Pós Carnaval: O que significa a Quaresma? Entenda!

A Quarta-feira de Cinzas marca o início da Quaresma, um período de 40 dias (tradicionalmente) ou 44 dias (atualmente, conforme estabelecido desde o pontificado de Paulo VI) de preparação para a celebração da Páscoa na tradição cristã.

Essa quarta-feira específica ocorre um dia após a Terça-feira de Carnaval e é determinada pelos critérios estabelecidos no primeiro Concílio de Niceia para a Páscoa.

A relação entre o Carnaval e a Quaresma simboliza a transição da alegria carnavalesca para a seriedade e reflexão. A ideia é que as pessoas aproveitem o Carnaval como um momento de celebração antes de se dedicarem a práticas mais introspectivas durante a Quaresma, incluindo jejum, abstinência e reflexão espiritual.

O termo “Cinzas” (em alusão à quarta-feira de cinzas) refere-se à prática simbólica de impor cinzas na testa dos fiéis em forma de cruz, como um sinal de penitência e reflexão sobre a mortalidade humana. Essas cinzas são tradicionalmente obtidas pela queima dos ramos abençoados no Domingo de Ramos do ano anterior.

A imposição das cinzas é acompanhada da frase bíblica: “Lembra-te que és pó e para o pó voltarás” (Gênesis 3:19), destacando a efemeridade da vida e a necessidade de arrependimento durante a Quaresma.

Mas o que significa a Quaresma?

A Quaresma é um período de preparação para a celebração da Páscoa, marcado por práticas de penitência, como jejuns e obras de caridade. Tradicionalmente, é entendida como um período de 40 dias, mas possui atualmente a extensão de 44 dias. Essa prática surgiu no século IV d.C., quando foi estabelecida a data da Páscoa, uma celebração móvel cuja definição do dia é estabelecida pelos critérios do primeiro Concílio de Niceia.

Ela é vista, principalmente na tradição católica, como um momento propício para jejuns, caridades e orações, buscando ampliar a devoção a Deus e arrependimento dos pecados.

A palavra Quaresma, derivada do latim “Quadragesima,” significa “quarenta dias,” refletindo sua duração tradicional. A associação ao número 40 é observada em relatos bíblicos, como o jejum de Jesus no deserto, o dilúvio de Noé e a travessia do deserto por Moisés e os hebreus.

A Quaresma é praticada por fiéis católicos, ortodoxos, anglicanos e luteranos. No Brasil, cristãos evangélicos, em sua maioria, não observam a Quaresma.

Quando surgiu?

A Quaresma, consolidada no século IV d.C., teve origem no primeiro Concílio de Niceia, em 325. Nesse concílio, foram estabelecidos critérios para a data da Páscoa, incluindo o equinócio da primavera e as fases da Lua. O termo “Quaresma” foi mencionado nesse concílio, sugerindo uma evolução gradual de práticas cristãs ao longo da Antiguidade, como jejuns pré-Páscoa.

O que se pratica?

Durante os 40 dias, muitos fiéis praticam o jejum, abstendo-se de carne vermelha, doces ou bebidas alcoólicas, de acordo com suas convicções. Na Sexta-feira Santa, é comum a abstinência de carne, preferindo-se carne de peixe. Intensificação da leitura da Bíblia, aumento das orações e a realização de obras de caridade são práticas reforçadas durante a Quaresma.

Outra prática quaresmal é que muitos fiéis intensificam a leitura da Bíblia, assim como aumentam sua rotina de orações. Por fim, a realização de obras de caridade àqueles que necessitam é outra prática reforçada durante esse período.

 

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A festa mais popular do Brasil: conheça a história e origem do Carnaval

O Carnaval Brasileiro, celebrado como uma das festas mais vibrantes e emblemáticas do país, tem raízes profundas que se entrelaçam com a história, cultura e diversidade do Brasil. Neste mergulho na história e origens dessa festividade, exploraremos as raízes que deram origem a essa celebração única, sua evolução ao longo dos séculos e sua significativa importância cultural.

O Carnaval no Brasil remonta às tradições europeias, especialmente as festividades carnavalescas trazidas pelos colonizadores portugueses. Os primeiros registros datam do século XVII, quando as elites coloniais organizavam bailes e festas em suas mansões. No entanto, é inegável a influência africana, trazida pelos escravizados, que adicionou elementos singulares à celebração.

As raízes africanas se manifestam nos ritmos, danças e no surgimento dos primeiros blocos e cordões. Os cortejos de rua começaram a ganhar popularidade no século XIX, permitindo a participação de diversas classes sociais na festividade.

Origem

A palavra Carnaval é originária do latim, carnis levale, cujo significado é “retirar a carne”. Esse sentido está relacionado ao jejum que deveria ser realizado durante a Quaresma e também ao controle dos prazeres mundanos. Isso demonstra uma tentativa da Igreja Católica de controlar os desejos dos fiéis.

Alguns estudiosos entendem o Carnaval como uma festa cristã, pois sua origem, na forma como entendemos a festa atualmente, tem relação direta com o jejum quaresmal. Isso não impede que sejam traçadas as origens históricas que nos mostram a influência que o Carnaval sofreu de outras festas que existiam na Antiguidade.

Evolução ao Longo dos Séculos

O Carnaval foi se transformando ao longo dos anos, incorporando novos elementos e se adaptando às mudanças sociais e políticas. Nas décadas de 1920 e 1930, o samba consolidou-se como a trilha sonora do Carnaval, sendo difundido tanto nas grandes festas quanto nos pequenos blocos de rua.

Os desfiles de escolas de samba surgiram na década de 1930, no Rio de Janeiro, como uma forma de competição entre diferentes comunidades. Essa competição deu origem às grandiosas apresentações que conhecemos hoje, com elaborados enredos, fantasias exuberantes e carros alegóricos.

Já em Salvador, na Bahia, o Carnaval foi criado em 1950 pelos amigos Adolfo Antônio de Nascimento (Dodô) e Osmar Alvares Macedo (Osmar) – vêm daí os nomes de dois famosos circuitos por onde desfilam os blocos.

Adolfo e Osmar foram assistir ao desfile da famosa Vassourinha, uma festa carnavalesca de Pernambuco que tocava frevo na Rua Chile, na capital baiana.

Depois de observar toda a folia, eles restauraram um velho Ford 1929, conhecido como “fóbica”, e decoraram o carro com muitos confetes e placas em formato de violão. Dodô, formado em radiotecnia, montou uma fonte ligada à corrente de uma bateria do veículo, fornecendo energia para os alto-falantes instalados no Ford.

Em pleno domingo de Carnaval, os dois subiram a Ladeira da Montanha em direção à praça Castro Alves e à rua Chile. O carro, todo colorido e tocando som alto, atraiu milhares de pessoas, que seguiram Dodô e Osmar.

Dodô e Osmar no primeiro Trio Elétrico (Foto: reprodução)

 

Importância Cultural

O Carnaval Brasileiro transcende sua função inicial de mera celebração festiva, tornando-se uma manifestação cultural de extrema relevância. É um momento em que as diferenças são deixadas de lado, e o país inteiro se une em uma explosão de cores, ritmos e alegria. A diversidade cultural do Brasil se reflete nas diferentes formas de celebração, desde os frevos em Recife até o samba no Rio de Janeiro.

Além disso, o Carnaval é uma importante fonte de renda para o turismo, gerando empregos e movimentando a economia local. As escolas de samba, por exemplo, são verdadeiras instituições que envolvem a comunidade em atividades durante todo o ano, promovendo a coesão social.

Algumas das principais Festas de Carnaval no Brasil

Carnaval do Rio de Janeiro:

O Carnaval carioca é mundialmente famoso pelos seus deslumbrantes desfiles das escolas de samba na Marquês de Sapucaí. Estas escolas, verdadeiras agremiações culturais, competem em apresentações magníficas que contam histórias, exibem fantasias elaboradas e impressionantes carros alegóricos. Além disso, os tradicionais blocos de rua reúnem multidões em festas animadas, destacando a fusão de ritmos como o samba e o funk.

Marquês de Sapucaí, onde acontecem os desfiles de carnaval no Rio de Janeiro todos os anos (Foto: Christiana Castro)

 

Carnaval de Salvador:

O Carnaval de Salvador, na Bahia, é sinônimo de energia contagiante e música pulsante. Os trios elétricos, enormes caminhões que transportam bandas de axé e artistas consagrados, arrastam multidões em um animado circuito pela cidade. O “arrastão”, último desfile do Carnaval, é um espetáculo à parte, com artistas e foliões se despedindo da festividade em grande estilo.

Circuido Dodô e Osmar, Campo Grande – Salvador (BA)

 

Carnaval de São Paulo:

A capital paulista não fica para trás quando o assunto é Carnaval. Os desfiles das escolas de samba no Sambódromo do Anhembi rivalizam em grandiosidade com o Rio de Janeiro, apresentando enredos elaborados, performances incríveis e uma competição acirrada. Além disso, os blocos de rua ganharam espaço na cidade, proporcionando uma experiência carnavalesca diversificada e acessível a todos.

Foto: Marcelo Messina

 

Carnaval de Pernambuco – Galo da Madrugada:

O Galo da Madrugada, em Recife, é conhecido como o maior bloco de Carnaval do mundo. Com seu desfile monumental, reúne milhões de foliões que se divertem ao som do frevo e outros ritmos regionais. O evento se destaca não apenas pela sua magnitude, mas também pela forte presença das tradições culturais pernambucanas.

Galo da Madrugada 2019 – Foto: Folha de Pernambuco

 

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Qual a primeira capital de Goiás?

A história de um estado muitas vezes é contada pelas marcas deixadas em sua primeira capital. Em Goiás, essa narrativa ganha vida na cidade de Vila Boa, hoje conhecida como Cidade de Goiás. Entre suas ruas de pedra e casarões coloniais, reside um legado que remonta aos primórdios da colonização brasileira, que oferece  aos visitantes uma imersão na riqueza cultural e histórica do estado.

Foto: divulgação

Localizada no coração do cerrado brasileiro, a primeira capital de Goiás é um testemunho vivo das transformações que moldaram a região ao longo dos séculos. Fundada em 1727, Vila Boa foi o centro administrativo e cultural da capitania de Goiás durante o período colonial, desempenhando um papel crucial no desenvolvimento da região.

O conjunto arquitetônico preservado da Cidade de Goiás conta a história da ocupação portuguesa na área, com igrejas barrocas, casarões coloniais e praças que refletem a influência da época. Entre os pontos de destaque estão a Igreja Matriz de Sant’Ana, construída no século XVIII, e o Museu das Bandeiras, que abriga artefatos e documentos que contam a trajetória da cidade e do estado.

 

Igreja Matriz de Sant’Ana/Foto: divulgação

Além de seu valor histórico, a primeira capital de Goiás também é um centro cultural, onde tradições seculares se mesclam com a vida contemporânea. Festivais de música, dança e gastronomia celebram a diversidade cultural do estado, enquanto artistas locais mantêm viva a herança artística e artesanal da região.

Atualmente, a cidade de Goiás recebe visitantes de todo o Brasil e do mundo, atraídos pela sua atmosfera encantadora e pelo rico patrimônio histórico. Ruas de pedra que contam histórias, igrejas centenárias que guardam segredos e uma paisagem que reflete a força e a beleza do cerrado brasileiro fazem da primeira capital de Goiás um destino imperdível para aqueles que desejam explorar as raízes e a identidade desse estado tão diverso e fascinante.

 

10 Cidades Históricas espalhadas pelo Brasil

O Brasil é um país repleto de história e cultura, e suas cidades históricas são testemunhas vivas desse rico legado. Ao longo do vasto território brasileiro, encontramos diversas cidades que preservam o charme e a arquitetura de épocas passadas, proporcionando aos visitantes uma viagem no tempo. 

Vamos, então, explorar algumas das encantadoras cidades históricas espalhadas pelo Brasil, que encantam pela sua beleza arquitetônica, patrimônio cultural e importância histórica.

Saint Augustine a cidade mais antiga do Estados Unidos

Saint Augustine, a cerca de duas horas de Orlando, é reconhecida como a mais antiga cidade dos Estados Unidos. Na verdade, é a mais antiga no continente americano, já que San Juan, a capital de Porto Rico, foi fundada pouco antes, em 1521, enquanto Saint Augustine viu a chegada dos espanhóis em 1565. Independentemente de disputas sobre superlativos, Saint Augustine é uma cidade graciosa e singular, diferente de qualquer outro lugar no país.

O centro histórico é meticulosamente conservado: não há largas avenidas norte-americanas por lá. As ruas com seis faixas, semáforos e arranha-céus imponentes parecem pertencer a um lugar distante: o charme desta cidade da Flórida reside nas estreitas vielas que mantêm o traçado original do século XVI.

Na rua principal, St. George Street, não se encontram Walgreens, CVS, McDonald’s e outras lojas americanas típicas. É uma rua exclusiva para pedestres, repleta de lojas, galerias, cafés, padarias, bares e restaurantes locais.

Para preservar a atmosfera e o encanto, foi estabelecido um padrão de cores, tipografias e símbolos, e, honestamente, um McDonald’s destoaria desse ambiente ou teria que se adaptar completamente para se encaixar no charme local.

A praça principal, Plaza de La Constitución, segue a mesma linha. Não é uma praça dominada por prédios monumentais ou uma loja da Apple com vitrine de vidro. O mais antigo espaço público do país merece ser especial: mantém-se quase como o original, estabelecido em 1573.

Assim, é uma autêntica praça espanhola, com uma casa do governo (em uso contínuo desde 1598) e uma igreja – afinal, a intenção era converter a população local ao cristianismo. A igreja original do século XVI foi destruída, mas a basílica catedral que enfeita a praça desde 1797 permanece.

Além de sua riqueza histórica, Saint Augustine também se beneficia de uma paisagem privilegiada. Situada entre o Oceano Atlântico e o Rio Matanzas, oferece 68 km de praias praticamente intocadas, tardes com vinho branco e frutos do mar à beira do rio, trilhas na mata tropical e passeios de caiaque.

Hotéis históricos

Não há um prêmio oficial para isso, mas se houvesse, a área onde estão localizados o Flagler College e o Lightner Museum ganharia como o ponto mais encantador de Saint Augustine.

O motivo é a arquitetura desses dois edifícios. Ambos imponentes, parecem mais palácios do que hotéis. Construídos como hotéis no século XIX por um dos grandes magnatas da época, Henry Flagler, que tinha um ambicioso projeto de transformar a costa de Saint Augustine em uma Riviera Francesa.

Ele é considerado um dos pioneiros do desenvolvimento da Flórida moderna e contribuiu significativamente para a infraestrutura de transporte, turismo e agricultura que vemos hoje em dia. Embora suas medidas fossem controversas: ele, por exemplo, destruiu as antigas muralhas de Saint Augustine (as duas colunas de pedras que marcavam a entrada foram preservadas) e até planejou construir um campo de golfe no lugar do antigo forte.

Os dois belos edifícios construídos por Flagler ficam de frente um para o outro. O Flagler College, agora uma faculdade, foi o antigo hotel Ponce de León, erguido em 1888, que mais se assemelha a um palácio mouro do sul da Espanha ou do Oriente Médio.

E não é apenas pela arquitetura que esses edifícios são importantes: Flagler era tão influente que o hotel Ponce de León foi um dos primeiros edifícios nos Estados Unidos a ter eletricidade – fornecida pela Edison Illuminating Company, empresa de seu amigo famoso, Thomas Edison, o inventor da lâmpada elétrica. Embora hoje em dia isso possa parecer comum, na época o hotel Ponce de León foi o primeiro hotel do mundo a ter eletricidade em cada quarto.

Decidido a desenvolver a região, Flagler, na época o homem mais rico do país, construiu em 1889 mais um hotel: o Alcázar, como uma alternativa ao Ponce de León, em frente a ele. No Alcázar, a característica mais marcante é a sua estrutura. Como é comum nos Estados Unidos, havia superlativos por toda parte, e o Alcázar chegou a ter a maior piscina interna do mundo no século XIX, além de quadras de tênis e banhos turcos e russos. Hoje em dia, tornou-se o Lightner Museum, dedicado a antiguidades e eletricidade.

Mesmo que você não esteja ciente de seu passado como hotel, não é difícil deduzir: os objetos estão espalhados pela mesma estrutura, permitindo que você passe por exposições enquanto percorre os corredores e as antigas suítes numeradas.

Cidade protetora

A diferença entre Saint Augustine e as cidades mais típicas dos Estados Unidos já deve estar clara. No entanto, para enfatizar ainda mais o quão encantadora é Saint Augustine, há mais um detalhe a ser acrescentado a essa lista: o centro histórico completamente acessível a pé, com suas casas do século XVII – embora boa parte das casas originais tenha sido destruída em uma invasão de piratas.

Ao contrário da maioria das cidades do país, é mais conveniente deixar o carro no estacionamento do hotel. Seguindo a pé da praça principal pela animada St. George Street, você chegará ao símbolo de Saint Augustine: o Castillo de San Marcos, um forte completo com ponte levadiça, fosso, canhões e vista para o mar.

O forte não é apenas uma estrutura sem vida com um passado distante. No topo, foram instalados bancos como os de praça, pois não há quem não queira passar um tempo apreciando a vista do mar sobre o forte de pedra.

A posição estratégica foi escolhida para permitir que os soldados avistassem todo o horizonte e possíveis invasões britânicas. Hoje em dia, os turistas podem desfrutar da mesma vista panorâmica dos soldados de séculos atrás, mas sem as preocupações da época.

As exposições dentro do forte ajudam os visitantes a imaginar as cenas de séculos passados: mostram a rotina dos soldados, com alojamentos originais, objetos e os muros rabiscados por eles com mensagens e desenhos.

Do alto a vista mais bela

Embora o Castillo de San Marcos seja uma marca registrada de Saint Augustine, há outro forte menos conhecido, mas igualmente interessante: o Fort Matanzas National Monument. Construído em 1740 pelos espanhóis nas margens do Rio Matanzas como uma forma adicional de defesa contra invasores – tanto por mar quanto por rio.

Conheça um castelo espanhol histórico que fica em Goiás

A cidade de Urutaí, localizada a 170 quilômetros da capital goiana, reserva um tesouro arquitetônico que clama por restauração e preservação: o Castelinho de Urutaí. Um castelo espanhol histórico, construído por 2 irmãos, por volta de 1918.

Atualmente, situado dentro do campus do Instituto Federal Goiano (IF Goiano) local, esse monumento histórico é um testemunho do auge da era ferroviária em Goiás.

Conheça um castelo espanhol histórico que fica em Goiás

Foto: Reprodução/IG Goiano

 

História do Castelo Espanhol em Goiás

A história do Castelinho começou em 1918 com o Decreto no 13.197, de 25 de setembro de 1918 que instituiu a Fazenda Modelo de Criação de Urutaí.

Em 1920, foi dado início a  construção da Fazenda Modelo de Criação em Urutai por meio de doação de terras dos coronéis Sebastião Louzada e o Major Zacharias Borges (área total: 4.841.300 m2).

O governador de Goiás era João Alves de Castro, José Leopoldo de Bulhões Jardim era o senador na Câmara Federal.

Conheça um castelo espanhol histórico que fica em Goiás

Foto: Reprodução/IG Goiano

Em 1953, a  Lei no 1923, de 28 de julho de 1953, transformou a Fazenda Modelo de Urutaí em Escola Agrícola (EAU), subordinada à Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinário.

Através da transcrição de relatos presentes no material consultado, constata-se que a antiga Fazenda Modelo, e posterior Escola Agrícola, funcionava como internato e semi-internato em sua segunda fase, que é datada de  1953, sendo, portanto, também local de residência dos estudantes.

Dado que o início da construção da Fazenda Modelo se deu em 1920, conforme data de doação de terras, a construção da residência pode ter ocorrido entre 1918 e 1920, não sendo possível precisar a data exata a partir do material consultado.

O levantamento do Iphan conta ainda que o Castelinho foi construído para ser a  moradia do Diretor da Instituição. Por isso, ela  é a mais imponente do conjunto do qual ela faz parte, e  apresenta maior porte e riqueza nos acabamentos.

Em 2000, ganhou nova vida como museu, exibindo momentos marcantes da história local. Contudo, seu estado de conservação levou à interdição em 2015, desencadeando esforços para seu tombamento e restauração.

Arquitetura do Castelo Espanhol situado em Goiás

Conheça um castelo espanhol histórico que fica em Goiás

Foto: Reprodução/IG Goiano

O castelinho  tem  forma retangular, apresentando porão alto, do tipo habitável, ou seja, com altura suficiente para o acesso de pessoas, constituição típica de residências de fazenda.

A parte do porão é marcada por uma textura e relevos que “fingem” ser revestidos em pedra aparente. Na parte acima do porão, as paredes são lisas, possuindo falsas pilastras retangulares com capiteis dóricos e fustes canelados dispostas nos cantos e dividindo em partes mais ou menos equidistantes os planos laterais, sendo estes intervalos entremeados pelas aberturas.

O acesso se dá por meio de dois pontos: pelas duas escadarias frontais em pedra espelhadas em leque que conduzem a uma área avarandada recoberta de ladrilho hidráulico vermelho e pela área de alpendre na lateral esquerda, elevada por pilares simples e com soalho em madeira.

 O alpendre lateral é recoberto por cobertura em telha cerâmica mais baixa que a do volume principal da edificação. Devido a sua disposição no corpo do edifício e acabamentos, há a possibilidade de que a introdução do alpendre lateral seja posterior.

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O telhado é composto de dois corpos principais: o frontal mais alto, contornado por cimalha na parte superior dos planos verticais, que possui cumeeira principal paralela à via e é composto de dois volumes sobressalentes que ladeiam o terraço de acesso por escada que é reentrante e  o volume posterior, com cumeeira perpendicular à via frontal, com 3 águas e beiral simples.

A cobertura é atualmente em telha romana, mas devido ao período em que o edifício foi construído, as telhas deviam ser originalmente do tipo francesa, que eram comuns no ecletismo ou até coloniais, que são as capa e canal, tradicionalmente usual nas cidades brasileiras.

Conheça um castelo espanhol histórico que fica em Goiás

Foto: Reprodução/IG Goiano

A fachada frontal e fachadas laterais externas do volume onde se situa a escada em leque são ricamente ornamentadas, sendo que a quantidade de ornamentação é menor no volume posterior.

Conheça um castelo espanhol histórico que fica em Goiás

 Esta é uma condição comum em edifícios no início do século, onde a fachada principal apresenta maior apuro que as demais por ser a mais visível. Devido a esta diferença entre os dois volumes, também pode ser investigada a possibilidade de terem sido construídos em duas etapas.

 

Esforços de Tombamento 

Em 2015, a Superintendência do IPHAN/GO buscou iniciar o processo de tombamento do Castelinho, reconhecendo seu valor histórico e cultural.

O relatório do IPHAN destacou a arquitetura eclética e os detalhes em pedra, testemunhas de uma época passada. No entanto, o processo está paralisado, devido à escassez de recursos que prioriza a manutenção de bens já tombados.

Apesar do valor inquestionável do Castelinho, o IF Goiano, como proprietário, seria responsável pela manutenção, mesmo após o tombamento.

Paulo Cunha, diretor do IF Goiano de Urutaí, continua sua luta pela restauração, buscando recursos em editais e ressaltando a importância do prédio na história do instituto e da cidade.

 

Urutaí

Urutaí não é apenas o lar do Castelinho, mas também uma cidade com uma vibrante história ferroviária.

Originada da expansão dos trilhos, a cidade cresceu graças ao trabalho dedicado de famílias envolvidas na operação ferroviária.

O nome peculiar, “Urutaí”, remete a uma lenda do período nacionalista do Estado Novo Getulista, acrescentando um toque de mistério à cidade.

 

Cultura e Economia

Além de suas relíquias históricas, Urutaí destaca-se por figuras proeminentes, como o escritor João Felício de Oliveira Filho e o apresentador de TV Hamilton Carneiro.

A cidade, a 170 quilômetros de Goiânia, também é conhecida por sua produção agrícola diversificada, sendo um polo de cana-de-açúcar, milho, arroz, sorgo, mandioca e soja, além de uma forte presença na pecuária, pilar econômico fundamental da região.

 

 

O Castelinho de Urutaí, embora atualmente em ruínas, é mais do que uma construção antiga; é uma testemunha de uma época passada e uma peça essencial no mosaico da rica história de Goiás. Que os esforços para restaurá-lo continuem a prosperar, preservando não apenas um prédio, mas uma parte viva do patrimônio goiano.

10 filmes aclamados para entender melhor a Idade Média

Imagine ser transportado para um tempo de cavaleiros valentes, batalhas épicas e intrigas de cortes reais. A Idade Média é um período da história entre os séculos V e XV (476 a 1453).  Inicia-se com a Queda do Império Romano do Ocidente e termina durante a transição para a Idade Moderna, com a conquista de Constantinopla pelo Império Turco-Otomano. As principais características da Idade Média são: o feudalismo, as relações de suserania e vassalagem, as Cruzadas, as ordens de cavalaria e a Peste Negra. 

Os filmes passados na Idade Média têm um charme especial, conquistando legiões de fãs com suas épicas guerras e batalhas medievais. Mas eles são mais do que entretenimento; são janelas para um passado distante, que nos ensinam sobre a vida, a arte e os conflitos de uma era fundamental na história.

Selecionamos alguns filmes aclamados que não só capturam a essência dessa época fascinante, mas também proporcionam uma compreensão mais profunda das complexidades medievais. Então, pegue sua pipoca e prepare-se para mergulhar numa aventura histórica cinematográfica! Continue lendo e descubra quais são esses tesouros da sétima arte que você não pode deixar de assistir. 

 

Cidade goiana encantadora e acolhedora já se chamou ‘Barranca’

Rialma, é uma cidade goiana localizada no Vale do São Patrício em Goiás, é uma joia turística pouco explorada, com uma rica mistura de história, cultura e belezas naturais. A cidade fica a uma distância aproximada de 177 km de Goiânia, o que representa cerca de 2 horas e 37 minutos de viagem de carro. Essa proximidade com a capital do estado torna Rialma uma opção conveniente e atraente para turistas que buscam explorar além dos destinos mais conhecidos em Goiás.

Ao detalhar a pauta sobre Rialma, você pode incluir estas informações para dar aos leitores uma ideia precisa da facilidade de acesso à cidade a partir de Goiânia. Esses detalhes são cruciais para planejar uma viagem, proporcionando uma experiência mais rica e bem-informada aos turistas interessados em descobrir as riquezas dessa região de Goiás.

História e cultura local de Rialma

A história de Rialma, uma cidade fundada em 1953 no estado de Goiás, é marcada por uma rica tapeçaria de eventos e desenvolvimentos culturais. O povoado que originou a cidade começou a se formar na margem direita do Rio das Almas em 1940, quando foi criada a Colônia Agrícola Nacional. A notícia da distribuição de lotes gratuitos atraiu trabalhadores de diversas partes do país, especialmente de Minas Gerais, o que contribuiu significativamente para a diversidade cultural da cidade.

Curiosamente, o nome inicial do povoado era “Barranca”, devido à localização dos colonos na margem do rio. Com o tempo, o povoado cresceu e se desenvolveu, com a construção de estradas, pousadas, lojas e outras infraestruturas. Em 1949, o povoado foi elevado à categoria de distrito com a denominação de Rialma, uma aglutinação de “Rio das Almas”. A emancipação política de Rialma como município ocorreu em 1953, após várias lutas políticas e sociais.

A cidade de Rialma também se destacou no campo da educação, com a fundação da Escola João Wesley de Oliveira em 1948, que foi um marco importante no desenvolvimento educacional do município. A escola começou em uma casa de pau a pique e, com o tempo, expandiu-se para acomodar um número crescente de alunos.

Além disso, a cidade tem uma rica história política, com a instalação da Câmara Municipal de Rialma em 1955 e a eleição do primeiro presidente da Câmara. Ao longo dos anos, Rialma evoluiu e se desenvolveu, tornando-se um município com uma identidade cultural própria e um importante contribuinte para a diversidade cultural de Goiás.

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Tour Histórias 2024: Show do Século retorna a Goiânia!

A seleção formada por grandes sucessos do sertanejo retorna ao estádio Serra Dourada, em Goiânia, no dia 4 de maio, com o Show do Século “Histórias Tour 2024”. Evento este que é reconhecido como um dos melhores encontros da música brasileira!

As atrações ainda não foram confirmadas, mas, conforme às edições anteriores, é possível que o line-up seja composto por Chitãozinho & Xororó, Leonardo, Bruno & Marrone e Zezé di Camargo & Luciano.

A venda dos ingressos começa nesta quarta-feira, 17 de Janeiro, a partir das 12 horas no site: oshowdoseculo.com.br

Foto: Divulgação

Sobre o Show do Século

A primeira edição do evento aconteceu em 2018 com objetivo de trazer de volta as memórias de músicas “raíz” que o goiano tanto gosta, como o próprio nome sugere esse evento possui histórias e busca um público apaixonado pelos grandes sucessos do sertanejo.

O show roda todo o Brasil e já contou com diversas participações especiais como Jorge & Mateus, Gusttavo Lima, Gian & Giovani, Edson & Hudson, dentre outros.

O Show do Século em 2023, Goiânia (Foto: Divulgação)

Descubra porquê a apaixonante Toscana, na Itália, está conquistando o coração dos goianos

Localizada no coração da Itália, a Toscana é uma região que deslumbra não apenas pela sua beleza, mas também pelos números impressionantes que a definem. Situada na região central do país, a Toscana se estende por aproximadamente 22,990 quilômetros quadrados, tornando-a a quarta maior região da Itália em área. É uma terra que abriga não apenas paisagens pitorescas, mas também uma população de mais de 3,7 milhões de habitantes, contribuindo para a riqueza de sua cultura.

Esta região é conhecida por suas paisagens de tirar o fôlego, com mais de 120 parques naturais e reservas, incluindo o renomado Parque Nacional das Cinque Terre, que é Patrimônio Mundial da UNESCO. A preservação dessas áreas naturais é uma prioridade na Toscana, refletindo-se nos cerca de 12,000 quilômetros quadrados de terras protegidas, uma porcentagem significativa de sua extensão total.

parque é famoso por suas trilhas panorâmicas que conectam as aldeias, oferecendo aos visitantes vistas espetaculares do Mar Mediterrâneo e das encostas cobertas de vinhedos.

parque é famoso por suas trilhas panorâmicas que conectam as aldeias, oferecendo aos visitantes vistas espetaculares do Mar Mediterrâneo e das encostas cobertas de vinhedos.

O Parque Nacional das Cinque Terre é uma joia da Toscana que atrai visitantes de todo o mundo. Situado ao longo da costa da Riviera Italiana, este parque é composto por cinco aldeias pitorescas: Monterosso al Mare, Vernazza, Corniglia, Manarola e Riomaggiore. Juntas, essas aldeias formam um mosaico de cores vibrantes, com casas coloridas empoleiradas em penhascos que mergulham no mar. O parque é famoso por suas trilhas panorâmicas que conectam as aldeias, oferecendo aos visitantes vistas espetaculares do Mar Mediterrâneo e das encostas cobertas de vinhedos.

Além das trilhas, as Cinque Terre são conhecidas por sua produção de vinho, incluindo o famoso vinho branco da região, o Sciacchetrà. Os visitantes podem explorar os vinhedos e saborear vinhos locais em adegas pitorescas.

A vida marinha abundante do parque também é uma atração, com águas cristalinas que abrigam uma variedade de espécies. A região é um paraíso para mergulhadores e amantes da natureza.

A preservação das Cinque Terre e sua designação como Patrimônio Mundial da UNESCO são testemunhos do compromisso da Toscana em proteger suas jóias naturais. Os esforços de conservação incluem limites rigorosos para o desenvolvimento e uma abordagem sustentável para o turismo, garantindo que as futuras gerações possam desfrutar da beleza intocada deste lugar notável.

A Toscana é um lugar de superlativos, onde a beleza natural se combina com a riqueza histórica e cultural. Suas cidades icônicas, como Florença, Pisa, Siena e Lucca, atraem viajantes do mundo todo. Com sua diversidade geográfica, herança histórica e relevância econômica, a Toscana verdadeiramente se destaca como o coração cultural da Itália. Convidamos você a explorar esta terra de maravilhas e descobrir o que a torna tão especial.

A Riqueza histórica da Toscana: Berço de civilizações e do Renascimento

A Florença é uma das cidades históricas da região

A Florença é uma das cidades históricas da região

A Toscana, com suas paisagens deslumbrantes, é muito mais do que um cartão-postal; é um tesouro de história que se estende por milênios. Com uma história que remonta a mais de 3.000 anos, a região teve um papel significativo na formação da cultura italiana e europeia.

A história da Toscana remonta aos tempos antigos, quando era o lar dos etruscos, uma civilização misteriosa que floresceu na Itália central antes da ascensão de Roma. Os etruscos deixaram um legado duradouro na região, com suas tumbas impressionantes e influência arquitetônica.

No entanto, foi durante o período romano que a Toscana se tornou parte do Império Romano e desempenhou um papel vital na administração e na produção de alimentos da vasta República e, posteriormente, do Império. Cidades como Florentia (atual Florença) prosperaram como centros urbanos e comerciais.

O período mais notável da história da Toscana ocorreu durante o Renascimento, quando a região se tornou o epicentro das artes e das ciências na Europa. Florença, em particular, foi o centro pulsante desse movimento cultural. Gênios como Leonardo da Vinci, Michelangelo, Botticelli e Galileu Galilei, entre outros, floresceram sob o patrocínio de famílias nobres como os Medici.

A contribuição da Toscana para a cultura italiana e mundial é indiscutível. Não é por acaso que 7 dos 58 Patrimônios Mundiais da UNESCO na Itália estão localizados na região. Estes incluem a Catedral de Florença, o Centro Histórico de Siena, a Piazza dei Miracoli em Pisa com sua famosa Torre Inclinada, e os Vales de Orcia e Val d’Orcia, famosos por suas paisagens cênicas e aldeias medievais.

A Toscana é um museu ao ar livre da história, onde cada cidade, cada igreja e cada praça conta uma história que remonta a séculos. As paredes das cidades antigas guardam segredos da Renascença, e as ruínas etruscas sussurram a história de uma civilização perdida. É um lugar onde o passado e o presente se entrelaçam de forma harmoniosa, convidando os visitantes a explorar e apreciar sua rica herança histórica. Convidamos você a mergulhar nas profundezas da história da Toscana e a testemunhar a grandeza de uma região que moldou o curso da humanidade.

A economia Florentina: o eixo da prosperidade Toscana

A Toscana não é apenas um tesouro de beleza natural e cultural, mas também um centro de prosperidade econômica na Itália. Sua economia é notável e desempenha um papel fundamental no cenário nacional.

Com um PIB que ultrapassa os impressionantes 141 bilhões de euros, a Toscana figura como uma das regiões mais prósperas da Itália. Essa cifra é um testemunho da vitalidade econômica da região, impulsionada por diversos setores que se destacam.

Turismo Vibrante: O turismo é uma coluna vertebral da economia toscana, atraindo mais de 42 milhões de visitantes todos os anos. Suas cidades icônicas, como Florença, Pisa, Siena e Lucca, servem como faróis para viajantes de todo o mundo. Além das paisagens deslumbrantes, a rica herança histórica e cultural da Toscana é um imã que atrai entusiastas da arte, história e cultura. Esse fluxo constante de turistas não apenas enriquece a experiência da Toscana, mas também gera empregos significativos e receita substancial.

Indústria e Agricultura: A Toscana é um hub industrial, abrigando empresas líderes em setores como moda, design, automobilismo e aeroespacial. Marcas de renome internacional têm suas raízes na região. Além disso, a indústria de vinho da Toscana é renomada mundialmente, com vinhos como o Chianti e o Brunello di Montalcino conquistando paladares ao redor do globo. A produção de azeite de oliva extra virgem também é uma parte significativa da economia, com azeites toscanos apreciados por sua qualidade excepcional.

Inovação e Educação: A Toscana não é apenas sobre tradição, mas também abraça a inovação. A região é o lar de várias universidades de prestígio, contribuindo para o desenvolvimento de tecnologia e pesquisa. A cidade de Pisa é conhecida pelo famoso teste da Torre de Pisa, e Florença abriga instituições acadêmicas renomadas. Essa combinação de tradição e inovação impulsiona o crescimento econômico.

A Toscana é verdadeiramente um lugar de superlativos, onde a beleza natural, a riqueza histórica e a vitalidade econômica se entrelaçam de forma harmoniosa. É um coração cultural que pulsa com energia, criatividade e prosperidade. Convidamos você a explorar esta terra de maravilhas e a descobrir o que a torna tão especial, seja pelas paisagens deslumbrantes, pela história fascinante ou pela economia vibrante que a define.

A história da Toscana

A história da Toscana remonta à época dos etruscos, antes mesmo da ascensão de Roma. No entanto, foi durante o Renascimento que a Toscana floresceu como um centro de excelência cultural. Florença, em particular, foi o epicentro desse movimento, produzindo gênios artísticos como Leonardo da Vinci, Michelangelo e Botticelli. A Toscana é amplamente reconhecida como o berço do Renascimento italiano, um período que moldou a arte, a ciência e a filosofia ocidentais.

Além de suas realizações artísticas, a Toscana também desempenhou um papel crucial na história política da Itália. Foi o lar da poderosa família Medici, que governou a região e apoiou artistas e intelectuais, impulsionando o Renascimento. No século XIX, a Toscana desempenhou um papel fundamental na unificação italiana, tornando-se parte do Reino da Itália em 1861.

A Toscana é reverenciada por sua contribuição para a cultura italiana, desde sua culinária de renome mundial até suas tradições vinícolas. O vinho Chianti, produzido na região, é uma joia da enologia italiana. Além disso, a Toscana é conhecida por sua gastronomia autêntica, que inclui pratos como a ribollita (uma sopa de legumes), a pappa al pomodoro (uma sopa de tomate) e a famosa bistecca alla fiorentina (um suculento bife florentino).

Em termos de relevância, a Toscana continua a desempenhar um papel vital na Itália moderna. Além de ser um importante centro econômico e turístico, a região mantém seu status como um farol da cultura italiana. Sua história e tradições continuam a inspirar e encantar pessoas de todo o mundo.

À medida que exploramos a Toscana ao longo deste especial, mergulharemos nas nuances de sua beleza natural, sua herança artística e sua influência inestimável na história e na cultura da Itália. Prepare-se para uma jornada única por esta região que verdadeiramente representa o coração cultural da Itália.

Saiba maios sobre a Toscana neste vídeo

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Entenda porquê a Disney pode ‘perder’ o controle do Mickey Mouse após 100 anos

A icônica animação “Steamboat Willie” da Disney, que apresentou uma das primeiras versões de Mickey Mouse, entrou no domínio público no dia 1º de janeiro de 2024. Esse desenho animado, que marcou a estreia do personagem em 1928, foi um marco na história da animação e da Disney.

Com a expiração dos direitos autorais, a versão original de Mickey Mouse em “Steamboat Willie” agora pode ser utilizada livremente pelo público, incluindo para criações de inteligência artificial. A Disney, no entanto, emitiu um aviso claro sobre o uso das iterações mais modernas do personagem.

A empresa afirmou que as versões mais recentes de Mickey Mouse continuarão a ser protegidas por direitos autorais e continuarão a representar um papel crucial como embaixador global da Walt Disney Company em suas narrativas, atrações de parques temáticos e produtos.

A empresa se comprometeu a proteger esses direitos e trabalhar para evitar confusão entre os consumidores causada pelo uso não autorizado de Mickey Mouse e de seus outros personagens icônicos. Interessante notar que, apesar da versão original de Mickey Mouse em “Steamboat Willie” estar agora no domínio público, a Disney mantém o controle sobre as versões posteriores do personagem, assim como sua marca registrada.

Isto significa que, enquanto criações utilizando a versão original de Mickey estão agora disponíveis, a Disney continuará a proteger as versões mais modernas do personagem sob as leis de direitos autorais e marca registrada.

Esta situação é semelhante ao que aconteceu com os personagens originais de “Winnie the Pooh” de A.A. Milne, que entraram no domínio público e levaram a interpretações mais criativas e variadas, incluindo uma adaptação de horror. No entanto, as versões da Disney desses personagens permanecem protegidas.

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Quem é apaixonado por ecoturismo, precisa saber que o Brasil tem muito a oferecer nesse segmento. Não é à toa que o país foi eleito pela Forbes, em 2023, como um dos principais destinos de ecoturismo do mundo.

Mas quais são os melhores lugares para se visitar no Brasil quando o assunto é ecoturismo? Para te ajudar a planejar sua próxima viagem, a PlanetaEXO, plataforma que conecta viajantes com experiências de viagem sustentáveis, selecionou os sete destinos que devem estar no radar dos aventureiros em 2024. Confira a seguir:

  1. Amazônia (AM): A maior floresta tropical do mundo é também um dos destinos mais fascinantes para quem quer fazer ecoturismo no Brasil. Na Amazônia você pode se hospedar em lodges sustentáveis, navegar pelos rios e igarapés, observar a fauna e a flora exuberantes e interagir com as comunidades ribeirinhas. Uma experiência única e inesquecível.

Por que conhecer?

A região desempenha um papel crucial no combate ao desmatamento e o ecoturismo pode ser uma ferramenta poderosa na conscientização sobre o meio ambiente, além de ajudar na proteção de comunidades indígenas e ribeirinhas.

 

  1. Jalapão (TO): Um dos destinos mais selvagens e preservados do Brasil, o Jalapão é uma região de cerrado que impressiona pela diversidade de paisagens. Lá você pode se aventurar por dunas douradas, fervedouros de água azul, cachoeiras e formações rochosas. O Jalapão também é conhecido pelo artesanato feito com capim dourado, uma planta típica da região.

Por que conhecer?

Com iniciativas voltadas para a conservação da biodiversidade, a região tem diferentes particularidades como manejo do capim dourado e a proteção de espécies ameaçadas como o pato-mergulhão.

 

  1. Pantanal (MT/MS): O maior pantanal do mundo é um santuário ecológico que abriga uma das maiores concentrações de vida selvagem do planeta. No Pantanal você pode fazer safáris fotográficos, observar animais como onças-pintadas, jacarés e araras-azuis, pescar piranhas e admirar o pôr do sol mais bonito do Brasil.

Por que conhecer?

O Pantanal esteve no centro de conversas sobre preservação nestes últimos anos. Somente a combinação entre o ecoturismo e as práticas agrícolas responsáveis formam uma combinação que preserva as tradições pantaneiras e possibilita a preservação de espécies ameaçadas, como as onças pintadas.

4. Vale do Pati, Chapada Diamantina 

Localizado na Chapada Diamantina, o Vale do Pati é um dos tesouros naturais do Brasil. Oferece aos visitantes a oportunidade de conhecer paisagens espetaculares, fazer caminhadas pelas trilhas que revelam a biodiversidade única da região, enquanto realiza uma interação autêntica com a comunidade local.

Por que conhecer?

O ecoturismo desempenha um papel crucial na economia local, com turistas se hospedando e alimentando-se nas residências dos moradores e sendo a principal fonte de renda da região. Além disso, a região adota um modelo exemplar de sustentabilidade, onde as casas utilizam 100% energia solar para suas operações.

 

  1. Bonito (MS): Considerado um dos principais pólos de ecoturismo do Brasil, Bonito é um verdadeiro paraíso para quem gosta de mergulhar em águas cristalinas, observar a fauna e a flora aquática, fazer trilhas e contemplar cachoeiras. Além disso, Bonito tem uma forte política de preservação ambiental, que controla o número de visitantes e cobra taxas de conservação.

Por que conhecer?

Na vanguarda do ecoturismo brasileiro, Bonito é um exemplo da migração do turismo tradicional para a alternativa sustentável, com a implementação de um sistema eficaz de controle de visitação, que garante a gestão turística responsável e consciente.

 

  1. Fernando de Noronha (PE): O arquipélago de Fernando de Noronha é um patrimônio mundial da UNESCO que encanta os visitantes com suas praias paradisíacas e sua biodiversidade marinha. Quem gosta de aventura pode explorar as águas cristalinas e observar de perto golfinhos, tartarugas, tubarões e peixes coloridos. Fernando de Noronha é um destino imperdível para os amantes da natureza e da beleza.

Por que conhecer?

A ilha promove educação ambiental por meio da observação da vida selvagem, oferecendo aprendizado prático e interativo sobre a preservação do meio ambiente.

  1. Lençóis Maranhenses (MA): Um dos destinos mais incríveis do Brasil, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses encanta os visitantes com sua beleza natural e singular. O parque abriga um ecossistema raro, formado por dunas de areia branca que se estendem por mais de 150 mil hectares e que, no período chuvoso, se transformam em lagoas de água doce, criando um contraste impressionante.

Por que conhecer?

Garante um turismo que atua como motor econômico para as comunidades locais, melhorando suas qualidades de vida por meio do incremento de renda. Impulsiona o artesanato local, com destaque para produtos feitos de fibra de buriti, como bolsas e chapéus, tornando-os lembranças significativas e apoiando a economia artesanal. Proporciona guias credenciados pela ICMBio para entrar no parque que não apenas mostram o caminho, mas também protegem e cuidam deste lugar especial

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Nordeste abriga a fantástica ‘Terra das Carrancas’ que encanta turistas do mundo todo

Juazeiro, situada no estado da Bahia, é uma cidade com uma rica tapeçaria de história, cultura e belezas naturais. Conhecida como a “Terra das Carrancas”, a cidade tem suas raízes profundamente ligadas ao majestoso Rio São Francisco, que tem sido uma fonte vital de vida e desenvolvimento para a região ao longo dos séculos. As carrancas, figuras antropomorfas tradicionais, adornam as embarcações típicas do rio, simbolizando a forte conexão da cidade com as águas do “Velho Chico”​​.

A história de Juazeiro remonta ao final do século XVII, quando começou a se desenvolver como um importante núcleo urbano do Sertão Nordestino. O município foi oficialmente criado em 1833, mas já era conhecido desde 1596, quando era percorrido por bandeirantes. Em 1706, missionários franciscanos chegaram à região para catequizar os índios locais, construindo um convento e uma capela dedicada a Nossa Senhora das Grotas do Juazeiro​​.

Ao longo dos anos, Juazeiro cresceu e se transformou, impulsionada principalmente pela agricultura irrigada ao longo do Rio São Francisco. A cidade se destacou na produção de frutas tropicais, especialmente uvas, tornando-se conhecida como a “Capital das Uvas” no Brasil. Esse crescimento econômico foi marcado pela expansão da agricultura na região, onde o solo fértil próximo ao rio provou ser ideal para o cultivo de uvas. A produção de uvas se tornou um pilar da economia local, com as frutas sendo altamente valorizadas e exportadas para outros estados brasileiros​​.

A modernização e o desenvolvimento de Juazeiro também são notáveis, com a construção de pontes sobre o Rio São Francisco melhorando a conectividade e estimulando o crescimento econômico. A ponte Presidente Dutra, construída na década de 1950, é um marco importante na história da cidade, conectando Juazeiro a Petrolina e servindo como uma via vital para comércio e comunicação na região​​.

Além de sua importância econômica, Juazeiro também é rica em cultura e folclore. A cidade celebra sua herança cultural por meio de festivais de dança, música e folclore, destacando-se o carnaval e o São João, uma festividade junina tradicional, como momentos importantes no calendário cultural da cidade​​.

Essa visão abrangente da história de Juazeiro mostra como a cidade evoluiu de um pequeno povoado agrícola para um centro econômico e cultural significativo na região, forjando uma identidade única através da perseverança e adaptação ao longo dos anos.

Acessibilidade

Para chegar a Juazeiro, os visitantes podem optar por carro, ônibus ou avião. A rota mais rápida de carro de Salvador é pela BR-407. Alternativamente, é possível voar para Petrolina e fazer a travessia pela ponte Presidente Eurico Gaspar Dutra sobre o Rio São Francisco​​.

Pontos Turísticos e Atividades

  • Orla Fluvial de Juazeiro: Oferece uma vista deslumbrante do Rio São Francisco, com uma extensão de 2 quilômetros, ideal para passear e relaxar​​.
  • Vapor Saldanha Marinho: Uma embarcação histórica, transformada em centro cultural, simbolizando a importância da navegação no desenvolvimento da cidade​​.
  • Ilhas Fluviais e Praias: Juazeiro é cercada por várias ilhas fluviais, como a Ilha do Rodeadouro e a Ilha do Fogo, que oferecem praias e oportunidades para esportes náuticos​​.
  • Museu Regional do São Francisco: Um acervo rico em história local, com mais de cinco mil peças, incluindo fotografias, documentos e itens da navegação​​.

Gastronomia

A gastronomia de Juazeiro é reconhecida por seus vinhos e pratos tradicionais, incluindo a carne de sol, carneiro, peixes como Cari e Surubim, e a carne de bode. A cidade também oferece opções variadas de restaurantes e churrascarias​​​​.

Cultura e Tradições

Juazeiro possui um rico folclore, com lendas como a do Nego d’Água, um ser mítico do Rio São Francisco, e a Serpente d’Água. A cidade mantém fortes tradições religiosas e místicas, com destaque para a imagem de Nossa Senhora das Grotas, venerada por mais de 200 anos​​.

Porque a cidade é chamada de ‘Terra das Carrancas’

 

Juazeiro, frequentemente chamada de “Terra das Carrancas”, recebe esse nome em virtude de uma tradição marítima muito peculiar e simbólica da região. As carrancas são figuras antropomorfas, geralmente esculpidas em madeira, que adornam as embarcações navegando pelo Rio São Francisco. Essas esculturas possuem um significado profundo na cultura local, servindo tanto como um amuleto de proteção para os navegantes contra os perigos do rio quanto como um símbolo de resistência cultural.

Historicamente, as carrancas eram acreditadas para afastar espíritos ruins e garantir uma viagem segura aos navegantes do “Velho Chico”, como o Rio São Francisco é carinhosamente chamado. Além de sua função protetora, as carrancas também são uma expressão artística importante, refletindo as influências culturais e espirituais da região. Com o tempo, essas figuras tornaram-se um ícone reconhecido de Juazeiro, representando não apenas a história marítima da cidade, mas também sua rica herança cultural e artística​.

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O Parque Nacional da Chapada das Mesas, uma joia escondida no sul do Maranhão, é um destino turístico que merece atenção especial. Criado em 2005, este parque abrange uma área de 160 mil hectares, preservando a biodiversidade dos biomas do Cerrado, Caatinga e Amazônia. A região é acessível pelas rodovias BR-010 e BR-230, com entradas pelos municípios de Estreito, Riachão, Carolina e Imperatriz. O cenário deslumbrante da Chapada das Mesas é composto por formações rochosas que se assemelham a mesas, uma vegetação típica do sul do Maranhão, cânions e rios. Um dos locais mais emblemáticos é a Torre da Lua, em Carolina, que oferece uma vista panorâmica do parque​​.

A Chapada das Mesas, com seus atrativos naturais e culturais, oferece uma experiência singular para os visitantes. Entre seus principais pontos de interesse, destaca-se o Morro das Figuras, uma verdadeira cápsula do tempo gravada nas pedras. Este local abriga pinturas rupestres em seus paredões, testemunhos silenciosos da presença humana que remonta a eras ancestrais. A preservação destas pinturas proporciona aos visitantes uma janela para o passado, permitindo um vislumbre da história e cultura dos povos antigos que habitaram a região.

Junto ao aspecto histórico, a Chapada das Mesas é um refúgio para a biodiversidade. Os buritizais são ecossistemas ricos que servem de lar para uma vasta gama de espécies animais. Neste ambiente natural, visitantes podem observar macacos saltando entre as árvores, sucuris deslizando silenciosamente pelas águas, araras coloridas voando no céu e corujas vigilantes à espreita. A observação de vida selvagem nos buritizais oferece uma conexão íntima com a natureza, destacando a importância da preservação ambiental.

Além da riqueza histórica e biológica, as cachoeiras são um espetáculo à parte. A Cachoeira do Santuário, com suas impressionantes quedas d’água de 50 metros, é um espetáculo de força e beleza natural. A sonoridade das águas em queda livre e a névoa que se forma ao seu redor criam uma atmosfera mágica e revitalizante.

A Cachoeira de São Romão, conhecida como a maior do Maranhão em volume de água, oferece um cenário majestoso. A força e o volume das águas desta cachoeira ressaltam a grandiosidade da natureza, proporcionando um espetáculo visual e sonoro inesquecível para quem a visita.

Por fim, a Cachoeira de Santa Bárbara, com mais de 70 metros de altura, é outra joia da Chapada das Mesas. Esta cachoeira é particularmente notável pela formação rochosa que lembra a imagem da santa, combinando aspectos religiosos e naturais em um mesmo local. A queda d’água, cercada por essa formação rochosa única, oferece uma experiência visual única e é um local perfeito para reflexão e apreciação da natureza.

Cada um destes pontos turísticos na Chapada das Mesas oferece uma experiência única, combinando a beleza natural com aspectos culturais e históricos, tornando a visita a esta região uma jornada memorável através de paisagens naturais deslumbrantes e rica herança cultural.

Além disso, a Chapada das Mesas é conhecida pela prática de turismo de aventura, com atividades como rapel, trilhas, canionismo e observação de aves. A região é uma das preferidas dos turistas que buscam aventura, conforme estudo da Demanda Turística Internacional do Ministério do Turismo​​.

O Complexo Eco Turístico Poço Azul é um dos destaques, oferecendo cachoeiras, riachos, grutas, piscinas naturais e artificiais, além de uma infraestrutura impressionante para ecoturismo, com hospedagem em chalés, apartamentos, área de camping e um amplo restaurante self-service. O complexo proporciona atividades como tirolesa e rapel na Cachoeira de Santa Bárbara, mergulho com snorkel para observação de peixes coloridos e vegetação aquática, além de trilhas por entre penhascos e matas​​.

Outro local de interesse é o Complexo Turístico Pedra Caída, situado a aproximadamente 35 km da cidade de Carolina. Este complexo é um eco resort de primeira linha, com uma infraestrutura completa, incluindo heliporto, restaurante moderno, piscina e teleférico. Na entrada, há um centro de lazer com piscinas, toboáguas, vestiário, lanchonete e estacionamento. O complexo oferece uma variedade de atividades como tirolesa, arvorismo, trekking e mountain bike, tornando-o um destino perfeito para os aventureiros​​.

A Chapada das Mesas, portanto, é um destino fascinante que oferece uma combinação única de beleza natural, atividades de aventura e infraestrutura turística de alto nível. É um local que encanta não só pela sua riqueza natural e cultural, mas também pela variedade de experiências que proporciona aos visitantes.

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Aracaju, a vibrante capital de Sergipe, oferece uma variedade de atrações turísticas que encantam visitantes de todos os gostos e idades. Vamos explorar alguns dos principais pontos de interesse que fazem desta cidade um destino imperdível.

Praias

  • Praia de Atalaia: É a mais famosa de Aracaju, estendendo-se por 5 quilômetros com mar calmo, ideal para banhos. A faixa de areia larga e repleta de coqueiros oferece uma típica ambientação tropical. A praia conta com uma excelente infraestrutura turística, incluindo pistas para exercícios, ciclovias, quadras esportivas, e um parque de diversões para crianças.
  • Praia de Aruana: Localizada próxima à Atalaia, esta praia oferece quiosques, restaurantes e música ao vivo. As águas do mar são um pouco agitadas, ideais para quem gosta de ondas.
  • Praia dos Náufragos: Com águas calmas e mornas, esta praia tem uma ótima estrutura para relaxar e praticar esportes na areia.
  • Praia do Robalo: Procurada por surfistas devido ao mar mais agitado. A praia permite longas caminhadas em sua extensão.
  • Praia do Refúgio: Um local mais tranquilo e pouco frequentado, ideal para quem busca um ambiente mais sereno.
  • Praia do Saco: Localizada no município vizinho de Estância, é famosa por sua areia fina e branca e mar azul e calmo.

Gastronomia e Diversão

  • Passarela do Caranguejo: Um trecho da orla de Atalaia repleto de restaurantes especializados em frutos do mar, principalmente caranguejo. O local é conhecido pela sua vida noturna animada ao som do forró pé de serra.

Cultura e Artesanato

  • Feira do Turista: Uma ótima oportunidade para adquirir artesanato sergipano, incluindo rendas, tecidos, bordados, acessórios, e muito mais. A feira também oferece apresentações de forró ao vivo.
  • Centro de Arte e Cultura José Inácio de Oliveira: Um local para apreciar e adquirir artesanato local, além de assistir apresentações culturais.

Natureza e Lazer

O Oceanário Tamar é um dos destinos fantásticos dessa capital do nordeste

O Oceanário Tamar é um dos destinos fantásticos dessa capital do nordeste

  • Oceanário TAMAR: Um dos primeiros oceanários do Brasil, com 18 aquários dedicados a diferentes espécies marinhas e fluviais.
  • Parque dos Cajueiros: Localizado às margens do Rio Poxim, é ideal para esportes aquáticos, caminhadas e relaxamento.

Outros Pontos de Interesse

  • Crôa do Goré e Ilha dos Namorados: Um passeio de catamarã que inclui paradas na Crôa do Goré, um banco de areia no meio do Rio, e na Ilha dos Namorados, uma ilha entre o rio e o mar.
  • Mangue Seco: Uma localidade paradisíaca na divisa da Bahia com Sergipe, famosa por ser locação da novela “Tieta”.

Aracaju se destaca por sua combinação de belas praias, rica cultura gastronômica, espaços de lazer e a oportunidade de se conectar com a natureza e a história local. Seja para relaxar nas praias tranquilas, desfrutar da animada vida noturna ou explorar a fauna e flora marinha, Aracaju promete uma experiência inesquecível para todos os visitantes​​​​​​.

 

História e cultura

O Centro Histórico de Aracaju é uma jornada fascinante através do passado da cidade e do estado de Sergipe, destacando-se por sua rica arquitetura e significado cultural. Dentre os principais pontos de interesse estão:

  • Catedral Metropolitana: Um dos monumentos mais significativos da arquitetura religiosa de Aracaju, localizada na Praça Olímpio Campos. Fundada em 1862, a cúpula da catedral é adornada com belíssimas pinturas do século XIX, proporcionando uma experiência visual rica e histórica.
  • Palácio e Museu Olímpio Campos: Este edifício preserva a originalidade da obra e da memória sergipana, contando a história política e cultural do monumento e da República de Sergipe. O museu realiza eventos abertos ao público, como exposições fotográficas e mostras de artistas.
  • Palácio Fausto Cardoso: Uma construção do século XIX que foi a primeira sede da Assembleia Legislativa de Sergipe. Atualmente, o local funciona como Escola do Legislativo Seixas Dória e Memorial do Legislativo Quintina Diniz.
  • Mercados Municipais: Aracaju possui três mercados municipais distintos – Antônio Franco, Thales Ferraz e Albano Franco. Cada um deles se destaca por sua funcionalidade específica, oferecendo desde artesanato e restaurantes populares até variedades de especiarias gastronômicas.
  • Colina do Santo Antônio: Considerado o marco zero de Aracaju e o local mais antigo da capital sergipana. No topo da colina está a Igreja de Santo Antônio, uma das construções mais famosas da cidade, de onde se tem uma vista incrível de Aracaju.
  • Centro Cultural de Aracaju: Situado no antigo prédio da Receita Federal, este centro cultural oferece atividades culturais, artísticas e cursos, além de contar com a Biblioteca da Cultura Sergipana do Escritor Mário Cabral e outras instalações para exposições e apresentações.
  • Espaço Zé Peixe: Homenageia Zé Peixe, um conhecido prático da Capitania dos Portos de Sergipe. O espaço inclui um busto de Zé Peixe e um restaurante com terraço panorâmico, oferecendo uma vista inspiradora do estuário do Rio Sergipe.

Este centro histórico é uma passagem obrigatória para quem quer conhecer a história e a cultura de Aracaju, oferecendo uma mistura única de patrimônio arquitetônico, história, gastronomia e cultura popular​​​​​​.

Gastronomia

A culinária em Aracaju é uma experiência à parte. O caranguejo é um dos pratos mais tradicionais e pode ser saboreado em diversos bares e restaurantes. Outras delícias incluem a moqueca sergipana e a torta de aratu, que unem frescor e sabor em pratos coloridos e apetitosos.

Natureza e Ecoturismo

Para os amantes da natureza, o Parque da Cidade de Aracaju é uma visita obrigatória. Este espaço verde oferece trilhas, áreas para piquenique e até um teleférico que proporciona uma vista incrível da região. A proximidade com o Rio Vaza-Barris também permite passeios de barco inesquecíveis.

Eventos Culturais

Aracaju é palco de diversas festividades culturais ao longo do ano. O Forró Caju, um dos maiores eventos de São João do país, transforma a cidade em um grande arraial, com música ao vivo, danças folclóricas e comidas típicas.

Hospedagem e Acessibilidade

A cidade oferece uma ampla gama de opções de hospedagem, desde hotéis de luxo até pousadas aconchegantes. Além disso, a acessibilidade é um ponto forte, com o Aeroporto Internacional Santa Maria conectando Aracaju a várias cidades do Brasil e a infraestrutura urbana facilitando o deslocamento dos visitantes.

Aracaju é um destino que surpreende e cativa. Seja pela sua beleza natural, rica cultura, deliciosa gastronomia ou pela hospitalidade de seu povo, a capital sergipana é um tesouro do Nordeste que merece ser explorado e apreciado em todas as suas facetas.

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