Goiás terá Dia D da vacina contra gripe e alerta para baixa adesão

Uma corrida contra o tempo já começou em Goiás. E o objetivo é claro. Evitar o aumento de casos graves antes do pico das doenças respiratórias.
O estado deu início à campanha de vacinação contra a gripe em 2026. As primeiras doses da vacina trivalente contra influenza já começaram a chegar aos municípios. Além disso, o Dia D de mobilização está marcado para 28 de março, com foco em ampliar rapidamente a cobertura entre os grupos prioritários.

Foto: SUS
A estratégia segue até 30 de maio. E a meta é ambiciosa. O governo quer imunizar pelo menos 90% de idosos, crianças e gestantes. No entanto, o cenário atual preocupa. A adesão ainda está abaixo do esperado.
Baixa cobertura acende alerta
Durante reunião de gestores da saúde, o secretário estadual Rasivel Santos chamou atenção para os números. Segundo ele, a cobertura vacinal atual está em pouco mais de 51%. Ou seja, muito distante da meta estabelecida.
Além disso, o impacto já começa a ser sentido. A baixa imunização pode aumentar a pressão sobre hospitais e unidades de saúde. Por isso, o apelo é direto. É preciso ampliar a vacinação o quanto antes. E também combater a desinformação.

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Municípios ampliam estratégias
Diante do cenário, os municípios começam a intensificar ações. A orientação é facilitar o acesso da população. Isso inclui ampliar horários de atendimento. E também levar a vacina até onde estão os públicos prioritários.
A superintendente de Vigilância Epidemiológica, Cristina Laval, reforçou a importância dessas medidas. Segundo ela, iniciativas como vacinação em escolas e abrigos podem fazer a diferença.
Além disso, há incentivo federal para ampliar a cobertura. Ou seja, há recursos e estratégias disponíveis. Agora, o desafio é alcançar a população.

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Outras doenças aumentam a pressão
Enquanto a campanha avança, outro fator preocupa. O aumento de casos de dengue e chikungunya no estado. Esse cenário agrava ainda mais a pressão sobre o sistema de saúde.
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Dados recentes apontam crescimento significativo dessas doenças. Inclusive, já há mortes confirmadas por dengue e dezenas de casos em investigação. Além disso, o número de municípios com registros de chikungunya praticamente dobrou em pouco tempo.
Sendo assim, o momento exige atenção redobrada. E ações coordenadas entre estado e municípios.

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Vigilância reforça atenção para outras doenças
Além das arboviroses, outras doenças também entraram no radar. A tuberculose, por exemplo, apresenta sinais de subnotificação em várias cidades. Isso acende um alerta importante.
Autoridades reforçam a necessidade de diagnóstico precoce. Principalmente em casos de tosse persistente. Além disso, o acompanhamento de gestantes segue como prioridade para evitar a transmissão vertical do HIV.
Um gesto simples que faz diferença
Enfim, a campanha de vacinação contra a gripe vai além de números. Trata-se de um gesto simples. Mas com impacto coletivo.
Tomar a vacina significa proteger a si mesmo. E também reduzir riscos para toda a comunidade. Em um cenário de múltiplas doenças circulando, essa proteção se torna ainda mais essencial.

