8 raças de cachorro que só parecem bravas mas que são mansas por natureza

No mundo animal, há raças de cachorros que se destacam pela aparência intimidadora e que podem parecer bravas à primeira vista. No entanto, na verdade, são extremamente dóceis e amigáveis quando criadas adequadamente em um ambiente amoroso e estimulante. Isso porque o comportamento e temperamento são influenciados pela criação, socialização e treinamento.

Por isso, abaixo, conheça 8 raças de cachorro que só aparentam ser bravas!

 

1 – Staffordshire Bull Terrier

Staffordshire bull terrier

Imagem: Reprodução/internet

Originário da Inglaterra, o Staffordshire Bull Terrier foi inicialmente criado para rinhas de cães. Hoje, é conhecido por sua natureza gentil e amorosa, além da lealdade e disposição para agradar. Esse cachorro possui um físico musculoso e compacto, com uma expressão facial que pode parecer intimidadora para alguns, mas, na verdade, ele é carinhoso e afetuoso, especialmente com crianças.

 

2 – Buldogue Americano

Buldogue americano

Imagem: Reprodução/internet

Descendente dos antigos Buldogues usados em combates contra touros, o Buldogue Americano é originário dos Estados Unidos. Ele é conhecido por sua lealdade e temperamento gentil. Possui uma estrutura física robusta e uma expressão facial que pode colocar medo em algumas pessoas, mas é geralmente um cachorro calmo, paciente e excelente para famílias.

 

3 – Rottweiler

Rottweiler

Imagem: Reprodução/Metrópoles

Originário da Alemanha, o Rottweiler foi usado como cão de guarda e gado. Ele tem um corpo musculoso e compacto, com uma expressão facial que pode amedrontar alguns. Apesar de sua aparência imponente, esse cachorro é conhecido por ser leal, corajoso e protetor de sua família. Com uma socialização adequada, pode se dar bem com outros animais e crianças.

 

4 – Dobermann

Dobermann

Imagem: Reprodução/DogLife

Criado na Alemanha como cão de guarda, o Doberman é uma raça altamente inteligente, enérgica e leal. Possui uma aparência atlética e elegante, com uma expressão séria. É protetor de sua família e muito afetuoso. Além disso, esse cachorro se torna amigável com estranhos quando devidamente socializado.

 

5 – Boxer

Boxer

Imagem: Reprodução/Britannica

Originário da Alemanha, o Boxer era usado em caçadas e como cachorro de guarda. É uma raça conhecida por sua grande energia, personalidade brincalhona e lealdade inabalável. Possui uma aparência musculosa e uma expressão facial animada, mas é um cachorro extremamente amigável, especialmente com crianças. Inclusive, muitas vezes é descrito como um “eterno filhote”.

 

6 – Bulmastife

Bulmastife

Imagem: Reprodução/Patas da Casa

Criado na Inglaterra para proteger propriedades de caçadores, o Bulmastife é um cachorro de grande porte com uma presença imponente. Apesar de sua aparência intimidadora, é conhecido por sua natureza gentil e protetora. É extremamente leal à sua família e geralmente calmo e relaxado em casa.

 

7 – Staffordshire Terrier Americano

Staffordshire Terrier Americano

Imagem: Reprodução/internet

O Staffordshire Terrier Americano é uma raça de cachorro originária dos Estados Unidos, onde foi criada para combate. Todavia, é conhecida por ser extremamente amigável, especialmente com crianças. Possui um físico musculoso e uma expressão facial confiante, mas é gentil, leal e carinhoso com sua família.

 

8 – Mastim Napolitano

Mastim Napolitano

Imagem: Reprodução/Canal do Pet

Originário da Itália, o Mastim Napolitano era usado como cão de guerra na Roma Antiga. É uma raça de grande porte com uma aparência poderosa e imponente. Apesar de sua reputação como um cachorro de guarda, é conhecido por ser calmo, afetuoso e protetor. Com a socialização adequada, pode ser um companheiro leal e amoroso com pessoas e outros animais.

 

(Via Estadão Conteúdo)

Nova Inteligência Artificial promete traduzir o que os Cães ”falam”

No início do mês de junho, a BBC News divulgou uma pesquisa revolucionária da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, onde cientistas estão utilizando inteligência artificial (IA) para interpretar os latidos dos cães, buscando compreender se eles estão expressando alegria ou raiva. Esta inovação promete transformar a forma como as pessoas interpretam a comunicação animal.

Os pesquisadores estão empregando IA para decifrar se um latido representa felicidade ou raiva, além de identificar a idade, o sexo e a raça do animal com base em suas vocalizações. Reaproveitando modelos computacionais treinados na fala humana, os cientistas já avançaram na decodificação da comunicação canina.

Para contornar o desafio de interpretar os latidos, a equipe de cientistas coletou os sons de 74 cães de diferentes raças, idades e sexos em diversos contextos. Estes dados foram inseridos em um modelo de aprendizado de máquina originalmente projetado para analisar a fala humana. A IA foi capaz de identificar com 70% dos latidos.

De acordo com o estudo, “os resultados mostram que os sons e padrões derivados da fala humana podem servir como base para analisar e entender os padrões acústicos de outros sons, como vocalizações de animais”.

Os cientistas afirmam que essas descobertas podem ter “implicações importantes” para o bem-estar animal. Entender melhor as nuances dos vários sons emitidos pelos cães poderiam melhorar a forma como os humanos interpretam e respondem às necessidades emocionais e físicas deles. Esta tecnologia pode, por exemplo, permitir que donos de animais e veterinários identifiquem sinais de desconforto, medo ou alegria, aprimorando o cuidado e a interação com os cães.

A IA poderá ser usada para desenvolver dispositivos que traduzam os latidos em tempo real, facilitando a compreensão dos estados emocionais dos cães e, potencialmente, de outros animais de estimação.

 

 

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Goiânia recebe evento de adoção responsável de Cães

Goiânia recebe, neste sábado, dia 20, das 10h às 14h, o evento de adoção responsável “PetDoro”, que será realizado no Plaza D’Oro Shopping. A ação acontece em parceria com a Associação Anjos da Rua e disponibilizará para adoção dez cães adultos de pequeno porte, todos vacinados, vermifugados e castrados.

A fundadora e presidente da associação, Simone Alves, explica que a adoção é feita em um processo responsável, tanto para os animais, que devem estar com vacinação, vermifugação e castração em dia, como para os adotantes, que passam por uma entrevista de triagem e devem atender a uma série de requisitos para efetuar a adoção.

“A entrevista de triagem é feita na hora. Temos um questionário em que fazemos um levantamento presencial socioeconômico da pessoa. Isso porque o percentual de devolução de animais é alto. Principalmente em locais muito abertos, que as pessoas estão circulando, se você não fizer uma boa triagem as pessoas adotam por impulso, porque viram ali o cachorrinho bonitinho e quer adotá-lo, e depois nos procuram para devolvê-lo. Então, a cada dia, tentamos ser um pouco mais criteriosos nesta triagem para que não haja esta devolução”, esclarece.

Simone ressalta, ainda, que não há taxa de adoção, como é comum ocorrer em outros eventos de adoção, e que a ação no Plaza D’Oro também terá um bazar solidário para ajudar nos custos da associação.

No bazar, o público poderá adquirir peças novas e seminovas, inclusive confeccionadas pela própria ONG, como mantas, além de calçados femininos que o projeto recebeu de doações. Toda a verba arrecadada será revertida para cuidados com a saúde e alimentação dos animais que a associação apoia no resgate e no tratamento.

Sobre a Associação Anjos da Rua

Com atuação pioneira em Goiânia desde 2018, a Associação Anjos da Rua é uma “ONG mãe”, o que significa que seu trabalho não é resgatar animais de rua, mas sim amparar abrigos e protetores independentes neste trabalho, sobretudo na parte clínica. A missão do projeto é ser um elo entre as pessoas e os animais vulneráveis, para que eles tenham melhores condições de bem-estar, respeito e dignidade.

Por meio de captação de recursos em eventos beneficentes e campanhas em redes sociais, a Anjos da Rua proporciona consultas médicas, exames, tratamentos, medicamentos, cirurgias diversas, castrações, vacinas, rações, materiais de limpeza e construção, além de apoiar outras iniciativas independentes, bem como pessoas em situação de vulnerabilidade que se envolvem na proteção e cuidado com animais.

Ao todo, a ONG já realizou cerca de três mil castrações e mais de mil cirurgias de emergência de animais atropelados.

Cuidar de um cão melhora a qualidade de vida ao envelhecer, afirma pesquisa

Conviver com um cachorro é uma experiência que combina prazer e responsabilidade. É necessário dedicar tempo para passeios, banhos, alimentação, vacinação, carinho e visitas regulares ao veterinário. No entanto, os benefícios são notáveis, não apenas para o nosso bem-estar emocional, mas também para promover um envelhecimento ativo em todas as áreas.

Ao acompanhar por três anos mais de 11 mil pessoas com idades entre 65 e 84 anos, um estudo japonês concluiu que os idosos que possuíam um cão apresentavam um menor risco de desenvolver deficiências, tanto cognitivas quanto motoras.

Os cientistas apontaram que os cuidados diários com os pets demandam movimento físico, aptidões como memória e raciocínio, também os passeios que devem ser feitos com o cão que beneficia o dono. São funções que dão apoio, nas palavras dos cientistas, a um “envelhecimento bem-sucedido”. 

Os estudiosos afirmam que gatos não geram o mesmo “impacto” que os cães, pois não requerem tantas exigências por parte dos cuidadores.

 Uma amizade vantajosa para os dois 

Ter um cachorro pode ajudar na vida de qualquer um, seja em atividades simples como levar seu animalzinho para passear fora de casa, já conta como uma atividade física principalmente para os idosos. Caminhar se transforma em uma interação social onde é possível conhecer e conversar com outros donos de pets, introduzindo a rotina novos relacionamentos. 

Sendo a solidão um desafio na vida de muitos idoso e a dificuldade de fazer interações, compartilhar o seu tempo com um animal de estimação reduz o sofrimento psicológico com uma companhia valiosa.   

A responsabilidade de cuidar de outro ser vivo estimula o cérebro prevenindo falhas cognitivas e também ajuda a manutenção da própria saúde.

 

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Pesquisa aponta que nova geração gosta mais de animais do que de gente

Você certamente já deve ter ouvido alguém dizendo que “cachorro é melhor que muita gente”. E para várias pessoas nascidas entre 1981 e 1995, que integram a chamada geração dos millennials com idade em torno de 27 e 41 anos, o amor por cães e gatos supera, até mesmo, o sentimento nutrido por alguns familiares.

Pesquisa feita nos Estados Unidos pela Consumer Affairs mostra que 83% dos donos de cães dizem amar mais os animais do que pelo menos um familiar. Quando trata-se de gatos, o índice sobe um pouco e chega a 85%, aponta o levantamento. Em um balanço geral, sem distinção por espécie animal, o percentual que tem os bichos em primeiro lugar na lista de preferências afetivas é de 81%

Quando questionados dos familiares mais rejeitados, os participantes da pesquisa citam os irmãos, em primeiro lugar, com 57%. As mães figuram em segundo lugar (50%), seguidas por pais (41%), avós (31%) e parceiros (30%). Tios e primos aparecem na última posição, citados apenas por 12%.

A maioria das pessoas desta geração tem cachorros ou gatos, vivem em casas nas capitais brasileiras e tem pelo menos um pet adotado. Para esse grupo, é comum gostar mais do pet do que da maioria das pessoas, gastar dinheiro com eles e se considerarem pai ou mãe do pet.

Quando convidados a responder sobre as coisas mais importantes da vida, “meu pet” aparece atrás apenas da família e religiosidade e na frente de amigos, trabalho e lazer. Amor foi a palavra escolhida para resumir a relação entre tutores e pets, seguida por amizade e companheirismo.

A pesquisa também aponta para o crescimento das adoções. Cerca de 47% dos entrevistados afirmam que têm um pet para dar uma “vida melhor para ele”. Além disso, a nova geração de tutores também é mais engajada em iniciativas ligadas à causa do bem-estar animal, e que a doação é o modo mais comum de contribuição. Cerca de 61% têm o hábito de doar alimentos ou insumos e 46% acolhem animais abandonados.

Já Geração Z fica mais feliz ao ver seu pet do que o próprio crush!

Os membros da Geração Z, os nascidos entre 1997 e 2010, costumam deixar os Millennials confusos. Seja pela gírias, seja pela maneira de levar a vida: a lacuna geracional é uma realidade e, de fato, existem várias diferenças entre os grupos.

Uma nova pesquisa mostrou que os parceiros românticos, por exemplo, já não são prioridade dos mais jovens. Quem agora ocupa o primeiro lugar são os pets!

O estudo analisou 2 mil respostas de tutores de diferentes gerações e, curiosamente, os animais também chegaram a ter mais destaque do que as próprias bandas de música. Na hora de economizar, 37% da GenZ prefere guardar seu dinheiro para gastar com itens para o pet do que fazer uma viagem (20%) ou comprar um ingresso para um show (27%).

Jantares românticos e momentos a dois também ficam fora do páreo. 41% afirma ter mais chance de gastar US$ 100, algo em torno de R$ 500, com seu animal do que fazer alguma atividade com o ‘mozão’. Ao que tudo indica, esses dados estão relacionados com a importância dos bichos na vida dos entrevistados.

36% admite ficar mais feliz em ver seu peludo do que seu próprio parceiro, o dado é o que mais chama atenção, visto que a diferença foi a maior entre todas as gerações pesquisadas.

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10 motivos para você criar um cachorro Pastor Alemão

O pastor alemão, originário da Alemanha, foi inicialmente desenvolvido no final do século XIX para ser um cão de trabalho versátil, desempenhando funções como pastor de ovelhas e gado. Mas esse cachorro logo se destacou por sua inteligência excepcional, instinto de proteção aguçado e adaptabilidade.

Em termos de personalidade, ele é conhecido por sua lealdade inabalável aos tutores, além do senso de proteção. Além disso, sua inteligência facilita o treinamento, tornando-o um cão obediente.

A seguir, confira outras características que fazem dele um excelente animal de estimação!

  1. Companheirismo inigualável

Os pastores alemães estabelecem, em geral, laços profundos com seus tutores. Essa conexão vai além da mera relação de tutor e animal, proporcionando uma amizade leal e duradoura.

  1. Inteligência excepcional

A inteligência desta raça é notável, facilitando o processo de treinamento. Os pastores alemães aprendem com rapidez comandos e truques, sendo ideais para tutores que desejam um animal de estimação fácil de educar.

  1. Protetores naturais

O instinto de proteção inato nos pastores alemães os torna excelentes cães de guarda. Essa característica é valiosa para a segurança da família e do lar, proporcionando tranquilidade aos seus tutores.

  1. Versatilidade

Esta raça é incrivelmente versátil e capaz de desempenhar diversas funções. Seja como cão de serviço, terapia, busca e resgate ou simplesmente como um companheiro familiar, os pastores alemães se adaptam com facilidade.

  1. Energia equilibrada

Apesar de enérgicos, eles possuem uma energia equilibrada. Isso significa que são igualmente capazes de se adaptar a ambientes urbanos e rurais, atendendo às necessidades de diferentes estilos de vida.

  1. Fácil cuidado

Com pelos curtos e densos, o cuidado com esses cachorros é relativamente fácil. Escovações regulares são suficientes para manter a pelagem em bom estado, o que é uma vantagem para tutores que buscam uma raça de baixa manutenção.

  1. Família e crianças

Sua natureza tolerante e carinhosa faz dos pastores alemães excelentes companheiros para famílias, especialmente aquelas com crianças. A paciência e o carinho desses cães contribuem para um ambiente familiar harmonioso.

  1. Saúde robusta

Em geral, os pastores alemães são saudáveis, especialmente quando provenientes de criadores responsáveis e com boa genética. Essa robustez proporciona aos tutores a confiança de que estão trazendo para casa um animal de estimação com boa saúde.

  1. Atletismo natural

Pastores alemães adoram atividades físicas e são naturalmente atléticos. Isso os torna companheiros ideais para tutores que desejam compartilhar suas atividades ao ar livre, como corridas, caminhadas e até mesmo esportes caninos.

  1. Instinto de trabalho

Os pastores alemães têm um forte instinto de trabalho que pode ser canalizado de várias maneiras. Eles adoram ter uma tarefa para realizar, seja ajudando em atividades domésticas, participando de esportes caninos ou mesmo acompanhando seus tutores em suas rotinas diárias.

 

*Fonte: A Gazeta

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Projeto de Lei quer proibir criação de Shih-tzu, Buldogue e Pug no Brasil

A criação e venda de animais braquicefálicos, ou seja, de focinho curto, pode ter um fim no Brasil. Esses cãezinhos sofrem com problemas de saúde devido ao formato de seus focinhos.

Por conta disso, duas proposições de lei defendem o fim da criação e comercialização de cães braquicefálicos. A primeira proposta para a Câmara dos Deputados, feita ainda em 2023, foi apresentada pela deputada Duda Salabert (PDT – MG).

Segundo o texto do projeto, deve ser “proibida a aquisição, venda, importação e reprodução intencional de animais de estimação que apresentem características físicas prejudiciais, causadoras de sofrimento permanente, resultantes de práticas de criação seletiva voltadas prioritariamente para a estética”.

Na proposta, a parlamentar também pontua como sofrimento a condição de raças de cães que possuem muitas dobras na pele e gatos com orelhas dobradas (como os scottish folds). Ela explica que, devido à anatomia do crânio, os olhos ficam mais expostos, portanto ficam mais secos, sendo predispostos a úlceras de córneas, traumas oculares, entrópio (dobramento da pálpebra), protusão da 3ª pálpebra (exteriorização e inflamação da 3ª pálpebra – cherry eye).

É a partir deste argumento que a medida proposta pelo deputado Nilto Tatto (PT-SP) está sendo apresentada. No Projeto de Lei 433/2024, que foi apresentado no fim do mês de fevereiro, o deputado argumenta que o animal sofre com tais condições. Caso seja aprovada, quem já possui o animal não será afetado.

“Para muitos veterinários, os cães braquicefálicos são criados para sofrer. […] Com o objetivo de assegurar o bem-estar animal, estamos propondo o fim da criação e comercialização de animais braquicefálicos no Brasil”, escreveu o deputado.

O projeto de lei prevê punições, como multas e suspensão ou revogação de licenças, para estabelecimentos que violarem as normas sobre a venda e criação de animais.

As duas proposições serão debatidas em Congresso Nacional.

Segundo as propostas, os tutores atuais de cães dessas raças não serão impactados pela lei, caso haja a aprovação do Legislativo e posterior sanção do Executivo.

 

*Com informações portal Terra 

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Brincar com Cães ajuda a reduzir o estresse

Se você fica relaxado ao brincar com cães ou ao assistir vídeos dos animais nas redes sociais, pode estar no caminho certo.

Interagir com cães dessa forma pode fortalecer as ondas cerebrais associadas ao descanso e relaxamento, de acordo com um pequeno estudo publicado na última quarta-feira (13/3) no periódico científico Plos One.

Vários estudos têm demonstrado os benefícios emocionais, fisiológicos e cognitivos das interações com animais, especialmente cães – como aumento de energia, aumento de emoções positivas ou redução do risco de perda de memória. Por isso, as intervenções de saúde assistida por animais são cada vez mais utilizadas em diversos campos, afirmaram os autores do estudo.

Estudos anteriores frequentemente adotavam “uma abordagem holística, comparando o humor ou os níveis hormonais das pessoas antes e depois de passarem tempo com um cachorro”, disse o primeiro autor do estudo, Onyoo Yoo, estudante de doutorado na escola de pós-graduação da Universidade Konkuk em Seul, por e-mail.

Neste novo estudo, Yoo e seus colegas buscaram descobrir como o humor era afetado por atividades específicas – em vez de apenas interação geral com um cachorro – medindo objetivamente a atividade cerebral e perguntando aos participantes sobre suas emoções subjetivas.

Como o estudo foi realizado?

O estudo envolveu 30 adultos saudáveis com idade média de cerca de 28 anos que foram recrutados em salões de pet e em uma escola de banho e tosa de cães em Seongnam, Coreia do Sul, entre maio e junho de 2022.

Em uma sala monótona e tranquila em uma academia de banho local, cada participante realizou oito atividades com um poodle padrão fêmea de 4 anos de idade, bem treinada, pertencente ao autor principal do estudo. As atividades incluíam conhecer, brincar, alimentar, massagear, cuidar, fotografar, abraçar e passear com o cachorro.

Participante do estudo faz carinho no poodle envolvido na pesquisa / EurekAlert/PLoS One Journal/Konk via CNN Newsource

Antes do início das atividades, os participantes sentaram e olharam para a parede por três minutos para minimizar qualquer estimulação que pudesse influenciar os resultados. Os autores mediram as ondas cerebrais dos participantes, usando testes de eletroencefalograma, ou EEG, por três minutos durante cada atividade.

Um EEG é um teste não invasivo que mede a atividade elétrica no cérebro usando pequenos discos de metal chamados eletrodos, que são fixados no couro cabeludo. Esses testes fornecem “informações rápidas e precisas sobre processos inconscientes que a auto-avaliação pode não revelar”, disse Yoo.

Após cada tarefa, os autores deram aos participantes alguns minutos para responder a questionários sobre seus estados emocionais. Todo o processo levou cerca de uma hora.

Diferentes atividades tiveram efeitos variados nas ondas cerebrais dos participantes. Brincar e passear com um cachorro aumentou a força das oscilações da banda alfa, descobriram os autores, o que geralmente indica estabilidade e relaxamento. A atividade de ondas alfa tem sido associada a uma melhoria na memória e redução do estresse mental, de acordo com o estudo.

Cuidar, brincar e massagear gentilmente o cachorro foi associado ao fortalecimento da oscilação da banda beta, que está associada a uma atenção e concentração elevadas. Os participantes também se sentiram significativamente menos deprimidos, estressados e fatigados após interagir com o poodle.

Embora muitas das pesquisas nesse campo tenham sido anedóticas ou subjetivas, “não é surpreendente” que o novo estudo forneça mais insights sobre exatamente como os benefícios conhecidos podem estar ocorrendo, disse a Dra. Colleen Dell, professora e presidente de pesquisa em One Health & Wellness na Universidade de Saskatchewan, no Canadá, por e-mail.

“Estudar a área de várias maneiras – como o EEG e escalas subjetivas – é realmente importante”, disse Dell, que não esteve envolvida no estudo.

Como o envolvimento com cães afeta o cérebro

Embora nem todos os participantes tivessem animais de estimação próprios, “o carinho por animais provavelmente motivou sua disposição em participar do experimento, potencialmente enviesando os resultados”, disse Yoo. “A terapia assistida por animais pode ser muito benéfica para pessoas que gostam de estar perto de animais.”

Além das mudanças na atividade cerebral observadas na pesquisa, “este estudo não foi projetado para determinar quais mecanismos podem ligar as interações com animais aos observados mudanças na atividade cerebral”, disse a Dra. Tiffany Braley, professora da Cátedra Holtom-Garrett de Neurologia da Universidade de Michigan, que não participou do estudo.

No entanto, o córtex pré-frontal, uma das regiões examinadas neste estudo, “é pensado para estar envolvido no processamento emocional e social, oferecendo a possibilidade de que o vínculo emocional ou social com os animais possa afetar a atividade nesta região”, acrescentou Braley por e-mail. “Além disso, estudos anteriores sugeriram que a redução dos níveis de cortisol e o aumento da ocitocina podem desempenhar um papel nas mudanças fisiológicas associadas às interações humano-animal.”

O estudo teve algumas fraquezas, afirmaram os especialistas – como o baixo número de participantes do estudo e o fato de eles não terem condições mentais, médicas ou neurológicas, que poderiam se beneficiar mais desses tipos de intervenções, disse Braley. Além disso, o estudo não teve um grupo de controle para ver se as ações, quando feitas com um humano em vez de um cachorro, teriam benefícios semelhantes.

“Será importante confirmar a validade desses resultados em estudos futuros”, disse Yoo.

Aplicando a pesquisa canina em sua vida

Embora mais estudos sejam necessários, se você já tem um cachorro, agora há mais evidências apoiando interações com seu animal de estimação, afirmaram os especialistas.

A maioria dessas atividades provavelmente é apreciada pelo seu cachorro, disse Dell, mas preste atenção ao que eles não gostam – alguns cachorros não gostam de ser abraçados, por exemplo.

Se você quiser adotar um cachorro, há várias coisas que você deve considerar. Você precisaria de dinheiro extra para pelo menos suprimentos para animais de estimação, cuidados de saúde, brinquedos, comida e cuidados com animais, que podem somar centenas ou milhares de dólares anualmente. Se você adotar um filhote, ele precisará ser treinado, e qualquer novo animal de estimação precisaria ser aclimatado a um novo ambiente, independentemente da idade. Depois, há o tempo de qualidade que um cachorro precisa regularmente.

Se você não estiver pronto para ter um animal de estimação, mas ainda quiser obter os benefícios para a saúde emocional, pode querer experimentar brincar com o animal de estimação de um ente querido ou visitar um abrigo local ou loja de animais que permita brincar com os cachorros, mesmo que você não vá adotá-los. Fazer isso é especialmente encorajado em lugares com muitos filhotes, pois o tempo de qualidade ajuda a socializá-los.

O reconhecimento do bem-estar do cachorro é importante, disse Dell, “porque se o cachorro não estiver saudável e feliz, então ele (também) não pode participar plenamente da intervenção”.

 

*CNN Brasil

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‘Vira-lata caramelo’ pode ser reconhecido como manifestação cultural imaterial do Brasil

O famoso “vira-lata caramelo”, que estampa camisetas Brasil afora e é informalmente considerado um símbolo nacional, pode ser reconhecido legalmente como manifestação cultural imaterial do País.

Um projeto que propõe a transformação do termo em patrimônio brasileiro tramita na Câmara dos Deputados e faz uma ode aos mascotes. O termo, segundo o autor da proposta, deputado Felipe Becari (União-SP), identifica o animal como “um dos cachorros mais populares e amados do Brasil”, com olhos “marcantes e simpáticos”.

“Além de serem muito bonitos, os vira-latas caramelo são também conhecidos pela sua inteligência e carinho. São extremamente ativos, leais aos seus donos e adoram brincar e se divertir com as pessoas”, descreve o projeto. Para Becari, “apesar de muito amados”, os cãezinhos sem raça definida sofrem preconceito de algumas pessoas.

Ele defende que esses cães são tão “inteligentes, leais e adoráveis” quanto os de raça definida. Para o parlamentar, os vira-latas caramelo, resultantes de misturas de diversas raças, ajudam a mostrar que “a diversidade é uma das nossas maiores riquezas” nacionais.

Se aprovado o reconhecimento, o vira-lata caramelo fará parte da lista de patrimônios culturais imateriais do Brasil, como a roda de capoeira, o queijo minas artesanal, o Círio de Nazaré, o Bumba Meu Boi, entre outros.

Famoso

Em 2020, em uma campanha dos internautas para que o caramelo estampasse as cédulas de R$ 200 que seriam lançadas em setembro, o Banco Central (BC) escolheu o animalzinho para anunciar a chegada da nota. Na propaganda, o mascote pede que a população “receba com o mesmo carinho” o lobo-guará, ao qual se referiu como “caramelo do Cerrado”.

Na época, uma petição pedindo a troca foi criada pelo deputado federal Fred Costa (Patriota-MG) e teve mais de 70 mil assinaturas, mas o pedido foi negado pelo BC. O projeto, proposto em abril de 2023, já foi aprovado na Comissão de Cultura e deve seguir para a Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) depois do recesso parlamentar. Se aprovado também nessa comissão, o projeto não precisará ser votado no plenário da Casa, pois tramita em caráter conclusivo, seguindo para apreciação do Senado.

*Agência Brasil

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Esse é o ranking com as 10 raças de cachorros mais inteligentes do mundo

Os cães são considerados os melhores amigos do homem. A educação de um cachorro pode ter uma dimensão complexa e até variar de acordo com a raça do animal, já que alguns podem ter mais facilidade para aprender novas tarefas.

Assim como os humanos, alguns cães parecem ser capazes de aprender qualquer coisa, enquanto outros têm habilidades limitadas e específicas, conforme a explicação de Stanley Coren em seu livro A Inteligência dos Cães: um guia para os pensamentos, emoções e vidas internas de nossos companheiros caninos (disponível no Brasil).

Nesta obra, publicada em 1994 e revisada em 2006, Coren classificou 140 raças de cães em termos de obediência e inteligência de trabalho. Ou seja, sua capacidade de responder ao controle e às ordens humanas.

O livro aponta que os cães pastores e retrievers tendem a obter a pontuação mais alta, e os cães de caça, a mais baixa. No entanto, existem raças mais e menos brilhantes dentro de cada um dos grupos de cães.

De acordo com a classificação de Coren, os cães indicados entre os dez primeiros (os mais brilhantes, em obediência e inteligência de trabalho) tendem a entender novos comandos com facilidade e lembrar desses novos hábitos sem necessidade perceptível de prática.

Confira o ranking abaixo:

1º Border Collie

Border Collie é uma raça canina do tipo collie desenvolvida na região da fronteira anglo-escocesa na Grã-Bretanha para o trabalho de pastorear gado ovino. De porte médio e popular pela aparência, ele tem muita energia e está sempre apto para praticar alguma atividade, por isso, tem conquistado cada vez mais tutores que buscam por um companheiro para rotinas mais agitadas.

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2º Poodle

Poodle, de acordo com a Federação Cinológica Internacional é oriunda da França, por ter sido reivindicada, porém ela já era há muito tempo criada em países da Europa Central como a Alemanha. Originalmente, era utilizado como cão de caça a aves aquáticas. Outra característica dos peludos é possuírem quatro portes: Grande, Médio, Anão e Toy. Em todos, o Poodle se mostra um cão fiel ao seu tutor e muito obediente, aspectos que tornaram o cachorro tão querido entre os tutores.

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3º Pastor Alemão

Certamente um dos cães mais elegantes e ativos que existem, o Pastor-alemão pode ter uma fama de bravo, mas é, na verdade, um grande amigo da família. Com o treinamento correto, todas as características cativantes deste pet vêm à tona — e não são poucas! Muito obediente, este amigão está sempre alerta para proteger a casa e a família, sendo um exemplo de lealdade. Se estiver acostumado desde cedo, ele pode ser uma excelente companhia para os tutores, as crianças e até mesmo outros pets!

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4º Golden Retriever

De origem britânica, conhecido por ser muito dócil e companheiro, o Golden Retriever é considerado por muitos o “cão dos sonhos”. Bastante inteligente, pronto para aprender truques e muitas vezes usados como cães-guia, o Golden é um cachorro ativo e que gosta de ajudar e agradar a todos (inclusive aqueles que não conhece tão bem). Adora truques e precisa de muita atenção e de tempo disponível para gastar sua energia.

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5º Doberman 

Também chamado de Dobermane ou apenas Doberman Pinscher, esta é uma raça originária da Alemanha. Criada no final do século XIX, é uma das raças caninas de reconhecimento mais novo comparada a outras raças existentes, e uma das mais conhecidas no mundo inteiro.

Desde a sua origem, o Doberman foi um cão de guarda. Criado pelo coletor de impostos alemão Karl Friedrich Louis Dobermann, o seu único intuito era o ter um animal que lhe servisse como proteção durante o transporte de dinheiro por áreas perigosas.

Doberman

6º Pastor de Shetland

O cão Pastor de Shetland parece um “collie” miniatura, embora haja muitas diferenças entre as duas raças. O Pastor de Shetland é um cão de trabalho dinâmico, gentil e inteligente, muito dedicado ao seu dono.

O Pastor de Shetland é fortemente apegado à sua família e quer ficar de olho em todos. Como animal de estimação sensível ao clima predominante no ambiente, não é adequado para residências onde há barulho e confusão.

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7º Labrador

O cachorro Labrador é irresistível para quem ama animais. Uma raça muito simpática, que ama agradar seus companheiros humanos e fazer a alegria da casa. Além de fiel, se bem treinado, pode dar um excelente suporte a pessoas com necessidades especiais e deficientes físicos.

Além do temperamento, sua aparência também é encantadora! O Labrador chocolate é muito conhecido, mas a raça também pode ter cores amarelo e preto. Seus olhos demonstram que estão realmente sempre atentos e ativos. Certamente, a principal característica dessa raça é a sua paixão por água e ausência de agressividade ou timidez.

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8º Spaniel anão continental

Este é um dos melhores cães de apartamento. Por ser muito limpo, ele aprende facilmente onde deve fazer suas necessidades fisiológicas, late apenas quando percebe alguma coisa errada, tornando-se um cão de guarda também. Além disso, pode ficar sozinho o dia inteiro, sem que isso afete seu lado psicológico.

É muito dócil, obediente, discreto, tranquilo fiel e inteligente. O Papillon trata muito bem pessoas desconhecidas, quando elas são bem-vindas pelo dono da casa. É um cão muito observador e curioso, é muito ativo, recomendado até para o agility. Porém, de vez em quando, pode fazer alguma bagunça dentro de casa, sem que isso o caracterize como “arteiro”.

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9º Rottweiller

Quem vê cara, não vê coração. Se pudéssemos resumir o cachorro Rottweiler em uma frase, seria essa. E a explicação é simples: esses cãezinhos, quando bem educados, são muito mais que uma feição nervosa de um, já característico, cachorro protetor.

Exímios guardiões, os Rottweilers são usados, por grande parte dos seus tutores, para proteger o ambiente, seja ele qual for. E cumpre esse papel como nenhum outro cachorro. Porém, aos que preferem educá-los desde muito cedo com muito amor, terá um cãozinho que retribui todo esse carinho.

Desenvolvidos para o trabalho, os cães dessa raça são extremamente ativos e territorialistas. Por isso, é comum vê-los como guias policiais, exímio competidores, excelente guardiões e qualquer outro serviço que seja designado para eles.

rottweiler

10º Boiadeiro Australiano

Conhecido no Brasil como Boiadeiro Australiano é uma raça muito peculiar. Forte, inteligente, resistente e extremamente leal aos seus humanos. Sua criação teve início no XIX na Austrália, como o próprio nome diz. Nesta época, criadores de gado em terrenos australianos dispunham de cães importados da Europa para desempenharem a função de boiadeiros (que pastoreiam o gado).

A pelagem do Boiadeiro Australiano é muito característica e bonita. Os pelos são lisos, assentados e duros, resistentes à chuva. Sua cor possui uma variedade de marcações, mas as predominantes são azul ou vermelho.

boiadeiro

Fonte: REDAÇÃO NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL

Especialista afirma que pets também podem desenvolver transtornos mentais e emocionais

Inúmeras pesquisas apontam para o quadro de saúde mental da população humana, conscientizando sobre a necessidade de cuidados para garantir o bem-estar emocional dos indivíduos e da sociedade.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) inclusive publicou o Informe Mundial de Saúde Mental (2022) e alertou que, em 2019, quase um bilhão de pessoas viviam com algum transtorno mental, a principal causa de incapacidades.

Porém, transtornos mentais e emocionais não são exclusividade dos humanos. Os pets também podem desenvolvê-los, principalmente ansiedade, reatividade, agressividade, medo/fobia, comportamento compulsivo e dermatites.

“Os animais de estimação têm emoções e elas devem ser compreendidas e respeitadas. É preciso atender às necessidades emocionais do pet e ficar atento caso haja mudança de comportamento do animal, procurando assistência especializada quando algo fora do comum acontecer”, comenta a médica-veterinária comportamental, Dani Graziani.

As situações que mais geram desconforto para eles estão relacionadas a mudanças, como de casa ou de rotina, à perda de um ente da família ou até mesmo à senilidade, processo de envelhecimento que vem acompanhado de desafios físicos e emocionais, como diminuição da visão, da audição e do olfato, dificuldade de locomoção, irritabilidade, desorientação, perda de memória, entre outros fatores que os deixam mais vulneráveis.

“São muitos os sinais que podem identificar que o animal de estimação não está bem, como um cão tranquilo, apresentar agressividade ou um pet que fazia seu xixi no lugar certo começar a fazê-lo em outro lugar. É importante acolher em vez de ficar bravo, pois ele está demonstrando que precisa de ajuda e o apoio é essencial para o processo de cura”, aconselha a veterinária.

De olho na prevenção

A atividade física impacta diretamente na saúde física e mental dos animais. “Os cães precisam correr, caminhar e explorar ambientes. Um passeio diário de vinte minutos já acalma e ajuda no gasto de energia, na socialização, na perda de peso e na manutenção da massa muscular”, indica a médica-veterinária e consultora da rede de farmácias de manipulação veterinária DrogaVET, Farah de Andrade.

A falta de brinquedos e de interação também pode trazer prejuízos, assim como um ambiente muito agitado ou monótono demais. “O ideal é manter uma rotina equilibrada entre atividades, brincadeiras e descanso, para se evitar o estresse e a ansiedade. Dar mais atenção ao pet é fundamental para o bem-estar dele”, conta a veterinária.

Colocar em prática o enriquecimento ambiental, ou seja, adaptar o lar para proporcionar uma rotina mais saudável e prazerosa ao pet, com estímulos mentais, físicos e sensoriais, auxilia a prevenir o tédio, reduzir o estresse e promover um comportamento equilibrado.

Para dar certo, é preciso conhecer o animal de estimação, seus gostos e preferências. Para os gatos, é possível instalar prateleiras nas paredes, nichos, redes, arranhadores e deixar brinquedos em locais estratégicos. Já para os cachorros, além dos brinquedos, incluir atividades que estimulam o olfato, treinamento cognitivo e socialização são algumas formas de deixar o ambiente mais interativo.

Tratamento em forma de petisco

Medicar um animal nem sempre é uma tarefa fácil, sendo, muitas vezes, um fator de grande estresse, especialmente para os felinos. Para isso existem soluções como os medicamentos manipulados em formas farmacêuticas que facilitam a administração, como biscoitos, caldas ou molhos, pastas orais e géis transdérmicos.

As apresentações orais podem ainda ser flavorizadas com sabores como bacon, caramelo, leite condensado, frango entre diversos outros que atraem os pets. “O gel transdérmico é aplicado na pele do animal e sua aplicação mais parece um carinho. Já um biscoito com sabor é como um petisco, um mimo. Muitos pacientes chegam a ‘pedir’ mais”, comenta Farah.

Os medicamentos manipulados também costumam ser a principal alternativa para a prevenção ou o tratamento de transtornos mentais devido à possibilidade de combinação de ativos num mesmo medicamento, manipulado na dose exata para o peso do animal, além dos diferenciais de flavorização e apresentação.

“Florais de Bach e fitoterápicos como valeriana, kawa-kawa, passiflora, L-triptofano e melatonina são algumas opções que podem ser prescritas em casos como insônia, estresse ou ansiedade. Medicamentos controlados, geralmente indicados para casos mais complexos, também podem ser manipulados, como fluoxetina, sertralina e clomipramina”, comenta Farah, ressaltando que somente um médico-veterinário está apto a prescrever o tratamento mais adequado para cada caso.

 

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Goiânia recebe evento gratuito de adoção pet e bazar beneficente

Neste domingo (12), Goiânia será palco de um encontro especial entre amigos de quatro patas e corações dispostos a amar. O grupo Vida Lata convida a todos para a 6ª Vivência Vida Lata, um evento que promete mais do que a adoção de cães e gatos, mas uma experiência inesquecível de conexão e amor. O evento será realizado na Tropical Veículos, na Avenida T-4, no Setor Bueno, a partir das 9h.

Além disso, o grupo também fará um bazar de roupas, calçados, bolsas, livros e objetos de decoração. A renda do bazar será revertida em ações em prol dos animais acolhidos pelo grupo.

A 6ª Vivência Vida Lata traz a proposta única de permitir um contato direto e significativo com os animais. Os cães, livres em seus cercados, e os gatos, confortáveis em suas gaiolas, aguardam por um olhar que veja além da beleza, buscando uma conexão que dure para sempre. Afinal, adotar é um ato de amor e compromisso.

Os animais do Abrigo SOS Animal também estarão à espera de um novo lar. E se você tem mais de 18 anos e um espaço em sua vida para um novo membro da família, não esqueça seus documentos e comprovante de endereço para a triagem no local.

Além de adotar, você pode apoiar o Vida Lata comprando produtos oficiais, deliciando-se com comidas e bebidas ou até mesmo doando ração, remédios e outros itens essenciais.

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SERVIÇO:

6ª Vivência Vida Lata e Bazar Black Friday
Quando: 12/11
Horário: das 9h às 14h
Onde: Tropical Veículos, avenida T-4, 347, Setor Bueno, Goiânia

 

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Goiânia recebe evento de adoção de cães e gatos no fim de semana

Naqueles olhares cúmplices dos amigos de quatro patas, reside um convite silencioso para uma jornada repleta de amor e fidelidade. No próximo sábado, marcado no calendário como dia 28 de outubro, será uma data de encontros significativos no Abrigo da Vê, situado no Shopping Cerrado, em Goiânia. Das 11h às 17h, uma pequena congregação de cerca de 30 animais, todos abraçando a dádiva da castração, aguardam ansiosamente por adoções conscientes e responsáveis.

 

A protetora independente, Maria Rita, compartilhou um pedacinho do coração de cada um desses animais. A maioria deles chegará ao novo lar com as vacinas e vermífugos em dia, prontos para preencher o ambiente com alegria e ternura. No momento da triagem, as condições de saúde de cada peludo serão minuciosamente detalhadas, afirmando o compromisso com a transparência e o bem-estar do novo membro da família.

 

Para dar um passo nesse caminho de amor e cuidado, é necessário ter pelo menos 18 anos e levar consigo um documento de identificação pessoal com foto, um comprovante de endereço e preencher uma ficha de adoção, que servirá como a primeira página de uma história repleta de lambidas e ronronados. A taxa de adoção, no valor de R$30, é um gesto generoso e opcional, mas cada contribuição se transforma em um raio de esperança para o abrigo, cuja missão é sustentada pelas doações que tornam possível cuidar dos preciosos animais resgatados.

E a corrente de amor não para por aí! Até o último dia de outubro, o Shopping Cerrado se torna um ponto de encontro para a generosidade, arrecadando artigos especiais para os nossos amigos de quatro patas. Coleiras que serão seguras com orgulho, comedouros que serão preenchidos com gratidão, brinquedos que prometem horas de diversão e roupas que aquecerão os corações peludos – tudo isso e mais um pouco pode ser entregue na praça de alimentação, ao lado da atração Patrulha Canina, ou no Espaço Família/SAC.

 

Venha fazer parte desta narrativa de amor, onde o protagonista pode muito bem ter quatro patas e um coração imenso. Adote com amor, cuide com carinho nesta emocionante jornada de transformação de vidas.

 

Fotos: Reprodução

 

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Estudo aponta que Cães também ficam ”pensando nos problemas” antes de dormir

Pesquisadores húngaros afirmaram que cachorros ficam “pensando” em seus problemas antes de dormir. A equipe também pôde observar que as dificuldades emocionais dos animais resultam em um sono menos qualitativo.

Dezesseis cães de diferentes raças foram analisados pela equipe, que, com a ajuda dos donos, os submeteu a acontecimentos bons ou ruins. Uma experiência positiva, por exemplo, era algo que o cachorro gostava, como ser acariciado ou se envolver em brincadeiras. Já as negativas incluíram estar preso em um cômodo por um período de tempo enquanto era ignorado pelo dono ou ter um pesquisador olhando diretamente em seus olhos.

Todos os cães foram equipados com sensores e, depois de vivenciarem suas experiências positivas ou negativas, foram autorizados a ir a um local designado para dormir. Os especialistas notaram que os pets “estressados” foram dormir aproximadamente duas vezes mais rápido que os cães relaxados, um comportamento que já registrado antes.

Além disso, os cachorros que passaram por experiências negativas gastaram em média 20 minutos a menos dormindo profundamente. Isso não quer dizer que eles dormiram menos, mas que a qualidade do sono dos animais estressados foi pior.

“Esse resultado fornece a primeira evidência direta de que os estímulos emocionais afetam a fisiologia do sono subsequente em cães”, escreveram os estudiosos em artigo publicado sobre o assunto. “A descoberta de que tratamentos emocionais breves influenciam a macroestrutura do sono também sugere que a pesquisa do sono poderia ser implementada de maneira útil no campo do bem-estar canino.”

 

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*Fonte: Revista Galileu

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Conheça os amigos de quatro patas que são grandes companheiros na terceira idade

Na jornada da terceira idade, muitos de nós buscamos companheirismo, alegria e conforto. E, para muitos idosos, essa companhia perfeita pode vir na forma de amigos de quatro patas. Os animais de estimação têm uma capacidade única de tocar nossos corações, proporcionando não apenas amor incondicional, mas também benefícios tangíveis para a saúde e bem-estar dos idosos.

No entanto, a escolha da raça certa é essencial para garantir que a parceria seja harmoniosa e benéfica tanto para o idoso quanto para o animal. Nesta lista, o Guia Curta Mais separou para você diversas raças de cachorros adequadas para idosos, considerando seus temperamentos, necessidades de exercícios e cuidados.

 

Pug 

Créditos: Petz

Os Pugs são cães pequenos, tendo em média 30 cm. Eles se adaptam facilmente a qualquer ambiente e estilo de vida, são apegados ao dono e excelente companhia. A raça também é uma das mais inteligentes entre os cães, sendo uma ótima aquisição. 

 

Shih Tzu

Créditos: Mundo Shih Tzu

Ela é indicada para as pessoas que gostam mais de ficar em casa, sem muita disposição para caminhar. O Shih Tzu é perfeito para casas pequenas, mostra ser afetuoso e dedicado ao dono. O cão é uma ótima companhia e adora receber carinho, porém a única desvantagem é o pelo, que exige certa dedicação. 

 

Schnauzer

Créditos: Diário do Nordeste

Existem três tamanhos de Schnauzer : o miniatura, standard (padrão) e gigante. Para um idoso, talvez a melhor opção seja a miniatura. Essa raça é indicada para quem procura um cão vigia, que late quando existir algo suspeito. Vale reforçar que o Schnauzer não é um animal de guarda por causa de seu porte, apenas de alerta. Ele também é afetuoso, cheio de energia e perfeito para quem possui netos em casa. 

 

Golden Retriever

Créditos: Canal do Pet IG

De fato, essa raça tem energia de sobra e precisa de exercícios físicos diários, mas para quem vive em um sítio ou uma casa grande com quintal, isso pode ser o suficiente para deixar o cãozinho satisfeito. Além do mais, o temperamento dócil, calmo e tranquilo do Golden Retriever o torna uma excelente companhia para os mais diferentes momentos.

 

Poodle 

Créditos: Shutterstock

Normalmente o Poodle é muito inteligente, chegando ao segundo lugar das raças mais inteligentes do mundo. Além do mais, é um cão muito amoroso, dócil, gentil, devotado e paciente à família que o acolhe, também sendo visto um cão muito fiel e daqueles que gostam de gastar suas energias brincando muito! Ou seja, esta é uma raça muito boa para idosos ativos.

 

Yorkshire Terrier

Créditos: NSC Total

Por ter um porte pequeno, chegando em média a 20 cm, ele é indicado para idosos que moram em locais pequenos e gostam de passear ao lado do cão. Fora isso, é muito companheiro, inteligente e não se irrita com facilidade. 

 

Maltês 

Créditos: Diário do Nordeste

O  Maltês é conhecido como “cão de colo”, pois é inseparável do dono e não consegue ficar sozinho. Ele é brincalhão, sociável, gentil e adapta-se ao estilo de vida do dono. Fora isso, é bastante alerta a barulhos e situações estranhas. Por fim, seu pequeno tamanho também é vantajoso.

 

Beagle

Créditos: Zooplus PT

Ele é pequeno, amigável e traz uma energia ótima para a casa. Além disso, é uma excelente companhia para exercícios, caminhadas e corridas. Em geral, é um cachorro bem calmo, dócil e com o pelo fácil de manter, o que ajuda bastante os donos mais velhos. 

 

Créditos da imagem de capa: Diário do Nordeste 

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