Dicionário goiano atualizado para você falar (e entender) o bom e velho goianês

Goiás, localizado no coração do Brasil, é um estado rico em cultura, turismo e tradições. Além de sua culinária deliciosa e música sertaneja, Goiás também tem um vocabulário único cheio de expressões e gírias que refletem o jeitinho goiano de ser. Aqui está um “dicionário goianês” para quem quer se familiarizar com algumas dessas pérolas linguísticas:

Alugar: Conversa fiada.

Anéin (Ah, nein): Ah, não!

Apiar: Descer

Arredar: Arrastar, Tirar

Azulcrinar: Perturbar, encher o saco

Baculejo: Revista policial

Bão?: Tudo bem?

Bão demais da conta: Muito bom

Barracão: Casa

Baú ou Buzú: Ônibus coletivo

Caboclo: Rapaz

Catilanga: Mulher feia

Cê ta bão?: Forma informal e carinhosa de perguntar “Como vai você?” ou “Tudo bem?”

Chique no úrtimo: Uma expressão usada para descrever algo extremamente elegante ou sofisticado.

Corguim: Diminutivo de córrego

Custoso (a): Díficil, pessoa sapeca

Dar rata: Cometer uma gafe

De rocha: Algo ou alguém de confiança, sólido, firme.

Demais da conta: Muito, muito mesmo

Encabulado: Impressionado

Escomungado: Esquisito

Estrovar: Atrapalhar

Espia: Olha!

Estrupício: Feio, Horrível

Fera: Bom, Bonito

Ferrado: Encrencado, enrolado

Fí, Fio ou Fia: Filho (a), Menino (a)

Frevo: Festa, Multidão

Frito: Encrencado, enrolado.

Galinhada: Arroz com Galinha

Goiano do Pé Rachado: Natural do estado de Goiás

Grilar: Ficar bravo

Guariroba (gueroba): Espécie de palmito amargo

Larga: Deixa

Lascado: Encrencado, enrolado

Latada: Enrascada

Madurar: Amadurecer

Mala: Mau-elemento

Maria Izabel: Arroz com Carne de Sol

Massa: Bom, ótimo, excelente

Mocorongo: Bobo

Mocozá: Esconder

Num dô conta: Não consigo, Não sei fazer

Paia: Sem graça

Peia: Surra

Pelejar: Tentar

Pequi: Fruto típico de Goiás, usado na culinária. Nunca morda, por causa dos espinhos interno.

Pindaíba: Falta de dinheiro

Pit Dog: Sanduicheria em forma de trailer, comum em Goiânia

Pizêro: Bagunça

Pulá o corguim: Passar dos limites

Purgante: Chato, enjoado

Quando é fé: ‘De repente’, ou ‘até que’

Queijinho: Rotatória de trânsito

Que nem: Igual, idêntico

Rata: Fora

Ranca: tira, elimina

Rensga: Caraca; impressionante;

Ridico: Egoísta

Rodeia: Dar a volta

Tamborete: Banquinho de madeira

Tem base?: Pode uma coisa dessas?

Tirar água do joelho: Fazer xixi

Trem: Objeto, Coisa

Trupicar: Tropeçar

Tunda: Surra

Vazar: Ir embora do lugar

Geraldinho contador de causos

Geraldinho, maior contador de causos de Goiás ajudou a popularizar muitas expressões regionais. (Imagem: Divulgação)

Este pequeno guia oferece apenas uma amostra do rico vocabulário goiano. É importante ressaltar que, como em todas as regiões, o dialeto pode variar consideravelmente, e novas expressões surgem o tempo todo. O jeito goiano de falar é parte do charme do estado, demonstrando a simplicidade e a cordialidade da sua gente.

Influencer goiano, João Vitor é indicado a Prêmio Ibest

O ativista digital goiano João Vitor de Paiva Bittencourt, de 23 anos, foi indicado para concorrer ao Prêmio iBest na categoria inclusão. João é o primeiro conselheiro jovem com síndrome de down do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil. Na internet, é considerado um dos mais influentes pelo trabalho que faz pela inclusão e contra o capacitismo e o preconceito.

O Prêmio iBest é considerado a maior referência no reconhecimento do melhor na internet no país. Hoje é o maior prêmio do Brasil e também do mundo, com aproximadamente 20 milhões de usuários únicos somente em 2023. Desde que foi relançado, em 2020, o iBest tem como missão apresentar aos brasileiros os melhores do universo digital, considerando a presença unificada nas plataformas digitais de sites, apps e principais redes sociais.

Caso João seja eleito, ou mesmo esteja entre os Top3, Top10 ou Top20, ele deve ganhar um selo de certificação outorgado pelo iBest, além de ser reconhecido por todo o mercado digital.

João Vitor está cursando o sétimo período de Educação Física em uma universidade de Goiânia, onde foi o primeiro aluno com Síndrome de Down. Antes disso, ele chegou a passar em quatro vestibulares, sendo dois em Goiânia e dois em São Paulo.

“Eu estou muito feliz e honrado de ser indicado nesse prêmio. Muito feliz com a minha dedicação, com o meu trabalho e por estar aqui representando os goianos. Eu quero dizer que eu sou porta-voz das pessoas com deficiência daqui de Goiás. Eu sou muito dedicado e tenho força de vontade”, disse João Vitor em entrevista para o g1.

Para votar em João Vitor, acesse o link.

As 10 melhores cidades para viver em Goiás

O Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM) divulgou as 15 melhores cidades de Goiás, com destaque para Chapadão do Céu, Itumbiara, Ceres, Quirinópolis, Caldas Novas, Corumbaíba, Cristalina, Edéia, Nova América e Ouvidor.

Goiás, fundado em 1722 e situado na Região Centro-Oeste do Brasil, abriga cerca de 7 milhões de habitantes em seu território de mais de 340 mil km², distribuídos em 246 municípios, com um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,73.

A economia goiana é impulsionada principalmente pela pecuária e agricultura, com robusto mercado de carne e grãos. O turismo também é um setor destacado, com atrativos como a Chapada dos Veadeiros, em Alto Paraíso de Goiás.

Goiânia se destaca com seus espaços arborizados, sendo reconhecida como uma das melhores cidades para se viver no estado. Os parques, aliás, são considerados as “praias” do goiano. No ranking, a capital ficou em 11ª como a melhor cidade para se viver no Estado.

Confira agora o ranking com o Top 10 das melhores cidades para se viver em Goiás:

 

Chapadão do Céu

Localizada ao sul de Goiás, com cerca de 10.486 mil habitantes, Chapadão do Céu é conhecida por abrigar o Parque Nacional das Emas. Com notas sólidas nos indicadores de emprego & renda, educação e saúde, a cidade lidera a pesquisa do FIRJAN, com um IFDM geral de 0,8516.

Foto: Goiás Turismo

Itumbiara

Com mais de 106 mil habitantes, Itumbiara, situada na região sul de Goiás, se destaca também como a cidade mais segura do estado, além de ser uma das principais exportadoras, favorecida pela proximidade com Minas Gerais e São Paulo. Seu IFDM geral é de 0,8514.

Foto: reprodução Expedia

Ceres

Localizada na Mesorregião do Centro Goiano, com aproximadamente 22 mil habitantes, Ceres é reconhecida por sua atividade agropecuária. Com uma nota geral no ranking de 0,8478, a cidade destaca-se pela organização e áreas verdes.

Foto: reprodução Valle Notícias

Quirinópolis

Situada na região sul do estado, com mais de 51 mil habitantes, Quirinópolis conquista a quarta posição no ranking, com sólidos indicadores de qualidade de vida. Seu IFDM geral é de 0,8387.

foto: reprodução

Caldas Novas

Conhecida como a maior estância hidrotermal do mundo, com cerca de 95 mil habitantes, Caldas Novas destaca-se não apenas pelo turismo, mas também pela qualidade de vida. Seu IFDM geral é de 0,8343.

Foto: Secom

Corumbaíba

Com cerca de 10 mil habitantes, Corumbaíba é reconhecida por sua atividade agroindustrial, destacando-se na produção leiteira. Seu IFDM geral é de 0,8271.

Foto: Arquivo / Master Vídeo Filmes e Sdnews

Cristalina

Com uma população de 60 mil habitantes, Cristalina é famosa como a “cidade dos cristais” e destaca-se também como uma das maiores economias do estado. Seu IFDM geral é de 0,8257.

Foto: reprodução Vamos por Aí

Edéia

Com cerca de 13 mil habitantes, Edéia se destaca pela agropecuária, especialmente na produção de soja e cana-de-açúcar. Seu IFDM geral é de 0,8229.

Foto: Goiás Turismo

Nova América

Com cerca de 2.259 habitantes, Nova América, situada no nordeste de Goiás, destaca-se pela economia baseada na agricultura e pecuária. Seu IFDM geral é de 0,8204.

Foto: reprodução Consolide

Ouvidor

Com cerca de 6.340 habitantes, Ouvidor, localizada no interior de Goiás, apresenta sólidos indicadores de qualidade de vida. Seu IFDM geral é de 0,8174.

(Foto: Zap Catalão)

 

Esses resultados reforçam a diversidade e o potencial de desenvolvimento de diversas regiões do estado de Goiás, oferecendo insights valiosos para quem busca qualidade de vida e oportunidades de crescimento.

Goiano “bomba” após atriz de Hollywood divulgar seu trabalho

A arte de Fábio Gomes, oriunda da vibrante Trindade, na Região Metropolitana de Goiânia, é uma história de superação, talento natural e reconhecimento internacional. Transformando muros em murais magníficos, Gomes usa elementos naturais, como folhas de árvores, para criar retratos femininos de profunda beleza e significado. Este singular entrelaçamento entre a arte e o ambiente natural não apenas enriquece o cenário urbano de Trindade mas também serve como uma ponte entre culturas e continentes.

A obra que elevou Gomes ao estrelato global, inspirada em um pé de acerola, foi apenas o começo. A divulgação de seu trabalho por ícones culturais como Viola Davis e Tina Knowles levou sua arte aos olhos do mundo, multiplicando seus seguidores e estabelecendo-o como um artista de renome. Esses momentos de reconhecimento destacam o poder da arte em transcender barreiras, conectando pessoas de diferentes partes do mundo através da beleza e da criatividade.

Mas a jornada de Gomes vai além da busca pelo reconhecimento. Residindo em Trindade há nove anos, o artista vê sua prática como uma forma de redenção pessoal e de dar algo de volta à comunidade que o acolheu. Suas aspirações futuras, como a criação de uma galeria a céu aberto em Trindade, refletem seu desejo de transformar a cidade em um destino turístico e cultural, onde a arte pode ser vivenciada por todos.

A trajetória de Fábio Gomes é um lembrete do impacto transformador que a arte pode ter na vida das pessoas e nas comunidades. Seus murais não são apenas decorações; são narrativas visuais que falam de esperança, renovação e a interconexão entre o ser humano e a natureza. Por meio de sua obra, Gomes convida todos a olharem além do óbvio, a apreciarem a beleza nas intersecções da vida e a reconhecerem o potencial de transformação que reside em cada um de nós.

Em meio a esse cenário de reconhecimento e sonhos, a arte de Gomes continua a florescer, prometendo novas obras que certamente capturarão a imaginação do público global. Seja nas redes sociais ou nas ruas de Trindade, a arte de Fábio Gomes permanece um testemunho vibrante do poder da expressão humana e da capacidade infinita de reinvenção da vida através da arte.

Saiba qual o artista mais ouvido em Goiás, segundo o Spotify

O Spotify aproveitou os dados da Retrospectiva 2023 e separou os artistas mais ouvidos de cada estado do Brasil. Adivinha qual foi o artista mais ouvido em Goiás? Relaxa, nós vamos te contar!

O ano de 2023 não apenas marcou um aumento expressivo no consumo de música nacional, com um crescimento notável de 44% em comparação ao ano anterior, mas também trouxe à tona os artistas que conquistaram os ouvidos dos goianos, conforme revelado pelo Spotify.

A plataforma de streaming realizou um minucioso levantamento, destacando os artistas mais ouvidos em cada estado do Brasil.

Surpreendentemente, a cantora Ana Castela, que não apenas figurou no Top 100 Global, mas também liderou como a cantora mais ouvida no país, dominou as playlists em Goiás.

A boiadeira não esteve sozinha, compartilhando os holofotes com outros talentos como MC Ryan SP e MC Cabelinho, que também se destacaram em nível nacional.

No cenário sertanejo, Henrique & Juliano, Marília Mendonça e Felipe Amorim garantiram seu lugar no pódio, mas o Rio de Janeiro apresentou uma curiosidade ao destacar o predomínio da música urbana e do funk carioca em seus rankings, excluindo artistas sertanejos.

Vamos explorar quem embalou os corações goianos e conhecer os artistas que marcaram presença nas playlists ao longo de 2023.

 

Então, bora saber quem foi o artista mais ouvido em Goiás, segundo o Spotify

 

Sem muito mistério, podemos imaginar que foi um bom sertanejo né?

E foi uma dupla!

Quer mais pistas? Precisa não né?

Henrique & Juliano dominaram as paradas de sucesso em Goiás, DF, Tocantins e Acre. Incrível!

Mais sobre Henrique e Juliano

Nascidos na cidade de Palmeirópolis, interior do estado do Tocantins, Henrique & Juliano cresceram no mercado fonográfico como a velocidade da luz! Consolidaram-se em todo território nacional, conhecidos como a dupla que arrasta multidões, sempre se mantiveram próximos dos fãs e de suas raízes, até hoje moram em Palmas e não abrem a mão da vida na fazenda, os irmãos mantém seus ideais, personalidades e convicções em tudo o que se propõem a fazer.

Ao longo da carreira lançaram sucessivos trabalhos: “Ao Vivo em Palmas” (2012), “Ao Vivo em Brasília” (2014), “Novas Histórias” (2015), “O Céu Explica Tudo” (2017), “Menos é Mais” (2018) e “Ao Vivo no Ibirapuera” (2019), Manifesto Musical (2022), este último se tornou o álbum mais ouvido de 2022 na principal plataforma de áudio no Brasil, o Spotify. Ainda atravessaram fronteiras para chegar na Times Square, passando a ser os primeiros brasileiros a conseguir a façanha de gravar um DVD no coração de Nova Iorque, extensão da primeira parte gravada em Brasília/DF.

Atualmente Henrique & Juliano acumulam dezenas de sucessos, fruto de um cuidado especial que os irmãos têm na escolha do repertório de seus projetos. Eles são extremamente seletivos e ficam centenas de horas ouvindo composições, até chegarem ao repertório final. O TOP 10 de Henrique & Juliano – que corresponde a milhões de streams – é composto pelas faixas “Arranhão”, “A Maior Saudade”, “Acordo”, “Rasteira”, “Chá de Casa Nova”, “Eu e Eu”, “Liberdade Provisória”, “Universo Conspirou” e “Culpados”.

Uma sintonia que vai muito além do que se pode imaginar, nada da carreira de Henrique & Juliano é decidido por uma só voz. Eles não só formam uma dupla, são irmãos e acima de tudo se respeitam e todas as ações só acontecem com o aval dos dois. Entre os irmãos não existe vaidade e sim uma enorme e genuína cumplicidade.

 

Henrique

RICELLY HENRIQUE TAVARES REIS, CONHECIDO COMO HENRIQUE NASCEU NO DIA 23 DE MAIO DE 1989, COMEÇOU A CANTAR COM O IRMÃO AOS 17 ANOS, INFLUENCIADOS PELO PAI, QUE SEMPRE FOI UM GRANDE INCENTIVADOR E AMANTE DA MÚSICA SERTANEJA.

 

Henrique cursava direito e ainda no seu primeiro emprego, conseguiu através de ajuda de amigos realizar a abertura da festa “Balada Sertaneja” ao lado de nomes já renomados, a partir daí percebeu que tinha grande potencial ao lado do irmão na carreira musical e se dedicou a isso.

Fora dos palcos é chegado a velocidade e prática automobilística de arrancada e cart. Hoje, administra muito bem o tempo entre cuidar da carreira, dos negócios e da família, pai de dois filhos, Helena e Miguel, Henrique vive uma vida reservada morando com a esposa e filhos e ao lado do irmão na fazenda em Palmas.

 

Juliano

EDSON ALVES DOS REIS JÚNIOR, O JULIANO, É O CAÇULA POR APENAS UM ANO DE DIFERENÇA, NASCEU NO DIA 27 DE NOVEMBRO DE 1990, TEVE AS MESMAS INFLUÊNCIAS QUE O IRMÃO E SEMPRE FOI MUITO INSPIRADO PELO PAI.

 

Juliano tem uma personalidade calma, mas não se engane, e principalmente não abuse. Vaidade é algo que não lhe pertence. Longe dos holofotes costuma gostar de adrenalina, tem como hobbies: o drift – esporte de manobras radicais em carro adaptado – é um dos preferidos de Juliano, além de pilotar avião, com brevê desde os 18 anos seguindo os passos do pai. Hoje, Juliano é pai de duas meninas, Maria Antônia e Maria Clara.

 

Quer saber quem foram os mais ouvidos nos outros estados do Brasil?

Segue o fio…

 

Artistas mais ouvidos em cada estado do Brasil, segundo o Spotify:

 

Acre: Henrique & Juliano
Amazonas: Marília Mendonça
Amapá: Marília Mendonça
Pará: Marília Mendonça
Rondônia: Ana Castela
Roraima: Marília Mendonça
Tocantins: Henrique & Juliano
Alagoas: Felipe Amorim
Bahia: Nadson O Ferinha
Ceará: Felipe Amorim
Maranhão: Felipe Amorim
Paraíba: Felipe Amorim
Piauí: Felipe Amorim
Pernambuco: NATTAN
Rio Grande do Norte: Felipe Amorim
Sergipe: Taylor Swift
Distrito Federal: Henrique & Juliano
Goiás: Henrique & Juliano
Mato Grosso: Ana Castela
Mato Grosso do Sul: Ana Castela
Espírito Santo: Ana Castela
Minas Gerais: Ana Castela
Rio de Janeiro: MC Cabelinho
São Paulo: MC Ryan SP
Paraná: Ana Castela
Rio Grande do Sul: Ana Castela
Santa Catarina: Ana Castela

 

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Turismo de Goiás é destaque na Europa

O Governo do Estado, por meio da Goiás Turismo, conquistou uma vaga na “Missão Visit Brazil na Europa” em 2024. Organizada pela Empresa Brasileira de Turismo (Embratur), a ação tem o intuito de promover destinos nacionais e fortalecer parcerias internacionais, atraindo visitantes e investimentos estrangeiros.

Goiás foi selecionado no processo para integrar a comitiva brasileira e participar no estande do Brasil/Embratur nas Feiras Internacionais de Turismo de Lisboa, em Portugal, e de Berlim, na Alemanha.

Os atrativos turísticos goianos vão ser exibidos de 28 de fevereiro a 3 de março na Bolsa de Turismo Lisboa (BTL) para milhares de visitantes e mais de 1.400 expositores – pesquisas demonstram que 98,3% dos profissionais que frequentam o espaço recomendam a visita a outros profissionais.

A Bolsa é a maior mostra internacional da diversidade e qualidade da oferta turística, e seu foco é alavancar o crescimento do setor.

A exposição na Alemanha será na maior feira internacional de viagens, a Convenção ITB Berlin. O ecoturismo goiano vai ser apresentado de 5 a 7 de março. O tema do ITB 2024 é “Pioneiros na Transição em Viagens e Turismo” e o público esperado é de 160 mil pessoas.

Além das exposições, o evento contará com palestras de negócios, ciência e política, além de debates sobre os desafios atuais e futuros do ramo em quatro palcos, com 17 faixas temáticas.

Turismo de Natureza

Goiás vai mostrar principalmente os atrativos de natureza, aventura e ecoturismo. Aí estão a Chapada dos Veadeiros, com o maior quilombo do Brasil, no território Kalunga; o Parque Estadual de Terra Ronca, que abriga o maior complexo de cavernas da América do Sul; os encantos da Região do Ouro com suas cidades históricas e o Caminho de Cora Coralina, única trilha de poesia do mundo.

Goiás aposta em destinos de natureza, aventura e ecoturismo para atrair turistas europeus (Foto: Goiás Turismo)

Também serão apresentados os queijos e vinhos da Rota dos Pireneus; a maior estância hidrotermal do mundo, em Rio Quente e Caldas Novas; a pesca esportiva em meio às belezas do Rio Araguaia; Formosa, com a emoção do Salto do Itiquira; as paisagens, garimpos e joias de Cristalina; além da gastronomia goiana, com pratos criados com ingredientes regionais únicos.

Para o presidente da Agência Estadual de Turismo, Fabrício Amaral, “o europeu busca experiências ao ar livre e vamos mostrar o que a gente tem em termos de natureza, através da divulgação das 12 Regiões Turísticas de Goiás, apresentando roteiros, atrativos, acomodações, alimentação, particularidades culturais, festas e eventos para conquistar turistas e investimentos para Goiás”.

Com investimentos importantes no Turismo, o Governo do Goiás reforça seu compromisso com o desenvolvimento do setor, atração de visitantes e a consequente movimentação da economia, com geração de empregos e renda aos goianos.

 

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Conheça um castelo espanhol histórico que fica em Goiás

A cidade de Urutaí, localizada a 170 quilômetros da capital goiana, reserva um tesouro arquitetônico que clama por restauração e preservação: o Castelinho de Urutaí. Um castelo espanhol histórico, construído por 2 irmãos, por volta de 1918.

Atualmente, situado dentro do campus do Instituto Federal Goiano (IF Goiano) local, esse monumento histórico é um testemunho do auge da era ferroviária em Goiás.

Conheça um castelo espanhol histórico que fica em Goiás

Foto: Reprodução/IG Goiano

 

História do Castelo Espanhol em Goiás

A história do Castelinho começou em 1918 com o Decreto no 13.197, de 25 de setembro de 1918 que instituiu a Fazenda Modelo de Criação de Urutaí.

Em 1920, foi dado início a  construção da Fazenda Modelo de Criação em Urutai por meio de doação de terras dos coronéis Sebastião Louzada e o Major Zacharias Borges (área total: 4.841.300 m2).

O governador de Goiás era João Alves de Castro, José Leopoldo de Bulhões Jardim era o senador na Câmara Federal.

Conheça um castelo espanhol histórico que fica em Goiás

Foto: Reprodução/IG Goiano

Em 1953, a  Lei no 1923, de 28 de julho de 1953, transformou a Fazenda Modelo de Urutaí em Escola Agrícola (EAU), subordinada à Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinário.

Através da transcrição de relatos presentes no material consultado, constata-se que a antiga Fazenda Modelo, e posterior Escola Agrícola, funcionava como internato e semi-internato em sua segunda fase, que é datada de  1953, sendo, portanto, também local de residência dos estudantes.

Dado que o início da construção da Fazenda Modelo se deu em 1920, conforme data de doação de terras, a construção da residência pode ter ocorrido entre 1918 e 1920, não sendo possível precisar a data exata a partir do material consultado.

O levantamento do Iphan conta ainda que o Castelinho foi construído para ser a  moradia do Diretor da Instituição. Por isso, ela  é a mais imponente do conjunto do qual ela faz parte, e  apresenta maior porte e riqueza nos acabamentos.

Em 2000, ganhou nova vida como museu, exibindo momentos marcantes da história local. Contudo, seu estado de conservação levou à interdição em 2015, desencadeando esforços para seu tombamento e restauração.

Arquitetura do Castelo Espanhol situado em Goiás

Conheça um castelo espanhol histórico que fica em Goiás

Foto: Reprodução/IG Goiano

O castelinho  tem  forma retangular, apresentando porão alto, do tipo habitável, ou seja, com altura suficiente para o acesso de pessoas, constituição típica de residências de fazenda.

A parte do porão é marcada por uma textura e relevos que “fingem” ser revestidos em pedra aparente. Na parte acima do porão, as paredes são lisas, possuindo falsas pilastras retangulares com capiteis dóricos e fustes canelados dispostas nos cantos e dividindo em partes mais ou menos equidistantes os planos laterais, sendo estes intervalos entremeados pelas aberturas.

O acesso se dá por meio de dois pontos: pelas duas escadarias frontais em pedra espelhadas em leque que conduzem a uma área avarandada recoberta de ladrilho hidráulico vermelho e pela área de alpendre na lateral esquerda, elevada por pilares simples e com soalho em madeira.

 O alpendre lateral é recoberto por cobertura em telha cerâmica mais baixa que a do volume principal da edificação. Devido a sua disposição no corpo do edifício e acabamentos, há a possibilidade de que a introdução do alpendre lateral seja posterior.

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O telhado é composto de dois corpos principais: o frontal mais alto, contornado por cimalha na parte superior dos planos verticais, que possui cumeeira principal paralela à via e é composto de dois volumes sobressalentes que ladeiam o terraço de acesso por escada que é reentrante e  o volume posterior, com cumeeira perpendicular à via frontal, com 3 águas e beiral simples.

A cobertura é atualmente em telha romana, mas devido ao período em que o edifício foi construído, as telhas deviam ser originalmente do tipo francesa, que eram comuns no ecletismo ou até coloniais, que são as capa e canal, tradicionalmente usual nas cidades brasileiras.

Conheça um castelo espanhol histórico que fica em Goiás

Foto: Reprodução/IG Goiano

A fachada frontal e fachadas laterais externas do volume onde se situa a escada em leque são ricamente ornamentadas, sendo que a quantidade de ornamentação é menor no volume posterior.

Conheça um castelo espanhol histórico que fica em Goiás

 Esta é uma condição comum em edifícios no início do século, onde a fachada principal apresenta maior apuro que as demais por ser a mais visível. Devido a esta diferença entre os dois volumes, também pode ser investigada a possibilidade de terem sido construídos em duas etapas.

 

Esforços de Tombamento 

Em 2015, a Superintendência do IPHAN/GO buscou iniciar o processo de tombamento do Castelinho, reconhecendo seu valor histórico e cultural.

O relatório do IPHAN destacou a arquitetura eclética e os detalhes em pedra, testemunhas de uma época passada. No entanto, o processo está paralisado, devido à escassez de recursos que prioriza a manutenção de bens já tombados.

Apesar do valor inquestionável do Castelinho, o IF Goiano, como proprietário, seria responsável pela manutenção, mesmo após o tombamento.

Paulo Cunha, diretor do IF Goiano de Urutaí, continua sua luta pela restauração, buscando recursos em editais e ressaltando a importância do prédio na história do instituto e da cidade.

 

Urutaí

Urutaí não é apenas o lar do Castelinho, mas também uma cidade com uma vibrante história ferroviária.

Originada da expansão dos trilhos, a cidade cresceu graças ao trabalho dedicado de famílias envolvidas na operação ferroviária.

O nome peculiar, “Urutaí”, remete a uma lenda do período nacionalista do Estado Novo Getulista, acrescentando um toque de mistério à cidade.

 

Cultura e Economia

Além de suas relíquias históricas, Urutaí destaca-se por figuras proeminentes, como o escritor João Felício de Oliveira Filho e o apresentador de TV Hamilton Carneiro.

A cidade, a 170 quilômetros de Goiânia, também é conhecida por sua produção agrícola diversificada, sendo um polo de cana-de-açúcar, milho, arroz, sorgo, mandioca e soja, além de uma forte presença na pecuária, pilar econômico fundamental da região.

 

 

O Castelinho de Urutaí, embora atualmente em ruínas, é mais do que uma construção antiga; é uma testemunha de uma época passada e uma peça essencial no mosaico da rica história de Goiás. Que os esforços para restaurá-lo continuem a prosperar, preservando não apenas um prédio, mas uma parte viva do patrimônio goiano.

Destino goiano paradisíaco está entre os mais procurados pelos brasileiros

Na temporada de verão, a Chapada dos Veadeiros emerge como uma joia entre os destinos turísticos mais desejados pelos brasileiros. De acordo com um recente levantamento do Ministério do Turismo, o destino goiano alcançou a notável 9ª posição na lista de preferências dos viajantes, sendo a única representante do estado no ranking.

Esse paraíso goiano, conhecido por sua beleza natural exuberante, conquista corações com suas cachoeiras majestosas, trilhas desafiadoras e uma flora diversificada.

Cada cantinho da Chapada dos Veadeiros narra uma história única, desde os vastos vales até as formações rochosas que parecem esculpidas pela própria mão da natureza ao longo de milênios. O destino não apenas atrai os amantes da natureza, mas também se revela como um desafio irresistível para os aventureiros mais intrépidos.

No levantamento, aproximadamente 5,3% dos entrevistados apontaram a Chapada dos Veadeiros como sua escolha de destino para o verão. Além dessa joia goiana, a cidade de Bonito, em Mato Grosso do Sul, também figura como uma alternativa turística do Centro-Oeste destacada na lista.

No cenário nacional, o estado de Goiás conquistou a 14ª posição entre os destinos mais procurados pelos brasileiros durante o mesmo período, com 3% das intenções de viagem.

Os dados, obtidos por meio de uma pesquisa conduzida pelo Instituto de Pesquisa de Reputação e Imagem (IPRI) com a participação de 2.209 entrevistados, revelam a relevância e a atratividade crescente da Chapada dos Veadeiros no cenário turístico brasileiro.

O levantamento, realizado entre 7 e 11 de dezembro do último ano, apresenta uma margem de erro de dois pontos percentuais e um intervalo de confiança de 95%.

A Chapada dos Veadeiros, ao conquistar posição de destaque nesse ranking, consolida-se como um destino imperdível, oferecendo não apenas beleza cênica, mas também experiências enriquecedoras para todos os tipos de viajantes.

O verão ganha um brilho especial quando explorado neste pedaço do paraíso goiano, onde a natureza se apresenta em sua forma mais exuberante e acolhedora.

 

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Mais sobre esse destino goiano paradisíaco

Criado em 1961, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros está localizado no nordeste do Estado de Goiás, entre os Municípios de Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante, Teresina de Goiás, Nova Roma e São João d’Aliança.

Protegendo uma área de 240.611ha de cerrado de altitude, abriga espécies e formações vegetais únicas, centenas de nascentes e cursos d’água, rochas com mais de um bilhão de anos, além de paisagens de rara beleza, com feições que se alteram ao longo do ano. O Parque também preserva áreas de antigos garimpos, como parte da história local. Foi declarado Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO, em 2001.

Além da conservação, o Parque tem como objetivos a pesquisa científica, a educação ambiental e a visitação pública. A caminhada e os banhos de cachoeira são as principais atividades no Parque, nas imensas paisagens da Chapada, em uma viagem pelo Cerrado brasileiro nas antigas rotas usadas por garimpeiros, hoje utilizadas pelos visitantes.

 

O que fazer na Chapada dos Veadeiros

Destino goiano paradisíaco está entre os mais procurados pelos brasileiros

Foto: Poço Encantado/Melhores Destinos

A Chapada dos Veadeiros é o destino perfeito para os amantes de natureza que buscam descanso, boas trilhas e deliciosos banhos de cachoeira. Sem falar, claro, no sempre espetacular pôr do sol que presenteia os viajantes em meio ao cerrado da região centro-oeste. Quem vai à Chapada dos Veadeiros contará com dezenas de opções de cachoeiras, muitas delas fora do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.

Além dos revigorantes banhos gelados, a Chapada dos Veadeiros reserva ainda aos viajantes outras experiências espetaculares, como um final de tarde no Jardim de Maytrea, banhos nas piscinas naturais de águas termais, e, para os mais alternativos, uma grande variedade de tratamentos místicos e holísticos.

Sem falar nas deliciosas noites entre os bares, restaurantes e feirinhas da Vila de São Jorge e de Alto Paraíso, ou ainda a vida pacata e tranquila de Cavalcante e do território Kalunga. A Chapada dos Veadeiros é o destino certo para curtir sem pressa e onde a boa troca de energia é sempre bem-vinda!

 

Cachoeiras da Chapada dos Veadeiros

Destino goiano paradisíaco está entre os mais procurados pelos brasileiros

Foto: Cachoeira Santa Bárbara/Melhores Destinos

As cachoeiras da Chapada dos Veadeiros são os grandes atrativos da região e cada uma delas é especial. Há cachoeiras com mais de cem metros de altura e outras que agradam pelas cascatas em sequências sem fim.

Tem cachoeira com incríveis poços em tons de azul claro e outras com intenso verde esmeralda. Tem até cachoeira com poços que parecem extraterrestres ou, para sermos mais exatos, saídos da Lua. Visitar todas elas em uma mesma viagem é tarefa impossível. O importante mesmo é não abrir mão de um banho revigorante e aproveitar cada minuto.

É importante dizer que a água por lá é quase sempre bem gelada, porém, com o clima quase sempre quente, o mergulho é um grande prazer. Ao montar um roteiro pela Chapada dos Veadeiros para visitar diversas cachoeira é preciso ficar ligado na localização de cada uma delas.

Muitas vezes a distância impede que várias sejam visitadas em um mesmo dia. Para ajudar a organizar a sua viagem, separamos as cachoeiras por proximidade com as principais bases, o que facilitará a escolha dos passeios em um mesmo dia e também ajudará na escolha da localização da sua pousada.

 

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Como Chegar

Saindo de Goiânia, pegue a rodovia em direção a Brasília/DF. De lá são cerca de 220 km até a cidade de Alto Paraíso de Goiás.O acesso é feito pela BR-020, em direção à Formosa/GO.

No trevo, pegar a BR-010, sentido Alto Paraíso. Após cruzar a divisa do Distrito Federal com Goiás, a BR-010 passa a se chamar GO-118.

Para a Área de Visitação em São Jorge: chegando a Alto Paraíso, vire no trevo à esquerda em direção a São Jorge e siga pela GO-239 por mais 36 km. O caminho de São Jorge até a portaria do Parque tem menos de 1 km de extensão, sendo possível ir caminhando, de bicicleta ou de carro.

 

Principais atrativos da Chapada dos Veadeiros

 

1 – Catarata dos Couros

Possui uma das cachoeiras mais impressionantes entre as opções de o que fazer na Chapada dos Veadeiros, um visual de tirar o fôlego.
Além disso, proporciona diferentes tipos de experiência: há poços mais profundos, para os mais aventureiros que curtem fazer jump e outros mais rasos para quem não sabe nadar.
  • Base mais próxima: Alto Paraíso de Goiás
  • Como chegar: a Catarata dos Couros está mais próxima de Alto Paraíso, no sentido de Brasília. São cerca de 20 km em estrada asfaltada e mais 35 km em estrada de terra, em cerca de 1 hora de trajeto. A estrada de terra está mal sinalizada.
  • Com ou sem guia: se você perguntar para as pessoas em Alto Paraíso, muita gente recomenda que o guia é necessário. Nós não achamos imprescindível, mas ajuda bastante. Há muita gente que acaba não conhecendo todas as quedas porque fez o passeio sem guia.
  • Nível de dificuldade da trilha: Médio (3 km ida e volta). A trilha tem muitas pedras grandes, que demandam um pouco de esforço para subir e descer. Protetor solar, repelente e água são imprescindíveis.
  • Quanto tempo: Dia inteiro

 

2 – Cachoeira Santa Bárbara, Cavalcante

O que fazer na Chapada dos Veadeiros: Os 10 Melhores Pontos Turísticos com e sem Guia
As lindas tonalidades da Cachoeira Santa Bárbara: quanto mais cedo, maior a área iluminada pelo sol

A cor e o cristalino das águas dessa cachoeira provavelmente será o mais impressionante entre as opções de o que fazer na Chapada dos Veadeiros. O único porém desse passeio é que a parada para banho é muito rápida (cerca de 40 minutos) que passam voando. A Cachoeira da Capivara, que faz parte do roteiro, também é incrível.

  • Base mais próxima: Cavalcante
  • Como chegar: Para quem parte de Alto Paraíso, são 2 horas de carro, boa parte em estrada de terra. De Cavalcante, dá 1 hora de estrada.
  • Com ou sem guia: O guia, da Comunidade Kalunga onde a cachoeira se encontra, é obrigatório. Na chegada lá você contrata, não é preciso reservar com antecedência.
  • Nível de dificuldade da trilha: Fácil. A trilha é aberta, leve protetor solar, além de repelente e água.
  • Quanto tempo: Dia Inteiro.

3 – Complexo de Cachoeiras do Macaquinho

O que fazer na Chapada dos Veadeiros: Os 10 Melhores Pontos Turísticos com e sem Guia
Um complexo de 10 cachoeiras de água verde esmeralda são o atrativo das Cachoeiras do Macaquinho

Um dos lugares menos conhecidos da Chapada, Macaquinho é também um desses segredos para descobrir. São 10 quedas, a maioria delas muito linda (as últimas são as mais bonitas, com poços de águas verde esmeralda). Existe até uma cachoeira para nudismo.

  • Base mais próxima: Alto Paraíso de Goiás
  • Como chegar: Também no sentido de Brasília, um pouco antes da Catarata dos Couros. São 44 km a partir da cidade de Alto Paraíso, sendo 30 km por estrada de terra. A estrada tem boas condições e é bem sinalizada, mas ATENÇÃO: não vá até o estacionamento. No trecho em que iniciar uma descida íngreme (há uma placa indicando), você só deve descer se tiver um carro 4×4. Estacione o carro por ali mesmo e desça a pé. É cansativo, mas é importante para evitar problemas de atolar no retorno.
  • Com ou sem guia: Não há necessidade de guia. O final é um pouco mal sinalizado, mas não deixe de ir até a Cachoeira do Encontro (a última do complexo), onde dois rios se encontram.
  • Nível de dificuldade da trilha: Médio (trilha ida e volta 3,6 km). A trilha tem algumas subidas e descidas. É recomendado ir até a última cachoeira e depois ir voltando, para calcular melhor o tempo.
  • Quanto tempo: Dia inteiro

 

4 – Cachoeira Almécegas I

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Almécegas I é uma cachoeira belíssima com poço bem fundo, somente indicado para quem sabe nadar

Está entre as cachoeiras e destinos mais lindos da Chapada dos Veadeiros. O poço é bem fundo e somente indicado para quem sabe nadar. Para quem não sabe, vale a contemplação, ainda assim imperdível, ou curtir as piscinas naturais no alto da queda. O rapel também por lá é uma atividade recomendada.

  • Base mais próxima: Alto Paraíso de Goiás
  • Como chegar: No sentido de São Jorge, são 8 km de asfalto a partir de Alto Paraíso e mais 2,5 km estrada de terra. A cachoeira fica na Fazenda São Bento, onde é preciso pagar a entrada e depois seguir no carro até o estacionamento próximo da cachoeira. De lá, há uma trilha de cerca de 1 km.
  • Com ou sem guia: Não há necessidade de guia.
  • Nível de dificuldade da trilha: Médio. A trilha é cansativa por causa do desnível até a base da cachoeira, porém não há grande dificuldade.
  • Quanto tempo: 2 a 3 horas.

Combine essa cachoeira com a Almécegas II e a Cachoeira São Bento. São destinos goianos perfeitos para relaxar!

 

5 – Trilha dos Cânions (Carioca) no Parque Nacional Chapada dos Veadeiros

O que fazer na Chapada dos Veadeiros: Os 10 Melhores Pontos Turísticos com e sem Guia
A Cachoeira da Carioca é o principal atrativo da Trilha dos Cânions, no Parque Nacional Chapada dos Veadeiros

É imperdível fazer pelo menos colocar 1 trilha dentro do Parque Nacional, no seu roteiro do que fazer na Chapada dos Veadeiros. É um pouco difícil escolher entre as duas, mas a Trilha dos Cânions inclui a Cachoeira da Carioca, que é sensacional. Por isso caso você só tenha 1 dia reservado para o destino, escolha essa.

  • Base mais próxima: São Jorge
  • Como chegar: É possível ir até a entrada do Parque Nacional a pé, de bicicleta ou de carro (bem próximo) a partir da vila de São Jorge. Não há postos de gasolina em São Jorge, abasteça em Alto Paraíso.
  • Com ou sem guia: Não há necessidade de guia, a trilha é auto guiada. Na entrada do parque, um vídeo explica como se guiar dentro do parque.
  • Nível de dificuldade da trilha: Semi-pesado (12 km de trilha, ida e volta). A trilha é extensa e o trecho de maior dificuldade é a descida até a base da Cachoeira da Carioca (e depois a subida na volta).
  • Quanto tempo: 6 horas.

Se estiver com bastante preparo e disposição, você consegue fazer a Trilha dos Saltos no mesmo dia. Para tanto, comece seu dia o mais cedo possível. O destino goiano abre às 8h.

6 – Vale da Lua

O que fazer na Chapada dos Veadeiros: Os 10 Melhores Pontos Turísticos com e sem Guia
Vale da Lua, um dos pontos turísticos mais famosos: o curso de água corre forte e abre buracos nas rochas de milhões de anos

É um do pontos turísticos mais famosos e únicos dentro do que fazer na Chapada dos Veadeiros. A paisagem que lembra a superfície lunar e possui diversos túneis escavados nas rochas, é impactante. O rio corre por entre as rochas de milhões de anos e forma piscinas naturais e duchas (melhores na época das secas).

  • Base mais próxima: São Jorge
  • Como chegar: São 28km de Alto Paraíso e 4km de São Jorge. Evite ir no período de chuvas, o lugar fica bem perigoso.
  • Com ou sem guia: O guia não é necessário, mas acho que contribui para aproveitar melhor o lugar.
  • Quanto custa:  R$ 20,00 R$ 30,00 por pessoa.
  • Nível de dificuldade da trilha: Fácil (900 metros de trilha). Cuidado redobrado na hora de se aproximar dos buracos nas rochas.
  • Quanto tempo: 2 horas.

7 – Mirante da Janela e Cachoeira do Abismo

O que fazer na Chapada dos Veadeiros: Os 10 Melhores Pontos Turísticos com e sem Guia
O visual do Mirante da Janela, para os saltos do Rio Preto, é impressionante

O visual do mirante é sensacional, com vista para os saltos do Rio Preto. É um dos principais cartões postais da Chapada, mas acaba sendo um pouco esquecido nas opções de o que fazer na Chapada dos Veadeiros, entre muitos viajantes.

Na época das chuvas, a Cachoeira do Abismo seca, tornando o passeio menos atrativo para quem procura também um banho de cachoeira.

  • Base mais próxima: São Jorge
  • Como chegar: Antes de chegar na entrada do Parque Nacional, pegue o caminho da esquerda na bifurcação. Muito longe para ir a pé e há poucas vagas para estacionar.
  • Com ou sem guia: Fomos sem guia e tivemos dificuldade de encontrar o ponto exato onde se vê os saltos entre as pedras. Atualmente no período da tarde a entrada só é permitida com guia.
  • Nível de dificuldade da trilha: Pesado. Achei a trilha mais difícil da Chapada, bem cansativa por causa das subidas, das pedras e alguns trechos mais perigosos. Vimos até uma cobra passando na trilha.
  • Quanto tempo: 6 horas. Pode ser uma boa opção curtir o pôr do sol de lá, quando a Cachoeira do Abismo estiver cheia.

8 – Trilha dos Saltos do Rio Preto

Trilha dos Saltos: O que fazer na Chapada dos Veadeiros
A Trilha dos Saltos permite ver os dois saltos do Rio Preto: uma queda de 120 metros e outra queda de 80 metros

Essa é a trilha que permite chegar pertinho dos saltos do Rio Preto, os mesmos que são vistos lá do alto do Mirante da Janela. Um dos saltos tem 120 metros (não dá para chegar na base) e outro 80 metros (com banho). A trilha também inclui as corredeiras, que formam deliciosas piscinas naturais (somente na época de seca).

  • Base mais próxima: São Jorge
  • Como chegar: É possível ir até a entrada do Parque Nacional a pé, de bicicleta ou de carro (bem próximo) a partir da vila de São Jorge. Não há postos de gasolina em São Jorge, abasteça em Alto Paraíso.
  • Com ou sem guia: Não há necessidade de guia, a trilha é auto guiada.
  • Nível de dificuldade da trilha: Semi-Pesado (11 km de trilha, ida e volta).
  • Quanto tempo: 6 horas.

9 – Loquinhas

O que fazer na Chapada dos Veadeiros
As cachoeiras e poços da Fazenda Loquinhas são de água bem verde e cristalina

Dentre o que fazer na Chapada dos Veadeiros, esse é um dos passeios mais próximos e fáceis de chegar, fica bem pertinho de Alto Paraíso. Perfeito para encaixar no dia da chegada ou em alguma brecha que você tenha no roteiro. As 7 cachoeiras e poços são pequenos, mas com água cristalina. Prepare-se, a água é bem gelada.

  • Base mais próxima: Alto Paraíso.
  • Como chegar: 5 km de estrada de terra.
  • Com ou sem guia: Não há necessidade de guia, o caminho é bem sinalizado.
  • Nível de dificuldade da trilha: Fácil (menos de 1 km, feito todo em passarelas de madeira suspensas).
  • Quanto tempo: 3 horas (o tempo depende das paradas nas cachoeiras).

10 – Jardim de Maytreia

O que fazer na Chapada dos Veadeiros: Os 10 Melhores Pontos Turísticos com e sem Guia
Um dos lugares mais lindos da Chapada dos Veadeiros: o Jardim de Maytrea

Mais um dos cartões postais da Chapada, é um dos visuais mais bonitos da região. Uma grande vereda com buritis, cercada das montanhas, é um dos lugares mais místicos.

  • Base mais próxima: Fica na estrada entre Alto Paraíso (20km) e São Jorge.
  • Como chegar: Ele pode ser admirado através de uma parada na estrada.
  • Com ou sem guia: Não há necessidade de guia.
  • Quanto custa: Grátis
  • Nível de dificuldade da trilha: Não há trilha, é só estacionar o carro e olhar. Mas quem preferir, pode descer para tirar uma foto perto do gramado, há uma cerca que define os limites de até onde você pode ir.
  • Quanto tempo: 15 minutos.

As 10 maiores cidades de Goiás (em extensão)

Nas entranhas do Brasil Central, Goiás revela sua grandiosidade não apenas na cultura pulsante de suas cidades, mas também nas vastas extensões territoriais que abrigam paisagens diversas.

Conhecer um pouco mais do estado é sempre engrandecedor, então hoje, que tal saber quais são as 10 maiores cidades de Goiás (em extensão)? Continue lendo e descubra!

Com dados frescos do Censo IBGE 2023, embarcamos em uma jornada pelas 10 maiores cidades em extensão do estado, desvendando segredos que vão além das linhas urbanas.

Da imponência de Niquelândia à riqueza natural de Cavalcante, cada localidade nos convida a explorar suas áreas extensas, e também a riqueza de suas histórias e peculiaridades.

Preparados para mergulhar numa viagem informativa que revelará o vasto território e a singularidade de Goiás?

 

Confira as 10 maiores cidades de Goiás (em extensão):

 

  1. Niquelândia
As 10 maiores cidades de Goiás

Foto: Alian Rocha

Niquelândia, cidade com cerca de 35 mil habitantes (IBGE/2023) é o maior município de Goiás e um dos mais antigos, com aproximadamente 283 anos, fica a 300km da capital goiana.

O município possui uma das maiores reservas de níquel do mundo, que foi explorada por duas grandes mineradoras e foi determinante para a criação da cidade.

Além do níquel e subprodutos, estão também: o ouro, o cobre, o cobalto, a mica, o  ferro, o manganês, o cristal, o amianto, o diamante, o quartzo, o calcário, o mármore, até o urânio e outros minerais radioativos.

 

  1. Mineiros
As 10 maiores cidades de Goiás

Foto: Prefeitura de Mineiros

Portal do Parque Nacional das Emas, Mineiros é um município brasileiro situado no sudoeste goiano, distante das principais capitais mais próximas nas seguintes distâncias: 420 km de Goiânia-GO, 500km de Cuiabá-MT, 550km de Campo Grande-MS e 650 km de Brasília-DF.

Destaca-se como grande crescimento industrial, porém sem estrutura suficiente para acompanhar a grande migração de pessoas gerada pela industrialização local.

Mineiros situa-se na zona do Alto Araguaia, entre a Bacia Amazônica e a Bacia do Prata, posição estratégica na fronteira dos estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Localizado no sudoeste goiano, 85% do Parque Nacional das Emas.

 

  1. Caiapônia
As 10 maiores cidades de Goiás

Foto: Arquivo pessoal/João Reylen

Caiapônia encanta com suas amplas paisagens, abrangendo uma diversidade de ecossistemas e preservando a autenticidade do cerrado em cada recanto.

A cidade fica 318 km de Goiânia e 549km de Brasília, tendo como vizinha a bela Piranhas.

E não pense que não tem nada para fazer na cidade! Rapel, trilha, mountain bike e esportes radicais nas cachoeiras, banhos mais tranquilos e muito mais você pode encontrar nessa cidadezinha de 8.682 km².

Programas tranquilos a programas cheios de adrenalina não faltam nas paisagens incríveis que o município guarda!

Leia uma matéria nossa sobre a cidade, clicando AQUI.

 

  1. Rio Verde
As 10 maiores cidades de Goiás

Foto: AABB/Rio Verde

Apesar de também figurar entre as maiores em população, Rio Verde destaca-se pelo extenso território, onde a agroindústria e a produção agrícola ganham protagonismo.

 

  1. Nova Crixás
As 10 maiores cidades de Goiás

Foto: Wikipédia

Nas margens do Rio Araguaia, Nova Crixás desenha-se como um vasto território, pontuado por riquezas naturais e tradições que ecoam através dos tempos.

 

  1. Jataí
As 10 maiores cidades de Goiás

Foto: Câmara Municipal de Jataí

Jataí, com sua extensão territorial significativa, é o palco onde a modernidade se entrelaça com o agronegócio, moldando uma cidade em constante evolução.

 

  1. Cavalcante
As 10 maiores cidades de Goiás

Foto: divulgação/Cachoeira Santa Bárbara

No coração da Chapada dos Veadeiros, Cavalcante destaca-se não apenas por suas vastas terras, mas também pelas belezas naturais e o rico patrimônio histórico e cultural.

 

  1. Cristalina
As 10 maiores cidades de Goiás

Foto: Prefeitura de Cristalina

Conhecida como a “Cidade dos Cristais”, Cristalina estende-se por terras férteis, onde a agricultura, especialmente a produção de soja, marca a paisagem.

 

  1. São Miguel do Araguaia
As 10 maiores cidades de Goiás

Foto: Prefeitura de São Miguel do Araguaia

Às margens do Rio Araguaia, São Miguel do Araguaia abraça extensas áreas de preservação, revelando a exuberância do cerrado e as belezas fluviais.

 

  1. Formosa
As 10 maiores cidades de Goiás

Catedral de Formosa. Foto: Marcos Aleotti

Apesar de figurar entre as menores em população, Formosa destaca-se como uma das maiores em extensão territorial, oferecendo ao visitante uma rica mistura de belezas naturais e cultura local.

 

Neste panorama pelas vastas terras goianas, as 10 maiores cidades em extensão territorial revelam a geografia singular do estado e a diversidade de atividades econômicas e culturais que enriquecem cada localidade.

Em cada rincão de Goiás, encontra-se a marca do cerrado, a força do agronegócio e a autenticidade de comunidades.

Essa jornada por terras amplas e histórias únicas ressalta a grandiosidade de Goiás para além dos centros urbanos, com uma visão abrangente de um estado marcado pela diversidade cultural.

Goiano corre ultramaratona de 235 km passando por 8 cidades diferentes

O professor de direito da Universidade Estadual de Goiás (UEG) e advogado, Laércio Martins, alcançou uma façanha extraordinária ao correr por 56 horas e 56 minutos na Ultramaratona dos Anjos Internacional. O desafio, que ocorreu entre os dias 17 e 19 de novembro, levou-o a percorrer 235 km por 8 cidades do sul de Minas Gerais, em um testemunho notável de superação e força física.

Professor Laércio no final da ultramaratona de 235 km em 56 horas — Foto: Laércio Martins/Arquivo Pessoal

Laércio no final da ultramaratona. Foto: Laércio Martins/Arquivo Pessoal

A modalidade escolhida por Laércio foi a “survivor” (sobrevivente, em português), na qual o atleta corre sem nenhum apoio, contando apenas consigo mesmo e com a organização do evento. Durante o percurso desafiador, ele teve que prover sua própria alimentação e hidratação, levando consigo todo o equipamento obrigatório.

“Eu espero poder despertar nas pessoas esse desejo de participar de ultramaratonas, é um exercício de autoconhecimento, de disciplina e perseverança, e eu espero mesmo poder despertar isso nas pessoas”, compartilhou Laércio em entrevista ao G1 Goiás.

Esta não foi a primeira ultramaratona enfrentada por Laércio Martins. Em janeiro deste ano, ele participou da BR135 Ultramarathon, considerada a prova mais desafiadora do Brasil.

Professor Laércio na Br135 Ultramarathon — Foto: Arquivo Pessoal

Professor Laércio na Br135 Ultramarathon — Foto: Arquivo Pessoal

Durante a Ultramaratona dos Anjos Internacional, o atleta enfrentou condições adversas, incluindo temperaturas que atingiram os 40ºC. A modalidade “survivor” impõe desafios adicionais, pois o participante precisa contar apenas consigo mesmo para superar os obstáculos do percurso.

A água que Laércio levava na mochila ficava constantemente exposta ao sol escaldante, alcançando temperaturas elevadas. Apesar das condições extremas, o advogado perseverou, enfrentando cada desafio com determinação.

 

Treino e Preparo

Sua preparação para a prova envolveu treinos regulares, cobrindo aproximadamente 100 a 120 km semanalmente. No último mês que antecedeu a ultramaratona, Laércio percorreu impressionantes 500 km como parte de sua rotina de treinamento.

Quando questionado se chegou a ponderar sobre a possibilidade de desistir, Laércio foi enfático: “Desistir nunca foi uma opção. Já me perguntaram outras vezes, mas você não vai em uma prova dessas para desistir, teve muito treinamento e muita dedicação para estar ali.”

O professor e advogado já mira suas próximas aventuras, com preparativos intensos para a desafiadora BR135 Ultramarathon. Com um percurso de 230 km e um desnível acumulado próximo dos 10 mil metros, essa prova é considerada a mais difícil do país, colocando Laércio à prova em estradas de chão sob o calor escaldante do verão na região Sudeste do Brasil.

*Com informações do G1 Goiás

 

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Foto de Capa: Reprodução/ G1 Goiás

Goiano freta avião para assistir jogo do Vila Nova em Natal

No universo apaixonado do futebol, os torcedores muitas vezes transcendem barreiras com demonstrações incríveis de amor pelo seu time. Um exemplo vivo disso é Willer Castro, um goiano de 37 anos, coordenador de viagens e torcedor fervoroso do Vila Nova. Em uma atitude surpreendente, ele decidiu fretar um avião para ir à emocionante partida que pode garantir o acesso inédito do Vila Nova à Série A.

Em menos de 12 horas, Willer conseguiu preencher todos os 176 lugares disponíveis no avião, um feito notável que demonstra o comprometimento e a paixão dos torcedores do Tigrão. Todos os pagamentos foram efetuados através do PIX, uma agilidade financeira que reflete a urgência e o entusiasmo desse momento único.

Willer Castro expressou seu sentimento diante do sucesso da iniciativa: “Toda essa loucura deu certo, pois deveríamos pagar o avião até as 18h de ontem, caso contrário, a reserva cairia, mas no final deu tudo certo. Eu realmente não tenho uma palavra para descrever isso, mas o amor por esse clube vale tudo.”

 

O torcedor também compartilhou a vitória no Instagram:

A experiência, no entanto, não foi apenas uma jornada financeira, mas também um desafio logístico considerável. O voo, fretado de uma companhia aérea nacional, partirá de Goiânia na madrugada deste sábado (25) e retornará no dia seguinte, proporcionando uma jornada intensa para os torcedores.

O valor da passagem foi de R$ 4,7 mil, um investimento significativo. Além disso, vale ressaltar que esse montante não inclui ingressos para o jogo ou hospedagem em Natal.

Willer destacou a dedicação extrema dos torcedores: “É uma loucura total, pois fretar um avião demanda planejamento e estamos fazendo tudo isso em menos de 24 horas. Tudo isso é por amor ao Vila Nova e por essa torcida maravilhosa que está lotando o avião. Tem gente indo de ônibus, de moto e de carro também. Esse é o Vila Nova.”

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Foto: Fábio Lima/O Popular

O amor pelo clube se revelou tão poderoso que alguns torcedores, impossibilitados de arcar com o valor integral, buscaram soluções criativas e tocantes. Willer compartilhou: “Alguns conseguiram só uma parte do valor com o banco e saíram pegando empréstimos com a família para poder completar o dinheiro.”

 

O Jogo

O próximo capítulo desta saga emocionante será escrito neste sábado (25), quando o Vila Nova enfrentará o ABC em Natal, na última rodada da Série B.

Atualmente, o Tigrão é o quarto colocado com 61 pontos, e uma vitória nesta partida crucial garante o acesso tão almejado à Série A do ano que vem.

O que é certo é que, seja qual for o desfecho, a história desses torcedores ficará marcada como um exemplo notável de paixão e dedicação ao futebol brasileiro!

*com informações do G1 Goiás

 

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Foto de Capa: Reprodução/@proximarota

Goiano ganha quase 1 milhão sozinho na loteria

Um sortudo goiano acertou em cheio, sozinho, os 15 números da Lotofácil, garantindo uma fortuna de quase 1 milhão de reais. A aposta única, realizada em Heitoraí, localizada no coração de Goiás, transformou um simples bilhete em uma alegria imensa para o ganhador.

No concurso 2960, os números 04, 06, 07, 08, 10, 11, 12, 13, 14, 18, 20, 22, 23, 24 e 25 foram os escolhidos pela sorte. O felizardo apostador, com apenas uma cota, agora desfruta do prêmio generoso de R$932.090.

Outras 134 apostas, que acertaram 14 números, foram agraciadas com um valor significativo de R$2.083,56 cada.

Para os sortudos que conquistaram valores acima de R$2.112, a retirada deve ser efetuada exclusivamente nas agências da Caixa. Nesse caso, é imprescindível apresentar um comprovante de identidade original com CPF e o recibo da aposta. Prêmios de menor montante podem ser resgatados nas lotéricas.

Os contemplados com valores iguais ou superiores a R$10 mil recebem o pagamento no prazo mínimo de dois dias úteis a partir da apresentação, sendo realizado nas agências Caixa. Uma organização cuidadosa para assegurar que os vencedores desfrutem rapidamente de suas conquistas.

 

Como Participar na Lotofácil

A Lotofácil, sob o controle da Caixa Econômica Federal, oferece uma modalidade envolvente de loteria. Os participantes têm a liberdade de marcar entre 15 e 20 números, escolhidos a partir dos 25 disponíveis na cartela. A premiação é concedida para quem acertar de 11 a 15 números.

Para aqueles que preferem a surpresa, a opção Surpresinha permite que o sistema escolha os números. Além disso, é possível concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos consecutivos através da Teimosinha Apostas, oferecendo mais oportunidades de vitória aos participantes.

 

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Foto de Capa: reprodução/Agência Brasil

Piloto goiano é destaque da Fórmula Delta que acontece em Goiânia

Neste fim de semana, o jovem piloto Vinícius Mercez, patrocinado pela AUVP Investimentos, Crediblue, Klaro Chopp, Cerveja Astúrias, The Buena, JNet Bahia Fibra Ótica e Padá, estará em ação no Autódromo de Goiânia para a sétima etapa da Fórmula Delta. A pista, que é considerada a “casa” do representante goiano, promete ser palco de uma competição emocionante.

 

Aos 16 anos, Mercez retorna ao Autódromo Internacional Ayrton Senna um ano após seu primeiro contato com a Fórmula Delta durante os treinos da Copa Brasil em 2022. Desta vez, terá o privilégio de competir no seu quintal de casa, o que adiciona um toque especial ao final de semana. A presença da torcida local e o apoio dos familiares na pista prometem ser um impulso extra para o jovem piloto.

Vinícius, atual vice-líder na divisão Rookie, está determinado a manter a busca pelo título nos três campeonatos da Fórmula Delta. Com a quarta posição na tabela geral, ele se mostra confiante em alcançar uma nova vitória e superar os contratempos mecânicos que o impediram de subir ao lugar mais alto do pódio nas últimas etapas no Velocitta.

 

Além disso, o piloto contará com o apoio da AUVP Investimentos, que se une a ele nessa reta final do campeonato em busca de resultados expressivos na pista. Com uma presença constante nos pódios das últimas etapas, Mercez está determinado a concretizar mais uma vitória nesta temporada.

 

As atividades terão início na sexta-feira (27) com dois treinos livres, seguidos pela tomada de tempos e a primeira prova no sábado (28). O domingo (29) será marcado pela segunda prova da etapa. Ambas as corridas serão transmitidas AO VIVO no canal da Fórmula Delta no Youtube (www.youtube.com/@FormulaDelta).

 

Confira a programação:

 

Sexta-feira, 27 de Outubro

10:50 hrs – Primeiro Treino Fórmula Delta

14:40 hrs – Segundo Treino Fórmula Delta

 

Sábado, 28 de Outubro

11:20 hrs – Tomada de Tempo Fórmula Delta

15:50 hrs – Prova 1 Fórmula Delta

 

Domingo, 29 de Outubro 

13:55 hrs – Prova 2 Fórmula Delta 

 

Fotos: Reprodução

 

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Exposição de artista goiano é destaque na imprensa internacional

A exposição “Garimpo: o carvão e o ouro” do artista goiano Siron Franco, atualmente em exibição na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin da Universidade de São Paulo (USP), tem recebido elogios da renomada revista norte-americana ‘’Newcity Chicago’’, que a descreve como “de cair o queixo”.

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Exposição “Garimpo, o Carvão e o Ouro” de Siron Franco (Foto: divulgação)

Abordando a questão da preservação do meio ambiente, a exposição traz uma instalação que dialoga diretamente com os eventos divulgados no início deste ano sobre a invasão ilegal da terra indígena Yanomani, em Roraima, e sobre a destruição dos recursos naturais e dos meios de sobrevivência do povo nativo, configurando uma série de crimes contra o grupo, incluindo o estupro e o assassínio.

Dentre as peças, a Newcity Chicago destaca a instalação Carvão e Ouro. “É um campo retangular de troncos de árvores negros como carvão, queimados até ficarem tão crocantes que eu poderia jurar que ainda sentia o cheiro da fumaça, com riachos de ouro acentuando o campo preto como joias finas em um exuberante vestido de noite de ébano. De perto, esses rios estão cheios do que parecem ser árvores caídas e transformadas em ouro. É uma daquelas obras que te deixa de queixo caído quando você passa pelas paredes externas da biblioteca e encontra essa beleza do desespero preenchendo um grande pátio”, escreveu Brian Hieggelke, produtor cinematográfico e crítico que assina a matéria da revista. 

Ele completa comentando que alguns espelhos inseridos na obra – cujo tema é a destruição da Amazônia e o capitalismo nu que se derrama em seus poros mortos – “não deixam dúvidas de quem é o culpado por tudo isso. Contrabalançando a impressionante arquitetura modernista de concreto, é uma vista de tirar o fôlego.”

Ao longo do texto, o crítico ainda exalta a escultura Ponte Vertical: Braços e Mãos, na qual Siron sobe do nível inferior por alguns andares até o teto do prédio. Brian descreve que o movimento se assemelha ao de uma “árvore ainda vibrante”. “Vibrante, isto é, até você notar sua qualidade esquelética, composta de membros humanos pretos e brancos – braços e mãos de manequim, na verdade – significando as tendências autodestrutivas de nossa espécie. Os braços “decepados”, normalmente invisíveis ao público quando um manequim é montado, têm acabamento em ouro”, analisa Hieggelke.

A curadoria da exposição Garimpo, o carvão e o ouro é do professor do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) Luiz Armando Bagolin e do pesquisador Fabrício Reiner. A exposição de Siron Franco em São Paulo, segue aberta até o dia 3 de Novembro.

Carreira

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Siron Franco no salão principal da Cerrado Galeria, Goiânia, 2023 (Foto: Markus Avaloni)

A carreira de Siron Franco, que é natural de Goiás, é marcada por uma expressiva diversidade de estilos e técnicas ao longo dos anos. Ele é conhecido por seu compromisso com a arte contemporânea e sua constante busca por inovação. Além disso, suas obras frequentemente abordam questões sociais, políticas e ambientais.

Alguns dos temas recorrentes em sua obra incluem a preservação do meio ambiente, questões indígenas e a crítica social. Siron Franco também é notável por sua capacidade de trabalhar com diferentes materiais, como madeira, ferro, argila e até mesmo resíduos industriais.

Sua arte é caracterizada por sua profundidade conceitual, e ele usa uma variedade de técnicas, incluindo pintura, escultura e instalação, para transmitir suas mensagens. Siron Franco tem participado de diversas exposições tanto no Brasil quanto no exterior, consolidando sua reputação como um dos artistas contemporâneos mais respeitados.

Seu trabalho também é parte integrante do acervo de importantes museus e galerias de arte ao redor do mundo, contribuindo para a disseminação da arte brasileira para além das fronteiras do país.

Dono de uma técnica impecável dá uma atmosfera dramática a seus quadros com a utilização de tons escuros, cinza e marron. Com mais de 3.000 peças criadas, além de instalações e interferências, teve sua obra representada em mais de uma centena de coletivas em todo o mundo, incluindo os mais importantes salões e bienais.

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Obra Histórica de Siron Franco (Foto: Secretaria da Retomada)

 

 

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Escritor goiano lança livro sobre 20 histórias que narram a do desejo de “ver de novo o mar”

 

verFoto: Reprodução

Uma obra que reúne 20 contos que exploram o íntimo dos personagens que se encontram solitários, machucados e incompletos. Esse é um recorte do livro lançado pelo escritor goiano Renan Alves Melo. O jovem autor lançou a obra nesta semana na Capital.

Entre as narrativas, um pai que faz do mais gentil sentimento sua maior desgraça. Uma senhora que anseia por uma vida inteira sua silenciosa vingança. Uma jovem que busca na árvore infrutífera o motivo para todas as suas culpas. Uma criança que cruza a barreira de um segredo e não consegue mais voltar. Porém todas as histórias conflituosas almejam o mesmo futuro, que é ver o mar novamente.

‘Ver de novo o mar’ foi lançado pela Mondru Editora, no Espaço D’Luxx, no shopping Bougainville. É possível adquirir o livro pelo próprio site da editora.

 

Sobre o autor: 

Escritor e publicitário, Renan Alves Melo nasceu em Inhumas (Goiás) e já escreveu outros livros, como: “Mar escrito” e “Caminhárias”. Livros nos quais ele conquistou algumas premiações como a Coleção Belamor da Universidade Federal de Goiás, Concurso Literário Mário Quintana e Prêmio Sesi Arte e Criatividade. “Ver de novo o mar” é o seu terceiro lançamento e a sua primeira parceria com a editora.

 

Serviço:

Livro: Ver de novo o mar

Autor: Renan Alves Melo

Editora: Mondru Editora

Onde comprar: https://mondru.com/produto/ver-de-novo-o-mar/

 

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