25/04/2019 12:56
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Essa é a doença rara que faz com que a pessoa pare de escutar vozes masculinas

Chinesa para de ouvir a voz do namorado e dá destaque a uma doença rara conhecida como Surdez Seletiva

Redação
por Redação Curta Mais

Já ouviu falar sobre um problema conhecido como 'Surdez Seletiva'? A condição rara acabou ganhando destaque recentemente devido um caso da China, no qual uma mulher parou de ouvir a voz do próprio namorado, assim como a de funcionários e pacientes do hospital em que foi pedir ajuda.

Chen, conhecida na mídia apenas pelo seu sobrenome, foi atendida pela otorrinolaringologista Lin Xiaoqinga, que relatou para a mídia local os sintomas de vômito e o zumbido nos ouvidos sentidos pela mulher. A sequência de acontecimentos, juntamente ao fato de Chen ouvir a voz da médica mas não a dos homens a sua volta, fez com que ela fosse diagnosticada com perda auditiva de inclinação invertida.

A doença

Chamada de perda auditiva de inclinação invertida ou deficiência auditiva de baixa frequência, o problema faz com que a pessoa não consiga ouvir sons de baixa frequêmcia, o que incluí vozes masculinas, zumbidos de eletrodomésticos e até mesmo trovões, por exemplo.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 466 milhões de pessoas (5% da população mundial) tem algum tipo de problema auditivo incapacitante. Sendo que, em 2018, o Ministério da Saúde brasileiro divulgou que dados do IBGE mostram que cerca de 9,7 milhões de pessoas têm pelo menos um tipo de deficiência auditiva em novo país.

Causas do problema

A médica que atendeu Chen, Lin Xiaoqinga, afirmou que o seu problema teria surgido devido a diversos fatores. Dentre eles está o estresse, jornada de trabalho intensa e poucas horas de sono. E, depois de algum tempo de descanso, a capacidade auditiva da mulher voltaria. 

Normalmente, o surgimento da doença está relacionado a condições como a Síndrome de Wolfram ou Displasia Mondini. Podendo ser causada, também, por mudanças na pressão do líquido interno dos ouvidos ou algum dano na região. Ela também é hereditária e de difícil diagnóstico, por que a pessoa pode passar a vida toda sem saber que ouve sons de baixa frequência de maneira diferente dos outros.

Imagem de Capa: GETTY IMAGES

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