Festival Italiano de Nova Veneza tem um novo prato para encantar paladares, em junho

O Festival Italiano de Nova Veneza apresenta seu mais recente prato estrela: o Rondelli Cremoso. Este delicioso prato é resultado de um concurso realizado entre os moradores locais, visando adicionar uma nova iguaria ao já renomado cardápio do evento gastronômico mais prestigiado de Goiás. Então agende-se para degustar esta iguaria no 18º Festival Italiano de Nova Veneza, que acontece de 6 a 9 de junho, na pequena cidade de Nova Veneza, situada a menos de 30 quilômetros de Goiânia.

Criado por Heloise Gomes Duarte, o Rondelli Cremoso consiste em uma massa fresca recheada com frango cremoso, harmonizado com um molho branco e generosas porções de queijo catupiry, tudo gratinado ao forno e finalizado com um toque de manjericão fresco. Uma combinação que certamente fará qualquer um salivar.

Nova Veneza festival

Vânia Alves, cozinheira chefe da Cantina da Nonna e Heloíse Gomes, vencedora do concurso. Foto: divulgação

Heloise, a vencedora do concurso, revela que sua inspiração para a receita veio da ausência deste prato italiano no cardápio do festival. Mesmo sendo uma das últimas a se inscrever, seu talento na cozinha e o apoio de amigos a incentivaram a participar.

O concurso, organizado em parceria com a Marajoara Laticínios, patrocinadora oficial do evento, teve como objetivo promover a inovação gastronômica e envolver os moradores da cidade. A população de Nova Veneza, onde cerca de 60% têm ascendência italiana, tem um forte vínculo com a cultura gastronômica do país europeu, tornando o concurso ainda mais significativo.

Uma variedade de jurados, incluindo chefs, influenciadores gastronômicos, jornalistas e representantes da cultura italiana, teve a difícil tarefa de selecionar o vencedor entre os 14 participantes. Graça Antinarelli, diretora cultural da Associação Italiana de Goiás, expressou sua admiração pela qualidade e autenticidade das receitas apresentadas.

O jornalista Adriano Regis, conhecido por seu trabalho na TV Anhanguera, elogiou a criatividade, seleção de ingredientes, combinação de sabores e apresentação dos pratos concorrentes.

Heloise não apenas terá sua receita no cardápio oficial do festival, mas também receberá uma placa de homenagem e um prêmio em dinheiro da Marajoara Laticínios. Além disso, os segundo e terceiro colocados também serão reconhecidos pelo seu talento culinário.

Com uma população que se multiplica durante o festival, a celebração não só proporciona uma oportunidade para os turistas desfrutarem da gastronomia e cultura local, mas também é fundamental para a economia da cidade, gerando emprego e renda para os moradores.

Juliana Castelo Branco, chef de cozinha e jurada do concurso, encorajou todas as participantes a continuarem investindo na gastronomia, destacando o concurso como o primeiro passo para uma promissora carreira no ramo culinário.

Nova Veneza recebe Circo Show com entrada gratuita neste domingo

Nova Veneza é uma cidade que preserva as tradições italianas em meio ao cerrado brasileiro. Um pedacinho da Itália em terra goiana. Além de sua herança cultural, a cidade está prestes a receber um espetáculo que promete encher de alegria o coração de seus moradores e visitantes. 

No próximo domingo, 25 de fevereiro, o Ginásio de Esportes será transformado em um palco para a apresentação do Circo Show. Com o apoio do Programa Goyazes do Governo de Goiás, o evento será acessível a toda a comunidade de forma gratuita, proporcionando uma experiência única para todos. 

Prepare-se para se maravilhar com as habilidades dos 10 artistas profissionais que compõem este espetáculo, uma fusão entre o circo tradicional e o contemporâneo, com malabaristas, acrobatas, palhaços, contorcionistas e mágicos que prometem encantar pessoas de todas as idades. 

Conheça a cidade que é um pedacinho da Itália em Goiás

Se você já ouviu falar do Festival Italiano de Nova Veneza, então, já ouviu falar dessa cidade que é um pedacinho da Itália, no coração de Goiás.

Localizada a 39 km de Goiânia, essa pequena cidade não apenas celebra, mas vive intensamente a cultura italiana. Nova Veneza foi fundada por imigrantes italianos, nos anos 1920.

O festival, que ocorre anualmente na cidade, há 16 anos, atrai milhares de pessoas de Goiás e estados vizinhos.

 

A História da cidade que é um pedacinho da Itália em Goiás

Conheça a cidade que é um pedacinho da Itália em Goiás

Foto: Italianismo

Por que Nova Veneza tem uma paixão tão profunda pela cultura italiana?

A resposta remonta a mais de um século, quando as famílias Stival, Bisnoto, Faquim, Bosco, Sousa, Alves, Santos, Ferreira, Vargas, Peixoto e Constantino chegaram da Itália, estabelecendo-se na região por volta de 1924.

O local, inicialmente chamado de ‘Colônia dos Italianos’, tornou-se oficialmente Nova Veneza em 1958.

Com mais de 60% de sua população composta por descendentes de italianos, a cidade é um símbolo da imigração no Estado de Goiás. No Brasil, onde cerca de 30 milhões de pessoas têm origens familiares na Itália, Nova Veneza se destaca como o único reduto italiano no centro-oeste brasileiro.

 

A Influência Italiana Além das Fronteiras

Enquanto muitos descendentes ítalo-brasileiros concentram-se no Sul e no Sudeste, Nova Veneza preserva suas raízes italianas, não apenas na culinária, mas também na arquitetura e no urbanismo.

Mesmo após um século de imigração, a cidade mantém edificações com colunas romanas, praças ornamentadas com chafarizes e ruas que remetem à Itália. O idioma italiano é parte do cotidiano, sendo inclusive ensinado nas escolas locais.

 

Explorando Nova Veneza: Cultura, Geografia e Aventura

Acessível pelas rodovias GO 462 ou GO 222, Nova Veneza cativa não apenas pela herança cultural, mas também por sua geografia exuberante, repleta de montanhas.

Os amantes do ecoturismo e turismo de aventura encontram na cidade um destino ideal para voos paraguaios, trilhas de bicicleta e moto bike. Além disso, Nova Veneza faz parte de um circuito religioso, atraindo romeiros pelas serras da região.

 

Preservando Tradições e Atraindo Visitantes

Nova Veneza é mais do que uma cidade; é um testemunho vivo da rica história da imigração italiana no Brasil.

O Festival Italiano é apenas uma das muitas manifestações que perpetuam a herança cultural, tornando a cidade um destino único. Ao explorar Nova Veneza, os visitantes não apenas se conectam com a tradição italiana, mas também descobrem uma jóia escondida que mescla autenticidade, beleza e hospitalidade brasileira.

Convidamos você a explorar essa cidade encantadora, onde o passado e o presente se entrelaçam, proporcionando uma experiência que transcende fronteiras e cria memórias duradouras.

 

 

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História completa de Nova Veneza

Tudo começou em uma área pertencente ao município de Anápolis, em 23 de março de 1895, chegaram os primeiros moradores, Antonio da Silva Loures, e seu filho José da Silva Loures, requerendo uma propriedade rural através da escritura pública, pois aqui pertencia a Anápolis. Logo vieram outras famílias como: Manoel Antonio Gomes, Manoel Antonio de Souza, Pedro Camilo, Teotônio Alves, com o objetivo de cultivar o café. Seus meios de transporte na época eram; cavalos e carros de boi pois não haviam estradas.

A historia de Nova Veneza também está ligada a Imigração Italiana. Estes vieram para o Brasil em decorrência das dificuldades inerentes à própria sobrevivência naquele país europeu. Na Itália chegaram noticias através de cartas que aqui na América haviam muitas possibilidades de melhoria de vida. Esses italianos vieram de Previzo província de Veneto, onde eram acostumados com a lida de parreiras e vinícolas para aqui cultivarem o café. Primeiro veio o Senhor João Stival, retornando à Previzo para se casar e trazer toda a família para o Brasil. Outros imigrantes homens, também vieram e quando chegaram ao pais, precisamente em Santos, São Paulo espalharam uns para Marília, outros para Ribeirão Preto e Minas Gerais, trabalhando como empregados nas plantações de café. Mais tarde compraram sete alqueires de terra em Goiás do Senhor Atílio Constantino, onde com muitas dificuldades plantaram café, sendo que aqui, já viviam nessa época mais de quarenta pessoas.

Em Minas Gerais conheceram tia Noca que era da cidade de Goiás a qual incentivou a família Stival a vir para Goiás.

O Senhor João Stival veio, no ano de 1911, com a incumbência por parte de seus familiares e amigos, de adquirir uma propriedade rural onde todos pudessem morar e trabalhar. Comprou 362 alqueires e meio, denominada Fazenda Barra da Cachoeira. Permaneceram aqui alguns meses João Stival, Cesário Stival e Joaquim. Retornaram para Minas Gerais os senhores João e Joaquim Stival, para trazerem suas famílias e a família de Cesário.

Cesário Stival, ficou para providenciar a construção da casa para abrigar todas as famílias que viessem para fazer lavoura de milho, arroz, feijão e mandioca. Quando retornaram trouxeram as famílias Faquim e Stival, vieram de trem até catalão, e de lá para cá em sete carros de bois e uma carroça tipo carretão.

Chegaram nessa região no dia 04 de dezembro de 1912, estava muito chuvoso e devido a isso a construção da casa estava muito atrasada, eles tiveram que morar em barracas de americano.

A fazenda foi devidamente dividida entre todas as famílias, pois alguns já haviam casado em Minas Gerais. Logo o lugar ficou conhecido como “Colônia dos Italianos”.

Aos poucos grandes extensões de mata foram cedendo o lugar à cafezais. Acolônia passou a receber um numero maior de famílias como: Constantino, e em 1917 a família Peixoto, tendo como chefe o Senhor José Peixoto e Bosco.

O Senhor João Stival resolveu que, não apenas apenas lavradores mas também comerciantes e outros profissionais poderiam fizar residências em suas terras, e assim em 05 de junho de 1924, lavrando em cartório, loteou suas propriedades deixando parte como doação para a construção de uma capela, que recebeu o nome de Igreja Nossa Senhora do Carmo, devido a grande devoção que tinham pela santa e por São José. A primeira missa foi celebrada em 19 de abril de 1924, as 10:00h pelo Padre Pelágio, missionário redentorista.

Para essa missa o Senhor Carlos Stival e Ecce Homo Faquim foram a Goiabeira (Inhumas) buscar duas cantoras da família Soyer.

Como não tinham uma igreja, várias pessoas como, Carlos Stival, Lipídio Faquim, Ecce Homo Faquim, Florino Stival, Joaquim Stival, João Vieira Mota e outros roçaram uma boa quantidade de mata, e debaixo de uma árvore de jacarandazinho o Padre Pelagio celebrou a primeira missa, lançando a pedra fundamental da nova capela.

A arvore de jacarandazinho, cresceu e viveu muito tempo servindo de torre para pendurar o sino que foi oferecido pelo Senhor José Peixoto (Pai do Senhor Domingos Peixoto).

Eles mesmos levantaram os esteios de aroeira, cobriram de telha e fecharam as paredes da capela com folhas de bacuri. O Senhor Achiçes de Pina doou a primeira imagem de Nossa Senhora.

Algum tempo depois Manezinho, considerado como louco, quebrou a imagem, alegando que ela estava namorando São Benedito, padroeiro de Nerópolis.

O Senhor João Stival, doou outra imagem, a atual que está no altar é a terceira imagem doada em 1963, pela Senhora Tereza Peixoto Stival (Dona Teia). O primeiro vigário oficial foi, o espanhol Feliciano S. Robles. Da família Stival quem liderava toda parte religiosa era o Senhor Florindo Stival.

Nova Veneza permaneceu com a denominação de “Colônia dos Italianos” até 1924, e por causa da Segunda Guerra Mundial, mudaram para Goianás. A partir de 1958, recebeu definitivamente o nome Nova Veneza.

Partindo da construção da Igreja, começaram a se desenvolver a parte urbana, residencial e comercial de Nova Veneza. Algumas pessoas contribuíram para este desenvolvimento, entre elas estão:

  • Primeiro Farmacêutico: Cícero Tupi;
  • Primeiro Picolezeiro: Antônio Alves;
  • Primeira Pensão: Dona Abadia;
  • Primeira casa de secos e molhados: Achiles Pina;

 

Em virtude da religiosidade da comunidade, no primeiro domingo do mês as 14:00h rezava-se o terço na Igreja ou em alguma residência. Era costume ter uma cerimônia especial na Semana Santa.

Para haver iluminação na procissão do Senhor Morto, que era realizada na fazenda do Senhor Francisco Peixoto, cortavam-se laranjas ao meio, tiravam os gomos, secavam, colocavam azeite e um pavio de algodão, em seguida colocavam nas janelas, no carriado onde passavam os carros de bois e no terreirão onde secavam café, nessa procissão era levado um crucifixo.

Cada família tinha em suas casas um oratório com o santo de sua devoção, em todos os finais de tarde reuniam os familiares para fazerem suas orações.

 

Curiosidades da Época

  • Em primeiro de Abril, era costume dos homens irem com seus cavalos enfeitados com flores visitar os amigos. Ao chegar nas casas os cavaleiros formavam a primeira letra do dona da casa.
  • Nas fazendas das famílias Stival, Faquim e Peixoto, tinham campo de futebol, botia e basquete, onde os filhos praticavam esses esportes.
  • Havia hábito da realização de bailes nas residências,
  • Os casamentos eram realizados com muita festa, o Padre vinha celebrar a cerimônia religiosa, e o casamento civil era realizado em Nerópolis, para onde os noivos iam à cavalo.
  • Em maio era realizada a festa de Nossa Senhora das Graças e São Sebastião, onde faziam ofertas de flores e a primeira comunhão das crianças.
  • em 1932, foi fundada a primeira banda musical pelo maestro Antônio Feliciano Rodrigues, com os seguintes músicos: Zaquinho clarineta, Chicão baixo, Rui (Filho do maestro) tarol, Santos Stival bumbo, Chicp Carapina prato, Elias Passos bombardino, Ecce Homo primeiro saque, Chico Juquinha Trombone de Vara e Mozart Piston. Essa banda se apresentava em missas, procissões, festa da padroeira, coreto ao lado igreja (na parte de cima do coreto a banda se apresentava e na parte de baixo funcionava a cadeia).
  • O primeiro coral em composto pelas senhoras; Antonia Peixoto Stival, Carmélia Peixoto Stival, Otília Muniz Rodrigues, Maria Peixoto Stival, Paulina Stival Peixoto e Joana Stival Zanine.
  • Na década de 50, a musica foi bastante valorizada através de um programa de calouros nas manhãs de domingo, realizado pelo auto-falante do Esporte Clube Goianás, tendo como animador; Domingos Faquim e o Loucutor Ovídio da Silva Veneziano.
  • A primeira emissora de radio propriedade do Senhor Pite recebeu o nome “Radio Águia Branca”, em homenagem ao símbolo do Esporte Clube Goianas.
  • A senhora Oníscia Peixoto Seabra, fundou o coral religioso da Matriz de Nossa Senhora do Carmo e outros.

Nova Veneza celebra o Dia Nacional do Imigrante Italiano com programação cultural e gastronômica

Nesta quarta-feira, 21 de fevereiro, data em que se comemora o Dia Nacional do Imigrante Italiano, 150 anos da imigração no Brasil e 112 em Nova Veneza, a cidade de origem europeia, estará em festa.

A programação começa às 17 horas com a recepção dos convidados no portal de entrada de Nova Veneza, a 41 km de Goiânia.

No local, autoridades públicas, privadas e representantes das famílias venezianas vão descerrar a placa alusiva ao título de “Capital Italiana de Goiás” com o corte de fitas, simbolizando a entrada na referida “Capital”, que teve início como a “Colônia dos Italianos”.

As comemorações seguem na Praça João Stival, em frente à Igreja Matriz de Nossa Senhora do Carmo, santa padroeira da cidade trazida na bagagem dos italianos.

Gastronomia

No “Mercatino de Veneza”, comidas típicas serão ofertadas por empreendedores locais, do setor de alimentação fora do lar.

O cardápio está repleto de delícias com macarrão, lasanha, nhoque, panquecas, pizza, risotos, polenta, porpetas, carne de lata, pães, queijos, sucos e vinhos. A alegria típica dos venezianos, vai contagiar os presentes também com as atrações de palco. Canções folclóricas e outros estilos musicais italiano serão entoadas por artistas da casa e outros convidados

Os visitantes terão a oportunidade de vivenciar a história de Nova Veneza, apresentada em vídeo ilustrado com fotos e outros registros. Um grande painel com identificação das famílias de imigrantes e também dos moradores da região que acolheram os italianos, estará exposto na praça.

História

Nova Veneza foi reconhecida pela lei de nº 22.518, de 28 de dezembro de 2023, como “Capital Italiana de Goiás”, pela iniciativa do deputado Coronel Adailton, presidente da Comissão de Turismo da Assembleia Legislativa de Goiás e sancionada pelo Govenador Ronaldo Caiado.

O evento é uma promoção da Associação Cultural Italiana de Nova Veneza-GO, (ACINOVE), entidade recém-criada com o objetivo de valorizar a cultura Italiana de Nova Veneza. Mercedes Sátiro, presidente da ACINOVE, acredita que eventos como esse, apoiado por todos, contribuem com o desenvolvimento do município.

“Promover a cultura implementando ações que visem conhecer a história, as artes, a gastronomia e as pessoas, é uma forma diferente de ver o mundo”, conclui a presidente.

 

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Nova Veneza recebe mais um evento para valorizar a cultura Italiana da cidade

A primeira edição da Semana Cultural da Italianidade ocorrerá entre os dias 28 de agosto a 1ª de setembro na cidade de Goiás, Nova Veneza, que se localiza a 29 km de Goiânia. O evento reunirá grupos de descendentes de famílias italianas e visa resgatar e manter viva as memórias e costumes italianos da cidade, ressaltando a importância de preservar a cultura italiana na cidade para as próximas gerações. 

 

A cidade de Nova Veneza conta com a maior presença de imigrantes italianos no Estado de Goiás. Era chamada de Goianás e foi apenas em 1958 que recebeu o nome de Nova Veneza, em homenagem a Veneza. 

 

Um dos moradores que faz parte da primeira geração nascida na cidade é Paulino Stival, de 96 anos. Ele reconhece a importância de mais um evento para a valorização da cultura italiana e celebra a oportunidade que as pessoas terão de recordar o passado, que não deve ser esquecido. 

 

Marlene, filha de Paulino, também afirma que o projeto é importantíssimo para resgatar a história, da origem da comunidade e da importância de se apresentar o passado para as próximas gerações, já que um povo sem história é um povo sem vida. 

 

 

Além é claro de se abordar a língua, gastronomia, hábitos e costumes italianos, o evento contará com inúmeras programações, sendo algumas delas palestras e encontros com rodas de conversa, apresentações de músicas e danças típicas, concurso de redação e desenho para as crianças, festividades e visitas a lugares históricos da cidade, como a igreja construída pelos primeiros imigrantes do município, o casarão, que servia como um meio de moradia para as famílias que vinham da Itália, e o Museu da cidade. 

 

O evento terá a participação especial da Associação Italiana de Goiás (AIGO), e de Giorgia Miazzo, uma jornalista e estudiosa na área de imigração italiana. Giorgia possui um vasto currículo, tem livros publicados, é intérprete, tradutora, guia de turismo habilitada e emprestará todo o seu conhecimento ao projeto.

 

 

O encerramento do evento acontecerá no período da noite e contará com a divulgação dos resultados dos concursos, e para finalizar com chave de ouro, um prato típico da Itália que foi trazido pelos imigrantes e é bem conhecido na região, a polenta. 

 

A “Semana Cultural da Italianidade de Nova Veneza” é uma iniciativa com o fim de promover o fortalecimento da Cultura Italiana no Estado de Goiás, além é claro, de preservar a memória, história e cultura dos imigrantes e seus descendentes. O Projeto pretende ser uma “Estratégia Continuada” de valorização da Cultura voltada à italianidade.

 

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Festival Italiano de Nova Veneza começa nesta quinta-feira

A 17ª edição do Festival Italiano de Nova Veneza começa nesta quinta-feira (1º) com show do cantor Sérgio Reis, em Nova Veneza, na Região Metropolitana de Goiânia. A festa é tradição na cidade e vai contar com apresentações musicais, culturais, dança, baile de máscaras e comida italiana até domingo (4).

O show do cantor sertanejo, que tem ascendência italiana, está previsto para começar às 22h e a entrada é de graça. A organização espera receber mais de 120 mil visitantes nos quatro dias de festa.

sergio

Uma novidade deste ano é a ampliação dos locais para a compra das fichas. Para comprar os pratos e as bebidas, o visitante faz o pagamento e recebe fichas que dão acesso a alimentação no festival.

Agora, o visitante pode comprar qualquer prato ou bebida oferecida nos três locais de alimentação, adega, bar e cantina. Conforme a organização, a medida é para evitar filas e dar mais rapidez para os visitantes aproveitarem as delícias do festival.

Com o tema “Uma Itália em Nova Veneza”, o festival deve servir mais de 20 mil pratos que começaram a ser preparados por 15 cozinheiras no restaurante oficial desde o ínicio do mês de maio. Agora, já são 60 cozinheiras.

O município de Nova Veneza fica a 30 km de Goiânia. Segundo a organização, a cidade tem mais de 9 mil habitantes e é a maior representação da imigração italiana do Centro-Oeste. Cerca de 60% de seus moradores são descendentes de italianos, que migraram para a região há mais de 100 anos.

Confira abaixo a programação completa:

1 de junho – quinta-feira

19h – Santa Missa na Igreja da Matriz de Nossa Sra. Do Carmo

19h – Abertura da Cantina da Nonna – Praça da Matriz

20h30 – Abertura oficial no palco principal

21h – Apresentações culturais, musicais e artísticas locais

22h – Show com Sérgio Reis PARCERIA: SESC

00h – Show com artistas locais

02h – Encerramento

 

2 de junho – sexta-feira

19h – Jantar na Cantina da Nonna – Praça da Matriz

19h30 – Apresentações culturais, musicas e artísticas locais

Apresentação com o Grupo Folclórico Italo-Brasileiro de SC.

21h – Show com os Tenores do Brasil em 3 vozes

22h30 – Show com Izadora Cruz e banda

02h – Encerramento

 

3 de junho – sábado

6h – Passeio Ciclístico: café da manhã (saída ao lado do palco as 07:00)

9h – Campeonato de Bocha – Local: Clube Recreativo de Nova Veneza

12h – Almoço na Cantina da Nonna – Praça da Matriz

12h – Show com tenor Weber Rosa

Apresentações culturais, musicais e artísticas locais

Apresentação com o Grupo Folclórico italo-Brasileiro de SC.

Show com o tenor Alex Mayer

19h – Jantar na Cantina da Nonna – Praça da Matriz

19h – Apresentações culturais, musicais e artísticas locais

Apresentação com o Grupo Folclórico ítalo-Brasileiro de SC

21h – Carnavale Di Venezia – Baile de Máscaras: Show com Anna Paula e Banda

03h – Encerramento

 

4 de junho – domingo

10h – Torneio de Cipó – Local: Ao lado da Cantina da Nonna

11h – Almoço na Cantina da Nonna – Praça da Matriz

11h – Apresentação com o Grupo Folclórico Ítalo-Brasileiro de SC.

Apresentações culturais, musicais e artísticas locais

15h30 – Show com Waldir Amaral

16h – Show com a Banda Gênova

18h – Encerramento: O tradicional panelaço

 

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Festival Italiano de Nova Veneza já tem data para acontecer

Um pedacinho da Itália fica logo ali, a menos de 30 km de Goiânia! É a cidade de Nova Veneza, conhecida por possuir a maior população de descentes italianos do Centro-Oeste, e que já está se prepara para um dos principais e mais tradicionais eventos culturais do estado: a 17ª edição do Festival Italiano de Nova Veneza com o tema “Uma Itália em Nova Veneza”, que acontece nos dias 1º a 4 de Junho.

Neste ano o evento trará novas receitas, mais estandes e incrementos na programação cultural. Cerca de 120 mil pessoas são esperadas pela cidade ganhará nesses quatro dias a atmosfera de seus fundadores, imigrantes italianos que chegaram na região em 1912. 

O prefeito da cidade, Valdemar Batista Costa, destaca que esses costumes tornaram-se uma tradição e foi abraçada não apenas pelos descendentes, que compõem cerca de 60% da população, mas também por todos os moradores não descendentes, como ele. 

“Eu, por exemplo, como um bom comedor de pequi, me divirto com essa festa. Afinal, quem não gosta de comer um tradicional macarrão italiano?”, brincou. O prefeito acredita que o Festival Italiano, neste ano, tem tudo para bater um novo recorde de público novamente, com o arrefecimento da pandemia, que permitiu também mais tempo para a organização do evento. “Em todo lugar que eu vou, o pessoal já pergunta a data, como vai ser o festival este ano, todo mundo animado para mais uma edição”, espera. Ano passado, foram 120 mil visitantes nos quatro dias, 20% a mais que nos anos anteriores.

Além de proporcionar uma imersão cultural voltada às tradições italianas, o Festival Italiano de Nova Veneza movimenta também toda a economia local: supermercados, padarias, posto de gasolina, restaurantes, hotéis e produtores. “Todos os segmentos, sem exceção, são impactados positivamente. O evento representa o 14º salário para a população”, finaliza. 

 nova

 

SERVIÇO:

17º Festival Italiano de Nova Veneza

Quando: 1º a 4 de junho de 2023

Onde: Praça Matriz de Nova Veneza (GO)

Horários: A partir das 18h; no sábado e domingo, a partir de 12h

Entrada franca

 

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Confira a programação completa do Festival de Nova Veneza

Com muita gastronomia e cultura, o município de Nova Veneza sedia a 16ª edição do Festival Italiano a partir desta quinta-feira (04/08). A abertura está marcada para às 19h e o evento segue até o próximo domingo (07/08). Considerada a maior festa gastronômica italiana do Estado, o evento recebeu patrocínio de R$ 527 mil da Enel Distribuição Goiás, por meio do Programa Estadual de Incentivo à Cultura – Goyazes da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), e promete superar a marca de 100 mil visitantes com uma programação repleta de música típica, apresentações artísticas e pratos da culinária italiana. 

 

Um dos destaques do festival é o show do cantor Sérgio Reis, que fará apresentação gratuita nesta quinta-feira (04/08), às 22h, na Praça Matriz da cidade. Grande referência do sertanejo raiz, um dos ritmos mais tocados em Goiás, o cantor vai animar a primeira noite dos visitantes com seus maiores sucessos. E promete uma apresentação temática, com canções como “O Mineiro e o Italiano”, de sua autoria, e a versão italiana da música “Menino da Porteira”.

 

Na gastronomia, cerca de 30 estandes oferecerão todos os tipos de massas como, macarrão, lasanha, nhoque e a famosa polenta frita. Na cantina oficial do festival, serão 45 cozinheiras envolvidas na preparação de cerca de 20 mil porções do cardápio do evento. Elas cozinharão mais de cinco toneladas de macarrão, três mil toneladas de molho, 4,5 mil de carne e meia tonelada de farinha de fubá.

 

Atrações italianas

 

Além de Sérgio Reis, o Festival está repleto de atrações que retratam a cultura italiana. Estão previstas apresentações de dança típica do Grupo Folclórico Ítalo-Brasileiro, da cidade homônima de Nova Veneza, em Santa Catarina; do músico acordeonista Ricardo Tucci, que interpreta músicas em italiano, além do grupo Os Tenores do Brasil e do cantor Valdir Amaral, que trazem no seu repertório músicas italianas. 

 

Realizada pela Prefeitura de Nova Veneza, com correalização do Sesc/GO e com apoio da Câmara Municipal de Nova Veneza, Governo de Goiás, Secretaria de Estado da Cultura e Enel Distribuição Goiás, o festival traz o tema “Uma boa massa, bom vinho e, claro, uma boa companhia”. Segundo os organizadores, a mensagem principal desta edição é a de integração das culturas italiana e goiana, além de divulgar Nova Veneza para todo o Brasil.

 

Confira abaixo a programação:

 

04 de agosto

19h – Santa Missa na Igreja da Matriz de Nossa Sra Do Carmo

19h – Abertura da Cantina da Nonna – Praça da Matriz

20h30 – Abertura oficial no palco principal

21h – Apresentações culturais, musicais e artísticas locais

22h – SESC/Show com Sérgio Reis

02h – Encerramento

 

05 de agosto

19h- Jantar na Cantina da Nonna – Praça da Matriz

20h- Apresentações culturais, musicais e artísticas locais: Grupo Folclórico ítalo-Brasileiro de SC

22h – Show com os Tenores do Brasil (SP)

02h – Encerramento

 

06 de agosto

06h – Passeio Ciclístico: café da manhã (saída ao lado do palco às 07h)

12h – Almoço na Cantina da Nonna – Praça da Matriz

12h – Show com Ricardo Tucci/ Apresentações culturais, musicais e artísticas locais/ Apresentação com o Grupo Folclórico italo-Brasileiro de SC.

13h – Campeonato de Bocha (classificatórias)

Local: Clube Recreativo de Nova Veneza

19h – Jantar na Contino da Nonna – Praça da Matriz

19h – Apresentações culturais, musicais e artísticas locais/ Apresentação com o Grupo Folclórico italo-Brasileiro de SC

21h – Carnavale Di Venezia – Baile de Máscaras: Show com Anna Paula.

03h – Encerramento

 

07 de agosto

09h – Campeonato de Bocha (semifinais e finais) Local: Clube Recreativo de Nova Veneza (Premiação no palco principal na Praça da Matriz) 

10h – Torneio de Cipó

Local: Ao lado da Cantina da Nonna

11h – Almoço na Cantina da Nonna – Praça da Matriz

11h – Apresentação com o Grupo Folclórico italo-Brasileiro de SC/ Apresentações culturais, musicais e artisticas locais

14h – Show com Waldir Amaral

18h – Encerramento: Tradicional Panelaço

 

 

 

 

Fotos: Reprodução/Prefeitura de Nova Veneza 

Nova Veneza: uma pedacinho da Itália no coração de Goiás

Temos certeza que você já ouviu falar do Festival Italiano de Nova Veneza, que acontece anualmente a 16 anos, em Nova Veneza, cidade que fica a 39 km de Goiânia. A festa tradicional, que começa nesta quinta-feira (4/8), celebra a cultura italiana e leva milhares de pessoas de Goiás e de estados vizinhos à pequena cidade.

 

O que muita gente se pergunta é porque esta cidade no interior de Goiás celebra com tanta paixão a cultura italiana. É isso que iremos explicar hoje para vocês. Nova Veneza é um reduto dos colonos italianos que vieram para o Brasil há mais de 100 anos. A cidade que é  símbolo da imigração no Estado de Goiás, tem prova disso é que mais de 60% de sua população é formada por descendentes de italianos.

 

Já deu para entender porque há uma preocupação constante para a preservação da cultura italiana no munícipio. É importante ressaltar que de acordo com o último Rapporto Italiani nel Mondo (“Relatório Italiano no Mundo”), feito pela Fondazione Migrantes, o Brasil é o País com o maior número de descendentes de italianos do mundo. São cerca de 30 milhões de brasileiros com origens familiares na Itália.

 

Com tantos brasileiros de origem ítalo-brasileira, poderíamos dizer que Nova Veneza não tem nenhuma novidade. Aí é que está a questão: a maioria desses descendentes, que ainda hoje mantêm uma forte influência cultural vinda daquele país, concentra-se no Sul e no Sudeste brasileiro.  Nova Veneza é o único reduto italiano no centro-oeste brasileiro.

 

Como isso aconteceu?

 

Stival, Bisnoto, Faquim e Bosco foram as primeiras famílias vindas da Itália e que se fixaram na região por volta de 1924, unindo-se aos Sousa, Alves, Santos, Ferreira, Vargas, Peixoto e Constantino. A localidade, por anos, ficou conhecida como ‘Colônia dos Italianos’, mas, em 1958, tornou-se município e foi batizada de Nova Veneza. 

 

Mesmo após mais de um século da imigração de italianos para o Brasil, Nova Veneza tem uma forte influência daquele país, não só na culinária, mas também na a arquitetura e no urbanismo, que remetem ao país de origem de seus fundadores, com edificações que possuem colunas romanas, praças com chafarizes e ruas com estátuas clássicas. Ainda hoje, são muitos os habitantes da cidade que usam no seu dia a dia várias expressões da língua italiana, aliás, o idioma é inclusive ensinado nas escolas do município.

 

Detalhes da cidade

 

Nova Veneza pode ser acessada pelas rodovias GO  462 ou GO 222. Além da cultura italiana, a cidade  chama a atenção com sua geografia – recheada de montanhas – e atrai pessoas por causa das atividades religiosas e da terra fértil.  Adeptos do ecoturismo e do turismo de aventura procuram a cidade para fazer  voos paraguaios, trilhas de bicicleta e moto bike. Nova Veneza também faz parte de um circuito religioso, no qual romeiros passam pelas serras da cidade.

 

 

Imagem: Bárbara Lins

 

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8 pratos para saborear no Festival Italiano de Nova Veneza

8 pratos para saborear no Festival Italiano de Nova Veneza

O  Festival Italiano de Nova Veneza é realizada há 16ª anos. O evento acontece na cidade de Nova Veneza, que fica a 39 km de Goiânia. Fundada por imigrantes italianos a cidade celebra seus fundadores e ancestrais no festival gastronômico e cultural que é realizado anualmente. 

 

Este ano o evento acontece de 4 a 7 de agosto. Pensando nesta tradicional festa do estado de Goiás, a equipe Curta Mais listou 8 pratos que você precisa saborear nesta festa.

 

Confira:

  1. Polpettes da Nonna  – Cozinha da Nonna 

 

As almôndegas estão presentes na culinária italiana. Conhecida no país europeu por polpettes, elas são feitas com cortes especiais de carne bovina e suína. Levando a mais de 100 anos, as polpettes de tão antigas tem origem incerta. Foi na Itália que ela tomou a forma mais conhecida e se transformou em outras variantes quando chegou ao Brasil, através dos imigrantes italianos, que ocuparam principalmente as cidades de Curitiba, Porto Alegre e São Paulo, onde a presença das colônias italianas são bastante fortes. Há relatos de que o prato remete ao século 15 quando eram feitas com bifes de carne batida juntamente com gordura e especiarias. Com o tempo, as trouxinhas viraram bolinhos. A base de ingredientes, porém, foi mantida. As polpettes são cozidas em água e óleo e para dar um gostinho ainda mais especial, o molho de tomate é preparado com pedaços de frutas. E a chefe recomenda adicionar ervas como alho, azeite e sal durante a preparação do molho. No Festival Italiano de Nova Veneza, o prato custa R$40,00 

  1. Polenta crocante e leve – Cozinha da Nonna

 

A polenta crocante é um dos pratos mais procurados no Festival Italiano de Nova Veneza. A  iguaria é servida na versão frita com opções de receber acompanhamentos de molho à bolonhesa ou polpettes, as famosas almôndegas. Consumida no inverno  italiano, a polenta é usada desde a colazione (café da manhã) a de la sena (jantar), tendo três formas de consumo: cozida, acompanhada por um copo de leite, grelhada com carne ou frita, como petisco.  No Festival Italiano de Nova Veneza, o prato é servido na versão frita e preparado com óleo de algodão para que elas sejam mais crocantes e sequinhas e  custa R$25,00.

  1. Espaguete à bolonhesa – Cozinha da Nonna

 

Os italianos, promoveram um dos mais famosos casamentos da história da culinária mundial: a união entre a massa de trigo e ovos, o macarrão, com o sabor do molho de tomate. Ao longo dos anos a famosa macarronada ganhou várias versões, dependendo da parte do mundo onde é consumida, mas o macarrão ao molho bolonhesa é a versão mais conhecida do mundo. No Festival Italiano, o prato é preparado com a linguiça defumada e erva doce e custa R$40,00

  1.  Lasanha  – Cozinha da Nonna

 

Sua origem é incerta, e a titularidade de sua invenção já foi motivo de contenda recente entre a Grã-Bretanha e a Itália – quase uma crise diplomática. Mas é fato que foram os italianos que a tornaram um prato tradicional e, de lá, a receita que intercala folhas de massa, molho, ragu e queijo, conquistou o paladar dos cidadãos do mundo. Sua disseminação mundo afora aconteceu após a Segunda Guerra Mundial, quando os soldados que voltaram após lutar na Itália passaram a louvá-la. No Brasil, o prato chegou no final do século XIX, junto com a imigiração italiana e é considerado uma refeição completa, normalmente consumida sem acompanhamentos. Por ser um sucesso aqui e na terra natal, a lasanha é destaque do 16º Festival Italiano de Nova Veneza, onde será oferecida na Cantina da Nonna nas versões Alla Bolognese (bolonhesa) ou Di Pollo (frango). O valor do prato é  R$35,00

 

 

  1. Filé de frango ao molho provolone  – Estante Dom Faccini

 

 

De origem italiana, o queijo  provolone é um dos mais consumidos do mundo. Consumido principalmente nas regiões de Lombardia, Cremona e Veneto,  o alimento produzido por leite de vaca é selecionado em formas tubulares e defumado para ser consumido.  O frango, alimento muito consumido no mundo todo, tem uma história antiga. Seu consumo iniciou no período Neolítico, quando as pessoas aprenderam técnicas de caça, criação e agricultura. Na Itália, o alimentou ganhou força durante o século IV a.c, durante o expansionismo romano.  Dando um toque goiano, o chefe Antônio Facchin apresentará no estande Dom Faccini,  o filé ao molho  provolone. O prato acompanha arroz e uma porção de batata sautê e será oferecido por R$35,00

 

  1. Risotos  – Estande Dom Faccini 

O risoto é um dos alimentos mais conhecidos do mundo.  De origem italiana, a palavra risotto significa “pequeno arroz”. O prato surgiu na região de Lombardia, durante o século XI,  no norte da Itália. Os Serracenos, cristãos da Idade Média, foram os responsáveis pela introdução do grão que é utilizado na preparação do alimento.  O risoto chegou ao Brasil, no século XIX, ganhando várias variações, com a inclusão de outros alimentos, como carne e frango, no prato. Durante o Festival Italiano de Nova Veneza,  o prato será servido em versões, como camarão, carne seca e frango com banana da terra  no estande Dom Faccini, pelo chefe Antônio Facchin por R$40,00.

 

  1. Salada caprese – Estande Dom Facchini

Primeira Guerra Mundial.  O prato, composto por manjericão, tomate, azeitona e pesto da manjericão,   remonta às cores da bandeira italiana, verde, branco e vermelho, foi difundido após o Rei Farouk aprovar a receita e espalhá-la em toda região da ilha do Capri.  No Festival Italiano de Nova Veneza, a salada caprese é servida no estante Dom Facchini, pelo chefe Antônio Facchin. O prato que custa R$25,00 acompanha manjerição, tomate e muçarela de búfala.

 

  1. Bruschetta – Estante Dom Facchini

As famosas torradas recheadas carregam uma história muito antiga. Durante o período antes de cristo, os trabalhadores rurais queriam  criar uma receita para aproveitar o pão consumido no dia anterior.  Os pães desse prato variam de acordo com a região. Na Puglia e na Campanha, o pão utilizado é “frisella”, alimento mais crocante. Já em Calábia,  o prato é consumido com um pão com sementes de gergelim, , acompanhado com tomates, azeite e orégano. Fortalecendo a cultura italiana,  o prato também será servido no Festival Italiano de Nova Veneza no estante Dom Facchini pelo chefe Antônio Facchin.  As torradas recheadas, acompanhadas por tomate e manjericão custa R$25,00.

 

As fotos da cozinha da Nonna são do Acervo da Prefeitura de Nova Veneza.

 

As do restaurante do Facchin são ilustrativas

 

Sérgio Reis é a principal atração do Festival Italiano de Nova Veneza

A 16ª edição do Festival Italiano de Nova Veneza acontece entre os dias 4 e 7 de agosto. Com o tema “Uma boa massa, um bom vinho e uma boa companhia”, o show de abertura do festival será comandado pelo sertanejo Sérgio Reis. A apresentação é uma realização do Sesc Goiás e terá entrada franca.

O Festival Gastronômico de Nova Veneza é uma das principais festas culturais de Goiás, que movimenta também a economia da cidade. A pequena cidade, com cerca de nove mil habitantes e há 30km de Goiânia, concentra a maior imigração italiana do Centro-Oeste e esconde uma rica história cultural. Aproximadamente 60% de seus moradores são descendentes de italianos, que migraram para a região há mais de 100 anos.

O 16° Festival Italiano de Nova Veneza inicia às 19h, no dia 4 de agosto. O show com Sérgio Reis está previsto para às 22h. Toda programação cultural tem acesso gratuito.

Atrações italianas
 
Além de Sérgio Reis, o Festival está repleto de atrações que retratam a cultura italiana. Estão previstas apresentações de dança típica do Grupo Folclórico Ítalo-Brasileiro, da cidade homônima de Nova Veneza, em Santa Catarina; do músico acordeonista Ricardo Tucci, que interpreta músicas em italiano, além  do grupo Os Tenores do Brasil e do cantor Valdir Amaral, que trazem no seu repertório músicas italianas.
 
A população também poderá desfrutar da maior tradição italiana, a culinária. Cerca de 30 estandes oferecerão todos os tipos de massas como, macarrão, lasanha, nhoque e a famosa polenta frita.

 
SERVIÇO:

Abertura do 16º Festival Italiano de Nova Veneza – Show com Sérgio Reis
 
Quando: 4 a 7 de agosto
 
Horário: a partir das 19h
 
Onde: Praça da Matriz – Igreja de Nossa Senhora do Carmo – Centro, Nova Veneza, Goiás

Entrada franca

 

Imagem: divulgação

Nova Veneza: Instituto Cultural conta a história da imigração italiana na região centro-oeste

O Instituto Cultural Ítalo-Brasileiro Oswaldo Stival e Edith  foi inaugurado no último final de semana em Nova Veneza, que fica há 41,2 km de Goiânia. O espaço oferece um memorial da história da imigração italiana no Centro-Oeste e reproduz, em sua fachada, cenários de Veneza, cidade de onde saíram os fundadores de Nova Veneza.  O espaço está aberto para visitação gratuita, a partir desta terça, 8 de março. O espetáculo Dança das Luzes, encenado por dançarinos da cidade,  será um atrativo aos finais de semana.

 

O espaço reúne objetos históricos dos ascendentes italianos do casal que nomeia o memorial e  que ajudam a fazer um resgate da imigração italiana no Centro-Oeste. Um rádio, modelo Philips 313 A, fabricado na Alemanha no fim da década de 1930, pertenceu ao pai de Oswaldo, João Batista Stival, está no espaço e  poderá ser visto. Foi por ele que a família passou a ter notícias da Segunda Guerra Mundial na Europa, a mais de 9 mil km de distância. 

 

O memorial conta também com o primeiro telefone instalado em Nova Veneza, em 1939. O modelo do aparelho é um Kellogg, todo em madeira, fabricado por volta de 1930. Uma máquina de escrever da marca Remington, da década de 1930, também chama a atenção, pois foi por ela que a família começou a organizar os trabalhos com a lavoura.

 

Objetos como garruchas (armas), espada, navalha alemã da marca Solingen, modelo La cabeza, prendedor de papel de bronze, em estilo vitoriano antigo, e strop de madeira para amolar e afiar facas/navalhas, fazem parte do museu e mostram como era a vida em Goiás naquela época. A família passou a plantar lavouras e criar gado em meio à falta de segurança que predominava, pois não existia, até então, estrutura do poder público para impedir disputas, e as pessoas precisavam se proteger e seus pertences.

 

Uma boneca italiana de mais de 100 anos faz parte do acervo. Ela foi presente que Edith ganhou da avó Tereza Zanini Peixoto, além de um antigo cabideiro de madeira, uma tesoura antiga de alfaiate da marca francesa Vitry Freres e cartões postais da França, que eram herança de família. 

 

O Instituto fica situado ao lado da Praça Matriz da cidade, na Avenida Vereador José Francisco Silva, número 396, Casa 01, no Setor Central, em Nova Veneza.

2ª edição da Mostra de Cinema Italiano será exibida durante Festival Italiano de Nova Veneza

No versátil Festival Italiano de Nova Veneza, que ocorrerá de 6 a 9 de junho, na Praça Matriz da cidade, com o melhor da gastronomia, dança, música, fotografia, literatura e teatro da Itália, haverá atrações também para amantes da sétima arte, e do cinema itálico.

É que, pelo segundo ano consecutivo, a Embaixada Italiana do Brasil, apoiadora oficial do evento, vai ceder quatro longas-metragens contemporâneos, com legendas em portugûes, para serem exibidos no Centro Cultural Pedro Peixoto.

Nos dois dias da mostra de cinema, os visitantes poderão assistir filmes que retratam o cotidiano das famílias na Itália, como na produção Gente di Roma, e fatos que marcaram a vida de de personalidades daquele país, a exemplo da película Puccini e la Fanciulla. São narrativas que misturam drama, romance e comédia.

Chefe do departamento político e cultural da Embaixada da Itália no Brasil, Alessandra Crimi explica que a iniciativa da representação diplomática, junto com o Festival Italiano de Nova Veneza, é de promover, no exterior, a produção e as qualidades do setor cinematográfico italiano.

“A Itália tem um papel muito importante no desenvolvimento das produções cinematográficas de qualidade porque os profissionais italianos no mundo do cinema são os mais conhecidos e procurados no mundo. Por exemplo, a Itália é o país que ganhou o maior número de Oscars pela categoria melhor filme em língua estrangeira. E nesse meio, temos destaques muito relevantes. Podemos lembrar o cenógrafo Dante Ferretti, que trabalhou nove vezes com Martin Scorsese, e venceu três prêmios Oscar, um deles com o filme A invenção de Hugo Cabret. No campo dos figurinistas, temos outro exemplo, o de Milena Canonero, que venceu quatro Oscars, e com filmes épicos como Momentos de Glória e Grande Hotel Budapeste”, comenta.

Alessandra Crimi acrescenta que a Itália possui ainda o Cinesite, considerado o maior centro cinematográfico europeu, que é tido como o fulcro da indústria cinematográfica europeia e mundial para a realização de grandes filmes.

“Por exemplo, Gangues de Nova York, de Martin Scorsese, foi gravado inteiramente nos estúdios de Cinesite, em Roma. Isso mostra o quanto é importante a Itália no panorama do cinema mundial. A própria expressão sétima arte, que geralmente utilizamos para falar de cinema, foi na verdade inventada por um poeta e crítico cinematográfico italiano, o Ricciotto Canudo”, pontua Crimi.

Programação

8 DE JUNHO | SÁBADO

13h – Gente di Roma – Centro Cultural Pedro Peixoto

O diretor reúne como protagonistas homens e mulheres, crianças e adultos, jovens e velhos, pobres e ricos, anônimos e figuras públicas, como Nanni Moretti, Vittorio Foà e Stefania Sandrelli. Misturando histórias que se alternam entre documentário e ficção, o filme aborda o cotidiano dos personagens de diferentes perfis para que o espectador consiga entender o modo de vida em Roma, capital da Itália.

Lançamento: 2003

Diretor: Ettore Scola

Duração: 89 minutos

Gênero: comédia, drama

17h – Puccini e la Fanciulla – Centro Cultural Pedro Peixoto

O filme lança luz sobre parte da biografia do famoso compositor de óperas italiano ao tornar público cartas e documentos que supõem que o artista poderia ter uma segunda descendente viva. A história, que é cercada de infidelidade e vingança, rendeu polêmica no lançamento do filme e foi repudiada, na época, por Simonetta Puccini, até então a única herdeira viva e conhecida de Giacomo Puccini.

Lançamento: 2008

Diretor: Paolo Benvenuti

Duração: 84 minutos

Gênero: drama

9 DE JUNHO | DOMINGO

13h – Il Primo Incarico – Centro Cultural Pedro Peixoto

O filme apresenta a história de uma jovem que sai de casa em busca de trabalho e encontra a oportunidade para atuar como professora em uma pequena e isolada vila italiana. Apesar das expectativas boas, ela encontra um caminho difícil de percorrer, devido à hostilidade de seus alunos. Diante desse drama, ela tem de administrar também a saudade que sente de casa.

Lançamento: 2010

Diretor: Giorgia Cerere

Duração: 90 minutos

Gênero: drama

17h – La Kryptonite Nella Borsa – Centro Cultural Pedro Peixoto

Quem assistir ao filme, vai se emocionar com a história do garoto Peppino. Ainda bem pequeno, ele é levado para morar com seus tios para superar o trauma de ver a mãe entrar em depressão. Quando seu primo, Gennaro, morre em um acidente de trânsito, Peppino acaba fazendo do universo dos super-heróis o seu próprio mundo, para conseguir encarar os percalços da vida real.

Lançamento: 2011

Diretor: Ivan Cotroneo

Duração: 110 minutos

Gênero: comédia, drama

O Festival Italiano de Nova Veneza

O Festival Italiano de Nova Veneza já faz parte do calendário cultural do Estado de Goiás. Este ano, a 15ª edição do evento será realizada de 6 a 9 de junho na cidade de Nova Veneza, a 29 quilômetros de Goiânia.

O município foi formado a partir da ocupação dos italianos no Brasil e, por isso, é considerado um pedaço da Itália no coração de Goiás. Toda a cidade envolve-se com a programação, que a cada ano reforça a identidade cultural dos moradores.

No evento, a população local, da qual 60% é de descendentes de italianos, oferece ao público um cardápio recheado de gastronomia italiana, além de música, dança, esporte e artesanato típicos. Os organizadores do evento estimam que mais de 100 mil visitantes da Região Centro-Oeste do Brasil devem participar dos quatro dias de festa.

10 atrações gastronômicas imperdíveis do Festival Italiano de Nova Veneza

O Festival Italiano de Nova Veneza, que chega a sua 14ª edição, conta as horas para o seu start – que será dado na próxima quinta-feira, 7 de junho, e segue até o dia 10 deste mês. Na programação gastronômica estão muitos sabores e aromas que remetem ao país que tem no Brasil o maior número de imigrantes em todo o mundo.

Do requintado e saboroso café italiano às mais variadas e típicas massas com aquele tempero e molho da nonna, por quatro dias a capital da cozinha italiana será no coração do Brasil, em Nova Veneza, a 44 quilômetros de Goiânia.

Para que os visitantes não se percam no meio de tantas delícias que o evento oferece, preparamos um guia com dez sugestões de pratos que prometem fazer sucesso no evento que é um dos 15 festivais que fazem parte do Circuito Gastronômico Goiás 2018.

 

1. Café Italiano

A cafeteria italiana que será montada no Festival de Nova Veneza levará aos visitantes saborosos tipos de café italianos, brasileiros e cafés artesanais. O estande irá também apresentar aos visitantes itens de confeitaria para acompanhar os cafés, como bolos de banana com canela, bolo de maçã com nozes, palha italiana, cookies e brownnies.

 

2. Polenta

A receita, tradicional do norte da Itália, é simples e leva poucos ingredientes. É feita basicamente de fubá, óleo, água, sal e temperos. No Festival Italiano de Nova Veneza há duas versões: frita e a cozida com molho. É o prato mais pedido no festival.

 

3. Porpeta

As bolinhas de carne, no Brasil chamadas de almôndegas, também são um prato típico na Itália, onde são chamadas de porpetas ou polpettas. No Festival Italiano de Nova Veneza elas serão uma atração à parte, preparadas e servidas tal como era feito pelos imigrantes italianos que chegaram ao Brasil há mais de 100 anos.

 

4. Creme de Zuca

Ingrediente tradicional na Itália, a zucca – ou abobora cabotia em bom português – é usado em muitas receitas italianas. Ele é a base de um dos molhos que acompanham as massas da Cantina da Nona, a cozinha oficial do Festival de Nova Veneza. Inspirado no prato Penne Alla Mantovana, um clássico da Província de Mantova, região centro-norte da Itália, o Creme de Zucca chega ao evento com adaptação goiana. Na versão original, o prato é composto por abóbora bacon e vinho branco. Para versão do Festival o creme de leite foi acrescentado.

 

5. Paleta à Fiorentina

O prato de carne suína que será servido no Festival Italiano de Nova Veneza tem, além da carne, o molho bastante ligado à tradição italiana. Composto por azeite, pimenta calabresa, salsa, raspas de limão , suco de limão e azeitonas pretas, o molho tem origem, como o nome já diz, na cidade italiana de Florença. É um prato bastante simples. Consiste basicamente em assar a carne da paleta do porco no forno de sal e usar o molho para sobrepor na hora de servir. No Festival Italiano de Nova Veneza haverá a opção de batatas assadas como acompanhamento.

 

6. Macarronada à bolonhesa

Um dos símbolos da culinária italiana, a famosa macarronada italiana há muito foi incorporada ao cardápio dos brasileiros. Com o molho feito basicamente de tomate e carne moída, o macarrão à bolonhesa é um dos campeões de pedidos das edições anteriores do Festival Italiano.

 

7. Lasanha

A Lasanha é outra tradição italiana que caiu no gosto dos brasileiros há muito tempo. Na Itália, o prato teria surgido no século 16, na cidade de Bolonha. Mas essa origem italiana é questionada por alguns, em especial pelos britânicos, que alegam haver registros de uma receita semelhante, já servida na corte de Rei Ricardo II no século 14. Mas independente da controvérsia de sua origem, o prato é bastante apreciado e de fato foram os italianos que o popularizaram no mundo todo, por isso é outra atração que não poderá faltar no Festival de Nova Veneza, podendo ser encontrada nos sabores bolonhesa e frango.

 

8. Nhoque

Ao longo da história da Itália, a penúria dos períodos de guerra deixou ao menos uma herança positiva: diante da escassez de alguns alimentos, as mammas e nonnas exercitaram sua criatividade e criaram receitas que se tornaram clássicos da culinária daquele país. O famoso nhoque, uma massa feita de batatas e cozida na água, é um exemplo. Historiadores estimam que a primeira versão do prato tenha surgido no século 17. Hoje, várias regiões da Itália servem seu nhoque cada uma a seu estilo. No Festival Italiano de Nova Veneza a iguaria será servida com o molho ao sugo, bolonhesa ou branco.

 

9. Pastel

E numa festival que celebra a miscigenação gastronômica, a mistura de sabores típicos de Brasil e Itália não poderia faltar. Por isso nesta edição do evento, o popularíssimo pastel frito foi inserido no cardápio do festival este ano com o sabor pizza, levando molho de tomate, orégano, manjericão, presunto e queijo no recheio, para manter o pezinho na tradição italiana.

 

10.Molho Goiás é Bom demais

E mistura Goiás/Itália vai estar presente no “Molho Goiás é Bom Demais”, uma exclusividade do Festival feita com pequi, frango desfiado e açafrão e acompanhando o macarrão tipo penne. O molho é exemplo da adaptação da culinária goiana com a italiana. O famoso molho foi criado em Nova Veneza ainda na primeira edição do evento gastronômico. A ideia era juntar as culturas de Goiás e da Itália num saboroso prato.

 

Prefeitura de Nova Veneza abre concurso com mais de 70 vagas imediatas

Prefeitura de Nova Veneza, em Goiás, oferece 74 vagas imediatas em cargos de todos os níveis de escolaridade, além de 222 para cadastro de reserva. O processo seletivo é organizado pelo Instituto Cidades.

A remuneração será de até R$ 2.068,92, em regime de trabalho de 40 ou 30 horas semanais. As oportunidades serão para os cargos de Agente de Combate às Endemias, Agente de Comunitário de Saúde, Auxiliar de Biblioteca, Auxiliar de Saúde Bucal, Auxiliar de Serviços Gerais, Gari, Guarda-Noturno, Merendeira, Monitor, Motorista, Operador de Maquinas, Professor de Educação Física, Professor de Língua Inglesa, Professor de Libras, Professor II, Trabalhador Braçal, Vigilante, Jardineiro, Pedreiro e Técnico em Enfermagem.

Os interessados deverão procurar o site do Instituto Cidades até o dia 08 de outubro, com taxas de inscrições que variam de R$60 a R$100, a depender do cargo pretendido. As provas serão realizadas apenas em Nova Veneza. Serão aplicados exames de habilidades e conhecimentos, em questões objetivas, com data provável para o dia 19 de novembro. Para os cargos de Professor, também serão realizadas provas de títulos.

A validade do concurso é de dois anos, prorrogável por igual período. Mais informações: http://www.institutocidades.org.br