Bolsistas da Fapeg terão direito à licença-maternidade

Uma nova resolução normativa aprovada pelo Conselho Superior (Consup) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) garante que bolsistas da instituição tenham direito à licença-maternidade. A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) e permitirá a prorrogação remunerada da vigência da bolsa em até quatro meses em razão do parto, adoção ou obtenção de guarda judicial para fins de adoção.

O benefício será válido para bolsas de estudo com duração mínima de 12 meses. Segundo o presidente da Fapeg, Marco Arriel, a resolução busca atender avanços normativos fundamentais para o fomento à ciência. “É um marco importante para avançar na ciência e na tecnologia, ao garantir direitos fundamentais para nossas pesquisadoras”, avalia.

De acordo com o presidente, a resolução promove a igualdade de gênero e assegura que as pesquisadoras possam continuar contribuindo com o desenvolvimento científico sem interrupções em momentos tão significativos de suas vidas.

Segundo divulgado pela Fapeg, a nova resolução pode beneficiar mais de 500 mulheres bolsistas, que representam 56,11% dos contemplados. Além da licença-maternidade, a medida também deve ampliar as modalidades de bolsas e normatizar a concessão em projetos de pesquisa, extensão e inovação.

A resolução também estabelece novas modalidades de bolsas. Entre elas, as de excelência na pós-graduação e de gestão em ciência e tecnologia, com o objetivo de “fortalecer projetos de maior complexidade”.

Pesquisa mostra diferença de até 213% em preços de itens de festas juninas

Os produtos típicos de festas juninas estão com variação nos preços de até 213%. É o que revela um levantamento realizado pelo Procon Goiás nesta terça-feira (18/06). O índice foi encontrado no pacote de canjica amarela (500g), que pode custar de R$ 2,39 a R$ 7,49, ou seja, o triplo do preço.

O segundo produto com diferença é o coco ralado, que pode ser encontrado com 167% de diferença, sendo comercializado de R$ 2,79 a R$ 7,45. O leite de coco aparece na sequência com variação de 166%, com o menor valor de R$ 3,59 e o maior de R$ 9,55.

Nem mesmo o tradicional chapéu de palha ficou de fora das grandes variações. O item apresentou 82% de oscilação, comercializado de R$ 8,48 a R$ 15,49. Vestidos juninos infantis podem ser alugados por preços entre R$ 120 e R$ 220.

O relatório da pesquisa feita pelo órgão também compara os preços deste ano com os verificados em 2023. O leite de coco, por exemplo, apresentou alta de 36%, saindo de um preço médio de R$ 4,59, em 2023, para R$ 6,27 neste ano.

Em contrapartida, o kit com 11 unidades de bandeirolas apresentou queda de 34%, apresentando preço médio de R$23,61, em 2023, e R$15,56 em 2024.

Os valores de outros 85 itens, como fubá de milho, pipoca, amendoim e paçoca, também foram pesquisados em 22 estabelecimentos de Goiânia.

A pesquisa completa pode ser acessada clicando aqui.

Nova Inteligência Artificial promete traduzir o que os Cães ”falam”

No início do mês de junho, a BBC News divulgou uma pesquisa revolucionária da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, onde cientistas estão utilizando inteligência artificial (IA) para interpretar os latidos dos cães, buscando compreender se eles estão expressando alegria ou raiva. Esta inovação promete transformar a forma como as pessoas interpretam a comunicação animal.

Os pesquisadores estão empregando IA para decifrar se um latido representa felicidade ou raiva, além de identificar a idade, o sexo e a raça do animal com base em suas vocalizações. Reaproveitando modelos computacionais treinados na fala humana, os cientistas já avançaram na decodificação da comunicação canina.

Para contornar o desafio de interpretar os latidos, a equipe de cientistas coletou os sons de 74 cães de diferentes raças, idades e sexos em diversos contextos. Estes dados foram inseridos em um modelo de aprendizado de máquina originalmente projetado para analisar a fala humana. A IA foi capaz de identificar com 70% dos latidos.

De acordo com o estudo, “os resultados mostram que os sons e padrões derivados da fala humana podem servir como base para analisar e entender os padrões acústicos de outros sons, como vocalizações de animais”.

Os cientistas afirmam que essas descobertas podem ter “implicações importantes” para o bem-estar animal. Entender melhor as nuances dos vários sons emitidos pelos cães poderiam melhorar a forma como os humanos interpretam e respondem às necessidades emocionais e físicas deles. Esta tecnologia pode, por exemplo, permitir que donos de animais e veterinários identifiquem sinais de desconforto, medo ou alegria, aprimorando o cuidado e a interação com os cães.

A IA poderá ser usada para desenvolver dispositivos que traduzam os latidos em tempo real, facilitando a compreensão dos estados emocionais dos cães e, potencialmente, de outros animais de estimação.

 

 

Veja também:

Pesquisa revela diferença de até 177% nos preços de presentes para o Dia dos Namorados

Pesquisadores do Procon Goiás encontraram variação de 177% nos preços de presentes para o Dia dos Namorados. O índice foi registrado no buquê de cravos, vendido de R$ 65 a R$ 180. Outra flor chamou a atenção pela variação de preços, chegando a apresentar diferença de mais de 160% entre os estabelecimentos. Foi o caso do vaso de lírios, encontrado por preços entre R$ 23 e R$ 60.

Quem pensa em comprar itens de maquiagem, deve ficar atento. O batom líquido, por exemplo, foi encontrado com oscilação de mais de 150%. O produto, da marca Boca Rosa, tem sido comercializado de R$ 19,90 a R$ 49,90.

Perfumes, que costumam estar entre as principais opções de presente entre os namorados, também apresentaram diferenças consideráveis. A maior delas foi de quase 120% e se deu no frasco de 30 ml do Si Giorgio Eau de Parfum feminino, encontrado por preços entre R$ 319 a R$ 699.

As cestas de café da manhã também estão na lista de maiores variações. O produto, com 50 itens, vem sendo comercializado de R$ 249 a R$ 320. A pesquisa do Procon Goiás foi realizada em 66 estabelecimentos.

Vale lembrar que o Dia dos Namorados será comemorado nesta quarta-feira (12/06). Uma outra sondagem, dessa vez realizada pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Goiânia revelou que 70% dos consumidores pretendem presentear nesta data.

Você sabe qual foi a primeira pesquisa feita no Google?

Em 1998, Larry Page e Sergey Brin, então doutorandos da Universidade de Stanford, realizaram a primeira demonstração pública do Google. Eles pesquisaram por “Gerhard Casper”, o então presidente da universidade. Diferente dos motores de busca da época, que frequentemente retornavam resultados irrelevantes, o Google mostrou links precisos para Casper, evidenciando a eficácia de seu algoritmo, até então chamado de ‘’PageRank’’.

A demonstração impressionou investidores e acadêmicos, pavimentando o caminho para o sucesso do Google.

A precisão do Google ao apresentar resultados relevantes para “Gerhard Casper” impressionou John Hennessy, então reitor da faculdade de engenharia, e outros membros do corpo docente. Esta demonstração ajudou a assegurar apoio financeiro e conselhos que foram cruciais para o desenvolvimento e crescimento do Google.

Nome

Inicialmente, o nome dado ao projeto dos fundadores do Google era “BackRub”, que usava o algoritmo de ranking apelidado de PageRank. Entretanto, Page e Brin decidiram trocar o nome para o Google, que por sua vez é uma referência ao termo matemático “gogol” ou “googol”, que designa o número 1 seguido pelo número 0 cem vezes.

O Google transformou a busca na web com o PageRank, superando os concorrentes. Antes do Google, motores de busca classificavam páginas principalmente pela frequência de palavras-chave, resultando em resultados irrelevantes. O algoritmo PageRank do Google introduziu um novo método, avaliando a quantidade e qualidade dos links que apontavam para uma página, além do contexto das palavras-chave. Isso melhorou significativamente a relevância dos resultados e diferenciou o Google dos concorrentes.

A origem e ascensão do Google

De um projeto universitário a uma gigante da tecnologia, o Google transformou a maneira como buscamos informação. O buscador começou como um projeto de pesquisa de Larry Page e Sergey Brin em Stanford, inicialmente chamado “BackRub”. Em 1996, o Google foi ao ar e, em setembro de 1997, o nome foi oficialmente registrado. A empresa recebeu seu primeiro grande investimento de US$ 100 mil em 1998, iniciando um período de rápido crescimento.

Com investimentos significativos, o Google rapidamente se tornou líder no mercado de buscas. A partir de 1998, o Google atraiu investimentos substanciais, culminando na abertura de capital em 2004. Isso permitiu a venda de ações e consolidou a posição do Google como líder no mercado de buscas, transformando-se em um dos principais nomes da tecnologia mundial.

O Google chegou oficialmente ao Brasil no início dos anos 2000, quando o domínio “google.com.br” conseguiu ser registrado.

 

Veja também:

 

Esses alimentos poderosos te ajudam a combater a obesidade

A obesidade é um distúrbio que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, trazendo consigo uma série de problemas de saúde, como diabetes, hipertensão e doenças cardíacas. Preveni-la é essencial para uma vida mais saudável e, felizmente, existem alguns alimentos saborosos que são aliados nesse desafio: o pequi e o vinho.

Conforme resultados da pesquisa desenvolvida pela Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), esses dois alimentos, além de deliciosos, são poderosos aliados no combate à obesidade e outras doenças metabólicas por possuírem ácido gálico. O estudo indica que esse ácido (presente no pequi, no vinho, na uva e, em menores quantidades, no café) pode ajudar na queima de gorduras, contribuindo para a redução do colesterol.

 

Alimentos poderosos

O pequi, o superfruto do cerrado brasileiro, é bastante apreciado na culinária regional e conhecido no Brasil inteiro por possuir um sabor muito característico. Ele não é apenas saboroso, mas também extremamente nutritivo. Além de ser rico em ácido gálico, que ajuda no controle do colesterol e na prevenção do ganho de peso, esse alimento também possui Ômega-9, vitaminas A, C, E, B1 (tiamina), B2 (riboflavina) e B3 (Niacina).

Já o vinho, é uma bebida milenar, originária da região do Cáucaso, produzida a partir da fermentação da uva. Sérgio Henrique Sousa Santos, doutor em Ciências Biológicas, salienta que a bebida ajuda no controle da hipertensão. Além de ser rica em ácido gálico, também possui bastante resveratrol, composto vegetal que possui propriedades antioxidantes.

Dessa forma, o vinho ajuda a queimar gorduras, prevenir o envelhecimento e melhorar o metabolismo.“Existem estudos que indicam que o consumo regular de uma taça de vinho, diariamente, pode queimar calorias até o equivalente a 30 minutos de caminhada. Então, um vinho tinto de qualidade (sem açúcar, feito de uvas boas) pode ser um aliado […] se for consumido com moderação”, afirma o doutor Sérgio Santos. Então, aposte sem medo em uma boa taça de vinho durante o jantar, para finalizar seu dia mais feliz e saudável. 

 

Descubra como foi realizada a pesquisa

O estudo começou em 2012, realizado em camundongos que foram induzidos à obesidade através de dietas ricas em gorduras e açúcar. Após os camundongos atingirem a obesidade, eles receberam ácido gálico por mais de 30 dias.

Segundo o professor e coordenador do estudo Sérgio Henrique Sousa Santos, doutor em Ciências Biológicas e pós-doutor em Ensaios Farmacológicos: “Os principais resultados que observamos é que o uso do ácido gálico em modelos animais de doenças metabólicas, especialmente, obesidade, diabetes e colesterol elevado, pode proporcionar benefícios e reduzir parâmetros associados com estas doenças. O ácido gálico diminui o colesterol LDL em camundongos obesos e reduz a gordura, ativando a termogênese, que é a produção de calor através da queima do estoque de gordura do tecido adiposo”.

Os resultados foram promissores: houve redução de peso corporal e melhora nos níveis de glicemia, mostrando que a ativação da queima calórica pode ser benéfica. Essas descobertas abrem novas perspectivas para testes em humanos, com o objetivo de comprovar que o consumo regular de alimentos ricos em ácido gálico pode melhorar a saúde e a qualidade de vida.

A pesquisa da Unimontes mostra que alimentos funcionais, como o pequi e o vinho, têm um grande potencial para promover a saúde e prevenir doenças metabólicas. Escolher bem o que colocamos no prato pode ser um passo importante para uma vida mais saudável e cheia de sabor.

Estudos descobrem proteínas no sangue capazes de detectar câncer com 7 anos de antecedência

Pesquisadores da Oxford Population Health descobriram proteínas presentes no sangue que podem indicar risco de diferentes tipos de câncer com mais de sete anos de antecedência. A descoberta foi publicada no último dia 15, na revista científica Nature Communications.

Os achados incluíram 618 proteínas ligadas a 19 tipos diferentes de câncer, incluindo 107 proteínas em um grupo de pessoas cuja amostra de sangue foi recolhida, pelo menos, sete anos antes do diagnóstico do tumor. Para os pesquisadores, essas proteínas podem estar envolvidas nas fases inicias do câncer.

Com essas descobertas, a equipe acredita que algumas dessas proteínas poderiam ser usadas para detectar o câncer de forma ainda mais precoce do que possível atualmente, ajudando em um tratamento mais efetivo e, até mesmo, na prevenção do seu desenvolvimento.

Como o estudo foi feito?

Para realizar o estudo, os pesquisadores utilizaram uma técnica chamada proteômica, que permite que os cientistas analisem um grande conjunto de proteínas em amostras de tecidos de uma só vez. Com isso, é possível ver como elas interagem entre si e encontrar diferenças importantes nas proteínas entre diferentes amostras de tecidos.

A pesquisa foi dividida em dois estudos: no primeiro, os cientistas analisaram amostras de sangue do UK Biobank — banco de dados do Reino Unido — que foram colhidas de mais de 44 mil pessoas, incluindo 4.900 indivíduos que foram diagnosticados com câncer posteriormente.

Através da proteômica, foi possível analisar um conjunto de 1.463 proteínas de uma única amostra de sangue de cada pessoa. Os pesquisadores compararam as proteínas de pessoas que foram diagnosticadas com câncer com as que não foram, com o objetivo de procurar diferenças entre elas e descobrir quais poderiam estar associadas ao risco de desenvolver a doença.

Nesse primeiro momento, os pesquisadores identificaram 182 proteínas que diferiam no sangue dos participantes com câncer três anos antes do diagnóstico.

No segundo estudo, os cientistas analisaram dados genéticos de mais de 300 mil casos de câncer para se aprofundarem nas proteínas do sangue que estavam envolvidas no desenvolvimento da doença e que poderiam ser alvo de novos tratamentos.

Os cientistas encontraram 40 proteínas no sangue que influenciaram no risco de uma pessoa contrair nove tipos diferentes de câncer.

“As descobertas desta investigação são o primeiro passo crucial para oferecer terapias preventivas, que é o caminho definitivo para proporcionar às pessoas vidas mais longas e melhores, livres do medo do câncer”, avalia Iain Foulkes, Diretor Executivo de Pesquisa e Inovação da Cancer Research UK, que financiou o estudo.

Mais estudos são necessários

Apesar dos achados, a equipe de pesquisadores enfatiza que são necessários mais estudos para descobrir o papel exato dessas proteínas no desenvolvimento do câncer.

Além disso, uma maior investigação poderia auxiliar a entender quais são as melhores proteínas para realizar novos testes, quais testes poderiam ser desenvolvimento para detectar essas proteínas de forma clínica e quais medicamentos poderiam ser alvo desses componentes.

“Para salvar mais vidas do câncer, precisamos de compreender melhor o que acontece nas fases iniciais da doença. Dados de milhares de pessoas com câncer revelaram informações realmente interessantes sobre como as proteínas no nosso sangue podem afetar o risco da doença. Precisamos estudar essas proteínas em profundidade para ver quais delas poderiam ser usadas de forma confiável para prevenção”, afirma Karen Papier, epidemiologista nutricional sênior da Oxford Population Health e co-autora do primeiro estudo, em comunicado à imprensa.

“Para podermos prevenir o câncer, precisamos de compreender os fatores que impulsionam as fases iniciais do seu desenvolvimento. Estes estudos são importantes porque fornecem muitas pistas novas sobre as causas e a biologia de vários cânceres, incluindo informações sobre o que está a acontecer anos antes de um câncer ser diagnosticado”, completa Ruth Travis, epidemiologista molecular sênior da Oxford Population Health e autora sênior de ambos os estudos.

 

 

*Fonte: CNN Brasil

Veja também:

Estudo alerta para riscos de perda auditiva em adolescentes pelo uso frequente de fones de ouvido

Uma pesquisa conduzida pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) destaca os impactos negativos do uso frequente de fones de ouvido na saúde auditiva dos adolescentes. O estudo, que examinou os hábitos de uso desses dispositivos entre jovens, concluiu que muitos adolescentes correm o risco de sofrer perda auditiva já no início da fase adulta, caso não alterem seus hábitos.

A pesquisa entrevistou 249 crianças de uma escola pública em São Paulo, sendo 139 meninos e 110 meninas, com idades entre 10 e 17 anos. A partir dos questionários, os pesquisadores entenderam como e quando esses adolescentes utilizavam os fones de ouvido.

“Descobrimos que as meninas usam fones de ouvido por mais tempo, enquanto os meninos os utilizam em volumes mais altos. Ambos preferem o tipo mais prejudicial: o fone de ouvido oclusivo”, explica o pediatra Manoel de Nóbrega, autor do estudo e presidente do Departamento de Otorrinolaringologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP).

A pesquisa revelou que uma grande parte dos adolescentes ouve música e assiste a vídeos em volumes superiores ao recomendado. Cerca de 28% das meninas e 35,8% dos meninos admitem exagerar na intensidade do som. Esse hábito, se mantido, pode levar à perda auditiva permanente e zumbidos em até cinco anos, especialmente se o volume excessivo for usado por mais de uma hora diariamente.

O uso prolongado de fones de ouvido não só afeta a audição, mas também pode aumentar o risco de infecções. Conforme o médico, após uma hora de uso, o número de bactérias na região do ouvido pode aumentar até 700 vezes. “Se o seu ouvido coça demais, pode ser que você tenha contraído algum tipo de infecção. Fone de ouvido é igual a uma escova de dentes: nunca se deve compartilhar com outras pessoas”, conclui o pediatra.

Orientações

Os jovens entrevistados frequentemente usam fones intra-auriculares por mais de uma hora por dia e em ambientes ruidosos, como transporte público. Esses são hábitos que agravam os riscos à saúde auditiva. Por isso, o especialista recomenda que os adolescentes adotem fones que cobrem as orelhas e possuem cancelamento ativo de ruído, além de evitar o uso de fones em ônibus, trens ou metrôs. Ele também sugere consultas regulares com um otorrinolaringologista para monitorar a saúde auditiva.

Dona do ChatGPT vai criar novo ”Google”

Um novo buscador na Internet para chamar de seu! A OpenAI pode estar prestes a anunciar o próprio serviço de busca para competir diretamente com o Google. O novo serviço, cujo nome ainda não foi revelado, é uma extensão direta e conectada ao famoso ChatGPT.

O produto deve extrair informações diretamente da web e incluir citações em suas respostas, como o Google tenta fazer com a ferramenta SGE, que conta com o auxílio de IA. As informações são dos portais Reuters, The Information e Bloomberg.

O momento do possível anúncio também é interessante: seria feito um dia antes do Google I/O, conferência anual para desenvolvedores realizada pela empresa de Sundar Pichai. Inclusive, o Google deve apresentar novidades que incrementam o buscador com IA, segundo fontes próximas à EXAME, que estará presente no evento em Mountain View, Califórnia.

O motivo por trás do novo projeto da OpenAI

Desde sua abertura em 2022, o ChatGPT tem tido problemas para oferecer informações atualizadas. Esse sempre foi o forte do Google, que pôde facilmente incorporar as informações em tempo real da internet em ferramentas como o chatbot Gemini.

Já a OpenAI teve que fechar uma parceria com o Bing, da Microsoft e passou a oferecer respostas mais precisas para assinantes pagos. Outra tentativa foi a criação de plug-ins, mas a iniciativa foi interrompida em abril.

O novo produto da empresa de Sam Altman não só precisa competir com gigantes estabelecidos como o Google, mas também com startups que já usam IA para otimizar buscas.

Segundo fontes, a “busca do ChatGPT” deve também competir com a Perplexity, startup de IA avliada em US$ 1 bilhão e fundada por um ex-pesquisador da OpenAI. A empresa já oferece hoje um serviço de busca que oferece citações, imagens e respostas geradas por IA.

 

*Fonte: Exame

Veja também:

 

Esta semente tem potencial contra o câncer e reduz risco de AVC

Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Estadual de Oregon, nos Estados Unidos, trouxe promissoras descobertas sobre as sementes de chia, conhecidas por seus inúmeros benefícios à saúde. O avanço na ciência das plantas foi amplamente documentado na revista Frontiers in Plant Science.

O que é bom para prevenir o câncer?

Segundo o estudo, a chia não só é benéfica à saúde por suas características conhecidas, mas também possui propriedades muito procuradas para medicamentos que poderiam tratar diversas condições de saúde, como câncer e hipertensão.

Famosa por ser um superalimento, o pequeno grão, então, teve seu genoma completamente sequenciado no estudo, o que abre portas para novas pesquisas focadas em otimizar suas propriedades nutricionais e terapêuticas.

Quais são os benefícios da chia?

Na pesquisa realizada pela equipe da Universidade Estadual de Oregon, foram identificados genes específicos nas sementes de chia que estão diretamente ligados a melhorias na nutrição humana.

A análise genética detalhada revelou mais de 29 genes associados à produção de ácidos graxos poliinsaturados, essenciais para a saúde cardiovascular e previnem Acidente vascular cerebral (AVC). Esses ácidos também têm propriedades anticancerígenas.

Além disso, os cientistas identificaram 93 genes que contribuem para as propriedades gelificantes da semente. Isso é particularmente interessante para a indústria alimentícia, onde essas propriedades podem acabar sendo exploradas para criar produtos mais saudáveis e com texturas inovadoras.

Além disso, os cientistas identificaram 93 genes que contribuem para as propriedades gelificantes da semente. Isso é particularmente interessante para a indústria alimentícia, onde essas propriedades podem acabar sendo exploradas para criar produtos mais saudáveis e com texturas inovadoras.

 

*Fonte: Catraca Livre

Veja também:

Goiânia é a segunda capital com mais ”cornos assumidos” do Centro-Oeste

Nesta quinta-feira (25/4), comemora-se o Dia do Corno! Apesar de ser um evento traumático para a maioria das pessoas, ser traído pode ser um fetiche para outros. Essa prática se chama ‘’cuckhold’’, que são homens que gostam de ver as parceiras tendo relações sexuais com outro. Nesse caso, ele pode participar ativamente ou apenas assistir o ato.

Dados do Sexlog, site de sexo e swing da América Latina, revelam que mais de 300 homens se declaram ‘’cuckholds’’. Entre os adeptos, há diferentes níveis de envolvimento, desde aqueles que participam ativamente até os que preferem apenas observar ou ouvir relatos.

Goiânia ocupa o segundo lugar entre as capitais do Centro-Oeste com o maior número de “cornos assumidos”, ficando atrás apenas de Brasília. A pesquisa revela que mais de 300 mil brasileiros confessam abertamente essa preferência. Brasília, Goiânia, Campo Grande, Cuiabá e Anápolis são as cinco mais interessadas no assunto na região Centro-Oeste, que totalizam 35.165 ‘’cuckolds’’.

Os dados mostram que o Sudeste lidera nacionalmente, com 171.129 adeptos assumidos. As cinco cidades com mais adeptos são em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Campinas e Uberlândia. Na região Centro-Oeste, além de Goiânia e Brasília, também se destacam Campo Grande, Cuiabá e Anápolis.

O Nordeste aparece em segundo lugar, com 59.327. Os cinco municípios com mais adeptos do fetiche são: Fortaleza, Salvador, Recife, Natal e João Pessoa. O terceiro lugar fica com o Sul, com mais de 49 mil praticantes. As cidades que mais têm interesse são: Curitiba, Porto Alegre, Florianópolis, Maringá e Londrina.

O Norte aparece na última posição, contabilizando 19.385 cornos. O ranking conta com as seguintes cidades: Manaus, Belém, Boa Vista, Porto Velho e Macapá.

Mulheres

A pesquisa também ouviu as ‘’hotwives’’. 67% delas disseram que elas quem escolhem quem será o parceiro, chamado de “comedor”, porém com a ajuda dos maridos. Já 18% disseram que fazem isso sozinhas e 14% revelaram que os maridos que decidem.

A pesquisa realizada pela plataforma revela ainda que a metade dos ‘’cuckholds’’ não tem problema em convidar amigos para ter relações com as esposas, chamadas de “hotwives”. Cerca de 62% revelam que nunca tiveram ciúmes delas; 21% sentiram o incômodo uma vez; e 17% já sofreram com o sentimento em mais de um momento.

 

*Com informações Correio Braziliense

Veja também:

58% dos brasileiros não tem hábito da leitura

Responda com sinceridade: quantas histórias você costuma consumir anualmente? Se sua média tem sido de ao menos um livro a cada dois meses, uma notícia pode te alegrar: seu ritmo de leitura é superior ao da maioria da população nacional — que, em meio a previsões de queda no gosto pela literatura, revelou ler no máximo cinco obras por ano.

A constatação faz parte da mais nova pesquisa da Preply, plataforma que, recentemente, entrevistou internautas de Norte a Sul e acaba de divulgar: em um país onde 30% das pessoas sequer já compraram um livro, como indicado pela pesquisa Retratos da Leitura, cerca de 60% dos entrevistados nunca tiveram interesse em ler ou sentem que perderam esse hábito, tornando-se leitores piores ao longo do tempo.

Isso porque, para compreender como pessoas de todas as regiões enxergam o mundo das palavras, a especialista no ensino de idiomas pediu que centenas de brasileiros de todas as regiões compartilhassem suas experiências com os livros, dos gostos literários aos ambientes mais propícios para se dedicar a uma nova história. Durante o levantamento, os respondentes ainda puderam apontar os maiores “vilões” da leitura no Brasil, entre opções como as responsabilidades domésticas e redes sociais.

Afinal, o que (e como) leem os brasileiros?

Embora nem todos os entrevistados no estudo da Preply se reconheçam como amantes da literatura, algo que o levantamento deixa claro é como, ao menos entre os que se entendem como tal, há muito a dizer sobre a paixão pelos livros — uma relação pautada por diferentes rituais, escolhas e preferências.

Quando o assunto são as diversas modalidades de leitura, por exemplo, se enganam aqueles que apostam na popularidade de certos formatos tidos como mais “modernos”: de acordo com cerca de 60% dos entrevistados, o livro impresso permanece sendo a opção mais agradável para se dedicar a uma boa história, percentual que o coloca muito à frente de alternativas em ascensão como os e-books (11,6%) e audiolivros (6,2%).

Em meio à ampla variedade de gêneros literários, por sua vez, as opiniões tendem a ser um pouco menos unânimes, com os livros de ficção (49,2%) e autoajuda (44,6%) liderando o topo de um pódio no qual também se destacam as histórias de mistério ou suspense (32,2%), fantasia e ficção científica (26,8%) e, claro, as boas e indispensáveis histórias de amor (28,4%).

Mas e quanto às melhores ocasiões para se dedicar à leitura? O que dizem os brasileiros? Ao serem questionados sobre as situações que mais costumam exigir a companhia de um livro, 8 em cada 10 entrevistados demonstraram predileção pelos momentos tranquilos em casa, enquanto outros afirmaram ler mais durante os períodos de espera (21,8%) e viagens de férias (19%), ambos marcados por certo ócio e despreocupação.

Das redes sociais aos programas de TV: por dentro dos “vilões” da leitura

Diante de um cenário de barreiras no acesso aos livros, baixos investimentos na educação e, em contrapartida, ascensão dos entretenimentos digitais, não é incomum que as pessoas tendam a enxergar a própria relação com os livros negativamente — impressão também reafirmada no levantamento conduzido pela Preply.

Para se ter uma ideia, depois de serem solicitados a avaliar as próprias experiências de leitura ao longo do tempo, aproximadamente 60% dos internautas compartilharam relações de distanciamento do universo das palavras, seja porque nunca tiveram interesse na literatura (16,6%) ou porque perderam o hábito de ler livros no decorrer dos anos (41,2%).

Se somados, são números maiores que a parcela que acredita estar lendo cada vez mais (28%) ou que vem mantendo o hábito ao longo do tempo (14,2%).

Os obstáculos elencados são diversos, mas parecem se dividir em dois grupos: em primeiro lugar, as distrações e hobbies alternativos, como é o caso das redes sociais (58,8%) e conteúdos audiovisuais (programas de TV, filmes e séries) (35,2%), seguidos pelas clássicas responsabilidades que geralmente interferem na disposição dos brasileiros — das demandas profissionais (48,6%) às familiares (40,%) e domésticas (33,8%).

Com tantas obrigações dentro e fora do escritório, não causa surpresa que a falta de incentivo ou motivação (15,2%) ainda apareça entre os maiores impeditivos para uma vida de leitura recorrente.

Os segredos para ler em outro idioma

Como uma plataforma especialista em idiomas, um dos interesses da Preply durante o levantamento girou em torno da capacidade de leitura em outras línguas entre os brasileiros, principalmente levando em conta que tal habilidade tem sido cada vez mais requisitada no âmbito profissional ou educacional. O  número de fluentes para além do português — segundo dados do British Council, por exemplo, apenas 5% do país se comunica em inglês —, somente 34% dos entrevistados disseram se sentir confortáveis para ler livros estrangeiros em seus idiomas originais, parcial ou totalmente.

Trata-se de uma parcela pouco volumosa quando ao lado dos 66% que ainda enfrentam dificuldades para se aventurarem pela literatura nas demais línguas, desafios em geral relacionados à limitação geral de vocabulário (62,2%), falta de contato com termos específicos (42%) e incompreensão de referências culturais de países além do Brasil (23,6%).

Para quem deseja dar o primeiro passo rumo à fluência por meio dos livros, mas não sabe por onde começar, os segredos, segundo os que leem em outros idiomas, são basicamente três: investir em dicionários bilíngues ou apps de tradução (46,7%), de forma a poupar o tempo de leitura; começar com narrativas infantis ou de fácil compreensão (45,5%) e, ainda, caprichar nas anotações (43,7%) para decorar mais naturalmente o sentido de certas palavras — dicas simples, mas que só tendem a trazer mais segurança aos interessados.

“A leitura consistente melhora a função cognitiva, aumenta a empatia e expande o conhecimento. É um treino para sua mente e alma”, comenta Sylvia Johnson, líder de Metodologia da Preply. “Para cultivar esse hábito, comece com o conteúdo que você adora, estabeleça metas gerenciáveis e faça da leitura uma rotina diária. Lembre-se, não se trata de velocidade, mas de compreensão e prazer.”

Metodologia

Para investigar os hábitos de leitura no Brasil, nas últimas semanas, 500 entrevistados de todas as regiões foram solicitados a responder a 10 questões envolvendo certos detalhes de suas relações e experiências com os livros, dos gêneros literários favoritos aos melhores ambientes para se estar na companhia de uma boa história. A organização das respostas possibilitou a criação de diferentes rankings, nos quais é possível conferir o percentual de cada alternativa apontada pelos entrevistados.

Leia também:

Bebê Rena atrai audiência recorde na Netflix com chocante história real

Extraordinária série sul-coreana é a nova sensação da Netflix

Pesquisa prevê que bebidas sem álcool representarão 50% das vendas no mundo

As bebidas sem álcool vêm avançando para além do nicho. De acordo com o CEO da maior empresa cervejeira do Japão, a Asahi, o crescente número de consumidores que rejeita bebidas alcoólicas representa uma “grande oportunidade”. O executivo prevê ainda que produtos sem álcool ou com baixos índices de álcool serão responsáveis por metade das vendas de bebidas da empresa até 2040.

Segundo Atsushi Katsuki, a companhia pretende expandir sua linha de bebidas não alcoólicas nos Estados Unidos, sobretudo por meio do investimento em startups. Para ele, a empresa tem a grande vantagem de produzir bebidas com e sem álcool simultaneamente.

A ideia é aumentar a parcela de drinks com 3,5% de álcool ou menos de 10% no ano passado para 20% até 2030. Até 2040 ou 2050, afirmou Katsuki, o objetivo é elevar o número para 50%.

Outras cervejeiras, como Heineken e Guinness, também estão na busca de agradar consumidores mais jovens que priorizam a saúde em detrimento do consumo dessas bebidas.

De forma geral, a geração Z, de pessoas nascidas entre 1995 e 2010, tem buscado cada vez menos produtos alcoólicos. Consequentemente, a indústria que prioriza esse tipo de bebida tem apresentado crescimento, atingindo os 11 bilhões de dólares em 2022.

De acordo com um relatório da World Finance, a geração Z bebe, per capita, cerca de 20% menos do que millennials, a geração anterior. Por sua vez, estes bebem menos do que as gerações mais velhas bebiam quando tinham a sua idade.

Dessa forma, fica claro que a nova geração de adultos se preocupa mais com a saúde do que com o gosto pelo álcool. Aparentemente, o consumo de alcoólicos tem decrescido ao longo dos anos, levando a uma baixa histórica nas vendas desses produtos.

Assim, começa uma possível corrida das grandes marcas de cerveja, gim, vodca e tequila em direção à produção de itens 0% álcool. O objetivo — como sempre — é agradar o consumidor.

 

*Fonte: EXAME

Veja também:

 

Sofrência: por que gostamos de ouvir músicas tristes? Ciência explica

Um novo estudo, publicado na revista científica PLOS One, descobriu que as emoções negativas sentidas ao ouvir uma música triste pode, na verdade, nos fazer bem — e é por isso que, geralmente, esse tipo de música é o favorito de muitas pessoas.

“É paradoxal pensar que você poderia desfrutar de algo que o faz sentir uma emoção negativa”, diz o professor Emery Schubert, autor do estudo do Laboratório de Musicologia Empírica da Escola de Artes e Mídia, UNSW Arts, Design & Architecture, em comunicado à imprensa. “Mas esta pesquisa mostra a primeira evidência empírica de que a tristeza pode afetar positivamente o prazer da música, diretamente.”

Para chegar a essa conclusão, o estudo contou com 50 participantes, consistindo, principalmente, em estudantes de graduação em música. Eles foram instruídos a escolher uma música triste que gostassem. As escolhas incluíram desde clássicos do Beethoven, até sucessos atuais da Taylor Swift.

Os participantes, então, foram convidados a imaginar se a sua tristeza poderia ser “removida” ao ouvir a música. A maioria deles respondeu que sim. “Sabemos que muitas pessoas são bastante hábeis quando se trata de experimentos mentais, por isso, é uma abordagem razoável de usar e, na pior das hipóteses, não deve produzir resultados”, explica Schubert.

Após a “remoção da tristeza”, os pesquisadores perguntaram se os participantes passaram a gostar da música escolhida de uma forma diferente. 82% deles disseram que “remover” a tristeza reduziu o prazer com a música.

“As descobertas sugerem que a tristeza sentida ao ouvir música pode realmente ser apreciada e pode aumentar o prazer de ouvi-la”, diz Schubert.

Tristeza e “ficar comovido”

Pesquisas anteriores mostraram que a tristeza não é apreciada quando se ouve música, mas é mediada por um sentimento complexo com aspectos positivos que envolvem “estar comovido”. “Estudos anteriores referem-se a uma ‘hipótese do efeito indireto’, o que significa que as pessoas podem sentir tristeza, mas é outra coisa de que gostam – ficar comovidas”, diz Schubert.

Para discutir as descobertas desses estudos anteriores, 53 participantes de outro grupo foram instruídos que escolhessem músicas que gostavam e que consideravam “comoventes”. Essas pessoas relataram que sentiram, sim, tristeza, além de se emocionarem.

“Anteriormente, pensava-se que quando as pessoas sentiam tristeza em resposta à música que gostavam, elas estavam realmente se emocionando”, diz o professor Schubert. “Mas as descobertas deste estudo sugerem que ficar emocionado e sentir tristeza têm significados sobrepostos”, completa. Em outras palavras, ficar comovido provoca tristeza, e a tristeza leva à comoção, segundo o pesquisador.

O estudo possui algumas limitações, como o fato de permitir que os participantes pudessem escolher as músicas que os emocionam por conta própria.

“É sempre arriscado pedir a um participante que escolha uma música que ambos adorem e que os deixe tristes, pois isso pode dar-lhes uma pista sobre o objetivo do estudo”, explica Schubert. “Mas tomamos medidas para minimizar isso em nosso método, incluindo não mencionar as preocupações do estudo durante o recrutamento, examinar as peças auto-selecionadas e ter uma condição de controle.”

Portanto, mais estudos são necessários para confirmar os achados da pesquisa e de estudos anteriores.

 

*Fonte: CNN Brasil

Veja também:

Comer cachorro-quente pode tirar 36 minutos de vida, diz pesquisa

Pesquisadores de saúde da Universidade de Michigan descobriram que comer um único cachorro-quente pode tirar 36 minutos de sua vida. No estudo, publicado na revista “Nature Food”, os pesquisadores examinaram 5.853 alimentos da dieta norte-americana e mediram seus efeitos em minutos de vida saudável ganhos ou perdidos.

“Queríamos fazer uma avaliação dos impactos benéficos e prejudiciais dos alimentos em toda a dieta”, disse Olivier Jolliet à CNN.

A equipe chegou a um índice que calcula a carga líquida benéfica ou prejudicial à saúde em minutos de vida saudável associada a uma porção de alimento.

O índice é baseado em um estudo chamado de Carga Global de Doenças, que mede a morbidez associada com as escolhas alimentares de uma pessoa.

“Por exemplo, 0,45 minutos são perdidos por grama de carne processada, ou 0,1 minutos são ganhos por grama de fruta. Em seguida, analisamos a composição de cada alimento e depois multiplicamos este número pelos perfis alimentares correspondentes que desenvolvemos anteriormente”, disse Jolliet.

Uma das comidas medidas pelos pesquisadores foi um cachorro-quente padrão. Suas 61 gramas de carne processada resultaram na perda de 27 minutos de vida, disse Jolliet. Mas quando ingredientes como sódio e ácidos graxos trans foram levados em consideração, o valor final foi de 36 minutos perdidos.

O consumo de alimentos como nozes, legumes, frutos do mar, frutas e vegetais sem amido, por outro lado, tem efeitos positivos sobre a saúde, constatou o estudo.

Veja também: