Quanto ouro Portugal levou embora do Brasil

Você já parou para pensar quanto ouro Portugal tirou do Brasil durante a época colonial? É incrível como esse metal precioso foi importante para ambos os países. Nos séculos passados, Portugal encontrou grandes quantidades de ouro em terras brasileiras, levando esse tesouro de volta para a Europa. Mas quanto exatamente foi levado? Vamos descobrir.

Quanta riqueza foi embora?

Há muito tempo atrás, antes mesmo de sabermos exatamente quanto ouro o Brasil possuía, as pessoas já estavam de olho nesse metal brilhante. Mas foi só no final do século 17, lá em Minas Gerais, que as coisas começaram a esquentar, e o ouro passou a ser a grande estrela, superando até mesmo a cana-de-açúcar.

Na verdade, descobrir exatamente quanto ouro foi levado do Brasil é um baita desafio. Alguns documentos foram perdidos em incêndios e muita gente contrabandeava ouro para evitar impostos. Então, os historiadores não conseguem se decidir direito: uns dizem que foram pelo menos 128 toneladas, outros apontam 150 toneladas, e tem até quem estima mais de 200 toneladas. Imagina só o trabalhão que dá para contar tudo isso.

Podemos reaver esse ouro?

Muita gente hoje em dia fica nas redes sociais pedindo o ouro de volta, mas a coisa não é tão simples assim. Na época do ouro, o Brasil nem era um país unificado, então não dá para bater na porta de Portugal pedindo as coisas de volta. E além disso, o tempo passa e as coisas ficam complicadas, então processar Portugal por isso já não dá mais.

O que fizeram com tanto ouro?

Bom, esse ouro todo teve uma vida agitada em Portugal. Primeiro, foi usado para pagar dívidas com outros países, como a Inglaterra. Também serviu para bancar guerras e construir coisas, sabe? Tipo igrejas, palácios, estradas, e até mesmo para ajudar a reconstruir Lisboa depois de um grande terremoto. Ah, e claro, uma boa parte foi para ostentação na corte portuguesa, comprando coisas de luxo e afins.

Legado do ouro nos dias atuais

Mesmo depois de tanto tempo, o ouro ainda tem um papel importante na economia brasileira. Hoje em dia, a mineração é uma das principais atividades econômicas do país, movimentando bilhões de reais e gerando empregos para muita gente. E o Brasil ainda é um dos maiores produtores de ouro do mundo, exportando toneladas desse metal precioso todos os anos. Então, podemos dizer que o legado do ouro continua vivo até hoje, impactando a vida de milhões de brasileiros.

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Conheça a Buenos Aires de Goiás

Posse é uma cidade encantadora localizada no nordeste do estado de Goiás, Brasil. Situada a 550 km de Goiânia e a 318 km de Brasília, Posse é conhecida como a “Rainha do Nordeste Goiano” por ser o principal centro da região. A cidade tem uma população de pouco mais de 37 mil habitantes.

A história de Posse é fascinante. A cidade surgiu com a chegada de imigrantes nordestinos que fugiam da seca em busca de terras férteis no meio do século XIX. Inicialmente, o povoado foi chamado de Buenos Aires, localizado abaixo da confluência do Rio Corrente com o Rio Paraná. No entanto, um surto de malária fez com que os primeiros colonos se mudassem para terras mais altas ao pé da Serra Geral, onde formaram outro assentamento. O novo povoado recebeu o nome de “Posse” porque os habitantes haviam tomado posse das terras ao longo do córrego Passagem dos Gerais em 1830.

Um dos principais atrativos de Posse é o Poço Azul, uma cachoeira deslumbrante que é um verdadeiro tesouro natural34. O Poço Azul é um conjunto de três piscinas naturais com água cristalina, cheia de peixinhos e com tonalidades que variam entre azul turquesa e verde esmeralda. A trilha até as piscinas é um atrativo à parte, pois passa por cânions e pelo Rio Vermelho.

Posse é uma cidade com uma localização privilegiada, ao pé da Serra das Araras, com uma temperatura média de 25 °C e uma oferta de água mineral retirada das encostas das montanhas. A parte leste do município é atravessada pelo Rio Paranã e seus afluentes. As terras são férteis, com pastagens naturais e florestas ricas em madeiras nobres. As terras têm um fertilizante natural – fosfato – que ajuda a renovar o solo.

Portanto, se você ainda não conhece Posse, esta cidade encantadora tem muito a oferecer com sua rica história, paisagens deslumbrantes e o incrível Poço Azul. Vale a pena visitar!

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Foto: Prefeitura Municipal de Posse

A história de Posse começa no início do século XIX, quando imigrantes nordestinos chegaram à região procurando terras para cultivo de cereais. A região era conhecida como “Buenos Aires” e foi palco de atividades como pastoreio, lavoura e engenho. O nome era devido a proximidade com o Rio Prata e os moradores compararem com “La Plata”.

Infelizmente, a malária devastou a população logo nos primeiros anos de fundação da cidade. No entanto, os habitantes não se deixaram abater e se mudaram para a zona da chapada, onde formaram o novo povoado de Posse. Com o desenvolvimento da indústria rural, agricultura e criação de gado, a cidade se tornou distrito em 1855 e obteve sua autonomia municipal em 1872.

Hoje em dia, Posse é conhecida como a “Rainha do Nordeste Goiano” por ser o principal centro da região. E um dos seus principais atrativos é o Poço Azul, situado a apenas 12 km do centro da cidade. O poço é cercado por uma paisagem incrível e suas águas cristalinas são uma tentação para quem quer mergulhar e se refrescar em um dia quente de verão.

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Poço Azul, em Posse, Goiás. Foto: @thomasaugusto73

Mas não é só isso: Posse também é um destino para quem gosta de aventura. A cidade conta com uma cachoeira de 35 metros, a maior das cinco cachoeiras que ficam em uma trilha de apenas 1 km. Além de muitas outras por perto! As paisagens únicas de Guarani de Goiás, que fica a apenas 20 km de Posse, também valem a visita.

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Foto: Luciano Guimarães

Posse é uma cidade que tem muito a oferecer, desde sua história surpreendente até suas paisagens deslumbrantes e seu poço azul apaixonante. Se você ainda não conhece esse tesouro do nordeste goiano, não perca mais tempo: planeje sua viagem e descubra tudo o que essa cidade encantadora tem a oferecer.

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Fotos de capa: @thomasaugusto73

Entenda porque o feriado de Corpus Christi acontece sempre em uma quinta-feira

No Brasil, assim como em outros países majoritariamente católicos, como Portugal e França, o Corpus Christi é um feriado nacional. O costume de celebrar a data veio com a chegada dos portugueses no século XVI e até hoje é uma tradição em cidades de todo o país, como Ouro Preto (MG), Paraty (RJ) e Pirenópolis (GO). A comemoração, que faz parte do calendário da Igreja Católica, remonta ao século XIII e celebra o sacramento da eucaristia, ou a lembrança da morte e da ressurreição de Jesus Cristo.

A expressão Corpus Christi é originária do latim e, em tradução para o português, significa “corpo de Cristo”. Desse modo, o nome escolhido já sugere o seu significado: uma homenagem à eucaristia.

Esse sacramento do catolicismo é realizado como uma forma de relembrar a morte e ressurreição de Jesus Cristo, no qual o pão que é consumido representa o corpo de Cristo, e o vinho ingerido simboliza seu sangue. A realização da eucaristia é uma referência à Última Ceia, feita por Cristo com seus discípulos durante a Semana Santa.

A comemoração acontece exatamente 60 dias após a Páscoa, sendo que o feriado se dá sempre em uma quinta-feira, já que a Última Ceia, o jantar derradeiro de Jesus com seus discípulos antes de morrer, teria sido realizada nesse dia da semana.

O que determina em qual quinta-feira do mês acontecerá o feriado é outra data do calendário cristão: o Domingo da Santíssima Trindade. A quinta seguinte a esse domingo será o Corpus Christi, sendo que o Domingo da Santíssima Trindade é sempre o domingo seguinte ao Pentecostes, que por sua vez, ocorre 50 dias após o domingo de Páscoa.

Sendo parte do calendário tanto da Igreja Católica como de algumas igrejas anglicanas, a data não é comemorada por cristãos ortodoxos nem pelos protestantes.

No Brasil, em decorrência da grande tradição católica, a comemoração da data é acompanhada por algumas práticas que foram consolidadas aqui a partir da influência portuguesa. Uma das tradições típicas de Corpus Christi no Brasil, trazida pelos portugueses, é a atividade de produzir tapetes, representando símbolos e cenas importantes da fé católica. Os tapetes são confeccionados a partir de vários produtos, como serragem, borra de café, palha, areia etc.

Tapete

A comemoração entrou no calendário da Igreja Católica no século XIII, por decisão do papa Urbano IV, que liderou a Igreja entre 1261 e 1264. Segundo alguns historiadores, o Papa tomou essa decisão depois que uma freira belga chamada Juliana de Mont Cornillon começou a dizer ter visões e sonhos que foram interpretados como sinais de que a Igreja precisava celebrar devidamente a eucaristia.

Outro acontecimento que teria motivado o papa da época a instituir o Corpus Christi foi um suposto milagre que aconteceu após um encontro, em Roma, de Urbano IV com um sacerdote da Boêmia (atual região da Alemanha, da Polônia e da Áustria). Enquanto voltava para casa, o sacerdote parou em Bolsena, na Itália, para uma cerimônia da eucaristia e durante o ritual, uma hóstia teria jorrado sangue.

O episódio ficou conhecido como Milagre de Bolsena e, quando chegou aos ouvidos do papa, impulsionou a criação do Corpus Christi. A data se popularizou durante o século seguinte e virou uma das principais festas de países adeptos do catolicismo.

*Fonte: Brasil Escola e Revista Super Abril

 

Este foi o dia mais frio da história de Goiânia

Os meses de junho e julho são os períodos tradicionalmente mais frios de Goiânia. O “frio” por essas bandas chega a ser motivo de piada para quem é de São Paulo ou do Sul do país. Afinal, as temperaturas mínimas oscilam entre 14 e 15 graus nesta época.

Mas buscando na trajetória meteorológica da capital goiana, o Curta Mais descobriu que a cidade teve um dia pra lá de frio, só faltou nevar!

O Dia Mais Frio da História de Goiânia

O feito aconteceu no dia 09 de julho de 1938, quando os termômetros em Goiânia registraram incríveis 1,2ºC! Os dados são do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), em seu Banco de Dados Meteorológicos para Ensino e Pesquisa (BDMEP).

No período que conta a partir de 1961, que registra dados históricos mais detalhados sobre o clima de Goiânia, o instituto meteorológico mostra que a segunda menor temperatura registrada na cidade foi de 2,6ºC também no mês de julho que, historicamente, é sempre o que registra as temperatura mais baixas da cidade.

Dia Mais Frio da História de Goiânia

Registro histórico do Inmet (Imagem: Inmet)

E Qual o Dia Mais Quente da História de Goiânia?

Se o dia mais frio da história de Goiânia remete a tempos muito antigos, o dia mais quente já registrado é recente. A maior temperatura da capital de Goiás ocorreu no ano de 2015, quando os termômetros marcaram 40,4ºC. Na Cidade de Goiás, na mesma época, a máxima alcançou incríveis 42,5ºC com sensação térmica ainda maiores!

Amplitude Térmica em Goiânia

Vale ressaltar que os valores mencionados se referem a temperaturas mínimas e máximas, o que não significa que o dia todo, nas datas destacadas, tenha sido completamente frio. Até porque a amplitude térmica por aqui é digna de desertos com manhãs e noites frias e tardes pegando fogo!

Além disso, os dados se referem ao histórico registrado oficialmente e é possível que dias ainda mais frios ou mais quentes tenham ocorrido em tempos anteriores, quando não existia aparato técnico suficiente para aferir e registrar as temperaturas com total precisão.

Cidade goiana bem pertinho de Brasília é um espetáculo natural que guarda segredos históricos da capital federal

 Luziânia, uma cidade histórica de Goiás, está estrategicamente localizada a aproximadamente 60 km de Brasília e 255 km de Goiânia. Sua localização privilegiada a torna um ponto de interesse para aqueles que desejam explorar as riquezas culturais e históricas da região. A cidade tem uma forte ligação com Juscelino Kubitschek, ex-presidente do Brasil.

Fazendinha JK em Luziânia: um escape histórico a um passo de Brasília

Fazendinha JK em Luziânia: um escape histórico a um passo de Brasília

Kubitschek escolheu Goiás, especificamente Luziânia, para viver durante a perseguição da ditadura. Ele possuía uma fazenda em Luziânia, conhecida como Fazendinha JK. Esta fazenda é um tesouro de natureza, história e hospitalidade, e é um destino turístico popular na região.

A Igreja do Rosário em Luziânia, uma relíquia do barroco perto de Brasília

A Igreja do Rosário em Luziânia, uma relíquia do barroco perto de Brasília

Um dos principais destaques de Luziânia é a Igreja do Rosário, uma joia do século XVIII em estilo barroco. A Igreja do Rosário, também conhecida como Igreja de Nossa Senhora do Rosário de Santa Luzia, está localizada no bairro do Rosário. Esta igreja foi tombada por sua importância arquitetônica, histórica e cultural. A igreja foi construída em 1769 e é um marco histórico e religioso para a população local.Símbolo da cidade, a igreja  é famosa por rumores que sugerem covas de trabalhadores escravos abaixo de seu solo. Além da Igreja do Rosário, Luziânia abriga várias outras construções históricas bem preservadas que refletem os estilos arquitetônicos da era colonial. Esses tesouros históricos atraem amantes da arquitetura e da história, proporcionando uma rica experiência cultural.

Parque Ecológico de Luziânia é referência no entorno de Brasília

O Parque Ecológico de Luziânia, um convite à natureza a poucos quilômetros de Brasília

O Parque Ecológico de Luziânia, um convite à natureza a poucos quilômetros de Brasília

O Parque Ecológico de Luziânia, localizado na Rua 32, 48-286, Loteamento JK, Luziânia – GO, é uma área de preservação ambiental que oferece uma experiência imersiva na natureza. Este parque é um verdadeiro tesouro para os amantes da natureza, pois possui trilhas ecológicas e uma diversificada fauna e flora.Além disso, o parque é palco de eventos importantes, como o Festival Luziânia Sustentável. Este evento, que é o primeiro do gênero em Goiás, busca a construção de um mundo melhor através do uso consciente dos recursos naturais sem comprometer o bem-estar das gerações futuras. O festival oferece diversas atividades sustentáveis, como workshops, mesas de debate, experiências imersivas alinhadas aos objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU, apresentação de projetos, arte, praça de alimentação, circuito de esportes e uma arena de shows3.

O Parque Ecológico de Luziânia é altamente recomendado para visitação, com uma classificação de 5 estrelas no TripAdvisor. A entrada é gratuita, mas é solicitada a doação de 1kg de alimento não perecível. Portanto, se você está procurando uma experiência imersiva na natureza, o Parque Ecológico de Luziânia é definitivamente um lugar que vale a pena visitar.

Bali Park: diversão aquática em grande escala bem pertinho de Brasília

Bali é um dos destinos preferidos do entorno de Brasilia

Bali é um dos destinos preferidos do entorno de Brasilia

Localizado na histórica Luziânia, Goiás, Bali Park é um destino de entretenimento aquático que se destaca não só no Brasil mas em toda América do Sul. O parque, que se estende por uma área de mais de 200.000 m², inclui o maior parque aquático e um resort, oferecendo uma combinação ideal de lazer e hospedagem. A maior atração de Bali Park é, sem dúvida, sua praia artificial, a maior da América do Sul. Com areia branca e águas cristalinas, ela oferece uma experiência de praia genuína no coração do Brasil. Além disso, o parque oferece uma variedade de atividades aquáticas como wakeboard, considerado o primeiro cable park em um lago aberto no país, e uma super tirolesa, única no Brasil por permitir a descida de quatro pessoas simultaneamente.

Com infraestrutura pensada para todos os públicos, o Bali Park tem atrações que vão desde tobogãs radicais e um rio lento até piscina de ondas e espaço kids. Para os mais aventureiros, o parque oferece caiaque, wake surf, e uma área para bar flutuante, garantindo diversão para todas as idades

O parque está convenientemente localizado a 80 km de Brasília, facilitando o acesso para turistas da capital e região. Para quem deseja uma experiência mais prolongada, o Bali Resort oferece hospedagem de qualidade com vistas para as atrações aquáticas.

Bali Park não é apenas um parque aquático; é um local onde memórias são criadas em um ambiente seguro e divertido, combinando a emoção das atrações aquáticas com a beleza natural de Luziânia. Com tantas opções de lazer, é o destino perfeito para uma escapada de fim de semana ou férias em família.

Cachoeiras de Luziânia: Tesouros Naturais para Descobrir no entorno de Brasília

Luziânia, localizada a apenas 60 km de Brasília, é um convite à exploração de suas belezas naturais, com destaque para suas impressionantes cachoeiras. Aqui está um guia para ajudá-lo a planejar sua visita a esses destinos refrescantes:

Cachoeira Águas Claras
A apenas 16 km do centro de Luziânia, acessível pela rodovia GO-010, a Cachoeira Águas Claras é o local perfeito para quem busca uma escapada rápida da rotina. Com suas águas límpidas e frias, é ideal para um mergulho revitalizante. O cenário é complementado pela rica vegetação do Cerrado, proporcionando uma atmosfera tranquila e um excelente cenário para fotografia.

Cachoeira 3 Vendas
Mergulhe na serenidade da Cachoeira 3 Vendas, onde a natureza se manifesta em grande majestade. Este local oferece um ambiente sereno para relaxar e se conectar com a natureza. É uma ótima opção para famílias e aventureiros, oferecendo não apenas belas piscinas naturais mas também áreas adequadas para piqueniques.

Atividades e Comodidades
Ambas as cachoeiras são acessíveis e contam com trilhas bem definidas. Visitantes podem desfrutar de atividades como natação, caminhadas e, ocasionalmente, esportes aquáticos. É importante levar suprimentos como água e lanches, pois as opções de serviços no local podem ser limitadas.

Dicas para Visitantes
Para garantir uma visita segura e agradável, recomenda-se verificar o clima antes de ir, pois as trilhas podem se tornar escorregadias após chuvas. Além disso, considerar um guia local pode enriquecer sua experiência, oferecendo insights sobre a flora e fauna locais, bem como histórias da região.

Explorar as cachoeiras de Luziânia não só proporciona uma pausa refrescante mas também a oportunidade de apreciar e respeitar a impressionante natureza do Cerrado brasileiro.

Fazenda jardins do cerrado  

Dona de uma beleza incomparável do nosso cerrado, a fazenda possui diversos  atrativos: como trilhas, cachoeiras e lindas árvores frutíferas. 

Está entre os 10 maiores pontos de observação de beija flor do brasil 

Possui birdwatching cerca de 240 espécie de aves catalogadas. É rico pelas suas  beleza naturais, e faz parte do nosso turismo local. 

A culinária local também é um destaque, com restaurantes que oferecem o melhor da  gastronomia goiana, com pratos típicos que conquistam o paladar de quem visita a  cidade. 

FESTA DO DIVINO 

Reconhecida pelo IPHAN, em abril de 2010, como Patrimônio Cultural Imaterial do  Brasil, a Festa do Divino Espírito Santo celebra, em 2024, muitos anos de história e  tradição. A Festa do Divino Espírito Santo é uma manifestação genuinamente popular,  que traduz o espírito festivo e alegre do nosso povo. 

A festa tem o seu ápice no Domingo do Divino, 50 dias após a Ressurreição de Cristo,  no Domingo de Páscoa, segundo o calendário da igreja católica. Oriunda dos Açores,  região de Portugal, onde é conhecida como as Cavalhadas de São Pedro, a festa mescla  festejos religiosos e profanos e reúne uma série de manifestações, tais como passagem  da Bandeira do Divino que se inicia no Centro Comunitário da cidade com termino na  Praça do Divino, temos também novena, folias, procissão, missa, reinados, e outros  eventos. 

Como de costume, após as celebrações, os festeiros se deliciam nas barracas de  comida que ficam localizadas no Centro Comunitário da cidade. Na gastronomia o  biscoito de queijo frito é o mais famoso e procurado, seguido pelo pastel. “O biscoito  de queijo já faz parte da tradição da Festa. Impossível participar do evento e não  experimentar 

Mantegaria nacional 

Manteigaria Nacional é um dos destaques da cidade que fica no entorno de Brasília

Manteigaria Nacional é um dos destaques da cidade que fica no entorno de Brasília

A Manteigaria Nacional é responsável por oferecer deliciosas manteigas de  diversos sabores, embaladas de forma charmosa e com um toque de arte, sem  conservante. Com o primeiro selo ARTE aprovado pelo selo S.I.M do país, essa empresa se  destaca pela qualidade e tradição em seus produtos! Os sabores oferecidos pela Manteigaria são variados e surpreendente, Um  verdadeiro sucesso. 

Oca Gastronomia 

 

O Oca Gastronomia é o mais novo destino turístico, com restaurante flutuante e vista  privilegiada ao nosso Lago Corumbá IV. Nasceu para levar novas experiências sensoriais ao mundo do vinho e os pratos  evidenciam toda a essência local somados com o que há de melhor da alta  gastronomia internacional.   Diego Trappel é Portovelhense e dedicou anos da sua vida estudando longe de casa  para então se tornar Enólogo e Sommelier, o especialista de vinhos, também é  fundador da @ocawine primeira enoteca da região norte do Brasil, sendo uma marca  especializada em proporcionar experiência enogastronomicas, no flutuante no Lago  Corumbá IV, localizado no Condomínio Porto do Vale Resort. 

Com sua riqueza histórica, belezas naturais e hospitalidade do povo goiano, Luziânia se  destaca como um destino turístico imperdível para quem deseja conhecer um pouco  mais da cultura e da história do estado de Goiás. 



 

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Nordeste abriga a extraordinária, colorida e festiva Havana brasileira

Salvador, capital do estado da Bahia,  no Nordeste do Brasil, é frequentemente chamada de “Havana Brasileira” devido à sua semelhança com a capital cubana, especialmente em termos de arquitetura colonial, música e a vibrante alegria de viver. Essa conexão não se limita apenas ao visual ou ao clima, mas também à rica história e cultura que essas cidades compartilham​.

A arquitetura de Salvador é um dos elementos que mais lembra Havana. O Pelourinho, bairro histórico da cidade, possui ruas de paralelepípedos e casas coloniais coloridas, similares ao estilo arquitetônico encontrado em Havana Vieja, o centro histórico da capital cubana. Além disso, tanto Salvador quanto Havana têm uma conexão profunda com suas raízes afrodescendentes, refletidas na música, na dança e na religião. A tradição do Candomblé em Salvador é um exemplo de como a cidade manteve viva a herança africana ao longo dos anos​.

A semelhança também se estende à alegria e ao espírito festivo. Salvador é conhecida por suas festas e festividades, como o Carnaval, um dos maiores do mundo, que se assemelha ao espírito festivo de Havana, com sua música e dança. O Carnaval de Salvador é um evento vibrante, com trios elétricos e blocos que desfilam pelas ruas, trazendo uma atmosfera de celebração e energia contagiante​ (Salvador DestiEventos)​.

Além do Carnaval, Salvador celebra outras festividades que remetem à herança africana, como a Festa de Iemanjá. Esses eventos são marcados por uma mistura de culturas e religiões, com destaque para as tradições afro-brasileiras. A influência africana também é evidente na culinária, com pratos como acarajé e moqueca sendo populares na cidade.

Outro aspecto que aproxima Salvador de Havana é a musicalidade. A cidade é conhecida como um dos principais centros de música do Brasil, com estilos que vão do axé ao samba-reggae. Bandas como Olodum têm reconhecimento internacional e representam a conexão entre Salvador e suas raízes africanas​.

História e arquitetura da Havana brasileira

Uma das capitais do Nordeste, Salvador encanta com historia e belezas naturais

Uma das capitais do Nordeste, Salvador encanta com historia e belezas naturais

Salvador, capital da Bahia, é uma das cidades mais antigas do Brasil, fundada em 1549 por Tomé de Sousa como a primeira capital do Brasil. Com uma localização estratégica na Baía de Todos os Santos, Salvador tornou-se um importante centro comercial e político durante o período colonial. A cidade tem uma rica história, marcada por sua arquitetura colonial, igrejas barrocas e uma profunda conexão com a cultura afro-brasileira.

A arquitetura de Salvador é uma mistura fascinante de influências portuguesas e africanas. O Pelourinho, um dos bairros mais famosos, é conhecido por suas ruas de paralelepípedos e fachadas coloridas, além de suas igrejas coloniais. O bairro é um Patrimônio Mundial da UNESCO e atrai turistas de todo o mundo para apreciar sua beleza histórica. Além disso, o Pelourinho é um símbolo da resistência afro-brasileira, pois antigamente era onde escravos africanos eram punidos. Hoje, o local é um espaço de celebração da cultura negra, com grupos de capoeira, música ao vivo e apresentações de dança afro.

Salvador também é famosa por suas festas e festividades, como o Carnaval, um dos maiores do mundo. O Carnaval de Salvador é uma celebração vibrante, com trios elétricos e blocos que desfilam pelas ruas, trazendo uma atmosfera contagiante. Além do Carnaval, Salvador celebra outras festas, como a Festa de Iemanjá, que reflete a herança africana e reúne milhares de devotos para homenagear a deusa do mar..

A música é outro aspecto importante da cultura de Salvador. A cidade é conhecida por ser um dos principais centros de música do Brasil, com estilos que vão do axé ao samba-reggae. Bandas como Olodum representam a conexão entre Salvador e suas raízes africanas. A cidade também é conhecida por sua culinária, com pratos como acarajé e moqueca, que refletem a influência africana na gastronomia local.

Salvador é uma cidade que une tradição e modernidade. Além de seu rico patrimônio histórico, a cidade tem uma moderna rede hoteleira, infraestrutura para eventos e congressos, além de uma vida noturna vibrante. Os turistas podem explorar centros comerciais, shoppings e atrações como o Elevador Lacerda, que conecta a Cidade Alta e a Cidade Baixa, oferecendo vistas panorâmicas da cidade e da Baía de Todos os Santos.

A influência africana é uma parte vital da identidade de Salvador. O Candomblé, uma religião afro-brasileira, é uma parte importante da cultura da cidade. Existem também casas africanas, como a Casa do Benin e a Casa da Nigéria, que oferecem exposições e eventos culturais que promovem a conexão entre Salvador e suas raízes africanas.

Salvador é uma cidade diversificada e vibrante, com uma mistura única de história, cultura e festividades. A cidade tem algo a oferecer para todos, seja explorar sua arquitetura colonial, participar do Carnaval ou desfrutar da culinária local. Com suas influências africanas e portuguesas, Salvador é um destino que encanta e inspira visitantes de todo o mundo.

Para saber mais sobre a história de Salvador, acesse o artigo detalhado na Wikipédia..

Cultura e festividades da Havana brasileira

Salvador é famosa por sua cultura vibrante e festividades. O Carnaval de Salvador é uma das maiores festas do mundo, atraindo milhões de pessoas para as ruas. Durante o evento, blocos e trios elétricos desfilam pelas avenidas, animando os foliões com música ao vivo e muita dança. A energia contagiante do Carnaval de Salvador é comparável ao espírito festivo de Havana, onde a música e a dança também desempenham um papel central nas celebrações locais.

Além do Carnaval, Salvador celebra a Festa de Iemanjá, uma das principais figuras da religião afro-brasileira. Todos os anos, em 2 de fevereiro, milhares de devotos se reúnem na praia do Rio Vermelho para homenagear a deusa do mar. A festa é uma expressão da mistura de religiões e culturas que define a identidade de Salvador.

A culinária também é um elemento importante da cultura soteropolitana. Pratos como acarajé, moqueca e vatapá são tradicionais da região e refletem a influência africana na gastronomia local. Os mercados de rua e as feiras são ótimos lugares para experimentar esses sabores únicos e imersos na cultura da cidade.

Salvador é uma referência cultural

Salvador é uma referência cultural

Música e dança da Havana brasileira

Salvador é conhecida como a cidade da música. A diversidade musical é um dos aspectos que mais se destaca, com estilos que vão do axé ao samba-reggae, passando pelo pagode baiano. Os ensaios de bandas e artistas locais são eventos populares, especialmente durante a temporada de Carnaval.

A música também é uma parte importante do patrimônio cultural de Salvador. O Olodum, um dos grupos musicais mais famosos da cidade, é conhecido internacionalmente por seu ritmo contagiante e sua mensagem de resistência e celebração da cultura negra. O Olodum já colaborou com artistas globais, como Michael Jackson, e continua a ser uma força motriz na promoção da música afro-brasileira.

Influência internacional da Havana brasileira

A influência de Salvador se estende além do Brasil, chegando a comunidades afro-latinas em outros países. A cidade tem uma relação especial com Cuba, não apenas por suas semelhanças arquitetônicas, mas também por seu espírito revolucionário e pelo legado cultural compartilhado. Ambas as cidades são centros de resistência, celebração e diversidade, com uma herança rica que atrai visitantes de todo o mundo.

Salvador, a “Havana Brasileira”, é um destino que combina história, cultura, música e festividades em um pacote vibrante e inesquecível. A cidade oferece uma experiência única para os turistas, com suas ruas coloridas, música animada e uma rica tradição afro-brasileira. Para quem busca um lugar que exale alegria e celebração, Salvador é um destino obrigatório no Brasil. Seja para explorar o Pelourinho, participar do Carnaval ou simplesmente desfrutar da culinária local, Salvador é uma cidade que certamente deixará uma impressão duradoura em todos os que a visitarem.

 

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Extraordinária série de aventura italiana inspirada em fatos reais conquista público da Netflix no Brasil

“Na Rota do Ouro”, a série italiana que tem conquistado o público da Netflix, não apenas nos transporta para a Itália do século XIX, mas também nos mergulha em uma parte menos conhecida da história do país: o período pós-unificação.

“Na Rota do Ouro” narra uma saga épica que se desenrola no sul da Itália pós-unificação, repleta de aventura, reviravoltas e uma busca ardente por liberdade. A trama acompanha a jornada de Filomena e seus companheiros bandidos em busca de um tesouro perdido, que simboliza não apenas riquezas materiais, mas também a esperança de um futuro melhor.

Filomena, interpretada com maestria por Michela De Rossi, é uma mulher determinada a escapar de um marido abusivo e de uma vida sem perspectivas. Ao deparar-se com um mapa do tesouro que aponta para a riqueza escondida no sul, ela enxerga uma oportunidade de mudança. Munida de sua astúcia e coragem, ela se une a um grupo de bandidos, liderados por um caçador de recompensas, cujos ideais de liberdade se alinham aos seus.

A série, co-escrita e co-dirigida por Antonio Le Fosse, mergulha de cabeça em um período tumultuado da história italiana. Embora seja uma narrativa ficcional, “Na Rota do Ouro” é fortemente inspirada por eventos e personagens reais do período pós-unificação da Itália. Este período foi marcado por desafios como instabilidade política, dificuldades econômicas e agitação social, especialmente nas regiões do sul.

Antes da unificação italiana, o país era dividido em vários estados independentes. O movimento do Risorgimento, liderado por figuras como Giuseppe Garibaldi e o Conde Camillo di Cavour, buscava unificar esses estados em uma única nação. No entanto, após a unificação, muitas regiões, especialmente no sul, sentiram-se marginalizadas e privadas de seus direitos, o que gerou um forte sentimento de descontentamento e resistência.

Nesse contexto, muitos bandidos surgiram, tornando-se símbolos de resistência e rebelião. “Na Rota do Ouro” se inspira em lendas e histórias reais desses bandidos, cujas ações desafiaram o regime opressor e capturaram a imaginação do povo.Após a unificação bem-sucedida da Itália em 1861, o novo Reino da Itália enfrentou vários desafios, incluindo instabilidade política, dificuldades econômicas e agitação social. Muitas regiões, especialmente no sul do país, ficaram marginalizadas e sem direitos, o que gerou um forte descontentamento e resistência.

No contexto pós-unificação da Itália, muitos bandidos surgiram como uma resposta à marginalização e opressão que muitas comunidades enfrentavam. Esses briganti, como eram conhecidos, não eram apenas criminosos, mas também símbolos de resistência política e independência. Eles se organizaram em grupos e travaram guerrilhas com as forças do governo, bem como contra outras facções criminosas que exploravam a população local.

Esses bandidos operavam principalmente nas áreas rurais, onde o terreno acidentado e as vastas extensões de terra proporcionavam esconderijos perfeitos. Eles usavam táticas de guerrilha, como emboscadas e ataques surpresa, para desafiar as autoridades e proteger suas comunidades. Além disso, sua habilidade em se mover rapidamente e em evitar a captura pelas autoridades os tornava figuras lendárias entre o povo.

“Na Rota do Ouro” se inspira nessas histórias reais de resistência e rebelião. Um exemplo é a história de Pietro Monaco e sua esposa, Maria Oliverio, conhecida como Ciccilla. Pietro, um ex-oficial do exército Bourbon, abandonou seu posto após testemunhar a corrupção dos proprietários de terras locais e se juntou aos briganti. Sua esposa, Maria, também se uniu ao grupo e se destacou por liderar muitas das operações do grupo, incluindo ataques a proprietários de terras e funcionários do governo.

A série oferece uma visão envolvente desse período tumultuado da história italiana, misturando elementos históricos com ficção de forma magistral. Com seis episódios emocionantes, “Na Rota do Ouro” convida os espectadores a se aventurarem em uma saga de coragem, rebelião e ação, inspirada pela rica e tumultuada história da Itália pós-unificação.

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Vocês já pararam para pensar em quem foi responsável por capturar as imagens históricas que mostram o início de Goiânia? Aquelas fotos que muitas vezes nos pegamos admirando, comparando as diferenças entre o passado e o presente. É evidente que por trás dessas fotografias está um fotógrafo. Naquela época, a arte da fotografia era algo bastante inacessível para a maioria das pessoas, devido aos altos custos relacionados aos equipamentos e também à revelação das imagens.

Pois bem, que tal mudarmos a pergunta? Quem foi o fotógrafo responsável pelas primeiras fotos de Goiânia? Ou, quem foi o primeiro fotógrafo a documentar Goiânia em imagens? Seu nome era Yerevant Bilemdjian, nascido em Aintap, Armênia, em 15 de 1907. Quando chegou ao Brasil, passou a adotar o nome de Eduardo Bilemjian.

 Bilemdjian e sua família deixaram a Armênia quando os Turcos invadiram a Armênia e deram início a guerra que resultou no triste momento chamado Genocídio Armenio. Como refugiados, ele e sua família foram para a Síria. Anos depois, sozinho, ele foi para o Líbano, que foi onde ele aprendeu fotografia.  Nessa época ele tinha cerca de 15 e 16 anos. Foi também neste período que ele abriu seu primeiro estúdio.Em 1926, ele chegou ao Brasil pelo Porto de Santos.

 Eliézer Bilemjian Ribeiro, 45 anos, neto do Eduardo Bilemjian, contou com exclusividade ao site Curta Mais que, em um levantamento que ele fez nos documentos e arquivos de seus avós após o falecimento, ele encontrou mapas da Itália e alguns materiais da França que dão a entender que ele saiu do Líbano e foi passando por estes países.

 “A gente imagina que ele fez essa descida vindo do Líbano passando alguns períodos pela Europa. Tem algumas fotografias dele que a gente não consegue identificar onde são, mas que é anterior a essa chegada no Brasil e já não é Líbano, mas não temos informações.  Ele nunca falou muito sobre isso.  Mas aí em 1926 ele chega  em São Paulo pelo Porto de Santos e  se estabelece como fotógrafo na capital”, conta Eliezer Bilemjian.

Na capital paulista,  Eduardo Bilemjian trabalhou como  auxiliar de fotógrafo durante algum tempo.  depois ele monta seu próprio ateliê fotográfico  lá em São Paulo. O ateliê se chamava Foto Paris e ficava na tradicional avenida São João, no coração paulistano. E foi em São Paulo que Eduardo Bilemjian se casou em 1935, com uma moça de descendência armênia, que havia nascido na capital paulista,  que se chamava Liberta.

 Alguns anos depois, quando o casal já tinha duas filhas, Eduardo Bilemjian passou pela estação da luz e  viu um cartaz anunciando a construção de Goiânia.  A cidade seria a nova capital do estado e o fotógrafo viu isso como uma grande oportunidade. Meses depois, ele, sua esposa e suas duas filhas se mudavam para Goiânia.

  O trabalho desenvolvido por  Eduardo Bilemjian é considerado à frente do seu tempo, principalmente pelo uso de perspectiva que é tão recorrente em seu trabalho.Seu neto nos revelou que também trabalha com fotografia, mas não profissionalmente. Mas, já deu aulas de fotografia, já fez alguns cursos e já ministrou algumas palestras sobre a história de Goiânia, sobre a história do  avô e sobre as fotografias dele.

 Por isso ele destaca que um ponto importante do trabalho de Eduardo Bilemjian é que ele tinha uma noção estupenda de luz e sombra. Em uma época em que só existiam fotografias pretas e brancas, ele fazia composições de luz e sombra espetaculares que poucas pessoas trabalham com essa delicadeza que ele tinha pra se fazer. Eliezer destaca ainda  que os enquadramentos e perspectivas desenvolvidos pelo seu avô também chamam a atenção.

“Como ele fazia na maioria das vezes as fotografias de prédios públicos, ele sempre trabalhou muito com perspectiva, perspectiva forçada. Tanto com relação à questão dos edifícios, quanto com relação à questão de estrutura viária de ruas. Tem uma foto que é muito icônica nesse sentido. É uma foto que tem em cima do Palácio das Esmeraldas,  das três vias. Da Araguaia, do Tocantins e de Goiás. Nessa foto ele faz uma perspectiva a partir  da cobertura do Palácio das Esmeraldas.”, explicou.

O neto de Eduardo Bilemjian destacou ainda que o avô e primeiro fotógrafo da capital  sempre foi muito na arte fotográfica e nas  montagens que na época eram fotomontagens.

 

“Era  uma época em que você trabalhava com tesoura, cola e grafite pra pra se fazer os desenhos. E ele gostava muito.  A gente percebe por alguns registros que a gente tem ele era muito vaidoso.  Então ele tem muitas fotos dele. muitas selfies, né? Na época em que não existia selfie. E muitas fotomontagens nesse sentido. Então ele pegava o negativo, cortava, montava, fazia uma revelação, tirava outra foto da foto. Tem uma que é muito icônica.  A foto onde tem a gente tem a Praça Cívica ao fundo,  o Pedro Ludovico e a caneta da assinatura. A foto do  decreto da nova capital. É uma fotomontagem onde ele fez três fotografias.  Outra é o cartão de Boas Festas que ele fez pra fazer a propaganda do estúdio.  Na época  ele juntou uma série de fotografias e colocou “Feliz Natal Goiânia”.

Além disso, as  fotografias que ele fazia dele se destacam.  O fotógrafo fazia algumas fotografias dele de rosto somente e fazia recortes e colocava uma cabeça dentro de outra no negativo. Ele fazia uma série de fotomontagens nesse sentido. Outro ponto de destaque é o trabalho dele eram as fotografias coloridas que, na época, não existiam.

 “Não sei de precisar o que realmente ele fazia e o que outras pessoas faziam para  ele porque ele tinha pessoas que trabalhavam com ele no  ateliê. Uma dessas questões era a de colorir as fotografias.  Como as fotos eram preto e brancas, era preciso pintar uma a uma, depois fotografar e revelar tudo de novo. Era, de verdade, uma arte”, explica Eliézer. Com relação ao acervo ele está muito espalhado. O neto de Eduardo Bilemjian nos contou que ele tem parte do acervo com ele, mas  não é aberto para consulta porque ele começou um trabalho de fazer uma limpeza em alguma das fotos que.

 Segundo ele, algumas fotos são cópias  cópias que foram feitas posteriormente, tem as originais e tudo está misturado. Então eles começaram a fazer c uma catalogação,  com separação e uma identificação 

“Algumas fotos  ele tinha feito a identificação do que era, outras a minha avó após a morte de meu avô fez a identificação de quem são as pessoas presentes na foto, de onde foi tirada, mas outras ninguém sabe.  Aos poucos vamos tentando fazer uma pesquisa histórica, uma busca histórica para tentar localizar e identificar de  onde são essas fotografias,  em qual foi a situação em que elas  foram tiradas, coisas nesse sentido. Mas o acervo é muito espalhado. Parte desse acervo ele foi doado, parte foi pro Museu do Som e Imagem sem identificação, outras foram para o acervo do O Popular. Tem várias que são publicadas  sem sem autoria porque foram para esse acervo na época”, contou Eliézer Bilemjian. Eliézer contou ainda que a família pensa em fazer dois livros utilizando as fotos; a primeira com as fotos e a história de Eduardo Bilemjian e outra com a história da cidade contada pelas fotos dele.

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Praça no coração de Goiânia tem história de luzes, motores e encantos

A Praça Almirante Tamandaré, localizada no Setor Oeste de Goiânia, é uma área verde central que se destaca por sua história e relevância cultural. Planejada pelo arquiteto Attilio Corrêa Lima na década de 1930, a praça é um dos exemplos da proposta original de Goiânia como uma cidade-jardim. No entanto, sua urbanização só ocorreu na década de 1970, quando a praça se tornou um ponto de encontro vibrante para a juventude goiana

Durante seu auge nos anos 1970 e 1980, a Praça Almirante Tamandaré foi o epicentro da vida noturna em Goiânia. Cercada por bares, boates e lanchonetes badaladas, a praça atraía jovens para os famosos rachas de automóveis e motos, que ocorriam aos finais de semana. As apostas eram comuns, e a praça se tornou conhecida pela sua atmosfera rebelde e pelo barulho dos motores acelerados. Além disso, intelectuais e artistas também frequentavam os bares ao redor da praça, criando uma mistura única de cultura e boemia.

A Praça na década de 70. Foto: Acervo Carlos William Reprodução de Goiânia Antiga)

A Praça Almirante Tamandaré, no Setor Oeste de Goiânia, passou por uma transformação ao longo dos anos. Antigamente, era conhecida como um ponto de encontro para jovens e um local popular para rachas automotivos, além de abrigar bares e lanchonetes animados. Com a proibição dos rachas e a mudança dos bares para outras áreas, a dinâmica da praça mudou, tornando-se mais comercial. Hoje, ela abriga a Feira da Lua, uma das maiores feiras livres de Goiânia, realizada aos sábados das 16h às 22h, onde você encontra roupas, calçados, alimentos e artigos de decoração​.

Além disso, a Praça Tamandaré é um local importante para eventos sazonais, como a tradicional decoração de Natal, com um túnel de luzes sobre a Avenida Assis Chateaubriand. Com o tempo, a praça tornou-se um centro comercial, com serviços bancários, produtos automotivos e restaurantes. Também é o local de uma das barbearias mais antigas de Goiânia, a Barbearia New Star, que atrai políticos e autoridades locais há décadas​ ​. Para ver a Praça Almirante Tamandaré em detalhes, você pode conferir vídeos no YouTube que mostram o local em vista aérea e em eventos específicos​.

Natal na praça

A decoração de Natal é tradicional na Praça

A decoração de Natal é tradicional na Praça

A decoração natalina da Praça Almirante Tamandaré, em Goiânia, é um evento tradicional que atrai muitos visitantes durante o período de festas. A atração principal é o túnel de luzes, que cobre a Avenida Assis Chateaubriand, criando um espetáculo visual para quem passa por ali. Além disso, há um trenó do Papai Noel e uma árvore de Natal, compondo o cenário festivo que se tornou uma tradição para os goianos​.

Esta decoração natalina transforma a Praça Almirante Tamandaré em um ponto de encontro para famílias, turistas e locais, que desfrutam do ambiente festivo e aproveitam para tirar fotos. A iluminação natalina é inaugurada com eventos e solenidades especiais, tornando-se uma parte integrante das celebrações de fim de ano em Goiânia​ ​.

Para conhecer mais sobre a decoração natalina da Praça Almirante Tamandaré, você pode assistir a vídeos no YouTube que mostram como a praça fica durante a temporada de Natal, dando uma visão detalhada do túnel de luzes e de outras atrações festivas​ (youtube)​.

O nome da praça é uma homenagem ao Almirante Joaquim Marques Lisboa, o Marquês de Tamandaré, que teve uma carreira distinta na Marinha do Brasil. Ele participou ativamente de várias batalhas navais que moldaram a história do país, incluindo a Guerra da Tríplice Aliança contra o Paraguai. Além disso, ele desempenhou um papel significativo na Proclamação da República do Brasil, embora tenha se posicionado a favor do Imperador Pedro II.

A Praça Almirante Tamandaré, com sua história rica e diversificada, continua a ser um local significativo para a cidade de Goiânia, oferecendo um vislumbre do passado e um espaço vibrante para o presente. Sua preservação e reinvenção contínua refletem a evolução da cidade e a importância de manter espaços públicos que unem cultura, história e lazer.

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Palácio goiano tem jardim inspirado em Versalhes

O Palácio das Esmeraldas, situado na Praça Cívica em Goiânia, é mais do que apenas a residência oficial do governador de Goiás; é um símbolo histórico e cultural da cidade. Projetado pelo renomado arquiteto Atílio Corrêa Lima e finalizado em 1937, o palácio é um dos principais exemplos da arquitetura art déco em Goiânia. Este estilo foi uma escolha deliberada, alinhando-se com a visão urbanística da cidade e a estratégia de desenvolvimento do Centro-Oeste brasileiro promovida no governo de Getúlio Vargas.

O palácio, parte de um conjunto urbano tombado pelo IPHAN, inclui 22 edificações e monumentos públicos, a maioria localizada no centro da cidade. Essas estruturas são um testemunho da história de Goiânia, desde sua fundação até o presente, representando a evolução urbana e a rica tapeçaria cultural da capital de Goiás.

Jardins do Palácio das Esmeraldas foram inspirados em Versalhes. Foto; Secom

Jardins do Palácio das Esmeraldas foram inspirados em Versalhes. Foto: Secom

Vista aérea dos Jardins Secretos do Palácio das Esmeraldas

Vista aérea dos Jardins Secretos do Palácio das Esmeraldas

Os jardins do Palácio das Esmeraldas, diretamente inspirados nos jardins do Palácio de Versalhes, são um exemplo espetacular de paisagismo e design. Com fontes ornamentais, postes de iluminação art déco e um pomar com 17 jabuticabeiras plantadas na década de 1940 por Dona Gercina Borges, os jardins oferecem um vislumbre da grandiosidade e do esplendor associados à nobreza francesa, ao mesmo tempo em que mantêm uma conexão com o ambiente natural e a história local.

As reformas de 2005 e de 2013 a 2016 no Palácio foram fundamentais para preservar sua estrutura e estética originais. Durante essas intervenções, vitrais, painéis, pisos, assoalhos de madeira, revestimentos, sanitários e a fachada foram restaurados. Essas obras não só preservaram a integridade arquitetônica do palácio como também asseguraram que continuasse a ser um marco histórico e cultural de Goiânia.

O Palácio das Esmeraldas, além de sua impressionante fachada e jardins inspirados no Palácio de Versalhes, possui um interior que é um verdadeiro testemunho da história e da cultura de Goiás. O destaque é o Salão Gercina Borges Teixeira, que homenageia a esposa de um ex-governador de Goiás. Este salão, adornado com retratos das primeiras-damas do estado e um lustre marcante, é um exemplo vívido do compromisso do palácio com a preservação da história política e social da região.

Além do Salão Gercina Borges, o Palácio abriga outras áreas significativas que servem tanto como espaços funcionais quanto como cápsulas do tempo, refletindo momentos importantes na trajetória de Goiás. Cada sala, corredor e espaço comum no Palácio conta uma parte da narrativa do estado, desde seus primeiros dias como a capital até seu papel atual como centro político e cultural.

O Palácio não é apenas um ícone arquitetônico para Goiânia ou um símbolo do governo de Goiás; ele é uma peça central do patrimônio cultural brasileiro. A sua preservação é vital para manter a história da região acessível e relevante. As reformas e manutenções ao longo dos anos garantiram que a estrutura e a estética do Palácio permaneçam intactas, permitindo que as gerações futuras possam experimentar e entender a riqueza do passado de Goiânia e de Goiás.

Assim, o Palácio das Esmeraldas serve como um elo vital entre o passado e o presente, oferecendo um vislumbre tangível da evolução histórica, política e cultural do estado de Goiás

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BR-153: Entenda porque a rodovia é considerada uma das mais importantes do Brasil

Cada vez que o país vive uma onda de protestos que envolvem os caminhoneiros, a  BR-153, também conhecida pelos nomes de Rodovia Transbrasiliana é uma das avenidas paralisadas. Também conhecida por Rodovia Belém-Brasília, a BR 153 é a quinta maior rodovia do Brasil. Ela é o elo de ligação de inúmeras cidades do Brasil, indo de São Domingos do Araguaia (PA) até Aceguá (RS). São, ao todo,   3.585 quilômetros de extensão pelos estados do Pará, Tocantins, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, terminando na Fronteira Brasil–Uruguai.  Uma curiosidade é que entre os municípios de Marabá e São Domingos do Araguaia ela tem o mesmo traçado da BR-230.

A BR-153 é uma das principais vias de acesso à região central do Brasil, sendo uma rodovia de grande importância, sobretudo para os estados do Tocantins e de Goiás e da  região do Triângulo Mineiro, em Minas Gerais. A BR-153 foi construída em uma época em que o estado de Goiás (incluindo o atual Tocantins) necessitava de um elo com o restante do Brasil. Sua construção foi fundamental para o desenvolvimento da região.

No Tocantins, a urbanização foi impulsionada pela construção da rodovia Belém-Brasília, que se tornou o novo eixo de desenvolvimento econômico e populacional da região. Esse empreendimento transformou o Tocantins em uma área de grande atração, deslocando a economia e a urbanização do vale do rio Tocantins para a margem esquerda do divisor de águas.

A construção da BR-153 teve um papel crucial na orientação do movimento de ocupação humana e econômica no estado após sua conclusão. Esse processo de urbanização deu origem a várias cidades ao longo da rodovia Belém-Brasília, algumas das quais se tornaram os principais centros urbanos do novo estado. Entre essas cidades destacam-se Gurupi, Paraíso do Tocantins, Guaraí, Colinas, e Araguaína.

Essa mudança no cenário urbano e econômico reflete não apenas a infraestrutura viária, mas também implicações políticas e sociais. A criação da rodovia 153 não foi apenas um projeto de infraestrutura, mas também uma manifestação de políticas públicas que visavam promover o desenvolvimento regional e integrar áreas antes remotas ao resto do país.

Essa rodovia gigante é a principal ligação do Meio-Norte do Brasil, formado pelos estados do Tocantins, Maranhão, Pará e Amapá, com a Região geoeconômica Centro-Sul do país. Devido a esse fato e somado ao grande fluxo de veículos, a BR-153 é considerada atualmente como uma das principais rodovias de integração nacional do Brasil. Algumas importantes cidades brasileiras, assim como Passo Fundo(RS), Marília (SP), São José do Rio Preto (SP), Goiânia (GO), Anápolis (GO), Palmas (TO), Araguaína (TO), Imperatriz (MA), Marabá (PA) e Belém (PA), a utilizam como o principal corredor de escoamento.

Além da importância para o escoamento da produção, ela também muito utilizada para chegar a regiões turísticas, tais como  Caldas Novas/Rio Quente  em Goiás, as cidades históricas de Pirenópolis e Goiás Velho (GO);  o Rio Araguaia; a Ilha do Bananal;  o Rio Tocantins;  o Jalapão; o Monumento Natural das Árvores Fossilizadas (em Filadélfia, TO);  a Chapada das Mesas , que fica no Maranhão; o lago de Serra da Mesa, que é o lago artificial formado pela construção da Usina Hidrelétrica Serra da Mesa,  em Goiás; a região do Contestado, que fica no Paraná e em Santa Catarina;  além dos Balneários de águas termais de Marcelino Ramos, Piratuba e redondezas. Além destas regiões, a BR-153 também é utilizada como rota de acesso a outras importantes capitais do país, tais como Brasília, Macapá (via balsa), São Luís, Teresina e São Paulo.

Durante muito tempo, a BR-153 foi considerada uma rodovia bastante perigosa pela péssima conservação e seu traçado sinuoso no meio do cerrado goiano. Hoje sua duplicação entre Goiânia e Itumbiara e na região sul de Goiás encontra-se totalmente concluída. Os nomes de Rodovia Belém-Brasília e de Rodovia Bernardo Sayão, são aplicados apenas no trecho localizado entre os entroncamentos com a BR-226 (em Wanderlândia, TO) e com a BR-060(em Anápolis, GO). A rodovia já foi chamada de BR-14 até o ano de 1964. Entre Frutal (MG) e Wanderlândia (TO), a BR-153 integra o tradicional trajeto rodoviário que liga São Paulo (SP) a Goiânia (GO) e a Belém (PA).

Os trechos entre a BR-376 (rodovia do café) e entre a cidade de Imbituva (PR) são apenas planejados, mas ainda não foi construídos. O trecho entre Erechim (RS) e Passo Fundo (RS) não é pavimentado, sendo a última etapa de pavimentação da região Sul que ainda não foi concluída atualmente (2021).

 Conheça a história da rodovia

A BR-153, conhecida como Transbrasiliana, tem uma história que remonta aos anos 1960, quando foi oficialmente inaugurada como BR-14. Sob a gestão do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), órgão do Ministério dos Transportes responsável pela manutenção das estradas brasileiras, a rodovia tem início em São Domingos do Araguaia, no Pará, e se estende até Aceguá, no Rio Grande do Sul.

Diferentemente de outras importantes rodovias brasileiras, como a BR-101 e a BR-116, que seguem a costa marítima e atravessam áreas densamente povoadas, a BR-153 mantém-se no interior do país. Esse trajeto longitudinal permite que a rodovia conecte diversas regiões do Brasil, desempenhando um papel fundamental no transporte de carga e no deslocamento de pessoas de norte a sul do país.

Ao longo de seus quilômetros, a BR-153 apresenta trechos com diferentes níveis de qualidade e dificuldade, influenciados por uma variedade de fatores. Alguns desses fatores são de natureza permanente, como características geográficas e climáticas, enquanto outros são temporários, como condições de manutenção e obras em andamento.

A designação Transbrasiliana é adotada apenas no estado de São Paulo, destacando a importância estratégica da rodovia como uma via de integração nacional. Sua trajetória pelo interior do país é fundamental para a economia brasileira, facilitando o transporte de mercadorias e promovendo a interligação entre diferentes regiões, cidades e estados.

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Porto Seguro, localizada no extremo sul da Bahia, é um verdadeiro tesouro para os amantes do turismo, oferecendo uma mistura fascinante de história, cultura e beleza natural. Como ponto de partida para a colonização do Brasil pelos portugueses, a cidade é conhecida como o berço do descobrimento do país, um marco histórico que atrai visitantes de todo o mundo.

Além de sua importância histórica, Porto Seguro é abençoada com uma paisagem deslumbrante, com praias de areias douradas, águas cristalinas e falésias coloridas. Esses cenários paradisíacos são ideais para relaxar, praticar esportes aquáticos e desfrutar do sol tropical.

No entanto, o encanto de Porto Seguro vai além de suas praias deslumbrantes. A cidade preserva um valioso patrimônio histórico e cultural, com edifícios coloniais bem preservados, igrejas centenárias e museus fascinantes que contam a história da região desde os tempos antigos até os dias atuais.

Parte desse patrimônio é protegida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), que trabalha para preservar e promover a rica herança cultural de Porto Seguro. Entre os locais de destaque estão o Centro Histórico, com suas ruas de paralelepípedos e casarões coloridos, e o Marco do Descobrimento, que marca o local onde os portugueses desembarcaram pela primeira vez em terras brasileiras.

Além de explorar o patrimônio histórico, os visitantes de Porto Seguro podem mergulhar na cultura local através de sua vibrante cena artística, festas folclóricas e culinária deliciosa. Não faltam opções para os turistas, desde passeios de barco até as famosas barracas de praia, onde é possível saborear pratos típicos da região, como moqueca e acarajé.

Porto Seguro é muito mais do que apenas um destino turístico; é uma experiência inesquecível que combina história, cultura e natureza de maneira única. Seja para quem busca relaxamento nas praias paradisíacas, para os interessados em história e cultura, ou para os amantes da boa comida, esta cidade encantadora tem algo a oferecer para todos os gostos.

Centro historio de Porto Seguro é fantástico

Seu centro histórico, tombado pelo IPHAN, é um testemunho vivo do legado arquitetônico e cultural deixado pelos colonizadores portugueses desde os primórdios da colonização. Ao passear por suas ruas de paralelepípedos, os visitantes são transportados para o passado, onde igrejas barrocas e casarões coloniais contam a história da região.

Um dos pontos mais emblemáticos do centro histórico é o Marco do Descobrimento, que marca o local exato onde os portugueses desembarcaram pela primeira vez em terras brasileiras em 1500. Esta é uma parada obrigatória para quem deseja conhecer de perto os primeiros passos da história do Brasil.

Outra atração imperdível é o Memorial da Epopéia do Descobrimento, que oferece aos visitantes uma verdadeira jornada pela história marítima portuguesa e a chegada ao Brasil. Com exposições interativas e emocionantes, este museu é uma oportunidade única para aprender mais sobre os eventos que moldaram o destino do país.

A Passarela do Álcool, agora rebatizada como Passarela do Descobrimento, é outro ponto de destaque em Porto Seguro. Esta rua animada combina história com vida noturna agitada, sendo conhecida por seu vibrante mercado de artesanato e pela deliciosa culinária baiana. Não deixe de experimentar os sabores autênticos da região, como o acarajé, vatapá, bobó de camarão e a famosa moqueca baiana.

Além do rico patrimônio histórico e cultural, Porto Seguro também é famosa por suas deslumbrantes praias. A praia de Taperapuã, em particular, é conhecida por sua animação e festas, atraindo turistas de todo o mundo em busca de diversão e entretenimento à beira-mar.

Hospedagem em Porto Seguro

Quando se trata de hospedagem, a cidade oferece opções variadas, desde hotéis de luxo até pousadas mais simples, adequadas para todos os gostos e orçamentos. As praias de Mundaí, Taperapuã e Mutá são populares entre os turistas, assim como a Vila de Arraial d’Ajuda, que se destaca por suas belas praias e charmoso centro.

A melhor época para visitar Porto Seguro é durante a alta temporada, de dezembro a março, quando o clima é mais ameno. Porém, essa é também a época de preços mais elevados e maior movimentação turística. Para aqueles que preferem uma experiência mais tranquila, visitar fora da alta temporada pode ser uma boa opção, embora haja maior chance de chuvas.

O acesso à cidade é facilitado por voos diretos de várias capitais brasileiras. Para se deslocar em Porto Seguro, alugar um carro é uma opção conveniente, mas a cidade também dispõe de um sistema de transporte público eficiente e táxis regulamentados

.Paraíso natural

A cidade é abençoada com uma série de praias deslumbrantes, conhecidas por suas águas mornas e cristalinas e areias finas e douradas. Entre as mais famosas está a Praia do Espelho, frequentemente citada como uma das mais belas do Brasil, que encanta com suas falésias coloridas e piscinas naturais formadas durante a maré baixa. Outra joia é a Praia de Taperapuã, o ponto de encontro para quem busca diversão, com suas barracas animadas, música ao vivo e uma variedade de atividades aquáticas. Cada praia em Porto Seguro tem sua própria personalidade, oferecendo experiências únicas, seja para relaxamento ou aventura.

Além das praias, Porto Seguro é cercada por uma riqueza natural impressionante, que inclui recifes de coral, manguezais e a exuberante Mata Atlântica. Essa biodiversidade é um convite para a prática de ecoturismo e aventuras ao ar livre. As trilhas na área do Parque Nacional do Pau Brasil são uma oportunidade para explorar a flora e fauna locais, incluindo várias espécies endêmicas. Para os amantes de snorkel e mergulho, os recifes de coral ao redor de Porto Seguro oferecem um espetáculo à parte, com uma vida marinha vibrante e colorida. Essa combinação de praias paradisíacas e riqueza natural faz de Porto Seguro um destino imperdível para quem busca uma experiência autêntica e repleta de beleza.

Em resumo, Porto Seguro é um destino que combina praias paradisíacas, rica história e cultura vibrante, sendo ideal para qualquer tipo de viajante. É um lugar onde se pode desfrutar tanto da natureza quanto da agitação, com um toque especial da hospitalidade baiana​​​​​​.

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Cidade goiana que já foi chamada de Curralinho, abriga charmosa vinícola

Itaberaí, situada a 89 km de Goiânia, é uma cidade encantadora com uma população de aproximadamente 43.622 habitantes (segundo o IBGE 2020). Além de suas belezas naturais, como serras e rios, o município abriga uma vinícola charmosa que merece destaque. A Vinícola Goiás, sob o comando da família Razia, oferece uma experiência única para os visitantes. Localizada a poucos quilômetros de Goiânia, ela abre suas portas para quem deseja aguçar os sentidos e desfrutar de momentos especiais.

A visita aos vinhedos é uma verdadeira viagem no tempo. Guiados por quase vinte anos de história, conhecemos as uvas que fazem parte dos pouco mais de 12 hectares da propriedade. Entre elas, destacam-se a Isabel, a Isis e a Cora. Os visitantes têm a oportunidade de colher suas próprias uvas, vivenciando a magia da produção no coração do cerrado.Além dos vinhos coloniais, a Vinícola Goiás produz o famoso suco de uva integral Dell Nonno desde 2007. Esse produto 100% natural, sem açúcar e conservantes, é uma verdadeira delícia.

Os proprietários criaram o Espaço Cave Dell Nonno, um cantinho gourmet decorado com carinho pela família. Lá, os visitantes podem harmonizar delícias com os sucos e vinhos produzidos na propriedade. A cozinha da Vinícola Goiás é comandada pela Chef Sabrina Pinheiro, que traz sua paixão pela culinária e especiarias para criar pratos incríveis.

Além da vinícola, Itaberaí oferece outros atrativos, como o Rio das Pedras, a Serra das Fazendinhas, a Serra das Lages e a gruta do Gongomé. Vale a pena explorar esses encantos naturais durante sua visita.Em resumo, Itaberaí é muito mais do que uma cidade com serras e rios; é um destino que combina natureza, cultura e experiências gastronômicas únicas.Para mais informações sobre como chegar à Vinícola Goiás e agendamento, consulte o site oficial.

História de Itaberaí

Itaberaí-GO

Foto: Prefeitura de Itaberaí

O processo de colonização e desenvolvimento de uma região muitas vezes está intrinsecamente ligado à sua história e àqueles que ousaram desbravá-la. No caso de Itaberaí, município localizado em Goiás, essa trajetória remonta às suas origens como Curralinho, uma área que testemunhou os primeiros passos rumo à civilização.

No século XVIII, o Capitão-Mor Salvador Pedroso de Campos foi uma figura central nesse processo. Ao estabelecer-se às margens do rio das Pedras, ele não apenas criou gado, mas também explorou os recursos naturais da região, incluindo a extração de ouro de seu leito. Essas atividades foram fundamentais para o desenvolvimento inicial da área e para atrair outros colonizadores em busca de oportunidades.

No entanto, foi apenas em 1924, sob a influência do Coronel Benedito Pinheiro de Abreu, representante na Câmara Estadual, que a mudança de nome de Curralinho para Itaberaí foi proposta. Essa mudança não foi apenas uma questão de nomenclatura, mas sim um reconhecimento da identidade e da herança cultural da região.

O novo nome, derivado do guarani, “Rio das Pedras Brilhantes”, reflete a riqueza natural e a beleza cênica do local. Essa alteração simbolizou não apenas uma mudança de identidade, mas também um renascimento e uma afirmação do orgulho local.

Portanto, a história de Itaberaí é uma tapeçaria rica e complexa, tecida pelos esforços e pelas visões daqueles que moldaram o destino da região ao longo dos séculos. É uma narrativa de coragem, determinação e resiliência, que continua a inspirar e a moldar a comunidade até os dias atuais.

Vinícola Goiás
Vinícola

Fotos: Marcos Aleotti

Imagine visitar vinhedos, conhecer as etapas de produção e provar vinhos coloniais, geleias e sucos integrais debaixo de parreirais.

A Família Razia pensou em tudo para transformar aquele pedacinho de Cerrado em uma verdadeira colônia italiana. Logo as pastagens deram lugar a belíssimos vinhedos, que hoje estão em plena produção.

A família conseguiu cultivar as parreiras na região com muito sucesso e, além de vender a fruta e as mudas, também produzem os sucos de uva, o Dell Nono, o primeiro suco de uva registrado no estado de Goiás. Atualmente, geleias e vinhos de mesa também são produzidos na Vinícola. Os produtos são artesanais e vendidos pela região mesmo.

Conhecer uma vinícola em pleno estado de Goiás é uma experiência enriquecedora. E é possível fazer isso em Itaberaí com o tour e degustação que inclui passeio no parreiral.  Enquanto você experimenta a fruta, a guia conta detalhes de técnicas de plantio, cuidados, irrigação e curiosidades.

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Extraordinário Caribe brasileiro tem cenário nacional exuberante e passado sombrio ligado ao tráfico de escravos

Porto de Galinhas, uma vila de pescadores em Pernambuco, emergiu do anonimato para se tornar um dos destinos turísticos mais cobiçados do Brasil. Apelidado de “Caribe Brasileiro” devido às suas praias de águas cristalinas e piscinas naturais, esta joia litorânea cativa visitantes de todo o mundo com sua beleza deslumbrante.

À primeira vista, Porto de Galinhas é um paraíso tropical, com suas areias douradas, coqueirais exuberantes e águas azul-turquesa. As piscinas naturais formadas pelos recifes de corais são o principal atrativo, oferecendo mergulhos fascinantes entre peixes coloridos e formações de corais.No entanto, por trás dessa fachada paradisíaca, há uma história complexa e um passado sombrio. Porto de Galinhas tem suas raízes profundamente ligadas ao tráfico de escravos que assolou o Brasil colonial. O nome peculiar da vila, que significa “Porto das Galinhas”, remonta ao século XVIII, quando era usado como um eufemismo para o comércio ilegal de africanos escravizados. Os escravos eram contrabandeados para o país escondidos em barris de galinhas-d’angola, daí o nome sugestivo.

Hoje, Porto de Galinhas é muito mais do que seu passado sombrio. A vila abraçou o turismo como uma fonte de renda e desenvolvimento, mas também está comprometida com a preservação ambiental e a sustentabilidade. Projetos de conscientização e conservação têm sido implementados para proteger os recifes de coral e a vida marinha, garantindo que as futuras gerações possam desfrutar da beleza natural de Porto de Galinhas.

Além de suas paisagens deslumbrantes, Porto de Galinhas oferece uma variedade de atividades para todos os gostos. Desde passeios de jangada até as piscinas naturais até aventuras de mergulho e surf, há algo para todos os viajantes explorarem e apreciarem.À medida que Porto de Galinhas continua a crescer e evoluir como destino turístico, é crucial lembrar tanto de sua beleza cativante quanto de sua história complexa. Esta vila costeira é um testemunho da resiliência do povo brasileiro e um lembrete da importância de preservar e valorizar tanto a natureza quanto a cultura.

Porto de Galinhas espera por você para desvendar seus segredos e desfrutar de sua beleza incomparável. Venha explorar as maravilhas deste “Caribe Brasileiro” e criar memórias inesquecíveis em meio à serenidade das águas cristalinas e à riqueza de sua história

Um nome com raízes no passado:

O nome “Porto de Galinhas” tem suas raízes na história colonial do Brasil e está diretamente ligado ao tráfico de escravos. Originalmente conhecida como Porto Rico devido à sua abundância em pau-brasil e à produção de açúcar, a região se tornou um ponto crucial para o desembarque clandestino de escravos durante o período colonial. Com a proibição do tráfico transatlântico de escravos, os contrabandistas buscaram formas de continuar suas atividades ilegais. Uma das estratégias utilizadas era esconder os escravos sob engradados de galinhas d’Angola, que eram barulhentas e ajudavam a camuflar os sons dos escravos. A senha usada para anunciar a chegada de um novo carregamento de escravos era “tem galinha nova no porto”, o que eventualmente levou a região a ser conhecida como Porto de Galinhas.

Este passado sombrio contrasta com a beleza e a serenidade que Porto de Galinhas oferece hoje. Na década de 1990, a região começou a se destacar como um destino turístico, sendo eleita várias vezes como a “Melhor Praia do Brasil” pela revista Viagem & Turismo. A praia, agora um polo turístico, atrai visitantes de todo o mundo com suas belas praias, águas cristalinas e rica cultura local.

Interessante também é a contribuição do artista piauiense Gilberto Carcará, que, ao criar esculturas de galinhas com troncos de coqueiros mortos, ajudou a popularizar e a ressignificar o nome Porto de Galinhas. Hoje, essas esculturas são um símbolo da região e contribuem para a identidade cultural da vila.

Um Paraíso Natural:

Porto de Galinhas, localizado no município de Ipojuca em Pernambuco, é famoso por suas praias de águas mornas e cristalinas, perfeitas para relaxamento e atividades aquáticas. Além da famosa Praia do Atalaia, conhecida por suas deslumbrantes piscinas naturais que aparecem durante a maré baixa, a região oferece uma diversidade de praias com características únicas.

Praias como a do Cupe, com suas águas um pouco mais agitadas atraindo surfistas, e a Praia de Serrambi, que oferece águas claras e calmas perfeitas para relaxar, são apenas algumas das opções. O Pontal do Cupe é uma área com corais espalhados, onde o mar fica mais calmo e pequenas piscinas naturais se formam.

Além disso, Porto de Galinhas também é um convite ao ecoturismo. A rica biodiversidade marinha e os manguezais locais podem ser explorados através de passeios educativos, como o Projeto Hippocampus, que foca na pesquisa e proteção dos cavalos-marinhos na região. O passeio de jangada no Pontal de Maracaípe é uma experiência única, oferecendo a oportunidade de observar cavalos-marinhos e siris em um cenário natural deslumbrante.

Para quem procura mais aventura, os passeios de buggy são uma excelente forma de explorar as praias da região. Estes passeios geralmente incluem visitas a várias praias em um dia, proporcionando uma visão abrangente do litoral de Porto de Galinhas.

Em termos de acomodações, Porto de Galinhas oferece uma vasta gama de opções, desde pousadas charmosas até resorts de luxo. Estabelecimentos como a Pousada Ecoporto e o Samoa Beach Resort são apenas alguns dos locais com avaliações elevadas pelos hóspedes.

A gastronomia local é outro ponto alto. Restaurantes como o Beijupirá, conhecido por seus pratos que misturam ervas regionais, peixes e frutos do mar, e o Peixe na Telha, com seu famoso prato homônimo, são imperdíveis para quem aprecia uma boa comida nordestina.

Por fim, ao planejar uma viagem para Porto de Galinhas, é importante considerar a época do ano. A região é quente o ano inteiro, mas os meses de verão tendem a ser mais secos, enquanto os meses de inverno são mais chuvosos. No entanto, mesmo durante o inverno, é possível desfrutar de dias ensolarados. Para aproveitar ao máximo as piscinas naturais, é recomendado planejar a visita durante a maré baixa.

Gastronomia de Excelência: A culinária local oferece uma experiência gastronômica rica, com destaque para os frutos do mar. Restaurantes como Barcaxeira e Mardioca são conhecidos por pratos deliciosos, que misturam influências indígenas, africanas e europeias, refletindo a diversidade cultural do Brasil​​.

Melhor Época para Visitar: Aconselha-se planejar a viagem entre setembro e abril, período em que o clima é mais seco e as águas estão mais limpas, ideal para desfrutar das belezas naturais da região​​​​.

Hospedagem para Todos os Estilos: A cidade oferece uma ampla gama de opções de hospedagem, desde pousadas aconchegantes até resorts luxuosos, garantindo conforto e qualidade para todos os visitantes​​.

Diversidade de Atividades: Além das praias, os visitantes podem aproveitar passeios de jangada, explorar as piscinas naturais e realizar excursões às praias vizinhas como Maragogi e Carneiros. Porto de Galinhas oferece uma combinação única de lazer, cultura e história.

Porto de Galinhas, com seu cenário exuberante e passado histórico, representa um destino que entrelaça a beleza natural com uma rica tapeçaria cultural e histórica, oferecendo uma experiência turística profunda e diversificada.

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Cidade goiana de beleza espetacular já foi conhecida por ‘Bota Fumaça’

Você já ouviu falar  Bota Fumaça, no estado de Goiás? Não? E, em Paraúna? A cidade goiana, localizada a pouco mais de 100 km de Goiânia e 350 km de Brasília, é cheia de mistérios e lendas que cercam sua história.Os moradores da região afirmam que seres estranhos, vindos até mesmo de outros planetas, visitam ou habitam a cidade. O misticismo está relacionado às grandes formações rochosas e às construções antigas que Paraúna abriga, tornando-se seu principal cartão-postal e atrativo turístico.

Não se sabe ao certo se essas histórias são reais ou ficção, mas uma coisa é certa: Paraúna possui belezas naturais que merecem ser vistas de perto. Se você está curioso para conhecer essa cidade cheia de encantos, confira agora algumas das atrações turísticas imperdíveis em Paraúna!

O povoamento de Paraúna começou por volta do ano de 1900, na Fazenda São José, às margens do córrego São José. A partir de três famílias – Ferreira (Maria Rosa Ferreira), Ferro (João Xavier Ferrro) e Moraes (Felisbino Coelho de Moraes) -, o povoado-embrião recebeu o nome inicial de “Bota Fumaça” ou “Fumaça”. Esse nome curioso não chegou a ser oficializado, mas era utilizado pelos moradores mais antigos por associarem o vapor exalado pelos animais nas temperaturas mais frias com uma espécie de fumaça saindo de suas narinas.

Com o tempo, o povoado passou a ser conhecido como São José do Turvo, devido à sua localização às margens do córrego São José, que faz barra com Rio Turvo. Ele se tornou um distrito integrante do município de Alemão, hoje conhecido como Palmeiras de Goiás. Porém, em 1930, o distrito foi emancipado e recebeu o nome de Paraúna. Essa denominação é um neologismo que junta os radicais da língua tupi-guarani: “PARA”, que significa rio, e “UNA”, que significa preto.

Embora o município tenha sido extinto no mesmo ano de sua criação por questões políticas, quatro anos depois ele foi restaurado e instalado novamente em 24 de novembro de 1934. Desde então, a data de 10 de novembro prevalece para comemorar o aniversário da cidade e a restauração do município.

Atualmente, Paraúna possui uma população estimada de 11.221 pessoas e uma área territorial de 3.779,385 km². A cidade está localizada no sudeste do interior de Goiás, em uma região dominada pela agricultura e pecuária. Além disso, Paraúna possui um grande potencial turístico, graças às suas belas paisagens naturais e sua história cheia de mistérios e lendas.

Entre as atrações turísticas imperdíveis em Paraúna estão a Serra das Galés, a Portaria, a Muralha de Pedra e a Ponte de Pedra.

Confira agora algumas das atrações turísticas de Paraúna e programe-se para conhecer a cidade!

 

Morro da Igrejinha e Cristo Redentor

MorroFoto: Overmundo

Morro da Igrejinha e Cristo Redentor em Paraúna

Dentro da cidade, vale visitar o Morro da Igrejinha, que abriga a Capela de Nossa Senhora da Guia. Ao lado da igreja está a imagem do Cristo Redentor, que tem mais de 10m de altura. O Morro da Igrejinha oferece uma vista única da cidade de Paraúna.

 

Sítio Arqueológico Serra das Galés

PEdraFoto: Goiás Turismo

Pedra do Cálice, na Serra das Galés em Paraúna

Reconhecida desde 1996 como Reserva Particular do Patrimônio Natural, a Serra das Galés abriga formações rochosas que intrigam o público visitante e formam a principal atração turística da cidade. As imagens formadas pelas rochas impressionam pela semelhança com objetos, pessoas e animais, como a Pedra da Tartaruga, o Lorde Francês, a Máquina de Escrever e a formação rochosa mais famosa da Serra e cartão-postal de Paraúna: o Cálice de Pedra, que tem cerca de 15m de altura. A Serra das Galés também é ideal para trilhas.

Pedra

Pedra da Tartatura, na Serra das Galés

Lorde

Lorde Francês, na Serra das Galés

 

Serra da Portaria

SerraFoto: Caroline Constantino | Do Cerrado

Serra da Portaria, em Paraúna

Localizado no Parque Estadual de Paraúna, a Serra da Portaria também abriga resquícios de construções de pedra e outros vestígios de antigas civilizações, que podem ter ligações com os povos maias e incas. Ao pé da Serra há um salto que forma uma piscina natural, adequada para banho.

 

Serra da Arnica

SerraFoto: J. A. Fonseca

Serra da Arnica, em Paraúna

Nome recebido em virtude da grande quantidade da plantinha “arnica” no local, a Serra da Arnica é mais um espaço que abriga formações rochosas de grande mistério, como um monumento formado por pedras que se elevam como uma fortaleza e uma incrível figura que lembra um felino em posição de esfinge. A Serra da Arnica também é frequentada por atletas para a prática de trilhas de motos.

 

Muralha de Pedra

MuralhaFoto: J. A. Fonseca

Muralha de Pedra em Paraúna

Conjunto de rochas alinhadas que formam uma estrutura semelhante a um grande muro, a Muralha de Pedra tem mais de 80 km de extensão e chama a atenção dos visitantes pelo formato, que parece com degraus.

 

Ponte de Pedra

PonteFoto: Caroline Constantino | Do Cerrado

Ponte de Pedra, em Paraúna

Na divisa de Paraúna com Rio Verde, a força das águas do Rio Ponte de Pedra esculpiu uma ponte natural de pedra. Por baixo dela, por onde passa o rio, formou-se uma caverna cheia de estalactites e estalagmites de grande beleza e interesse científico – uma verdadeira obra de arte criada pela natureza.

RioFoto: Goiás Turismo

Rio da Ponte de Pedra

 

Cachoeiras do Cervo e do Desengano

CachoeiraFoto: Goiás Turismo

Cachoeira do Desengano, em Paraúna

A Cachoeira do Cervo pode ser vista de longe: abrigando um complexo de saltos e cachoeiras, que formam poços adequados para banho, perfeito para relaxar. Uma das quedas do complexo tem 12 metros de altura. Com nascente na Serra das Divisões, a Cachoeira do Desengano é uma de três quedas d’água do complexo e uma das mais visitadas da cidade.

 

Mais Informações

Paraúna – Goiás

Como chegar: Paraúna fica a 126km de Goiânia e 350 km de Brasília, com acesso pela BR-060.

Informações de hospedagem e alimentação: (64) 3556-7200

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Foto de Capa:  G1