O filme com Daniel Day-Lewis que todo homem deve ver está (escondido) na Netflix

“O Último dos Moicanos”, filme épico de 1992 dirigido por Michael Mann, conquistou audiências e críticos com seu poderoso drama e majestosas paisagens. São vários motivos que fazem deste longa-metragem um clássico inesquecível. Um deles é uma verdadeira aula sobre hombridade, honra e palavra empenhada. Hawkeye (Daniel Day-Lewis), é um homem da fronteira de origem europeia criado pelo moicano Chingachgook e seu filho Uncas.

O único homem a ter vencido três vezes o Oscar de Melhor Ator (por Meu Pé Esquerdo, Sangue Negro e Lincoln), o genial Daniel Day-Lewis não conseguiu ganhar o prêmio por sua atuação em O Último dos Moicanos. Sequer foi indicado – uma injustiça, já que ele está incrível no filme de Michael Mann.

A produção está disponível para assinante da Netflix e é uma verdadeira pérola escondida no extenso catálogo do serviço de streaming.

O filme é uma adaptação do romance homônimo de James Fenimore Cooper e se passa durante a Guerra Franco-Indígena no século XVIII. Ele acompanha as aventuras de Hawkeye, interpretado pelo carismático Daniel Day-Lewis, adotado pelos nativos Mohicanos e envolvido na turbulenta relação entre britânicos, franceses e diferentes tribos indígenas.

o ultimo dos moicanso netflix

Trilha Sonora Marcante

A música é um elemento vital em “O Último dos Moicanos”, intensificando o ambiente tenso do conflito e ampliando as emoções das cenas. Trevor Jones e Randy Edelman criaram uma trilha que capta a essência do período histórico com perfeição, tanto que a produção ganhou o Oscar na categoria de melhor mixagem de som em 1993.

 

Desempenhos Notáveis

Day-Lewis dá vida ao protagonista com entrega total. Sua performance captura tanto o espírito indomável quanto o coração apaixonado de Hawkeye. O elenco de suporte, incluindo Madeleine Stowe e Russell Means, também fornece atuações elegantes que merecem menção.

 

O que significa ser o último dos moicanos?

Trata-se do título de um filme em que o protagonista representa a última esperança. Em 1757, franceses e ingleses, na Guerra dos 7 Anos (1756-1763), lutam pela posse de terras na América do Norte, usando como soldados índios de diferentes tribos. Hawkeye, filho adoptivo de Chingachgook e pertencente à tribo dos Moicanos, consegue salvar as duas filhas de um oficial britânico do ataque dos índios Huronos e as acompanha até o forte William Henry, tomado pelos franceses. Cora, uma das jovens, se apaixona por Hawkeye, que, junto da sua tribo, representa a última esperança também para os ingleses. Os Moicanos eram um grupo indígena, hoje considerado extinto, que habitava a área de Connecticut (Estados Unidos da América).

Portanto, o último dos Moicanos não era uma pessoa que ainda está agarrada a uma determinada posição apesar de todos os seus companheiros já terem adoptado uma outra, mas representava, sim, a última esperança para a sua tribo e, mesmo, para os ingleses que lutavam com os franceses. Estaria agarrado a uma determinada posição, é verdade, contudo essa seria a posição da esperança, da luta a favor do seu povo — os Moicanos.’

 

Linguagem Visual Vivida

Mann é conhecido por sua habilidade em criar imagens marcantes, e este filme não é exceção. Os cenários da América selvagem são tão expressivos quanto qualquer personagem, graças à excepcional cinematografia de Dante Spinotti.

 

Reflexões Sobre Humanidade e Cultura

A narrativa vai além da ação para questionar conceitos culturais enraizados e a luta pela humanidade em tempos de guerra. Esses temas mais profundos conferem uma riqueza particular ao filme que perdura após o fim dos créditos.

 

Luta pela Sobrevivência

Uma reflexão subjacente abordada é a técnica antecedendo a ciência como uma manifestação do instinto de sobrevivência, o que pode ser observado nas estratégias dos personagens frente aos conflitos e adversidades enfrentadas durante o filme.

 

O Casamento Entre Épico e Poesia

“O Último dos Moicanos” combina espetáculo visual com profundidade emocional para oferecer uma experiência cinematográfica memorável. Esta obra confirma-se como um épico dramático que se destaca muitos anos após seu lançamento inicial. Portanto, o filme se solidifica não apenas como entretenimento superior, mas também como uma fonte valiosa de reflexão sobre questões culturais perenes.

 

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“Jade”, lançado em 16 de fevereiro de 2024, marca a estreia do diretor James Bamford em longas-metragens. Bamford, que acumulou experiência como coreógrafo de cenas de ação em diversas produções notáveis, incluindo “Arrow”, “Elysium” (2013) e “Watchmen” (2009), agora apresenta suas habilidades em um thriller de ação.

O filme gira em torno de Jade, interpretada por Shaina West, uma mulher que se envolve acidentalmente na proteção de um HD contendo segredos da INTERPOL. A trama se intensifica quando ela se vê em conflito tanto com um poderoso empresário, quanto com um líder de gangue, ambos buscam o dispositivo. As habilidades de luta de Jade são colocadas à prova enquanto ela lida com as consequências do assassinato acidental de seu irmão e também se esforça para proteger o filho ainda não nascido de sua irmã, que está sendo gestado por outra mulher. O elenco inclui nomes como Mickey Rourke e Mark Dacascos e a produção é de Tetrad Productions. O filme, disponível na Netflix, tem recebido atenção por seu enredo que mescla drama familiar e ação intensa.

Shaina West, protagonista do filme “Jade”, é uma atriz emergente que também se destacou em “Viúva Negra” (2021) e “A Mulher Rei” (2022). Além de sua carreira no cinema, ela é conhecida por seu trabalho como dublê e artista marcial, habilidades que ela desenvolveu após um acidente de motocicleta que a inspirou a perseguir uma carreira na atuação. Seu interesse e inspiração vêm do amor pela cultura japonesa e pelo anime, o que a levou a criar uma persona conhecida como The Samurider​ .

Shaina West enfrenta adversários em 'Jade', mostrando que nem todos os segredos da Interpol podem ficar ocultos

Shaina West enfrenta adversários em ‘Jade’, mostrando que nem todos os segredos da Interpol podem ficar ocultos

Em relação à crítica de “Jade”, o filme foi apontado por ter cenas de ação bem coreografadas, mas críticos notaram que o roteiro poderia ser mais profundo. Os diálogos foram vistos como um ponto fraco e a direção de James Bamford, embora eficaz nas cenas de ação, ainda mostra sinais de seu desenvolvimento contínuo como diretor. Essas críticas sugerem que “Jade” pode ser mais apreciado por aqueles que buscam entretenimento visual em vez de uma narrativa complexa​​. Mickey Rourke e Mark Dacascos também se destacam no elenco, trazendo experiência e profundidade aos seus respectivos papéis, complementando a energia e o foco de West nas cenas de ação​.

O filme “Jade”, apesar de suas cenas de luta impressionantemente coreografadas, recebeu críticas por sua falta de profundidade narrativa. Os roteiristas Lynn Colliar e Glenn Ennis, juntamente com a colaboração do diretor James Bamford, foram criticados por criarem um script que muitos consideram superficial, com diálogos pouco convincentes. A direção de Bamford também foi apontada como uma área de aprendizado, com o filme sendo comparado a um videoclipe mal montado que se apoia fortemente em suas sequências de ação. Essas observações sugerem que, enquanto o filme excela em ação, ele luta para entregar uma história coerente e envolvente​

“Jade” é um filme de ação que promete muita adrenalina, mas que ainda precisa encontrar seu próprio caminho. As cenas de luta bem coreografadas não são suficientes para produzir uma obra minimamente interessante. No entanto, é importante lembrar que a crítica é apenas uma opinião e o sucesso do filme na Netflix mostra que ele tem encontrado seu público. Portanto, se você é um fã de filmes de ação, pode valer a pena conferir “Jade”.

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Netflix acerta com série de faroeste feminino que está deixando o público grudado no sofá

“Godless”, a minissérie da Netflix, é uma obra que se destaca no gênero de faroeste. Com um elenco notável, personagens memoráveis, arcos envolventes, belíssimas imagens da majestosa fronteira e um final bastante selvagem, “Godless” nos traz uma história fascinante e emocionante sobre o frágil estado da vida no Velho Oeste. 

A série, escrita e dirigida por Scott Frank e produzida por Steven Soderbergh, é sombria, emocionante e visualmente impressionante. A trama pode ser lenta para alguns, mas é necessariamente assim, oferecendo pacientemente uma exposição vital enquanto seu enredo clássico de faroeste se desenrola de forma violenta.

A violência pode ser atribuída, na maioria das vezes, a Frank Griffin, um fora-da-lei ameaçador interpretado por Jeff Daniels, que está à procura de um homem chamado Roy Goode. Goode, interpretado por Jack O’Connell, era um membro do bando criminoso de Griffin, mas quando um assalto a trem se torna selvagem e Goode salva uma mulher que está sendo estuprada, ele foge com o saque.

A série também é notável por seu elenco feminino forte. Após um acidente de mineração catastrófico que dizimou a maioria dos homens da cidade, La Belle se tornou uma colônia de mulheres fortes e determinadas. É o tipo de lugar que se imagina que a personagem de Julie Christie, Mrs Miller, poderia ter residido se McCabe não estivesse na imagem

No entanto, “Godless” tem suas falhas. Alguns críticos argumentam que a série tenta combinar duas ideias separadas de filmes de faroeste em uma série (excessivamente longa). Apesar disso, a série acerta muito mais do que erra, e o saldo final é positivo.Em suma, “Godless” é uma minissérie que vale a pena assistir, não apenas pelo prazer estético, mas também pela narrativa envolvnte e pelas atuações de destaque. É uma adição valiosa ao gênero de faroeste e certamente deixará sua marca.

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Com dragões, casamentos e reviravoltas, o novo sucesso da Netflix desafia os clichês

“Donzela”, o novo filme estrelado por Millie Bobby Brown e disponível no catálogo da Netflix, nos transporta para um mundo de fantasia repleto de dragões, castelos e uma protagonista que desafia as convenções.

Na trama, Eloide, nossa heroína, não é uma donzela indefesa. Ela concorda em se casar com um lindo príncipe, mas desconhece que a realeza pretende sacrificá-la para pagar uma dívida antiga. Presa na caverna de um dragão que cospe fogo, ela precisará usar sua inteligência e perseverança para sobreviver. Millie Bobby Brown interpreta essa “donzela nem tão donzela assim” com determinação e força.

Além de Millie Bobby Brown, o elenco conta com nomes como Robin Wright (House of Cards e Forrest Gump), Angela Bassett (Pantera Negra e Tina) e Nick Robinson (Com Amor, Simon e Tudo e Todas as Coisas).

A direção é de Juan Carlos Fresnadillo, conhecido por seus trabalhos em Intacto (2001) e Extermínio 2 (2007)  A trama se desenrola rapidamente, apresentando os elementos essenciais: o dragão ameaçador, a mocinha altruísta e o casamento por conveniência. No entanto, a narrativa não se aprofunda o suficiente nos personagens, deixando-os subdesenvolvidos. A história acaba sendo mediana e pouco memorável.

A madrasta da noiva, Lady Bayford(interpretada por Angela Bassett), é a personagem mais interessante. Ela vai além das aparências e se preocupa genuinamente com o bem-estar das enteadas. Essa subversão dos clichês de contos de fadas é um dos pontos altos do filme.

Por outro lado, Robin Wright, também uma atriz talentosa, fica confinada a um papel menos explorado.

Donzela é uma aventura adolescente com cores vibrantes, trilha sonora envolvente e soluções fáceis. Embora não alcance a grandiosidade de um épico medieval, é um divertido passatempo para os fãs de Millie Bobby Brown e para quem busca uma princesa fora dos padrões tradicionais. Vale a pena assistir, mas não espere que seja inesquecível

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Anna Poliatova, vivida com intensidade por Sasha Luss, personifica a quintessência do sucesso e do glamour no mundo da moda, sendo uma figura central em campanhas de prestigiosas marcas internacionais de luxo. Entretanto, sob a camada cintilante de sua vida pública, oculta-se uma realidade sombria: Anna é uma agente letal da KGB, cuja destreza e competência a posicionam como uma das mais formidáveis assassinas da organização. O filme é destaque na Netflix.

A narrativa se desenrola ao explorar o desafio contínuo de Anna em conciliar sua existência dupla, lutando incessantemente para se desvencilhar das restrições severas impostas pelo aparato estatal russo. A complexidade de sua personagem é amplificada pela dualidade entre sua faceta como uma modelo de destaque e sua identidade oculta como uma assassina implacável. Em meio aos brilhos das passarelas, ela esconde sua verdadeira missão, equilibrando sua beleza estonteante com a frieza de suas habilidades assassinas.

“Anna: O Perigo tem Nome” mergulha nos embates morais e existenciais enfrentados por Anna, que se encontra em uma busca desesperada por liberdade, enredada nas severas amarras do regime russo. O filme se desenvolve como um thriller psicológico, repleto de momentos de alta tensão, enganos e reviravoltas, onde cada decisão pode ser a diferença entre a vida e a morte. Sasha Luss oferece uma performance visceral, encarnando com maestria a figura de Anna, uma mulher enigmática que transgride os paradigmas impostos, desafiando as expectativas e confrontando os seus limites.

Luc Besson, o visionário diretor por trás do filme, tem seu trabalho meticulosamente examinado. Conhecido por suas obras icônicas dos anos 80 e 90, como “O Profissional” e “O Quinto Elemento”, Besson enfrenta críticas quanto às suas recentes ofertas cinematográficas, com “Anna: O Perigo tem Nome” entrando no rol de seus trabalhos controversos. Este filme, em particular, reacende discussões sobre suas escolhas narrativas, especialmente o uso de múltiplas linhas temporais que, segundo alguns críticos, poderiam diluir a tensão dramática e a coesão da trama.

O filme engendra uma complexidade narrativa ao alternar entre diferentes períodos, uma técnica que, embora ambiciosa, é vista por alguns como um ponto de fragilidade na construção do enredo. As transições temporais, destinadas a enriquecer a história, às vezes, são percebidas como confusas, podendo desconectar o público da progressão lógica e emocional da trama. Críticos argumentam que a abordagem de Besson necessita de uma renovação criativa, um retorno à inovação que outrora definiu sua filmografia, sugerindo que uma revisão de seu estilo poderia restituir a relevância de suas obras no panorama cinematográfico atual.

Besson demonstra uma maestria em orquestrar cada segmento do filme, assegurando que cada reviravolta se encaixe coerentemente dentro da estrutura da narrativa. Longe de serem arbitrárias, estas viradas no enredo surgem de premissas que podem parecer improváveis, mas que são habilmente tecidas para reforçar a mensagem central do filme.

Notavelmente, a trama não serve meramente como um pretexto para sequências de ação e suspense; ao contrário, esses elementos estão profundamente interligados, enriquecendo mutuamente a experiência cinematográfica e capturando a admiração de espectadores de todos os tipos.

O aspecto masculino da audiência pode se identificar com o diretor, que idealiza Sasha Luss em cenas que a glorificam, celebrando não apenas sua sensualidade, mas também sua força emblemática, refletindo uma profunda reverência pelo poder feminino e suas nuances. Isso ressoa vigorosamente com o público feminino, que vê seus próprios desejos, aspirações e vulnerabilidades espelhados em uma protagonista determinada e competente.

A habilidade do filme em tecer um triângulo amoroso crível, envolvendo Luke Evans e Cillian Murphy, adiciona uma camada de profundidade, desafiando e desconstruindo os estereótipos de masculinidade tóxica que a protagonista confronta, ao mesmo tempo em que eles personificam o próprio sistema que ela astutamente manipula.

O filme ainda reserva nuances de subtexto através da personagem de Helen Mirren, abordando temas de maternidade, e culmina em um desfecho que realça a temática de empoderamento feminino no contexto apresentado. Ecoando o legado de Nikita, que reivindicou o espaço da mulher no gênero de ação, Anna reafirma esse posicionamento em um ambiente ainda mais propício, entregando um thriller de espionagem eletrizante, saturado de ação convincente, violência estilizada, e um Luc Besson que se redescobre em sua forma mais inventiva nas últimas duas décadas.

Anna, o perigo tem nome está disponível na Netflix.

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10 séries de ação imperdíveis para maratonar no Prime Video

Em um mundo cheio de adrenalina e emoção, poucas coisas são tão empolgantes quanto mergulhar em uma boa série de ação. Se você está em busca de uma dose intensa de suspense, combates eletrizantes e reviravoltas emocionantes, você veio ao lugar certo!

Nesta matéria, reunimos algumas das melhores séries de ação que prometem prender sua atenção e fazer seu coração acelerar durante todo um fim de semana. Prepare-se para entrar em um universo repleto de perigos, heroísmo e uma trama envolvente que vai mantê-lo colado à tela do início ao fim. Esteja preparado para desvendar mistérios, embarcar em missões arriscadas e experimentar uma montanha-russa de emoções.

Então, pegue suas pipocas, ajuste seu sofá e esteja pronto para maratonar 10 séries séries de ação que estão bombando no Prime Video.

Confira:

Citadel

Citadel é uma série de ação do Prime Video que acompanha a agência de espionagem global independente Citadel, destruída pelo grupo Mantícora – uma organização que opera no submundo a fim de estabelecer uma nova ordem mundial. Junto com a queda da agência, as memórias dos espiões Mason Kane (Richard Madden) e Nadia Singh (Priyanka Chopra Jonas) foram apagadas. Seguindo caminhos separados, os dois agentes construíram novos rumos nos últimos oito anos, mas tudo muda na vida da dupla quando Bernard Orlick (Stanley Tucci), membro veterano da Citadel, busca desesperadamente a ajuda dos antigos colegas para impedir os planos perversos da Mantícora.

 

Reacher

Após abandonar o Exército dos Estados Unidos, o veterano Jack Reacher (Alan Ritchson) decidiu percorrer o país e seguir uma nova carreira. Agora, ele trabalha como investigador freelancer, examinando as situações mais suspeitas, estranhas e perigosas. Quando chega em uma pequena cidade, várias mortes começam a ocorrer e ele acaba se tornando o principal suspeito. Quando consegue provar sua inocência, o xerife local decide pedir sua ajuda para resolver a série de brutais homicídios. Mesmo contrariado, Reacher decide usar suas habilidades para desvendar que está por trás dos crimes e suas motivações. Para isso, ele não medirá esforços e usará todos os recursos disponíveis, inclusive burlando algumas leis quando necessário. Aos poucos, o ex-militar vai juntando as pistas necessárias e percebe que há algo muito mais obscuro por trás das mortes. Reacher descobre uma rede de conspiração e corrupção envolvendo pessoas muito poderosas e que não serão fáceis de derrubar.

 

Hunters

Hunters acompanha um grupo de caçadores nazistas que busca justiça na Nova York de fins dos anos 70. Seu principal objetivo é perseguir e matar centenas de veteranos do antigo regime, que escaparam da punição e começaram uma vida nova nos EUA. Tudo se complica quando a força-tarefa descobre que os apoiadores de Hitler planejam instaurar um Quarto Reich no país. Sob a liderança do filantropo judeu Meyer Offerman (Al Pacino), a eclética equipe vai fazer de tudo para impedir essa perigosa conspiração – e de forma alguma vai se esquivar da violência para dificultar a vida dos fascistas.

 

A Lista Terminal

Baseada na obra de Jack Carr, A Lista Terminal acompanha o fuzileiro naval James Reece (Chris Pratt), após seu pelotão das Forças Especiais da Marinha (Navy SEALs) sofrer uma emboscada durante uma missão de risco. Mesmo depois de voltar para casa e reencontrar a família, Reece não consegue tirar o evento da cabeça e continua se perguntando o que realmente aconteceu. Sentindo-se culpado pela morte dos companheiros, ele é atormentado pelas memórias conflitantes que tem do incidente. Quando novas evidências surgem, o militar percebe que existem forças obscuras que podem estar colocando sua vida e de sua família em risco.

 

Invencível

Baseada na série homônima de quadrinhos criada por Robert Kirkman (The Walking Dead), Invincible acompanha Mark Grayson, um adolescente que tenta levar uma vida comum, exceto por um pequeno detalhe: ele é filho do super-herói mais poderoso da Terra. Conhecido como Omni-Man, seu pai veio de uma raça alienígena chamada Viltrumites para proteger o planeta. Pouco depois de seu 17º aniversário, Mark começa a desenvolver seus próprios poderes, incluindo superforça, velocidade, vôo, cura rápida e alguma invulnerabilidade. Agora, o jovem vai precisar de seu pai para aprender a controlar suas habilidades. Mas ele logo descobre que o legado familiar é mais sombrio do que imaginava.

 

Jack Ryan

Jack Ryan (John Krasinski) é um promissor analista da CIA que recebe uma missão perigosa após a descoberta de uma série de transferências bancárias duvidosas. Ao investigar um padrão de comunicações terroristas, ele se depara com uma intrincada estratégia que tem como meta a destruição do mundo – a começar pelos EUA. Sua jornada para impedir essa crescente ameaça o leva da Europa ao Oriente Médio, colocando-o no centro de uma conspiração internacional.

 

DOM

DOM conta a história real de Pedro Dom (Gabriel Leone), um atraente rapaz da classe média carioca que é apresentado à cocaína muito cedo, evoluindo para se tornar o líder de uma gangue criminosa que estampa os tablóides no início dos anos 2000. Do outro lado está o pai de Pedro, Victor Dantas (Flavio Tolezani), que acabou entrando no serviço de inteligência policial por ter feito, ainda na adolescência, uma importante descoberta no fundo do mar e tê-la denunciado às autoridades. Ao longo da década de 70, Victor se engaja no combate às drogas, sem imaginar que, anos depois, precisaria lutar para retirar o próprio filho do mundo criminoso. São jornadas opostas que, por vezes, se espelham e se complementam, enquanto ambos enfrentam situações que confundem os limites entre o certo e o errado.

 

GEN V

Do mesmo universo de The Boys, Gen V é a série de uma nova geração de heróis. Situada na prestigiada universidade de Godolkin só para super-heróis, novos estudantes são treinados para serem a próxima geração (lucrativa) de heróis. Administrada pela Vought International, a instituição acolhe adolescentes com poderes especiais e hormônios à flor da pele, testando diariamente seus limites físicos, sexuais e morais. Ao longo de sua formação altamente competitiva, os alunos devem lutar para se destacar e, assim, conseguir os melhores contratos nas melhores cidades. Ainda seguindo a típica rotina de universitários, entre festas, provas e encontros, os jovens heróis encontram novos rumos enquanto conhecem-se a si mesmos, assim como seus poderes. Em busca de popularidade e atingir boas notas um grupo de jovens percebem que algo muito incomum está acontecendo na faculdade, entre segredos e muitas brigas violentas, eles finalmente vão descobrir se são os heróis ou vilões de suas narrativas.

 

 

O Continental – Do Mundo de John Wick

O Continental: Do Mundo de John Wick é uma minissérie derivada da franquia de ação protagonizada por Keanu Reeves. A prequela ambientada nos anos 1970, antes dos acontecimentos da saga original, conta a história de como Winston Scott (Colin Woodell) se tornou dono da unidade nova-iorquina do Hotel Continenal, um local onde yudo parece estar tranquilo, mas quem olha mais de perto percebe uma rotina repleta de segredos e serviços secretos. A rede de hospedagem de luxo serve de refúgio para inúmeros assassinos profissionais. Além de Scott, o passado de outros personagens já conhecidos do universo de John Wick também é apresentado, como Charon (Ayomide Adegun), e acontecimentos como o crescimento da máfia americana.

 

 

Cangaço Novo

Em Cangaço Novo, um bancário que mora em São Paulo vira um cangaceiro após descobrir que é herdeiro de um legado surpreendente no sertão nordestino. A série faroeste brasileira conta a história de Ubaldo (Allan Souza Lima), que não lembra de sua infância e está infeliz com seu emprego na capital paulista. Ele descobre que seu desconhecido pai morreu e tem duas irmãs no interior do Ceará. Ao chegar lá, ele é impactado com os admiradores do falecido pai e a realidade das irmãs. Ubaldo cumprirá com o legado e virará o novo líder mítico da gangue?

 

 

*Sinopses: Adoro Cinema

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Os 10 plot twists mais surpreendentes do cinema atual que vão te prender no sofá

Quando falamos em filmes de terror, muitos fogem para longe, com medo do trauma que vem junto com a obra. Mas qual o peso de um plot twist muito bem trabalhado pelos roteiristas e diretores? Praticamente o mesmo. Na verdade, em alguns casos, o plot twist pode ser ainda mais perturbador simplesmente por trazer finais impactantes de forma inesperada e insuperável.

O que são ‘Plot Twists’?

Plot twist é uma mudança radical na direção esperada ou prevista do enredo de um romance, filme, série de televisão, quadrinho, jogo eletrônico ou outra obra narrativa. É uma prática muito usada para manter o interesse do público na obra, para normalmente surpreendê-los com uma revelação surpresa.

Hoje, listamos para você 10 obras cinematográficas recentes que vão mexer com sua cabeça.

Confira – e tenha cuidado ao assistir:

 

Saltburn – Prime Video

O filme mais recente dessa lista é polêmico e pode ter deixado famílias inteiras traumatizadas na última ceia de Natal, em 2023. Dirigido por Emerald Fennell, o longa traz dois grandes protagonistas que interpretam seu papel com maestria: Barry Keoghan como Oliver Quick, e Jacob Eroldi como Felix Cotton. Além da fotografia impecável, o roteiro desenha perfeitamente uma trama dos anos 2000, no Reino Unido, onde o jovem pobre e universitário Oliver Quick se vê obcecado por Felix Cotton. Mas, calma, esse não é um romance adolescente. Essa é uma crítica poética e perturbadora, que ocupou as redes sociais por semanas a fio graças ao seu final super inesperado.

 

O Segredo de Marrowbone – Prime Video

Um filme estrelado por Anya Taylor-Joy e Mia Goth merecia maior reconhecimento da crítica, ainda mais por trabalhar uma história tão dolorosa de forma surpreendente. No longa, vemos quatro irmãos tentando sobreviver à morte da mãe. Apesar da dor da perda, paranoias e depressão que a segue, eles trabalham juntos para se manterem na fazenda Marrowbone que esconde tantos segredos obscuros e perigosos.

 

Colheita Sombria – Prime Video

Com inspirações na clássica série de filmes “Colheita Maldita” de 1984, o longa de fantasia e terror da Prime Video trabalha um plot twist revoltante sobre os segredos de uma pacata cidadezinha do interior. No pequeno município rural, um ritual mortal acontece todos os anos quando o pesadelo em forma de espantalho, Jack Dentes de Serra, se ergue do milharal e desafia jovens locais a uma luta sangrenta por dinheiro, um carro de luxo e, principalmente, a sobrevivência.

 

Morte Morte Morte – HBO Max e Prime Video

O que poderia dar errado em uma festinha organizada por um bando de jovens mimados, no meio do nada, né? Um grupo de jovens ricos de 20 e poucos anos se reúne durante uma tempestade para passar o final de semana em uma mansão afastada da cidade. A história começa quando Sophie decide fazer a turma se entrosar por meio de um jogo de Detetive, onde as luzes se apagam enquanto o assassino da rodada persegue suas vítimas, que podem ser “mortas” através de um toque. Sempre que alguém é morto no jogo, as luzes se acendem e os sobreviventes precisam descobrir quem foi o assassino. Mas a direção do jogo muda completamente quando um dos jovens aparece morto de verdade assim que as luzes se acendem. Ao longo do filme, sentimos a tensão dos personagens, mas, no final, quando tudo se esclarece, nos deparamos com um plot twist cômico e um tanto quanto crítico.

 

Não Se Preocupe, Querida – HBO Max e Prime Video

Alice, uma jovem dona de casa, bonita e amada por seu marido perfeito, vive em uma comunidade experimental, em um casamento ideal, um verdadeiro modelo para a sociedade. Mas toda essa perfeição faz com que a jovem comece a suspeitar. Ainda mais sobre o Projeto Vitória, parte da empresa de seu marido, que parece esconder segredos perturbadores. Apesar de não receber grandes aclamações da mídia, a obra, responsável por apresentar o cantor Harry Styles às telonas, trabalha críticas sociais atuais e importantes.

 

Boa Noite, Mamãe – Prime Video

A nova era do cinema parece viver de remakes e, um dos melhores, com certeza, é Boa Noite, Mamãe, um longa de suspense trágico e, conforme pontuado pela mídia, covarde. Com direção de Matt Sobel, a obra é uma adaptação bem trabalhada do filme austríaco de mesmo nome, lançado em 2014 e aclamado no circuito europeu. Mas, diferente da versão original, a trama estrelada por Naomi Watts (King Kong) cria um suspense capaz de fritar seus neurônios. Dois irmãos gêmeos, Elias e Lucas, retornam para a casa de sua mãe (Naomi Watts) após passar um tempo com o pai (Peter Hermann). No entanto, ao chegar em casa, as crianças encontram uma mãe diferente, e assustadora, uma característica que se fortalece ainda mais com as faixas pós-cirúrgicas que cobrem seu rosto. O desfecho da história afeta não apenas as crianças, como os telespectadores.

 

Fuja – Netflix

Você com certeza já conhece a trágica história de Gypsy Rose Blanchard, uma garota atordoada por sua mãe psicótica. O thriller “Fuja”, estrelado por Sarah Pulson, faz referência à história de Gypsy. No longa, vemos a protagonista Paulson após ao dar a luz à sua filha, quando ela descobre que algo está errado. No futuro, anos depois, descobrimos que a filha dela se tornou cadeirante. A explicação para o caso é chocante e revoltante.

 

Hellraiser: Renascido do Inferno – Paramount+, Telecine e Prime Video

Onde a ganância leva as pessoas? Qual seu preço? Nessa nova versão de Hellraiser, vemos um milionário que deseja ainda mais luxo e poder. Para isso, ele usa a caixa dourada dos lamentos para sacrificar outras pessoas em busca de realizar seus desejos. Porém, tudo tem seu preço.

 

Parasita – HBO Max, Telecine e Prime Video

Vencedor do Oscar e aclamado pela mídia, Parasita (2019) mostra uma família em situação de completo desespero, desempregada e vivendo em um porão sujo e apertado. Tão logo, o filho da família começa a dar aulas particulares de inglês a uma garota de família rica. Fascinados com a vida luxuosa destas pessoas, pai, mãe, filho e filha bolam um plano para se infiltrar também na família burguesa, um a um. No entanto, os segredos e mentiras necessários à ascensão social custarão caro a todos.

 

A Avó – Prime Video 

Gore e ousado, esse filme vai te deixar em completo estado de choque. Se você não tem estômago forte, sugiro que não assista. Susana (Almudena Amor) é uma modelo que deixa sua carreira em Paris e volta para casa, em Madrid, após descobrir que sua avó Pilar (Vera Valdez), que a criou depois que seus pais morreram, acaba de sofrer um AVC. Ao retornar a sua cidade natal, Susana tenta encontrar uma cuidadora para Pilar, mas passar apenas alguns dias com sua avó se transforma em um pesadelo inesperado, quando Pilar começa a agir de forma estranha e acontecimentos assustadores se apresentam.

 

Goiânia aparece com vários carros capotados em diversos pontos; entenda

Moradores e motoristas foram surpreendidos com diversos carros capotados espalhados pelas ruas de Goiânia. A ação é uma campanha do Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO) para o carnaval.

Segundo o órgão, 10 carros capotados foram instalados em avenidas da capital durante a madrugada de sexta-feira (2) e sábado (3). A campanha surpreendeu os motoristas e recebeu elogios nas redes sociais.

“Aqui na minha cidade o marketing é genial”, publicou Rafael Rodrigues nas redes sociais. “E eu pensando que eram acidentes de verdade! Graças a Deus que não aconteceu nada!”, comentou a cirurgiã-dentista Vivian Vianna.

Veja pontos onde os carros capotados foram instalados:

Avenida Castelo Branco;

Avenida 85;

Avenida 136;

Avenida Perimetral, próximo ao Passeio das Águas;

Avenida Leste/Oeste;

Avenida Consolação/GO.060;

Avenida T-63;

Avenida do Contorno (depois da Mangalô);

Avenida Vera Cruz, na rotatória de acesso ao Aldeia do Vale;

Avenida 4ª Radial, próximo à Secretaria Municipal de Mobilidade (SMM);

Uma moto em frente ao Detran-GO (ainda em produção).

Em entrevista ao g1, o Delegado Waldir explicou que o objetivo da campanha, intitulada Vira, Vira, Vira, Virou: Não deixe o carnaval virar uma tragédia, é alertar os motoristas sobre os riscos de dirigir bêbado e em alta velocidade.

“Trouxemos essa imagem para sensibilizar os motoristas goianos. Beber e dirigir pode causar situações assim e mortes”, afirmou.

Os carros capotados ficarão nas avenidas até o fim de fevereiro. Segundo o presidente do Detran, as instalações ainda receberão novos itens para intensificar a campanha. “Vão receber novos ingredientes para apimentar”, afirma.

Infrações

Conforme dados do site do Detran-GO, em fevereiro de 2023, foram registrados 413 infrações por dirigir sob influência de álcool, 849 por recusa ao teste do bafômetro e mais de 174 mil por excesso de velocidade.

Até o dia 6 de fevereiro deste ano, o órgão já aplicou 216 multas por excesso de velocidade, 5 por recusa ao teste do bafômetro e uma por dirigir sob influência de álcool. Waldir diz que espera que os números se mantenham baixos.

 

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Melhor que John Wick? Sucesso da HBO Max com muita ação e personagem ‘’badass’’ está conquistando fãs mundo afora

Há um consenso entre os fãs de filmes de ação histórica: todo mundo gosta de muita violência, com direito a nazistas sendo eliminados. Se você também é membro desse clube, você precisa conhecer “Sisu: Uma História de Determinação”, um filme que está fazendo o maior sucesso no HBO Max.

O filme é uma produção finlandesa, escrita e dirigida por Jalmari Helander, que já havia feito o divertido Raros Exportações (2010), uma comédia de terror natalina.

Sisu se passa nos últimos dias da Segunda Guerra Mundial e acompanha a jornada de um garimpeiro solitário que vive no norte da Finlândia. Ele descobre que um grupo de nazistas roubou seu ouro e decide ir atrás deles para recuperar sua fortuna. No caminho, ele vai enfrentar muitos obstáculos e inimigos, mas também vai contar com a ajuda de uma jovem órfã e de um soldado americano desertor.

Foto: Reprodução

Sisu: uma carta de amor (e muita porradaria) aos filmes de ação

O filme é uma homenagem aos filmes de ação dos anos 80 e 90, com referências a clássicos como Rambo, Duro de Matar e Indiana Jones. O protagonista, interpretado pelo ator Onni Tommila, é uma espécie de John Wick da guerra, capaz de matar dezenas de nazistas com as armas e os recursos que encontra pelo caminho. 

Essa semelhança com o personagem de Keanu Reeves vem agradando o público, que há tempos não via um protagonista alá Bruce Willis em “Duro de Matar” ou o “Rambo” de Sylvester Stallone. As cenas de ação de “Sisu” são bem coreografadas e cheias de sangue e explosões, mas também de humor e ironia.

Sisu tem muitas cenas de ação explícita. — Foto: Reprodução

O filme foi muito bem recebido pela crítica e pelo público, que elogiaram o ritmo, a diversão e a originalidade da obra. No site Rotten Tomatoes, o filme tem 94% de aprovação da crítica e 86% do público. O site Looper disse que o filme é “uma experiência que provavelmente não pode ser definida com palavras, mas sim com uma série de sons empolgados e risadas – o que levaria a uma simples conclusão: ‘Cara, isso foi insano’.”

Com cenas de muita ação, porrada, sangue escorrendo e o melhor: nazistas sofrendo, o filme vem sendo um verdadeiro deleite para os fãs do gênero.

Zorro chega no Prime Vídeo e conquista o público do streaming; confira!

A nova série do Prime Video baseada no lendário herói Zorro, criada por Carlos Portela, estreou em 19 de janeiro, conquistando rapidamente o top 10 de séries mais assistidas na plataforma de streaming. Em meio a uma maré de lançamentos, Zorro, lançada discretamente em 19 de janeiro, conseguiu conquistar um lugar de destaque entre as séries mais assistidas do serviço de streaming.

Zorro não apenas conquistou o coração dos espectadores ao integrar o top 10 das séries mais assistidas do Prime Vídeo em sua semana de estreia, mas também ostenta uma sólida aprovação de 89% no Rotten Tomatoes. Apesar de uma pontuação menor no IMDB, com 6 estrelas, a série é elogiada por sua trama envolvente. Disponível na íntegra, com 10 episódios, a série Zorro promete uma jornada emocionante e inesquecível.

Zorro

A trama da série gira em torno de Diego de la Vega, motivado por seu desejo de justiça em resposta ao assassinato de seu pai. Ao retornar à Califórnia, ele desvenda os mistérios por trás do ato, transformando-se no enigmático Zorro. Diego também se envolve em um conflito complexo envolvendo Nah-lin, uma indígena convicta de que Zorro usurpou seu legado. Enquanto Diego enfrenta o Governador, líder perverso da comunidade chinesa, e uma sociedade secreta, ele aprende a priorizar o bem comum, mesmo que isso signifique sacrificar seu amor por Lolita. A narrativa, embora ambientada no século 19, respira modernidade, incorporando recursos cinematográficos de última geração, sendo o personagem originalmente concebido por Johnston McCulley em 1919.

Miguel Bernardeau, conhecido por seu papel em Elite, lidera o elenco, acompanhado por Cristo Fernández, Renata Notni, Luis Tosar e outros. A direção fica por conta de Javier Quintas, Jorge Saavedra e José Luis Alegría, com roteiro de Carlos Portela.

Com 10 episódios já disponíveis no Prime Vídeo, a série Zorro promete uma experiência cativante para os fãs do heroi e novos espectadores. Uma adaptação moderna e bem recebida, oferecendo uma jornada de vingança, intriga e justiça no cenário do século 19.

 

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O filme de ação que conquistou Quentin Tarantino está na Netflix

Anualmente, Quentin Tarantino presenteia seus fãs com sua indicação de filme favorito, uma tradição aguardada ansiosamente pelos fãs do renomado diretor de cinema. Hoje, um dos filmes indicados pelo diretor como um espetáculo chega ao catálogo da Netflix. Trata-se de “Top Gun: Maverick”.

Quentin Tarantino pode ser visto como uma bússola confiável para muitos amantes de cinema, afinal, Tarantino é um realizador, roteirista, produtor, ator, diretor de fotografia e crítico de cinema americano. É vencedor de dois Oscars de Melhor Roteiro Original e foi eleito o 19° maior diretor de cinema dos últimos 25 anos segundo o levantamento da Quartz através do Metacritic. Com um currículo de peso como esse, a indicação do diretor pode ser seguida cegamente.

Durante uma entrevista ao podcast Reelblend, Tarantino não poupou elogios a “Top Gun: Maverick”, dirigido por Joseph Kosinski e estrelado por um elenco de peso, incluindo Tom Cruise, Miles Teller, Jennifer Connelly e John Hamm. O filme é sequência do clássico e icônico filme de 1980. Com entusiasmo, o cineasta descreveu a experiência proporcionada pelo filme, agora disponível na Netflix, como “um verdadeiro espetáculo cinematográfico”, algo que ele acreditava não ser possível testemunhar novamente nas salas de cinema.

Ao longo do podcast, Tarantino não poupou elogios ao filme. Ele deu destaque para a direção de Kosinski, que se assemelha ao estilo de direção de Tony Scott, diretor do primeiro filme, que infelizmente já faleceu. Ele expressou admirável respeito pelo trabalho do diretor, afirmando que este filme é a forma mais próxima de reviver o estilo cinematográfico único de Scott. 

No longa podemos acompanhar Pete “Maverick” Mitchell de volta depois de mais de 30 anos de serviço como um dos principais aviadores da Marinha. Apesar de ser conhecido como o capitão mais desobediente da Marinha, o Almirante Kazansky, conhecido como “Iceman”, acredita que Maverick ainda tem algo a oferecer à marinha. É então que, a pedido do Almirante, ele assume o posto de professor da nova elite de pilotos de caça. Agora, no mundo contemporâneo das guerras tecnológicas, Maverick precisa provar que o fator humano ainda é essencial.

 

 

Lançado três décadas após o original, “Top Gun: Maverick” não apenas se tornou um dos maiores sucessos de 2022, mas também uma produção que transcendia expectativas. Com uma arrecadação global de 1,493 bilhão de dólares, o filme conquistou o título de maior bilheteria do ano, um feito notável antes de ser ultrapassado por “Avatar: O Caminho da Água” em 2023. 

Tarantino também falou sobre a paciência de Tom Cruise, que estava ansioso aguardando o momento ideal para retomar o universo de “Top Gun”. Cruise revelou ao cineasta que a demora na produção da sequência era uma busca pela abordagem mais adequada, uma busca que, segundo Tarantino, alcançou seu objetivo. 

A novidade é empolgante para os fãs que, assim como Tom Cruise, estavam ansiosos para o filme. Agora, existe a oportunidade de desfrutar de “Top Gun: Maverick” no conforto de suas casas, já que o longa-metragem está disponível no catálogo da Netflix.

 

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A nova série da Marvel Studios chegou ao Disney+ pronta para quebrar os moldes

Em 2024, o cenário do entretenimento tem nos entregado diversas novidades, e a Disney mais uma vez se destaca ao proporcionar experiências memoráveis aos amantes de filmes e séries. Desta vez, no universo Marvel, surge a tão aguardada série “Echo”, uma proposta inovadora, onde somos convidados a testemunhar, desde o primeiro dia, a saga completa de uma super-heroína que desafia as convenções, ampliando os horizontes do Universo Marvel e quebrando padrões.

Echo é um spin-off da série Gavião Arqueiro. Na série acompanhamos a atriz Alaqua Cox dando vida a heroína Maya Lopez, a primeira nativa americana da Marvel Studios. Mestre em artes marciais e surda, ela é capaz de replicar perfeitamente os movimentos de uma pessoa. Echo é conhecida por ter colaborado com heróis como Demolidor, Blade e Vingadores. 

Na trama, a protagonista tenta se reconectar ao seu passado indígena após anos de serviços sujos realizados a mando do famoso Rei do Crime, de quem é filha adotiva. O grande vilão de Echo é ninguém menos que Wilson Fisk, interpretado por Vincent D’Onofrio, já conhecido por sua participação na série “Demolidor”. O líder de um império criminoso coloca Maya na corda bamba, resgatando um personagem 

Apesar de ser uma série da Disney, Echo não tem como foco um público infantil, tendo em vista sua classificação indicativa (18), além de ser uma entre as séries mais adultas e violentas da Marvel Studios, prometendo quebrar os moldes e surpreender a todos.

Sem sombra de dúvidas, “Echo” surge como uma inovação no universo Marvel, desafiando expectativas com sua abordagem adulta e violenta. A série já está disponível no Disney+, e a possibilidade de assisti-la completa de uma só vez certamente agradará aos fãs que estão cheios de expectativas e ansiosos para mergulhar em um universo completamente novo. Com Maya López no centro de uma trama repleta de reviravoltas e dilemas morais, “Echo” não apenas quebra os moldes do Marvel Studios, mas redefine o que esperamos de uma narrativa super-heroica, proporcionando aos fãs uma experiência única e inesquecível. 

 

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As Ladras na Netflix: A revolução da comédia policial que você não pode perder

O filme francês “As Ladras” (2023), disponível na Netflix, é uma revolução na comédia policial. Dirigido e protagonizado por Mélanie Laurent, conhecida por sua atuação em “Bastardos Inglórios”, o filme é uma mistura rara de ação e comédia, liderada por personagens femininas destemidas.

A trama segue Carole (Mélanie Laurent) e Alex (Adèle Exarchopoulos), duas ladras profissionais que, cansadas da vida em fuga, decidem se aposentar. No entanto, antes de se aposentarem, elas embarcam em seu último grande roubo, recrutando a jovem e intrépida Sam (Manon Bresch) para ajudá-las.

O filme é uma adaptação da HQ “La Grande Odalisque” (2012), e se destaca por subverter alguns dos maiores estereótipos e clichês do gênero. Laurent tenta subverter os clichês sobre as mulheres fortes, criando personagens poderosas, financeiramente independentes e livres.

A química descontraída entre Laurent e Exarchopoulos é um dos destaques do filme, mantendo a trama envolvente e emocionante. O filme também conta com a atuação de Isabelle Adjani, Félix Moati e Philippe Katerine.

“As Ladras” é uma adição valiosa ao catálogo da Netflix, oferecendo uma nova perspectiva sobre o gênero de comédia policial. Com uma trama criativa e bem executada, o filme promete conquistar fãs em todo o mundo.

Confira o trailer oficial de “As Ladras” e mergulhe nesta emocionante história de ação e comédia.

 

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Filme com Mel Gibson e Frank Grillo chegou a Netflix com um extraordinário loop de adrenalina e ação

“Mate ou Morra” é o tipo de filme que parece ter sido concebido numa noite de pizza e videogames entre amigos. Joe Carnahan e a dupla Chris e Eddie Borey parecem ter se perguntado: “E se pegássemos ‘Feitiço do Tempo’ e jogássemos no liquidificador com adrenalina pura, katanás e helicópteros explodindo?”. E a resposta, meus amigos, é um prato delicioso e frenético que, confesso, não consegui resistir.

Roy Pulver, interpretado com convicção por Frank Grillo, é um misto de Bill Murray entrelaçado com Bruce Willis no auge de “Duro de Matar”. Ele acorda, morre, repete. Mas ao contrário de se resignar ao seu destino repetitivo, Roy é um aprendiz em seu próprio jogo de videogame da vida, superando seus desafios diários com astúcia, persistência e um senso de humor que acerta em cheio o tom do filme.

A estrutura de videogame é evidente, e para aqueles de nós que cresceram perseguindo pontuações altas e vidas extras, é uma delícia ver Roy enfrentar e superar adversários que poderiam facilmente ter saído de um console. Mas é a alma por trás da ação que realmente torna “Mate ou Morra” memorável. O filme brinca com a ideia de redenção, reconexão e a busca incessante de um propósito, mesmo quando as cartas estão todas contra você.

E enquanto Roy brilha, não podemos esquecer o vilão magnificamente representado por Mel Gibson. Como Coronel Clive Ventor, Gibson assume uma presença de tela que serve como lembrete do motivo pelo qual ele é uma lenda de Hollywood. O déspota sedento de poder oferece uma antagonização eficaz ao nosso herói, elevando o filme além de sua premissa de ficção científica e solidificando-o como uma fábula sobre determinação contra as adversidades.

Já Naomi Watts, mesmo em um papel secundário, adiciona camadas ao enredo e serve como um fio condutor emocional na frenética corrida contra o tempo de Roy.

Por fim, este é um filme que nos lembra que mesmo em um loop infinito de caos, há espaço para aprendizado, crescimento e, sim, diversão. Em um cenário cinematográfico saturado de dramas intensos e superproduções espalhafatosas, “Mate ou Morra” se destaca como um lembrete de que às vezes, tudo o que realmente precisamos é de uma boa dose de ação, risadas e uma história bem contada.

E aí, pronto para apertar o play novamente?

Goiás fecha parceria com McDonald’s para ação de combate ao câncer infantil

O Governo de Goiás, por meio das secretarias de Indústria, Comércio e Serviços (SIC) e da Saúde (SES), fechou parceria com a rede de lanchonetes Mc Donald’s pelo combate e prevenção ao câncer infantil. O Estado será contemplado com a campanha McDia Feliz 2023, que, neste ano, chega à 35ª edição. A ação será no sábado, dia 26 de agosto.

Serão instalados pontos físicos de venda antecipada de tíquetes em frente ao Palácio Pedro Ludovico Teixeira, na Praça Cívica e à Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, no Park Lozandes, a partir desta quarta-feira (16/08). Cada voucher, no valor de R$18,00 poderá ser trocado por sanduíche Big Mac nas localidades participantes no dia do evento. Toda a renda da venda deste dia será destinada ao combate do câncer infantojuvenil em Goiás.

No ano que vem, a aplicação dos recursos já poderá ser feita no Cora e na criação de uma casa de apoio ao novo hospital que, na sua primeira etapa, já será um dos maiores centros especializados no tratamento do câncer infantil do país. 

De acordo com os organizadores da iniciativa, após 35 anos dessa ação, o índice de cura da doença já alcança quase 70% no Brasil, contra 36%, quando a campanha foi lançada. Para separar o que será destinado a Goiás com as vendas de ingressos antecipados no estado, além das vendas no dia do evento, foi criada uma conta exclusiva para receber os recursos. 

McDia Feliz

O Sistema McDonald’s passou a se engajar na luta contra o câncer infantil a partir dos anos 70, ao perceber as dificuldades de famílias de baixa renda em permanecer em cidades com referência em tratamento em grandes metrópoles americanas. Isso levou à criação das Casas Ronald nos Estados Unidos, que oferecem apoio às famílias, fornecendo hospedagem gratuita, alimentação e outros benefícios, enquanto as crianças recebem tratamento. No Brasil, o McDia Feliz completa 35 anos. É o maior evento de arrecadação no mundo.

 

Foto: divulgação

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