Na atualidade, a ficção científica tem despertado cada vez mais olhares e atraído atenção de públicos cada vez mais ecléticos e curiosos, sobre o quão singular podem ser as experiências retratadas em séries e filmes produzidas recentemente. Por isso, resolvemos trazer as 5 séries sobre ficção, mais aclamadas pelo público Brasileiro:

1° Black Mirror

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A série britânica criada por Charlie Brooker em 2011, traz episódios autônomos, geralmente retratados em um presente alternativo, ou em um futuro.

As histórias abordam temas obscuros e satíricos, que causam certa reflexão em seus expectadores, baseando-se em questões sociais e também nas consequências imprevistas que podem vir junto às novas tecnologias. Segundo Charlie; “cada episódio tem um elenco diferente, um cenário diferente, até mesmo uma realidade diferente, mas todos se tratam da forma que vivemos agora, e da forma que podemos estar vivendo daqui a 10 minutos se formos desastrados”.

A série possui 4 temporadas, divididas em 19 episódios, disponíveis na Netflix e já tem confirmada sua 5° temporada, porém, ainda sem data de estreia.

2° The 100

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‘The Hundred’ ou ‘Os Cem’ (como é conhecida no Brasil), é uma série de televisão americana, transmitida desde 2014, baseada no livro “The 100” (2013).

A série se passa 97 anos após uma guerra nuclear devastadora que dizimou quase toda a vida na Terra. Os sobreviventes conhecidos são os moradores de doze estações espaciais em órbita da Terra que formão “a Arca”. Depois dos sistemas de suporte de vida da Arca serem encontrados falhando criticamente, 100 prisioneiros juvenis são declarados “dispensáveis” e enviados para a superfície em uma última tentativa de determinar se a Terra é habitável novamente em um programa chamado “Os 100”, do qual a série recebe o nome. Em terra os jovens enfrentam muitas dificuldades e muitos perigos, que fizeram da mesma, alvo de críticas extremamente positivas, fazendo muitos fãs no Brasil. 

A série possui 4 temporadas, divididas em 58 episódios disponíveis na Netflix, e sua 5° temporada estreia no dia 24 de abril de 2018 na plataforma.

3° Stranger Things

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Stranger Things é uma série de televisão americana de ficção científica e terror criada, escrita, dirigida e produzida pelos irmãos Matt e Ross Duffer no ano de 2016, sendo distribuída pela Netflix.

A série se passa na década de 1980, e é altamente tematizada pelos elementos culturais da época. Na trama, um garoto desaparece misteriosamente na pequena cidade de Hawkins, Indiana, e faz seus amigos partirem por sua busca, que, no caminho, encontram uma estranha garota com poderes telecinéticos. Em Junho de 2016, a série se tornou um viral no Brasil, sendo aclamada pelas críticas, e superestimada pelos fãs que rapidamente receberam a confirmação da segunda temporada.

Stranger Thing possui 2 temporadas, divididas em 17 episódios que valem cada segundo de atenção. Já tem sua 3° temporada confirmada com 8 novos episódios, porém para infelicidade dos fãs, ainda sem data de estreia.

4° Sense 8

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Sense8 é uma série norte-americana, lançada em 2015, que conta história de 8 desconhecidos: Will, Riley, Capheus, Sun, Lito, Kala, Wolfgang e Nomi.

Cada uma dessas pessoas é de uma cultura e país diferentes. Em seu cotidiano, todos subitamente têm uma visão da violenta morte de uma mulher chamada Angelica e, a partir de então, eles descobrem estar mentalmente e emocionalmente ligados um ao outro, sendo capazes de se comunicar, sentir e apoderar-se do conhecimento, linguagem e habilidades alheias. A quem tem esse tipo de dom é dado o nome de Sensate. Cada episódio reflete os pontos de vista dos personagens, que interagem uns com os outros enquanto aprofundam as próprias origens, as próprias diferenças e as experiências passadas que possam uni-los.

A série, após lançada, fez fãs por todo mundo, incluindo um grande número no Brasil.Por abordar temas de cunho LGBT nas vivencias de alguns dos personagens, gerou uma grande repercussão, tendo apoio da grande parte dos espectadores, defendendo, a liberdade de gênero e liberdade de orientação sexual.

Sense8 possui 2 temporadas divididas em 23 episódios que estão disponíveis na Netflix, onde prendem a atenção, despertam curiosidade e instigam maratonas.

5° Lost in Space

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Lançada no ultimo dia 13 de abril, Lost in Space é uma série de televisão americana de ficção científica, seguindo as aventuras de uma família de colonos espaciais pioneiros, cuja nave espacial se desenrola fora do curso.


Na trama vivida no ano de 2046, a família Robinson e a nave espacial Jupiter 2, uma das várias naves Júpiter, encontra um rasgo no espaço-tempo e cai em um planeta desconhecido. Anos-luz encalhados do destino pretendido, os Robinsons e outros colonos se juntam para combater um estranho novo ambiente alienígena e seus próprios demônios pessoais enquanto tentam sair do planeta. A série trata-se de um ‘reboot’ de Lost in Space do ano de 1965; adaptada para a audiência moderna.

Conta com 1 temporada de 10 episódios, que deixam um gosto de ‘quero mais’. A segunda temporada já foi confirmada, porem sem data de estreia.

Cirurgias que provam que o futuro já chegou e você ainda não percebeu

A história da medicina, muitas vezes, não é vista com bons olhos. Bem, se formos pensar em como eram praticados determinados procedimentos, consideraríamos bárbaros, mas é preciso entender que tudo é uma questão de época, conhecimento e, claro, tecnologia. A medicina existe, praticamente, desde os primórdios da existência humana, em suas devidas proporções, obviamente. Em 2000, na virada do século o mundo esperava (e não se decepcionou) o grande ‘boom’ da tecnologia. Bem, esse ‘boom’ aconteceu algumas décadas antes, por volta da metade do século 20 para frente. De qualquer maneira, atualmente ouvimos falar em muitos procedimentos e, por vezes, nem fazemos ideia de como eles funcionam. Pensando nisso, nós aqui da redação do Curta Mais selecionamos alguns vídeos para melhor exemplificar como o futuro é, realmente, o agora. Especialmente o item 3. Confira:

1 – Cirurgia para aumetar a altura

Essa cirurgia foi desenvolvida para ajudar pessoas a ficarem alguns centímetros mais altas. Ela consiste em um corte no osso da perna, afastamento de um pedaço do outro, inserção de uma placa de metal e reconstrução óssea para preenchimento do espaço. Quando preenchido, a barra é retirada. Como no vídeo acima.

2 – Cirurgia para realinhar a coluna

Hernia de disco, lombalgia, artrose da coluna e escoliose são algumas das principais doenças da coluna vertebral. Porém, o que até poucos anos não tinha qualquer esperança de cura, atualmente, apesar de não serem tão simples, já existem métodos (cirurgias) que permitem que essas pessoas possam ter uma vida normal.

3 – Robôs cirúrgicos

Não precisa ser uma cirurgia específica, mas vovê já pensou em um robô [sem intervenção de um humano] fazendo todo o trabalho sozinho? Anestesia, corta, abre, mexe, arruma, costura e fecha. Simples assim. Essa já é uma realidade, apesar de ainda experimental. Mas fica a reflexão: e se der um bug no computador?

4 – Transplante de cabeça

Em 2017, estava programada para novembro, na China, a cirurgia de transplante de cabeça que seria realizada pelo italiano Dr. Sergio Canavero, do russo Valery Spiridonov. Spiridonov é um cientista da computação que possui de uma doença degenerativa, um severo tipo de atrofia muscular. Com apenas 30 anos ele se comprometeu a se submeter à primeira cirurgia de cabeça, que consistia em transplantar a cabeça de um homem vivo [no caso, a do russo] para um o corpo de um doador com morte cerebral. Porém, a cirurgia não foi realizada na data prevista e, de acordo com o Daily Mail, Spiridonov já perdeu as esperanças de possuir um novo corpo, livre de deficiências. Especialmente quando o médico italiano divulgou que irá realizar a cirurgia experimental na China, em um chinês ainda não identificado.

5 – Balão gástrico

Um dos maiores problemas de saúde [do mundo] que preocupam grandes órgãos de saúde mundiais é a obesidade. E, a partir dela, tantas outras doenças podem se desenvolver, como a diabetes. Para tentar reverter essa situação, cirurgias bariátricas foram desenvolvidas. Hoje existem quatro tipos:

Banda Gástrica Ajustável

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Imagem: gastronet

Gastrectomia Vertical ou Sleeve

Duodenal Switch – Derivação Biliopancreática

Bypass Gástrico ou Cirurgia de Fobi-Capella

Mas, além dessas cirurgias, que possuem tecnologia muito avançada e já são muito menos invasivas que há 10 anos atrás, ainda existem outro métodos menos invasivos, como o balão gástrico, que não precisa de corte ou qualquer intervenção cirúrgica. Para chegar ao estômago, a pessoa precisa engolir uma espécie de pílula que, ao chegar no órgão desejado infla, ocupando o espaço que seria preenchido pela comida, dando sensação de saciedade. Após cerca de 6 meses, o balão é retirado por endoscopia. Em alguns casos pode ser necessário o uso de mais de um balão.

Capa: nbcnews / reprodução da internet

Empresa faz testes com primeiro carro voador do mundo

Será que chegamos mesmo ao futuro de Marty McFly? A empresa americana Terrafugia anunciou que dará início aos testes do primeiro carro voador do mundo. A empresa aguardava liberação da FAA, agência americana que regula o espaço aéreo, que agora autorizou os céus do país para as experimentações da empresa. Para tanto, basta que a Terrafugia avise com antecedência quando os testes serão realizados para evitar acidentes.

Terrafugia TF-X

Por enquanto, os testes serão feitos com um protótipo não tripulado, 10 vezes menor que o carro. O modelo é planejado para voar mais de 120 metros de altura, com velocidade de até 160 km/h. A versão final do carro, segundo a empresa, deve ultrapassar os 320 km/h. No entanto, o carro deve chegar às lojas daqui a 8 ou 12 anos com preços semelhantes aos de carros de luxo. O modelo, chamado TF-X, foi concebido para 4 pessoas, cabendo em uma garagem comum e usando baterias no lugar de combustíveis fósseis.

Assista ao video de apresentação do TF-X:

O dia chegou! Marty McFly chega ao futuro 30 anos após viagem no tempo

21 de outubro de 2015 não é uma data qualquer para os fãs da série de filmes “De Volta para o Futuro”. Clássico do cinema dos anos 80, a série narra as viagens no tempo de Marty McFly e do cientista Dr. Brown, e dia 21 de outubro é a data na qual McFly desembarca no futuro (ou no presente?) no segundo filme da série. Ou seja, nós somos o futuro que McFly encontrou em sua viagem no tempo, mas, nem tudo que ele viu por lá se tornou realidade por aqui.

 

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Cena registra data para a qual Marty McFly viaja para o futuro – o dia de hoje, 21 de outubro de 2015.

De

Marty McFly e Dr. Brown chegam ao futuro, mais conhecido como o presente que vivemos hoje. 

 

Dirigido por Robert Zemeckis, o primeiro filme da série, “De Volta para o Futuro”, também faz aniversário este ano. Estrelado por Christopher Lloyd, no papel de Dr. Brown, e Michael J. Fox como Marty McFly, o filme foi lançado em 1985, e desde então tem conquistado gerações. A série narra diversas viagens no tempo vividas pela dupla, seja para evitar que a mãe de McFly se apaixone pelo filho, para consertar os problemas de McFly no futuro ou trazer o Dr. Brown de volta no tempo. Quando lançado, o filme foi campeão de bilheteria, arrecadando mais de 380 milhões de dólares, e junto com os outros filmes da saga, também foi lançado como uma série de desenhos, um brinquedo de parque de diversões, vários jogos eletrônicos e uma peça de teatro musical.

Confira as previsões certeiras e as nem tão acertadas de “De Volta Para o Futuro”:

 

Previsões Certeiras

Filmes 3D (mas não holográfico)

Filmes

 

Leitor biométrico

Biometria

 

Drones

Drones

 

Óculos inteligentes

culos

 

Chamada de vídeo

chamada

 

Tênis que se ajustam sozinhos: Ainda em fase de protótipo, os tênis que se ajustam sozinhos não possuem cadarços.

Tênis

 

 

Previsões Não-Certeiras

Skate voador

De

 

Carros voadores

De

 

Roupas auto-ajustáveis que se secam sozinhas

Roupas

 

Papel anti-poeira

papel

 

Serviço meteorológico perfeito

Serviço

 

8 cidades futuristas que são o cenário perfeito para De Volta para o Futuro

21 de outubro de 2015 marca a data na qual Marty McFly chega ao futuro após sua viagem no tempo. Personagem da série cinematográfica “De Volta Para o Futuro”, clássico da ficção científica dos anos 80 e 90, McFly encontrou um futuro diferente do qual vivemos atualmente, mas, não é porque não temos carros voadores ou clínicas de rejuvenescimento que não somos um futuro de cair o queixo. O UOL Viagens listou 8 cidades futuristas que poderiam muito bem ser cenário de “De Volta para o Futuro” – confira:

 

Dubai, nos Emirados Árabes

Dubai

Com um edifício de mais de 800 metros de altura, uma ilha artificial em formato de palmeira, e um shopping center com 1200 lojas, Dubai sem dúvida surpreenderia McFly.

 

Tóquio, no Japão

Tóqui

Quando o assunto é vanguarda, Tóquio é a cidade que é a maior referência no assunto: além das paisagens ultramodernas, a cidade está cheia de personagens que usam roupas e maquiagens que cabem muito bem em um futuro distante.

 

Xangai, na China

Xangai

Com uma torre de quase 470 metros de altura e uma população extremamente numerosa, Xangai é uma cidade que impressiona até os habitantes do século XXI.

 

Astana, no Cazaquistão

Astana

Edifícios super modernos, como a torre Bayterek, fazem de Astana um cenário perfeito para filmes futuristas.

 

Cingapura

Cingapura

Da Singapore Flyer, os visitantes (do presente e do futuro) podem ter uma visão de tirar o fôlego da paisagem urbana impressionante de Cingapura, capaz de impressionar qualquer viajante do tempo.

 

Hong Kong

Hong

Um dos principais centros financeiros contemporâneos, Hong Kong é capaz de transportar qualquer visitante para o futuro com suas construções modernas e futuristas.

 

Songdo, na Coréia do Sul

Songdo

Área residencial e empresarial próxima de Seul, a região abriga construções modernas e um sistema de reciclagem do lixo produzida na cidade digno do futuro.

 

Taipei, em Taiwan

Taipei

Com um prédio de mais de 500 metros de altura, a paisagem futurista de Taipei, ocupada por multidões e muita luz neon, pode transportar qualquer um para o futuro.

 

Lista organizada pelo Viagem UOL

 

Marty McFly e Dr. Brown chegam a Goiânia 30 anos após viagem para o futuro

Um dos maiores sucessos do cinema faz aniversário este ano: o primeiro filme da trilogia “De Volta para o Futuro”, estrelado por Christopher Lloyd e Michael J. Fox e lançado em 1985, completa 30 anos em 2015. Os fãs da saga, dirigida por Robert Zemeckis, poderão comemorar a data assistindo à trilogia em várias cidades do país – Goiânia é uma delas.

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Marty Mcfly (Michael J. Fox) e Dr. Brown (Christopher Lloyd) em “De Volta para o Futuro II”

 

Os três filmes serão exibidos em sequência nos cinemas da Rede Cinemark no dia 21 de outubtro, incluindo o Cinemark Flamboyant aqui em Goiânia. Os ingressos custam R$14 (inteira) e R$7 (meia), à venda no site da Rede Cinemark ou na bilheteria do cinema durante a semana de exibição.

O dia para a exibição não foi escolhido à toa: 21 de outubro de 2015 é uma data mais que especial para os fãs, pois marca o dia no qual Marty McFly chega ao futuro no segundo filme da série – ou seja, nós somos o futuro que McFly encontrou, apesar de ainda não termos sapatos que se amarram sozinhos ou carros voadores.

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Programação da data da viagem para o futuro de McFly e Dr. Brown

 

De

Os carros voadores ainda não são uma realidade em 2015…

 

De

mas os skates voadores sim!

 

+De Volta Para o Futuro: o skate voador da ficção é real e em breve você pode ter um!

 

Exibição da trilogia “De Volta para o Futuro”

Quando: 21 de outubro de 2015

Horário: a definir

Onde: Cinemark Flamboyant

Endereço: Av. Deputado Jamel Cecílio, 3300, Jardim Goiás

Ingressos: R$14 (Inteira) | R$7 (meia)