Quem é Cármen Lúcia, sucessora de Moraes como presidente do Tribunal Superior Eleitoral

Ministra estará à frente da Justiça Eleitoral nas Eleições 2024

Rafael Vaz
Por Rafael Vaz
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A ministra Cármen Lúcia foi eleita na noite desta terça-feira (07/05), para o cargo de presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no biênio 2024-2026. O ministro Nunes Marques ficará com a vice-presidência do tribunal. A posse será no início do mês de junho.

Carmén Lúcia substituirá Alexandre de Moraes na presidência da Corte e estará à frente da Justiça Eleitoral nas eleições municipais deste ano. Esta será a segunda vez que ela chefiará o TSE. Em 2012, a ministra tornou-se a primeira mulher na história do País a presidir a Justiça Eleitoral.

Natural de Montes Claros, Minas Gerais, Cármen Lúcia, de 70 anos, é ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) desde 2006, quando foi indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para substituir Nelson Jobim na Corte.

Graduada pela Faculdade Mineira de Direito da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), Cármen Lúcia é mestre em Direito Constitucional pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e professora titular da PUC Minas.

Antes de ser ministra do STF, Cármen Lúcia exerceu a advocacia e, por concurso, tornou-se procuradora do Estado de Minas Gerais. Na década de 190, assumiu a Comissão de Estudos Constitucionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) na Seccional de Minas Gerais.

Em 2009, já no STF, Cármen Lúcia tomou posse como ministra efetiva do TSE e, três anos depois, como presidente da Corte. Compôs o plenário da Justiça Eleitoral até 2013, sendo substituída pelo ministro Gilmar Mendes.

No biênio 2016-2018, foi presidente do STF e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

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