Centro Cultural em Goiânia inaugura exposição de Américo Poteiro com entrada gratuita

Muitas cores e formas orgânicas vão preencher de arte Naïf a Galeria Frei Confaloni, no Centro Cultural Octo Marques, em Goiânia, com a exposição “Tradição: a Arte de Américo Poteiro”, que será aberta nesta terça-feira (20/02), às 19h.

A mostra conta com apoio do Governo de Goiás, por meio do Programa Goyazes, mecanismo de fomento gerenciado pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult).

Composta por 55 obras entre esculturas e pinturas, “Tradição: a arte de Américo Poteiro” recebeu curadoria de Enock Sacramento e produção de Malu da Cunha. “Crescendo imerso no ambiente artístico, Américo absorveu desde cedo os conhecimentos e técnicas de seu pai, participando ativamente do processo criativo”, ressalta Enock.

Segundo ele, a influência de Antônio Poteiro se reflete na obra de Américo, especialmente na cerâmica, onde ele começou a criar suas próprias peças sob a orientação e encorajamento de seu pai. “Embora tenha começado seguindo os passos de seu pai, Américo gradualmente desenvolveu seu estilo único, combinando elementos da tradição familiar com suas próprias ideias e experiências”, complementa o curador.

A exposição oferece aos visitantes uma visão abrangente da obra de Américo Poteiro, que é reconhecido por sua habilidade em mesclar tradições do Cerrado com técnicas de escultura e pintura.

A mostra fica em cartaz até 31 de março. O Centro Cultural Octo Marques funciona de segunda-feira a domingo, das 9h às 17h, com entrada gratuita.

Américo Poteiro leva suas obras para o Centro Cultural Octo Marques a partir da próxima terça-feira (20/02). Mostra tem apoio do Programa Goyazes (foto: Paulo Rezende)

Mostra de cinema “O Amor, a Morte e as Paixões” termina nesta quarta-feira em Goiânia

A programação da mostra de cinema “O Amor, a Morte e as Paixões” termina nesta quarta-feira (14/2), no CineX, dentro do Centro Cultural Oscar Niemeyer (CCON), em Goiânia. O evento, que tem parceria do Sesc Goiás, reuniu mais de 70 filmes ao todo.

A grade de filmes conta com produções regionais, nacionais e internacionais, com a presença dos mais requisitados para o Oscar 2024 e premiados em grandes festivais mundiais. O catálogo conta com diversos gêneros e propostas estéticas cinematográficas, que prometem oferecer muitas reflexões, debates e entretenimento.

Entre os destaques do último na programação, estão os filmes: Anatomia de uma Queda, A Cor Púrpura e Pobres Criaturas.

Curtas goianos

A 15ª edição do evento também conta com uma mostra exclusiva de curtas-metragens goianos: “Feitos em Goiás”. As produções passaram pela curadoria de  Erik Ely e Lisandro Nogueira. Serão seis produções de ficção e documentários, com exibição gratuita (sujeito à lotação), previstas para o dia 7 de fevereiro, às 16h45.

Sobre a mostra

Criada em 2001 pelo professor de Cinema da Universidade Federal de Goiás Lisandro Nogueira, a mostra reuniu apenas 17 filmes em sua 1ª edição. Desde o início, a mostra já reuniu mais de 300 mil pessoas, em inúmeras sessões, e um público cativo à sétima arte.

“Como sempre, o público pode aguardar por produções selecionadas com muito carinho e atenção. Chegar até aqui é um feito gigante, pois nos traz a certeza de que estamos levando o melhor do cinema ao público goiano”, ressalta Lisandro Nogueira.

Programação

14/2/2024 Quarta – Sala 1

12:00 UMA VIDA SEM ELE
14:10 MONSTER
16:40 A COR PÚRPURA
19:20 ZONA DE INTERESSE
21:30 A MENINA SILENCIOSA

Sala 2

12:00 CORPO ESTRANHO
13:40 ANATOMIA DE UMA QUEDA
16:30 O ESTRANHO
18:40 POBRES CRIATURAS
21:30 DESEJO PROIBIDO

Últimos dias para se inscrever na 19ª edição da Mostra de Teatro Nacional de Porangatu

Seguem até 16 de fevereiro as inscrições gratuitas para seleção de espetáculos e oficineiros da 19ª edição da Mostra de Teatro Nacional de Porangatu (TeNpo). Serão selecionadas 10 apresentações de espetáculos cênicos de artistas ou grupos goianos, com valor de cachê de R$ 25 mil. As inscrições podem ser feitas aqui.

O edital também contempla três vagas para oficineiros ministrarem oficinas de artes cênicas, que serão divididas nas modalidades de jogos teatrais (direcionadas a atores, professores e amadores); palhaçaria e/ou formas animadas (para atores e amadores), e danças urbanas (direcionada para artistas e amadores). O edital e as fichas de inscrição estão disponíveis no site mostratenpo.cultura.go.gov.br.

A mostra de teatro ocorrerá de 29 de março a 7 de abril, e as apresentações artísticas e oficinas, de 4 a 7 de abril. O evento é promovido pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult), em parceria com a Secretaria da Retomada, tem correalização da Universidade Federal de Goiás (UFG), por meio da Fundação Rádio e Televisão Educativa (RTVE), e conta ainda com a Prefeitura de Porangatu e Sesc Goiás como parceiros.

Vitrine cênica

Na 19ª edição, o TeNpo abre espaço para as produções regionais e nacionais levando ao Centro-Oeste um painel das artes cênicas. A iniciativa é responsável por movimentar a cultura goiana, o turismo e a economia local, além de criar oportunidade de popularizar as artes cênicas e a formação artística, incentivando os artistas de Porangatu, da Região Norte goiana e de todo o Estado de Goiás.

 

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Calendário prevê mais de 600 ações culturais gratuitas para 2024 em Goiânia

A Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Cultura (Secult), lançou o Calendário Cultural 2024. São 600 ações culturais gratuitas previstas dentro da programação de 50 eventos e programas culturais realizados de fevereiro até dezembro deste ano. O próximo evento a ser realizado é o Carnaval, com atrações previstas de 9 a 14 de fevereiro.

O Calendário 2024 traz alguns projetos inéditos como o Domingo tem Teatro, Oriente em Cena, Baile da Codorna, Sexta Sertaneja, Semana do Hip Hop, Cultura Gyn Flash Back, Mostra Individual e Coletiva de Goiânia, Bloquinho Valhalla.

“Alguns eram ações isoladas, esporádicas e nós transformamos em programas realizados pela Secult, sendo assim, foram incluídos no calendário como evento oficial da prefeitura, outros são novos mesmo. Portanto, o goianiense pode esperar por um ano repleto de opções para entretenimento e diversão para todos os gostos por diferentes modalidades culturais”, afirma o secretário municipal de Cultura, Zander Fábio.

Eventos tradicionais no calendário há anos como Carnaval, Grande Arraial de Goiânia, Chorinho, Festival Goiânia Canto de Ouro, Festival Goiânia em Cena, Desfiles Cívicos, Prêmio Buritis e Batismo Cultural se unem a projetos criados na atual gestão como o Goiânia de Todas as Cores, Tendas Culturais, OficinTeatro, Goiânia ArtDoor, Tributos da Estação e Goiânia Homenageia Grandes Nomes.

“São eventos que criamos e deram muito certo. A população gostou bastante, reconheceu a importância tanto para o público quanto pra os artistas e nós vamos além de mantê-los no calendário, vamos reformular para que aconteçam neste ano de forma ainda melhor, com mais atrações, incluindo a participação de mais artistas locais”, pontua o secretário.

Mais ações

Ações da Orquestra Sinfônica de Goiânia, do Museu de Arte de Goiânia, Museu Frei Confaloni e do Centro Livre de Artes, além das Conferências Municipais de Cultura e Bolsa Hugo de Carvalho Ramos também integram o Calendário Cultural 2024 e acontecem durante todo o ano.

“Nosso trabalho é incansável no sentido de promover a arte, seja ela como for. Em 2023, nós realizamos dez vezes mais eventos do que nos anos anteriores. Buscamos parcerias, leis de incentivo e fizemos acontecer. Neste ano, vamos fazer ainda mais e com mais foco nas inúmeras possibilidades que podemos ter para melhorar as condições de trabalho dos artistas, que vivem da arte, que lutam por espaço e vão ter isso com o apoio da Prefeitura de Goiânia”, conclui Zander Fábio.

 

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Ícone da Art Déco em Goiânia, Museu Zoroastro Artiaga será restaurado

O Museu Zoroastro Artiaga, situado na Praça Cívica, no centro de Goiânia, possui uma história fascinante e desempenha um papel significativo na preservação da cultura e história da região. O edifício que abriga o museu foi originalmente construído entre 1942 e 1943 pelo engenheiro polonês Kazimiers Bartoszevsky, em um impressionante estilo Art Déco. Inicialmente, a estrutura foi destinada a sediar o Departamento de Imprensa e Propaganda.

Em 1946, o local foi convertido em um museu e recebeu o nome de ”Zoroastro Artiaga”, em homenagem a uma figura multifacetada que desempenhou papéis importantes na educação, advocacia, geologia e história. Zoroastro Artiaga foi o primeiro diretor da instituição, conferindo-lhe uma conexão direta com o surgimento do museu na capital.

Revitalização

O projeto de restauração do Museu Zoroastro Artiaga foi aprovado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A obra será realizada pelo Governo de Goiás, por meio de recursos da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), e foi orçada em R$ 6,5 milhões. “Estamos fazendo diversas adequações para que o prédio seja acessível a toda a população. Vamos entregar todos os prédios da Praça Cívica requalificados até 2026”, adianta a secretária de Estado da Cultura, Yara Nunes.

Desenvolvido pelas equipes da Secult, o projeto contempla a recuperação das características originais do prédio e a valorização das qualidades arquitetônicas do acervo Art Déco da capital. Também serão realizadas intervenções de acessibilidade e segurança estrutural com o objetivo de conservar a edificação e requalificar o espaço. A restauração ainda vai contemplar a elaboração de nova proposta museográfica para o espaço.

O museu também vai passar por processo de desinfestação e higienização de seu acervo para poder receber novos desenhos de exposições de coleções de peças arqueológicas, mineralógicas, de etnologia indígena, arte sacra e arte popular que contam a trajetória do estado e da cidade de Goiânia, desde sua fundação até os dias atuais.

A obra será executada pela Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra). O projeto segue para o processo licitatório e a previsão é de iniciar os trabalhos no primeiro semestre de 2024.

O museu faz parte do Circuito Cultural, um ambicioso projeto do Governo de Goiás, que visa revitalizar a Praça Cívica e valorizar a importância de todos os sete prédios do local que carregam a memória e a cultura de Goiás (foto: reprodução Goiás Total)

História e tradição

O Museu Zoroastro Artiaga é de importância singular, sendo o primeiro museu da cidade. Além de sua significativa relevância cultural, o edifício foi tombado como Patrimônio Arquitetônico e Histórico Estadual em 1998, destacando a importância de sua arquitetura e contribuição histórica para o estado de Goiás, e em 2004 foi tombado pelo Iphan.

O acervo do Museu Zoroastro Artiaga é diversificado, abrangendo peças históricas, artísticas e culturais relacionadas à região. Visitantes têm a oportunidade de explorar exposições que refletem a rica herança de Goiânia e suas contribuições para a história do Brasil.

Com suas exposições permanentes e temporárias, o museu proporciona uma experiência enriquecedora para todos que buscam compreender a história e a cultura da região.

O Museu Zoroastro Artiaga não apenas é uma joia arquitetônica em estilo Art Decó, mas também desempenha um papel crucial na preservação e divulgação da rica história e cultura de Goiânia e do estado de Goiás.

 

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Bailarino goiano do Basileu França conquista “Oscar” do balé mundial

O jovem bailarino goiano João Pedro dos Santos Silva conquistou o primeiro lugar no Prix de Lausanne, uma competição de renome global no mundo do balé, realizada anualmente na cidade de Lausanne, na Suíça. A final ocorreu no sábado, dia 3 de fevereiro.

Com apenas 15 anos de idade, João Pedro é aluno da Escola do Futuro de Goiás em Artes Basileu França e foi o único representante brasileiro na final da competição. Carinhosamente conhecido como JP pelos amigos e na comunidade da dança, ele também recebeu o prêmio de Melhor do Público, sendo o mais votado entre os 20 finalistas de 12 países diferentes.

Ao saber do resultado, o bailarino expressou sua emoção: “Eu ainda não consigo acreditar que é real, porque sonhei em chegar aqui desde que era criança, e esse dia finalmente chegou. Quero expressar minha gratidão a todos que me apoiaram, meus professores, minha família e o Governo de Goiás, por proporcionar essa experiência incrível. Estou extremamente feliz!”

O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, José Frederico Lyra Netto, ressaltou o investimento do Governo de Goiás no Basileu França, que ultrapassou os R$ 50 milhões no ano anterior, e expressou orgulho pela conquista de João Pedro: “Estamos muito orgulhosos do João Pedro, que representou os goianos com excelência na Suíça.”

Para a coordenadora de Dança do Basileu França, Simone Malta, o prêmio é um reconhecimento da dedicação e talento de João Pedro, destacando os sacrifícios e horas de treinamento que ele dedicou para alcançar esse sucesso.

João Pedro iniciou seus estudos na Escola do Futuro em Artes de Goiás Basileu França em 2020, com o objetivo de se tornar um bailarino profissional. Desde então, tem acumulado uma série de prêmios em competições de balé de prestígio internacional, demonstrando sua habilidade excepcional e sua paixão pela arte da dança.

 

Governo investe mais de meio bilhão em ações culturais no estado em 2024

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, vai lançar um pacote de investimentos em eventos culturais e ações de fomento ao microempreendedorismo. O Impulso Goiás, executado pelas secretarias da Retomada e da Cultura, será destinado ao fortalecimento das economias locais em regiões turísticas do estado.

O Governo estadual vai investir R$ 546 milhões por meio de festivais consagrados como o TeNpo, Fica e Canto da Primavera; do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO); de leis de apoio à cultura e de ações em parceria com o sistema Fecomércio e Sesc.

O evento de anúncio, que será realizado no Centro Cultural Oscar Niemeyer nesta quinta-feira (1º), vai marcar a abertura do calendário cultural 2024, com a divulgação da programação do Carnaval em Goiás pelas prefeituras dos municípios de Jaraguá, cidade de Goiás, Aruanã, Caiapônia, Pirenópolis, Britânia, Três Ranchos, entre outras.

Também na esplanada, os foliões poderão fazer a customização dos abadás do pré-carnaval da Liga Oficial dos Blocos, que acontecerá no próximo sábado (03/02), com apoio do Governo do Estado e do Sesc. Alunos de moda da UEG e costureiras que se formaram na confecção com benefícios do programa Goiás Social vão atender gratuitamente os interessados.

 

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Capoeirista de Goiânia conquista medalha na mais importante modalidade da categoria

A capoeira é uma representação cultural afro-brasileira que mistura esporte, luta, dança, cultura popular, música e brincadeira. Ela é caracterizada por movimentos ágeis e complexos, nos quais são utilizados os pés, as mãos e elementos ginástico-acrobáticos. Uma das principais diferenças da capoeira em relação a outras lutas é o uso da música em sua execução.

Andressa Thiemy Shiraishi, mais conhecida como Professora Manhosa, brilhou intensamente, encontrou na capoeira não apenas uma arte marcial, mas sim uma estrela guia que a acompanha desde os seus dias no Japão, onde iniciou sua jornada em 2000.

Andressa Thiemy Shiraishi campeã da luta casada / foto: divulgação

Competindo no VMB4, evento realizado no Rio de Janeiro, Andressa enfrenta sua adversária, representante do Rio de Janeiro, em uma batalha emocionante e cheia de técnica. Com sua habilidade única e dedicação inabalável, emerge como a campeã na categoria de luta casada, demonstrando não apenas sua destreza física, mas também sua profunda conexão com a essência da capoeira.

Para Andressa, a capoeira é muito mais do que uma simples prática esportiva; é uma filosofia de vida, uma forma de honrar suas raízes e fazer amigos ao redor do mundo. Sob a orientação do Mestre Guerreiro, da Capoeira Luanda, ela tem se destacado não apenas como uma atleta excepcional, mas também como uma embaixadora da cultura e tradição da capoeira.

Com mais uma conquista em seu currículo, a atleta agora volta seus olhos para o próximo desafio: uma competição em Goiânia, seguida por um evento ainda maior em Brasília, no mês de agosto. 

Escola de arte em Goiânia está com 96 vagas para cursos de Teatro

A chance de entrar para o mundo das Artes Cênicas chegou!
A Escola do Futuro de Goiás em Artes Basileu França, em Goiânia, está com 96 vagas abertas para o processo seletivo de cursos na área de Teatro. As vagas estão disponíveis em várias áreas e turmas na modalidade presencial nos três turnos. O início das aulas está programado para 22 de fevereiro.

As inscrições podem ser feitas até 21 de janeiro pelo site.

Os candidatos inscritos vão fazer testes de aptidão como parte do processo seletivo. Os critérios avaliados para admissão em Formação Artística em Teatro e Qualificação Profissional em Interpretação Teatral serão: espontaneidade, improvisação e interação corporal, e expressão vocal ativa e criativa, tanto na encenação individual quanto coletiva.

Para inscrição nos cursos de Formação Artística em Teatro, é estabelecida a idade mínima de nascimento no ano de 2011. Já para os cursos de Qualificação Profissional em Interpretação Teatral, é exigida a idade mínima de 14 anos. No caso do curso de Prática e Montagem de Espetáculo, as vagas estão disponíveis exclusivamente para indivíduos acima de 45 anos.

A Escola do Futuro de Goiás em Artes Basileu França é uma unidade da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). Desde 2021, é gerida pela Universidade Federal de Goiás, por meio do Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT/UFG).

 

Escola em Goiânia está com 140 vagas gratuitas para as Orquestras Sinfônicas

A Escola do Futuro de Goiás em Artes Basileu França está com inscrições abertas, até 24/01, para o processo seletivo de cursos de capacitação na área de Música em Goiânia.

Os cursos se destinam a aprimorar a formação dos Grupos Sinfônicos da escola, como a Orquestra Sinfônica Jovem, a Banda Sinfônica e a Big Band. São 140 vagas e podem se inscrever pessoas com idades entre 10 e 26 anos.

As inscrições são realizadas exclusivamente pelo site oficial do processo seletivo: efg.org.br/editais.

Todos os cursos são na modalidade presencial, nos períodos matutino e vespertino. O início das aulas está previsto para começar no dia 8 de Fevereiro. Os candidatos serão submetidos a testes de aptidão como parte do processo seletivo para ingressar nos diversos cursos de qualificação oferecidos pela escola.

As vagas se destinam a pessoas com pelo menos um ano de experiência em algum dos instrumentos musicais buscados pelos grupos como: Flauta, Oboé, Clarinete, Fagote, Trompa, Trompete, Trombone, Tuba, Harpa, Violino, Viola, Violoncelo, Contrabaixo Acústico, Piano e Percussão.

A Escola do Futuro de Goiás em Artes Basileu França é uma unidade da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). Desde 2021 é gerida, por meio de convênio, pela Universidade Federal de Goiás, por meio do Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (Cett/UFG).

 

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Aparecida de Goiânia recebe exposição com foco em vítimas de abuso

Estreou nesta quarta (10), a exposição “Arte que Denuncia, Combate e Previne” da artista plástica Mirian Arceno Rocha. A mostra acontece no Aparecida Shopping, no Setor Serra Dourada, em Aparecida de Goiânia, e fica disponível até o dia 13 janeiro. A exposição é gratuita para todo o público. 

A artista plástica Mirian Arceno Rocha catarinense traz para a cidade, uma exposição impactante composta por 14 obras em óleo sobre tela. A mostra inédita em Goiás integra a programação do Festival Rhema, de arte cristã.

O objetivo principal é conscientizar o público sobre situações de abuso sexual que, infelizmente, podem ocorrer em qualquer ambiente e dentro de qualquer coisa independente da classe social. As telas da exposição são uma representação real de relatos de vítimas, além da dramatização dos crimes sofridos pela própria artista e seu marido Oziel Rocha durante a infância. 

O projeto também busca encorar outras vítimas a denunciarem os abusos que sofreram e identificar a arte como um processo de cura. A exposição já percorreu diversas cidades brasileiras e da América Latina, incluindo a Argentina.

Mirian já pinta há 30 anos, mas em 2019 se sentiu inspirada a pintar sobre o tema, com o abuso sexual que viveu aos 8 anos sendo catalizador do seu quadro. Seu marido também viveu a mesma situação aos 11 anos. Ela e o esposo trabalharam durante oito anos ouvindo relatos de vítimas de abusos e violência doméstica, o que inspirou todo o processo de pintura.  

Divulgação

A exposição não tem fins lucrativos e os quadros não são comercializados. “As pessoas passam por ali e recebem a informação, o que desperta gatilhos. Já recebi inúmeros testemunhos de pessoas, como de uma senhora que, aos 60 anos, nunca havia falado sobre o abuso que sofrera, e se sentiu impulsionada a falar pela primeira vez sobre o assunto. É libertador. A arte tem o poder de comunicar sem palavras.”, comentou a artista.

Oziel Rocha, marido de Miriam, conta que demorou quase 40 anos para tratar sobre o seu caso de abuso que sofreu aos 11 anos de idade. Foi durante o processo de terapia que pode se abrir e começar o tratamento para cura da ferida que isso causou.

 

Divulgação

Outras formas de arte

O Festival Rhema 2024 leva mais arte ao Aparecida Shopping. Além da exposição, o evento tem cerca de 20 apresentações artísticas performadas por cerca de 150 artistas de todo país.Entre as atrações estão números circenses, danças e peças teatrais que garantem diversão e leveza ao público. Toda exibição é gratuita. 

Escola de Arte em Goiânia está com 35 vagas para cursos gratuitos para crianças

A Escola do Futuro do Estado de Goiás em Artes Basileu França está com as inscrições abertas, até 21 de janeiro, para o preenchimento de 35 vagas destinadas a crianças de 5 e 6 anos e que serão definidas por sorteio.

Os cursos são na área de Arte-Educação, modalidade presencial, nas turmas Mobile da Imaginação I e Novelo das Artes I.

A definição por sorteio será realizada no dia 2 de fevereiro. A categoria de Iniciação Artística ocorrerá pelo site de Sorteios online: https://sorteador.com.br/sorteio-de-nomes, e o resultado parcial do sorteio será divulgado no dia 7 de fevereiro nos sites: efg.org.br/editais e https://basileufranca.com.br/editais-2023- 2/.

Turmas

Serão formadas duas turmas no matutino e duas turmas no vespertino. No Móbile da Imaginação as crianças terão aulas de artes visuais, música e circo, já as turmas Novelo das Artes terão aulas de artes visuais, dança e teatro.

A EFG em Artes Basileu França é uma unidade pertencente à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI) e, por meio de convênio, é gerida pela Universidade Federal de Goiás, por meio do Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT/UFG).

 

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Monumento histórico é marco de lutas e transformações que moldaram o coração de Goiânia

A Praça do Trabalhador em Goiânia tem uma história rica e complexa, marcada por eventos políticos e culturais significativos. O local é um dos principais pontos de referência do centro da capital de Goiás. De acordo com estudiosos, no projeto inicial da cidade, a Avenida Goiás ligava a Praça Cívica à Praça do Trabalhador, onde  se encontra o edifício da Antiga Estação Ferroviária.

Quando inaugurada, a Praça do Trabalhador se chamava Praça Americano do Brasil, em homenagem ao escritor e médico que fez parte da história de Goiás. O importante local histórico abrigou, por muitos anos, prédios da administração municipal, como secretarias e a sede da Rede Ferroviária Federal (RFFSA), companhia responsável pela administração da linha férrea que passava por Goiânia.

Historiadores goianos dizem que  quando a praça foi inaugurada, a região onde ela foi instalada não fazia parte do Centro. Para os parâmetros da época, o espaço  ficava  na periferia, depois do Bairro Popular.  Foi apenas após os anos 2000 que o Bairro Popular foi oficialmente anexado ao Centro, conta a história de Goiânia. 

A história da capital, conta ainda que, até o final de 1950, a praça era apenas um espaço amplo, em frente à Antiga Estação Ferroviária. Foi em 1959, com a  instalação do Monumento ao Trabalhador que a praça foi  refeita, com novos traços de urbanização e paisagismo.

E foi com essa mudança estrutural e estética que o significado do espaço mudou. A Praça passou a ser utilizada por sindicatos que  passaram a realizar  reuniões, assembleias e manifestações, principalmente nos dias 1º de Maio, no local.

A Praça também se tornou o  ponto final das linhas de ônibus da cidade e abrigava a Estação Ferroviária. Por conta destes fatores o fluxo da circulação de trabalhadores no local era bem alto. Com o tempo, as pessoas da cidade passaram a  chamar o local de Praça do Trabalhador, por conta do grande fluxo de trabalhadores no local. A mudança oficial aconteceu em 1990.

 

Painéis de Clóvis Graciano que compunham o Monumento ao Trabalhador (Foto: Reprodução/Relatório "Monumento ao Trabalhador - estudos para a reconstrução") Reprodução A redação

Painéis de Clóvis Graciano que compunham o Monumento ao Trabalhador (Foto: Reprodução/Relatório “Monumento ao Trabalhador – estudos para a reconstrução”) Reprodução A redação

Em 1959, a Praça recebeu o Monumento do Trabalhador. Ele foi construído em durante o governo de José Feliciano Ferreira e do prefeito Jaime Câmara, em resposta às reivindicações de vários sindicatos trabalhistas que desejavam que Goiânia possuísse algum monumento que homenageasse os trabalhadores de um modo geral. O objetivo evidenciou a importância da luta da classe e de seu trabalho produtivo através dos tempos.

A construção do monumento contou com a participação do engenheiro Farid Helou, que cuidou do traçado urbanístico do local; Elder Rocha Lima, arquiteto que projetou os cavaletes de concreto para sustentar os painéis; e o renomado artista plástico Clóvis Graciano, vencedor do concurso que escolheu as obras de arte a serem expostas no local.

 

Monumento ao Trabalhador foi demolido pela ditadura militar por ser considerado subversivo | Foto: Reprodução

Monumento ao Trabalhador foi demolido pela ditadura militar por ser considerado subversivo | Foto: Reprodução

Com a instalação do monumento, o local passou a ser um dos pontos turísticos, juntamente com a Praça Cívica e o Lago das Rosas, inclusive sendo retratado em diversos cartões postais. O monumento era formado por dois cavaletes, cada um composto por oito colunas de sete metros de altura que emergiam de dois espelhos d’água. Em cada cavalete foi instalado um painel em semicírculo, de 1,5 metro de altura por 12 metros de comprimento, sendo um de frente para o outro e com cinco metros de distância entre as duas pontas. Nesses painéis estava instalada a obra “Os Trabalhadores”, de Clóvis Graciano, toda feita em pastilhas.

Infelizmente, o monumento teve uma existência efêmera. Em 1969, foi alvo de vandalismo pelo Comando de Caça aos Comunistas (CCC), que derramou piche fervido nos murais. A ação foi uma reação ao crescente movimento operário e estudantil em Goiânia, que na época reivindicava direitos civis e trabalhistas. O prefeito da época, Íris Rezende, e as gestões subsequentes não tomaram medidas para restaurar o monumento. Eventualmente, em 1986, o monumento foi demolido para desobstruir a extensão da Avenida Goiás.

O local onde se encontrava o monumento se tornou um importante ponto de encontro para protestos estudantis e de trabalhadores. O movimento trabalhista e sindical em Goiânia, influenciado pelo movimento político-social conhecido como “Reforma de Base” na década de 1960, foi caracterizado pela luta por direitos, melhores condições de trabalho e reconhecimento, desempenhando um papel crucial na história social da cidade.

Hoje, a Praça do Trabalhador abriga diversas referências artísticas e culturais, como o painel de azulejos do artista goiano Siron Franco, inaugurado em 1983, que retrata a história e o cotidiano dos trabalhadores. Outra obra importante é o Relógio das Flores, inaugurado em 1979, que se tornou um símbolo da praça. A praça é um espaço vital para lazer e convivência, frequentado por trabalhadores e famílias em busca de entretenimento e diversão.

A história da Praça do Trabalhador reflete não apenas a importância do movimento operário em Goiânia, mas também as mudanças políticas e sociais da cidade ao longo das décadas, destacando-se como um símbolo de luta e resistência.



Festival Varilux de Cinema Francês estreia em Goiânia

O Festival Varilux, maior festival de cinema francês do Brasil, chega ao Cine Cultura, em Goiânia, nesta quinta-feira (23/11). Serão exibidos na programação longas-metragens distribuídos em quatro sessões por dia, incluindo Culpa e Desejo, novo filme de Catherine Breillat, A Musa de Bonnard, de Martin Provost, e  e o clássico E Deus Criou a Mulher, de Roger Vadim e um dos filmes que eternizou Brigitte Bardot no cinema.
 
A 10ª edição do festival apresenta uma seleção de 19 filmes recentes e inéditos no Brasil, e o roteiro de exibição segue até o dia 6 de dezembro. Mais informações e sinopses podem ser conferidas no site oficial do festival. 
 
O Cine Cultura funciona no Centro Cultural Marietta Telles Machado, na Praça Cívica, inclusive nos fins de semana. O ingresso para as sessões do Varilux será de R$ 16,00 (inteira) e R$ 8,00 (meia), e devem ser adquiridos na bilheteria da unidade, apenas em dinheiro. Lembrando que toda segunda-feira tem ingresso único de meia-entrada.
 
Confira a programação:
 
23/11 – Quinta-feira
– 14h: Sob as Estrelas (2023, 110 min, livre, dir: Sébastien Tulard)
– 16h15: O Renascimento (2023, 95 min, livre, dir: Rémi Bezançon)
– 18h20: O Livro da Discórdia (2023, 97 min, livre, dir: Baya Kasmi)
– 20h25: A Musa de Bonnard (2023, 122 min, 14 anos, dir: Martin Provost)
 
24/11 – Sexta-feira
– 14h: O Livro da Discórdia (2023, 97 min, livre, dir: Baya Kasmi)
– 16h05: O Astronauta (2022, 110 min, livre, dir: Nicolas Giraud)
– 18h20: Crônica de Uma Relação Passageira (2022, 100 min, 14 anos, dir: Emmanuel Mouret)
– 20h25: O Desafio de Marguerite (2023, 112 min, 14 anos, dir: Anne Novion)
 
25/11 – Sábado
– 14h: Almas Gêmeas (2023, 100 min, 14 anos, dir: André Téchiné)
– 16h05: Conduzindo Madeleine (2022, 91 min, livre, dir: Christian Carion)
– 18h: Maestro(s) (2022, 96 min, livre, dir: Bruno Chiche)
– 19h55: As Bestas (2022, 137 min, 14 anos, dir: Rodrigo Sorogoyen)
 
26/11 – Domingo
– 14h: A Viagem de Ernesto e Celestine (2022, 81 min, livre, dir: Julien Chheng e Jean-Christophe Roger)
– 15h45: Meu Novo Brinquedo (2022, 112 min, livre, dir: James Huth)
– 18h: Making Of (2023, 119 min, livre, dir: Cédric Kahn)
– 20h25: Crônica de Uma Relação Passageira (2022, 100 min, 14 anos, dir: Emmanuel Mouret)
 
27/11 – Segunda-feira
– 14h: Disfarce Divino (2023, 98 min, 14 anos, dir: Virginie Sauveur)
– 16h05: A Musa de Bonnard (2023, 122 min, 14 anos, dir: Martin Provost)
– 18h35: O Renascimento (2023, 95 min, livre, dir: Rémi Bezançon)
– 20h40: Culpa e Desejo (2023, 104 min, 16 anos, dir: Catherine Breillat)
 
28/11 – Terça-feira
– 13h: Orlando, Minha Biografia Política (2023, 98 min, 14 anos, dir: Paul B. Preciado)
– 15h05: Memórias de Paris (2022, 105 min, 14 anos, dir: Alice Winocour)
– 17h15: As Bestas (2022, 137 min, 14 anos, dir: Rodrigo Sorogoyen)
– 20h: Sob as Estrelas (2023, 110 min, livre, dir: Sébastien Tulard)
 
29/11 – Quarta-feira
– 13h: A Musa de Bonnard (2023, 122 min, 14 anos, dir: Martin Provost)
– 15h30: O Renascimento (2023, 95 min, livre, dir: Rémi Bezançon)
– 17h35: Meu Novo Brinquedo (2022, 112 min, livre, dir: James Huth)
– 19h50: Maestro(s) (2022, 96 min, livre, dir: Bruno Chiche)
 
30/11 – Quinta-feira
– 14h: O Desafio de Marguerite (2023, 112 min, 14 anos, dir: Anne Novion)
– 16h15: Disfarce Divino (2023, 98 min, 14 anos, dir: Virginie Sauveur)
– 18h20: Conduzindo Madeleine (2022, 91 min, livre, dir: Christian Carion)
– 20h20: O Livro da Discórdia (2023, 97 min, livre, dir: Baya Kasmi)
 
01/12 – Sexta-feira
– 14h: Crônica de Uma Relação Passageira (2022, 100 min, 14 anos, dir: Emmanuel Mouret)
– 16h05: Memórias de Paris (2022, 105 min, 14 anos, dir: Alice Winocour)
– 18h15: Almas Gêmeas (2023, 100 min, 14 anos, dir: André Téchiné)
– 20h15: As Bestas (2022, 137 min, 14 anos, dir: Rodrigo Sorogoyen)
 
02/12 – Sábado
– 13h30: Meu Novo Brinquedo (2022, 112 min, livre, dir: James Huth)
– 15h45: Making Of (2023, 119 min, livre, dir: Cédric Kahn)
– 18h10: Sob as Estrelas (2023, 110 min, livre, dir: Sébastien Tulard)
– 20h25: Culpa e Desejo (2023, 104 min, 16 anos, dir: Catherine Breillat)
 
03/12 – Domingo
– 14h: O Desafio de Marguerite (2023, 112 min, 14 anos, dir: Anne Novion)
– 16h15: O Astronauta (2022, 110 min, livre, dir: Nicolas Giraud)
– 18h30: Clássico: E Deus Criou a Mulher (1956, 95 min, 14 anos, dir: Roger Vadim)
– 20h30: Maestro(s) (2022, 96 min, livre, dir: Bruno Chiche)

 
 
04/12 – Segunda-feira
– 14h: A Viagem de Ernesto e Celestine (2022, 81 min, livre, dir: Julien Chheng e Jean-Christophe Roger)
– 15h45: Conduzindo Madeleine (2022, 91 min, livre, dir: Christian Carion)
– 17h40: Crônica de Uma Relação Passageira (2022, 100 min, 14 anos, dir: Emmanuel Mouret)
– 19h45: Making Of (2023, 119 min, livre, dir: Cédric Kahn)
 
05/12 – Terça-feira
– 14h: Sob as Estrelas (2023, 110 min, livre, dir: Sébastien Tulard)
– 16h15: Memórias de Paris (2022, 105 min, 14 anos, dir: Alice Winocour)
– 18h25: O Astronauta (2022, 110 min, livre, dir: Nicolas Giraud)
– 20h40: Almas Gêmeas (2023, 100 min, 14 anos, dir: André Téchiné)
 
06/12 – Quarta-feira
– 13h: As Bestas (2022, 137 min, 14 anos, dir: Rodrigo Sorogoyen)
– 15h45: Making Of (2023, 119 min, livre, dir: Cédric Kahn)
– 18h10: Disfarce Divino (2023, 98 min, 14 anos, dir: Virginie Sauveur)
– 20h15: Orlando, Minha Biografia Política (2023, 98 min, 14 anos, dir: Paul B. Preciado)

 

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Vila Cultural Cora Coralina é um refúgio cultural no coração de Goiânia

Estrategicamente localizada no centro de Goiânia, e projetada pelo arquiteto e urbanista de renome Luiz Fernando Cruvinel, a Vila cultural Cora Coralina foi inaugurada em 31 de outubro de 2013, completando em 2023 uma década. O local tem muito a comemorar neste aniversário de 10 anos, visto que a vila virou ponto de parada por oferecer entretenimento de qualidade e gratuito, com uma circulação diária de visitantes

 

A Vila Cultural Cora Coralina abriga eventos de ações de caráter estritamente cultural, destinada à produção da classe artística goiana. Seu nome faz homenagem a uma importante figura brasileira, nascida na cidade de Goiás: Cora Coralina, uma poetisa e contista, considerada uma das mais importantes escritoras brasileiras. Ao fazer uma visita à Vila Cultural Cora Coralina podemos encontrar um centro cultural de enorme riqueza, que abriga exposições de artes visuais e plásticas, além de livros de conteúdo cultural, feiras de artesanato, mostra de filmes, entre diversos outros programas culturais, sendo assim, a Vila se torna o local perfeito para aqueles que buscam e anseiam por um encontro com a arte e a cultura.  

 

 

Através da Vila Cultural Cora Coralina o governo estadual tem objetivo de revitalizar o Centro de Goiânia e resgatar a memória da capital. A administração do local, antes pertencia a Goiás Turismo, mas pouco tempo depois de sua inauguração, foi transferida para a Secretaria de Estado da Cultura (Secult/GO). O local conta com uma sala de Exposições Principal, Sala Multimídia João Bênnio (com capacidade para 59 pessoas), Sala Antônio Poteiro, Sala Sebastião Barbosa, Hall, Varanda e a Praça Belkiss Spenciére. 

 

Diariamente, a Vila Cultural recebe diversos visitantes de públicos diversos, como turistas, comunidade local, escolas, universidades e quem mais tiver interesse na rica cultura que o local oferece. Todo e qualquer amante de arte e cultura pode visitar a Vila Cultural de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, está localizado na Rua 3 do Setor Central e a entrada é totalmente gratuita. Além de tudo, o local também é pet friendly, ou seja, aceita a entrada de animais de estimação. As mostras são temporárias e isso pode ser um estímulo ao público, pois a cada mês a Vila Cultural oferece novidades, com novas exposições. 

 

A Vila Cultural Cora Coralina não é apenas um espaço físico dedicado à arte e à cultura em Goiânia, mas também um local inspirador que guarda uma diversidade artística e cultural, e que nos mostra a importância de valorizar a arte e a cultura em nossa cidade. É fundamental que continuemos dando apoio a essa instituição cultural preciosa, valorizando que a Vila Cultural desempenha um papel vital na educação cultural. Você que aprecia arte e que valoriza a cultura não pode deixar de conhecer este lugar. 

 

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