Modelo com Síndrome de Down faz história e conquista título de Miss nos Estados Unidos

Um momento histórico ocorreu em Delaware, nos Estados Unidos, quando uma jovem de 17 anos com síndrome de Down foi eleita Miss Delaware Teen USA, na semana passada. Kayla Kosmalski é a primeira a atingir tal feito e, segundo a mídia local, cativou “o público e os jurados com sua graça, charme e determinação inabalável”.

Aluna do último ano da Middletown High School, Kayla faturou o prêmio em sua segunda participação no concurso de beleza, realizado no Laird Performing Art Center da Tatnall School.

As competições de beleza, entretanto, não são uma novidade na vida da adolescente, que tem em seu currículo uma primeira tentativa aos cinco anos. Agora, 12 anos depois, ela irá representar o estado de Delaware na categoria Miss adolescente nacional, em agosto.

”Eu amo muito o palco, tenho muita confiança”, disse Kosmalski.

Para além da vitória no concurso, Kayla também é líder de torcida, faz natação e se dedica ao ativismo pela inclusão das pessoas com deficiência. Segundo a CBS News, seu trabalho desempenhou um papel importante na aprovação de uma lei — que posteriormente recebeu o nome da miss — cuja função é orientar pessoas com deficiência em situações legais e burocráticas.

”Só quero dizer que as pessoas com síndrome de Down podem fazer qualquer coisa em suas vidas. Eles são quem são. Eles são incríveis. Sejam gentis uns com os outros, e a síndrome de Down não me impede!”, disse a miss.

 

*Fonte: Agência O Globo

Veja também:

Influencer goiano, João Vitor é indicado a Prêmio Ibest

O ativista digital goiano João Vitor de Paiva Bittencourt, de 23 anos, foi indicado para concorrer ao Prêmio iBest na categoria inclusão. João é o primeiro conselheiro jovem com síndrome de down do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil. Na internet, é considerado um dos mais influentes pelo trabalho que faz pela inclusão e contra o capacitismo e o preconceito.

O Prêmio iBest é considerado a maior referência no reconhecimento do melhor na internet no país. Hoje é o maior prêmio do Brasil e também do mundo, com aproximadamente 20 milhões de usuários únicos somente em 2023. Desde que foi relançado, em 2020, o iBest tem como missão apresentar aos brasileiros os melhores do universo digital, considerando a presença unificada nas plataformas digitais de sites, apps e principais redes sociais.

Caso João seja eleito, ou mesmo esteja entre os Top3, Top10 ou Top20, ele deve ganhar um selo de certificação outorgado pelo iBest, além de ser reconhecido por todo o mercado digital.

João Vitor está cursando o sétimo período de Educação Física em uma universidade de Goiânia, onde foi o primeiro aluno com Síndrome de Down. Antes disso, ele chegou a passar em quatro vestibulares, sendo dois em Goiânia e dois em São Paulo.

“Eu estou muito feliz e honrado de ser indicado nesse prêmio. Muito feliz com a minha dedicação, com o meu trabalho e por estar aqui representando os goianos. Eu quero dizer que eu sou porta-voz das pessoas com deficiência daqui de Goiás. Eu sou muito dedicado e tenho força de vontade”, disse João Vitor em entrevista para o g1.

Para votar em João Vitor, acesse o link.

Influencer de Goiânia com Síndrome de Down é convidado para estrelar filme nacional

O influenciador goiano João Vitor de Paiva Bittencourt, portador da Síndrome de Down, chegou a Porto Alegre (RS) para iniciar as gravações de “Colegas e o Herdeiro”, a sequência do aclamado filme “Colegas”, lançado em 2013. João Vitor se uniu ao elenco composto por Ariel Goldenberg, Rita Pokk e Breno Viola, que foram os protagonistas do primeiro filme. Além deles, também estão presentes no elenco Giulia de Souza Merigo, Rafa Fonta, Clauber Chaves, Luiza Godoy, Cristiano Lourenço, Bibiana Klein e Valentine Bernard, todos portadores da síndrome de Down, juntamente com um ator autista.

A direção do filme está a cargo de Marcelo Galvão, renomado cineasta, roteirista e produtor, com mais de 50 prêmios acumulados em festivais nacionais e internacionais. Galvão, que reside em Nova Iorque, veio especialmente ao Brasil para dirigir esta produção.

João Vitor de Paiva Bittencourt, de 22 anos, é natural de Goiânia, Goiás. Ele é conhecido como influenciador digital, com uma base de fãs significativa, contando com mais de 211 mil seguidores em seu perfil no Instagram (@jvdepaiva). Além de sua atividade nas redes sociais, João Vitor tem um marco notável em sua trajetória: ele é o primeiro aluno com síndrome de Down da PUC-Goiás e o primeiro conselheiro jovem com deficiência do Unicef no Brasil. Sua participação em “Colegas e o Herdeiro” representa sua estreia no cinema.

O filme “Colegas”, dirigido por Marcelo Galvão, recebeu reconhecimento em diversos festivais de cinema no Brasil, Estados Unidos, Canadá, Rússia, Itália, Portugal e Chile. A continuação, que está atualmente em produção, promete proporcionar uma experiência cinematográfica envolvente. As gravações ocorrerão em Porto Alegre, e os interessados em acompanhar o processo podem fazê-lo através do perfil do projeto no Instagram, @colegaseoherdeiro.

 

Sinopse

“Colegas” é um filme brasileiro lançado em 2013. A trama gira em torno de três jovens com síndrome de Down: Stalone, Aninha e Márcio, que vivem em uma instituição para pessoas com deficiência. Cansados da rotina da instituição e sonhando em viverem suas próprias aventuras, eles decidem fugir em busca de seus sonhos.

Guiados pelo desejo de conhecer o mar, eles embarcam em uma jornada inusitada, roubando o carro de um dos enfermeiros da instituição e partindo em uma viagem pelo Brasil. Durante a viagem, eles vivenciam diversas situações engraçadas e emocionantes, encontrando pessoas que ajudam e também exploram a bondade e a compreensão presentes no mundo exterior.

O longa está disponível na Netflix.

 

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Orquestra Filarmônica de Goiás promove concerto gratuito para celebrar pessoas com Síndrome de Down em Goiânia

O Dia Internacional da Síndrome de Down é comemorado no dia 21 de março, desde 2006. A data foi escolhida para sensibilizar a sociedade sobre a importância da inclusão e da valorização das pessoas com a síndrome e garantir que elas tenham as mesmas liberdades e oportunidades que todos os indivíduos.

Foi com essa ideia que a Orquestra Filarmônica de Goiás (OFG) vai promover, nesta quinta-feira (23/3), no Centro Cultural da UFG, uma apresentação especial para as pessoas com Síndrome de Down.

O evento, batizado de ‘’Concerto Sentir a Música’’, foi organizado com ajuda dos alunos do curso de Musicoterapia da Universidade Federal de Goiás (UFG), e conta com apoio da Associação Down de Goiás. A entrada é gratuita e o concerto está marcado para às 20 horas.

Sob regência da maestra Mariana Menezes (foto), a Filarmônica apresentará um concerto sensorial, com música e dança. “Será uma experimentação acústica, que envolve uma disposição não-convencional dos instrumentos dentro e fora do palco. Também uniremos forças com os bailarinos do Núcleo de Dança da Escola do Futuro de Goiás”, explica a maestra. 

Para Mariana Menezes, a música desperta muitos sentimentos, emoções e também comunica. “Queremos, por meio do Projeto Raízes, gerar oportunidades de escuta, de esperança e de acolhimento para esse e para tantos outros públicos. Queremos recebê-los neste momento do Dia Internacional da Síndrome de Down para celebrá-los e para mostrar que somos parte da mesma comunidade, para nos acolhermos uns aos outros”, pondera.

 orquestra

 

SERVIÇO:

Concerto Sentir a Música, com Orquestra Filarmônica de Goiás – Dia Internacional da Síndrome de Down

Quando: quinta-feira, 23 de Março

Onde: Centro Cultural UFG – Av. Universitária, nº 1533, Setor Universitário

Entrada franca

 

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Biblioteca Pio Vargas promove oficinas de quadrinhos e fanzine

A Biblioteca Estadual Pio Vargas, unidade da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), irá promover as oficinas de Fanzine para pessoas com síndrome de down e para o público em geral apreciadores do gênero. Os cursos serão ministrados em setembro, com temática dinâmica que visa aos participantes a elaboração direta de suas artes, como HQs, desenhos, cartuns e fanzines (revistas).

As aulas serão ministradas pelo professor Gazy Andraus. A oficina  de “Fanzine” será nos dia 1º e 8/09, das 9 às 12h, e oferece 30 vagas. Já a oficina voltada para pessoas com síndrome de down será realizada dia 13/09, das 14h30  às 17h, e tem 15 vagas. Os interessados podem se inscrever por meio de formulário disponível nos endereços https://bit.ly/FanzineHQ e https://bit.ly/FanzineInclusivo (exclusivo para pessoas com síndrome de down).

A iniciativa tem como objetivo reconhecer a linguagem das histórias em quadrinhos (HQs) e suas derivativas: tiras, cartuns, charges, caricaturas e os Fanzines (biograficzines e artezines) como mídias plurais e interdisciplinares para futuras práticas transversais pedagógicas. Por meio do conteúdo, os participantes irão aprender os conceitos básicos da linguagem das Fanzines e HQs, bem como seus congêneres e temas variados, tendo a possibilidade de aprimorarem sua inteligência sistêmica e criatividade ao elaborar diretamente seus zines de HQs.

Conceito

Os gibis são revistas que publicam Histórias em Quadrinhos (HQs). E estas são expressões artístico-comunicacionais, que incluem na sua “família”, tiras, cartuns e charges, enriquecendo o universo mental do leitor. Já os Fanzines (também chamados de zines) são revistas independentes criativas manufaturadas que podem trazer em suas páginas histórias em quadrinhos (HQs) ou outras expressões como textos, artigos, crônicas, poesias, ilustrações, cartuns etc, podendo ser criadas autoralmente como uma arte interdisciplinar experimental e (auto) educativa.

Ambos os gêneros são essenciais fontes multiculturais e interdisciplinares de informação imagética e podem ser utilizados como ampliação de conhecimento e impulso à criatividade a todas as fases etárias (infantil/infanto-juvenil e adulta), e de auxílio no desenvolvimento de pessoas especiais, visto que as imagens, os desenhos, atraem qualquer ser humano, independente de raça, credo, cor e diferenças.

Oficineiro

O professor Gazy Andraus é pós-doutorando pela Universidade Federal de Goiás (UFG), doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (USP), mestre em Artes Visuais pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), e autor e pesquisador de HQs e Fanzines de temática fantástico-filosófica.

 

Serviço:

Oficina Fanzinando Quadrinhos: Conhecer e fazer uma HQZine

Data: 1º/09, das 9 às 12h (aula teórica), e dia 08/09, das 9 às 12h (aula prática)

Local: Biblioteca Pio Vargas – Centro Cultural Marietta Telles (Praça Cívica)

Presencial: 30 vagas

 

 

 

Foto: Divulgação

Seleção brasileira de futsal com síndrome de down conquista bicampeonato mundial

A seleção masculina de futsal de síndrome de down se tornou bicampeã mundial vencendo a final contra a Argentina por 5×1 em Lima, no Peru. No domingo (10/04), o time venceu o campeonato mundial invicto depois de enfrentar as seleções do Uruguai, Chile e Turquia, na fase de grupos, e Portugal, na semifinal. As informações são do portal Correio Braziliense.

O Brasil se destacou como o melhor ataque, com 51 gols, e como a melhor defesa, com apenas quatro gols sofridos. Julio Silva foi o artilheiro da seleção, responsável por 21 dos gols brasileiros, incluindo quatro na final. O capitão do time, Renato Gregório, chega ao fim da competição como e melhor jogador da competição. 

Esta é a terceira edição do Campeonato Mundial de Futsal para atletas com síndrome de down. A primeira edição ocorreu em 2018 em Portugal, quando a Itália foi campeã, e a segunda foi realizada,em 2019, na cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Na segunda edição, o Brasil conquistou seu primeiro título, com a Argentina também como vice.

Em 2023, o Brasil sediará a Copa América, que será fase classificatória para o próximo mundial, que terá lugar na Turquia em 2024.

 

 

Imagem: Marcos Ribolli

Primeiro estudante com síndrome de Down da Universidade de Jataí conclui graduação em geografia

Um marco para a educação goiana, Kallil Assis Tavares, de 30 anos, é o primeiro estudante com síndrome de Down a se formar na Universidade Federal de Jataí (UFJ), no sudoeste goiano. Ele cursou geografia e significou muita inclusão e inspiração dentro da universidade.  

Kallil foi aprovado para o curso em 2012 e entrou pela categoria de ampla concorrência, no vestibular tradicional da instituição. Após ingressar, a universidade precisou se adaptar, entre as mudanças, a UFJ ofereceu uma professora de apoio para dar suporte ao estudante durante a graduação.

Em entrevista para a TV Anhanguera, o diretor da Unidade de estudos geográficos da UFJ, Willian Ferreira, narrou que a passagem de Kallil foi um marco. “Ele nos ensinou muita coisa que vai ficar gravado para essa instituição e para o ensino superior público do Brasil”, afirma.

A mãe do recém geógrafo, a pedagoga Eunice Tavares, contou que a conquista do filho é uma grande vitória para a família, que o apoiou com muita união. Ela reforça que o suporte seguia o tempo de Kallil, sem pressioná-lo.

A geógrafa Marlene Flauzina Oliveira, explica que além da ajuda durante as aulas, os professores precisavam adaptar o conteúdo e as avaliações. Contudo, ela alegou à TV Anhanguera que Kallil era um estudante muito esforçado.

“Ele é um aluno muito dedicado, apesar da dificuldade de concentração, ele prestava atenção. Quando tinha atividade para casa, não descansava enquanto não terminava. Ele entendia que era um ambiente de muita responsabilidade”, fala a professora.

Eunice confirma a dedicação do filho, menciona que ele não parou de estudar desde que entrou na universidade e agora percebe a mudança na rotina. “A gente está se adaptando à nova realidade, ele está sentindo falta dos estudos que eram constantes”, pontua.

A mãe de Kallil confessa que ainda não conversou com o filho sobre o futuro na carreira, mas que está considerando o ritmo dele, sem pressa.

Para Marlene, as adaptações na graduação do geógrafo serviram de base para a construção de uma educação inclusiva, mas conta que, no início, enfrentou desafios. “Foi um momento de aprendizado e crescimento profissional e pessoal, mas também de dificuldade, eu não tive formação para ser professora de apoio, eu fui com a cara e a coragem e fui descobrindo junto com o Kallil”, lembra.

A professora de apoio, que acompanhou o estudante por tanto tempo, acredita que Kallil mudou sua profissão e incentivou o avanço na educação inclusiva em Goiás.

“Além do crescimento, eu acho que nós temos que aprender muito e aplicar a educação inclusiva, que ela é necessária, as pessoas com deficiências físicas e intelectuais têm o direito de ir para uma faculdade e têm capacidade”, fala.

 

Imagem: Reproduzida da Internet | Créditos: G1

Modelo com Síndrome de Down é nomeada como primeira embaixadora nacional de marca de beleza

A carioca Maria Júlia de Araújo, mais conhecida como Maju, foi nomeada como embaixadora nacional da marca de beleza L’Oreal Paris. Com isso, a modelo se torna a primeira modelo com síndrome de Down a ocupar posto e dividir espaço com artistas renomados como Taís Araújo, Larissa Manoela e a cantora Iza.

 

A notícia foi dada pela própria empresa de beleza e comemorado por Maju em suas redes sociais. Ela afirma que foram muitos anos de luta e que mesmo tendo recebido vários comentários negativos, ainda existem “pessoas incríveis” que acreditam no seu potencial. 

 

“No mundo sempre existiu um lugar pra mim, mesmo quando era difícil de acreditar e hoje posso dizer que finalmente me encontrei. Ser modelo não é sobre luxo e fama, é um trabalho que nos coloca como referência e símbolo de representatividade daqueles que ainda não descobriram seu lugar no mundo. Como sempre gosto de dizer, a beleza é diversa, é colorida, é real e você não precisa mudar nada para que haja beleza em você!”, escreveu ela.

 

Maria Júlia começou sua carreira profissional em 2018, quando foi descoberta por uma agência de modelo e nunca mais parou. Ela acredita que se tornou modelo não somente pela beleza exterior, mas sim, pelo poder de influência e exemplo que o cargo leva para outras pessoas.

 

Hoje, a carioca é modelo recordista da Fashion Week e possui quase 280 mil seguidores em sua página do instagram. Seu objetivo com a carreira de modelo é inspirar outras pessoas a ocuparem lugares que não são vistos ou lembrados no cotidiano. E que estas pessoas, principalmente pessoas com deficiência (PcD’s.), possam mostrar que qualquer lugar pode e deve ser ocupado sem distinção nenhuma.

 

Confira a publicação:

Foto: Instagram/Divulgação

Conheça 4 filmes que abordam a temática da Síndrome de Down

Neste domingo (21), é o Dia Internacional de Conscientização da Síndrome de Down. Segundo o portal de informações ‘Movimento Down’, a genética é causada pela presença de três cromossomos 21 em todas ou na maior parte das células de um indivíduo. Isso ocorre logo na concepção do desenvolvimento do bebê.

As pessoas com síndrome de Down, também chamada de trissomia do cromossomo 21, têm 47 cromossomos em suas células ao invés de 46, comparada a maior parte da população. E por isso, com o finalidade de aumentar a conscientização pública em defesa dos direitos, inclusão e bem-estar destas pessoas, o Curta Mais criou uma lista para você conhecer mais de perto sobre o universo desta causa. Já preparou a pipoca?

– O Falcão do Amendoim Manteiga (2019)

Com direção de Tyler Nilson e Michael Schwartz, o longa conta a história de Zak, personagem interpretado por Zachary Gottsagen. Sua fuga é com objetivo de ir atrás de uma escola de um dos seus maiores ídolos de lutas livres, que ele assiste em fitas VHS. Seu fascínio por este esporte, te interessa a aprender os golpes e conhecer de perto, o Capitão Salgado. Para quem gosta de uma aventura leve, divertida e com toque de doçura, o filme é uma boa pedida. O filme está disponível nas plataformas de streaming Hulu e Prime Vídeo.

 

 

 – O Filho Eterno (2016)

Com adaptação ao livro de Cristóvão Tezza, o filme brasileiro conta a história de um casal que precisa lidar com a notícia de que o primogênito possui Síndrome de Down. Ambientado nos anos 80, a trama aborda o preconceito relacionado às pessoas com essa alteração genética, as relações familiares e a conexão entre pais e filhos. Os conflitos internos do pai para lidar com a situação, períodos de negação e questionamento são momentos presentes no longa. O filme tem como protagonistas, os atores Marcos Veras, Débora Falabella e a criança Pedro Vinícius. A história pode ser vista pela Netflix e Youtube.

 

 

 – Cromossomo 21 (2016)

Com direção de Alex Duarte, o filme conta o romance de Vitória e Afonso. Ambos se apaixonam, mas há algo que os impede de continuar o relacionamento. A garota possui Síndrome de Down, e por isso, é vista pela sociedade de forma preconceituosa. Embora, Vitória é uma garota desprendida, independente e apaixonante, os namorados precisam enfrentar essa barreira e mostrar que o amor não há padrões. O filme está disponível no Amazon Prime.

 

– Anita (2009)

Lançado em 2009, Anita vai abordar a trama de uma garota que vai precisar lidar com as dificuldades após sofrer com as consequências de um atentado à Associação Israelita na Argentina. Devido o acidente, ela terá que cuidar de si mesma e ajudar as outras pessoas necessitadas, enquanto busca pela sua mãe. A protagonista do filme é vivida por Alejandra Manzo, atriz com a Síndrome de Down. O filme pode ser visto pelo Youtube.

 

Créditos: Divulgação

Pai solteiro, italiano e gay adota garotinha com down rejeitada por 20 famílias

Alba que hoje já tem 3 aninhos, mal começou a vida, e já teve que enfrentar dificuldades. Uma criança que nasce com a condição da Síndrome de Down enfrenta grandes problemas sociais, e o primeiro deles é o preconceito das pessoas que não compreendem essa mudança genética. A Síndrome de Down é a mudança de cromossomos, com a presença de uma terceira cópia do cromossomo 21, em todas as células do organismo (trissomia), ou seja, um cromossomos a mais que nas pessoas comuns. Por isso, não é correto dizer ou considerar a Síndrome de Down como uma doença.

Mas para a felicidade de Alba, com 13 dias nesse mundo cruel, ela ganhou um grande presente, um pai; amoroso, carinhoso, e bondoso, que entendia perfeitamente a sua situação. Mas ela só foi adotada após ter sido rejeitada por 20 famílias, pelas quais Alba foi oferecida em seu nascimento, e o motivo é óbvio; ela é portadora da Síndrome de Down.

Luca Trapanese hoje já com 44 anos, é solteiro, italiano, gay e pai de Alba. Mas ele confessa que teve muitas dificuldades ao ter a intenção de adotá-la, pois ele precisou lutar contra todas as expectativas sociais, para se tornar pai. Hoje ele possui a guarda definitiva da pequena, e, o motivo de querer ser pai de uma criança especial, para ele é muito claro, e ele comenta sobre a paternidade: “Foi a primeira vez que peguei um recém-nascido no colo. Eu senti que ela era minha filha imediatamente. Quando vi Alba eu sabia que estava pronto para ser o pai dela,” contou Luca emocionado.

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Luca luta contra a sociedade e os vários preconceitos desde sua adolescência. Ele possui uma instituição de caridade da qual transforma a vida, e da acessibilidade para que crianças especiais desenvolvam suas próprias habilidades naturais. Ele conta como é vivenciar essa experiência: “Desde que eu tinha 14 anos me ofereci e trabalhei com pessoas com deficiência, então senti que tinha o conhecimento e a experiência para adotá-la”, relata Luca.

Por conta da repercussão e das suas condições sociais de seu caso com a pequena Alba, Luca teve o perfil do Instagram roubado, já com 203 mil seguidores. Mas ele segue confiante na sua luta e perseverança diárias: “Eles clonaram o perfil e roubaram as fotos e seguidores… Mas a vida ainda é NOSSA! Roubaram nossos perfis! Vamos começar do zero”, diz a legenda do perfil de Luca.

 
 
 
 
 
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Uma publicação compartilhada por Luca Trapanese (@trapa.luca) em 20 de Set, 2020 às 12:17 PDT

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O comercial de fim de ano do vagalume do Bradesco que está fazendo todo mundo se emocionar; vídeo

A nova campanha de fim de ano do Bradesco tem emocionando muita gente. A animação que leva o tema #BrilheDoSeuJeito mostra a singela história de um vagalume que não brilha e faz amizade com uma criança com síndrome de Down. “Todas as nossas diferenças têm significados importantes na nossa história. No jeito que sonhamos, que convivemos com o outro, que buscamos todos os dias realizar algo extraordinário”, explica a apresentação do vídeo produzido pela Publicis Brazil para o banco.

A trilha sonora traz um versão de “Hero”, sucesso de Mariah Carey que fala de um herói que existe dentro de cada um de nós.

A produção tem 3 minutos de duração e já é um fenômeno de vizualizações e compartilhamentos na internet, confira e se emocione:

21/03: Entenda como a genética definiu esta data como o Dia Internacional da Síndrome de Down

O fato da maioria das pessoas ter pouco, ou nenhum, conhecimento sobre a Síndrome de Down faz com que o preconceito sobre elas continue mesmo nos dias de hoje. Por isso um dia dedicado a eles é tão importante, para ajudar a colocar o assunto em pauta.

A ideia por trás deste dia é conscientizar as pessoas sobre a Síndrome e ajudar na quebra de alguns dos estereótipos e preconceiros existentes sobre eles. Em função disso, as pessoas estão aproveitando este momento para fazer suas homenagens e explicar um pouco sobre o assunto na internet.

Dia 21 de março

Mas você sabe porque o Dia Internacional da Síndrome de Down é comemorado no dia 21 de março? A escolha desta data foi feita devido a alteração genêtica que dá origem a esta condição. Afinal, ela é caracterizada pela existência de 3 cromossomos 21. O par de números acabou resultando no dia 21/03, fazendo referência ao número dos seus cromossomos.

Esse mesmo motivo, que deu origem ao dia, fez com que a Síndrome também fosse chamada de Trissomia 21 ou Trissomia do Cromossomo 21. Outro fator importante sobre as pessoas com Síndrome de Down é que, por volta da década de 80, a sua expectativa de vida era de apenas 10 anos. Mas, atualmente, esse número está entre os 60 e 65 anos. 

 

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Capa: Shutterstock

Ela é especial pelo talento e determinação, conheça Tathi Piancastelli

Tathi Piancastelli é especial pelo talento e determinação: escritora, atriz, modelo, auto-defensora, apresentadora de dois programas na internet e a primeira pessoa com síndrome de Down, na história dos Estados Unidos, a receber um visto de artista.

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Reprodução / Instagram @tathipiancastelli

Ela é tão incansável em romper barreiras que inspirou a criação da personagem Tati da Turma da Mônica, uma responsabilidade social pela inclusão. Esse mês ela foi uma das homenageadas na exposição “Donas da Rua da História”, em São Paulo, na celebração da Maurício de Sousa Produções no Dia Internacional das Mulheres. Tathi estava entre as 21 mulheres que contribuíram para a história recente da humanidade nas artes, ciência e no esporte.

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Divulgação / Turma da Mônica

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Divulgação / Maurício de Sousa Produções

Uma importante conquista para Tathi Piancastelli foi escrever sua própria peça de teatro, “Menina dos Meus Olhos”, que estreou em Nova York e ganhou repercussão pela autenticidade autoral e pela visão de mundo. Após ficar um mês em cartaz, o espetáculo foi convidado para fazer 4 apresentações em Miami além de sessão especial nas Nações Unidas/UNICEF no dia Internacional da síndrome de Down. Em 2017 seu companheiro de palco e roteirista, Fábio Costaprado, escreveu a história para o cinema. O resultado promete! Após ser selecionado pelo MinC numa disputa de 1200 concorrentes, em edital de Desenvolvimento de Roteiro, o projeto ganhará asas e o filme de mesmo título, que está em fase de captação de recursos, será um marco na Sétima Arte.

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Arquivo pessoal / Fábio Costaprado

Desde que tomou consciência da luta pelos direitos das pessoas Down declara aos quatro ventos não ser doente e mostra que todos que possuem a trissomia 21 são capazes de viver de forma independente e combater o preconceito. Sempre pensando de forma positiva, Tathi sabe que ser diferente é normal e que as diferenças enriquecem a sociedade. 

Esse mês ela foi capa da Revista Gol e reforçou sua beleza empoderada ao ser uma mulher a frente do seu tempo.

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Divulgação / GOL

Tathi Piancastelli e sua história revolucionária são uma inspiração para pessoas no mundo todo, rompendo barreiras e quebrando estereótipos relacionados à capacidade daqueles que apresentam aparentes limitações. E é ela quem dá o recado:

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Capa: Reprodução / Instagram @tathipiancastelli / gabi.artz

Novo Star Wars tem atores com Síndrome de Down e é sinônimo de inclusão

Inspirado no sucesso Star Wars, de George Lucas, o novo filme produzido pela trupe teatral de Chicago, The EDGE of Orion unida à organização de caridade UPS For DownS, leva um novo conceito à galáxia distante.

“Easy Target” é um longa metragem que reúne dezenas de pessoas com síndrome de Down em papéis de liderança e apoio, como os Jedis. “Acreditamos que ‘Star Wars’ é o universo perfeito para construir nosso primeiro curta-metragem depois de passar uma década trabalhando com atores diferentes”, explicaram os produtores da EDGE.

O slogan do filme se encaixa perfeitamente no propósito do projeto: “Quando a galáxia precisa de heróis, os cromossomos não contam”.

Inclusão social

A UPS for DownS é uma organização voluntária sem fins lucrativos de Chicago, que oferece apoio, informações e oportunidades para as pessoas com síndrome de Down e suas famílias. Ao se unir à EDGE, eles estão tentando tornar o teatro mais inclusivo do que nunca.

“As pessoas que são diferentes são frequentemente empurradas para a periferia da sociedade. Na EDGE do Orion’s Constellation Project, lutamos contra isso criando uma comunidade abrangente em torno da arte. Ao lançar projetos que destacam pessoas que são diferentes de seus pares, que normalmente trabalham lado a lado, compartilhando status igual, refletimos o mundo em que queremos viver”, explicam os produtores.

O programa EDGE pretende usar o teatro para proporcionar às pessoas com síndrome de Down a oportunidade de ganhar experiência em atuação e produção. Os produtores o descrevem como um filme não quer que alcancemos apenas os limites mais distantes da galáxia, mas, o mais importante, expandir os limites do coração humano.

Doações

A EDGE e a UPs para DownS abriram uma página de financiamento coletivo no GoFundMe e já conseguiram US$ 7.400 dos US$ 10.000 que precisam para cobrir o custos de produção, mas esperam encorajar mais pessoas para obter o financiamento necessário e terminar o filme.

Enquanto isso, você pode assistir ao trailer abaixo:

 

Paixão por time estimula jovem com Síndrome de Down a ler

O menino de 14 anos, mora e estuda em Urupês, na região de São José do Rio Preto, em São Paulo. Luan, estuda com alunos que não possuem nenhuma deficiência. Graças ao Palmeiras, ele tem melhorado o aprendizado em sala de aula e vem surpreendendo professores e até a vice-diretora da escola.

“Ele tinha feito a escalação do time e ele começou a ler. Até então, ele escrevia, mas não queria ler para a gente. Então a gente achava que ele não conseguia ler ou alguma coisa assim”, diz a vice-diretora da escola, Maria Rita Simioni.

Ele sabe a escalação do time de Felipão, tem o nome de Fernando Prass na ponta da língua e o escudo do verdão em cada folha de aprendizado na escola, para incentivá-lo.

Vendo sua melhora, a escola passou a usar o Palmeiras na sala de aula. Os nomes dos jogadores são usados para ensinar na separação de sílabas, por exemplo.

Luan é só mais uma prova de que o esporte tem diversas maneiras para estimular a inclusão e o aprendizado.

Imagem: Tv Globo – Reprodução