Sexóloga rompe com mitos comuns sobre sexo
Desvendando crenças comuns sobre o sexo e promovendo informação consciente

Os mitos e ideias equivocadas sobre sexualidade permeiam nossa sociedade, muitas vezes perpetuados pela falta de informação e pelo desconforto em discutir o tema. Neste contexto, a sexóloga Luciane Angelo lança luz sobre cinco situações frequentemente mal compreendidas, desafiando conceitos arraigados e oferecendo uma perspectiva mais informada.
Mito 1: Sexo é penetração
A especialista destaca a importância de reconhecer que o sexo vai além da penetração. Beijos, carícias, abraços, masturbação — todas essas ações são componentes valiosos de uma relação sexual. A sociedade muitas vezes superestima a penetração, ignorando a riqueza de outras formas de intimidade. Explorando práticas como o gouinage, a sexóloga destaca a diversidade de experiências sensoriais e prazerosas que podem enriquecer a vida sexual.
Mito 2: Sentir dor é normal no sexo
Abordando a questão da dor durante a relação sexual, a sexóloga ressalta que não se trata apenas de práticas BDSM. Cerca de 75% das mulheres experimentam sexo doloroso em algum momento, e a causa pode ser multifacetada, desde problemas ginecológicos até traumas sexuais. A importância de procurar ajuda especializada, seja de um ginecologista ou terapeuta, é enfatizada para compreender e abordar a origem da dor.
Mito 3: Casais não precisam de sexo planejado
A sexóloga desafia a ideia de que o sexo não requer planejamento, argumentando que a relação sexual, assim como outras áreas da vida, demanda atenção e cuidado. Destaca a importância de manter a conexão com o parceiro, evitando que a intimidade se torne negligenciada. Enfatiza que uma vida sexual saudável exige disposição, sintonia e um desejo que pode ser responsivo, não necessariamente espontâneo.
Mito 4: Vagina não precisa de lubrificante
Combatendo a noção de que a vagina não necessita de lubrificação, a sexóloga aponta estudos que indicam a prevalência da secura vaginal em diversas fases da vida das mulheres. Normalizando o uso de lubrificantes, destaca a variedade de opções no mercado que não só melhoram a experiência sexual, mas também promovem a saúde vaginal.
Mito 5: Os homens sempre querem mais sexo que as mulheres
A sexóloga desmantela a construção social de que os homens têm mais desejo sexual que as mulheres. Enfatiza que as mulheres também têm desejo e destaca o aspecto empoderador do orgasmo, liberando hormônios de bem-estar que impactam positivamente a autoconfiança e criatividade. Encoraja as mulheres a se libertarem, vivenciarem seu próprio prazer e destaca a importância do acompanhamento médico em flutuações hormonais.
Por fim,, a sexóloga desafia preconceitos, promove informação consciente e incentiva uma abordagem mais holística e inclusiva em relação à sexualidade.
Vocês concordam? Nos conte sua opinião.
