Estudo aponta que homens ficam entediados em menos de 30 minutos de compras
Por que os homens se cansam tão rápido ao fazer compras? Um estudo revela respostas curiosas.

Você já reparou como, em geral, os homens parecem se cansar rápido durante uma ida ao shopping ou ao supermercado? Pois é, não é só impressão. Um estudo feito no Reino Unido trouxe números que mostram que, enquanto as mulheres conseguem passar mais tempo envolvidas nessa atividade, os homens já ficam impacientes em menos de 30 minutos. Parece curioso, né? Então venha conosco, porque vamos entender tudo isso de forma bem leve.
O que o estudo descobriu sobre o tédio masculino?
O estudo, encomendado pela Quidco, revelou que os homens, em média, começam a perder o interesse nas compras depois de 26 minutos. Isso mesmo, menos de meia hora e, pronto, eles já estão olhando para o relógio ou procurando a saída mais próxima. Para se ter uma ideia, um em cada quatro homens admitiu que, muitas vezes, até abandona a parceira no meio das compras.
Enquanto isso, o comportamento das mulheres é bem diferente. Elas conseguem manter o foco e a disposição por cerca de duas horas. Porém, não é porque gostam de ficar tanto tempo assim, mas porque estão, muitas vezes, frustradas tentando encontrar o que realmente precisam.
Mas por que tanta diferença entre os gêneros? O estudo sugere que os homens costumam encarar as compras de forma mais prática: entram, pegam o que precisam e saem. Já as mulheres, segundo o estudo, podem ver a experiência de forma mais detalhada, conhecendo as opções e considerando outros fatores antes de decidir o que levar para casa.
O que torna as compras tão cansativas para os homens?
De acordo com o estudo, algumas situações específicas deixam os homens impacientes bem rápido. Lojas muito cheias são um dos principais motivos. Ninguém gosta de filas enormes ou de não conseguir circular pelos corredores, certo? Além disso, fatores como fome ou até o receio de perder programas de TV ou esportes também pesam.
Muitos homens enxergam as compras como uma tarefa, e não como algo prazeroso ou que pode ser feito sem pressa. Assim que eles encontram o que precisam, a experiência já parece completa para eles. Ficar circulando sem objetivo claro ou acompanhando alguém que ainda está indeciso pode se tornar frustrante.
Já para as mulheres, a experiência de comprar pode ter outro significado, segundo o estudo. Muitas vezes, é uma oportunidade de analisar com calma, comparar preços, estilos e até aproveitar o momento como uma pausa na rotina. Mas, mesmo para elas, o tédio também aparece. Quando? Principalmente quando o que elas estão procurando não é encontrado.
Tem como evitar esse desânimo nas compras?
Para quem quer tornar a experiência de compras mais tranquila, tanto para homens quanto para mulheres, algumas dicas podem ajudar. Planejar antes de sair de casa, por exemplo, já pode fazer muita diferença. Fazer uma lista, escolher os melhores horários para evitar multidões e até combinar um tempo máximo para cada parada pode deixar tudo mais fácil.
Outra ideia é dividir as tarefas: enquanto uma pessoa vai procurar o que está em uma parte da loja, a outra pode ir em busca de outro item. Isso pode poupar tempo e manter o interesse de todos. E, claro, uma pausa para um lanche ou um café no meio das compras sempre ajuda a recarregar as energias.
Por fim, é importante lembrar que nem todo mundo gosta de comprar da mesma forma. Respeitar o ritmo e o estilo de quem está com você pode ser a chave para evitar conflitos e fazer do momento algo mais leve e até divertido.
Esse estudo não foi realizado com o objetivo de colocar homens e mulheres em lados opostos, mas sim para mostrar que cada um tem uma forma diferente de encarar as compras. Entender essas diferenças pode ser um ótimo passo para transformar essa experiência em algo mais agradável para todo mundo. E você, já tinha reparado nisso?
Leia mais:
99% das bactérias eliminadas: estudo revela benefício do vinho para a garganta
Estudo aponta que café sem açúcar pode reduzir risco de demência; entenda
Estudo revela que 70% dos millennials estão preferindo pets a filhos; entenda