Minissérie que estreou há apenas 2 anos é considerada uma das melhores do gênero de faroeste

A minissérie 1883 estreou há apenas dois anos, mas já conquistou um lugar de destaque entre as melhores produções do gênero faroeste. Ela não só prendeu a atenção do público, como também redefiniu os padrões de qualidade e narrativa na televisão moderna. Se você é fã de histórias intensas e emocionantes do Velho Oeste, prepare-se para uma viagem inesquecível com 1883.

Um spin-off de sucesso

1883 está disponível na plataforma Paramount+ e é um spin-off da famosa série Yellowstone, que tem grandes nomes como Kevin Costner e Kelly Reilly no elenco. Enquanto Yellowstone foca na era atual da família Dutton, 1883 nos transporta para uma época anterior e explora as origens desse icônico rancho.

A minissérie nos faz retornar ao período após a Guerra Civil Americana, onde conhecemos James e Margaret Dutton e seus filhos. Eles embarcam em uma jornada perigosa do Texas até Montana, enfrentando inúmeros desafios pelo caminho.

A jornada dos Dutton

A trama de 1883 segue a família Dutton em uma viagem árdua e cheia de perigos, desde conflitos com tribos nativas até enfrentar o clima implacável do oeste americano. A série destaca a luta pela sobrevivência e os dilemas morais que os pioneiros enfrentaram ao se aventurarem em terras desconhecidas e hostis.

Com uma narrativa envolvente, 1883 nos mostra os desafios que os personagens encontram. A minissérie retrata de maneira realista e emocionante o que os primeiros colonizadores passaram na busca por uma nova vida.

Elenco e recepção

O sucesso de 1883 também se deve a um elenco de estrelas que dão vida aos personagens de maneira autêntica e memorável. Nomes como Sam Elliott, Tim McGraw, Faith Hill e Isabel May entregam performances impressionantes, enriquecendo ainda mais a narrativa. A recepção do público e da crítica tem sido extremamente positiva. Na plataforma Letterboxd, a série possui uma classificação de 4,1 de 5 estrelas, enquanto no IMDB ostenta uma pontuação de 8,7 de 10.

Isso mostra o quanto a minissérie foi bem recebida e apreciada por todos. Entretanto, 1883 não está livre de controvérsias. Algumas críticas apontam para a representação dos nativos americanos na série. Ainda assim, a minissérie oferece uma ótica instigante sobre a expansão do meio-oeste americano.

1883 é uma minissérie que se destaca pela sua qualidade e pela forma como conta a história dos pioneiros americanos. Com uma narrativa envolvente, personagens cativantes e uma produção de alta qualidade, ela redefine o gênero faroeste na televisão moderna. Se você ainda não assistiu, vale a pena conferir e se deixar levar por essa emocionante jornada pelo Velho Oeste.

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De arrepiar! Confira o primeiro trailer de ”Senna” minissérie biográfica da Netflix

A Netflix lançou nesta terça-feira, 30, o trailer da tão aguardada minissérie biográfica de Ayrton Senna, estrelando Gabriel Leone no papel principal.

A produção ‘’Senna’’, promete emocionar os fãs do lendário piloto brasileiro, recontando sua trajetória de sucesso e seu impacto duradouro no mundo da Fórmula 1. A série é uma das grandes apostas do catálogo da gigante do streaming em 2024.

Com total de seis episódios, o ponto de partida da produção é o começo da carreira automobilística do tricampeão de Fórmula 1, quando ele se muda para a Inglaterra para competir na Fórmula Ford, e segue até o trágico acidente em Ímola, na Itália, durante o GP de San Marino.

A trama é protagonizada por Gabriel Leone, que recentemente também viveu o piloto espanhol Alfonso de Portago em “Ferrari”, de Michael Mann. Nomes como Alice Wegmann, Kaya Scodelario, Matt Mella, Hugo Bonemer, Julia Foti, Marco Ricca e mais estão no elenco.

A produção comandada por Vicente Amorim ainda não tem data de estreia, mas a Netflix afirmou que chega ainda neste ano à plataforma.

Assista ao trailer abaixo:

Netflix acerta com série de faroeste feminino que está deixando o público grudado no sofá

“Godless”, a minissérie da Netflix, é uma obra que se destaca no gênero de faroeste. Com um elenco notável, personagens memoráveis, arcos envolventes, belíssimas imagens da majestosa fronteira e um final bastante selvagem, “Godless” nos traz uma história fascinante e emocionante sobre o frágil estado da vida no Velho Oeste. 

A série, escrita e dirigida por Scott Frank e produzida por Steven Soderbergh, é sombria, emocionante e visualmente impressionante. A trama pode ser lenta para alguns, mas é necessariamente assim, oferecendo pacientemente uma exposição vital enquanto seu enredo clássico de faroeste se desenrola de forma violenta.

A violência pode ser atribuída, na maioria das vezes, a Frank Griffin, um fora-da-lei ameaçador interpretado por Jeff Daniels, que está à procura de um homem chamado Roy Goode. Goode, interpretado por Jack O’Connell, era um membro do bando criminoso de Griffin, mas quando um assalto a trem se torna selvagem e Goode salva uma mulher que está sendo estuprada, ele foge com o saque.

A série também é notável por seu elenco feminino forte. Após um acidente de mineração catastrófico que dizimou a maioria dos homens da cidade, La Belle se tornou uma colônia de mulheres fortes e determinadas. É o tipo de lugar que se imagina que a personagem de Julie Christie, Mrs Miller, poderia ter residido se McCabe não estivesse na imagem

No entanto, “Godless” tem suas falhas. Alguns críticos argumentam que a série tenta combinar duas ideias separadas de filmes de faroeste em uma série (excessivamente longa). Apesar disso, a série acerta muito mais do que erra, e o saldo final é positivo.Em suma, “Godless” é uma minissérie que vale a pena assistir, não apenas pelo prazer estético, mas também pela narrativa envolvnte e pelas atuações de destaque. É uma adição valiosa ao gênero de faroeste e certamente deixará sua marca.

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Romance entre padre e prostituta viraliza no TikTok

Em um cenário onde as narrativas digitais reinventam o consumo de histórias clássicas, “Hilda Furacão”, o emblemático romance de Roberto Drummond, ressurge das cinzas da literatura brasileira, graças à viralização global de seus personagens na plataforma TikTok. A obra, que foi adaptada em uma aclamada minissérie pela TV Globo em 1998, com Ana Paula Arósio como Hilda e Rodrigo Santoro como Frei Malthus, reacende o fascínio pela história de amor entre uma prostituta e um padre. A minissérie capturou a imaginação de uma nova geração, provando a atemporalidade da narrativa de Drummond

O romance “Hilda Furacão”, de Roberto Drummond, ambientado na Belo Horizonte dos anos 60, narra a história de Hilda, a “Garota do Maiô Dourado”, que deixa uma vida de conforto para se tornar uma lendária prostituta na zona boêmia da cidade. O livro explora a interseção de vidas reais e fictícias, capturando o espírito de uma era de transformações políticas e sociais. Com a recente viralização dos personagens no TikTok, a Geração Editorial relançou a obra, reintroduzindo-a a uma nova geração de leitores​.

A história capturada em “Hilda Furacão” ultrapassa a narrativa de uma simples transformação. Hilda, a notória Garota do Maiô Dourado, emerge das águas tranquilas de um clube da elite para agitar o núcleo da zona boêmia de Belo Horizonte. Seu caminho se entrelaça com o de três jovens, cada um em busca de um destino próprio, tecendo um mosaico de aspirações humanas contra o pano de fundo de uma cidade pulsante, marcada pelo contraste entre a inocência dos desejos e a realidade tumultuada dos anos 60. Este enredo complexo e multifacetado reflete as nuances de uma sociedade em ebulição, explorando temas de liberdade, rebelião e busca por identidade​

A transformação do romance em minissérie pela TV Globo, com Ana Paula Arósio brilhando no papel de Hilda, só ampliou a aura mítica em torno da obra, que agora ganha novos admiradores na era digital. A reedição pela Geração Editorial não é apenas um tributo a Roberto Drummond, mas um convite à redescoberta de um clássico que, ao capturar a imaginação de uma geração TikTok, prova que certas histórias têm o poder de transcender o tempo e as fronteiras.

Luiz Fernando Emediato, editor da Geração e amigo de longa data de Drummond, reflete sobre a trajetória literária do autor, desde seu primeiro reconhecimento em 1971 até a consagração com “Hilda Furacão”. Drummond, um pioneiro da “literatura pop”, teceu em suas obras uma tapeçaria complexa de personagens e enredos que desafiaram as convenções de sua época, culminando na criação de “Hilda Furacão”, uma obra escrita “de um jorro só”, que capturou a essência de uma Belo Horizonte em ebulição política e cultural.

No coração deste renascimento literário está a história de Hilda Furacão, uma mulher cuja existência flutua entre o real e o imaginário, e que se tornou o símbolo de uma era e de uma cidade em transformação. A reedição de “Hilda Furacão” não é apenas uma oportunidade de revisitar uma obra marcante da literatura brasileira, mas também de explorar as muitas camadas de uma história que continua a fascinar e provocar, tanto na página quanto na tela.

Como foi a história real que inspirou o romance?

Em 1998, a TV Globo trouxe às telas a minissérie “Hilda Furacão”, uma adaptação do romance homônimo de Roberto Drummond. A história, inspirada na vida real de Hilda Maia Valentim, uma conhecida prostituta de Belo Horizonte, capturou a atenção do público com sua trama envolvente que se desdobra entre sonhos, realidades e a busca por identidade em meio ao turbilhão social dos anos 60. Com performances memoráveis de Ana Paula Arósio e Rodrigo Santoro, a série não só reafirmou a relevância cultural do romance, mas também trouxe à tona a complexa realidade por trás do mito de Hilda Furacão, explorando as nuances de sua vida antes e depois de sua fama.

Estreada em 27 de maio e transmitida até 23 de julho, a série ‘Hilda Furacão’ composta por 32 episódios, conquistou os telespectadores com seus personagens inesquecíveis e um elenco estelar.A minissérie, produzida por Glória Perez e dirigida por Wolf Maya, é baseada no romance homônimo de Roberto Drummond. A história foi inspirada na vida de Hilda Maia Valentim, uma prostituta conhecida como Hilda Furacão na região boêmia de Belo Horizonte.

O elenco da série era composto por atores de renome, incluindo Ana Paula Arósio, que interpretou a personagem principal, Rodrigo Santoro, Danton Mello, Eva Todor, Paulo Autran, Thiago Lacerda, Tarcísio Meira e Rogério Cardoso.

No entanto, poucos sabem que ‘Hilda Furacão’ foi baseada na vida real de uma mulher. “Hilda existiu. Mas ela foi tão mitificada e mistificada que se tornou um boato. Um boato festivo, colorido, maravilhoso. Então, o livro é contado através desse boato”, explicou o criador de ‘Hilda Furacão’ em 1991, de acordo com o programa Fantástico, da Rede Globo.

A trama e a realidade se entrelaçam na série. Parte da história se passa em um clube frequentado pela elite de Belo Horizonte, onde a personagem seduz os jovens talentosos da sociedade. Posteriormente, ela se torna uma profissional do sexo, causando um grande escândalo na cidade.

A obra que serviu de inspiração para a série

retrata a vida de Hilda, uma mulher que desafiou as convenções sociais e viveu a vida em seus próprios termos. A série captura a essência de sua vida, desde seus dias de juventude até sua transformação em uma figura lendária na cena boêmia de Belo Horizonte.

A série ‘Hilda Furacão’ não é apenas uma história de amor e paixão, mas também uma reflexão sobre a sociedade e os padrões culturais da época. Ela desafia as normas sociais e destaca a luta de uma mulher para viver a vida como ela deseja, apesar das pressões e expectativas da sociedade.

A minissérie ‘Hilda Furacão’ é um marco na televisão brasileira, não apenas por sua narrativa envolvente e personagens memoráveis, mas também por sua representação autêntica e sem censura da vida na zona boêmia de Belo Horizonte. É uma história que continua a ressoar com o público até hoje, mais de duas décadas após sua estreia.

Hilda foi real

“Hilda realmente existiu. No entanto, ela foi tão mitificada e mistificada que acabou se transformando em um boato. Um boato vibrante, colorido e maravilhoso. Assim, a história do livro é contada através desse boato”, disse o criador de ‘Hilda Furacão’ em 1991, conforme relatado pelo programa Fantástico, da Rede Globo.

Parte da trama se passa em um clube frequentado pela elite de Belo Horizonte, onde a personagem encanta os jovens promissores da sociedade. Posteriormente, ela se torna uma profissional do sexo, causando um grande alvoroço na cidade.

No livro que inspirou a série, Hilda é retratada como uma jovem da alta sociedade de Belo Horizonte que se torna prostituta. No entanto, na realidade, Hilda Maia Valentim não pertencia à elite mineira.

Contrariando a ficção, Hilda Furacão tinha origens humildes, tendo se mudado com a família do Recife quando ainda era criança. Ela se casou com um jogador de futebol, Paulo Valentim, que foi contratado pelo Boca Juniors nos anos 1960. Paulo se tornou uma figura adorada na região, levando a família a se estabelecer em Buenos Aires.

A felicidade do casal aumentou com o nascimento de Ulisses, e Hilda ansiava por deixar seu passado para trás, concentrando-se na felicidade de sua família. No entanto, em 1972, Valentim, após anos de comportamento viciado em jogos e alcoolismo, levou a família à ruína.

O casal decidiu se mudar para o México, mas já não desfrutava do estilo de vida luxuoso anterior. Hilda se viu obrigada a assumir trabalhos como faxineira e costureira para sustentar a família.Após a morte de Paulo em 1984, Hilda, desolada, retornou a Buenos Aires com o filho. No entanto, o destino reservou mais uma tragédia para sua vida: a mãe teve que lidar com a dolorosa perda do próprio filho.

Com problemas de saúde, Hilda passou algum tempo internada no hospital e, após sua recuperação, foi enviada para um asilo de idosos, onde foi visitada pelo programa Fantástico, da TV Globo. O marido havia falecido em 1984 e ela não tinha parentes próximos.Destino de Hilda Hilda faleceu em uma segunda-feira, 29 de dezembro de 2014, um dia antes de seu aniversário. Ela estava prestes a completar 84 anos.

Ela morreu devido a complicações respiratórias enquanto estava sob cuidados em um asilo mantido pela prefeitura. A assistente social responsável, Marisa Barcellos, informou que Hilda estava hospitalizada e não se alimentava há mais de uma semana, sendo mantida hidratada por meio de sondas.

 

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Estreando com grande antecipação, “O Sinal” (Das Signal), uma minissérie alemã disponibilizada pela Netflix, mergulha o público em um universo de ficção científica e mistério distribuído em quatro episódios intensos e meticulosamente elaborados. A trama se desenrola em torno do enigmático desaparecimento de Paula, uma cientista renomada que estava a bordo da Estação Espacial Internacional. Seu retorno à Terra era aguardado com ansiedade, mas ela some sem deixar rastros, instigando um mistério que ameaça não só seus entes queridos mas toda a humanidade.

A narrativa é centrada no impacto emocional e na busca incansável de Sven, o marido de Paula, e de Charlie, sua filha, ambos personagens que nos cativam com suas camadas complexas e relacionamento palpável. Suas jornadas são marcadas por uma mistura de determinação, angústia e a esperança de desvendar o paradeiro de Paula, assim como a natureza da descoberta astronômica que ela fez. Essa dinâmica familiar se entrelaça com um suspense crescente, impulsionado pela descoberta de um enigmático sinal extraterrestre e os esforços para ocultar essa revelação, criando uma atmosfera carregada de tensão e mistério.

Visualmente, a série é uma obra de arte, com uma estética que complementa perfeitamente a profundidade da história. A direção de fotografia utiliza uma paleta de cores que realça a aura de mistério e suspense, enquanto a trilha sonora intensifica as emoções e o drama, elevando as cenas-chave a um patamar cinematográfico de alta qualidade. A série mantém um equilíbrio impressionante entre o familiar e o inovador, ressoando com temas de ficção científica clássicos, ao mesmo tempo em que oferece uma abordagem fresca e contemporânea, distanciando-se de clichês e explorando novos territórios narrativos.

“A produção de ‘O Sinal’ destaca-se não apenas pela sua narrativa envolvente, mas também pelo seu uso eficiente do orçamento. Mesmo sem os fundos de grandes blockbusters, a série demonstra uma capacidade notável de criar um espetáculo visual e auditivo que desafia as expectativas, tornando-se um exemplo de como a criatividade e a inovação podem compensar as restrições financeiras. O design de produção, a cinematografia e os efeitos especiais são habilmente orquestrados para criar um mundo rico e imersivo que sustenta a complexidade temática da série, oferecendo uma experiência que se equipara a produções com orçamentos muito maiores.

Além disso, ‘O Sinal’ mergulha profundamente em temas que ressoam com uma relevância universal, como a ética na ciência, os dilemas morais da exploração espacial, e a introspecção sobre a existência humana. A série aborda essas questões com uma maturidade e profundidade que convidam à reflexão, desafiando o público a considerar as consequências de nossas escolhas e o impacto delas no futuro da humanidade e além.

Esta abordagem reflexiva estende-se à construção dos personagens e ao desenvolvimento da trama, ambos meticulosamente elaborados para explorar o vasto espectro da condição humana. Os personagens são apresentados com complexidade e nuances, cada um refletindo diferentes facetas da natureza humana e das questões éticas em jogo, tornando ‘O Sinal’ uma série que transcende o gênero de ficção científica para tornar-se uma exploração significativa dos dilemas morais e das maravilhas e horrores que a humanidade pode descobrir no cosmos.

Portanto, ‘O Sinal’ não é apenas uma adição valiosa ao catálogo da Netflix por seu entretenimento, mas também por sua contribuição significativa ao diálogo cultural e científico. A série consegue ser ao mesmo tempo um drama espacial cativante e uma meditação ponderada sobre questões de grande importância, oferecendo aos espectadores uma viagem memorável que é tanto emocionante quanto intelectualmente estimulante.”

Agora disponível no catálogo da Netflix, “O Sinal” promete ser uma experiência cativante para os fãs do gênero e um estudo de personagem que desafia nossas percepções, nos levando a questionar não apenas o universo ao nosso redor, mas também o universo dentro de nós.

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Nova minissérie da Netflix traz reflexões sobre a vida e vai deixar o seu coração quentinho

Baseada no romance homônimo de David Nicholls, a Netflix lançou recentemente sua nova minissérie “Um Dia” (One Day). Mas esta não é a primeira adaptação do livro best-seller. Em 2011, a obra literária ganhou uma versão cinematográfica estrelada pelos astros Anne Hathaway e Jim Sturgess. Ao contrário do filme, a série mergulha mais profundamente na complexidade dos relacionamentos, explorando a vida dos protagonistas ao longo de duas décadas.

“Um Dia” conta a história de Emma Morley e Dexter Mayhew. Os dois se conhecem em 15 de julho de 1988, na noite da formatura, mas, no dia seguinte, cada um segue seu caminho. Onde será que estarão nesse mesmo dia no ano seguinte, no próximo e em todos os outros 20 anos? Em cada episódio, eles estão um ano mais velhos. A data é a mesma, e os dois vão evoluindo e mudando, se aproximando e se separando, vivendo alegrias e decepções.

A trama segue esse mesmo formato anual, revisitando os protagonistas no mesmo dia, mas ganha uma riqueza narrativa ao se estender por 14 episódios. Leo Woodall e Ambika Mod, nos papéis principais, cativam o público com performances envolventes, destacando-se por sua versatilidade e maturidade ao atravessar as décadas. A química entre os dois é o ponto alto da série, acrescentando camadas autênticas aos personagens e fazendo com que torçamos por seu sucesso, mesmo diante das adversidades.

A produção não é apenas uma adaptação; é uma expansão rica e emocional do universo criado em seu livro. Ao explorar mais profundamente cada ano da jornada de Emma e Dexter, a série se torna uma tapeçaria complexa de experiências e lições de vida, proporcionando um banquete emocional para os espectadores ávidos por uma narrativa envolvente.

Nostalgia

Além disso, “Um Dia” é uma ode visual à nostalgia, transportando-nos para o encanto dos anos 80 e 90, onde a estética cuidadosamente recriada adiciona uma dimensão extra à experiência. A série é um lembrete poético de que as histórias de amor podem transcender o tempo, mantendo sua relevância e beleza ao longo das décadas.

Assistir a “Um Dia” não é apenas consumir entretenimento; é embarcar em uma jornada que nos desafia a refletir sobre nossas próprias escolhas, relacionamentos e a natureza efêmera da vida.

Uma ponderação sobre as vidas que se cruzam com a nossa, a minissérie é como um soneto agridoce sobre a importância de viver intensamente todos os dias, na certeza de que sendo bons ou maus, cada um deles vale a pena ser desfrutado.

Prepare-se para rir, chorar e se perder na narrativa irresistível que essa minissérie oferece!

Assista ao trailer abaixo:

 

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‘Quem é Erin Carter?’: Descubra os segredos da série de sucesso da Netflix que colocou o público em busca de respostas

A mais recente sensação televisiva a dominar a plataforma de streaming Netflix é a envolvente minissérie de suspense “Quem é Erin Carter?”. A série catapultou-se para o topo das listas, desbancando o notório documentário “Depp V. Heard”, alcançando um impressionante total de 13,2 milhões de visualizações em apenas uma semana, de 21 a 27 de agosto.

“Quem é Erin Carter?” segue a intrigante trajetória de Erin Carter (Evin Ahmad), uma professora britânica radicada na ensolarada Espanha, cujo passado enigmático é lentamente descortinado após um incidente num supermercado local. A tranquilidade de sua vida em Barcelona se desvanece à medida que seus movimentos habilidosos de combate e seu misterioso passado começam a chamar a atenção da polícia e do público.

Mas não é apenas “Quem é Erin Carter?” que tem causado burburinho na Netflix. “Depp V. Heard” ainda mantém uma forte presença com 8,3 milhões de visualizações, seguido de perto pelo incisivo drama “Império da Dor”, que arrematou 5,6 milhões de visualizações, revelando a sombria indústria farmacêutica por trás da crise de opioides nos EUA.

No cenário internacional, a produção sul-coreana “Mask Girl” liderou as paradas com 7,4 milhões de visualizações. A aclamada terceira temporada da série escandinava “Ragnarok” e a adaptação dos quadrinhos de Mark Millar, “O Eleito”, completaram o top 3, com 6,5 milhões e 4 milhões de visualizações, respectivamente.

No que diz respeito ao cinema, a animação “O Rei Macaco” se tornou o campeão da semana, ultrapassando “Quem é Erin Carter?”, com 14,4 milhões de visualizações. A ele se seguiu “Agente Stone”, protagonizado pela sempre carismática Gal Gadot, e a mais recente comédia de Adam Sandler, “Você Não Tá Convidada pro Meu Bat Mitzvá!”, que fez sua estreia impactante em terceiro lugar, apesar de ter sido lançado apenas no final da semana contabilizada.

Por trás das lentes, Jack Lothian, duas vezes indicado ao BAFTA, é o gênio criativo da série, juntamente com um elenco estelar que inclui Sean Teale e Denise Gough.

No cerne de “Quem é Erin Carter?” está a questão que todos querem responder: Quem é, afinal, Erin Carter? A série de sete episódios de uma hora desvenda esse mistério, garantindo aos espectadores uma jornada de suspense e revelações que a tornaram o must-watch do momento na Netflix.

Maid: a história emocionante da luta das mães solteiras na minissérie que é sucesso na Netflix

Maid é uma minissérie da Netflix, de 2021, que conta a história de Alex, uma mãe solteira que luta para sobreviver e criar sua filha após fugir do relacionamento abusivo com seu ex-parceiro. A série, que é baseada em uma história real, destaca a importância das mães na sociedade, especialmente naquelas que enfrentam dificuldades.

A atuação da atriz Margaret Qualley, que interpreta Alex, é excelente, transmitindo com eficácia as emoções complexas que sua personagem experimenta enquanto luta para sair da situação difícil em que se encontra.

A história, embora não seja necessariamente original, é bem contada e oferece uma visão realista e emocionante da luta das mães solteiras para cuidar de seus filhos enquanto enfrentam inúmeras dificuldades financeiras e emocionais.

A luta da protagonista por uma vida melhor não é uma curva ascendente, mas sim uma montanha-russa de emoções. Em Maid, as ações dos personagens são repletas de dualidade; muitas vezes surpreendem pela maturidade e força de vontade, enquanto outras nos fazem acreditar que nunca vão conseguir mudar sua realidade.

A série também destaca a importância do sistema de apoio à maternidade, seja na forma de assistência social, cuidado infantil ou simplesmente amigos e familiares que se importam e ajudam a mãe em dificuldades. A série mostra como esses sistemas podem ser essenciais para as mães que lutam para equilibrar as demandas da criação de seus filhos e de sua própria vida.

Além disso, Maid também merece o mérito de tratar a violência doméstica não como um fato que faz a protagonista ficar mais forte. A violência contra a mulher em Maid é representada como um trauma e um ciclo que deve ser quebrado. Aliás, a série nos lembra muito bem que violência não é só física, ela pode ser patrimonial, psicológica, moral.

Maid é uma série emocionante e inspiradora que destaca a força e a resiliência das mães solteiras. É uma história que, embora não seja fácil de assistir em alguns momentos, é importante e relevante para muitas pessoas. É uma lembrança poderosa de que as mães merecem todo o apoio e ajuda possível em suas lutas diárias para criar seus filhos e construir um futuro melhor para suas famílias.

Uma grande obra, em 10 episódios, com metáforas perfeitas para representar o mundo atual para mães solo.

Confira o trailer abaixo:

 

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Nova série do Prime Video revive anos 70 com muito Rock N’ Roll e amores turbulentos

A minissérie Daisy Jones & The Six chegou ao catálogo no Amazon Prime Video no início do mês de março, de forma bastante silenciosa mas com grande expectativa pelo público. A série é baseada no best-seller de mesmo nome escrito por Taylor Jenkins Reid, conhecida por outros livros renomados como ‘’Os sete maridos de Evelyn Hugo’’.

A produção chegou às telas do streaming escrito por Scott Neustadter e Michael H. Webe, ambos participantes da equipe de filmes como ‘’A Culpa É das Estrelas’’ e ‘’500 Dias com Ela’’. No total, serão 10 episódios lançados em grupos semanalmente às sextas-feiras.

Alguns dos atores protagonistas já se destacaram no mundo do cinema. Entre grandes nomes do elenco estão Riley Keough, (neta de Elvis Presley) e atriz de ‘’Mad Max: Estrada da Fúria’’, e Sam Claflin, de ‘’Jogos Vorazes’’ e ‘’Como Eu era antes de Você’’.

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Além disso, uma brasileira inclui o elenco com a personagem Simone Jackson, vivida por Nabiyah Be, cantora e melhor amiga da protagonista Daisy. A atriz é filha do cantor de reggae jamaicano Jimmy Cliff e da psicóloga baiana Sônia Gomes, que foram apresentados pela cantora Margareth Menezes, e nasceu em Salvador em 1992.

atriz
(Atriz brasileira Nabiyah Be / Foto: reprodução)

 

Sobre a série

Daisy Jones & The Six segue a história da banda fictícia dos anos 70, e sua ascensão à fama, bem como os conflitos internos e pessoais entre os membros da banda. Daisy Jones é uma jovem que vive na Los Angeles e sonha em ser uma cantora famosa e encontra a mesma vontade na banda The Six, formada por quatro homens e uma mulher. Eles juntam suas inspirações na produção de músicas em estúdios e primeiras apresentações.

O mais interessante sobre a produção é o fato de que as músicas são cantadas e executadas pelos próprios atores. Além disso, o álbum da banda foi lançado antecipadamente a estreia da série, no Spotify. O álbum tem o título de “Aurora” e conta com 11 canções originais. Algumas das músicas do disco, como “Regret Me”, “Please” e a própria “Aurora” já existiam no romance, mas com outras letras.

 

Impressões

A série é bem executada, com uma cinematografia impressionante e uma trilha sonora excepcionalmente bem escolhida que retrata perfeitamente a era dos anos 70. A escolha do elenco também é excelente, com cada ator se destacando em seus papéis e trazendo vida aos personagens do livro.

O enredo é narrado em estilo de documentário, com os personagens dando depoimentos sobre suas experiências e perspectivas, e isso adiciona uma camada extra de profundidade aos personagens e à história. A série aborda temas como amor, ambição, fama, drogas, relacionamentos pessoais e profissionais, bem como a luta pela individualidade e pela autenticidade em um mundo onde a conformidade é valorizada.

No entanto, a série pode ser lenta em algumas partes, especialmente nos primeiros episódios. Além disso, alguns personagens são menos desenvolvidos do que outros, o que pode deixar o público querendo mais.

No geral, “Daisy Jones & The Six” é uma série que vale a pena assistir. É uma adaptação fiel do livro e tem uma execução habilidosa. A série cativa o público com sua trilha sonora excepcional e performances impressionantes do elenco. Se você gosta de dramas musicais ou histórias sobre bandas, “Daisy Jones & The Six” é definitivamente uma série que você deve conferir agora mesmo!

Confira o trailer abaixo:

 

 

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Dahmer: Um Canibal Americano é renovada para mais duas temporadas na Netflix

A série ‘Dahmer: Um Canibal Americano’ da Netflix acaba de ser renovada para mais duas temporadas e se tornará uma antologia sobre outros serial killers reais. A renovação acabou sendo uma surpresa pelo fato de que se tratava de uma minissérie, e também porque a gigante do streaming já encomendou mais duas temporadas de uma vez só. 

Em inglês, o nome da série agora é ‘Monster: The Jeffrey Dahmer Story’, portanto, os produtores pretendem dar continuidade à atração com temporadas antológicas, focadas em outros “monstros”. Os vilões que serão retratados na segunda e terceira temporadas da série ainda não foram revelados, assim como data de estreia.

O projeto original é estrelado por Evan Peters (X-Men), e teve uma recepção igualmente grandiosa e controversa. A série é baseada em fatos reais e conta a assustadora história do serial killer Jeffrey Dahmer, que matou 17 jovens entre os anos de 1978 e 1991. Ao mesmo tempo que conquistou recordes de audiência na plataforma, a série também foi criticada como insensível por espectadores e também pelas famílias das vítimas de Dahmer na vida real.

A produção, com 10 episódios, tornou-se a segunda maior estreia de uma série de língua inglesa e só fica atrás da quarta temporada de Stranger Things. A história do assassino canibal somou mais de 934 milhões de horas vistas.

 

Confira o trailer abaixo:

Netflix lança minissérie ‘Explicando o Coronavírus’ neste domingo

A Netflix acaba de lançar uma minissérie ‘Explicando o Coronavírus’, que apresenta a visão de especialistas sobre o vírus e o alastramento da doença ao redor do globo. Confira:

Sinopse
Em 2020, o mundo mudou. Esta série investiga a pandemia do coronavírus, os esforços para combatê-la e os impactos na saúde mental.

Infelizmente ainda não foram disponibilizados trailers com legenda em nosso idioma, porém, a plataforma disponibiliza a legenda em português.

7 motivos para assistir Chernobyl, a série mais bem avaliada do ano

O último episódio de Chernobyl, minissérie da HBO focada no maior acidente nuclear que já aconteceu no planeta, chegou ao seu fim na noite de segunda-feira (03) lá nos Estados Unidos. Aqui no Brasil, a série tem previsão para terminar na próxima sexta-feira (07). A série ultrapassou Game of Thrones e Breaking Bad e se tornou a série mais bem avaliada no IMDb. 

Aclamada tanto por críticos quanto por público, a minissérie é um retorno à televisão de forma inteligente, que instiga o público e o faz aterrorizado nas horas certas. Depois do final controverso de Game of Thrones, a HBO acertou em cheio quanto à Chernobyl e aqui nós listamos alguns motivos para que você, se ainda tem dúvida ou não, deve assistir a série.

1. O elenco

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Como em toda série da HBO, o elenco de Chernobyl não deixa a desejar quanto as outras produções do canal. Stellan Skarsgård está fenomenal como Boris Shcherbina. Jared Harris (interpretando o cientista nuclear Valery Legasov) e Emily Watson (a cientista Ulana Khomyuk) fazem uma dupla perfeita em cena. Espere ver alguns desses nomes nas indicações ao Emmy 2019.

2. São só cinco episódios

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Pode ser cansativo assistir 22 episódios de uma série em apenas um dia, mas Chernobyl não foi feita para ser assim. Sendo uma minissérie, é improvável que terá novos episódios em um próximo ano ou depois. Os produtores afirmaram que a série foi projetada como um longo filme, então é bem tranquilo sentar na frente da televisão por uma tarde e devorar a série como ela merece ser assistida.

3. A trama política

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Nenhuma série se garante apenas em ter um elenco excelente. É preciso de uma história que instigue e cative o telespectador, e Chernobyl tem exatamente isso. Começando imediatamente após a explosão do Reator 4 da usina localizada na antiga União Soviética, a minissérie acompanha os desdobramentos e esforços dos soviéticos para, ao mesmo tempo, conter a radiação e esconder o fato da mídia externa. É interessante ver como o governo da URSS reagia a algo de ruim que acontecia em seu território. Como Boris (Skarsgård) reclama em um momento, “A URSS é uma grande nação, não podemos sofrer acidentes”.

4. Os efeitos da radiação e as lembranças do Césio

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Quem nasceu ou mora em Goiânia há muito tempo, certamente já ouviu falar do acidente com o Césio-137 ou provavelmente conhece uma pessoa que estava presente quando tudo aconteceu. Então, os efeitos da radiação já devem ser familiares e a minissérie explora isso de modo tão aterrorizante que pode te deixar sem dormir por algumas noites. Não são poupadas cenas dos bombeiros com as queimaduras causadas pela radiação ou o pânico que se instalou na cidade de Pripyat pouco depois do acidente. Os cientistas nucleares explicam os efeitos da radiação de modo didático, tanto pro público quanto para os políticos soviéticos.

5. A ambientação

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Não há série barata para os padrões da HBO, isso é um fato. Seja com Game of Thrones ou Westworld, a emissora não economiza na tentativa de deixar suas séries as mais bonitas possíveis, e não é diferente quando o assunto é Chernobyl. A simplicidade das roupas e edifícios soviéticos são explorados a finco e as tomadas externas que mostram a fumaça radioativa e a explosão do Reator 4 são de tirar o fôlego. A minissérie é um prazer para os olhos comuns do telespectador.

6. É (grande parte) real

A minissérie foi baseada no livro “Vozes de Chernobyl”, da autora Svetlana Alexievich, que foi publicado em 1997. Personagens e diálogos foram retirados da obra literária para a adaptação à série. Cenas como o enterro das primeiras vítimas do acidente, que foram enterradas em caixões soldados com ferro e depois coberto com concreto para não contaminar o solo; os mineiros trabalhando nus para sobreviver ao calor embaixo da usina; o denominado “esquadrão suicida”, que retirou destroços extremamente radioativos do teto da usina, todos esses fatos aconteceram e mostram a crueza da situação.

7. A reflexão que deixa

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Ao fim de cada episódio, Chernobyl nos deixa pensando sobre os perigos da radiação, como um vilão que nos assombra praticamente todos os dias. É muito fácil se assustar com as imagens fortes mostradas pela série e pelos diálogos que discutem o quão perigoso são esses elementos para os humanos. Depois do acidente de Chernobyl, aconteceu o Césio em nosso quintal e o acidente de Fukushima, no Japão. Enquanto houver descuido com esses elementos e usinas nucleares espalhadas pelo mundo, talvez nós humanos não podemos respirar tranquilos.

NOW

Ainda não sabe onde assistir Chernobyl? A série está disponível no NOW, uma plataforma da Net que disponibiliza os canais e os últimos lançamentos em primeira mão, podendo ser acessado online pelo celular, computador e tablet ou pelo canal 1 da sua televisão. 

Basta adquirir algum pacote de TV da NET para ter acesso ao Now. O funcionamento do serviço é bastante simples. O usuário deve fazer o login com seus dados da Conta NET. Os assinantes recebem estas informações para acessarem o site da empresa e fazerem consulta de informações.

Clientes Claro HDTV também poderão ter acesso, já que existe uma união entre as duas empresas. Para ter o conteúdo do Now na sala de casa, basta ligar o seu computador na TV através da saída HDMI e acessar o portal do streaming.

Goiano cria réplica do 14-Bis e vai parar em minissérie da HBO

Filho do sapateiro José Calassa e da porteira-servente Onofra, Allan Calassa recebeu uma nota de 10 mil cruzeiros do pai, na qual havia o rosto de Santos Dumont de um lado e do outro, a imagem do avião 14 Bis.

Com uma mente inquietante, o garoto não se fascinou pelo dinheiro, mas pelos desenhos que a ela pertenciam. Allan pesquisou até descobrir que aquela feição pertencia a um dos maiores inventores do mundo. E tudo vingou a seu favor, como o costume que seu pai tinha de juntar livros para formar uma biblioteca pública. Uma dessas obras ensinava a construir um avião em casa.

Com 7 anos, ele e seus irmãos foram atrás de peças para que ele pudesse construir o avião. A primeira tentativa, obviamente, falhou.

Ele não desistiu de construir uma réplica igual ao 14Bis, mesmo sem ter nenhum projeto do avião deixado por Santos Dumont.

Então, com fotos e relatos da época, o projeto 14 Bis – 100 Anos Depois, foi colocado em prática e realizado com sucesso. Com as mesmas medidas, mesmos materiais, mesmas vitórias, Allan tornou realidade o que muitos consideram impossível, até mesmo para sua época.

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Calassa construiu duas réplicas perfeitas, uma está no Museu do Ar em Portugal e outra no Museu do Ar da França. Uma outra réplica percorre exposições nos cinco continentes. Esta fica em Caldas Novas (GO), onde Allan mora atualmente.

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Agora, ele está com mais um desafio. 

Depois que a HBO anunciou que iria lançar uma minissérie contando a história do inventor do 14-Bis, Calassa foi convidado para fazer o vôo em praça pública para retratar a famosa cena de Dumont. 

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Apesar de já estar sendo gravada, a mini série ainda não tem data para estreiar.