Veneno de aranha brasileira pode ser a cura para o câncer? Entenda

O veneno produzido por uma aranha brasileira serviu de inspiração para uma pesquisa que busca novas formas de tratar o câncer.

O trabalho, conduzido há cerca de 20 anos por cientistas do Hospital Israelita Albert Einstein e do Instituto Butantan, em São Paulo, avalia o potencial terapêutico de uma substância obtida a partir da Vitalius wacketi, uma aranha que habita o litoral paulista.

O candidato a remédio oncológico, porém, não é feito diretamente do veneno: as moléculas foram isoladas, purificadas e sintetizadas em laboratório, a partir de técnicas desenvolvidas e patenteadas pelos especialistas brasileiros.

Nas pesquisas iniciais, a molécula em teste mostrou-se promissora no combate à leucemia, o tipo de tumor que afeta algumas células sanguíneas.

Ela também apresentou algumas vantagens estratégicas quando comparada aos métodos disponíveis atualmente para tratar essa doença, como a quimioterapia.

No entanto, os estudos com a substância ainda estão nos estágios preliminares. É preciso experimentá-la em mais células e cobaias para observar a segurança e a eficácia — para só depois começar os testes clínicos com seres humanos.

Os profissionais dizem que já negociam com empresas farmacêuticas para fazer parcerias e obter os investimentos necessários para seguir adiante.

Décadas de investigação

Essa história começa há cerca de três décadas, quando cientistas do Instituto Butantan fizeram uma série de expedições pelo litoral de São Paulo.

“Nós geralmente éramos chamados para regiões em que aconteciam movimentações, como o corte de árvores e desmatamento. Nessas visitas, fazíamos a coleta de aranhas”, lembra o biólogo Pedro Ismael da Silva Junior, do Laboratório de Toxinologia Aplicada do Butantan.

Outro integrante dessas expedições era o aracnólogo Rogério Bertani, também do Butantan, que fez estudos e reclassificações taxonômicas da Vitalius wacketi — e outras aranhas — da década de 1990 em diante.

Alguns anos depois, entrou em cena o bioquímico Thomaz Rocha e Silva, que hoje trabalha no Einstein. Quando ele estava terminando a formação acadêmica, no início dos anos 2000, resolveu investigar as possíveis atividades farmacológicas de algumas substâncias encontradas no veneno dessas espécies.

“Ao estudar aranhas do gênero Vitalius, encontramos no veneno uma atividade neuromuscular. Fomos atrás da toxina responsável por esse efeito, que era uma poliamina grande e instável”, lembra ele.

As poliaminas citadas pelo pesquisador são moléculas presentes no organismo de plantas, animais e micro-organismos.

Essa investigação foi publicada em periódicos acadêmicos mas, como não havia um interesse comercial imediato na molécula, o projeto acabou engavetado.

“Anos depois, me estabeleci numa faculdade e um aluno me disse que gostaria de estudar o potencial citotóxico desses mesmos venenos”, conta Rocha e Silva.

Os cientistas resolveram fazer um painel de testes e análises para avaliar as toxinas encontradas em várias aranhas do gênero Vitalius.

“E vimos que uma toxina encontrada na Vitalius wacketi possuía uma poliamina pequena e com uma atividade bastante interessante”, aponta o bioquímico.

Essa molécula foi isolada e purificada por Rocha e Silva — depois, Silva Junior conseguiu sintetizá-la, ou seja, criou uma versão química idêntica, sem a necessidade de extraí-la diretamente da aranha.

Na sequência, essa substância passou por testes in vitro. Na bancada do laboratório, ela foi colocada junto de células cancerosas, para ver qual ação teria.

E a atividade da molécula contra as unidades doentes foi considerada “importante” para os especialistas.

Isso porque o candidato a fármaco causou a morte das células cancerosas por meio de um processo chamado apoptose — geralmente, os tratamentos oncológicos mais tradicionais provocam uma necrose.

“Quando ocorre a necrose, a célula sofre um colapso, o que gera uma reação inflamatória com efeitos no organismo”, explica Rocha e Silva.

“Já a apoptose, ou a morte programada das células, é um processo muito mais limpo. É como se as células implodissem de forma controlada”, compara ele.

Na apoptose, o sistema imunológico “é avisado” sobre o colapso dessas células — e isso gera uma reação bem mais controlada, sem grandes impactos para outros órgãos e tecidos.

Até existem opções terapêuticas capazes de provocar a tal da apoptose nas células do câncer — é o caso, por exemplo, dos anticorpos monoclonais. Mas esses fármacos são mais difíceis de produzir e costumam ter um preço elevado.

A molécula desenvolvida a partir do veneno de aranha é sintética, o que facilita a fabricação (e reduz os custos).

“Além disso, ela possui algumas características físico-químicas que facilitam a permanência no sangue e depois a excreção com facilidade pelos rins”, acrescenta Rocha e Silva.

A poliamina foi testada inicialmente contra a leucemia, mas há uma expectativa de analisar qual será a atividade dela contra outros tipos de tumores.

Os próximos passos

Após essa análise in vitro que teve resultados promissores, as equipes de inovação das instituições correram para fazer as patentes e garantir a propriedade intelectual da novidade.

A farmacêutica Denise Rahal, gerente de parcerias e operações do Health Innovation Techcenter do Einstein, explica que a patente tem a ver com o processo de purificação e sintetização que foi desenvolvido pelos pesquisadores — e não com a molécula em si.

“Eu não posso patentear algo que já existe na natureza, como é o caso do veneno da aranha ou das toxinas presentes nele. Mas a síntese, o processo de obtenção dessa molécula, é um produto que foi desenvolvido a partir dessas pesquisas”, contextualiza ela.

Pesquisa reforça a importância de conhecer a biodiversidade brasileira (foto: THOMAZ ROCHA E SILVA/EINSTEIN)

Cristiano Gonçalves, gerente de Inovação do Butantan, acrescenta que as instituições estão em contato com parceiros para licenciar a tecnologia e seguir com as pesquisas.

“Nem o Einstein, nem o Butantan, têm capacidade de produção da molécula, mesmo que seja para gerar o material necessário para os testes clínicos de fase 1”, diz ele.

“Estamos em contato com parceiros para desenvolvermos juntos essa tecnologia”, complementa Gonçalves.

Rahal destaca que esse estudo em específico traz ainda mais um atrativo: ele tem como base e inspiração a biodiversidade brasileira.

“Nosso trabalho é justamente tirar essas pesquisas do papel e trazê-las para o benefício da sociedade”, pontua ela.

Do ponto de vista científico, os especialistas desejam começar análises que vão desvendar o mecanismo de ação da poliamina. Eles querem entender a forma exata que ela age, de modo a matar as células com câncer.

A substância também precisará ser avaliada em cobaias, para avaliar a eficácia e a segurança dela em organismos mais complexos do que um conjunto de células.

Se esses testes forem bem-sucedidos, o projeto evolui para a chamada fase clínica, dividida em três etapas diferentes. O objetivo aqui é estudar como a substância age em seres humanos — e se realmente pode funcionar como um tratamento contra o câncer.

Caso os resultados sejam de fato positivos, a droga poderá finalmente ser submetida à aprovação nas agências regulatórias, como a Anvisa, para ser usada em clínicas e hospitais.

Questionado sobre o significado de fazer investigações do tipo com a biodiversidade brasileira, Silva Junior destaca a “experiência” longeva de algumas espécies.

“Alguns dos aracnídeos surgiram há 300 ou 350 milhões de anos, e os trabalhos mostram que eles mudaram muito pouco desde então”, estima ele.

“Para sobreviver a esses milhões de anos, eles certamente desenvolveram estratégias para protegê-los das ameaças de ambientes inóspitos.”

“E nós podemos hoje em dia estudar como essas características e habilidades aparecem na biodiversidade brasileira, que é a maior do mundo, para encontrar essas moléculas que podem nos ajudar futuramente contra uma série de doenças”, conclui ele.

 

 

*BBC Brasil

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Ciência afirma que dormir pelado faz bem à saúde!

Nesse calor, você é daqueles que não aguenta dormir com nada encostando na pele? Ou, ao contrário, liga o ar-condicionado no máximo para dormir com pijama e meias?

Dormir sem roupa faz bem a saúde?

Especialistas defendem que, para a saúde e bem-estar, o ideal é mesmo dormir nu, pelado mesmo.

A autora de “The Good Sleep Guide” (O guia para dormir bem, em tradução livre), Sammy Margo, defende que dormir sem nenhuma roupa é o melhor, independentemente das questões climáticas.

“Embora muitas pessoas possam pensar que agasalhar-se no inverno é a melhor maneira de se manter aquecido, dormir nu pode, na verdade, ajudar a regular a temperatura corporal e melhorar a qualidade do sono”, disse ela o jornal Metro do Reino Unido.

Quais são os benefícios de dormir sem roupa?

A fisioterapeuta e especialista em sono lista alguns benefícios para se tirar a roupa da hora de ir para a cama:

Dormir mais rápido:

Como a temperatura corporal está muito ligada ao relógio biológico, e seu ciclo circadiano, o resfriamento do corpo está naturalmente ligado a um sono profundo. Assim, se você estiver mais fresquinho sinaliza a todo o organismo que é hora de dormir, adormecendo mais rapidamente;

Melhora da pele:

Dormir sem roupa melhora a ventilação da pele, reduzindo a chance de problemas de pele como erupções cutâneas;

Aumento da autoconfiança:

Dormir nu pode aumentar sua autoestima e imagem corporal, pois incentiva você a abraçar seu corpo de maneira mais natural;

Saúde ginecológica:

A região mais quente do corpo é a genital, também propensa à umidade natural. Por isso, dormir sem roupa íntima permite que os órgãos genitais sejam arejados, mantendo-os secos e mais limpos. A dica é válida especialmente para mulheres que sofrem com recorrentes infecções vulvovaginais, como candidíase, ao diminuir a proliferação de fungos e bactérias que preferem locais quentes e úmidos.

Combater a diabetes:

Quando a gordura marrom está ativa, além de queimar calorias, o corpo também se torna mais sensível à insulina, que é a substância que ajuda a utilizar o açúcar, evitando que se acumule no organismo. Assim, como o ambiente em que se dorme é mais fresco, fica mais fácil regular os níveis de açúcar no sangue, prevenindo o surgimento de diabetes.

Reduzir o estresse e a ansiedade:

O estresse e a ansiedade são causas comuns de insônia e da má qualidade do sono, podendo afetar negativamente a qualidade de vida.

Desta forma, dormir pelado pode ajudar a melhorar a qualidade do sono, regular os níveis do hormônio cortisol que está relacionado com o estresse, e, assim, ajudar a reduzir estresse e a ansiedade.

Prevenir o ganho de peso:

Dormir pelado ajuda a adormecer mais rápido e a melhorar a qualidade do sono, o que pode ajudar a prevenir o ganho de peso.

Isto porque alguns estudos mostraram dormir não dormir o suficiente pode afetar a produção de hormônios, levando a uma redução do hormônio leptina e aumento do hormônio grelina, que estão relacionados com o controle do apetite, saciedade e fome.

Desta forma, dormir pelado pode ajudar a prevenir o ganho de peso, por favorecer uma melhor qualidade do sono e um melhor controle hormonal.

Melhorar a vida sexual do casal:

Dormir pelado com o parceiro pode contribuir para o aumento do desejo para ter o contato íntimo com mais frequência, o que também ajuda a reduzir o estresse e a ansiedade, e a melhorar a relação do casal.

Além disso, o contato pele a pele com o parceiro estimula a produção de ocitocina pelo corpo, que ajuda melhorar a libido e o desempenho sexual, a sensação de prazer, melhorar as relações íntimas e o afeto, além de intensificar a ereção e favorecer a ejaculação em homens.

 

*Agência O Globo

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Estudo aponta que a prática regular de exercícios físicos reduz casos de depressão

Já que a segunda-feira está chegando, e sendo ela o dia oficial para iniciar atividade física e novos projetos, aqui está uma notícia que pode te deixar ainda mais animado!

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Glasgow, na Escócia, e publicado na revista científica BMC Medicine, sugere que um terço os casos de ansiedade e depressão poderiam ser evitados se as pessoas que desenvolvem estes diagnósticos praticassem atidades físicas regulares. O exercício é um tratamento bem conhecido para aqueles com depressão, estando presente inclusive nas prescrições médicas.

O trabalho, que envolveu mais de 37 mil pessoas, apontou que se todos conseguissem fazer 75 minutos por semana de exercícios vigorosos (o que faz você respirar com dificuldade e inclui corrida e natação), isso poderia prevenir quase 19% dos casos de depressão e ansiedade.

E se todos nós fizéssemos entre duas horas e meia e cinco horas por semana de atividade moderada (que faz você respirar mais rápido e inclui caminhada rápida, ciclismo e dança), outros 13% dos diagnósticos de depressão e ansiedade poderiam nunca existir.

Essas descobertas sugerem que quase um terço dos casos de depressão e ansiedade, que afetam um em cada cinco adultos no Reino Unido, podem ser prevenidos por meio de exercícios. O estudo, publicado na revista BMC Medicine, analisou pessoas de 37 a 73 anos que não tinham ansiedade. Eles receberam rastreadores para monitorar a atividade física.

Quando foram acompanhados, por quase sete anos em média, cerca de 3% desenvolveram depressão ou ansiedade. Com base nos resultados, os pesquisadores calcularam que as pessoas sedentárias que mudaram para 75 a 150 minutos por semana de atividade vigorosa teriam 29% menos probabilidade de desenvolver depressão ou ansiedade. Fazer 150 a 300 minutos por semana de atividade física moderada reduziria o risco de ficar ansioso ou deprimido em 47%.

Mais pesquisas são necessárias, pois os autores do estudo ainda não entendem se é o próprio exercício que faz a diferença. Embora a atividade física inunde o cérebro com substâncias químicas de recompensa, os benefícios podem ser mais sobre o exercício com outras pessoas e o impulso que recebemos da socialização.

 

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Cerveja: pesquisa indica que consumir uma por dia pode fazer bem para a saúde

A influência do consumo de cerveja em nosso organismo, já é objeto de pesquisa há algum tempo. Pesquisadores da Universidade NOVA, de Lisboa, decidiram estudar a relação da bebida com o microbioma intestinal. De acordo com um estudo publicado na revista Journal of Agricultural and Food Chemistry , o hábito pode aumentar o número de bactérias boas no intestino, o que poderia reduzir o risco de desenvolver doenças.

Não é novidade que a composição do microbioma intestinal afeta a nossa saúde. Neste estudo em questão, pesquisadores investigaram se o consumo moderado de cerveja poderia aumentar a diversidade de bactérias intestinais. A relação entre a cerveja e as bactérias intestinais, já havia sido sugerido em outros estudos, mas não comprovado.

Para testar essa hipótese, foi realizado um estudo duplo com 19 homens saudáveis, de 23 a 58 anos. Os participantes foram divididos em dois grupos que bebiam 330 ml de cerveja no jantar diariamente, durante um mês. Um grupo ingeria a bebida alcoólica e outro a versão sem álcool. Além disso, os voluntários foram orientados a não alterar o que comiam ou bebiam nem a maneira como se exercitavam, assim sendo possível observar apenas o comportamento da cerveja no organismo.

Os resultados mostraram que após esse período, ambos os grupos apresentaram um aumento de 7% na variedade de bactérias no intestino e no nível de fosfatase alcalina fecal, uma medida utilizada para avaliar a saúde intestinal. Outro fato importante, é que não houve diferença no peso, na massa gorda ou nos níveis de colesterol dos participantes.

Mas o que essa variedade de bactérias influencia em nossa saúde? Conforme os pesquisadores, em outros estudos, uma menor diversidade bacteriana no intestino tem sido associada com diabetes e doenças cardiovasculares. Portanto, seu aumento teria efeito contrário.

Na composição da cerveja temos micronutrientes chamados “polifenois”. O estudo sugere que as bactérias boas e fungos vivendo em nós, podem estar associado aos polifenois e microorganismos que facilitam sua fermentação. Os polifenois são micronutrientes altamente antioxidantes encontrados naturalmente nas plantas, incluindo o lúpulo, utilizado na cerveja.

A cerveja é a única fonte de polifenóis provenientes do lúpulo na dieta humana. Esse ingrediente é o que dá à bebida seu aroma e amargor característicos.

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Estudo aponta que Gatos ajudam a aliviar o estresse de pessoas altamente emocionais

O ensino superior é um ambiente estressante. Além das aulas, trabalhos e provas, a maioria dos alunos tem que trabalhar, pagar as contas e enfrentar outras pressões da vida moderna. Por isso, muitas universidades nos Estados Unidos instituíram programas onde os alunos podem interagir com animais de estimação para ajudar a aliviar um pouco da tensão.

Estudos comprovaram que, além de melhorar o humor dos alunos, esses programas realmente são capazes de gerar reações fisiológicas que aliviam o estresse. A imensa maioria (85%) desses programas utiliza apenas cachorros. Entretanto, de acordo com pesquisadores da Universidade do Estado de Washington, nos Estados Unidos, a interação com gatos pode ser extremamente positiva para reduzir o estresse e aumentar o bem-estar, em especial para pessoas altamente emocionais.

A emotividade faz parte de um modelo bem estabelecido na psicologia chamado de os “cinco grandes” (tradução livre da expressão “big five”, em inglês) traços de personalidade. Pessoas com essa característica têm emoções fortes e são altamente reativa a elas.

No novo estudo, publicado recentemente na revista Anthrozoös, os pesquisadores buscaram avaliar se haveria interesse entre os participantes desses programar em interagir com gatos, em vez de apenas com cachorros. Eles também buscaram entender como as características humanas podem influenciar essa preferência. Para isso, eles entrevistaram mais de 1.400 estudantes universitários e funcionários, de mais de 20 universidades.

Os resultados mostraram que a presença dos gatos teve grande aceitação dos participantes, em especial entre aqueles em que o traço de personalidade da emotividade era mais forte.

“A emoção é uma característica bastante estável; não flutua e é uma característica bastante consistente de nossas personalidades. Descobrimos que as pessoas na extremidade superior dessa escala estavam significativamente mais interessadas em interagir com gatos. Dado que pesquisas anteriores mostraram que esses indivíduos podem ser mais abertos a formar fortes ligações com animais, faz sentido que eles queiram que gatos sejam incluídos nestes programas”, disse a coautora Patricia Pendry, professora do Departamento de Desenvolvimento Humano da Universidade do Estado de Washington.

A associação entre a personalidade e a disposição para interagir com gatos se manteve mesmo após serem analisados outros fatores, como visitar um local que promove a interação com cães, ter um gato de estimação ou se identificar como mulher. Os pesquisadores também avaliaram o peso de influências negativas, como ter alergia ou fobia de gatos, o que logicamente reduziu o interesse dos participantes em interagir com os felinos.

De acordo com Pentry, uma das razões pelas quais as intervenções no ambiente universitário tendem a ser focadas em cães é o maior número de animais de terapia canina disponíveis e uma visão comum de que os gatos podem ser inadequados para essa função, pois são frequentemente percebidos como imprevisíveis, distantes ou mimados. Mas o estudo mostrou que além disso não ser verdade, muitas pessoas preferem interagir com gatos na terapia, em vez de cachorros.

Ter a opção de poder escolher com qual animal interagir pode aumentar o número de pessoas interessadas nesse tipo de intervenção, o que as ajudaria a reduzir o estresse e aumentar o bem-estar. “Estamos procurando maneiras de ajudar mais pessoas a reduzir seus níveis de estresse. Adicionar gatos pode ser outra maneira de atingir um público mais amplo”, afirma Pentry.

 

*Agência O Globo

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Oferta de lançamentos imobiliários em Goiânia é a maior em 5 anos

O mercado imobiliário de Goiânia e da Região Metropolitana registrou 42 lançamentos de empreendimentos horizontais em 2023, um aumento de 27% e o maior em cinco anos, segundo a pesquisa realizada pela Brain Inteligência Estratégica a pedido da Associação dos Desenvolvedores Urbanos de Goiás (ADU-GO).

Os dados revelaram ainda que o aumento no nível de Valor Geral de Vendas (VGV) foi de aproximadamente R$ 2,62 bilhões, com 10.111 unidades vendidas, quase o total de unidades lançadas, que foi de 10.296.

Somente em Goiânia, foram lançados 13 empreendimentos, totalizando 781 unidades, quase o dobro em comparação com 2022. Do total para todas as regiões na pesquisa, a maioria foi de lotes em rua pública e em condomínio horizontal.

Segundo Marcelo Gonçalves, sócio-consultor da Brain, os dados comprovam que o mercado em Goiânia e região está preparado para novos produtos e clientes. Marcelo ressalta que, mesmo com um menor número de unidades lançadas em comparação com 2021, a quantidade de empreendimentos lançados indica uma dinâmica positiva no setor.

“Essa variação ao longo dos anos pode ser explorada para entender a resiliência do mercado imobiliário diante de eventos externos, como a pandemia em 2020. Foi um período que levou as pessoas a buscar mais qualidade de vida. Tanto que em 2021 o setor imobiliário horizontal experimentou um boom e houve uma leve queda em 2022”, afirma o CEO da Brain.

De acordo com Marcelo, o empreendedor acreditou na potência de mercado e ele reagiu. Os empresários se prepararam para lançar mais produtos com a expectativa grande de venda. “Ao realizar um lançamento, há um período para construção, permitindo que as pessoas adquiram o produto. Sem dúvida, ao identificar o potencial de mercado, é uma decisão estratégica lançar o empreendimento”, argumenta.

Cenário para 2024

Para João Victor Araújo, presidente da ADU-GO, a tendência é de crescimento em lançamentos para o ano de 2024, sobretudo em Goiânia, onde o cenário é positivo com as leis complementares do plano diretor quase todas já aprovadas. “Estamos falando de um ambiente propício para o desenvolvimento imobiliário na capital, especialmente considerando a queda nas taxas de juros e a persistente alta demanda”, afirma João Victor.

O presidente da associação destaca que, apesar do cenário mais desafiador para o setor do agronegócio, que constitui uma base robusta da economia do estado, ainda projetam oportunidades significativas para expansão em lançamentos e vendas imobiliárias. João Victor afirma que é crucial explorar estratégias que alinhem o crescimento do setor imobiliário com as peculiaridades do contexto econômico local.

“Precisamos ser estratégicos para fortalecer ainda mais a nossa posição no mercado. Considerando a importância do setor do agronegócio, talvez seja interessante avaliar oportunidades de sinergia ou diversificação para enfrentar os desafios específicos desse segmento. A promoção de práticas sustentáveis e inovações tecnológicas pode não apenas impulsionar o desenvolvimento imobiliário, mas também contribuir para a resiliência do setor como um todo diante de possíveis adversidades”, avalia o presidente da ADU-GO.

 

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Conheça o ranking das profissões mais bem pagas do Brasil

Você já se perguntou qual profissão poderia abrir as portas para um futuro repleto de riquezas? Um estudo inovador, conduzido pela economista renomada Janaína Feijó, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV-IBRE), revelou os segredos dos salários mais suntuosos do Brasil. E adivinhe só, a tecnologia está comandando o espetáculo!

Com uma análise minuciosa de 126 profissões listadas na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), o estudo mergulhou fundo no mundo do trabalho privado, focando nos profissionais que ganham acima da média nacional, estipulada em R$ 2.836, e que possuem curso superior.

E quem lidera o pelotão das remunerações astronômicas? Nada menos que os médicos especialistas, cujos bolsos são recheados com impressionantes R$ 18 mil! Na esteira dos especialistas em medicina, surgem os matemáticos, atuários e estatísticos, embolsando em média R$ 16 mil.

Mas a verdadeira estrela do espetáculo? A área de dados e engenharia! Num cenário em que os profissionais de tecnologia brilham intensamente, seis das dez primeiras posições são ocupadas por essas mentes brilhantes. Em meio a este jogo de salários espetaculares, fica a dica: se você deseja prosperar financeiramente, o caminho dourado está nas áreas biomédicas e exatas.

Claro, isso não diminui a grandiosidade de outras profissões, mas, segundo Janaína Feijó, essas áreas são como campos promissores, onde o futuro parece estar sorrindo para os talentosos e dedicados.

Sem mais delongas, prepare-se para descobrir o top 10 das profissões que estão dando o que falar no cenário dos altos salários no Brasil, conforme revelado pelo FGV-IBRE:

  1. Médicos Especialistas – R$ 18.475
  2. Matemáticos, Atuários e Estatísticos – R$ 16.568
  3. Médicos Gerais – R$ 11.022
  4. Geólogos e Geofísicos – R$ 10.011
  5. Engenheiros Mecânicos – R$ 9.881
  6. Engenheiros Não Classificados Anteriormente – R$ 9.451
  7. Desenvolvedores de Programas e Aplicativos (Software) – R$ 9.210
  8. Engenheiros Industriais e de Produção – R$ 8.849
  9. Economistas – R$ 8.645
  10. Engenheiros Eletricistas – R$ 8.433

Agora que você conhece os segredos dos salários, qual será o próximo passo na sua jornada profissional? As respostas podem estar nas estrelas ou, quem sabe, nos números e códigos que moldam nosso mundo digital. O futuro está à sua espera.

 

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Pessoas poderão viver até os 130 anos, diz estudo

Um estudo suíço publicado pelo Royal Society Open Science mostra que as pessoas podem viver até os 130 anos. As chances são pequenas, cerca 1 a cada um milhão, contudo, os pesquisadores chegaram aos números após análises de probabilidade com base em dados de supercentenários, pessoas com  110 anos ou mais, e semi-supercentenários, aqueles com pelo menos 105 anos.

A pesquisa usa uma combinação de valores estatísticos extremos, análises de sobrevivência e métodos computacionais para analisar a mortalidade de idosos italianos e franceses com mais de 100 anos. As conclusões apresentam que não há evidências de que existem diferenças entre a sobrevivência de homens e mulheres italianos depois dos 108 anos, mas para os franceses, a longevidade é menor no sexo masculino, por exemplo.

O debate sobre longevidade na comunidade ciêntifica divide opiniões e existe um consenso que o máximo que uma pessoa pode viver é até 150 anos. Na nova análise, foram utilizadas informações médicas de mais de 1.100 supercentenários de 13 países, retiradas de um banco de dados pertencente à iniciativa global de pesquisas International Longevity Database, e de um estudo italiano com todas os viventes no país, entre 2009 e 2015.

A pessoa que viveu mais foi Jeanne Calment (foto), que morreu em 1997 com a idade confirmada de 122 anos.

 

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Estudos revelam que xingar pode aumentar a força física e a coragem

Os pesquisadores da Universidade Keele, no Reino Unido, liderados pelo professor Richard Stephens, realizaram um estudo, onde revela que xingar e falar palavrões pode aumentar a confiança, a força física e os níveis de comportamento de uma pessoa. Com isso, a pessoa se torna mais ousada e corajosa, em comparação às pessoas que realizam a mesma ação com mais tranquilidade. Com informações do Portal Terra.

O estudo “Effect of swearing on strength: Disinhibition as a potential mediator” (“Efeito do palavrão na força: desinibição como mediador potencial”, em tradução livre) foi publicado na revista científica Quarterly Journal of Experimental Psychology na semana passada. O objetivo da equipe era identificar o mecanismo psicológico pelo qual um linguajar obsceno, com palavrões, ou ofensivo, com xingamentos, pode ser benéfico para a realização de tarefas físicas.

Os britânicos queriam descobrir, principalmente, se xingar aumentava o chamado “estado de desinibição” das pessoas, ou seja, perda de autocontrole e falta de contenção social. Para tanto, foram realizados dois experimentos: um com 56 participantes, sendo 32 mulheres e 24 homens; e outro com 118 pessoas, grupo composto por 63 homens, 53 mulheres, uma pessoa não-binária e uma pessoa que preferiu não ter seu sexo revelado.

Ao longo dos experimentos, os pesquisadores descobriram, por exemplo, que os participantes eram capazes de realizar uma flexão de cadeira por mais tempo depois de repetir um palavrão. Os voluntários também se mostraram mais ousados ao longo de uma tarefa que envolvia encher um balão de borracha o máximo possível sem estourar. O comportamento de risco foi 8% maior quando eles usavam palavrões enquanto bombeavam a bexiga, em comparação com o uso de diálogo neutro.

Ainda de acordo com a pesquisa publicada, o humor vindo de alguns palavrões também foi considerado um importante mecanismo psicológico para aumentar a força física durante os experimentos. No entanto, os pesquisadores apontaram a necessidade de uma investigação mais profunda sobre esse efeito descoberto.

Ser feliz impulsiona produtividade no trabalho, aponta pesquisa

A rotina de trabalhos extensos e pesados, a correria do dia a dia e as contas a pagar, podem te desanimar fortemente. Nessas horas, tudo começa a dar errado. Tanto rendimento quanto engajamento parecem evaporar e, por mais que você se esforce, todo seu trabalho parece não gerar bons resultados.

Segundo a pesquisa Using Humor To Deal With Workplace Stress (Usando o humor para lidar com o estresse no trabalho), publicado no site Managment Issues, nessas ocasiões, o bom humor é o melhor remédio.

Além de remover sentimentos negativos e improdutivos, o bom humor nos faz enxergar novas abordagens para diferentes situações; diminui a pressão arterial; atua na inibição de medo, ansiedade e estresse psicológico; e aumenta a tolerância a dor.

Estudos mostram ainda que rir pode dar ao seu corpo alguns benefícios iguais ao de um exercício físico moderado, por exemplo. De acordo com o Psiquiatra William F. Fry, rir cem vezes durante o dia tem os mesmos efeitos cardiovasculares que fazer exercícios de remo durante 10 minutos.

Juntos, todos esses benefícios levam a uma maior satisfação no trabalho, gerando engajamento, produtividade, retenção e resultados financeiros. Para empresas que lidam com a epidemia de saúde mental, a Grande Demissão ou, até mesmo a Demissão Silenciosa, “paranóia de produtividade” e outros, a ciência do bom humor pode trazer implicações profundas.

A ciência por trás do bom humor

Quando dividimos um momento de risada com amigos e família nos sentimos, instantaneamente, mais leve e tranquilos. Isso acontece porque o riso pode reverter mudanças hormonais causadas pelo cortisol estressante e estimular a produção de endorfinas.

Durante uma risada, os índices de cortisol sofrem uma baixa e as endorfinas aumentam, assumindo o controle do sistema e diminuindo os níveis de estresse.

 

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O álcool pode aumentar a sinceridade das pessoas, revela pesquisa

Uma pesquisa recente conduzida pela Universidade do Missouri trouxe à luz descobertas intrigantes sobre o efeito do álcool no comportamento das pessoas, sugerindo que a substância pode influenciar a sinceridade e a expressividade.

De acordo com os pesquisadores, o álcool atua sobre os sentimentos de culpa, remorso e vergonha, reduzindo-os e, assim, promovendo uma maior franqueza sem o temor das consequências. Essa descoberta aponta para uma possível ligação entre o consumo de álcool e a disposição para realizar ações que, sob sobriedade, seriam evitadas.

Para chegar a essas conclusões, aproximadamente 70 participantes foram recrutados para o estudo e divididos em três grupos distintos: aqueles que consumiram refrigerante, os que acreditavam estar ingerindo álcool mas na verdade receberam líquidos não alcoólicos, e os que de fato consumiram álcool. Após o consumo, os participantes foram submetidos a uma série de testes computadorizados, nos quais aqueles que haviam ingerido álcool apresentaram um comportamento caracterizado por uma menor preocupação com erros anteriores e uma diminuição da sensação de culpa.

Embora o álcool seja reconhecido por reduzir as inibições e promover uma expressividade aumentada, é importante ressaltar que os efeitos da substância podem variar entre os indivíduos e são influenciados por fatores como a quantidade consumida, a tolerância individual e o contexto social. Além disso, a sinceridade induzida pelo álcool não garante a veracidade das declarações feitas sob sua influência, muitas vezes resultando em arrependimento após a sobriedade.

Assim, é crucial que o consumo de álcool seja feito com moderação e acompanhado de uma compreensão dos seus efeitos sobre o comportamento humano. O respeito aos limites pessoais e a consciência dos riscos associados ao consumo excessivo são fundamentais para garantir a segurança e o bem-estar de todos os envolvidos.

 

Picanha do Brasil é eleita o melhor prato do mundo

É do Brasil! Um dos cortes de carne bovina mais apreciados no país, a picanha brasileira, foi eleita como melhor prato do mundo, segundo o ranking do guia TasteAtlas, divulgado nesta terça-feira (12/11).

A peça de carne recebeu 4,75 de 5 estrelas em avaliações de usuários do site, ficando na frente de diversos pratos típicos da culinária de outros países, como pão folhado da Malásia e o phat kaphrao, uma carne da Tailândia.

O Brasil aparece no top 100 também com o vatapá (16º), escondidinho (58º) e tutu de feijão (93º).

Brasil ocupa a 12ª posição nas 100 cozinhas melhores do mundo

Já na lista das 100 melhores cozinhas do mundo, a Itália ocupa o primeiro lugar, seguida por Japão, Grécia, Portugal e China.

O Brasil ficou na 12ª colocação, acima da Argentina (14º), Estados Unidos (16º) e Tailândia (17º).

Votação popular

O site de origem croata é colaborativo e usuários do mundo todo podem avaliar culinárias e receitas. Em 2022 a picanha ficou em segundo lugar da lista, atrás apenas do karê, um ensopado do Japão a base de carne e legumes.

Confira o ranking abaixo:

 

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Abraçar melhora o humor e diminui o estresse

O brasileiro adora um abraço quentinho, né. Para quem vem de outros países, isso pode ser verdadeiramente assustador. De acordo com a psicoterapeuta norte-americana Virginia Satir, abraçar é o que nos mantém vivos. “Precisamos de 4 abraços por dia para sobreviver. Precisamos de 8 abraços por dia para nos manter. Precisamos de 12 abraços por dia para crescer”, pontua a psicoterapeuta. 

Quando damos um abraço e somos abraçados em troca, temos uma sensação de bem-estar e satisfação imediata, mas poucos sabem que, além deste sentimento de felicidade repentina, os abraços oferecem vários outros benefícios para a saúde física e mental.

Segundo estudo publicado pela revista PLoS One, o abraço gera impacto direto em nosso humor. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores dividiram o estudo em duas etapas. Na primeira, foram acompanhados 76 participantes heterossexuais com idade média de 22 anos, aleatoriamente divididos em dois grupos de casais.

Todos os casais passaram juntos por um procedimento de indução de estresse, mas enquanto um dos grupos tinha a possibilidade de abraçar seu parceiro durante o experimento, o grupo de controle não podia fazer contato físico. Os resultados mostraram que mulheres que abraçaram seus parceiros tiveram redução na produção de cortisol, hormônio do estresse. 

Porém, não aconteceu o mesmo com os homens.

 

Segunda etapa do estudo

A segunda etapa do estudo tentou entender qual duração deve ter um abraço para que ele seja prazeroso e tenha efeitos no humor. Na primeira parte, os participantes abraçaram de diversas maneiras uma pessoa escolhida pelo cientista. Os toques duraram entre 1 a 10 segundos. Após o experimento, os participantes relataram como se sentiram em relação ao toque. 

Os resultados mostraram que o tempo de duração é mais importante do que a forma como é dado o abraço, sendo que de 5 a 10 segundos foram considerados os abraços mais prazerosos. A pesquisa apontou ainda que abraços que cruzam os braços são a preferência geral entre os participantes, sendo ainda mais prevalente entre pares de homens. 

Segundo os estudos, os abraços têm o poder de reduzir os batimentos cardíacos e a pressão sanguínea, além de diminuir o risco de doenças cardiovasculares. Isso acontece porque a pele possui uma rede de centros de pressão que ficam em contato com o cérebro por meio de nervos conectados a vários órgãos, inclusive o coração. 

Dar ou receber um abraço é a forma mais simples de fazer o corpo liberar oxitocina, conhecida como o hormônio do amor e da felicidade. Ela aumenta os sentimentos de apego, conexão, confiança e intimidade, ajudando a curar a solidão, o isolamento e até a raiva. Os abraços ainda ajudam a cultivar a paciência e demonstrar apreço.

Caiado bate recorde de aprovação em Goiás com 81,4%, revela pesquisa

Parece que o Estado de Goiás está satisfeito com a atual gestão! Prova disso é a pesquisa, realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas, que aponta uma aprovação de 81,4% da população goiana que está feliz com o desempenho do governador Ronaldo Caiado. Este é o melhor desempenho do políticio desde que assumiu o governo em 2019.

Os números são do levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, realizado entre 6 e 10 de dezembro, e divulgados primeiro pela revista Veja nesta terça-feira (12/12).

Conquistas históricas em áreas fundamentais como segurança pública, saúde e educação, além da gestão fiscal eficiente e uma política social abrangente e emancipatória, elevaram a popularidade de Caiado um novo patamar.

Na sondagem anterior, em junho passado, Caiado tinha 76% de aprovação, a melhor avaliação entre todos os governadores naquela ocasião. Agora, a avaliação positiva do governador de Goiás cresceu mais 5,4 pontos percentuais, alcançando 81,4%. Dos entrevistados, apenas 13,6% reprovam a forma com que Caiado administra o estado, outros 4,9% não souberam responder.

A aprovação de Caiado é maior entre a população de 35 a 44 anos (82,9%), de 16 a 24 anos (82,4%), de 25 a 34 anos (82,3%) e com ensino médio (84%). Os números da pesquisa são idênticos entre homens (81,4%) e mulheres (81,5%).

Ótima ou boa

Em outro formato de avaliação, 66,2% dos goianos consideram a gestão de Caiado como ‘ótima’ ou ‘boa’. Desses, 27,8% afirmam que governador faz ótimo governo, enquanto 38,4% cravam como bom. Na contramão, apenas 8,5% dos goianos reprovam – sendo 4,7% de ‘ruim’ e 3,8% de ‘péssima’. Para cada cidadão que reprova Caiado, oito aprovam.

Em junho, Caiado tinha 59,7% de avaliação ótima ou boa. De lá para cá, os números positivos cresceram 6,5 pontos percentuais. Na mesma pesquisa, 11% reprovavam a atual gestão. Em seis meses, os números negativos caíram mais 2,5 pontos.

Entre os dias 6 e 10 de dezembro, o Instituto Paraná Pesquisas entrevistou 1546 pessoas, em 76 municípios de todas as regiões de Goiás. A margem de erro do levantamento é de 2,5 pontos porcentuais para mais ou para menos.

História e Carreira

Ronaldo Ramos Caiado, nascido em Anápolis, Goiás, carrega uma trajetória única que engloba medicina, educação e política. Líder reconhecido no estado e em âmbito nacional, Caiado atua nas esferas de liderança e representação pública, além de ser um dos principais líderes da direita e do agronegócio no Brasil.

Ele foi o 79º Governador de Goiás, e anteriormente, desempenhou com zelo as funções de Senador e Deputado Federal por Goiás. Durante seu período como deputado federal, serviu quatro mandatos consecutivos, reforçando sua forte ligação com a população goiana. Além disso, nacionalmente, Caiado é um dos principais líderes da direita e do agronegócio nacional.

Para saber mais sobre Ronaldo Caiado, acesse:

Google revela os termos mais buscados de 2023 no Brasil

O Google lançou, nesta semana, a lista dos termos mais buscados em 2023. Tudo que foi pesquisado revela o que mais chamou atenção durante o ano, desde coisas divertidas até política, esportes e famosos.

Os rankings mostram o que as pessoas do mundo todo e aqui no Brasil mais pesquisaram, com algumas coisas parecidas e outras bem diferentes entre os dois. Dá uma olhada nos resultados principais e nas categorias que foram divulgadas.

O que mais o povo brasileiro buscou no Google em 2023

Por aqui, a política ficou bem em alta o ano todo, muito por conta das eleições de 2022 e a transição de governo. Personalidades políticas e não políticas dominaram as pesquisas no Brasil em 2023. Artistas e pessoas da midia também marcaram presença na lista.

Neste ano, o Google trouxe umas categorias especiais só pro Brasil,  um exemplo é aquela famosa pergunta “O que é…?”, se tornando uma categoria. As modinhas das redes sociais, com tutoriais e explicações que todo mundo quis saber.